Archive for the ‘Trabalho’ Category

O Rapaz do Ar Condicionado

novembro 10, 2010

Moro no interior do Mato Grosso, tenho 40 anos e trabalho numa emissora de rádio onde sou locutor. Não sou pintoso, mas por ser solteiro aos 40 anos sei que as pessoas comentam. Mas não dou importância e dou uma de machão, elogio mulher, coço o saco e pego na bunda dos colegas (brincadeira hetera), chego a fazer pressão e falo que um cu é prato fino. Perco o amigo mas não deixo escapar um olhinho de porco. Ou seja, faço tudo que a galera do ambiente de rádio faz, menos é claro ficar de caso com ouvinte.

Dia desses uma forte chuva com raios e trovões queimou todos os ares condicionados da rádio, e por isso foram comprados novos e contratado um rapaz para instalar o equipamento. Até aí tudo normal, mesmo pq por causa do ar antigo que não valia nada e vivia dando problemas, vira e mexe vinha um técnico. Vou te falar uma coisa, ou o dono da empresa é viado, ou é a mulher dele que escolhe os funcionários. Cada homem gostoso, com cara de safado e com jeito taradão que só de olhar a gente se apaixonava.

Desta vez o rapaz não era tão assanhado, muito pelo contrário, era caladão. Seu corpo bem trabalhado sem exagero, pele morena, cueca azul em uma bunda deliciosa, que sempre que o rapaz subia a escada ficava a mostra, e eu claro atendendo os ouvintes, anunciando músicas e com o olhão no cofrinho do rapaz. Algumas vezes ele me observou olhando para a bunda dele. Aí subia a calça pra cima discretamente.

As vezes o rapaz olhava bem fundo nos meus olhos e eu correspondia. Tudo em completo silêncio. Quando infelizmente o trabalho terminou, ele recolheu seu material, e fez questão de ir no estúdio onde eu estava e se despediu de mim com olhar triste. Me despedi dele com um sorriso de orelha a orelha, agradeci e desejei um bom dia para ele.

Apesar de tudo não tive esperanças de vê-lo novamente, afinal ele não era o único a passar ali, fazer seu trabalho e sumir. Qual não foi minha surpresa quando o cara ligou no sábado e se identificou como o cara do Ar Condicionado. Puxei papo, elogiei o serviço. Ele pediu uma música, ofereceu para a família e especialmente para mim. Me disse que tinha me achado super legal e gostaria muito de ser meu amigo, se eu quisesse é claro. Respondi que claro que eu queria, que era muito solitário, e que as vezes não tinha amigo nem para ir ao cinema, o que não deixa de ser verdade, pois a galera gosta de companhia para encher o rabo de cachaça, ou alguma suruba e isso não é minha praia. Marcamos logo um cinema para aquele dia mesmo as 17 horas.

Em casa tomei um banho daqueles, me arrumei todo peguei o buzão e fui pro shopping. Como trabalho em rádio não pago para entrar em cinema e nem em shows. Meu novo amigo havia avisado que iria de moto. Cheguei e fui pra praça de alimentação tomar um chope escuro. Não demorou muito e ele chegou, todo arrumado e nesta hora notei que aquele cara era muito mais bonito que eu imaginava. Entramos depois de tomarmos alguns chopes. Sentados lado a lado num momento de descontração ele pegou minha mão, e foi tão natural que continuamos conversando de mãos dadas.

Na saída do cinema andamos pelo shopping rindo e vendo vitrines. Foi quando o Gabriel (esse era seu nome) falou que queria me curtir mais e melhor, e se eu topava ir com ele para um lugar mais reservado. Vacilei, e ele notou meu receio. Então falou que não tinha nada demais, e que era muito reservado e não comentava nunca sua vida com ninguém. Foi então que aceitei e fomos para o motel.

Chegando lá era tanta loucura que quase não esperamos para entrar no quarto, era beijos, mão boba pra tudo que era lado, mordidas no pescoço, gemidos. No quarto ele fez questão de tirar minha roupa de chupar cada detalhe do meu corpo. Até meu pau recebeu uma chupada de primeira. Com tanta dedicação é claro que retribui dando um banho de língua naquele homem delicioso. Fui posto de quatro, e tive meu ânus chupada bem no fundo, ganhei mordidas na bunda, no pescoço, na boca… Meu corpo tremia inteiro. Não aguentando mais empinei meu rabo e esperei ser penetrado por aquele pau moreno e cabeçudo, com grandes bolas e pelos cuidadosamente aparados.

Meu amante tava tão nervoso como eu. Colocou a camisinha, passou lubrificante e ajeitou a cabeça na portinha do meu cu, que piscava de excitação. Eu gemia baixinho. Meu novo amante começo a chupar minha orelha com a chapeleta pressionado meu rabo. Nossos corpos tremiam tanto que parecíamos estar em convulsão. Foi quando perdendo o controle fui penetrado de uma vez só… Soltei um grito abafado pelos travesseiros enquanto apertava a cabeceira da cama. Levei a mão para trás para controlar seus movimentos mas em vão. Ele socava com força, e eu desesperado com tanta dor. Tentei fechar as pernas para bloquear suas estocadas, mas suas pernas haviam prendido as minhas. O cara urrava feito um louco e socava fundo. Meus olhos ardiam, e não demorou para eu começar a chorar e implorar para ele parar. Era muita violência. O homem parecia um cavalo bravo em cima de mim. Tentei tirar meu corpo debaixo dela, e já estava na berada da cama quase caindo para o chão quando ele deu um urro bestial e encheu a camisinha de esperma. A danada não aguentando tanta porra arrebentou e me inundou o cu… Empurrei o cara de lado corri para o banheiro, procurei uma porta para trancar mas não tinha. Eu parecia um bicho assustado com o rabo pingando esperma. Sentei no vaso e comecei a chorar baixinho. O cara se aproximou e me senti ameaçado de novo. Tentei escapar, ele me abraçou e me pediu calma. Falou que estava muito tempo sozinho, que tava feliz demais por estar comigo e que tinha perdido a cabeça.

Que se eu não quisesse mas nada com ele, ele entenderia.

Depois que me acalmei tomei um banho, vesti minha roupa e pedi para ir embora. Ele tentou argumentar e eu falei: Você não queria gozar? Gozou! Agora me deixa ir embora por favor! Ele foi ao banheiro tomou banho, vestiu a roupa e me levou pra casa, onde desci da moto em silêncio e nem disse Adeus. Não sei se você leitor me entende, o negócio que eu me sentia usado, fui tratado como uma puta e sem meu consentimento. Achei que o cara ia ser legal e o sujeito me curou feito uma vaca.

Passei o sábado de cama tomando suco de beterraba que é cicatrizante, além de passar uma pomada no rabo que ardia feito pimenta. Eu me sentia um idiota, só queria esquecer aquilo, embora meu cu dolorido me lembrasse disso o tempo todo.

Na segunda feira era umas 9 horas da manhã quando chegou na rádio uma caixa de bombons, um urso de pelúcia lindo e um cartão pedindo desculpas, um número de celular e pedindo uma nova chance. A mulherada da rádio ficou super curiosas, e os homens também. Falei que devia ser alguma ouvindo doida e não deixei que vissem o cartão.

No sábado seguinte liguei e dei ao rapaz uma nova chance. Fomos direto para o motel, onde para me compensar ele virou sua deliciosa bundinha para mim e falou que ele era todinho meu. Pensei em me vingar e estragar o cu do cara, mas mudei de ideia e tratei ele como uma fêmea: Chupei seus peitos, enfiei minha língua na sua boca, falei sacanagem na sua orelha, apertei a cabeça do seu pau, chupei seu saco, dedei seu cu e só meti, quando ele pediu entre gemidos para sentir meu pau no rabo.

Penetrei meu moreno com calma, e quando notava que ele estava sentindo muita dor eu parava um pouco e deixava ele acostumar. Meti tão gostoso que o filho da puta gozou junto comigo sem nem encostar no pau…

Nos tornamos mantes fixos. Mas desde o início fui super sincero e falei que tinha um casado na minha vida, que vira e mexe eu ficava com ele, e por ser apaixonado e um caso de longa data dificilmente eu largaria um pelo outro. Mesmo assim ele aceitou o desafio e tenta ser muito mais gostoso que o outro, e assim já tem quase um mês…

* Mais relatos verídicos no blog http://www.dubabdonews.wordpress.com

O filho gostoso e dominador dos meus ex-patrões

outubro 7, 2010

O que irei contar aconteceu faz alguns meses. É grande o conto, espero que leiam inteiro. Sou de São Paulo. 28 anos, alto, magro, corpo legal, bonito, branco e totalmente discreto. Trabalhei já em diversas aéreas, mas me dei bem com vendas. Alguns anos atrás, quanto eu tinha 23 anos, trabalhava numa loja de carros e me dei muito bem com os clientes e os donos, um casal super simpático. Esse casal tinha dois filhos: Caio com 20 anos e Carlos 18 anos. Eram dois filhinhos de papai, mal acostumados, não muito educados com os pais e esses passavam sempre a mão na cabeça. Nunca tive muita amizade com eles, apenas algumas conversas, quando iam para a loja e ficavam lá de bobeira enquanto eu trabalhava. Passaram-se alguns meses, pedi demissão, consegui um emprego melhor, era uma ótima oportunidade. Fiz muita falta, principalmente para meus chefes. Passaram-se 05 anos e nunca mais vi novamente o Caio e o Carlos. Passava às vezes na loja, conversava com meus antigos patrões, mas não os via os filhos.

Sempre curti homens, adoro ser submisso, mas apenas com machos, não sou afeminado. Nada contra, mas comigo não rola tesão. Precisa ser com macho que curte dominar. Um dia, passando pelo antigo trabalho, estava o filho mais velho, Caio. Quando eu o vi, disfarcei na hora, mas minha nossa, aquele moleque mimado, continua mimado, mas, estava lindo, lindo demais. Muito gostoso. Ele estava com 25 anos, sou um pouco mais alto que ele, sua pele era bronzeada, corpo bem malhado, não tanquinho, mas bem malhado, liso no peito, pernas grossas e peludas, cabelo liso curto e seus olhos são bem pequenos, completamente macho, fazendo a linha “tô na minha”. Conversa o essencial e pronto.

Fui à loucura quando vi o Caio. Fiquei babando na hora, mas me controlei. Ele nem percebeu e depois que sai da loja, fiquei batendo altas punhetas pensando no Caio me dominando. Jamais falaria nada. O cara não era de amizade. Fiquei apenas na punheta com ele. Sempre dava uma desculpa para ir a loja e um dia, no meu trabalho atual, apareceu à oportunidade de realizar um negócio com meus antigos patrões. Coloquei-me como o voluntário de oferecer a proposta, como já tinha amizade com donos, convenci fácil meu chefe e lá fui. Chegando lá, os donos estavam passando a loja para os dois filhos. O mais novo não estava e a funcionária disse que o Caio estava no andar de cima. Por ser de casa, fui subindo e abrindo a porta do quarto. Caio estava transando com a namorada. Por sinal, uma mulher muito bonita. Eles ficaram tão sem graça, eu também, porque peguei o Caio colocando roupa de maneira acelerada e completamente sem jeito. Vi-o de sunga e pude ver a marca da sua rola na cueca. Não era muito grande ou grossa, mas isso não é importante para quem sabe fazer. Mas nossa, pela marca da cueca, devia ser um pau delicioso. Eu também fiquei sem graça, mas de tesão e comecei a pedir desculpas, o Caio também. Falei que ia esperá-lo na sala de estar, porque tinha uma proposta para fazer. Ele muito sem graça concordou e pediu uns 20 minutos.

Sentei na sala e não conseguia esquecer aquela imagem maravilhosa. Meu pau tava muito duro e não ia conseguir me concentrar para apresentar a proposta para o Caio. Decidi me aliviar lá mesmo. Entrei no banheiro masculino, fechei a porta de um dos vasos, abaixei as calças e a cueca, comecei a tocar uma punheta e para melhorar, enfiei o dedo na boca, coloquei saliva e meti dentro do meu cúzinho que é muito apertado. Comecei a penetrar meu dedo e batendo punheta ao mesmo tempo.

O Caio saiu antes de 20 minutos e perguntou para a funcionária onde eu estava. Ela disse que eu havia entrado no banheiro. Ele logo foi atrás, não quis esperar, queria conversar sobre o acontecido. Caio entrou e quando ia dizer meu nome, ouviu meus gemidos. Muito sacana, andou bem devagar até o vaso ao lado e subiu em cima da privada para ver o que eu fazia do outro lado. Eu estava com tanta tesão que nem percebi que ele me assistia por cima. Ele me pegou com o dedo no cúzinho, batendo punheta, falando o nome dele e assistiu até eu gozar.

