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Quando eu descobri que sou homossexual

março 21, 2009

Tenho 45 anos e sou viado enrustido. Já faz muito tempo que dou o cu por prazer e não costumo falar sobre o porque eu sou viado ou porque eu sou enrustido. Sou assim e pronto.

Gosto de ler histórias e não sei quais são verdadeira e quais não são, mas prefiro as longas e cheias de detalhes escabrosos. Não sei se vou conseguir escrever bem o jeito que eu comecei a dar, mas vou tentar me lembrar de tudo.

Era 1977, quando meus pais foram conhecer a terra de meu pai em Portugal. Eu que sou filho único tive que ficar na casa de minha vó perto de Itu, numa velha fazenda decadente que já não plantava café. Na verdade eu nem percebia que aquela fazenda estava caindo aos pedaços pois quando eu ficava lá podia nadar num riacho, andar a cavalo, tomar caldo de cana que eu mesmo passava na engenhoca. Era tudo de bom.

Na casa da fazenda, viviam apenas a minha vó e o meu tio de 28 anos e acho que toda a renda vinha de um pecúlio que meu vô deixara e de um emprego de professor secundarista do meu tio. Os fundos da casa dava para o rio Tietê, que não parecia tão poluído naquele lugar, como era aqui em São Paulo.

Meu tio era um galalau lindo de 1,80, musculoso e com lindos olhos azuis. Na época eu já era fascinado pela beleza dele, mas ainda não admitia isso nem pra mim mesmo. Eu era um galalauzinho que já tinha 1,80 tambem, mas era magro de dar dó, pesava 72 quilos, mas sei que já tinha uma bunda bonita e meu pau era bem maior que média.

Eu não sabia que era boiola, mas naquele inverno, eu descobri como é gostoso fazer sexo com outro homem.

Acho que não contei que meu tio, era um cara alto que usava um bigode loiro, meio ridículo para os padrões de hoje em dia. Usava sempre camisa social e gravata com calço de tergal e sapatos sociais. Era uma roupa muito conservadora até mesmo em 1977. Acontece que as roupas e o pretenso conservadorismo não conseguiam esconder que meu tio era bastante afeminado. Era um desses caras que até tenta evitar dar bandeira, mas não conseguia.

Eu era adolescente e como não podia deixar de ser, batia punheta todo santo dia. A casa tinha vários banheiros e eu podia usar qualquer um deles pra tocar “uma”, mas em breve eu descobri um lugar que parecia mais gostoso pra me masturbar. Nos fundos da casa, quase chegando no rio, tinha um pequeno pomar de bananeiras. Entre essas bananeiras tinha uma parede na qual havia um velho coxo onde cavalos deviam beber água no passado, mas naqueles dias o curral ficava do outro lado e a velha parede era apenas uma ruína entre as bananeiras.

Havia um pequeno espaço entre as bananeiras onde eu ia bater punheta. Naquele lugar que não podia ser visto por ninguém, não dava pra sentar pois o chão era cheio de terra e folhas de bananeiras velhas. Eu ficava em pé arrepiando o meu pau e pensando nas garotas da minha classe ou na professora ou numa prima gostosa que eu tinha.

Tudo ia muito bem até que um dia eu abri a porta de um banheiro cuja porta tinha sido esquecida aberta e vi meu tio nu. Ele estava se depilando com um aparelho de barba. Seu corpo enorme não tinha nenhum pelo e era a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida. Fiquei paralisado olhando fixamente para as coxas dele e para o seu pau, enorme! Ele me olhou e certamente percebeu a minha cara de bobo, segurou o pau e perguntou se eu tinha gostado. Eu saí, fechei a porta e fui para a sala assistir televisão. Minha avó estava dormindo, como sempre fazia depois do almoço.

