Archive for the ‘Séries’ Category

Gostosão da Favela – entrando com tudo

maio 2, 2007

O meu gostosão da favela me ligou. Ele está precisando de grana, propôs me dar um finco pela grana. Topei, é claro. Adoro as correntes prateadas que ele usa. Duas. Uma é mais grossa, bem grossa e à outra um pouco mais fina. Rosto rude, ele não sorri. Mas demonstrou sentir um puta tesão da outra vez que eu só o chupei.

Ele entra e eu o empurro contra a parede, caio aos seus pés e acaricio a parte do corpo dele que mais me interessa e que nessa posição fica à altura do meu rosto. Imediatamente ele corresponde ao toque da minha mão ainda por cima do jeans. Abro a calça e solto o pau que praticamente me cumprimenta com seu intumescimento e cheiro próprio de um pau de macho. Lambo da base à cabeça. Ele geme baixinho. Gosto de ouvir um macho gemer de prazer, prazer provocado por mim. Engulo. Ele segura a minha cabeça como da outra vez, mexe o quadril como se estivesse fodendo minha boca. Sinto os pelos pubianos dele no meu nariz e a cabeça do pau lá na garganta, me sufocando. Penso que um dia posso morrer assim, afogado com um pau.

Fico de quatro sobre o sofá da sala com as pernas bem abertas. Ele olha meu rabinho que deve estar piscando de desejo de rola, da rola dele. Ele acaricia minha bunda, dá um tapa de leve e brinca com o dedo médio no meu cu. Cospe na ponta dos dedos e umedece meu buraquinho, enfia um dedo, enfia dois dedos. É minha vez de gemer. Ele surra alguma coisa, acho algo como – “está gostando, viadinho”. Sim, o vidianho está adorando, mas vai gostar mais ainda quando a rola entrar inteira e o saco bater na bunda.

Ele coloca a camisinha, o faz com calma e meticulosamente, uma espécie de ritual que parece estar muito acostumado fazer. Unta o pau com gel lubrificante, enfia o dedo cheio de gel no meu cu. Posiciona o pau no meu cu com uma das mãos, força um pouquinho para sentir que está no lugar certo, mas não coloca ainda. Ele me segura com as duas mãos, prevejo que o pau vai entrar com tudo, agarro-me no sofá. Ele mexe um pouco o quadril e enfia tudo de uma vez.

Uauhhh!!! É o finco da minha vida. É o finco do século. Não sei como não fui parar no teto. Não fui porque estou bem seguro pelas duas mãos fortes dele que apertam minha carne. Se meu cu não foi rasgado dessa vez, acho que nunca mais será. Depois de um instante dentro sem se mexer como se estivesse deixando eu me acostumar com o calibre do instrumento, ele começou a tirar e colocar com movimentos bem lentos, lentos, mas ritmados. Umas bombadas gostosas mesmo, o pau saindo quase inteiro do meu cu e entrando inteiro novamente. As bombandas foram ganhando intensidade e ele foi empregando mais força. Socando forte. O som da virilha dele batendo na minha bunda me dá tesão, as mãos dele me segurando forte me dão tesão, a respiração ofegante dele me dá tesão, o suor que escorre do rosto dele e cai da ponta do queixo e bate nas minhas costas me dá tesão. Caralho, é muito tesão. Ele soca forte e gostoso. Estou amolecendo na mão dele, sinto minhas pernas fracas. Mas o cu arde gostoso e parece que vai pegar fogo. Com isso já estou acostumado, vivo com fogo no rabo.

Não agüento e gozo. Minha porra espirra pelo sofá. Ele percebe que eu gozei, ri e continua socando. Agora já acho que não vou agüentar. Ele soca mais forte ainda e dá uns tapas na minha bunda e diz – “toma sua putinha, já gozou com meu pau no seu rabo?, acho que vou continuar metendo por mais umas duas horas, é bom agüentar…”. É claro que eu agüento. Ele soca assim por mais uns cinco minutos, tira o pau do meu cu e arranca a camisinha, me empurra de lado sobre o sofá e monta em cima de mim, um jato de porra atinge minha face e o restante da porra ele vai despejando nas partes do meu rosto ainda não contempladas com a porra quente. Depois que ele deixa cuidadosamente à última gosta cair na minha cara, ele esfrega a mão no meu rosto e pela primeira vez ri e sorri com certa simpatia. Pede para tomar banho, indico a porta que vai para meu quarto, para o banheiro. Dá porta ele se virá e diz – “vem também, vem me dar banho…”.

Pegando o Gostosão da Favela

maio 2, 2007

…senti os gomos do abdome dele sob a camiseta de tamanho PP que realça os músculos definidos. Ele me olha com o mesmo jeito de bad boy da primeira vez que o vi. Deslizo a mão mais para baixo em direção à cintura, sinto a camiseta acabar o jeans começar. Toco em algo frio, é uma arma. Ele faz uma expressão de mais macho ainda quando toco arma. Armas são objetos de poder fálico. Desço mais até chegar entre as pernas, toco a outra arma – o volume do pau que vai endurecendo ao meu contato é fascinante. Isso me dá muito tesão. Sei que é o bandinho é erótico e libidinoso, o perigo me excita, penso se já atirou com aquela arma, se já matou alguém. Talvez. Ele usa uma corrente prateada bem grossa, prata ou qualquer metal barato mesmo. É indiferente para mim. Ele é o típico gostosão da favela. Gosto desses.

Com voz entrecortada ele manda que eu o chupe o pau dele, que já está duro como aço. Obedeço. Ajoelho-me diante dele. Enquanto abro o jeans ele tira a arma e coloca-a atrás, acho que presa na cueca, sei lá. O pau está duro. Sinto o cheiro do sexo dele. Isso me dá tanto tesão que penso que vou gozar. Esfrego meu rosto contra o pau dele ainda dentro da cueca. Ele gosta, tanto é que segura minha cabeça com as mãos e se esfrega na minha cara. A cueca é branca, sinto o volume cilíndrico e intumescido. A pele escura dele, os músculos firmes e aquele enorme volume cheirando sexo ao alcance dos meus lábios, é para delirar. A primeira vez que o vi foi num posto de gasolina, eu abastecendo meu carro e ele uma moto. Ele percebeu o que eu o olhava, quando saiu do posto, fui atrás e dei sinal de luz, ele parou. Conversamos, passei o número do meu celular e esperei que ele me ligasse. Três semanas depois ele me liga.

Sinto a cabeça do pau na minha garganta. É grosso e está bem duro. Ele geme um pouco, adoro isso, causar prazer. Ele faz movimentos ritmados com o quadril como se estivesse metendo na minha boca. Sussurra algo que entendo como – “sua boca é melhor que uma bocetinha”. Não sei se quero ter uma boca melhor que uma bocetinha, queria mesmo que ele estivesse curtindo o meu cuzinho. Ofereci. Ele apenas respondeu – “hoje, não, talvez na próxima”. Vai ter próxima? – quase perguntei, mas não o fiz, já aprendi como lidar com esses tipos, poucas perguntas e casualidade é a melhor forma de manter contato. Contento-me em chupar o pau dele até fazer que ele goze. Sim, ele gozou na minha boca, encheu minha boca de porra e depois tirou o pau e me mandou ficar de boca aberta para ele depositar as últimas gotas de porra na minha boca. Guardou o pau sem limpar e nem nada, fechou o jeans, pôs a arma na frente outra vez e disse que precisava ir nessa. Foi. Talvez volte qualquer dia desses para me foder o cu, espero.

Fim de Semana I

julho 31, 2006

Era fim-de-semana:

Ele chegou sexta-feira após o jantar. Já tarde e após uma viagem de 3 horas de automóvel. Vinha cansado, como habitualmente às sextas-feiras. Tomámos uma bebida, vimos um pouco de televisão, pusemos a conversa em dia já que apenas estamos juntos habitualmente ao fim de semana, e deitámo-nos.

Já de luz apagada ele começou-me acariciar carinhosamente o cabelo, abraçou-me, empurrou-me carinhosamente cabeça para o seu peito. Deixei-me ir. Comecei a acariciar o seu peito, a sua barriga e fazendo-lhe festas e cócegas como ele tanto gosta. Continuou a mexer no meu cabelo e levando-me a cabeça cada vez mais para baixo. Deliciava-me acariciando aquele corpo atlético e moreno como de qualquer mulato. A minha cabeça ia descendo lentamente até chegar ao ponto sempre tão desejado por ele. Calmamente tirei-lhe as boxeurs. Comecei a mexer naquele instrumento de prazer ainda meio murcho, beijei-o o pu-lo na minha boca, começando a chupá-lo deliciosamente e a senti-lo lentamente crescer dentro da minha boca. Mudei de posição para melhor dar prazer ao meu amigo activo. Ouvi a gaveta da mesa-de-cabeceira a ser aberta e passados uns instantes um creme, que eu já bem conhecia, foi sendo aplicado carinhosa e consistentemente no meu rabo bem no buraquinho após ter sido despido. Continuava chupando o seu brinquedo, estava já bem grande, grosso pronto para tudo, Salivava-o bem pois sabia e desejava o passo seguinte. Apenas uma dúvida tinha, qual seria a posição pretendida? Momentos depois o meu crioulo activo de membro em riste puxava-me para cima dele para eu cavalga-lo. Ele deitado de barriga para cima, eu de costas para ele introduzi o seu membro no meu ânus e fui lentamente descendo, habituando-me ao seu tamanho e dando um bom prazer ao meu amigo. Como ele tanto gostava. Primeiro e lentamente vai entrando tudo e depois e só após ter tudo entrado começo os exercícios de sobe e desce. Ele ia delicadamente mas igualmente decisivamente controlando os meus movimentos com as mãos na minha cintura impondo o ritmo e profundidade que ele desejava. Os movimentos e a excitação aqueciam já aquele quarto naquela primavera. Os meus movimentos e velocidade foram aumentando gradualmente com algumas paragens súbitas bem sentado no seu colo. Tirou-me do seu colo não sem antes ter-me obrigado a vários daquele agradável exercício de levantar a minha cintura até o seu membro sair e ficar á portinha e depois puxar-me com brusquidão até eu me sentar bem escarranchado ao ser colo. Virou-me e fiquei de quatro. Ajoelhou-se atrás de mim e recomeçou as suas entradas ora lentas ora rápidas mas sempre o mais profundo que conseguia. Tentava-me abrir o mais possível para lhe estimular e facilitar os movimentos. O ritmo começou a acelerar e numa última mas triunfal investida nas minhas entranhas senti o seu liquido me invadir. Cada jacto era um estremeção e após alguns estremeções parou, descansou e saiu de dentro de mim deitando-se satisfeito. Deitei-me a seu lado aguardando o seu agradecimento que não demorou. As suas festas na minha cabeça mostravam-me que estava ele estava satisfeito e pronto para dormir. Fui-me lavar e deitei-me a seu lado para mais uma noite de sono.

Sábado, é sempre sábado, acordar mais tarde, sem despertador. Ele acorda sempre mais cedo, por isso tal como habitualmente só acordei quando senti estar a ser preparado para as suas espreguiçadelas matinais. Tesão matinal, KY no meu cuzinho e aqui vai ele de ladinho entrando por mim adentro até mais não conseguir. Quatro ou cinco grandes entradas, pára, repete as entradas e saídas, enterra o mais possível dentro de mim como que se espreguiçando e repete as entradas e saídas. Passa assim algum tempo e eis que sai sorri levanta-se e vai-se arranjar. Ritual de quase todas as manhãs de sábado. É o seu bom dia, e o meu treino de abertura.

Já vestidos e de pequeno-almoço tomado combinámos o programa para o dia, compras necessárias, tarefas domesticas que diga-se de passagem ficam quase todas sempre a seu cargo para minha alegria. Apenas cozinho pequenas coisas.

Assim se passou a manha entre supermercado, cozinha e outras tantas pequenas coisas.

O almoço foi de peixe fresco bem grelhado que é sempre uma delícia permeado de muita conversa sobre a semana que tinha passado.