Ele muito esperto não disse nada. Se falasse, corria o risco de eu ir embora. Ele esperou eu me limpar, me vestir e voltei para a sala de espera. O Caio não sabia muito bem como me tratar, mas quando vi que depois de uns 10 minutos, ele saiu do banheiro, fiquei gelado na hora. Ele veio conversar comigo, me chamou para a sala, conversou sobre o ocorrido com a moça e eu não sabia o que falar, acompanhava a conversa e falava poucas coisas. Rapidamente, muito sem graça, mudei o assunto e fui para a proposta. Ele a escutou com muita atenção, mas percebi que Caio não tirava os olhos da minha bunda e às vezes ele cutucava no pau, como se quisesse me provocar. Ele estava de chinelo e um bermuda bem folgado.

Terminei de fazer a apresentação da proposta, o Caio fala: – Eu vi o que você estava fazendo no banheiro? Tocando uma punhetinha pensando em mim, não era? Na hora não falei nada. E o Caio continuou: – Eu sei que era pra mim porque você gemeu meu nome com o dedo no seu rabo. Não ia negar. Era verdade. Ele viu. Apenas fiquei olhando pra ele e o Caio continuou falando: – Quem diria que você é um puta de um viadinho hein? Aposto que tu é bem safada na cama. E começou a dar risada, tirou maior sarro da minha cara. Aquilo começou a me irritar e falei meio que enérgico. – E daí? O que você vai fazer a respeito? Nossa, ele ficou puto de raiva com a minha reação, se levantou, foi em minha direção, me intimidou total, falando bravo pra caramba, me dando vários empurrões com as mãos batendo no meu peito. – Escuta aqui o viadinho, baixa seu tom ai. Quem tu pensa que é? Se ta na minha mão agora. Cala a sua boca. Aquilo me intimidou. Fiquei com medo. O cara é mais forte que eu, mais macho que eu e tava a fim de briga. Mudei o tom de voz e falei: – Caio, por favor, não comenta nada com ninguém. Ninguém sabe disso. Por favor, cara, não conte nada. O Caio sugeriu: – O que você me da em troca? O cara ia começar a fazer chantagem. – O que você quiser, eu faço. Eu disse. Ele avaliou a situação, me olhando cara a cara, examinou meu corpo, minha bunda, meu quadril e disse. – Já sei o que eu quero. Vai lá na minha casa, amanhã a noite, estarei sozinho sem meus pais. Vai lá, sem falta, se você não for, vou contar pra todo mundo. Vai, porque eu tô mandando. Me deu um empurrão para sair da sala e me deu as costas e ainda gritou: – E vai bem limpo hein, de banho tomado e tudo mais.

Na hora, adivinhei o que ele queria. Adorei a idéia. Não ia perder a oportunidade de trepar com aquele gato. Esperei com tanta ansiedade pelo outro dia e sempre soube, pelo pai do Caio que ele era meio autoritário com as namoradas até na cama. Do jeito que eu curtia. No outro dia, acabou o expediente, tomei banho, coloquei uma roupa super limpa, fiquei bem cheiroso, entrei no carro e fui até a casa do Caio. Cheguei lá, a empregada estava indo embora e me esperava chegar. – O Caio ta vindo já. Foi na academia e me avisou que você vinha. Pode entrar e esperar. Eu to indo e ele daqui a pouco, chega.
Passou meia hora, o portão se abre, é o Caio. Eu que já estava numa ansiedade, fiquei mais ainda, comecei a tremer de tanta tesão. Meu pau já estava duro. Nisso, ele entra na sala. Nossa que lindo. De camiseta, shorte, meia grossa e tênis. Completamente suado. Suava tanto, tanto. O cheiro do suor dele tava bem forte, misturado com um perfume que ele usou antes de ir. Ele se aproximou e disse: – Você veio né viadinho. Ta doidinho pra chupa meu pau e me dar seu cú né. Pois hoje você será minha puta e vai fazer tudo o que eu mandar. Eu sou concordava com a cabeça. Ele perguntava e eu concordava: – Quer ser minha puta? Minha escrava? Quer meu pau? Minha porra? Vai ter tudo isso putinha.

Com toda brutalidade me segurou pelos braços e me mandou ir até seu quarto. Chegando lá, trancou a porta. Eu parei em sua frente e fiquei apenas encarando. Não acreditava que aquele cara lindo tava me dando exatamente o que mais curto numa relação com outro macho. Ser escravo e submisso. Ele tava curtindo tudo aquilo. Sempre dava um sorriso safado para mim, curtindo ser o dono ali. Depois me encarar bem, Caio retira a camisa. Seu corpo esta todo suado por ter malhado bastante e bem rude ele diz: – Vem cá agora e lambe todo esse suor. Obedeci. Lambi todo seu peito, sua barriga, seu pescoço e suas axilas. Estava bem suado, um suor delicioso. Meu pau começou a ficar mais duro ainda e ele percebeu e disse: – To vendo que a putinha ta gostando. Gosta de suor de macho né. Eu sabia. Tu vai curtir mais ainda. Lambi o suor do teu macho, vai. Depois que o limpei todo, lambi o suor de suas costas também e da nuca. Caio se senta na cama e grita para que eu retire seu tênis, e sua meia é que chupe todo seu pé, os dois. Nossa, eu tava adorando. Tirei os tênis e as meias com a boca. Seus pés estavam bem suados também, aquele suor de limpeza e bem cheirosos. Lambi tudo. A sola, os dedos, no meio dos dedos, na parte da frente e na parte de traz dos pés. Eu tava adorando e fui nisso tirando minhas roupas. Ele mandava tirar cada peça e eu tirava. Camisa, calça, tênis, meia e cueca. Ele foi tirando o shorte enquanto eu chupava seus pés. Aqueles pés estavam uma delicia, cheirei, chupei e lambi até. Deixei-os bem seco e bem molhado de saliva. Quando olhei pro Caio ele estava de cueca apenas e com o pau bem duro. A cueca estava molhado de suor. Ele me obrigou a lambe o suor que ficava em volta do saco, na virilha e nos pelos, mas não podia tocar no pau dele. Lambi tudo. Tinha um cheiro forte de pau suado, mas estava uma delicia. Acabei ate sem querer lambendo dentro do cú dele. Como ele não se afastou, minha língua aos poucos chegou ao buraco do cú dele e lambi até. Tava com um cheiro de cú bem gostoso. Chupei bem gostoso e ele urrava de tanto prazer e gritava: Isso sua puta, chupa o cú suado do teu macho, isso, chupa gostoso. Chupei um bom tempo. Nisso tirei sua cueca e seu belo pau, pulo pra fora. Tava bem duro. Um pau delicioso, cheio de veia, cabeçudo com cheiro de macho. Ele me agarrou a força, me deitou na cama, deitou por cima de mim e lascou um beijo na boca de língua, socava a língua bem fundo na minha garganta, me deixando sem ar, me obrigando a chupar sua língua dentro da minha boca. Um beijo de língua forte, apertado, demorado. Ele às vezes só parava de me beijar para dar muita cuspida na minha boca e me mandava engolir. Engolia tudo. Tava uma delicia e voltava a me beijar. No meio do beijo, ele me enchia a boca de cuspi e eu bebia tudo.

Depois, ele se levantou, agarrou meus cabelos e enfiou com maior brutalidade seu pau duro na minha boca. Chupa esse caralho sua puta e chupa bem gostoso, se não tu vai ver o que bom. Comecei a chupar bem gostoso, nosso que sabor delicioso. Tava bem suado e com cheiro de macho, chupei muito. Só a cabeça, de pirulito, abocanhava tudo e fazia um vai e vem frenético que o Caio delirava e urrava de tanto prazer. Chupei igual louco. Ele às vezes cuspia em cima do pau e eu tinha que chupa sua rola com cuspi em cima. Que delicia. Uma hora, segurou minha cabeça e penetrava sua rola na minha boca como se fosse uma buceta apertada e me segurou e começou a gozar rios de porra, uma porra grossa, galada e em grande quantidade direto na minha garganta ou deixando sobre minha língua e disse: Bebi minha porra seu veado. Veado gosta de leite de macho, então bebi todo meu leite. Não pensei duas vezes e engoli toda aquela porra. Que delicia de porra, deliciosa, salgadinho. Tava adorando aquela situação toda. Adorando ser a puta submissa dele. Caio se deitou na cama e colocou seu pé na minha boca, para que eu voltasse a chupar, olhava para mim e dava risada. Pediu que eu lambesse suas axilas porque o suor havia voltado, claro que o fiz. Caio se levantou, me pegou pelo braço, me levou pro box do banheiro e me ajoelhou dentro do box berrando: Vamos lá pro box do banheiro seu viado. Você mal sabe o que lhe espera e se reclamar, acabo com você. Ajoelhei e ele ficou na minha frente pegando no pau, esperando por algo. De repente ele gritou: Abra a boca sua puta. Quando abri, ele começou a mijar, mijar dentro da minha boca e disse: Bebi tudo seu viado. Quero ver você bebe meu mijo todo. Veado é pra isso, é pra ser humilhado e não quero vê cai nenhuma gota. Bebi todo meu mijo. Nossa, que delicia. Eu fui à altura. Colocava na boca e quando enchia, engolia aos poucos. Um mijo amarelo, quente e salgado em enorme quantidade. Caio mijo por um bom tempo. No meio da mijada, colocou o pau dentro da minha boca e mijou direto na minha garganta. Ele agarrou minha cabeça e eu posicionei minha cabeça para beber de maneira mais fácil. Ele ria de maneira safada e muito sarcástica. Tava adorando ser o dono ali. Quando terminou, pedir que eu tomasse um banho e voltasse pra cama.

Tomei um banho e voltei. Ele já estava de pau duro novamente e mandou-me ir pra cama. Caio me colocou de frango assado e foi forçando seu pau na entrada do meu cú. Tava doendo muito, sou muito apertado, ai eu pedi uma trégua, para ele passar algum creme. Ele não curtiu muito mais o fez. Pegou camisinha, encapou o pau, passou um creme no pau dele e no meu cú e quando passou já meteu de uma vez só um dedo. Doeu um pouco, ele sentiu que ia me machucar e então começou a nessa hora apenas, ser mais suave. Meteu um, fez massagem, meteu dois, fez mais massagem e meteu o terceiro. Essa massagem do Caio por mais que doía cada vez que aumentava um dedo, depois eu adorava. Tava adorando as dedadas nele no meu cú. Depois do terceiro, eu tava doido para o pau dele. Queria que ele me comesse de todo jeito e disse gritando de prazer com três dedos do Caio no meu cú: Por favor, Caio, come o cú dessa sua puta, quero seu pau, me come meu dono. Comi meu cú como você quiser. Comi o cú da sua puta, da sua cadela. Ele ficou tão nervoso e excitado com isso que disse: Você vai se arrepender de ter dito isso, mas vai gostar. Fiquei com medo dessa frase, mas tava tão excitado pelo Caio, de ter esse macho incrível dominador só pra mim que não liguei e queria muito o cassete do Caio no meu cú. Eu de frango assado, ele mirou e meteu de uma vez só. Vi estrela, dedo é diferente de pau. Gritei de dor e ele nem ligou e disse: Não era o meu pau que você não queria no seu cú sua cadela, agora aguenta. Vou comê-lo como eu quiser. Aguenta puta, só vai ficar livre quando eu estiver satisfeito. Ele começou um vai e vem em velocidade normal e já foi depois me comendo num vai e vem muito frenético. No inicio tava doendo, porque tenho um cú muito apertado, mas depois ficou tão gostoso que comecei a gemer igual a uma cadela pro Caio que vendo isso, começou a me comer mais forte ainda. E me comeu muito, de frango assado, comigo de quatro, em pé encostado na parede, comigo de costa, eu cavalguei no seu pau, de frente pra ela e de costas pra ele também. Eu gemi, pedia mais, gritava de tesão e o Caio transpirava igual louco, me cuspia dentro da boca, eu engolia, conseguia por o pé dentro da minha boca me comendo ao mesmo tempo e me xingava e me humilhava até: Tu gosta de rola mesmo né sua puta, cadela, viado, toma rola seu viado desgraçado, toma rola inferno. E eu falava: Soca meu macho, soca no meu cú, come meu cú, isso, vai. Comi o cú da sua cadela, isso, sua rola é deliciosa. Ele me comeu por um bom tempo e, nossa, caio suava demais, suava muito. Quando foi gozar, retirou o pau do meu cú, deitou na cama e gozou em cima de seu peito. Quando gozou, falou que não era para eu gozar agora, só quando ele quisesse. Assim o fiz. Quando ele gozou em cima do meu peito, ele cuspiu um rio de cuspi na mão e jogou por cima da porra em seu peito. Misturou porra + cuspi + o rio de suor em seu peito e disse: Agora seu viado de merda, tu vai me limpar onde eu vou jogar porra e quero ficar bem limpo hein. Ele misturou porra com cuspi, passou no pé e eu lambi tudo ate tirar toda porra com cuspi. Passou dentro do buraco do cu dele e eu lambi, em cima da cabeça do seu pau e eu lambi, nas suas axilas e eu lambi e o resto que estava no seu peito terminei de bebe tudo e deixei bem limpinho.
Enquanto eu lambia seu peito no fim, me liberou que eu gozasse e em cima do peito dele. Nem demorei muito. Toquei um pouco no meu pau e já gozei fartamente em cima dele. Depois, tomamos banho, colocamos roupa e eu ia embora, quando ele me disse: Tu não vai conta nada pra ninguém se não te estouro viado de merda e a partir de agora vou querer te come sempre, tu vai sempre que eu quiser chupa minha rola, bebe minha porra, meu mijo, meu cuspi e meu suor. Quando eu te ligar, vou querer agora, da um jeito de vim pra cá, porque odeio esperar. Aceitei numa boa, alias, eu adorei a noite e ia adorar os outros dias. Estou adorando ser a puta do Caio, adoro bebe sua porra, seu mijo, seu suor, seu cuspi, dar o cú pra ele e chupa o pé dele, principalmente quando esta com chulé de macho mesmo hehe. Nosso negocio deu certo e sempre que vou à empresa, realizo todos esses fetiches dele sempre. Nossos encontros sempre acontecem e sempre quando ele quer, afinal de contas, ele é meu dono.

