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PRISIONEIRO SEXUAL -I : ARMADILHA DE AMIGO

março 3, 2009

bissex_bondage@hotmail.com

Num desses sites de relacionamento e amizade encontrei Julio, pessoa madura, culta, com 39 anos que, assim como eu, adorava a prática de Bondage. Era casado, com filhos, bem sucedido mas morava em outra cidade, assim, nossos contatos eram apenas por e-mail, trocando experiências e técnicas de imobilização com cordas, algemas e até mesmo mumificação. Numa tarde de sábado, acessei minha caixa postal para ler os e-mails da semana e encontrei um de Julio dizendo que viria a São Paulo a negócios na semana seguinte, sugerindo que aproveitássemos a situação para nos conhecermos pessoalmente e bebermos algo em algum bar. Na terça feira nos conhecemos pessoalmente e ficamos curtindo um Happy Hour que durou quase três horas de bom bate papo como se fôssemos amigos antigos. Na saída, disse para passar em seu flat na quinta feira no início da tarde, pois teria terminado sua jornada de trabalho em São Paulo e que só voltaria para casa dele no dia seguinte. Como estava muito quente nessa semana de verão, convidou-me para tomarmos um drink no apartamento que estava hospedado e depois iríamos dar um mergulho na piscina do flat. Me programei rapidamente para ficar com a tarde livre na quinta feira. Pontualmente às 13 horas estava parando meu carro no estacionamento de um luxuoso flat próximo a Avenida Paulista indo ao seu apartamento. Julio me recebeu bem a vontade, sem seu terno e gravata que havia conhecido dois dias antes. Estava de bermuda e camiseta regata que salientava um corpo forte e trabalhado. Enquanto preparava uma dose de uísque, disse para ficar a vontade e já ir colocando minha sunga e camiseta em seu quarto. Quando voltei a sala, ele estava sem a bermuda usando uma sunga azul que evidenciava seu sexo que não parecia estar muito relaxado. Após tomarmos umas duas ou três doses cada um, já estávamos desinibidos e conversando sobre mulheres, sexo e bondage, especialmente sobre técnicas específicas que dificultariam a liberdade da pessoa, tornando-a totalmente vulnerável às vontades de seu dominador. Nesse momento, Julio abriu uma pasta executiva cheia de cordas, algemas e outros aparatos utilizados em sessões de bondage. Após pegar uma corda comprida, pediu que colocasse as mãos unidas com meus braços esticados à minha frente apenas para fazer uma demonstração de uma técnica que havia aperfeiçoado. Com a corda comprida dobrada ao meio, começou a atar meus punhos com diversas voltas em torno deles, até com um pouco de folga, e depois passou a dar voltas com a corda no sentido inverso, entre os punhos apertando com nó duplo. A folga já não existia mais e as mãos estavam bem imobilizadas pois, apesar de não machucar, não conseguia dobrar os punhos para tentar afrouxar a amarração. Uma porção da corda de quase dois metros estava pendente em direção ao chão. Novamente ele pegou outro pedaço grande de corda e começou a fazer o mesmo com meus tornozelos, também deixando um segmento de uns 2 metros de corda não utilizados na imobilização de meus tornozelos. Pegou mais dois pedaços de corda e repetiu o procedimento unindo minhas pernas com várias voltas logo abaixo de meus joelhos e outro, logo acima deles, na parte inferior de minhas coxas. Com as pernas bem imobilizadas, estava instável e não me atrevia a fazer movimentos para não perder o equilíbrio. Julio terminou pegando um rolo de silver tape bem grande e passou a aplicar fita adesiva cobrindo as cordas e os nós com umas três ou quatro voltas em cada segmento amarrado. Os punhos perderam totalmente seus movimentos e estavam mais juntos que antes, assim como cada um dos segmentos de corda que imobilizavam minhas pernas. Julio que trabalhava em silêncio disse: “desse jeito, mesmo que consiga promover uma folga nas cordas, os nós estão protegidos com o silver tape, dificultando um espertinho que tente se soltar”. Tentei me libertar e verifiquei que ele estava correto. E continuou: “quer saber porque essas duas partes das mãos e dos pés ficaram sobrando?”