Numa tarde de sol numa casa isolada da rua que melhor fazer que estender as toalhas na relva e bronzear o corpo. Vai uma caipirinha? Pergunto. Sabendo de cor a resposta levanto-me e preparo duas a preceito. Apreciadas a bebidas propõe-me ele sorrindo: Eu de barriga para cima tu de barriga para baixo e cabeça entre as pernas. Assim fazemos eu deito-me entre as suas pernas e coloco o seu membro na minha boca. Logo ele passa as pernas sobre os meus ombros e relaxa ao sol de olhos fechados. Vou-me deliciando com aquele membro na minha boca. Lentamente para não o despertar muito tal como ele ia pedindo. Ás vezes até somente parado. Eis senão quando ele levanta-se e diz-me que vai buscar a “caixa dos brinquedos”. Caixa essa que contem um plug anal de 3,5cm que chamamos de manutenção, um dildo de 5,5cm talvez apenas um pouco mais avantajado que a do meu activo intitulado de abridor e um outro plug de 6,5cm com buraco tubo e funil para “outras brincadeiras”. Tal significa que lhe apetece bolinar comigo.

Ainda me encontrava na relva quando ele diz: barriga para baixo, pernas abertas. Primeira introdução foi de manutenção. Lubrificou-me introduziu-o. Deitou-se de novo ao sol e continuamos na posição anterior. A minha boca no seu pénis. Assim fomos passando a tarde estando eu ora de barriga para baixo de boca ocupada ou de barriga para cima e mão ocupada. Alguns minutos de silêncio, alguns de conversa e o sábado iam passando ronceiro mas prazenteiro.

Final de tarde e o meu comilão resolveu substituir o plug pelo dildo e iniciar movimentos calmos de entrada e saída para “ir abrindo”, diz ele. Eu de barriga para baixo e pernas bem escancaradas com a cintura um pouca arqueada para facilitar a visão e movimentos que o meu activo ia fazendo. De quando em quando saia o dildo e entrava ele mesmo. Duas a três investidas saía e voltada o dildo. Algum tempo assim eis que sai o dildo e entra o “outras brincadeiras” Sem grande esforço e o meu rabo encaixou bem o referido plug. Pediu-me para mudar para de cócoras e com o funil junto ao seu pénis começou a urinar deliciadamente para o funil que descendo pelo tubo acabava bem dentro de mim pois sentia o calor ir invadindo os meus intestinos. Acabado o chichi (pareceu-me uma boa quantidade) disse-me: comprei mais um brinquedo para nos divertirmos. Chamemos-lhe o demolidor. Assim ia ganhando tempo para o seu mijo ir fazendo efeito desejado que era de lavar bem o meu intestino. Fiquei curioso. Levantei-me e fui conduzido com o “outras brincadeiras” até a um canto agachei-me tirei o plug e deitei tudo fora. Parecia uma menina a fazer chichi, só que pelo rabo. Reintroduzido o outras brincadeiras fomos até a cozinha debruçou-me sobre a mesa, abriu a lata de leite evaporado e açucarado e despejou uma boa parte novamente pelo funil. Sentiu-o todo a entrar. Pediu-me para aguardar naquela posição que ia buscar o novo brinquedo. A limpeza ia continuando. O novo brinquedo não era senão um enorme dildo com 7 cm de largura e um comprimento de “kms”. Voltamos ao cantinho do jardim onde deitei todo o leite fora. Agora estava limpo. A cor do leite não tinha alterado.
Como a hora de jantar se ia aproximando começou então verdadeiramente o exercício para o meu já limpo rabinho. Ora entrava o abridor que era todo bombeado em mim ora era o belo membro do meu activo que entrava mas rapidamente era substituído pelo abridor enquanto eu fazia um “ass to mouse”. Algum tempo neste brincadeira que confesso que me estava a saber deliciosamente quando o abridor e o destruidor são colocados cada um no seu banco para fazer a dança das cadeiras. Competia-me sentar ora num banco ora noutro ora no colo de meu activo que já se tinha sentado.

Assim comecei no abridor com umas 25 bombadas, mudei para o activo, tornei a bombear, mudei-me novamente para o abridor enquanto ele se levantava para mais um ass to mouse. Até certo ponto receava o demolidor pois embora seja já experiente em relações onde sempre faço de passivo porque assim gosto a sua largura pareceu-me demasiada e receava que uma brincadeira prazenteira se tornasse dolorosa. Após bombear bem o abridor e depois bem bombeado ora pelo meu activo fui empurrado para o banco do demolidor. Comecei-me a agachar lentamente sobre o monstro, enquanto já minha boca era ocupada e com duas mãos nos meus ombros era empurrado para baixo. A primeira dificuldade foi a cabeça (7 cm é obra), desci lentamente sentindo que aquilo tudo abria. Com lentidão ele foi entrando abrindo-me completamente. Parei para respirar profundamente enquanto o meu activo se debruçava para ver como era. Tentei bombear mas não consegui e sai. Fui logo virado sobre a mesa e penetrado em profundidade “ah que delicia diz ele” Sai e volto ao abridor que tinha sido lubrificado de novo onde dou mais umas quantas e muitas bombadas. De novo debruçado sobre a mesa sou bombeado pelo activo que logo sai e leva-me para o demolidor também novamente lubrificado. Empurra-me os ombros para baixo sinto aquela cabeça a entrar de novo e logo a minha boca é ocupada. Após uma pausa sinto novamente uma força nos meus ombros e começo a descer lentamente naquele monstro. Cada centímetro era uma vitória. Comecei num lento vai e vem e após algumas investidas já conseguia sair e entrar sem muito esforço. A suar pelo esforço dispendido saí debrucei-me sobre a mesa e fui investido primeiro com a mão para ver bem o estrago depois fui penetrado com sofreguidão. Bastantes bombadas depois o meu intestino era presenteado de novo com a segunda injecção de esperma desse fim-de-semana. Estava precisado de um banho, sentia tudo a escorrer pelas minhas pernas, esperma e creme.

Fui ao meu banho enquanto o meu amigo ficou a limpar tudo na cozinha e a preparar o jantar.

Nessa noite um bom filme que ele tinha trazido do vídeo entreteve-nos até ser hora de deitar. A noite foi sossegada, o meu namorado estava satisfeito e dormimos ambos repousados. Sei que, para ele, aqueles fins-de-semana só são óptimos com bastante sexo, para mim também gosto deles assim. Não somos apaixonados, não gostamos de beijos, apenas o deleite de um bom prazer ele activo eu passivo. Sempre assim foi desde que começámos a nossa relação e já lá vão uns quantos meses. Os brinquedos foi uma inovação mais recente, ideia dele, novidade para mim, mas que tenho aceitado bem.

A manhã de domingo correu mais ronceira, ele apesar de ser o activo é também um exímio dono de casa e faz-me algumas tarefas que odeio como tratar da roupa, minha e da casa sobretudo de engomar. Nessa amanhã durante um bocado “ajudei-o” lambendo e chupando o seu pénis. Sei que gosta. Como “castigo” fui plugado quase a seco. Não doeu porque o quase é uma expressão forte apenas saliva mas muita. Nestas brincadeiras foi passando o tempo até ao almoço.
Um almoço de bife com batatas fritas e um doce de ovos da sua autoria que era delicioso. Já nem sentia ou lembrava que continuava plugado. Cozinha arrumada.

É rara a tarde de domingo com o meu amigo sem actividade para a minha boca, meu rabinho ou mais frequentemente para ambos. Ele há-de sair à noite para mais uma semana de trabalho e gosta de sair bem vazio e deixar-me bem rebentado.

Assim essa tarde não foi diferente e após algumas actividades dirigimo-nos ao quarto. A caixa dos brinquedos já lá estava. Foi substituindo o plug pelo “outras brincadeiras” lembrando-me que hoje ainda não tinha havido limpeza à retaguarda. Introduzido o referido debruçou-me sobre a cama e o chichi do mulato começa a ouvir-se a cair pelo funil e eu imediatamente a sentir um liquido morno a invadir-me. A quantidade fez elogio às duas cervejas que ele tinha bebido. Acabado o chichi virou o resto da agua que restava no copo sobre a mesa de cabeceira. Enquanto eu sentia os 1º espasmos anais resultantes de introdução dos líquidos ele despe-se e senta-se na cama de pernas abertas mesmo sobre a minha cabeça e empurra-me para seu pénis. Comecei a chupá-lo com prazer enquanto ia crescendo. Minutos depois e como já não aguentava mais fui fazer o meu “chichi” anal. Segui quase de gatas para a casa de banho com o plug enfiado no rabo e funil bem levando pelo meu amigo para não sujar a casa.

Intestino bem limpo e voltamos para o quarto. Continuei chupando o meu activo enquanto sentia o rabo a ser bem lubrificado. Mudei de posição para de frango assado e ele começou a introdução. Sempre em frente até as suas bolas tocarem no meu rabo. Começou o vai vem lento mas profundo. Com frequência quase sai e volta a entrar com tudo. Com o alargar do meu ânus, resultado destes movimentos é para ele fácil de sair lenta mas completamente e depois entrar todo de repente. Ele gosta e a mim dá-me prazer ver a sua cara ora fechando os olhos ora olhando para seu pénis entrando todo em mim.

Estava a ficar bem quente o meu amigo mas como ainda me queria por muito mais tempo sai de mim senta-se na cama põe-me de joelhos para um “ass to mouse” devagarinho como ele pedia e aproveitou introduziu-me o a abridor pelo rabo. Aproveitando o facto da cabeceira da cama ter uma superfície metálica lisa segura lá o abridor com a ventosa e empurra-me de rabo para lá. Entrou todo. Estava de quatro com o rabo a ir e vir contra o espaldar e o chupar o seu pénis em simultâneo. De quando em quando ele puxava-ma para cima de si, entrava e bombeava. Depois voltava a mesma posição Chupava-o enquanto ele me empurrava e puxava de encontro ao dildo. Para quem tem experiência anal sabe que com isto o rabo vai abrindo e relaxando cada vez mais e já não oferece nenhuma resistência a estas investidas. Pelo contrário ficam prazenteiras. Bastantes minutos depois (talvez quinze, talvez vinte) e depois de vários “ass to mouth” no meio de mais um senta-se na cama e sem deixar o seu pénis sair da minha boca desencaixa o dildo abridor da cama e encaixa o demolidor. Eu sentia que estava bem aberto, bem lubrificado, etc mas aquele monstro era de qualquer maneira um imponente dildo de 7cm de diâmetro. Senti o meu corpo ser empurrado na direcção da cabeceira da cama, aquele monstro a encostar ao meu rabo a fazer pressão no meu lubrificado e já aberto ânus, e como continuava a ser empurrado senti-me a ser aberto pela cabeçorra do demolidor. Não parou e foi entrando “metros de pica”. A minha boca nem mexia, apenas tinha um pénis lá encaixado. Começou um lento vai e vem e embora incomodativo era igualmente prazenteiro após os primeiros movimentos. Alguns minutos e eu já fazia bem o vai e vem e chupava em simultâneo.
Puxou-me para cima dele e entrou com a facilidade que se impunha. Bombeou com prazer o meu rabo até que me devolveu à posição original. O monstro entrou sem dificuldade e eu recomecei a chupá-lo com prazer enquanto o meu corpo era novamente empurrado para o vai e vem. Os movimentos foram sendo cada vez mais pronunciados e agora eu já sentia o dildo a entrar e sair com facilidade. Todo o meu corpo foi acelerando os movimentos enquanto os 7cm de diâmetro já dominavam o meu rabo com facilidade. Fui novamente puxado para cima dele e bombeado com gosto. Este jogo foi–se mantendo durante algum tempo até que com o monstro enfiado no meu rabo num vai vem imposto pelos braços do meu activo onde já sentia a facilidade com que entrava e saia a ritmo cada vez mais acelerado e profundo a minha boca ia indo igualmente cada vez mais rápido até que sentir ser em simultâneo o meu rabo empurrado com força contra o monstro e a minha boca quase até às bolas do meu crioulo. O seu sémen invadiu a minha boca e sem parar fui tudo engolindo e limpando. Só quando ele começou a murchar os meus buracos foram libertos.

Ele deitou-se satisfeito e eu a seu lado bem de rabinho para cima pois sentia atrás tudo melado.

Não passou muito e o “abridor” foi empurrado para dentro de mim, diga-se que com toda a facilidade entrou todo. Não era de estranhar depois daquele tempo todo a ser exercitado com o “demolidor”.