Experiência Inesquecível

janeiro 22, 2010

Esse fato ocorreu faz muito tempo, mas ainda me lembro bem.

Eu trabalhava em uma construtora, na área de recursos humanos. Tinha me formado fazia poucos meses. Um amigo era de uma outra área e nossa gerente era uma engenheira que também fiscalizava as obras. Eu a levava sempre, pois ela não gostava de sair com os motoristas. Ela chegava e ia direto falar com o encarregado dos operários. Era muito respeitada mas todos olhavam maliciosos, pois era uma morena bonita e muito gostosa. Trabalhava de calças jenas e camiseta mostrando os mamilos duros, coxas grossas e bunda grande e todos ficavam loucos. Percebi que um nordestino de uns vinte anos, servente, corria para o andar de cima e ficava olhando por onde seria um pequeno vitrô de um banheiro. Enquanto ela falava com o responsável só se via sua cabeça nessa abertura.

Uma tarde, na saída, falei o que sempre vi a. Ela falou muito natural: eles se masturbam quando me vêem chegando mas peões são assim mesmo. Contei ao meu amigo que se interessou e disse que queria ver. Ela era muito amiga nossa e sempre nos finais de tarde a gente tomava um shop antes de ir para a casa, e ela disse que o levaria. Ele era assumido e eu, depois da adolescência não tinha mais feito sexo com homens. Ele a levou na próxima visita e voltou alegre, contando que tinha se “apaixonado” pelo garotão. “Nunca transei com peões mas se ele quiser vou na hora”, falou isso e foi para sua sala. Depois começamos a falar de sexo todas as vezes que saíamos e contei a ele que ainda sentia desejos, apesar de fazer muitos anos. A vontade foi aumentando e um dia ele falou que iria descobrir onde eles moravam para ir procurar o safadinho. A mulher tinha mais intimidade com ele e sabia o que ele pretendia. Disse que tivesse cuidado porque se o caso se espalhasse perderia o emprego. Era assim, mesmo se estivesse fora do trabalho. A vontade dele foi mais forte que a ameaça.

Passou em minha casa em um sábado dizendo que sabia onde era a república deles, tinha visto nos registros. Era um bairro perto da obra, com poucas casas e iluminação precária. Fomos lá e nos receberam muito bem. Moravam em oito mais ou menos da mesma idade e dois tinham mais de trinta. O safado não perdeu tempo e depois de algumas cervejas convidou meu amigo para entrar no quarto. Falou rindo que ia dar o que ele tinha ido procurar. O outro nem se incomodou. Entraram e empurraram a porta que não tinha fechadura. Fiquei com dois na salinha e logo senti uma passada e mão na coxa, eu estava de bermuda e arrepiei, fiquei vermelho, mas era tarde. O outro já chegou pegando minha mão e colocando sobre seu pênis, por cima da roupa. Era enorme e duro. Não resisti e apertei. Aessas alturas minha bermuda já estava para baixo dos joelhos e dedos úmidos de saliva entravam e saiam no meu ânus, me deixando com tesão e medo. Recebi uma ordem cínica para chupar até deixar bem lisinho. Era o da frente, que abaixou as calças e mostrou aquela coisa maravilhosa. Os dois transavam no quarto e podíamos ouvir os gemidos do meu amigo, que se entregava “toda”. Fui perdendo o medo eme ajoelhei para fazer o que o rapaz queria. Lambi e beijei gostoso, depois engoli os testículos, subi chupando e fui até a cabeça. Percebendo que ia gozar tentei afastar mas me segurou e gozou na minha boca. Na hora consegui afastar um pouco mas espirrou esperma em meu rosto e esfregou, espalhando aquilo em mim. O que me acariciava o ânus tirou e me mandou ficar com a bunda empinadinha. Apoiei as mãos na cadeira e abri as pernas. Entrou forte, mas era mais fino e a dor só me deu tesão. Rebolei e gemi. Ele começou a estocar firme, passando as mãos em minha cintura e na barriga, dizendo coisas que me davam tesão e vergonha. O outro que tinha gozado falava: meter nela igual você quer meter na doutora, arromba essa gostosa. Diziam coisas assim e fui sentindo uma sensação gostosa, um calor diferente, e logo um jato de esperma entrando em mim. Saiu e o outro disse que agora era a vez de eu agüentar um pinto de verdade. Era muito grosso e grande, mas eu já estava lisinho e deixei ele fazer o que quisesse. Vi os dois saindo do quarto e chegando perto de mim. Uns dez minutos e o rapaz gozou forte, saiu devagar e esfregou em mim para limpar ou me sacanear. Pensei que já fosse parar, pois não estava acostumado. Meu amigo disse que eu ia experimentar o nordestino, que era uma delícia. Era fino e longo, entrou forte e me abraçou a cintura. Entrou e saiu uns dez minutos. Eu já estava cansado e não tinha conseguido gozar, mas meu amigo me masturbou enquanto eu era penetrado. Todos gozamos muito gostoso.

Na hora de sair, todos lambuzados, apareceu um dos mais velhos sorrindo, cheirando cachaça, e disse que era a vez dele se divertir. Pegou forte meu braço e me colocou de joelhos, veio por trás e entrou com força. Quando disse que doía ele riu cínico, falando que não gostava de mim na firma e ia se vingar. Ele pensava que estava me fazendo mal mas no fundo eu ria, porque estava muito gostoso. Era enorme e ia no fundo mas me dava um tesão incontrolável. Gozei antes dele e sem me tocar. Os outros se divertiam com “minha amiguinha”, como disseram. Nunca tinha dado tanto na minha vida e sai de lá com as pernas moles. O outro já tinha prática mas com peõs foi a primeira vez. O mais velho disse: não vamos deixar ninguém saber senão mandam todos embora, e perder emprego porque comer viado é ruim para mim, que sou casado. Uns dias depois todos os peõs nos olhavam e davam sorrisos cínicos. Espalhou a notícia. Nossa amiga disse que se não acontecesse nada grave ia fazer que não sabia. Mas quis saber os detalhes e se excitou.

Depois disso fizemos com muitos deles, aqueles mais interessantes. Uns meses depois fui para um emprego melhor e não tive mais contato mas foi uma experiência inesquecível.