. Respondi que sim com a cabeça e ele me dando apoio, deitou-me no sofá de barriga para cima. O prolongamento da corda que atava meus tornozelos foi preso nos pés de um lado do sofá esticando totalmente minhas pernas, restringindo ainda mais meus movimentos. O pedaço de corda excedente que prendiam meus punhos foram presos nos pés opostos do sofá, mantendo meus braços acima de minha cabeça e meu corpo inteiro esticado no sofá, reduzindo até a liberdade de movimentação lateral. Julio disse: “vai..tenta se soltar”. Estava bem difícil me mexer e se fosse tentar um movimento maior sabia que iria me machucar pelos repuxões que a cola da fita adesiva presa aos pelos de meus braços e pernas, o que desanimaria qualquer um. “Agora só falta o acabamento final”, disse Julio enquanto cortou três pedaços grandes de silver tape aplicando-os em minha boca, um sobre o outro. “E para garantir…”, continuou passando umas quatro voltas de fita sobre minha boca e circundando minha cabeça. “E aí? Consegue se soltar?”, me perguntou. Tentei e comprovei que dali não sairia sem me machucar e nem tentaria mais. Balancei a cabeça negativamente pois o único som que emitia eram sussurros abafados: “MMMMFFFHHH!” Julio puxou uma cadeira e sentou-se na frente do sofá ficando apenas me observando sem falar uma palavra. Queria saber no que estaria pensando, mas apenas emitia sons tipo “MMHUMFFFHMM!” Após alguns segundos de silêncio ele finalmente fala algo: “Puta merda! Como foi fácil…e sem resistência nenhuma. Muito fácil mesmo”. E começou a rir com ar de safado. Comecei a ficar preocupado com essa atitude pois não conseguia entender mais nada. Comecei a me contorcer inutilmente e a emitir gemidos tipo desespero: “HHUUMMMMGHHF!” . E Julio continuou falando calmamente: “Esqueceu que já tentou se soltar e não conseguiu? Poupe seus esforços porque vai precisar de muita energia para as próximas horas”, complementou com um sorriso irônico no rosto, o que me deixou em desespero. O que ele estará tramando? – pensei. A situação começava a me amedrontar e continuava me contorcendo e gemendo “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” Julio começou a falar em tom baixo e bem determinado:“Isso! Isso mesmo! Continua a fazer isso! Adoro iniciar um hetero tradicional numa experiência homo. Sabia que ver um homem assim como você, casado, com filhos, nessa situação de impotência e a mercê de minhas vontades e desejos me excita muito? Me enche de tesão!”. Nesse momento ele abre um pouco as pernas passando a mão sobre seu pau que já estava fazendo volume por baixo de sua sunga azul. “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” “GGMMHUMDMFFF”, comecei a entrar em desespero. “Calma!” – disse Julio – “Não precisa se preocupar! Você vai até gostar, tenho certeza disso. Tenho tanta certeza que irá gostar que vai até gozar. E você vai gozar me fazendo gozar. Na pior das hipóteses, sempre terá a desculpa que não queria e que foi forçado a ter esse tipo de experiência não porque queria, mas porque não tinha como impedir” Aí realmente fiquei desesperado. O que ele estava pensando? Bondage é Bondage, mas ele estava misturando as sintonias com práticas homossexuais que não eram a minha praia. “ Quem diria, heim? Eu hoje vou te iniciar em novas experiências de vida. E o pior é que você vai gostar de todas elas, assim como aprendi a gostar disso no passado. Pegar num pau que não é seu, masturbar, chupar e fazer um outro macho gozar em você. Já pensou que um dia você faria um macho gozar? E se você fizer tudo direitinho, também goza, também é masturbado e chupado. Será que já pensou que um dia um macho iria te punhetar e te chupar e te fazer gozar e que você gostaria disso? Pois é, novas experiências….” “GGMMHUMDMFFF”. Estava desesperado, suando e com o coração a mil. Como fui tão ingênuo para cair nesse tipo de armadilha? E agora? O que fazer? Julio se levanta e fica na região do sofá atrás de minha cabeça. Sinto ele pegar minhas mãos amarradas, separar um pouco as palmas e começar a esfregar seu pau nelas. “Ta vendo? Não é tão ruim assim. Essa situação de sentir um pau crescendo em sua mão você já sentiu várias vezes. A única diferença é que esse pau que está sentindo crescer não é o seu….