Puxou-me a cabeça para o seu pénis murcho e recomecei a chupá-lo com a calma que se impunha. Ele tinha os seus olhos fechados e sorriso nos lábios. Fui chupando sem parar até aquilo começar a despertar e ficar de novo duro. Desimpediu-me o rabo do dildo e bem de ladinho penetrou-me ele. Foi entrando e saindo vezes sem conta. Mudou-me para a posição de bruços abriu as minhas pernas o máximo que conseguia e recomeçou o seu vai vem mas agora com mais determinação. Sentia o buraco do rabo bem aberto, o que não era de estranhar depois de tanto tempo sem repouso, mas ele assim o queria para bombear o seu pénis nele durante mais tempo. Mudei para “frango assado” e agora sentia bem as investidas que iam desde sair a empurrar tudo com força. Assim continuámos até que se deitou e me pediu para cavalgá-lo. Encaixei-me nele e comecei um delicioso sobe e desce enquanto ele com as suas mãos me mantinha as nalgas afastadas para a entrada ser mais profunda. Fui acelerando os movimentos ao ritmo da sua respiração, ele retira as mão das minhas nádegas e inicia a mexer no meu pénis num vai vem conjugado com os meus movimentos de sobe e desce. A minha excitação foi aumentando e consequentemente a velocidade e amplitude do vai vem. De súbito puxa-me com determinação para me escarranchar e o seu pénis brinda-me de novo com um banho de esperma. Ele não parou os seus movimentos e pouco tardou sujei-lhe eu a mão com todo o meu sémen.

Estava a terminar o fim-de-semana. Estávamos satisfeitos com o nosso fim-de-semana e fomos conversando enquanto ele fazia a sua mala e arrumava o resto das coisas.

Na despedida já com ele a entrar no carro pergunta-me se no próximo fim-de-semana, que por acaso são de 3 dias com o feriado que se aproxima, poderia trazer um amigo de infância pois gostaria de me partilhar com ele. Diz-me que ele é Senegalês vive lá, foi seu colega de curso e vem durante uma semana.
Fui apanhado de surpresa pois nunca “fui partilhado” nem nunca estive com 2 em simultâneo. Hesito um bocado, sei que sou bicha mas não sinto assim. Despede-se dizendo que vamos falando sobre isso durante a semana.

Regresso a casa. Lentamente. O meu rabo e intestinos estão afectados de tanto dar. Todas aquelas brincadeiras cumpriram a sua intenção. Relembrando, penso que passei algumas horas de cu aberto e que aquele monstro de 7 cm no meu rabo, que acabei por me habituar e até gostar deixou uma “ressaca” para vários dias. Sei que amanhã mal vou conseguir segurar as fezes e passarei 2 dias a largar gazes. Por agora sei porque o sinto que escorre um líquido viscoso do meu rabo que vai sujando as cuecas e que nada consigo fazer para evitar pois não consigo me fechar. Mas não estou arrependido. Gosto de me sentir assim. Sinto-me satisfeito interiormente, por ter dado e sentido tanto prazer.

A HERANÇA DE RODNEY

junho 21, 2006

Capítulo FinalRodney, apreensivo e ansioso, segue o Doutor Rodrigo e seu assistente, o recepcionista com cara de surfista, Fábio.
Os três percorrem os corredores do andar e seguem para a escadaria.
No caminho, Rodney vê somente homens, e todos muito másculos e interessantes.
Ao abrir a porta que dá acesso à escada, Rodney vê uma cena inesperada e ao mesmo tempo extremamente excitante: Um negro muito forte e de dote descomunal, vestido de segurança, mete sem dó num executivo alto, branco e de cabelo raspado, que por sua vez, está chupando um rapaz jovem, branco e magrelo, que usa roupa de skatista.
Rodney fica encabulado e hesita em prosseguir.
Os três rapazes continuam a trepar, indiferente à presença dos outros três que acabaram de abrir a porta da escadaria.
Rodrigo segura Rodney pelo braço com suas mãos extremamente fortes e quentes e diz:
– Venha rapaz, isso é normal… Eles gostam disso… Você não?
Rodney, tremendo da cabeça aos pés, acena que sim com a cabeça, e os três passam ao lado da cena, como se não se importassem, subindo as escadas.
Alguns degraus acima, cruzam com dois homens, com cara de malvados, uniformizados de soldado da cabeça aos pés, nitidamente vigiando o local, que descem por esta mesma escadaria.
Rodney arrepia-se.
Os soldados passam pelos três transeuntes, dão um sorriso, como se os cumprimentassem, em seguida, ao subir mais alguns degraus, Rodney olha para trás e vê que os milicos passam pela cena de fudelância do trio da escadaria como se não estivesse acontecendo nada.
Rodney fica confuso.
Seria aquele prédio um gigantesco local para orgias masculinas?
Doutor Rodrigo abre a porta que dá acesso ao décimo segundo andar, o último.
O andar inteiro é uma imensa e fascinante sala.
O recinto praticamente não possui paredes, apenas colunas e janelas imensas, que dão vista para grande parte da cidade de São Paulo. Além das janelas, há no local inúmeros monitores de vídeo ocupando o espaço da gigantesca sala. E bem ao centro, há uma belíssima mesa, que aparentemente é toda de vidro.
Atrás desta mesa, uma poltrona que parece ser feita da mais nobre lã.
Dentro desta sala faz mais calor do que qualquer ambiente que Rodney visitara naquele dia. Mas não era um calor insuportável, e sim uma temperatura muito aconchegante.
Agora, meu amigo, você vai saber de tudo que precisa saber… – Disse Rodrigo, posicionando Rodney à frente e dando alguns passos para trás.
A poltrona de lã se vira e sentado nela, completamente nu, está um homem de corpo extremamente forte e bem feito, completamente nu.
Rodney reconhece aquele corpo e aquele rosto, o mais másculo e sexy que se lembra de ter visto quando ia à academia.
Era Everton, o “pit-boy” treinador da academia, de quase 1,90m de altura, com seu branco corpo malhado, com uma relva de pequenos, pretos e lisos pêlos por todas as partes de seu corpo.
Rodney estava sem palavras, branco e pálido.
Não só porque estava surpreso com a presença de seu treinador ali, mas por causa do “monumento” que o rapaz possuía entre as pernas: eram 27 centímetros de uma pica muito grossa. Rodney já percebera na academia que o volume era generoso, mas como nunca havia visto aquilo duro, parecia estar de frente com um ser com vida própria, de outro mundo…
Com muito custo, Rodney conseguiu falar algo:
– Mas, como?
– Rodney. Seja bem vindo à SHASM: Sociedade de Homens Amigos Saciadores de Machos. Disse Everton.- Fundada nos anos 1990 através da internet, ela reúne homens selecionados a dedo, que curtem transar com outros machos também selecionados.
– Eu? Perguntou Rodney. – Como você sabia que eu curtia isto?
– Bem meu amigo, eu observo você há muito tempo, e através de detetives, pessoas que fingem ser suas amigas, soube que você era virgem. Num belo dia, percebi você olhando para mim disfarçadamente na academia. Mas como eu não tinha certeza se você era chegado, uma vez lhe pedi seu endereço de e-mail para enviar um link de uma empresa que eu dizia estar oferecendo emprego, lembra-se?
– Sim, escrevi para esta empresa, mas ela nunca me escreveu…
– Bem, isto não foi algo previsto. Mas aproveitei que estava com seu endereço eletrônico em mãos e resolvi mandar umas fotos tiradas dos freqüentadores do SHASM.
– As fotos de caras fazendo sexo…
– Exato. E para minha sorte, você cadastrou-se no site que eu queria. E, através de uma tecnologia avançada, eu rastreei seu computador e descobri que você gostava muito daquelas fotos, e, melhor ainda, soube quais eram suas fantasias favoritas.
– Então, você inventou a “Tia Rute”?
– Eu precisava saber se aquela curiosidade era tão somente uma curiosidade, ou se você estava mesmo a fim de trepar com outros machos. Pedi para que o Doutor Rodrigo, sócio do nosso clube há cinco anos, lhe entregasse o pacote contendo o endereço de nossa vila secreta no interior de São Paulo. De lá, se você resolvesse fugir, não saberia como nos denunciar…
– Eu caí como um patinho…
– Caiu porque estava gostando. Você nem pensou em ligar para a ouvidoria da polícia quando foi molestado pelos policiais, Rodney. E mesmo que tivesse ligado… Possuímos homens estrategicamente infiltrados em todos os departamentos do Brasil. Não o mataríamos, mas sairíamos do seu caminho. Testamos nossos sócios em potencial, e se eles aceitam serem usados para saciar nossos desejos, entram no time.
– Eu virei uma puta na mão de vocês! Disse Rodney, sentindo-se humilhado.
– Rodney, homens não engravidam nem esperam casamento. Com boa saúde, são os melhores buracos em que um outro homem pode gozar…
Rodney abaixa a cabeça. Sentia-se um idiota. Um depósito de porra.
– E se eu não quiser participar disto? Acho tudo isto muito perigoso…
– Você está livre para sair quando quiser… E voltar quando quiser. Só não pode nos denunciar. Senão, infelizmente você morre. Somente sócios podem saber da existência da SHASM. Mas quem participa, sempre sobrevive, já que não se sente muito a fim de se expor tanto. E eu ainda não conheço nenhum ex-sócio…
– Mas, e minha namorada?
– Ora Rodney. Eu sou casado, o Doutor Rodrigo é casado. Nossa sociedade secreta existe para que os homens possam gozar e viver sensações que não podem ser experimentadas lá fora. Não aos olhos de pessoas inexperientes…
– E todo o dinheiro que recebi?
– Pode ficar com ele. A maioria de nossos sócios são homens extremamente ricos que usam seu dinheiro para serem servidos com toda a descrição. Aqui trabalhamos somente com o que gostamos. Escolha uma profissão, e a terá!
Rodney olha para Everton. Sente-se feliz em poder realizar todas as suas fantasias com pessoas de absoluta confiança. E feliz em saber que do lado de fora, sua vida seria a mesma. Mas seria muito melhor.
– Dinheiro não nos fará falta.- Diz Everton, com sua cara de mal. O “pit-boy” começa a acariciar seu membro que em momento algum desanimou ou diminuiu de tamanho. – Mas essa sua bundinha, redonda e bem feita, faria muita falta… E acho que agora que está devidamente laceada, posso experimentá-la, não?
Rodney vira-se, na intenção de sair da sala. Ao ficar de costas para Everton, vê que Fábio e Rodrigo estão nus, com seus pintos em ponto de bala.
Rodney volta até a mesa de Everton. E começa a tirar sua roupa.
Desde que conhecera Everton, Rodney nutria o sonho de dar para ele. Queria ser somente dele.
Mas, definitivamente, se Rodney não tivesse dado pra tantos caras naquele dia, o gigantesco falo do instrutor nunca entraria dentro de seu rabo faminto.
Everton pede que ele feche os olhos.
Rodney ouve Everton sair da cadeira, dar a volta e sente o grandão se aproximar… Logo, o instrutor se ajoelha e enfia o nariz na bunda de Rodney. E em seguida, começa a lamber seu cú.
O cu de Rodney ainda estava largo e com gozo do Fábio. De repente, Rodney abre os olhos e vê que Rodrigo está sentado sobre a mesa de vidro, oferecendo seu pau, masturbando-o na cara de Rodney, que, sem pensar duas vezes, cai de boca no falo do belo médico.
Rodney sente algo novo desta vez… Fábio começa a chupar seu pau, dando-lhe um prazer que ele ainda não sentira naquele dia…
Rodney se deliciava com a sensação de chupar um pau e ser chupado ao mesmo tempo que nem percebeu quando Everton parou de lamber seu cú e começou a enfiar outra coisa em seu rego…
Após uma boa dose de um gel anestésico, um enorme mastro de 27 centímetros começou a explorar as entranhas do nosso amigo… Mas devido ao tamanho, Rodney sentia náuseas… Mas tendo tanto prazer em ter seu pau sendo chupado com tanto profissionalismo por Fábio o fez esquecer da dor e da sensação estranha… E Everton conseguia ir cada vez mais fundo, metendo e arregaçando aquele rabo, que como muitos poucos, conseguia agüentar tamanhas proporções…
O Doutor Rodrigo goza depois de seu pau ser muito bem tratado. Em seguida, Rodney goza dentro da boca de Fábio, que sem dificultar engole todo o leite de Rodney.
Quando Everton goza, o ânus de Rodney o expulsa, tamanha a pressão que causa o gozo do gigantesco pau…
Everton oferece seu quarto dentro do prédio para Rodney, e os dois dormem na mesma cama, abraçados.
Curiosamente, depois daquele dia, nasceu um estranho caso de amor…
Everton e Rodney começaram a se amar, e só faziam sexo com outros homens da sociedade quando um dos dois estava presente…
Rodney estava prestes a se casar com Ritinha, mas num determinado momento, sua vida não fazia mais sentido ao lado dela. Preferiu continuar solteiro e aproveitar a sociedade secreta e o corpo de Everton.
Everton divorciou-se e optou por viver ao lado de Rodney, mesmo fora da sociedade.
Depois de muito aprontarem e se satisfazerem, resolveram sair da sociedade e mudaram-se para o Sul do Brasil, onde viveram felizes durante muito e muito tempo…