MEU AMIGO PEDRO

maio 4, 2008

Pedro é um amigo de longa data. Moreno, 36 anos, casado, dois filhos,
jeito de machão, alto, tipo fortão, corpo saradão, coxonas grossas e o
melhor de tudo uma bunda grande, arredondada, carnuda e peluda.
Eu, 38 anos, casado, um filho, bi, 1,83m, 85kg, corpo em forma,
cabelos castanhos já ficando grisalhos, bundona gostosa e peluda,
pintão de 19 cm e grossão.
Conheci Pedro há mais de 10 anos quando ele começou a trabalhar aqui
na mesma empresa que eu. O que me chamou mais a atenção quando nos
conhecemos foi sua voz e seu jeito de macho. Depois, com o passar dos
dias, é que fui notar seu corpão saradão e aquela magnífica bunda.
Para a minha felicidade depois de seis meses passamos a trabalhar
juntos. Com o tempo tornamo-nos grandes amigos. Freqüentamos um a casa
do outro e nossas esposas se tornaram amigas também. A primeira vez em
que vi aquele corpão sem roupas foi durante uma viagem que fizemos, os
dois casais, para praia de Fleixeiras no Ceará. Foram quatro dias de
martírio sempre me controlando pra não ficar de pau duro para que
minha esposa e eles dois não percebessem. Durante esses dias desde a
hora em que ele se levantava o via de sunguinha e aquilo era uma festa
para os olhos. Pelo tamanho de sua bunda a sua sunga ficava extramente
apertada deixando na parte da frente um belíssimo volume grande e
arredondado. Eu queria ver o Pedro pelado nem que fosse alguns
segundos, e fiquei criando situações para que isso acontecesse. Mas,
infelizmente, só consegui vê-lo peladão no último dia. Estava ficando
tarde, voltamos apressados para a casa, que tínhamos alugado, e
queríamos pegar a estrada ainda de dia. Inventei que queria fazer a
barba, pois não queria levantar cedo no dia seguinte, alegando que
estaria cansado da viagem sugeri:
Pedro, enquanto eu faço a barba você toma banho, assim agilizamos,
porque, tenho certeza que as nossas mulheres vão demorar horas nesse
banheiro.
Ele topou e nem desconfiou de nada. Entramos no banheiro. Ele já foi
tirando a sunga e entrando para baixo do chuveiro. Deixou a porta do
box aberta e ficamos conversando. Eu quase tive um enfarto de ver o
belíssimo corpo daquele cara. Ele de costas ensaboava a bunda e eu
olhava aquele rabão, peludo, redondo e firme. Eu engolia em seco, de
tão excitado que fiquei. Depois, ele se virava pra mim e ensaboava
aquele pauzão que mesmo mole já era uma beleza. Erguia o pinto e
lavava cuidadosamente aquele belo saco. Enquanto se enxugava pude
observar que ele tinha as bolas depiladas e os pentelhos acima do
pinto eram extremamente bem aparados. Acho que olhei demais porque ele
acabou perguntando:
O que foi? Você está me olhando de um jeito estranho?
Eu tinha que achar uma desculpa e acabei respondendo:
Estava olhando que você apara seus pentelhos.
Ele riu e disse:
É minha mulher que faz esse serviço. Ela diz que eu fico mais tesudo assim.
Rimos pra valer. Arranquei a roupa e entrei em baixo do chuveiro. Ele
vestiu uma cueca e saiu do banheiro. Aproveitei que fiquei sozinho e
acabei batendo uma punheta deliciosa em homenagem a ele.
A partir desse dia passei a fantasiar como eu poderia ter aquele cara
na minha cama. Mas apesar do tesão ele era meu amigo, e além do mais
eu o achava machão pra caralho e tinha certeza que ele nunca iria
topar uma brincadeira.
Imaginei mil planos para forçar uma situação, mas acabava achando que
não iriam dar certo.
A coisa de seis meses atrás, a mulher dele foi viajar em um fim de
semana, para visitar seus pais que moram no interior e acabou
convidando minha mulher. Iríamos ficar três dias solteiros e queríamos
aproveitar. É claro que ele imaginava um tipo de divertimento e eu um
outro. Combinamos que na Sexta feira logo que elas partissem nós
cairíamos na farra e não deu outra. Passei na casa deles as 22h e
fomos para uma boate no centrão de São Paulo. Ele estava ainda mais
bonito do que já era normalmente e além de tudo usava um perfume, o
que achei estranho pois nunca havia reparado que ele gostasse, que me
deixava inebriado. Ele acabou ficando com uma loirinha e eu com uma
morena. As garotas só nos excitavam, pegavam em nossos paus por cima
das calças e nos beijavam. Na verdade elas queriam que a gente bebesse
muito e viviam pedindo bebidas pra nós e para elas. Logo percebi o
jogo delas e achei isso ótimo, eu poderia até tirar proveito dessa
situação. Pedro queria q ue nós saíssemos com as garotas, mas elas
queriam muita grana para saírem da casa noturna. Acabei dizendo pra
ele que depois encontraríamos duas putinhas e que iria sair mais
barato. Sussurrei no ouvido da garota que estava comigo dizendo:
Pedi pra sua amiga deixar o meu amigo de fogo.
Ela quis saber por que, e acabei dizendo:
É que ele vive dizendo que nunca fica de fogo e eu depois quero tirar
um sarro dele.
Ela topou e não desconfiou de nada, já que eu não dou a menor pinta de
gostar de machos também. Ela acabou falando com a amiga, que sorriu
pra mim e fez um sinal afirmativo com a cabeça. Daí pra frente elas
começaram a pedir bebidas uma atrás da outra. Eu fingia que bebia, mas
Pedro, inocentão, bebia todas. Logo ele já começou a ficar alto. Ele
ria muito e só falava putarias. Tirava as tetas da garota pra fora e
ficava mamando. Queria que ela fizesse um boquete nele, ali mesmo, mas
lógico que ela não topou. Ficamos por lá até as 3 h da manhã e Pedro
estava num fogo só. Ele não queria ir embora de jeito nenhum e tive
muita dificuldade de tirá-lo de dentro da boate. A sorte é que
tínhamos ido com meu carro. Levei-o para minha casa. Ele estava
completamente bêbado e achei melhor que ele tomasse um banho pra ver
se passava e efeito das bebidas. Ajudei-o a tirar as roupas e fui com
ele até o banheiro abrindo o chuveiro e colocando ele embaixo da água
gelada. Pedi que ele ficasse por ali até que melhorasse. Aproveitei
tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Voltei ao banheiro e dei uma
toalha para ele se enxugar. Depois de mais ou menos meia hora ele saiu
do banheiro enrolado na toalha. Veio se sentar na sala e parecia um
pouco melhor. Começamos a conversar e fui levando o assunto para o
sexo. Fiquei falando das garotos da boate. Ele se animou novamente e
começou a me contar o que tinha feito com ela, como se eu não tivesse
visto. Aos poucos com a euforia do que dizia, passou a alisar o pau
por cima da toalha. Percebi que seu pau começou crescer aos poucos.
Deixei ele falando até que percebi que seu pau já tinha montado o
circo embaixo da toalha. É evidente que meu pau também já estava
duraço dentro da cueca, aproveitei o momento e falei:
Nós somos dois bobões mesmo!
Ele quis saber o por quê:
Porquê? Ora, elas fizeram a gente beber todas e gastar a maior grana e
agora estamos os dois aqui de pau duro sem uma buceta pra gente comer.
Ele riu e disse que era verdade, aprovei a chance:
Agora vamos ter que acabar na mão o que começamos na boate pra
conseguirmos dormir tranqüilos.
Ele sem saber entrou no jogo:
Não é tão ruim assim. Afinal, uma punheta de vez em quando até que é
muito legal.
Eu já estava com tudo esquematizado na cabeça. Acabei convidando ele
para assistir um filme de putaria que eu tenho e que acho uma delicia
de ver. Ele topou e como a tv e o vídeo ficam no meu quarto convidei-o
para irmos para lá. Ele topou.
No quarto ele se sentou na beirada da cama enquanto eu colocava a fita
para rodar. Arrumei tudo e me deitei na cama e joguei um travesseiro
pra ele dizendo:
Deita aqui cara! Você vai ficar todo de mau jeito ai!
Ele não topou, acho que ficou sem graça de se deitar ao meu lado. Insisti:
Deixa de ser bobo. Afinal somos dois machos e só vamos assistir um filme.
Meio sem jeito ele veio se deitar ao meu lado, mas ficou bem na ponta
da cama. O filme começou e era uma suruba numa casa com uns 10 caras e
umas 6 mulheres. Escolhi esse filme de propósito, porque tinha cenas
que uns caras chupavam outros. Pedro continuava de pau duraço. O filme
foi esquentando e eu, tentando ser o mais natural possível, comecei a
passar a mão espalmada em cima do pau. Logo ele estava fazendo o
mesmo. Dei um tempo e alegando que a cueca estava apertada acabei
tirando. Ele deu uma olhada, como quem não quer nada no meu pau e
ficou na dele. Passei a brincar com meu pinto. Ele brincava com o
dele, mas não o tirava de baixo da toalha. Chegou na cena dos caras se
chupando. Ri e perguntei a ele:
Você teria coragem de fazer isso que os caras estão fazendo?
Claro que não, eu sou macho cara!
Isso quase cortou o meu barato, mas resolvi apostar. O filme foi
ficando cada vez mais quente, até que percebi que ele abriu as pontas
da toalha e começou a pegar no seu caralhão, e que caralhão. Um cacete
de uns 21cm e grosso pra danar. Fiquei meio assustado, mas resolvi
jogar mais lenha na fogueira:
Porra cara, como tua mulher agüenta essa tua rola?
Ela já está acostumada e adora o meu pau.
A minha mulher adora chupar o me cacete e a sua gosta também?
E como gosta, as vezes ela prefere fazer uma boquete em mim do que dar
sua bucetinha.
Deve ser difícil conseguir engolir tudo isso!
Ela não consegue engolir tudo, mas faz uma coquete nota dez.
Percebi que ele se excitava ainda mais enquanto me contava essas
intimidades com sua esposa, pois passou a tocar uma punheta na maior.
Olhei pra ele e vi que seus mamilos estavam durinhos, sinal que o
tesão dele era enorme. Voltei a jogar:
Sabe cara eu adoro peitos.
Eu também.
Adoro meter a boca numa tetinha.
Eu adoro um mamilo durinho.
Aproveitei, e estiquei o braço e coloquei meus dedos no mamilo dele.
Ele ficou meio assustado, mas não disse nada. Comecei a acariciar seus
peitos e depois passei a dar pequenos apertões em seus mamilos. Ele
fechava os olhos e gemia baixinho. Resolvi que havia chegado a hora
deu agir. Me virei na cama e passei a pegar pra valer em suas
tetinhas, aproveitava e passava a mão naquele peito cabeludo e chegava
até a barriga. Ele com os olhos fechados, gemia e continuava na sua
punheta cadenciada. Fui pro tudo ou nada. Rolei na cama e me encaixei
entre suas pernas, desprendi a toalha e deixei ele completamente
pelado. Ele se assustou e eu achei necessário dizer:
Fica frio e relaxa.
Ele voltou a fechar os olhos e eu segurei naquele mega caralho passei
a língua da base até a cabeça. Ele suspirava de tesão. Fiquei lambendo
aquele caralhão como se fosse um picolé. Pela cara ele estava
adorando. Abri bem a boca e fui engolindo. Consegui chegar até a
metade. Aquela rola enchia toda minha boca e eu sentia o gosto salgado
dela. Logo comecei a sentir também o cheiro de macho que exalava
daquele pinto e do sacão que eu segurava em minha mão. Dobrei as
pernas dele fiz com que elas ficassem mais abertas, me ajeitei melhor
e fiquei com a cara entre as suas pernas. Abocanhei uma bola e ele
voltou na sua lenta punheta. Lambi, chupei e mamei nos seus ovos.
Ajeitei melhor ele, para que ele se deitasse e ergui um pouco suas
pernas. Meti minha língua naquele cuzinho. Ele soltou um gemido
profundo. Ri internamente e pensei: “Adeus machão, agora seu cuzinho é
meu!” Com uma mão voltei a socar punheta pra ele e com a língua em
ponta metia no olho daquele cuzi nho. Ele se abriu todo e se entregou
a mim. Fiquei ali lambendo, chupando e mordendo aquela bundona e
substitui minha lingua por um dedo. Com o excesso de cuspe que eu
havia deixada naquele cuzinho percebi que se forçasse meu dedo
entraria macio naquele cu a dentro. Forcei e meu dedo foi entrando ao
mesmo tempo que ele soltava um gemido forme e interminável. Com muito
cuidado, para que ele não mudasse de idéia, fui metendo o meu dedo
todo, depois comecei a gira-lo dentro do seu rabo. Ele se contorcia na
cama. Forcei o segundo dedo e com muito cuidado fui fazendo ele
entrar. Agora com dois dedos comecei a foder aquele rabão. Enquanto
socava os dedos eu lambia e mordia aquela bela bunda peluda. Tirei os
dedos e forcei um pouco o corpo dele para que ele se virasse na cama.
Como um menino obediente ele se deixou virar. Ajeitei bem o corpo dele
e agora com aquele bundão todo virado pra cima voltei a meter a cara
nele. Eu poderia ficar o resto da noite chupando e brincando com meus
dedos n aquele rabo, mas eu queria sentir meu pau entrando naquele
orifício. Chupei e meti os dedos até deixa-lo no ponto. Pedi um tempo
e fui na sala pegar em minha pasta de trabalho, camisinhas e um
lubrificante que eu sempre trago comigo para usar nessas horas de
necessidade. Vesti uma camisinha no pau, ainda na sala e voltei para o
quarto. Ele continuava com o bundão pra cima. Enfiei um travesseiro
embaixo dele pra que aquela bunda ficasse ainda mais arrebitada.
Peguei o lubrificante e melei meus dedos com ele e enterrei no cu
dele. Fiz massagem dentro dele pra que ficasse no ponto. Espalhei o
lubrificante em meu pau e com muito jeito me encaixei entre as suas
pernas e posicionei meu pau, que latejava de tesão, naquele cuzinho
virgem. Quando ele sentiu meu pau brincando em seu cu ele disse:
Vai com calma, cara que nunca fiz isso.
Que delicia, o meu pau seria o primeiro a entrar naquela toca. Dei uma
pequena forçada e a ponta da cabeça entrou, mas eu punha e tirava. Ele
gemia baixinho, e vi que seu corpo estava todo arrepiado. Fui forçando
e tirando, meu pau entrava e quando ele começava a sentir dor eu
tirava. Acho que fiquei nesse bomba e tira durante uns 10 minutos.
Somente quando senti que seu saco já estava encostado naquela bunda é
que parei. Como fiquei ele começou a reclamar de dor. Pedi que ele
ficasse quietinho que a dor logo passaria. Ele mais uma vez obedeceu.
Fiquei durante muito tempo deitado por cima dele e com o pau atolado
no seu cu. Com muito jeito falei:
Agora vou começar a bombar, fica calmo!
Comecei a meter bem lentamente. O tesão dele era tanto que ele se
contorcia todo na cama. Fui acelerando, até chegar numa velocidade
louca. Ele estava gostando tanto que pedia:
Mete mais e bem fundo, meu macho!
Oh delicia, já que ele estava falando putarias comecei as minhas também:
Empina esse cu, minha putinha! Rebola no meu pau sua biscate!
Ele passou a rebolar meio sem jeito, mas rapidamente aprendeu. Eu
metia gostoso e ele rebolava aquela bundona. Perguntei:
Tá gostando de dar o cu, pra um outro macho?
Estou adorando! Mete gostoso meu macho!
Tirei o pau e virei ele de frente e ergui suas pernas. Enterrei meu
pau sem dó, ele deu um gemido, mas logo voltou a rebolar na minha
vara. Eu comia aquele cuzão e olhava na cara de felicidade dele. O
caralhão dele continuava duraço e cutucava a minha barriga. Era
delicioso meter nele e ver aquela picona balançando de encontro a
barriga dele e depois na minha. Eu enterrava sem dó até o talo. Quando
meu pau ia bem no fundão ele soltava um gemido meio abafado, mas não
parava de rebolar. Pedi que ele ficasse de quatro na cama e voltei a
socar fundo. Segurei-o pela cintura bem firmemente e passei a
sussurrar em seu ouvido:
De hoje em diante você vai ser a minha mulherzinha, você quer ser?
Eu quero ser a sua biscate e quero que você me foda todos os dias!
Acelerei ainda mais e senti que o cu dele começou a morder o meu pau,
levei a mão até a jeba dele e senti que ele estava gozando sem nem
tocar em seu caralho. Ele pediu:
Soca mais fundo pra eu gozar ainda mais gostoso;
Ele gozou tanto e seu cu piscou tanto no meu pau que senti que minha
porra estava vindo, avisei a ele e ele me pediu:
Goza na minha cara, meu macho!
Tirei o pau arranquei a camisinha, enquanto ele se virava pra mim.
Parti para uma punheta bem forte e logo o primeiro jorro voou na cara
dele. O segundo e o terceiro deixaram a cara dele lavada. Quando a
última gota saiu ele começou a lamber a porra que conseguia pegar com
a língua. Sorrindo me dizia:
Sempre quis saber o gosto que tinha a porra, e a sua é deliciosa. Vou
querer sempre o seu leitinho!
Limpei o rosto dele com a toalha e depois fiz ele deixar minha verga
limpinha e lustrosa. Deitei por cima dele e nos beijamos pela primeira
vez. Descansamos como dois namorados e depois fomos tomar banho
juntos. No banheiro fiz ele me chupar, mas quis voltar pra cama para
voltar a fode-lo. Repeti algumas posições, mas ele quis experimentar
outras que imaginara. Acabamos dormindo abraçados e completamente
extenuados. Acordei umas 8h da manhã, olhei para aquele bundão e não
agüentei. Vesti uma camisinha e meti a rola nele deitado de ladinho.
Ele acordou e sorriu. Eu disse:
Bom dia!
Bom mesmo, principalmente por ser acordo com sua rola dentro do meu cu!
A partir desse dia Pedro passou a ser meu amante. Como trabalhamos
juntos ficamos ainda mais íntimos. As vezes no banheiro da empresa
faço ele pagar uma boquete pra mim e ele sempre muito dócil acaba
fazendo. Acabamos descobrindo um hotelzinho no centro de Fortaleza,
que é muito bom. Todas as semanas vamos até lá, as vezes até duas
vezes na semana. O rapaz que trabalha na recepcionista até já nos
conhece. Cada dia que passa estamos mais apaixonados um pelo outro,
mas sabemos de nossas responsabilidade de não deixamos transparecer
nada para nossas esposas, filhos, para nossos amigos e principalmente
na empresa. Por mim vou ficar comendo aquele bundão pelo resto da
minha vida.