Depois de algum tempo, meu tio veio até a sala usando apenas uma camisata regata e um velho calção de futebol (naquele tempo os calções de futebol eram pequenos e apertados e não pareciam estas bermudas que jogadores usam hoje em dia). Eu nunca tinha visto meu tio usar nada que não fosse social, suas coxas depiladas e grossas eram lisas e musculosas (estavam brilhando – acho que ele passava hidratante).

Quando ele chegou na sala, parou um pouco atrás do sofá onde eu estava sentado e ficou assistindo. Depois foi até a televisão, que não tinha controle remoto, para ajustar o volume, ele abaixou-se e ficou com a bunda arrebitada para que eu pudesse olhar. Meu pau ficou duro na mesma hora. Era a primeira vez que eu me sentia atraído conscientemente por outro homem.

Pouco tempo depois eu saí da sala e fui até as bananeiras, escondi-me atrás da minha parede secreta e bati punheta pensando na bunda do meu tio. Lembro-me que eram 3 horas da tarde havia um sol de rachar e eu gozei em menor de um minuto. Depois de gozar, meu pau continuava duro, isso nunca tinha acontecido comigo. Fiquei olhando para baixo, como que esperando meu pau descer, mas que nada, a única coisa que me vinha na cabeça eram as coxas grossas e a bunda gostosa do meu tio. Não teve jeito, bati outra punheta para ele, mas desta vez não consegui tirar o pau dele da mente. Essa bronha demorou um pouco mais e eu ficava tentanto mudar meu pensamento para garotas ou mesmo para a bunda dele, mas não consegui acabei gozando com a imagem mental da rola dele em minha mente.

Voltei para a sala e ele já tinha saído. E eu continuei assistindo televisão, mas não conseguia esquecer meu tio. Naquela mesma tarde ainda voltei algumas vezes para as bananeiras. Na última vez que eu estava lá, peguei uma banana verde, descasquei-a e bati punheta com ela pressionada contra o meu cu, não enfiei, mas fiquei imaginando meu tio encostando aquele caralho enorme no meu rabinho.

No dia seguinte, acordei bem cedo e nós todos tomamos café juntos. Depois do café minha vó foi cuidar dos afazeres domésticos e meu tio me convidou para um passeio a cavalo pelas redondezas. Quando já estávamos do lado de fora, quase no curral, ele me disse que preferia passear a pé e assim fomos, nós dois andando devagar entre os pés de café abandonados da antiga fazenda.

No inicio, nenhum de nós disse nada e ficamos somente andando e olhando para o chão. As vezes eu olhava de soslaio para a bunda dele. Ele estava usando usual camisa social e a calça de tergal apertada. Eu estava com vontade de passar a mão na bunda dele mas não tinha coragem. Depois de algum tempo eu perguntei a ele porque ele se depilava que nem mulher e ele disse que achava pelos muito nojentos e que tinha muita gente que gostava de homens com corpos depilados.

Então foi a vez dele de me perguntar porque eu ia sempre até nas bananeiras. Eu fiquei meio sem jeito ao perceber que ele tinha notado, mas resolvi ir em frente e contar alguma coisa para ver o que acontecia. Disse que ia lá pra bater punheta. E depois de algum papo furado que eu nem me lembro direito como foi, ele acabou me pedindo para mostrar o lugar pra ele.

Demos a volta pela margem do rio, por onde eu sabia que minha vó não ia conseguir ver e chegamos até a velha parede entre as bananeiras. Ele alisou meu cabelo de bricadeira e disse que eu era safadinho. Eu fiquei meio sem jeito e acho que ele também, pois ficamos algum tempo sem dizer nada, olhando para os lados ou para o chão e somente as vezes nós nos olhávamos de relance. Meus olhos percorriam as bananeiras a parede e derrepente eu me dei conta que estava de pau duro, não tinha como esconder. Olhei o pau dele e percebi que ele também estava assim e eu sabia que tinha que tomar uma decisão.