FIM

Autor: Vilser Vaittim

A HERANÇA DE RODNEY IV

junho 13, 2006
Capítulo IV de V

Rodney chegou ao seu prédio e preferiu tomar um banho antes de dirigir-se ao apartamento do Doutor Rodrigo.
Seu ânus ainda latejava.
De virgem a arrombado por grandes picas, num intervalo de poucas horas, não é tarefa fácil.
Saiu do banho, colocou uma nova roupa social e foi procurar Rodrigo.
Tocou a campainha do apartamento.
Em poucos segundos, a esposa de Rodrigo, uma bela moça de pela clara, olhos escuros e cabelos negros, compridos e encaracolados abriu a porta.
Rodney conhecia Rodrigo e sua esposa Gisele somente de reuniões de condomínio, mas raramente se falavam. Quando se viam pelo corredor do andar, cumprimentavam-se com um sorriso. Mas este relacionamento estava longe de ser uma amizade entre vizinhos.
– Olá, Rodney. Tudo bem? Disse a moça, sorridente.
Rodney gelou. Ficou com vergonha de falar algo para a mulher do rapaz.
Será que ela sabia de algo? Mas agora era tarde para fingir que não estava ali.
Rodney precisava falar alguma coisa…
– Olá. Boa noite, Gisele. Por favor, o Doutor Rodrigo está?
– Olha, Rodney. Ele está de plantão no hospital. É urgente?
Rodrigo coçou a cabeça. Não conseguia disfarçar sua ansiedade.
– Não, urgente não é… Mas é muito importante… Em todo caso, peça para ele entrar em contato.
– Tudo bem, eu peço…
Rodney começou a virar as costas para ir para sua casa… Mas a garota, notando o nervosismo do rapaz, disse:
– Rodney. Olha, faz o seguinte… Entre um pouquinho. Vou ver se tenho como falar com ele, ou ao menos deixar um recado no hospital.
Rodrigo fica tenso…
Sentiu medo.
Foi o doutor Rodrigo que lhe entregara o pacote da “Tia Rute”. Havia uma imensa possibilidade do médico ser o responsável direto pelo descabaçamento de seu virgem rabinho…
Rodney ficou pensando como o médico reagiria do outro lado da linha…
Mas talvez Rodrigo nem tivesse nada a ver com isto. Neste caso, alguém estava jogando Rodney contra o seu vizinho. Rodney confundia-se a cada minuto mais e mais…
Os pensamentos de Rodney foram interrompidos por Gisele lhe oferecendo o telefone:
– Rodney, fale com ele…
Rodney atendeu, estava tremendo.
Mas tentou disfarçar naturalidade.
– Olá, Doutor Rodrigo? perguntou Rodney, tentando ser simpático.
– Rodney. – Falou o médico do outro lado da linha. Me encontre no hospital, no endereço que vou lhe passar. Não se assuste, mas pode haver um pequeno risco depois de passar por tudo o que passou… Precisamos ver se está tudo bem com você. Pode anotar?
Agora Rodney tremia mais ainda.
Não sabia o que pensar…
Pediu caneta e papel à Gisele, e, apavorado, anotou o endereço para onde deveria ir.
– Está tudo bem Rodney? Precisa de ajuda? pergunta Gisele.
– Não Gisele. Obrigado. Eu só preciso resolver um problema de família. Eu dou um jeito.
Rodney não queria que ninguém soubesse o que tinha passado na vila do interior.
Muito menos uma quase desconhecida.
Até porque gostou de grande parte do que aconteceu…
Entrou em seu carro e seguiu para o tal hospital, que ficava numa travessa da Avenida Paulista.
Chegando ao endereço mencionado, Rodney percebe que nada indicava que ali poderia ser um hospital.
Era um prédio muito bonito e luxuoso, parecia ser um prédio de escritórios muito nobre.
Enquanto observava o edifício, um belo segurança moreno, de cabelo liso, e nitidamente, muito forte, se aproximou.
– Amigo, pode estacionar por ali. Falou o belo homem.
O portão automático do prédio de luxo se abriu, e Rodney pôde adentrar o carro.
Ao estacionar, viu que havia vários carros naquele estacionamento.
O local estava bem cheio apesar do horário, já passava das dez da noite.
Rodney entrou no elevador, e apertou o botão do décimo andar. Havia doze andares no total.
No trajeto, executivos muito bonitos e bem vestidos, e de idades variadas, muitos casados, entravam e saíam do elevador, distribuindo-se pelos andares.
Rodney não viu uma mulher sequer naquele prédio. Mas havia homem para todos os gostos…
Chegando no andar, seguiu para a sala.
Na recepção estava um garoto loiro, típico surfista, piercing na sombrancelha, barba e cabelos bem finos e jeito e voz de malandro. Aparentava ter no máximo dezenove anos.
Vestia social como todos naquele prédio, mas demonstrava estar nitidamente desconfortável com aquela roupa.
– Sr. Rodney? O rapaz perguntou.
– Sim.
– O Doutor Rodrigo o aguarda, pode entrar na sala.
Aquele dia continuava muito bizarro em cada detalhe…
Rodney entra na sala do médico.
Rodrigo mexe numas gavetas de sua mesa.
– Rodney! Sente-se!
– Doutor, o que está acontecendo? Rodney pergunta, demonstrando um pouco de pânico.
– Calma meu amigo! Todas as respostas lhe serão dadas no devido momento. Mas, de imediato, precisamos ver em que estado está sua saúde física.
Rodrigo levantou-se, e pediu a Rodney:
– Por favor, amigo, abaixe as calças e deite-se nesta maca.
Rodney estava assustado e envergonhado. Conhecia Rodrigo superficialmente, mas de longa data. Ficar nu diante dele, naquela condição, naquela situação, era algo assustador.
Mas não havia escolha.
Rodney desapertou o cinto, abaixou as calças sociais e sua cueca boxer, e deitou-se na cama, de costas para Rodrigo.
Deitado, ouvia Rodrigo abrir um pacote e colocar luvas.
Ouviu também um pote ser aberto.
Rodrigo aproximou do ouvido de Rodney e perguntou-lhe, sussurrando, com sua voz bem grave e masculina:
– Aprontou muito hoje com este rabinho lindo?
Rodney suava.
Pensou em levantar-se, acabar com aquela palhaçada.
Só que Rodney acalentou durante muito tempo desejo pelo Doutor Rodrigo.
Se masturbou pensando em seu vizinho inúmeras vezes.
Havia chegado a oportunidade do destino. Mesmo com o cú em chamas, queria ter o médico dentro de si.
O médico passou uma espécie de gel em torno do ânus de Rodney.
Acariciava com carinho e cuidado. E enfiava o dedo lá dentro lentamente, várias vezes.
Abaixou e respirando no cangote de Rodney, disse:
– Pronto, sua putinha… Agora você vai ficar bem segura e relaxadinha…
Rodrigo massageia mais um pouco, e de repente grita:
– Fábio! Faz o favor!
O rapaz da recepção entra pela porta.
Rodney, envergonhado, tenta levantar-se e sair daquela situação vexatória.
Rodrigo segura Rodney deitado na maca com sua mão forte.
– Calma, amigo! Ninguém aqui vai fazer nada que você não queira… Você quer ir embora? Quer me abandonar, Rodney?
Rodney estranha o tom do médico, mas fica tão excitado com a forma dele falar que volta a posição original, deitado e de costas para o doutor.
– Rodney, fique tranqüilo. Diz o Doutor em seu ouvido. Tudo foi calculado. Todas as pessoas que transaram com você foram cuidadosamente selecionadas. Você está seguro.
– Doutor, e aí, o que você acha? pergunta o surfista da recepção.
– Pode meter Fábio… Rodrigo fala. Em seguida, vira-se para Rodney e diz: – Ele pode meter, não pode?
Rodney faz sim com a cabeça.
Em seguida, Rodrigo afasta as carnes da bunda de Rodney, e grita com Fábio:
– Vai moleque! Vem logo e enche este rabo de carne!
Rodney sente algo muito grosso adentrar em seu rabo.
O médico passara um anestesiante, mas o pau do garoto provavelmente era algo imensurável.
– Tudo bem Rodney? Perguntava o médico, sussurrando carinhosamente em seus ouvidos.
Rodney só sinalizava que sim com a cabeça…
O médico dava um tapa na cabeça do garoto da recepção e gritava:
– Que porra, moleque! Não sabe fazer nada direito não? Tira o pau para eu dar uma olhada…
O garoto se afastou e o médico enfiou os dedos com luvas mais uma vez dentro de Rodney…
– Tá quase no ponto… Vem de novo Fábio, manda ver…
O garoto enfiava sua vara de uma só vez… Tirava e enfiava novamente…
De repente, Fábio perdeu o controle e começa a gozar antes de enfiar…
Ele goza muito.
Foi gala para tudo que é lado. Caiu nas costas de Rodney, sobre a maca no chão e até no rosto de Rodrigo.
Mas Fábio fez questão de dar uma enfiadinha e terminar seu gozo dentro do rabo de Rodney…
Rodney só respirava fundo. Queria chorar. Tinha vergonha de ainda querer tanta penetração depois de tudo que já passara naquele dia.
– Calma, rapaz.
Rodrigo o abraçou e começou a acariciar sua cabeça.
– Nós sabíamos que você queria isso… E tomamos todos os cuidados para que você realizasse este desejo da maneira mais segura possível… Com os homens da nossa sociedade secreta.
– Sociedade secreta?
– Venha, vou limpá-lo, dar um banho em você, e você poderá descobrir toda a verdade sobre sua Tia Rute.
Rodrigo e Fábio seguram Rodney pelos braços e o levantam.
Fábio dá uma risada e diz:
– Tem porra na sua cara, doutor!
Rodrigo passa a mão, tira o esperma com seus dedos e os lambe. Com cara de macho safado.
– Vamos Rodney. Hora de saber toda a verdade…
Continua no último capítulo