Meu novo assistente

setembro 30, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.comOlá amigos

Como sempre que posso vou escrever um conto de algumas coisas que em aconteceram, esta história que vou contar aconteceu nesta semana que passou, bem deixa eu contar desde o início.
Como alguns colegas devem saber sou profissional da área da saúde, sou jovem ainda mais muito bem sucedido na minha profissão. Por conta disso fui convidado a trabalhar chefiando um serviço de saúde destinado a idosos no interior do meu estado, num primeiro momento eu fiquei meio receoso de aceitar o convite, mas o salário era interessante, e eu teria que dar apenas um plantão de 24 h.
Então comecei a trabalhar, de cara diversas coisas me irritaram no trabalho, principalmente a postura de algumas técnicas de enfermagem, não tinham muito cuidado com os pacientes, então resolvi dispensar praticamente toda equipe de enfermagem, foi um verdadeiro reboliço, pois, estes municípios de interior é uma politicagem do cacete, é foda, o prefeito logo vem em cima de você para saber o motivo de tantas demissões. Enfim, eu precisava contratar mais profissionais para trabalhar comigo, coloquei uma boa equipe de nível superior, e vários técnicos de enfermagem, mas mesmo assim eu continuava a ter problemas com muitos deles, e mandei mais uma leva embora. Já não agüentava mais, na cidade me chamavam de carrasco, diziam que eu era muito ruim, e milhões de outras coisas.
Chamei mais uma renca de pessoas para fazer entrevista, e no final do dia me apareceu um jovem rapaz com seus 23 anos de idade, moreno, cabelos com gel, muito educado, e muito bonitinho, na hora eu achei o cara o maior gatinho, mas como eu era o diretor daquele lugar tinha que me dar ao respeito, então conversei com ele e disse que o mesmo ficaria em um período de avaliação. Como eu ainda estava precisando de alguns profissionais de nível superior eu fiquei fazendo 48 h e as vezes mais de 72 h de plantão, até que eu pudesse preencher as vagas, neste período deu para observar o trabalho da minha nova equipe mais de perto, e principalmente ficar de olho no Rafael, esse era o nome do rapaz, ele era muito carinhoso com os pacientes, cuidava muito bem deles. Quando eu chegava perto dele se tremia todo, ficava com medo de eu achar que ele estava fazendo alguma coisa errada e de mandá-lo embora, mas ao contrario estava gostando do trabalho dele, e disse isso a ele sem segundas intenções, o rapaz de fato era um excelente profissional.
Passaram-se algumas semanas e eu fui organizando a minha equipe, e acabei aceitando ficar mais um dia na cidade, lá eles me pagam significativamente bem. Ai num dia desses o banheiro de uma das enfermarias deu defeito, e eu estava no meu quarto dormindo, quando por volta das 23h Rafael me chama, dizendo o que estava acontecendo e me pergunta onde ele poderia tomar banho, na hora eu pensei, mas não haviam outro lugares para ele tomar banho, tinha um banheiro , mas era dos pacientes, e eu particularmente não confio em deixar a equipe usá-lo, por causa dos pacientes. Então disse a ele que poderia usar o banheiro do meu quarto. Voltei a deitar-me e ele foi para o banheiro, e eu peguei no sono, quando percebi que a porta do banheiro abriu e de olhos meio fechados , vi que Rafael tinha saído do banho só de toalha e meu quarto estava escuro, percebi que ele não queria fazer barulho para não me acordar, nisso percebi que ele foi em direção ao ponto em que a luz do banheiro iluminava o quarto. Fiquei louco, o cara tinha tirado a toalha, nossa que bunda era aquele, ele era todo saradinho, uma bundinha cabeludinha, bonitinha, nesta altura meu pau babava e eu louco de tesão. Nisso ele se vestiu e saiu do meu quarto, não me contive e toquei uma punheta, pensando naquele moleque, nem dormi pensando naquela situação, mas eu precisava me conter, afinal ele era meu funcionário, não poderia me envolver, ainda mais porque ele era todo machinho, não tinha pinta de gay ou que gostasse da parada.

No dia seguinte eu pedi para o encarregado da manutenção do asilo para arrumar o banheiro da enfermaria, mas a tubulação era antiga, destas de chumbo, e ele iria precisar ir a capital comprar a peça. Então disse a Rafael que ele poderia ficar tomando banho no meu quarto, e ele aceitou, neste mesmo dia choveu muito na cidade e a substituição dele não foi trabalhar e tive de pedir que ficasse dobrando o plantão. Eu tava louco de tesão já estava trabalhando a 4 meses naquela cidade, longe de tudo e de todas, todo bem que eu vinha uma vez por semana para casa, mas mesmo assim eu queria sexo, não tava me agüentando, fui me recolher quando novamente Rafael bate a porta e pede para tomar banho, nisso ele deixa a sua roupa limpa sob uma cadeira que tinha no meu quarto, e começa a tirar a roupa sem cerimônias na minha frente, eu fiquei alucinado com aquele homem semi nu na minha frente, eu fiquei meio desconcertado, e ele percebeu que eu tava de olho nele, e deu um leve sorriso e me perguntou se havia algum problema dele se despir diante de mim, na hora disse que não havia nenhum problema . Nisso ele põe uma toalha no ombro e entra para o banheiro, e eu fico alucinado, pensado uma maneira de dar uma olhadinha nele, e ele tava demorando dentro daquele banheiro, então pensei, vou entrar para dar uma mijada, não há nada demais em um homem mijar enquanto o outro toma banho, abri a porta bem devagar e saiu aquele vapor do banheiro, quando olhei ele estava no chuveiro de olhos fechado se masturbando e nem tinha percebido que eu tava olhando pra ele, na hora eu fiquei ali parado de cuecas e de pau duro, foi quando ele abriu os olhos e deu de cara comigo. Ele ficou tão sem graça, ficou muito envergonhado, mas eu não resisti e disse calma rapaz, na sua idade é muito normal, ainda mais pelo fato de vc já estar a quase 48 h trabalhando.

Disse a ele que o único problema é que vê-lo se masturbando tinha me deixado excitado. E que assim como ele eu também tava cheio de tesão de tocar uma punheta, e perguntei se ele se importava de eu tocar uma ali também (EU NA VERDADE PARECIA O LOBO MAU QUERENDO COMER A CHAPEUZINHO VERMELHO), ele ficou meio sem saber o que dizer, e eu botei meu pau para fora e ele deu uma olhada, e comecei a me masturbar e ele ficou olhando, foi quando eu peguei na mão dele e disse me ajuda aqui, ele tentou tirar a mão, mas eu puxei, ele meio sem jeito começou a me punhetar, foi quando eu peguei no dele também, não me agüentei de tesão e meti a boca no pau dele, e ele soltou um jemido, tava adorando pelo visto toda aquela situação. Eu o puxei para chupar o meu também, não sabia chupar direito, acho que deveria ser a 1ª vez que ele fazia aquilo, foi quando eu o levantei e comecei a beijá-lo de baixo do chuveiro, que boca gostosa, que corpinho lindo e delicioso, peguei um pouco de sabão e comecei a esfregar no cu dele que piscava enlouquecidamente. Eu o virei de costas e comecei a esfregar meu pau cheio de sabão no reguinho dele, ia na portinha , nossa tava bom d+.
Foi quando eu me abaixei e joguei água na bundinha dele e meti a linha no cuzinho dele que piscava, não me agüentei e meti um dedo bem La no fundo e ele soltou um gemido. Era a deixa peguei uma camisinha que estava na minha bolsa e um pouco de KY e ele meio assustado, disse que ainda era virgem, e que tava cheio de tesão em mim desde o dia que me viu , mas que não imaginava em trepar com o patrão dele. Falei para ele que seria apenas um segredo nosso, e dei um beijo nele, e pedi para que saísse do chuveiro e deitasse em minha cama, em uma posição de frango assado fui colocando bem devagar ele fazia cara de dor, mas foi aos pouco liberando e entrou tudo , ele gemia de prazer e eu também, foi muito bom, devo ter o comido por uns 20 minutos até eu gozar em seguida o moleque também gozou de ir na cabeceira da minha cama.

Cai sobre ele , ambos com a respiração a mil. Ficamos naquela posição por um tempinho, foi quando eu pedi a ele que voltasse ao trabalho, pois os pacientes estavam a sós, ele lavou-se e ao sair do banheiro dei um beijo e um abraço nele. Ele realmente é um menino muito bonitinho, é uma gracinha me parece ser muito carente e carinhoso. Passaram-se algumas horas e o meu plantão estava no fim e o dele também, então ofereci uma carona para ele, e no caminho como meu carro é alto e com vidros escuros, fomos de mãos dadas, perguntei se ele queria ir a capital comigo ele disse que sim, que só teria que ligar para a casa dele para avisar a mãe, e assim ele o fez, e ficamos em meu apartamento, mas essa já é uma outra história que depois eu conto, espero que tenham gostado.

Uma consulta médica

setembro 22, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.com

Não é a primeira vez que relato neste site alguma situação que tenha ocorrido comigo, é estranho, mas tudo de inusitado acontece comigo, essa história aconteceu na semana passada. Faziam alguns dias que eu estava me sentindo estranho, tudo o que eu comia, me dava uma “queimação” no estômago, então resolvi marcar uma consulta comum gastroenterologista, como não tinha referência de nenhum, escolhi aleatoriamente um no meu guia médico do plano de saúde.

Liguei para o consultório, e a secretária disse que não haviam mais horários para essa semana e que a agenda estava lotada para a próxima semana também, mas mesmo assim ela anotou meu telefone e disse que caso houvesse alguma desistência ela me ligaria para poder me encaixar, agradeci, mas não estava afim de ficar esperando por encaixe, necessitava logo ir ao médico, foi quando eu liguei para um hospital e lá tinha um na emergência.

Ao chegar à emergência logo fui atendido, o médico se chamava Marcelo, era um cara muito bonito, deveria ter uns 35 a 40 anos, muito elegante, muito bem vestido, e com uma aliança de noivado no dedo, conversamos sobre os meus sintomas e ele pediu para me examinar, fez a apalpação torácica e não havia nenhuma anormalidade, porém em um dado momento ele esbarra seu pau sobre o jaleco na minha mão, que estava segura a maca, achei aquilo normal, afinal ele estava muito próximo a mim. Nisso ele me pede que vire de bruços na maca, achei estranho, pois também sou profissional de saúde e sei que não era necessário examinar as minhas costas.

Fiz o que ele havia solicitado, virei-me de bruços, e fiquei com o rosto virado para a parece, e ele encostou o estetoscópio nas minhas costas, fazendo a ausculta, nisso a minha outra mão estava na lateral da maca, e foi quando eu me dei conta da situação, ele novamente esbarrou o pau na minha mão, sendo que nessa momento percebi que o pau dele tava durasso, aquilo me agradou e deixei a mão, dava para sentir as veias dele pulsando, nisso meu pau também começou a ficar duro, e diga-se de passagem, meu pau é muito grande e quando fica duro faz o maior volume sobre a calça.