É o meu!” E fiquei sentindo algo crescendo e ficando cada vez mais duro na palma de minha mão. Nesse momento ele coloca seu membro ereto entre minhas mãos e aperta as duas forçando a masturbá-lo. De um lado meus gemidos abafados e do outro, os gemidos de prazer de Julio com essa situação. Após alguns minutos, ele encosta seu membro ereto sob a sunga em meu rosto e começa a esfregá-lo num movimento de vai e vem. Sentindo a pressão de seu membro duro em minha face, com um cheiro de excitação masculina diretamente sob meu nariz comecei a me debater e a gemer com mais intensidade na tentativa de que essa situação terminasse logo. “ Ahá! Não falei que você iria até gostar? Olhe para o volume que está formado em sua própria sunga…esta quase escapando para fora…pelo menos “ele” está gostando e muito”. Nesse momento me dei conta como estava excitado. Membro ereto e pulsando sob minha sunga com uma excitação que tomava conta de todo meu corpo. Julio sussurrou ao meu ouvido: “Daqui a pouco quero experimentar essa sua boquinha. Você deve chupar bem e quero experimentar sua boca. Quero que você experimente e se delicie com meu pau. Se fizer tudo direitinho também te pago um boquete gostoso no final, antes de fazer você gozar, combinado?”. Já estava ficando exausto e minhas idéias estavam confusas: Caramba, como pude me excitar com outro homem, ainda mais sendo o passivo em quase tudo que foi feito? Enquanto pensava nisso, simplesmente disse sim com a cabeça em resposta ao que Julio havia perguntado. Foi um sim sem pensar, o que me deixou mais confuso ainda. Também, o clima de excitação que estava se formando no ambiente deixava qualquer um doido a ponto de responder qualquer coisa sem pensar. Parei um pouco de me contorcer e de gemer na tentativa de me libertar e por desespero. Respirei profundamente e relaxei. Julio continuava esfregando seu membro ereto em meu rosto e suas mãos, como se estivesse deitando sobre meu corpo para fazer um 69, começou a percorrer a face interna de minhas coxas, suas mãos acariciaram meu saco e meu pau, quando sinto ele ser agarrado e masturbado sobre a minha sunga. Comecei a me contorcer lentamente e a emitir gemidos, não mais de protesto, indignação e desespero, mas gemidos característicos de puro prazer. Julio apertou seu quadril sobre meu rosto comprimindo seu membro próximo à minha boca amordaçada. Senti um forte cheiro de sexo que já não sabia dizer se me causava nojo ou tesão. Ele finalmente libertou meu membro da sunga e começou a me masturbar lentamente, afinal não queria que eu gozasse, apenas que sentisse prazer com essa nova experiência. Após alguns minutos, ele disse: “Normalmente não faço isso, mas vou te ensinar a chupar um pau… é apenas uma demonstração do que quero que faça comigo daqui a pouco”. Ele primeiro lambeu meu pau inteiro, fazendo-o sumir lentamente em sua boca. Fazia questão de babar e chupar realizando movimentos de vai e vem com a cabeça, fazendo com que ele entrasse e saísse de sua boca, mas sempre deixando a cabeça dentro dela. Após uns trinta segundos, ele aumentou a velocidade e a intensidade da chupada. Estava ficando doido, querendo até gozar enquanto me contorcia e gemia sem parar de tanto prazer. Tinha que admitir: nunca tinha sido chupado tão gostoso quanto estava naquele momento. Cheguei até mesmo a pensar: “Chupar pau é coisa para homem mesmo”. Nesse momento ele parou e disse: “Agora é a sua vez! Vamos ver se aprendeu direitinho! Vou tirar a fita adesiva e você não vai falar nada só me chupar gostoso. Promete fazer direito?” Balancei a cabeça positivamente. Na verdade estava bem dividido: um lado meu querendo dar um jeito de fugir e acabar com tudo e outro lado, estranhamente estava doido para experimentar a sensação daquele pau entrando e saindo de minha boca. Ele começou a soltar minha mordaça. Apesar dos repuxões do cabelo e dos lábios, senti alívio ao ter a boca livre. Afrouxou também um pouco a corda que estava presa no pé do sofá de modo que pudesse dobrar os cotovelos pelo menos até a altura de meu peito. Julio sentou sobre ele direcionando seu membro rígido e pulsante em direção á minha boca: “Vai, abre a boca e me chupa! Engole ele todinho”. Como minhas mãos alcançavam seu membro, segurei-o com carinho e comecei a lambê-lo e a introduzi-lo em minha boca. No início senti um pouco de ânsia, mas logo me acostumei com aquele volume em minha boca, enquanto massageava-o com minha língua e bochechas, fazendo leves sucções. “Êta! Aprendeu rapidinho, heim? Você é muito bom nisso! Uma delícia!”