A HERANÇA DE RODNEY III

maio 21, 2006

Capítulo III de V
vilser@gmail.comO sol daquele sábado estava vermelho, confortante.
Mas o vento frio aumentava aos poucos. A tarde começava a ficar fria, como sempre costuma ser na montanha.
Rodney chega ao local indicado em torno das três e meia da tarde.
Deixa o carro na rodovia, num local seguro e sobe um pequeno morro para poder chegar ao campo de futebol.
Mal termina de subir o morro, avista o campo de futebol e a cabana, que se encontra do outro lado. Teria que atravessar o campo de futebol improvisado naquela pequena montanha.
Mas o campo de futebol não estava desocupado.
Sete homens jogavam bola naquele local. Era tipicamente uma “pelada”, um jogo improvisado, até por causa do número de jogadores. Alguns jogadores estavam sem camisa, tamanha era a informalidade do jogo.
Rodney pensou em dar a volta pelo campo, para não atrapalhar o jogo.
Mas hesitou.
Pensou consigo: “Quem garante que estes homens são de boa índole?
E se a Tia Rute escondeu muito dinheiro neste casebre? Barras de ouro, por exemplo…
Se um deles me vir saindo com algo, eles podem tentar me atacar… E eles são muitos…”
Rodney agachou-se na relva do morro e resolveu pensar em como resolver aquele problema.
Não conseguia decidir o que era melhor fazer.
Provisoriamente, fingiria que assistia ao jogo para não dar bandeira.
Quem sabe, quando o jogo acabasse, a barra ficaria limpa para entrar na casinha abandonada.
Depois de algum tempo, um dos jogadores percebeu que estava sendo observado. Cochichou algo no ouvido de outro, e ambos olharam para Rodney, de longe.
E um deles, um rapaz branco, forte, boca carnuda e de cabelos castanhos, curtos e espetados, aproximou-se de onde Rodney estava.
Rodney levantou-se, pensou em ir embora…
Posicionou-se de modo a poder voltar ao seu carro caso fosse necessário.
Mas o rapaz que se aproximava tinha uma fisionomia simpática. De longe, deu um sorriso bem confortante e masculino, escancarou seus dentes perfeitos e sinalizou com as mãos para que Rodney esperasse.
Com tanta simpatia e beleza, o rapaz não poderia ter más intenções.
Mas Rodney preferiu manter distância. E aguardou o rapaz aproximar-se e dizer o que pretendia.
– Opa! E aí cara, tudo beleza? Perguntou o rapaz, um pouco menor que Rodney, e de belos e brilhantes olhos castanhos bem claros.
– Tudo. Rodney respondeu com certa frieza, mas sem ser indelicado.
– Seguinte, a gente reparou que você tá meio de bobeira, e resolveu perguntar se você não gostaria de participar do jogo.
Rodney riu.
– Desculpa cara, não posso jogar com esta roupa. Mas agradeço ao convite.
– Que é isso, meu! Roupa não é problema, a gente arranja uma pra você. Dá pra sacar que você tá a fim de entrar no jogo.
O convite era estranho. Mas era melhor participar do que bancar o difícil.
Como ele explicaria ficar ali agachado e assistindo aqueles homens fortes e suados correndo atrás de bola?
Beleza, cara. Eu topo. Respondeu Rodney, que ao menos teria o que fazer até aquele povo abandonar o campo.
Valeu, vambora! Disse o jogador, seguindo em direção do casebre.
Os outros rapazes não continuaram o jogo.
Permaneceram ali no meio do campo, parados, conversando. Aguardando o retorno do companheiro.
Quando o rapaz e Rodney passaram, os jogadores ficaram observando.
Cumprimentaram Rodney com a cabeça e com sorrisos.
Rodney cumprimentou-os, mas estranhou.
Todos os homens eram fortes e bonitos. Nenhum tinha cara de maloqueiro ou destes caras que se costuma ver em várzea jogando.
Todos eles eram bronzeados, de dentes perfeitos, pareciam mauricinhos de classe média.
Ao ver aqueles belos rostos e corpos suados, Rodney teve um estalo, caiu em si.
Desde que chegou naquela cidade, todos os homens comeram seu rabo, sem exceção.
Naquele instante, seu coração disparou.
Aquele papo de jogo era lorota.
Com certeza todos aqueles belos jogadores de futebol estavam envolvidos na trama que havia naquela cidade.
E todos o comeriam.
Apavorou-se com a idéia de ter que levar rola de tanto homem ao mesmo tempo…
E pelo volume da calça deles, a tarefa não seria fácil.
Naquele mesmo instante falou:
– Puta merda, cara! Esqueci um negócio no carro. Vou ter que ir buscar agora.
Um jogador que estava próximo da conversa, o mais alto e forte de todos, com suas pernas cheias de veias, e coxas grossas como tronco de árvore, aproximou-se de Rodney. Passou sua mão atrás de suas costas e apoiou a mão em seu ombro, dizendo:
– Que é isso, amigo! Não é nada que você não possa pegar depois não é mesmo?
E segurando Rodney pelo ombro, conduziu-o em direção ao casebre.
Era tarde.
Não havia como Rodney escapar.
Mais uma vez serviria de escravo sexual para homens imensos e sedentos de sexo selvagem.
Os três entraram no casebre, e em seguida, os demais jogadores também entraram.
O rapaz que convidara Rodney para o jogo, alertou-o:
Amigo, ninguém aqui quer te fazer mal. A gente só quer se divertir um pouquinho! tamanho sorriso e serenidade assustavam. – Você topa colaborar com a gente, ou vai ter que ser na marra?
– Olha, galera. Pelo menos eu queria pedir que vocês usassem camisinha… Rodney suplicou, ainda assustado, e de voz baixa.
– Seguinte cara, a gente é limpinho… Pode ter certeza de uma coisa: nada do que aconteceu, ou possa acontecer com você hoje, vai te fazer mal.
– E quem garante a vocês que eu não tenho doença alguma? Arriscou Rodney, numa tentativa de obrigá-los a usar camisinha.
O mais alto e forte aproximou-se bem, e sussurrou, falando com a língua roçando a orelha de Rodney:
– Cara, a gente te conhece muito mais do que você imagina.
Mal terminou de falar, segurou Rodney pelos cabelos e desceu sua cabeça até seu peito cabeludo.
A barba de Rodney, sempre rala, arranhava o peito do forte jogador de futebol.
Rodney sentia o calor daquele peito encharcado de suor. O líquido espalhava-se em seu rosto.
Sem que pudesse compreender com exatidão o que estava acontecendo, Rodney sente várias mãos grandes e fortes percorrerem seu corpo.
O grandão descia a cabeça de Rodney mais um pouco, em direção ao seu umbigo. Enquanto isso, alguém, que Rodney não conseguia ver, puxava sua cintura, empinando sua bunda para que ficasse bem posicionada para uma dominação total.
Muitas mãos o envolviam, algumas abriam seu cinto, outras desabotoavam sua camisa.
Rodney tremia de medo, e de tesão.
Ter seu corpo percorrido pelas mãos de vários homens o deixava maluco, era uma sensação que nunca imaginava poder sentir.
Aos poucos aquelas mãos famintas por seu corpo conseguiram despi-lo completamente.
O cheiro de homem e de sexo no ar era forte.
Todos estavam muito suados.
Mas como nitidamente todos cuidavam bem de sua aparência e de seus cheiros, o aroma não era de todo ruim. O cheiro no ambiente, era forte, de homens suados e sedentos por sexo. Mas não um cheiro de homens fedidos, e sim de homens perfumados cujo perfume começava a se misturar levemente com suor.
Rodney decidiu entregar-se àquela sensação.
As mãos enormes e fortes percorriam seu corpo tateando cada parte de suas pernas, braços, peito, e principalmente, a bunda. Seu pau ficou duro feito pedra.
Não demorou muito, e a mão do grandalhão empurrou a cabeça de Rodney ainda mais para baixo. E uma tora enorme saiu por debaixo da bermuda de futebol, que o grandão tirou de lado.
A boca de Rodney mal podia comportar um pau tão grande.
Mas ele fez questão de tentar engolir tudo.
Naquele instante, várias línguas começaram a explorar o corpo de Rodney ao mesmo tempo. Alguns caras arriscavam pequenas mordidas.
O prazer era tanto, que Rodney tremia a ponto de mal conseguir ficar em pé. Para resolver isto, o grandão abaixou até ajoelhar-se no chão, e deitaram Rodney sobre um monte de roupas. Estas roupas eram dos jogadores, que as usavam antes de vestir os trajes de jogadores de futebol.
O grandão virou Rodney de costas para o chão. Ele conseguia observar a cara de cada um dos jogadores que estavam naquela sala: um mais lindo que o outro, um mais forte que o outro. Dois levantaram as pernas do rapaz, colocando-as cada uma sobre seu próprio ombro. Expondo a bunda de Rodney para quem quisesse invadi-la.
Enquanto três bocas beijavam e lambiam o peito e barriga de Rodney, dois mordiam e lambiam suas pernas brancas, fortes e peludas; o grandão mantinha seu pau sobre o rosto de Rodney e um dos rapazes resolveu que era hora de invadir o rabo dele.
O rapaz, o mesmo que fora chamar Rodney para participar do jogo, preparou bem o orifício de Rodney com a língua e o dedo.
Rodney fazia caretas de dor… Seu cu fora arrombado duas vezes naquele mesmo dia, pelo policial e pelo mecânico. Mas nada poderia ser comparado à voracidade e o desejo daqueles sete jogadores de futebol…
E sem muita cerimônia, resolveu meter seu pau dentro do rabo de nosso amigo.
O pau tinha quase o mesmo tamanho do pau do mecânico e do policial. Mas o estado das pregas arrombadas, que tentavam se recompor, fazia com que o pau deste jogador fosse o que proporcionasse mais dor ao rabo de Rodney…
Mas o tesão, o medo e o prazer eram tão grandes, que Rodney recepcionava aquele pau com muita boa vontade…
O cara meteu com gosto e força… Socou com vontade. Até gozar…
Depois, tirou imediatamente. Rodney sentia até a porra escorrer pela sua bunda e atingir as costas.
Logo em seguida, o rapaz troca de lugar com o outro que segurava uma das pernas de Rodney, e este começa a meter no rabo. E repete os mesmos atos de seu antecessor:
Mete com gosto e força… E soca com vontade. Até gozar…
Todos fazem o mesmo, revezando as posições. E todos metem e gozam no rabo de Rodney.
Num certo momento, seu rabo já estava habituado. Já não sentia mais as penetrações e só sentia que os caras estavam gozando pelos gritos deles… Nem conseguia mais sentir os pintos latejarem dentro de seu cu como no começo daquela putaria… Estava bem laceado.
Até que chegou a vez do grandão com seus 21cm de um pinto bem grosso…
O cuzinho de Rodney já não oferecia resistência… Mas mesmo assim a grossura daquele pau era algo incomum. Não tinha como passar desapercebido.
Rodney sentiu cada contorno daquele pau imenso, seu ânus conseguia distinguir a cabeça e cada veia que ultrapassava seu anel.
Sem dó nem piedade, o grandão atolou todo seu descomunal membro dentro de Rodney, e em seguida começou a se movimentar dentro dele.
Rodney urrava de desconforto.
Já sentira vontade de ser fodido daquela forma muitas vezes nos últimos dias, mas nunca imaginou que algo tão grande um dia passasse por seu buraquinho…
Preocupado em amenizar o sofrimento de sua vítima para que pudesse ter mais prazer em foder alguém, o grandão mandou que um dos jogadores ali presentes chupassem o pau de Rodney.
Um rapaz de lábios finos e bem desenhados, que usava um cavanhaque bem ralo, caiu de boca no pau de Rodney. Rodney estava tão maluco de tesão que gozou litros de esperma em poucos segundos de chupada.
E seu cu, revigorado pelos espasmos do gozo, apertou fortemente a tora do enorme jogador que o comia. Que gozou loucamente.
Após gozarem, Rodney perguntou de onde os jogadores eram e porque fizeram isto com ele.
O belo rapaz de cavanhaque ralo disse:
– Ah meu amigo. Isto é por sua conta! Se vira! Ninguém aqui está autorizado a lhe dizer nada.
Pediram para que Rodney se levantasse.
Eles recolheram as roupas que estavam embaixo de Rodney. Vestiram-nas gozadas do jeito que estavam. Embora sujas de porra, percebia-se nitidamente que eram roupas caras, de acabamento perfeito, muito provavelmente importadas.
Cada um vestiu-se e saiu da casa com a roupa amassada e gozada mesmo.
Rodney observou-os e acompanhou-os com os olhos até o momento em que cada um entrou dentro de seu próprio carro importado.
Despediram-se com sorrisos e acenos com o polegar.
Mas não pronunciaram uma só palavra.
Rodney estava confuso.
Porque aqueles rapazes tão bonitos e nitidamente ricos saíram com as roupas sujas e amassadas? E por que cargas d’água o comeram? Qual seria o interesse de tantos homens fortes, másculos, bonitos e ricos na sua pessoa? No seu corpo?
Aquilo era muita loucura… Não fosse a imensa dor que sentia em seu ânus, jamais acreditaria que aquilo acontecera realmente.
Rodney voltou ao seu carro e pegou a pedra.
Voltou ao casebre e com a pedra abriu a fenda que escondia um pequeno porão.
Lá dentro havia uma pequena caixa.
Dentro dela, muitos e muitos dólares, em notas de cem.
Havia mais de cem mil em dinheiro vivo, aproximadamente.
E mais um bilhete:
“Espero que esteja satisfeito.
Empenhei-me em trazer a felicidade a você meu sobrinho.
Mas se ainda precisar de mais, sabe que pode contar com o Doutor Rodrigo, seu vizinho.
Um grande beijo.
Tia Rute.”
“O Doutor Rodrigo?” pensou Rodney. “O que poderia ter o Doutor Rodrigo, um homem muito boa pinta, lindo mesmo, bem sucedido e muito bem casado a ver com aquela história toda? Com todo aquele dinheiro, com aquela trepação danada e com a Tia Rute?”
Rodney entrou em seu carro e dirigiu a toda para São Paulo.
Queria descobrir o que o Doutor Rodrigo tinha a ver com este mistério.
Continua…