Terminada a ausculta ele solicita que eu me vire, nisso eu pensei, agora vai ser foda, vou me virar e ele vai perceber que meu pau ta duro, virei-me e não dava para disfarçar o quanto eu estava excitado, ele ainda disfarçava pois estava de jaleco e não dava para ver nada. Eu confesso que estava meio sem graça, mas sabia que o pau dele também estava duro, ele continuou a ausculta, sendo que agora no meu peito, e é claro que ele percebeu que eu estava excitado, nisso ele vai colocando o estetoscópio em varias partes, de cima para baixo, quando ele colocou o esteto próximo ao meu umbigo o cotovelo dele começou a roçar no meu pau, ai foi foda, não dava mais para fazer cara de Poliana, deixei ele esfregar o cotovelo no meu pau, tava muito bom. Nisso ele de diz para sentar-me na maca.

Ao me sentar fiquei de frente para ele de pernas abertas, com o Médico entre elas, e ele novamente me examinando pedindo para respirar bem fundo, nisso ele foi se aproximando cada vez mais de mim, até que o pau dele encostou-se no meu, putzzzzzzzzzz ia confesso que foi foda, não dava mais para agüentar, cruzei as minhas pernas sob a cintura dele, e o puxei com as mão para cima de mim.

Nisso ele me tascou-lhe um beijo delicioso, uma coisa enlouquecida, o médico beijava muito bem, eu que já estava sem camisa, foi mais fácil ele começou a lamber os meus mamilos e a mordiscá-los, nossa era bom D+, nisso ele vai descendo até chegar no meu umbigo e abre a minha calça e começa a chupar meu pau, nossa aquela boca era de fato tudo de bom, me chupava enlouquecidamente , até que em um dado momento, ele abaixa as calças por debaixo do jaleco e vira-se de costas para mim e começa a esfregar meu pau no rego dele, que era uma gracinha com uns cabelinhos bem pequeninos, eu mordiscava a sua orelhe e ele rebolava no meu pau, foi quando perguntei se ele tinha camisinha e KY, disse que sim, abriu uma gaveta e tirou o KY e a camisinha.

Pegou na minha mão e me colocou sentado em sua cadeira de médico, novamente me chupou, vestiu uma camisinha no meu pau, e sentou de uma vez só no meu pau, vocês não fazem idéia do que era aquele cu, era a coisa mais deliciosa que eu já comi na minha vida, era bom de mais. Nisso ele fazia um vai e vem alucinante, até que ele começou a contrair o ânus, ai o que já era bom ficou melhor ainda. Trepamos por uns 20 minutos, até que eu disse para ele que eu iria gozar, e ele começou a cavalgar mais e com mais intensidade, até que gozei, não demorou muito e ele gozou em seguida sem encostar a mão no seu pau, ele gozou tão forte que a porra dele jorrou sob a sua mesa de trabalho. Sujando todos os seus papeis, nisso ele levantou-se pegou um pouco de papel toalha e limpou-se e me limpou. Subiu as suas calças e eu me vesti, olhou nos meus olhos, me deu um abraço bem apertado e um longo beijo e me disse que eu precisaria fazer alguns exames, mas que a minha saúde estava muito boa, e pediu para que assim que os exames ficarem prontos, é para eu procurá-lo novamente.

Eu que não sou bobo, já estou fazendo os exames e louco de vontade para ter novamente uma consulta com o meu médico.

Espero que tenham gostado dessa história,gozem por mim.

EMRABEI O GALEGUINHO EMPREGADO DO MEU PAI

julho 22, 2007

Anônimo

Digae galerinha… Eu sou o Víctor, tenho 25 anos, moro em Brasília (Taguatinga), já sou casado. Tenho 1,79 de altura, moreno claro, cabelos lisos, corpo travado e olhos claros. Eu nunca tinha tido uma experiência homo, até que…
Bom, moro na casa de meus pais com minha mulher. Meu pai é um micro empresário aqui em Brasília, ele fornece serviços de Buffe/Cofee e tem uma lanchonete… Na semana passada em um evento que ocorreu, ele convidou o filho de um amigo dele para ajuda-lo neste evento. Por um acaso o carinha veio dormir na minha casa durante seis noites, pois o evento era grandioso e rendeu muito serviço. O nome dele é Rafael, ele é bem branquinho, olhos verdes, 170 mais ou menos corpo todo travado, super comunicativo e com um comportamento acima de qualquer suspeita. Meu pai deixou ele num dos quartos extras que tem na casa, pois a casa é bem grande. Na verdade ele já esteve na minha casa outras vezes para o mesmo fim (trabalhar em eventos com meu pai), mas ainda era meio crianção e eu não tinha prestado muita atenção no corpo dele, mas desta vez o corpo dele já estava formado e eu percebi uma certa sensualidade no ar, mas fiquei na minha.
Na segunda noite em que ele dormiu lá eu tive uma discursão com minha mulher e ela me expulsou do quarto (pra variar). Ao passar pelo quarto do Rafa eu percebi que ele estava jogando no computador, então resolvi entrar e bater uma disputinha no need for speed enquanto a raiva da minha mulher passava, mas não tive êxito ao voltar ao nosso quarto. Ela manteve a palavra e disse pra eu sumir até a famosa “TPM” passar. Então voltei para o quarto e disse para o Rafa que ia dormir na cama auxiliar junto com ele no quarto. Ele concordou e continuou jogando. Tempo depois ele acessou a net e ficou no orkut enquanto eu lia um livro qualquer até que cochilei. Minutos depois eu acordei e me deparei com ele acessando um site pornô… Mas não quis assusta-lo, fiquei com os olhos meio abertos e percebi que era um site de travestis… Ele visualizou várias fotos, assistiu vídeos e o tempo todo passava a mão no pinto por cima da bermuda. Aquilo tudo começou a me excitar, sem falar que eu tava numa seca brava devido a minha esposa está na tpm a mais de três dias… Me levantei lentamente e fui até o micro… Ele levou um puta susto e começou a fechar as fotos todo sem graça… Eu, meio sacana disse pra ele que não ia contar pra ninguém se ele fizesse um negócio pra mim… Ele todo assustado, perguntou o que era… Eu disse que queria que ele batesse uma pra mim… De prontidão ele disse que não, mas eu ameacei contar pra meu pai e pra casa toda e para o pai dele que ele tava vendo sites de travestis e bla bla bla… Sem muita escolha ele ficou me olhando e pediu pra eu tirar a bermuda… Eu disse que ele é que ia tirar. Fui pra cama e me deitei com as pernas bem esparramadas… E nessa eu fiquei observando ele se levantar da cadeira e vir em minha direção… Naquela pequena caminhada eu pude ver que a bunda dele era bem volumosa e empinada… Aí já começou a passar umas merdas pela minha cabeça… Ele veio, se ajoelhou ao lado da cama, abriu o véolucro da minha bermuda, tirou meu pau e meio desajeitado começou a me punhetar… Aquilo tudo era novo pra mim, mas tava muito excitante… Comecei a passar a mão na cabeça dele e forcei pra ele me chupar e ele tentou se esquivar… Aí eu usei a minha super arma: Bem baixinho eu murmurei: Quer que eu conte pra galera e pra seu pai? Ele caiu de boca, mas engasgava o tempo e às vezes mordia… Aí eu avancei a mão por trás e comecei a pegar na bunda dele… Ele tava tão apavorado que nem ligou… Eu meti a mão, abri o véolocro da bermuda dele, arranquei a bermuda dele e vislumbrei algo que eu não imaginava… Uma bunda lisinha, branquinha, empinada e bem volumosa… Ele parou de me chupar e disse: Não cara! Já estamos passando dos limites, vamos parar por aqui, goza aí vai… Eu não disse nada, me levantei da cama, acabei de tirar minha bermuda, pedi pra ele se levantar, tirei a bermuda dele e pedi pra ele se deitar de bruços na cama… Pra minha surpresa ele obedeceu sem muitas resistências… Nossa! Ele ficou muito tesudo… Com uma cuequinha desta moderninhas da sete mares de cor sinza… Eu nem tirei a cueca e fui logo caindo de boca… Modisquei, beijei, lambi e tal… Dei uma afastadinha e vi o buraquinho dele todo rosinha e piscando pedindo algo que eu tava louco pra dar pra ele…. Tirei a cueca dele e ele se manteve bem quietinho, mas a respiração tava bem ofegante… Só que eu não tava muito preocupado… Puxei o pinto branco dele por entre suas pernas e comecei a fazer algo que eu tinha visto num filme pornô… Metia a língua no rabinho dele e alternava com os ovos e a glande dele que tava pulsando. Nessas alturas eu já tinha perdido a cabeça… Bem que percebi que ele não era mais virgem de rabo, pois era bem alargadinho, coloquei dois dedos e logo depois três e não houve nenhuma resistência. Na loucura do tesão, cuspi não mão, umideci meu pau e fui forçando aos poucos. Ele se agarrou nos lençóis e começou a gemer bem baixinho, mas segurou a onda na maior… Meu pau é normal pra minha altura, 18/19 cm, talvez seja um pouco grosso. Demorou pra cabeça entrar, mas quando entrou, fez um barulho engraçado e ele mordeu o próprio braço pra abafar o grito. O resto entrou mais tranqüilo e eu comecei a bombar… Metia com muito gosto… Tirava tudo e voltava de uma vez… Tirei meu pau e voltei a curtir aquele popozão de macho novamente… Voltei a morder de leve seu bundão e curti o buracão arrombado do meu gatinho lourinho. Coloquei ele de quatro encima da cama e voltei a penetra-lo com toda volúpia de um macho no cio… Frango assado, de lado, de bruços novamente e fiz ele gozar enquanto arrombava suas preguinhas num frango assado… Depois que ele gozou eu dei umas cinco bombadas no capricho e gozei abundantemente na entranhas do meu galeguinho.
No outro dia bem cedo ele foi pro trampo com meu pai, eu fiz as pazes com minha mulher, mas a putaria continuou todos os dias até ele ir embora. Foram seis noites de sexo selvagem. E todas às vezes eu batia o ponto no quarto dele e muitas outras com minha mulher. Na última noite eu quis algo mais excitante e resolvi aprontar: Liguei para um brother meu (o Bruno), este cara é bem famoso no meio da galera devido o seu super dote: São 22 cm e bem grossão… Pensem num cavalo em forma humana!! Liguei e contei a história do galeguinho. Antes de eu me casar eu e ele éramos parceitos fiéis, mas nunca tinha rolado com gays, embora o galeguinho era 100% machinho, mas tava se saindo muito bem como uma putinha. Não demorou muito e ele chegou. Fomos para o quarto na desculpa de jogar e tal… E jogamos pra valer… Mas logo eu tranquei o quarto e a ficha do Rafael caiu… Ele ficou com os olhos meio assustados, mas não deixei ele nem pensar; agarrei a cintura dele e fiz algo que eu nunca tinha feito antes: Dei um beijão na boca dele e já fui arrancando a bermuda dele com cueca e tudo… E o Bruno me olhou meio assustado, mas aproveitou e deu uma encarada no bundão do Rafa e já foi caindo de boca, mordendo a bunda daquele alemão safado como se fosse duas deliciosas maçãs. Quando o galeguinho viu a sucuri do Bruno em ponto de bla ele tentou fugir, mas seguramos ele e o colocamos na cama. Ma pau do muleque é algo discomunal mesmo. Não perdemos tempo em nada… Abrimos as pernas dele e enchemos o rabo dele com xilocaína em gel que eu havia pedido para o Bruno comprar numa farmácia… O brunão como um bom arrombador foi com toda calma do mundo e o galeguinho foi mudando de cor até acomodar aquele pedação de carne gigante dentro dele. Confesso que fiquei com pena, porque ele é muito lindo, mas muito gostoso também. Essa putaria durou uns 40 minutos… Eu e o Bruno alternando no rabão do Alemãozinho… Essa era a despedida, pois eu não sabia quando o veria novamente… Na hora de gozar eu tirei o pau do rabo dele e pedi pra ele me chupar… Esporrei muito! Voou porra pra todo quanto é lado, o rostinho dele ficou todo lavado de porra… O Bruno fez o mesmo… Nos despedimos, fui para meu quarto e o Bruno foi embora, mas confesso que mau vejo o dia dele voltar pra repetirmos tudo novamente. Caralhu! Eita galeguinho gostoso da porra!
Ae galerinha! Não curto viadinhos, mas se você é do tipo machinho, tem até trinta anos e curte uma trepada casual com outro macho; sem frescurinhas, é só me escrever que agente conversa, certo? Bjão na bunda!