. Após ter acostumado, a sensação era muito estranha: meu tesão crescia a cada chupada que dava naquele membro e arrancava gemidos de prazer do Julio que já estava doidão me agarrando os cabelos e puxando minha cabeça contra ele de modo que colocasse a maior parte daquele mastro no interior de minha boca. Julio colocou as mãos para trás e começou a me masturbar enquanto eu o chupava e disse que era para me controlar, senão iria recolher todo meu gozo e me obrigar a bebê-lo por inteiro, até a última gota. Após uns segundos, ele estava para explodir e eu curtindo como um bezerro desmamado, já nem sabia se queria ou não sentir o gosto do prazer final de um homem. Cheguei até em pensar que ele ejaculasse tudo em minha boca que beberia todo o leite, mas nos dias atuais não se pode brincar com essas coisas. O próprio Julio percebeu que eu estava querendo, mas apenas disse: “Está muito bom, gostaria muito de encher sua boquinha deliciosa com meu esperma, mas hoje ainda é cedo demais para isso…Quem sabe num futuro você não seja obrigado a experimentar o seu próprio leite antes de beber o dos outros. Para você hoje tenho outros planos!”. Os dois estavam para explodir. Julio deu um pequeno tempo não a ponto de esfriar o clima, mas para voltarmos ao mais próximo do normal possível. Ele voltou a me amordaçar, dessa vez com apenas três pedaços de silver tape sobrepostos em minha boca, dizendo: “Quando um cara goza com a boca amordaçada, é como o estourar de uma champanhe, a boca tampada preserva o gás para a explosão final”. Após ter me soltado, ele amarrou minhas mãos atrás de meu corpo, retirou minha sunga e me deitou de barriga para baixo no chão da sala. Sentou em minhas costas e colocando seu membro em minhas mãos me mandou masturba-lo. Já estava íntimo com aquele mastro e em poucos segundos ele já estava rígido novamente arrancando de Julio gemidos de prazer. Nesse momento ele deitou sobre as minhas costas e sussurrou em meu ouvido: “Agora você vai experimentar a sensação de um pau roliço ficar se esfregando entre suas nádegas. Não se preocupe, ainda não vou te comer. Hoje apenas quero que sinta como é o esfregar de um pau em sua bunda.” Apesar de tudo, estava mais confiante no que meu iniciador estava fazendo e mesmo após ele ter besuntado minhas nádegas com gel lubrificante, não entrei em desespero. Ele passou gel apenas para diminuir o atrito enquanto ficava me encoxando. Após uns cinco minutos de esfrega-esfrega, nós dois estávamos para explodir rodeados pelo clima e pelos gemidos de prazer que ambos emitiam. De repente, ele se levanta rapidamente e me vira de barriga para cima, direciona seu pau para a região de meu abdomen e começa a ejacular. Uma quantidade enorme de esperma é derramado sobre meu peito e barriga. Os primeiros jatos chegaram até meu peito. Ele se levanta e vai se limpar me deixando todo esporrado e amarrado na sala. Menos de um minuto depois ele retorna com uma sacola na mão. Ele me posiciona deitado perpendicularmente e na frente do sofá. Na sua maleta ele pega duas tiras de couro, semelhantes a um cinto ou daquelas algemas de couro com fivela. Fixa a base no meu tornozelo numa cinta colocada na parte superior de minha coxa de modo que mantinha meu joelho dobrado e o calcanhar encostando na coxa. Depois de repetir o mesmo procedimento na outra perna, ele passa umas quatro voltas de corda na dobra do joelho e prende suas pontas no pé dianteiro do sofá, fazendo o mesmo com a outra perna e com o outro pé do sofá de tal forma que meus joelhos estavam imobilizados para fora e para trás e com isso, me obrigava a permanecer com as pernas bem abertas pela inclinação da tensão das cordas presas em cada lado do sofá, expondo não apenas meus genitais, mas a entrada de meu ânus ainda virgem. Julio apenas disse: “Prepare-se, agora é a sua vez! Vou te fazer gozar como nunca! Relaxe e aproveite, aconteça o que acontecer, apenas me obedeça”. Em seguida ele começou a me masturbar e a me chupar alternadamente. Quando meu membro voltou a ficar duro ele passou apenas a me chupar. Uns três minutos depois estava ofegante, emitindo gemidos descontrolados o que fez Julio perguntar: “Quer gozar não, é?”