A HERANÇA DE RODNEY II

maio 7, 2006

Capítulo II de V
Rodney entra na casa.
Uma casa imensa, bem cuidada, limpa e luxuosa.
Não parecia estar vazia há muito tempo. Não havia pó em cima dos móveis.
Um professor de academia de periferia jamais teria tanto dinheiro para pagar algo como aquilo. Mesmo um aluguel de apenas um final de semana.
Rodney decepcionou-se.
Seu cu ainda estava latejando por causa da trepada com os policiais… Mas ele ainda tinha alguma esperança de perder as pregas que restaram com o Everton, o professor da academia.
Subiu as escadas acarpetadas da mansão. A imensidão e o silêncio o incomodavam. Tinha a impressão de que ele estava sendo observado.
Não demorou muito para localizar o quarto com o baú. Todas as portas estavam abertas e a casa era muito bem iluminada.
O baú não era muito grande, mas por ser de madeira antiga, era muito pesado.
Seguindo as instruções dadas por sua tia, Rodney utiliza a chave que veio no pacote para abri-lo.
Abriu fácil.
Era uma fechadura estranha… Muito moderna para um Baú aparentemente tão antigo. Principalmente por ter uma chave com base feita em plástico…
Rodney levanta a pesada tampa com certa dificuldade. Malhara muito o braço na academia, mas ainda assim, o peso o surpreendeu…
Dentro do baú havia uma maleta, e encima desta, uma pedra.
A pedra era lisa e transparente como uma gema, assemelhava-se a um grande sabonete transparente. Em sua lateral havia um corte estranho, deixando a pedra parecida com uma peça de quebra-cabeças.
Na maleta que estava embaixo da pedra, havia mil dólares em dinheiro vivo e mais um bilhete:
“Querido sobrinho.
Espero que este dinheiro lhe sirva para algumas despesas que possa ter nesta cidade.
Mas espero que entenda que eu não poderia deixar todo meu dinheiro nesta casa, alguém poderia invadi-la e encontrar minha fortuna.
Deixei dentro deste baú apenas o suficiente para não despertar suspeitas…
Esta pedra deve ser levada até um campo de futebol de várzea que existe na colina da vila.
Veja o mapa abaixo.
Lá, existe uma cabana.
Nesta cabana, há uma abertura no chão, onde esta pedra pode ser encaixada, funcionando como uma chave.
Lá você encontrará mais uma quantia em dinheiro.
Tia Rute.”
Rodney ficou furioso.
“Caralho, com tanta gente com dinheiro neste mundo eu tinha que ter uma tia maluca!” Pensou. “Ela não podia deixar dinheiro aqui para não ser roubada, mas deixou esta pedra com as instruções, qualquer um poderia chegar e achar a pedra e as instruções.”
Apesar de estar com o rabo dolorido e latejando, Rodney preferiu não esperar mais.
Seguiria as instruções da tia maluca imediatamente, antes que mais alguém encontrasse a tal cabana…
Rodney saiu da casa. Entrou em seu carro. Colocou a chave na ignição do carro. Girou a chave.
Mas o carro não ligou.
Insistiu várias vezes. Nada.
Louco da vida, saiu xingando. O carro estava perfeito até poucos minutos atrás. O que acontecera de errado?
Abriu o capô, olhou, e olhou. Não encontrou nada de errado…
Não havia outro jeito.
Resolveu chamar um mecânico.
Por sorte, lembrou-se de um que havia na estrada. Após vinte minutos andando, chegou ao local.
Era uma oficina suja, simples e comum.
Lá havia um mecânico moreno, de pele cor de jambo. Corpo muito forte. Aparentava no máximo uns vinte e cinco anos. Tinha cabelos negros bem lisos e escorridos que quase lhe cobriam os olhos esverdeados, uma feição meio árabe, meio espanhol. Usava um cavanhaque que deixava sua boca fina e bem desenhada com aspecto rústico. Estava sentado sobre um balcão de madeira, nitidamente não tinha nada para fazer…
– Com licença, amigo. Disse Rodney, esboçando um sorriso. Estou tendo um problema com meu carro, você poderia dar uma olhada?
– Claro meu irmão? Onde é que tá o carango? O mecânico respondia seco, sem sorrir. Era nitidamente grosso.
– Ali na vila de Oca do Sul.
Longe, hein? fez cara de quem diz:”Que merda!”. Mexeu em algumas gavetas imundas, sem olhar para o cliente, e depois disse:- Beleza, aqui tá meio parado, mesmo!
O mecânico saiu da oficina. Rodney o seguiu.
Então o mecânico fechou a porta corrediça da oficina, pendurou uma placa com letras tortas onde estava escrito: VOLTO LOGO, com o “G” do lado contrário…
Entraram dentro do carro do mecânico: um Fusca velho e apertado, que parecia andar por milagre.
Seguiram em direção da mansão. O mecânico não falava nada, de vez em quando passava o nariz na jaqueta velha, limpando-o.
O homem parecia um diamante bruto. Seco, grosso, mas um corpo forte e um rosto muito atraente.
Chegaram na casa.
O mecânico saiu do Fusca levando as suas ferramentas. Levantou o capô do carro do Rodney e ficou olhando. De vez em quando, afrouxava e conectava novamente cada cabo com sua mão imensa, dedos grossos e unhas sujas.
Rodney observava, queria entender o que estava errado em seu carro.
Até que num determinado momento, o mecânico perguntou, com sorriso na voz, mas não nos lábios:
– Ô amigo! Tem jeito de me arrumar um gole de água?
Rodney pensou que poderia ser um golpe qualquer… Provavelmente o mecânico arrumaria algo e estragaria outro…
Mas recusar um copo de água é crueldade demais.
– Beleza. Falou Rodney, quase resmungando. E seguiu em direção da cozinha.
Mas Rodney não conhecia bem a casa.
E levou uns bons minutos, para encontrar copos naquela cozinha tão grande, cheia de detalhes e peças desnecessárias.
Curiosamente, os copos estavam guardados em um armário na parte inferior, num local de difícil acesso. Rodney teve que se esticar, e ficar numa posição muito complicada para alcançar alguns.
– E aí amigo? Ta difícil o copo de água? Falou o mecânico, que apareceu do nada, e enfiou um pano no rosto de Rodney. O pano estava embebido em algum líquido dopante, e quase imediatamente, Rodney desmaiou.
Acordou algum tempo depois, estava amarrado a uma cadeira que era bem fixada ao chão.
O mecânico estava à sua frente, como se esperasse o momento em que Rodney acordasse.
– O que quer de mim? Perguntou Rodney. Estava mais apreensivo do que jamais esteve. Não dissera a ninguém que estava naquela casa, e agora, estava à mercê de um mecânico estúpido e grosso, talvez um bandido.
– Relaxa amigo! Seu carro está tinindo. Só quero o pagamento pelo meu serviço.
– Cara, quanto você quer? Eu te arranjo! Eu pago! falou Rodney num momento de desespero.
Eu não quero dinheiro. Quero comer seu rabo! O mecânico falou, quase gritando. Num tom mais estúpido que o normal. E acho bom você colaborar! Ou vai ficar preso aí até que um dia alguém ouça seus gritos de dentro desta casa.
Rodney ficou mais branco do que costumava ser. Seria sodomizado novamente, e mais uma vez, à força. Seu pau ficou duro imediatamente. E odiou a si mesmo por causa disto.
O mecânico vestia macacão cinza e estava de meias. Por isso, Rodney não ouvira seus passos quando ele se aproximou.
O mecânico não fez cerimônia alguma, nem falou mais nada: Abriu a barguia e liberou seu pauzão moreno que latejava e babava. Agarrou os cabelos encaracolados de Rodney com suas grandes mãos sujas e posicionou a cabeça dele em direção ao seu pau.
– Abre a boca!
Rodney o obedeceu.
– Abre bem, desgraçado!
Rodney tentou.
O mecânico posicionou seu pau entre os lábios de Rodney, enfiou e tirou de uma vez, e foi repetindo e aumentando a velocidade. Metia na boca de Rodney como se mete numa buceta.
Socou, socou e Rodney com as mãos presas não podia fazer nada. Mas apesar do medo, sua vontade era de se masturbar, seu pau estava duro como pedra.
Rodney tentava tirar a cabeça, pois, às vezes lhe faltava fôlego.
Mas o mecânico não permitia. Segurava firme os cabelos de Rodney e mandava ver.
Num determinado momento, segurou a cabeça de Rodney pelo cabelo com uma mão e apertou seu pau com a outra, de modo a mirar na direção da garganta de Rodney, e gozou muito leite, que escorria pela garganta de Rodney, que não estando acostumado, engasgou e tentou cuspir um pouco.
Ainda assim, o rosto de Rodney estava melado de porra.
O mecânico espalhou esta porra pelo rosto de Rodney com suas mãos sujas.
Rodney suspirou internamente: “Agora que o cara gozou, ele vai me deixar em paz”.
Mas o pau do mecânico ainda estava lá, duro e melado.
E o mecânico abriu o cinto e o zíper da calça social de Rodney e em seguida, puxou-a para baixo, deixando o rapaz de cuecas, meias e sapatos.
Em seguida, levantou uma das grossas pernas de Rodney e enfiou a mão por debaixo da cueca. E enfiou o dedo no cuzinho do prisioneiro.
– Hum… Este rabinho vai levar fumo. E vai ser agora!
Rodney estava impressionado com o pau do mecânico que não diminuía de tamanho.
– Eu vou te soltar, panaca! Mas se tentar alguma gracinha, meus amigos policiais te catam… Você sabe do que estou falando.
Rodney gelou.
Provavelmente todos por ali estavam envolvidos naquela putaria.
Todos estavam empenhados em comer seu cu.
O mecânico o soltou e mandou que ele sentasse em cima da pia.
Rodney tirou sua cueca, colocou-a em cima da pia e sentou-se sobre ela.
O mecânico tirou toda a roupa e ficou somente de meias sujas.
Sem falar nada, levantou as pernas de Rodney. Apoio-a sobre seus ombros, expondo aquele belo rabão levemente peludo. O mecânico segurou seu pau e foi forçando-o dentro de Rodney.
Aquela baba que sempre saía, foi molhando o cuzinho da vítima.
E, mais grosso que o calibre dos policiais, o pau do mecânico invadiu as entranhas de Rodney, rasgando-o.
O mecânico nada falava.
Só metia e apertava o corpo de Rodney com suas mãos.
Socava e apertava. Apalpava e socava.
Rodney fazia cara feia. Mas estava gostando.
De repente, o mecânico agarra bem a cintura de Rodney e o faz rebolar.
Dá uns urros de prazer, e logo enche o rabo de sua vítima com mais gala.
O mecânico tira seu pau de dentro de Rodney e veste seu macacão, sem limpar nada.
Sai da cozinha, sem pronunciar uma só palavra.
Rodney levanta-se rapidamente, sente seu rabo latejar de dor e prazer.
Veste-se rapidamente e segue o mecânico.
O cara nem olha para trás.
O mecânico entra dentro do Fusca, acende um cigarro. Com cara de irritado, cospe no chão, faz sinal de positivo com o polegar, e pela primeira vez, esboça um sorriso.
– Aí, colega! Seu carango já ta beleza! Pode cair fora se quiser!
Rodney fica ali, na porta da mansão, estarrecido e apreensivo.
Entra dentro do carro, vira a chave e o carro realmente funciona como se nada tivesse acontecido.
Tudo naquela cidade estava muito estranho: ali só havia homem musculoso e fodedor de macho?
Nas casas ao lado parecia não morar ninguém, e pelo visto, depois dos policiais e do mecânico, provavelmente em breve alguém apareceria ali e o foderia novamente…
A idéia até o agradou.
Mas teve medo de pegar alguma doença. Embora fosse tarde para ter medo disso, já que fora inundado de porra de tudo quanto é jeito.
Mas já que não tinha mais nada a perder, e já eram umas três da tarde, seguiu em direção do campo de futebol para pegar o dinheiro escondido na cabana, antes que ficasse muito tarde.
Continua…
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OBS: Gostarámos e muito de saber sua opinião sobre a série A HERANÇA DE RODNEY. Para isso precisamos saber sua opinião. Por Favor Comente…