Pensei que se eu fosse macho de verdade, tinha que sair rapidinha dali e nunca mais ficar sozinho com ele, mas não consegui fazer isso. O desejo foi mais forte e eu finalmente convidei ele pra batermos punheta juntos, deixei bem claro que cada um batia pra si mesmo e ele me disse “claro!”.

Abaixei as calças e cueca até os joelhos, normalmente eu só abria a braguilha, mas queria mostrar a minha bunda pra ele. Ele abaixou as calças e cueca até as canelas e ficou de frente pra mim batendo punheta e me olhando nos olhos, eu comecei a fazer a mesma coisa.

Depois de algum tempo ele se virou de costas pra mim e continuou batendo punheta, olhando diretamente para a parede enquanto eu ficava cerca de um metro atrás dele, batendo uma punheta lenta enquanto olhava a bunda dele. Aos poucos ele foi arrebitando a bunda e parou de se masturbar. Colocou as duas mãos na parede e arrebitou descaradamente a bunda, era um convite inequívoco, mas mesmo assim eu não conseguia tomar coragem, lembre-se que eu era totalmente virgem em todos os sentidos.

Depois de alguns segundos com as mãos na parede, ele arrebitou-se ainda mais e abriu as nádegas com as próprias mãos e me pediu para bater punheta encostando a cabeça do pau no cu dele. Não tinha jeito de resistir. Cheguei perto e encostei meu pinto no fiofó dele e comecei a tocar uma gostosa bronha sentindo minha mão fechada dar socos na bunda dele enquanto a cabeça do meu pau ficava encostada no ânus dele.

Não demorou muito e lê perguntou se eu queria comer e eu respondi que sim e fui tentando enfiar o caralho no rabo dele mas não entrava. Ele me pediu calma e disse que estava seco e que seria preciso molhar com guspe. Acabou me explicando que eu teria que lamber o cu dele; Eu fiquei com um pouco de nojo antes de começar, mas logo depois que eu comecei acabei adorando. Lambuzei bem o cu dele com guspe, enfiando a língua de vez em quando como ele ia me explicando, depois eu ele chupou meu pau.

Ao terminar, escorou-se outravez na parede com as duas mãos e as pernas bem abertas. Segurei sua cintura, encostei meu pau naquele cu todo melado de saliva e fiz força. Apesar de eu ter um pau grande (21 cm e grosso), não foi tão difícil de entrar. Fodi com força e gana e ele só suspirava de prazer. Quando eu menos esperava, ouvi-o dar um gemido forte e apertar meu pau com o cu. Ele me disse que já tinha gozado mas que eu poderia terminar.

Continuei como um louco e ele começou a bater punheta enquanto eu enrabava. Depois de algum tempo eu gozei dentro do rabo e ele gemeu ainda mais do que na hora que gozou. Ele mexia aquela bunda maravilhosa, rebolando no meu pau fazendo com que minha porra escorresse do cu e se espalhasse por minhas coxas e nas nádegas dele.

Quando eu achava que já tinha terminado tudo, tirei o pau de dentro e antes que eu puxasse as calças ele se virou e tirou a virgindade dos meus lábios. Foi um adorável beijo de língua que eu nunca mais esqueci. Ele invadia minha boca com sua língua e me enchia de saliva enquanto batia punheta de frente pra mim. Gozou sobre o meu pau que já estava meio mole e depois esfregou a porra dele sobre o meu cacete e as minhas bolas. Por fim me deu uma última chupadinha de leve e vestiu minhas roupas.

Quando já estávamos saindo das bananeiras, dei um espiada para ver se minha vó não estava por perto e puxei-o pela cintura para lhe dar um leve beijo na boca. Ele deu um sorriso lindo com seus olhos azuis.

Depois desse dia eu ainda fiquei mais de 20 dias na casa da minha vó. Eu era um adolecente que tinha acabado de descobrir o doce mais saboroso do planeta. Nos dois dias seguintes, eu o levei para as bananeiras umas cinco vezes por dia. Eu sempre o comia e nos beijávamos alucinadamente. Mas pouco depois ela assumiu o controle e era ele quem devia chamar, pois ele estava preocupado em dar bandeira e ser pego pela vovó. Continuamos trepando com mais moderação, só duas vezes por dia.