. Respondi sim com a cabeça, praticamente implorando pois não agüentava mais. “Está quase? Falta pouco?” perguntou ele. Eu balancei repetidas vezes que sim. Nesse momento ele veste uma luva cirúrgica, enche o dedo do meio com gel lubrificante e aplica-o na entrada meu ânus. A situação e o gelado me fizeram pular. O desespero voltou com carga total, pois sabia o que poderia ocorrer em poucos segundos. Comecei a me contorcer e a gemer “NNNNNNNNNOOOOMMMMMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM”. Ele apenas disse: “Confia em mim. Vou devagar e você estará iniciado. Saberá a sensação de ter algo invadindo seu orifício. Escolhi o dedo por respeito a você: primeiro é mais fino, segundo você estará sendo excitado e masturbado que confunde as sensações e reduz a dor e por último, se conseguir massagear sua próstata com meu dedo, você gozará como nunca gozou na vida. Apenas relaxe e confie”. Ele colocou mais lubrificante no dedo do meio e na outra mão que espalhou sobre meu pau e iniciou uma lenta masturbação. Seu dedo ficou posicionado na entrada de meu orifício virgem enquanto ele fazia círculos como se estivesse massageando e preparando a entrada iminente. Estava desesperado. Me contorcia, me debatia e gemia, mas sabia que era tudo em vão. Perderia minha virgindade anal em questões de segundo. Conforme ele ia aumentando a velocidade da masturbação, a ponta de seu dedo começou lentamente a entrar e quanto mais entrava, mais rápida era a punheta que me fazia. Balançava a cabeça negativamente NNNNNNNOOOOMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM” “PPPPPUUURRRFFFFFFFAAAAAVCVCOORRRRFFFF”, enquanto me debatia descontroladamente. Numa desses pulos que dei, favoreceu a entrada ainda maior do dedo em meu interior chegando a queimar. Julio apenas disse: “Eu avisei…relaxa que é melhor. Está quase todo dentro, já estou sentido seu anelzinho apertando meu dedo. Você já está iniciado!. Já, já tento massagear sua próstata”. Ele já estava bem rápido com a masturbação e sentia quase que seu dedo médio inteiro invadindo meu interior, quando ele disse ter colocado tudo e que iria massagear. Em seguida, só lembro algumas frações de segundo do próximo minuto e meio. Parece que tive um curto circuito ou uma pane geral de consciência, como se estive entorpecido de prazer num êxtase total. Lembro de algo subindo de dentro para fora de toda a região de meu baixo ventre e de ter ejaculado inúmeras vezes – nem sei quantas foram, mas parecia não parar nunca. A primeira foi a mais intensa e senti coisa que nunca havia sentido, meu esperma respingando em minha garganta. Os segundos seguintes pouco me lembro mas parecia estar anestesiado e fora se mim, completamente exausto. Não lembro de quase nada e nem mesmo quando ele retirou seu dedo de dentro de mim, se doeu ou não. Simplesmente, quando voltei a perceber o que estava ao meu redor, ele já havia retirado o dedo, estava sem a luva, já tinha se limpado, eu estava completamente solto, sem corda nenhuma. Só lembro ele retirando minha mordaça e falando: “Não falei que você iria gostar?” Estava coberto de esperma, dele que já estava ressecando e a minha, esparramada desde o abdomen até o pescoço. Ele me ajudou a levantar e fui tomar um banho. Ao voltar para a sala, já estava tudo arrumado como se nada tivesse acontecido. Um copo de água e outra dose de uísque me aguardavam enquanto ele estava sentado no sofá me olhando. Peguei meu copo, sentei-me ao seu lado e fizemos um brinde. Ele me perguntou: “E aí? Correu tudo como planejamos? Faltou algo?” E eu respondi: “De jeito nenhum. Tudo como combinado. Uma de minhas fantasias acabou de ser realizada. Muito Obrigado! Mas tenho mais algumas….” FIM (Será?….continua)