A HERANÇA DE RODNEY

abril 28, 2006

Capítulo I de V
Rodney trabalha num estressante escritório de contabilidade.
E seu chefe, para ajudar, não vai muito com a cara dele, passa o dia inteiro pegando no seu pé.
A vida de Rodney é pura rotina.
Todo dia, assim que sai do trabalho, Rodney vai à academia. Quase se mata nos aparelhos para descontar a raiva que passou durante o expediente.
E assim que chega em casa, ele corre para o computador e vai conferir seus e-mails, esperando que um dos currículos que sempre envia para outras empresas seja respondido e o tire do inferno que é o escritório onde trabalha.
Para completar essa rotina, Rodney namora uma garota chamada Ritinha.
Ele tem muito carinho por ela, inclusive planeja tornar-se seu noivo em breve.
Tudo seguia neste ritmo tedioso.
Até que, certa vez, recebeu em seu e-mail fotos de sexo entre homens.
Eram fotos onde havia um clima de dominação muito forte entre machos.
Não era um sexo necessariamente violento, mas percebia-se pelas posições e fisionomias um clima de dominação muito forte.
A princípio ele ficou enojado e revoltado.
Mas não apagou o e-mail.
Alguns dias depois, ele resolveu olhar novamente o e-mail que recebeu.
Desde este dia, ao menos uma vez por dia, nem que fosse por alguns segundos, Rodney abria aquele e-mail e observava aquelas fotos.
Aquilo o assustava, não quis aceitar a princípio, mas estava fascinado pelas fotos.
Até que Rodney não conseguiu evitar dar um passo a mais:
Algumas semanas depois, clicou no link do e-mail que dava acesso a um site que continha muito mais fotos como aquelas.
E, aos poucos, habituou-se a visitar aquele site muitas vezes por semana, já que o mesmo era gratuito e atualizado diariamente.
A cada dia que passava, ficava mais excitado com aquelas fotos.
Sua relutância em gostar daquilo era tanta, que por muito tempo tentou resistir à vontade de se masturbar. Ele temia o óbvio, sentia uma atração doentia por aqueles homens e pelo modo como faziam sexo.
Seu conceito de homossexualidade era de homens frágeis e delicados.
Até aquele e-mail com fotos de sexo, sempre conseguiu enganar a si mesmo.
Achava que a atração que sentia por outros homens era superficial e passageira. Que era confusão da sua cabeça.
Aquelas fotos tornaram-se o verdadeiro refúgio para o estresse de Rodney.
Para ver aquelas fotos todos os dias, Rodney começou a ir menos à academia.
Na maior parte da semana, ia para casa, lia seus e-mails e em seguida, via novamente as fotos do site.
Até que seu instrutor da academia estranhou a diminuição da freqüência do aluno, e resolveu lhe perguntar:
– E aí Rodney, beleza? Desculpa me intrometer, mas você tá com algum problema pessoal? Você tá vindo menos nas aulas, meu! Justo agora que já tava pegando uma musculatura bem mais definida.
Rodney ficou encabulado.
Obviamente não ia dizer a verdade, que estava gostando mais de ir para casa e bater altas punhetas para os machos de seu site favorito, do que de se acabar naquela academia para agradar a mulherada.
Inventou uma desculpa:
– Ih Everton! O lance lá no serviço tá foda! Meu chefe tá pegando muito no meu pé… Já te falei dele…
– E nenhuma outra empresa te chamou ainda?
– Pior que não.
– É amigo, o mercado tá foda! Se pelo menos você estivesse num lugar que gosta…
– É, o melhor é trabalhar do que se gosta. Ou ainda, o melhor é nem trabalhar. Mas pra isso eu não dou sorte: não ganho aposta, não ganho na loteria e acho que nem tenho parente rico pra receber herança nenhuma…
– Ah, ah, ah! É verdade…
– Se pelo menos eu ganhasse bem… Te juro, cara! Eu toparia qualquer coisa pra sair daquele lugar. Contanto que pelo menos eu ganhasse mais… Eh, eh…
– Toparia qualquer coisa é? Falou Everton, o instrutor de academia, com um sorrisinho safado nos lábios, olhando fixamente para Rodney e erguendo um pouco a sobrancelha.
Rodney notou o sorriso malicioso de Everton.
E aquilo lhe deu um frio no estômago.
Rodney quase teve uma ereção com aquela indireta e aquela olhada.
Mas o medo era muito grande. Se o enorme professor resolvesse encrencar com ele, estaria frito.
Everton era o melhor exemplo de “bad boy”: Branco, 1,87 de altura, cabelos pretos curtíssimos, muito forte e musculoso, mãos e pés enormes, olhos bem negros, e pequenas cicatrizes no rosto.
E Rodney era o típico mauricinho: 1,78 metro de altura, corpo bem definido, sem barriga, pernas grossas, mas não era muito musculoso. Tinha a pele bem clarinha, cabelos pretos sempre com gel e espetados, barba sempre rasa, nunca feita nem grande demais, belos olhos castanhos claros, cílios fartos. O rosto de Rodney era impecavelmente belo: bem desenhado, sem uma única falha na pele, uma espinha, nada…
Rodney sempre admirou muito o corpo do instrutor Everton.
Mas achava que era somente admiração. Descobriu naquele olhar, que era desejo.
Mesmo com muito medo da reação de Everton, preferiu arriscar: se Everton resolvesse partir pra covardia, diria que era brincadeira…
– Pois é… Toparia qualquer coisa!
Mas Everton não deu em cima dele, nem quis quebrar a cara de Rodney, disse somente:
– É rapaz, cuidado com seus desejos, eles podem se realizar.
Everton deu mais uma risada safada e se afastou, voltando aos seus afazeres.
Rodney estava feliz e frustrado ao mesmo tempo.
Pensou que talvez o instrutor fosse lhe propor algo, mesmo que por brincadeira.
Mas Rodney achou que foi melhor do que acharem que ele era gay…
Voltou para casa naquele dia, e pela primeira vez, masturbou-se pensando em um homem conhecido, sem receio. A olhada do professor preenchia sua imaginação.
Dois dias depois, numa sexta-feira, voltou à academia.
O professor, embora muito atencioso, não olhou para Rodney como fizera no outro dia. Nem nenhum tipo de brincadeira. Nada.
Rodney foi pra casa frustrado.
Entrou em seu prédio, subiu o elevador, e quando chegou ao seu corredor, o vizinho da frente, um médico chamado Rodrigo, estava saindo para trabalhar.
Rodney cumprimentou-o com um sorriso e com a cabeça.
Assim que terminou de trancar a porta de seu apartamento, Doutor Rodrigo virou-se para Rodney e falou:
– Rodney! Chegou um pacote para você, hoje à tarde. Como era um Sedex, e eu estava na portaria, assinei o recibo para você.
– Mas o porteiro não mencionou nada…- estranhou o rapaz.
– Deve ter esquecido.
Assim que terminou de falar, Doutor Rodrigo o cumprimentou e seguiu seu caminho para mais um plantão no hospital.
O Doutor Rodrigo, para ajudar a confundir nosso amigo, também era um homem atraente: Alto (1,84m), aproximadamente 35 anos, muito bem conservado, levemente calvo, cabelos louros curtíssimos, olhos verdes, braços fortes e peludos, corpo impecável e cara de safado. E como todo homem bonito, interessante, másculo e inteligente, era casado.
Rodney ficou observando enquanto o doutor se afastava. Aquela bunda perfeita se afastando num gingado másculo… “Se eu pudesse… Eu faria com um homem destes tudo o que aqueles caras das fotos fazem”, pensou.
Rodney correu para o apartamento e ligou o computador. Queria se masturbar pensando na bunda do Doutor Rodrigo.
Enquanto o aparelho não ligava, resolveu abrir o pacote do Sedex.
Dentro do pacote havia uma chave. Era uma chave grande, com base feita de plástico.
Também havia uma carta, com um mapa, que dizia:
“Querido sobrinho Rodney.
Após muitos anos consegui ter notícias suas.
Mas, infelizmente, notícias sobre você chegaram até mim tarde demais.
Talvez eu não mais esteja viva quando esta chegar às suas mãos.
Mas para amenizar minha ausência, venho lhe dizer que é com muita felicidade que deixo uma herança para você e seus irmãos.
Esta chave abrirá a porta da minha casa na vila de Oca do Sul, perto da cidade de Campos do Jordão. Siga o mapa, não há como errar.
Dentro da casa, há um baú, que se encontra no maior quarto do segundo andar. Lá, você encontrará sua herança.
Tia Ruth.”
Rodney nunca ouvira falar em nenhuma tia Ruth…
Imediatamente lembrou-se da conversa que teve com seu instrutor de academia, Everton.
Chegou a pensar que era uma espécie de gozação do professor.
“Será que Everton me faria ir até uma casa tão longe, só para zoar com a minha cara?”.
Mas concluiu que não tinha nada a perder…
Imaginou que se fosse um trote de Everton, havia a possibilidade do professor ter arranjado um lugar afastado só para dar uma trepada com ele.
Era a realização de um sonho que mantinha guardado em segredo de tudo e de todos. Inclusive de si mesmo: Transar com um homem.
E não seria qualquer homem, seria um professor de academia másculo e gostoso, e num lugar bem afastado pra ninguém desconfiar…
Iria ser um final de semana inesquecível.
Rodney ligou para Ritinha e avisou que iria num velório de um parente distante.
A menina até propôs acompanhar o namorado, mas Rodney, acreditando realmente ser uma oportunidade de transar com Everton, recusou-se a levá-la.
Alegou que precisaria levar muitos parentes em seu carro. Mas voltaria em breve para os braços de sua namorada.
Ritinha não questionou nada.
No sábado, bem cedo, Rodney partiu em seu carro, sozinho. Rumo a Campos do Jordão.
Perto de Campos do Jordão, conforme o mapa, havia um desvio que o levaria à vila de Oca do Sul.
Seguiu por aquela estrada mais alguns quilômetros, quando um carro da polícia militar rodoviária aproximou-se. Os policiais deram sinal para que ele parasse.
Rodney assustou-se.
Não estava fora dos limites de velocidade, nem andava com nenhuma parte do carro que estivesse sem revisão.
Que diabos os policiais queriam com ele?
Rodney parou o carro.
Os policiais desembarcaram de seu veículo.
Eram dois homens muito fortes e relativamente novos, no máximo 25 anos cada um.
Um era moreno, cabelos pretos encaracolados, braços fortes e peludos, rosto com traços de italiano, queixo largo, bem bronzeado. Usava óculos escuros.
O outro era loiro, olhos bem claros, cabelos finos e espetados. Cara de safado, braços fortes sem pêlos, também bem bronzeado. Parecia surfista.
Rodney estava apreensivo. Ficou com medo de ser alguma extorsão.
– Aí cidadão, retire-se do veículo, por favor. – Falou o moreno, calmo, mas em tom de ordem.
Rodney abriu a porta e saiu do carro, quase tremendo.
Conseguiu fingir certa tranqüilidade. Quase suando, mas conseguiu.
– Apóie suas mãos no carro. Continuou o moreno.
– Olha amigo. Eu não tenho nada comigo. Falou Rodney, puxando os bolsos de sua calça social para fora, temendo que os policiais pretendessem incriminá-lo colocando drogas em seus bolsos.
– Escuta aqui rapaz! Vai colaborar ou não? Perguntou o loiro, falando com uma voz bem mais agressiva e autoritária, encostando o cacetete no ombro de Rodney.
Rodney gelou.
Escolheu não forçar a barra, melhor sair vivo e incriminado a brigar com policiais armados.
Ele apoiou-se no carro.
O moreno começou a revistá-lo.
Apalpava firmemente as pernas de Rodney com suas mãos fortes e grossas. Bem devagar. Apertava muito cada parte da perna.
Rodney estranhou.
O policial o apertava tanto que parecia massageá-lo, não parecia procurar algo.
As mãos do moreno percorriam suas pernas, e subindo, chegaram à altura das grossas coxas de Rodney.
As mãos subiram mais um pouco e o policial começou a apalpar a bunda de Rodney. Com muita força e vontade. A calça social ajudou a sentir melhor cada pegada daquela imensa mão.
Aquele soldado era muito autoritário, forte e bonito.
Rodney sentiu-se como em uma das fotos que via na internet.
Tentando disfarçar, mas suando frio, começou a ter uma ereção.
De repente, o policial loiro puxou Rodney pelo ombro e virou-o de frente, bruscamente. Por causa da calça social de tecido mole, a ereção de Rodney ficou exposta.
O rosto de Rodney corou, ficou quente e vermelho.
O loiro riu.
– Rá! O viadinho tá gostando da bulinação! Falou em tom de satisfação.
O moreno e o loiro empurraram Rodney para o meio do mato, empurrando-o.
Rodney ficou branco. Tinha medo de ser assassinado.
O moreno disse:
– Aí cidadão! Relaxa que não vai acontecer nada demais. Se você colaborar, sai daqui de boa!
Rodney só acenou que sim com a cabeça.
Seguiram para o mato, até uma árvore de onde podia se ver ao longe.
Não havia ninguém por perto.
O moreno ordenou:
– Abaixa as calças e apóia aí nesta árvore! Colabora, que vai dar tudo certo!
Rodney sabia o que ia rolar.
Mas não se sentiu muito confortável com aquilo.
Gostava de ver as fotos com sexo e dominação. Mas tinha muito medo de não sair vivo dali.
Mas o que não tem remédio, remediado está… Posicionou-se e, de bunda desnuda, empinou-a, oferecendo aos policiais.
O loiro aproximou-se, posicionou-se ao lado de Rodney, e com suas mãos, abriu bem as polpas da bunda levemente peludinha dele, oferecendo-a ao moreno.
O moreno tirou sua pica grossa pelo orifício da calça e começou a esfregá-la no orifício de Rodney.
O loiro escarrava e cuspia. O moreno deslizava a cabeçorra do pau, para cima e para baixo, deixando o cuzinho de Rodney bem molhado e receptivo.
Aquilo continuou por mais algum tempo.
O coração de Rodney estava disparado, seu cuzinho piscava, ansioso. O loiro cuspia várias vezes e espalhava bem o cuspe com o dedo.
E o moreno forçava a entrada do seu pauzão. Forçava e tirava, e o loiro cuspia novamente.
Até que o rabo de Rodney não ofereceu mais resistência, e o membro começou a entrar.
Rodney gemia de dor.
O policial gritava:
– Relaxa caralho! Relaxa, senão vai ser pior!
Rodney suspirava fundo, gritava para amenizar a dor. Até que o moreno conseguiu enfiar seu pau totalmente dentro do rabo de sua vítima.
Rodney agarrava a árvore, quase quebrava seus galhos.
O loiro posicionou-se na frente da árvore e apoiou seu pesão num galho bem próximo ao rosto de Rodney.
Pegou a cabeça de Rodney pelas mãos e sem falar nada, começou a lamber sua boca.
Era uma língua muito quente e gostosa, não havia como Rodney achar ruim.
Depois, o loiro, ainda segurando a cabeça de Rodney, o fez lamber sua bota.
– Lambe, obedeça a seus machos! Agora!
Rodney lambeu.
O loiro abaixou as calças, mudou de posição e levou a cabeça de Rodney ao seu pau.
Fez com que ele chupasse, o que Rodney fez com muito prazer.
A vítima estava de pau duro, estava gostando daquilo. Resolveu aproveitar, apesar do medo.
Os policiais meteram freneticamente e gozaram dentro de Rodney até a última gota.
Tiraram os pênis de dentro dele, vestiram-se e sem falar nada, todos voltaram para onde estavam os carros.
Ao chegar no local, o moreno acendeu um cigarro, deu um trago. E falou, fumando e olhando para o chão:
– É o seguinte, cara! Segue seu caminho e não olha para trás, se tentar denunciar a gente, aí você tá morto, cara! Fica esperto!
Rodney, com o rabo e a boca dolorida, nem questionou.
Entrou no carro e procurou chegar ao seu destino o quanto antes.
Bem depois, perto do ponto indicado pelo mapa, viu um outro policial rodoviário. Diminuiu a velocidade e resolveu perguntar se estava chegando, apesar do trauma.
O policial, um senhor um pouco gordo e careca, puxou a pálpebra de baixo do olho com o dedo, como quem diz: “Eu sei de tudo. Fica esperto!”
Rodney gelou. Será que todos os policiais dali sabiam?
Por sorte, reconheceu a casa do mapa perto dali.
Ele concluíra seu trajeto.
O policial gordo se fora, mas Rodney estava com medo de estar naquele local.
Seu medo levantou muitas dúvidas em sua cabeça:
Que tipo de policiais eram aqueles? Que tipo de lugar era aquele? Será que Everton estava envolvido naquilo? Mas Everton era só um instrutor de academia. Teria ele condições de conhecer alguém naquela cidade? E ainda por cima, ter uma casa tão grande e bonita? Ou seria a Tia Ruth real?
Com um arrepio na espinha, Rodney entrou na mansão.
Continua…
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O Padrasto – Última Parte