Eu e meu Professor Orientador

abril 24, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.com Olá, vou relatar uma situação que ocorreu comigo na época da faculdade, eu era um estudante de um curso da área de saúde, e como todo aluno de instituição pública eu me inscrevi para programas de iniciação científica, e passei, fui trabalhar num laboratório com um professor que eu achava lindo, seu nome era Paulo, desde quando eu o vi me apaixonei, achei que ele fosse gay, mas com o tempo descobri que era casado e tinha uma filha.

O tempo foi passando e ele foi tornando-se uma pessoa amiga, e o meu desejo foi diminuindo ao passo que a amizade aumentava, ele mostrava fotos da família, sua esposa era uma mulher muito bonita e sua filha também, as vezes eu ficava olhando para ele, admirando sua beleza e sua inteligência, achava uma pessoa muito boa, um grande ser humano. Até que um dia ele falou, vamos inscrever uma de nossas pesquisas em um congresso que iria ocorrer no sul, eu na época só recebia a bolsa de iniciação científica, falei com meus pais e eles pagariam as minhas despesas, e ele propôs que dividíssemos um quarto duplo, eu aceitei ficaria mais barato, compramos as passagens aéreas, e no dia da viajam no aeroporto minha família me levou e lá conheci pessoalmente a sua esposa e sua filha, faziam um belo casal, muito bonitos os dois, sua mulher mostrou-se ser uma pessoa muito inteligente e educada.

Pegamos o avião, a viajam foi rápida, chamamos à cidade em menos de 1 hora, pegamos um taxi até o hotel, e lá fomos informados que não haviam mais quartos com camas de solteiro, só com cama de casal, mas que tinha também uma poltrona e que seria possível dormir nela. Quando soubemos disse Paulo ficou meio puto com o cara do hotel, queria ver um outro lugar para ficarmos, mas a cidade estava lotada e não haviam mais quartos disponíveis, só os de hotel caríssimos. Disse a ele que eu ficaria no sofá e ele poderia ficar com a cama, que não haveria problema algum.

Deixamos as malas no quarto e fomos para a abertura do congresso, antes de voltarmos para o hotel ele me convidou para conhecer a cidade e jantar, ficamos conversando horas, ele falou da vida dele, que não era tão feliz no casamento, que já tinha traído a esposa algumas vezes, e me perguntou se eu tinha namorada ou coisa parecida, respondi que não, e ele deu um sorriso bem discreto, até ai tudo bem. Eu sou meio fraco para bebidas alcoólicas e confesso que já estava meio tonto, pedimos a conta que ele não quis dividir a pagou por completo e pegamos um taxi para o hotel.

Ao chegar ele disse que eu poderia tomar banho primeiro, e assim eu fiz, levei minhas coisas para o banheiro, tranquei a porta e quando sai, ES que tenho uma visão do paraíso ele só de cuecas, nossa aquilo me deixou louco, aquele homem lindo de cuecas na minha frente, tinha um volume alucinador, no mesmo instante desviei o olhar . E ele me perguntou se eu já tinha acabado, respondi que sim, e ele entrou para o banho, nisso eu fui me ajeitar no sofá, me deitei e ele demorou no banho, tipo uns 30 minutos ou mais, já estava quase pegando no sono quando ele saiu só de toalha, meu deus o que era aquilo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ele olhou para mim e perguntou, esse sofá vai deixá-lo com dor nas costas, porque não deita no chão, respondi que estava bom, que não precisava se preocupar comigo. Nisso ele tira a tolha e vejo o pau dele, meu deus do céu, era o pau mais lindo que eu vi na vida, grande e grosso, branquinho, lindo, tava mole.

Ele se deitou e depois de uns 20 minutos ele me chama, e diz que estava com pena de mim e que não era correto ele ficar na cama e eu todo torto num sofá, e me chamou para dividir a cama com ele. Na hora disse que não era preciso, mas ele insistiu, e eu aceitei.

Deitei-me ao seu lado, meu deus meu coração parecia que iria sair pela boca, meu pau nessa hora tava duríssimo, louco de vontade pensando milhões de coisas, mas ele virou-se para o lado e dormiu, e ai eu dormi também, lá pelas tantas da madrugada senti um peso sobre as minhas pernas e uma coisa dura na bunda, quando percebi ele dormindo havia me agarrado e tava de pau duro, meu coração acelerou, imaginei milhões de coisas, na hora pensei, vou deixar e aproveitar o memento, quando será que eu vou ter essa oportunidade novamente.

Eu já estava louco, e ai pensei vou empinar mais a bunda para sentir esse pau melhor, ai comecei a me esfregar e tava tudo muito bom, pura adrenalina, quando pensei, vou segurar a rola dele, me tia mão e peguei, era muito grande e grossa tava toda babada. Eu apertava e sentia ela pulsar, até que em um dado momento sinto os braços dele me apertarem junto ao seu corpo e sua língua a passar pela minha nuca, nossa eu tremi, morri de medo, nisso ele me vira e me beija na boca, nossa que beijo era aquele?

Nisso ele sobe em cima de mim e começa a me lamber os mamilos e cai de boca no meu pau, depois de um tempo ele me coloca para chupar o dele, que gostinho bom que tinha. Fizemos um 69 espetacular, até que ele começa a passar a língua no meu anus, nossa, o que era aquilo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Sinto meu anus piscar e ele coloca a cabeça do pau na entradinha, e sinto aos poucos meu anus se abrir lentamente, nossa quando percebi já estava tudo dentro de mim, e ele foi bombando, bombando, nossa que coisa boa, nisso ele disse a primeira frase, vou gozar.

Putz, eu não resisti e gozamos juntos, ele me virou e começou a me beijar, por pelo menos 20 minutos, até me diz, e ai meu aluno, gostou da aula de hoje, cara eu dei um abraço nele, e dormimos agarradinhos, foi tudo tão lindo.

Quando amanheceu, acordei com ele me beijando e pedindo para eu levantar, pois já estava na hora das palestras e a nossa apresentação seria naquele dia.

A partir daí começou uma linda história de amor entre um aluno e seu professor, viajamos muitas outras vezes juntos.

Espero que tenham gostado.

Ele cresceu e apareceu

fevereiro 7, 2007

oi80cao@hotmail.com

O entregador de nossa loja foi embora, então meu pai resolveu contratar um novo, nem sabia eu o quão novo ele seria em relação ao anterior. Meu pai resolveu contratar o filho de uma amiga que tinha acabado de completar 18 anos e tirado a carteira de habilitação. Já o havia visto algumas vezes e por isso não me animei muito, ele era alto e loiro, mas era muito magro…. (Ah, deixa eu me descrever: sou alto, 1,84m pra ser mais preciso, peso 79 kg, não sou malhado mas tenho um corpo legal.) No entanto eu não sabia o que o destino me reservava. Com cerca de 1 ano e meio em que ele estava trabalhando em nossa loja, derepente olhei pra ele e não vi mais aquele garoto magrinho de antes, depois de tanto pegar peso ao fazer entregas ele havia adquirido um corpo másculo e viril… Então, claro, cresci o olho… 😛
Como durante esse tempo sempre conversávamos eu já sabia que ele não tinha namorada, e sequer jah havia namorado antes. Um sinal…
Resolvi investi, e criei um plano que embora mirabolante, poderia dar certo… Toda minha família costuma acampar de vez em quando. Então quando eles foram acampar a ultima vez aproveitei pra chamar o entregador pra ir lá pra casa pra assistir a alguns filmes, afinal muito tempo antes já havia prometido isso a ele, assim ele não estranhou que tenha coincidido com o fim de semana que eu teria a casa só pra mim. Pra não assustá-lo coloquei um filme de ação bem normalzinho, chamei-o pra jantar ao que ele negou dizendo que já havia jantado antes de ir pra minha casa, eu, que estava morrendo de fome, fui comer e aproveitei pra pegar um garafão de vinho que havia na geladeira, disse que ia aproveitar pra beber um pouco e ele teria que me acompanhar, enchi um copo pra ele e fiquei enrrolando ao beber o meu, depois coloquei mais pra ele terminei a janta e fomos assistir outro filme, estiquei as pernas de modo que meu pé enconstasse nele, mas de uma maneira bem dissimulada, a principio ele deixou mas depois tirou, dei uma pausa no filme e mais vinho, ehhehe.
Finalmente, ao término do filme, ele disse que ia embora, ao que eu disse que não deixaria ele ir pra casa zonzo e que ele teria que dormir lá em casa, fiz de um jeito que não sobrasse outra alternativa pra ele a não ser aceitar. Bebemos mais um pouco e o chamei pra dormir, mal pensando ele que essa era a última coisa que eu queria fazer… Falei que não teria como ele dormir no quarto de alguém pois todo mundo mantinha o quarto trancado, não daria pra ele dormir na sala pq o sofá eh muito desconfortável e também ele correria o risco do cachorro que eh manso lamber a cara dele. A única saída seria ele dormir no meu quarto, fomos pro meu quarto, que alias tem uma cama de casal, mas já exclareci que não daria pra ele dormir no chão pq eu não dispunha de um colchenete e nem de uma colcha grossa, teria que ser na minha cama e comigo…. Ele me olhou com uma cara, mas aceitou, só falou pra eu não contar pra ninguém que ele tinha dormido na cama comigo, no que eu repliquei dizendo que ELE eh que não era pra contar pra ninguém, afinal a cama e o quarto eram meus… ele ficou mais calmo e deitou. Comecei a tirar a roupa, ele perguntou que história era aquela, eu falei que era pq meu ar condicionado estava quebrado e fazia muito calor no quarto, dormiria de cueca e se ele fosse esperto, faria a mesma coisa, tirei a roupa e deitei na cama, ele disse que ia tirar a roupa no banheiro, quando ele volta, só com uma cueca branca bem fininha, e que eu pude comteplar aquele corpo lindo, sarado, sem pêlos e com aquela mala linda, eu fiquei atônito meu pau pulou na minha cueca, virei logo de bruços pra ele nao perceber e mandei ele apagar a luz e se deitar logo. Ao se deitar ao meu lado senti seu perfume, nossa, quase morro de tesão. Mas me segurei, esperei-o dormiir. Quando ele estava dormindo, meu olhos já acostumados a pouca luz que adentrava a janela de vidro puderam contemplar aquele corpo e boca a penumbra da noite. Fingindo que dormia e com os olhos entreabertos , como quem dorme passei as costas das mãos naquele abdomem definido e rijo. Embora meio sobre o efeito do vinho, ele acordou, e eu fingindo que dormia. Ele só olhou e olhou durante um tempo. Vendo a meia aceitação desci a mão a altura do seu umbigo, e pude ouvir um leve gemido enquanto em sua cueca subia um volume. O volume do tesão. Nisso coloquei a mão sobre aquele volume e o abracei enquanto mordiscava sua orelha, nisso ele se contorcia, beijei a sua boca. Para meu espanto ele retribuiu avidamente, nossa mas que beijo. Então falei que já o desejamva a muito tempo. Ele abriu os olhos, pulou da cama e acendeu a luz, então o vi que a cabecia de seu pau sai por sobre a cueca que não conseguia armazenar todo aquele cacete cerca de 18 ou 19 centímetros e muito grosso.
– Oq estamos fazendo? Pensei que era só um sonho. – Disse ele.
– É um sonho que se torna realidade. Eu falei.
– Mas isso está errado, minha famí… Deus não gostaria, – falava ele nervosamente.
– Para com isso, eu quero. A questão é vc gostaria?
Ele murmurou e nada respondeu, levantei, o olhei bem nos olhos em seguida levei meus olhos ao seu pau que jah espelia o pré-gozo, e o segurei, nisso ele gemeu. Então falei:
– Já obtive minha resposta.
Apaguei a luz e o joguei na cama. Comecei a passar a língua em seu abdomem sem pêlos e fui descendo ate a a cabecinha do seu pau que saia da cueca. Fui tirando sua cueca bem lentamente, com o pau dele na boca, com o gosto dele em minha língua enquanto ele só gemia, e pedia pra eu não parar… Ao terminar de tirar sua cueca, comecei a chupar seu saco, nisso ele se mordia pra não gritar, então como não queria acostumá-lo mal, dexando-o me comer primeiro, desci pra seu cuzinho, branquinho e virgem, e comecei a lamê-lo e fodê-lo só com a lingua…nesse momento ele se entrgou, estendi o braço até o criado mudo onde eu já tinha deixado o lubrificante e a camisinha, coloquei enquanto fazia o cunete, com a lingua fui subindo o seu corpo enquanto ele só ofegava. Encostei meu pau na portinha do seu rabo, quando ele sentiu ficou gelado, e disse que tinha medo de doer, ao que eu respondi que um cara que carregava o peso que ele carregava era macho o suficiente pra aguentar uma rola no cu, ele confirmou com a cabeça me pedindo pra ir com calma. Comecei a fazer como se bombasse bem devagariho, enquanto o beijava, até que entrou a cabecinha, nesse momento ele parou de me beijar ele deu um leve gemido, e continuou a me beijar, parei e perguntei pra ele se estava doendo, ele confirmou mas disse que uma dor daquele um macho tem obrigação de aguentar. Como estava lubrificado meu pau foi entrando, e entrando. Quando tinha uns dois dedos de fora ainda, soquei de uma vez, ele deu um grito abafado, enquanto ofegava colocou a mão pra ver se tinha entrado todo o meu pau mesmo. Ao confirmar mandou que eu o fodesse, ao que eu obedeci, mandei ver naquela possição de frango assado, enquanto via ele sofrendo com minha rola em seu rego. Quando vi q o seu cu já tinha se acostumado o colequei de costas e no quarto só se ouvia o barunho de minhas cadeiras batendo em sua anca e os nossos gemido quando isso acontecia, ele jogava a bunda pra trás. Estava pra gozar, e algo me dizia que ele tb. Almentei o ritmo e ao gritar de prazer, ele tb gemeu forte, quando olhei minha cama estava toda melada de gozo dele.
Fomos para o banheiro, agora eu queria sentí-lo comecei a chupá-lo no banheiro. Seu pa endureceu, peguei a camisiha e o lubrificante e vestí-o. Desliguei i chuveiro e me inclinei, ele encostou o pau no meu cu segurou com as mão fortes na minha cintura, eu falei pra ele que achava que não ia aguentar, que o pau dele era muito grande e grosso, ele falou que eu tinha mostrado que era macho ao comer a rosquinha irgem dele sem faze-lo sentir dor, então era macho pra dar tb, masque ele ia fazer com bastante carinho. Nisso foi forçando o pau pra vencer a resistencia de meu cuzinho nervoso, até que entrou a cabeça, pedi pra ele tirar, poís doia muito, ele tinha ido muito rapido, ele falou que o único caminho pra pau dele era mais pra dentro, setia todo o contorno do pau dele dentro de minha bunda, então ele começou a forçar mais ainda, até que senti seu pelos dourados do saco encostando em minha bunda, então ele começou a bombar… ele bombava forte, feito macho, feito cavalo. Sentia seu pau entrando em saindo de meu interior então senti um calor muito grande, olhei pro meu pau ele gozava, e gozava muito, nem parecia que eu já havia tirado leite dele, nisso senti que ele aumentava o rítimo, então passou a ir mais devagar, encostou seu corpo quente ao meu e gozou gemendo ao meu ouvido.
Depois de tudo nos limpamos e a cama tb e fomos dormir, abraçados e cançados, esperando pelo amanhecer.
Esse eh meu primeiro conto, se gostaram me escrevam… Bjuu