Depois de uma semana desse jeito, eu já não estava conseguindo segurar mais a minha vontade de segurar no pau dele. Certa tarde eu pedi pra ele me deixar pegar um pouquinho. Ele deu aquele sorriso que me deixava com as pernas bambas e eu fui logo batendo uma punhetinha pra ele.

Dessa vez, ele virou-se de costas pra mim antes de gozar e eu dei a tradicional lambida e comi o cu dele.

No dia seguinte eu pedi pra ele me deixar bater até ele gozar e assim eu fiz, mas quando a porra saiu, eu não sei o deu em mim. Cai de boca e dei uma lambida na pica dele ainda suja de porra. Ele segurou minha cabeça na rola e começou a comer. Eu estava adorando a sensação de dar prazer a um homem, sobretudo para aquele homem tão lindo.

Naquela tarde, ninguém fodeu ninguém. Nos brincamos apenas de sexo oral. Foi uma coisa muito mais bem dividida e não dá pra dizer quem era o ativo e quem era o passivo. Nós dois bebemos a porra do parceiro e eu deixei ele me encoxar pela primeira vez, mas não deixei enfiar.

Ainda nessa mesma tarde, eu não conseguia parar de pensar na sensação de te-lo por trás de mim, segundo meus quadris e com a cabeça do pau encostada. Eu não via a hora de dar. Ficava lembrando dele com as nádegas abertas pelas mãos, com meu pinto atolado e gemendo de prazer. Eu não agüentava esperar o momento de levar também, de poder sentir aquela sensação maravilhosa de dar o cu.

Quando já tinha chegado o crepúsculo e o horizonte já estava vermelho eu não poderia esperar mais. Parecia que eu iria explodir se tivesse que esperar até o dia seguinte. A única parte do meu corpo que eu conseguia sentir era o cu. Eu precisava sentir a rola dele me penetrando, eu tinha que deixar de ser virgem. Acho que não é preciso dizer que era impossível fazer alguma coisa dentro de casa, pois dentro daquela casa, minha vó era a rainha e meu tio jamais teria coragem de transar nos quartos daquela casa.

Fui até ele e lhe disse que queria dar o cu pra ele. Ele me deu aquele sorriso lindo e disse com aquele jeitinho afeminado e safado que no dia seguinte ele seria o dono do meu rabo. Eu disse que não queria esperar, que eu estava louco de vontade e estava subindo pelas paredes. Insisti tanto que por fim ele aceitou e mandou que eu fosse na frente para não dar bandeira.

Quando eu estava indo em direção ao rio, buscar as bananeiras, vi ele pulando uma janela da cozinha e percebi que ele estava trazendo uma cenoura na mão.

Cheguei primeiro e tirei toda a minha roupa pois eu queria dar pelado. Quando ele chegou já foi me dando uma encoxada com aquela rola enorme. Abraçou-me por traz e ficamos nos beijando algum tempo.

Começou a me falar alguma coisa sobre o meu cuzinho ser virgem e eu o interrompi dizendo que tudo bem. Eu tinha entendido a razão da cenoura. Virei-me de costas para ele e coloquei minhas mãos na parede, do mesmo modo que ele sempre fazia. Então ele me disse que queria ficar me assistindo enterrar a cenoura no cu e fazer masturbação anal.

Não discuti, tomei a cenoura e percebi que estava lubrificada com óleo de cozinha. Virei a bunda pra ele e comecei a enterrar a cenoura, para meu espanto, quase não senti dor. É verdade que enfiei bem devagarinho, mas naquele momento eu tive certeza que seria viado pelo resto da minha vida. Eu não tinha dúvidas de que o prazer no cu me acompanharia por toda e vida. Masturbei-me como alucinado, rebolei brincando com a cenoura na bunda para mostrar para o meu tio que eu também queria ser bicha.