O tecnico de rede

junho 22, 2006

bem, trabalhamos com computadores em rede no escritório e todo mundo sabe que essa porra sempre tem lá seus probleminhas. Temos um tecnico que sempre vem fazer a manutenção. Sempre dei umas encaradas nele e ele sempre gostava de dizer sobre a esposa e filho o que me desanimava a esperança de um dia ter algo com ele.Mas um certo dia ao fazer uma solicitação de visita, ele não poderia vir e mandou outro tecnico no lugar dele.Um carinha assim: 1.67M, Moreno claro, barriguinha de tanquinho que me deixava louco quando ele esperava os programas baixarem e com a mão ficava alizando sua barriga.Já vi muitos contos de carinhas que transaram com tecnicos de computadores e esse era meu sonho.Fiquei pensando em como aborda-lo, mas na minha sala tem mais gente trabalhando, eu fiquei na minha.Ele foi embora e eu fui fazer o trabalho normal, quando vou entrar na MSN e vejo o seu nome de usuário lá na caixa de entrada. Anotei e levei pra casa. À noite entrei e o adicionei, ele estava on-line e me aceitou. Foi logo me perguntando quem eu era. Não contei a verdade, pois ele poderia me dar um vazare de cara. Mas disse que uma amiga dele tinha me passado, até então fui conversando com ele sem ele saber que se tratava de um homem, falei que achava ele um gatinho, perguntei sua idade (22 aninhos)e outras coisinhas basicas que gostaria de saber. Ele insistiu em saber quem eu era. Falei que se eu falasse ele não bateria mais papo comigo. Ele quis saber por que. E eu falei que era do sexo masculino. Ele deu mesmo um vazare e ficou off-line. Mesmo sabendo que ele não sabia quem eu era e nem estava me vendo, fiquei sem graça. Mas no outro dia entrei de novo e ele estava on-line. Ele mesmo puxou assunto me sacaneando: “E ai viadinho, ta procurando rola na net?” Daí eu disse que não, pois a rola que eu queria era a dele. Ele disse que não era a onda dele, mas ficou me perguntando um monte de coisa, tipo: O que eu via em outro homem, se eu dava a bundinha mesmo, Se eu engolia uma rola inteira. Só coisas deste nível. Perguntei pra ele se ele nunca tinha transado com outro homem e ele falou: “Deus me livre, tá louco?” Eu falei que o dia que ele transasse ele ia ver como era gostoso, disse que eu sabia fazer coisas que nenhuma mulher ainda tinha feito com ele. Ele duvidou e falou que ele já tinha a buceta da namorada dele e que ela sabia fazer sexo como ninguem. Ficou Off-line de novo.No terceiro dia, (Não desisto fácil), entrei de novo e parece que ele estava me esperando. Assim que entrei ele me chamou dizendo: “E ai viadinho, tô sabendo que vai fazer hora extra no natal, vai puxar o trenó do papai noel.” respondi que com certeza, e se o saco do papai noel furasse eu pegava o dele pra eu brincar.Ele gostou da brincadeira e perguntou: Como você é? eu dei os meus detalhes e ele respondeu: è comível. Notei que ele já estava mais vontade e parti pro ataque: Vamos marcar uma parada, se você não gostar não te imcomodo mais, mas acho dificil não gostar. Ele ficou fazendo cú doce e desligou de novo o pc.Viajei no dia seguinte e fiquei uma semana fora, quando voltei, no mesmo dia entrei na net e ele estava on-line. Ele falou: “levou a sério o trabalho com o papai noel heim? levei na brincadeira e ataquei de novo. Cara tava viajando e fiquei na maior fissura esta semana, bati altas punhetas no hotel pensando no teu pau, doido pra saber o tamanho dele. Ele mandou na lata: TÔ com ele na mão aqui agora, tem 17cm, cabeçudo e é meio torto pra esquerda. Fiquei louco. Ele ainda disse que pena que eu não ia conhecer de perto pois ele nem sabia quem eu era e se eu me revelasse ele podia pensar no meu caso. Não quis me arriscar e disse que se quisesse saber quem eu era era só marcar que ele descobriria. Ele disse que tinha que sair e desligou o pc.Eu já tava ficando piradaço, só pensava nele e no pau dele o dia inteiro, batia punheta no banho, na cama, no sofá. Enfim, virou desafio. (Não posso deixar de dizer que isso durou 1 mês e ele continuava a vir ao escritório fazer manutenção, mas eu ficava na miuda)Continuando, fiquei tão piradaço que comecei a fustigar a vida dele. descobri quem era a namorada dele e tudo. Foi nessa que eu me dei bem, pois um amigo dele me disse que a mina dele era evangelica e que sexo só depois do casamento. Fiquei só esperando encontra-lo e quando ele entrou já veio com as mesmas piadinhas de sempre. Eu falei: “E ai meu, vamos marcar a parada pra hoje?” e ele veio cheio de onda: “Acabei de deixar a minha mina em casa agora, acabamos de sair do motel agora”. E eu rebati, que nada, o que eu to sabendo é que tua mina é virgem até hoje e só fará sexo com você depois do casamento, ele ficou puto e queria saber que quem tinha me contado isso. Eu desliguei o pc e deixei ele louco. Passados 15 minutos entrei de novo na net e ele não estava mais. Mesmo assim continuei na net e em pouco tempo ele entrou. Ficou na dele e desta vez eu chamei ele: Ta com raiva de mim? ele veio meio dissimulado: Com raiva de que? Não me importo com o que dizem.Dai eu falei: Mas é verdade né? sei que você tá na fissura, vamos marcar essa parada logo, você fica sabendo quem eu sou e a gente faz um programinha legal. Esperei ele desliga o pc, mas notei que ele digitava uma mensagem e esperei. Dai a pouco aparece: Meu carro tá ruim e ta chovendo muito, se não eu saia mesmo hoje, mas só pra saber quem você é, não vai rolar nada.Eu mais do esperto ofereci pra pega-lo de carro, disse que eu iria até a casa dele, mas ele disse que não, ficasse pra outro dia, amanhã! disse ele, vou fazer um serviço na zona oeste e depois tô livre por volta das 17:00 hs. Legal, otimo, fiquei todo feliz. Mas eu trabalhava até às 18:00hs e sair era quase impossivel. Mas marquei assim mesmo. Por volta das 15:00 hs, fiquei doente e tive que sair mais cedo. (Fiquei até com a conciencia pesada, mas aquela chance eu não teria nunca mais).Horário e local combinado fui pra lá. Passou várias ves pela minha cabeça que ele nem sequer apareceria. Quando foi 17:15 hs vi ele descendo do predio, gelei todinho. Ele ficou ali esperando e olhando pro relogio. Passei por ele umas duas vezes e não parei. Quer saber, entrei num barzinho e falei pro garçon: Faz uma caipirinha de vodka pra mim. E voltei a olhar se ele ainda estava lá. De repente ele começou a andar em direção do ponto de onibus ai eu me desesperei, o garçon veio com a vodka eu paguei e virei de uma vezada só garaganta abaixo.Não demorou um minuto a coragem veio a tona.Entrei no carro e fui em direção ao ponto e parei devagar, meio sem graça, horario de pique o ponto cheio, ofereci uma carona a ele. Ele disse que estava esperando alguem que iria depois. Eu falei: entra ai meu, eu sei que você está esperando alguem. Ele apontou com o dedo em minha direção: é você? Eu só falei de novo: entra ai meu!Ele entrou meio sem graça e eu disparei a rir, ele ficou muito constrangido e falou: Cara por que não falou que era você? Eu sei lá, não queria te espantar. Parei o carro em uma praça e pedi pra ele dirigir, pois tava meio zonzo da vodka. Ele desceu passou para o lado do motorista e saiu com o carro. Eu já cheio de coragem falei: Você pode me levar pra onde você quiser. Ele ficou mais a vontade e começou com as brincadeiras: É viadinho, ta doido pra conhcer uma rola nova né?Entrei no tom da brincadeira e fui logo apertando a pica dele por cima da calça e perguntando: Tem coragem de ir pro motel comigo?Ele falou que podia rolar, mas antes queria tomar alguma coisa, aceitei e fomos a um barzinho e fiz questão de não demorar. Ele tambem criou mais coragem e fomos pra um motel.Entramos e logo já fui abraçando e tirando roupa dele, queria conferir tudo. cai de boca, ele gemia feito um louco. Sabia que a muito ele não transava e que estava na seca. Aproveitei e engoli bem a sua pica, as bolas, lambia a virilha, teus mamilos, mordia sua orelha. E ele me chamando de viadinho.Falei que o serviço tinha de ser completo, peguei uma camisinha e fui logo encapando o bicho e ele veio e me cravou aquele metal duro feito rocha. Agora quem gemia feito louco era eu. Ele fez de mim o que queira, despejou tudo em mim o que estava guardado a muito tempo e que a namorada dele não sabia o que estava perdendo.Perguntei a ele se ele tinha de ir embora naquele momento e ele disse que não tinha compromisso, mas não sabia se queria ficar. Disse a ele que dormissimos ali e no outro dia eu levaria ele em casa. Ele pensou bem e resolveu ficar. Noite maravilhosa, fiz realmente o que a namorada dele vai levar seculos pra fazer depois de casados. Ele gostou muito, pena que agora eu andei sabendo que não faz só comigo, agora ele cata outras mulheres e sei que andou fazendo umas coisinhas com outros carinhas. Mas tô nem ai, eu fui o primeiro e sei que o negocio quanto mais dificil é mais gostoso.