Depois de algum tempo, quando o horizonte já não tinha o sol e estava vermelho como sangue, meu tio segurou meus quadris. Senti primeiro a cabeça da rola encostar e depois a pressão no meu cu que já estava meio larguinho por causa da cenoura. O Pinto entrou devagar, mas com firmeza. A mordida no pescoço foi uma espécie de prêmio para compensar a dor que eu estava sentindo. Não reclamei e nem pedi pra ele tirar fora. Agüentei tudo até sentir as bolas encostadas.

Ele ficou assim parado e chupando meu pescoço. Pedi pra ele me deixar uma marca de chupão e ele deixou e me disse que agora eu já era uma viadinho de verdade e que ele sempre soube, desde que eu era criança, que eu era homossexual. Assenti com a cabeça e comecei lentamente a rebolar no pau dele, ainda doía um pouco. Ele também era delicado e sempre fazia o tira-põe devagar, aquilo foi me deixando cheio de tesão. A dor foi sumindo e eu ia rebolando e mexendo pra frente e pra traz, meu pau ficou duro de novo sem que eu tocasse nele.

Depois de algum tempo meu tio me pegou com força e segurou meus quadris. Seus movimentos tinham uma violência que eu nem imaginava ser possível. Ele dominava meu corpo com se eu fosse uma boneca de pano e metia rápido no meu cú como se estivesse usando um brinquedo para bater punheta. Eu delirava de tesão ao sentir meu homem alucinado de tesão no meu cú. Comecei a sentir alguma coisa estranha, uma sensação diferente e comecei a desconfiar que eu ia gozar. Percebi que isso ia acontecer mesmo e fiz questão de não encostar a mão Ele ficava cada vez mais violento e começou a me chamar de palavrões e dar tapas na minha bunda. Eu achava cada vez mais gostoso, estava adorando ser chamado de bicha louca, vagabunda, mariquinha, frutinha, viadinho, boiola. Nem lembro de quantas maneiras diferentes ele me chamou de viado. Aquilo me fazia sentir que eu tinha me encontrado. Ouvir aqueles nomes feios e gostar era um prova de que aquele era o meu destino. Eu queria encontrar homens que se deliciassem comendo meu cu. Eu realmente gozei sem encostar a mão no pau e quando ele viu que isso acontecceu, segurou-me pela barriga e levantou-me do chão com seu pau ainda dentro de mim. Enquanto minha porra esguichava, meu cu se contraia e tentava expulsar o pau que ali estava mas era impossível pois ele me segurava no ar e todo o meu peso estava sobre a ele. Coloquei meus dois pés na parede e senti o pau dele esguichar dentro de mim.

Depois de bufar e me chamar de mais uma meia dúzia de palavrões deliciosos, ele me colocou de volta no chão e tirou o pau de dentro, virei-me para ele e lhe dei um gigantesco beijo de agradecimento.

Já estava praticamente escuro e eu voltei pra casa e ele saiu para visitar os amigos da cidade, assim minha vó não perceberia que nós estávamos juntos.

Enquanto eu fiquei ali, transamos todos os dias, geralmente era um gostoso troca-troca mas como rola era novidade pra mim, e como era o meu início de vida homossexual, ele me dava um desconto e me comia mais vezes do que o contrário. Até hoje ainda rola alguma coisa entre nós. Faz três meses que nos encontramos e fomos transar em um motel de Sorocaba. Precisamos ter cuidado pois ele vive com um cara muito ciumento, mas que nem sabe da minha existência.

Pois é! É isso mesmo. Eu e meu tio nunca moramos juntos. Já tive muitos relacionamentos deste tipo, até já tentei morar com uma mulher, mas o único homem que está comigo por todos esses anos é meu tio. Talvez seja por isso que o nosso relacionamento já dura tanto, ou seja, namoramos pra caramba mas nunca nos casamos.

Abraço!!