março 26, 2005

Depois que eu já havia me fartado do cuzinho do meu padrasto ele se levantou da cama E foi ao banheiro se lavar, afinal ele estava com o intestino cheio do meu leitim quentinho.Eu havia passado um papel higiênico e no meu, e havia tirado dele um mixto de merda, sangue e porra…Realmente eu havia arrebentado o ânus do meu protetor. Quando ele retornou ao quarto caminhava com um pouco de Dificuldade, más na minha ânsia de moleque estava me sentindo o máximo. Antes que ele conseguisse chegar até a cama, me levantei e fui ao banheiro, tomei uma ducha maravilhosa e voltei pra cama, onde meu querido padrasto me esperava deitado. Ele olhou bem pra min e disse: Você acabou com o cu do papai e será severamente castigado, más não hoje. Pode me aguardar o que é seu está guardado e dormindo de lado dentro da minha cueca.Confesso que senti um pouco de medo, e resolvi que eu evitaria ao Máximo seus carinhos…Na manhã seguinte quando acordei meu querido padrasto já havia saído e estava só eu na casa. Fui até a piscina e tomei um merecido banho de sol. Depois pedi ao caseiro da fazenda que me arrumasse pelo menos uns dez litros de leite, de preferência tirado naquele mesmo dia, quando a encomenda chegou, joguei todo o leite na banheira, pus também algumas pétalas de rosas vermelhas e tomei um delicioso banho, eu nunca havia feito aquilo, más sei lá, deu vontade e eu fiz. Estava me sentindo uma verdadeira cortesã francesa esperando pela chegada de seu homem.Já era mais de dez da noite quando ele chegou cheio de compras, preparou um jantarzinho pra nós dois, me fez muito carinho, me beijou muito e acabamos subindo pro quarto. Se eu soubesse o que ia me acontecer, talvez tivesse tentado escapar. Johnatan o caseiro estava em nosso quarto e me agarrou pelo braço com força, tentei escapar, minha cabeça rodava eu não conseguia entender o que estava acontecendo, fui amarado na cama de bunda pra cima, meu padrasto se aproximou e disse que eu tinha sido um menino muito mal na noite anterior e que minha hora tinha chegado. Foi aí que ele tirou o cinto da cintura e começou a me surrar, eu implorava por piedade e chorava feito uma criança assustada, cheguei até a urinar na cama. Ele parou de bater e veio pra cima de min como uma besta sedenta de sexo. Rasgou minha bermuda e camiseta com uma facilidade assustadora. Tentei descobrir pelo canto dos olhos onde estava o caseiro, más não achei ninguém, presumi que depois de me amarrar tinha ido embora com dó do que ia me acontecer. Senti uma cabeça de pinto enorme, forçando a porta do meu cú, sem creme, carinho nem nada. Devagaarrr… gritei pro meu estuprador, más foi em vão fui rasgado e socado até que senti que a ardência do meu cú estava sendo suavizada com o jato de porra que era lançado pra dentro de min. Acho que desmaiei pois quando recobrei os sentidos alquém arfava feito louco em cima de min, o corpo era diferente, mais firme um pau mujito mais grosso e comprido que o de antes, foi aí que me lembrei do caseiro, o desgraçado estava se servindo do meu rabo, como se eu fosse uma puta. Más tava gostoso, o merda do caseiro sabia galopar uma égua de puro sangue como eu…Empinei mais a bunda pedindo vara e fui atendido. O tarado então me disse ao ouvido que eu era muito mais gostoso do que o meu padrasto. Me senti orgulhoso com o elogio e comecei a mordiscar a vara dele com meu cú guloso, o resultado foi porra, muita porra que chegou até a jorrar do meu cú quando ele saiu de cima de min. Assim que se recobrou da foda Johnatan me libertou e pude ir ao banheiro me recompor. Foi aí que me lembrei do papai, perguntei pro Johnatan e ele me disse que meu padrasto havia recebido uma ligação muito importante depois que eu desmaiei e teve que sair, pediu pra ele me soltar só que ele não resistiu e resolveu tirar uma casquinha do veadinho acorrentado. Seu sorriso era lindamente sacana e não conseguindo me conter, beijei sua boca como louco e fui correspondido. Chupei seu pau e deixei ele gozar na minha cara, dei meu rabo novamente pra ele e fui novamente dominado por aquele homem voraz e selvagem, confesso que vi até estrelas…O pior aconteceu, me apaixonei pelo caseiro e acabamos fugindo juntos. Moramos hoje no interior de São Paulo numa cidade chamada Jales e somos muito felizes, continuo sendo uma égua puro sangue no cio e levo vara no rabo quase todo dia. Gostou do conto? Aproveita e visita meu blog http://dubabado.blogspot.com e entre em contato comigo…Beijos e até a próxima. Fim!

O Padrasto 2ª Parte

fevereiro 27, 2005

As duas semanas sequintes foram de muito tesão e paixão, meu padrasto fazia sexo comigo como se fosse um puro sangue, um verdadeiro reprodutor, e cheguei até a pedir pra ele ir mais de vagar, visto que meu cu já estava todo regaçado e em brasa com tanta rola que recebi. Muitas vezes eu o mamava sem dar-lhe chances de querer me penetrar, no final de uma sessão de chupadas eu expliguei que já não agüentava mais tomar no cu, ele ria e me dizia que a culpa era minha por ser tão gostoso, e que eu havia acendido o fogo e agora tinha que apagar direitinho, más já que a menininha dele não tava dando conta do recado, ele ia manerar comigo…Estavamos á caminho do aeroporto para buscar minha mãe, a verdadeira dona daquele macho, confesso que estava meio triste, más meu macho me garantiu que ia montar uma fazenda só para que nós pudéssemos trepar a vontade e sem correr riscos, tratei logo de me alegrar. Uma semana depois estava a caminho de nosso mais novo ninho de amor. Tudo para min era novidade, eu não sabia onde ficava e nem como era o local, estava num misto de curioso e fogoso. Meu susto foi grande, pois assim que chegamos na porteira havia uma placa enorme onde estava escrito: Fazenda Príncipe Mário o local era maravilhoso com jardins lindos e bem cuidados, um pomar cheio de frutas de minha preferência, meu padrasto havia pensado em tudo. Ele observava meu olhar entusiasmado, e chegava até a dar boas gargalhas de min, que feito uma cortesã deslumbrada dava pulos dentro do carro de felicidade. A casa principal era linda, de dois andares e toda rodeada de plantas, com uma área na parte de cima, com uma rede e algumas cadeiras tipo esprequiçadeiras. O quarto era todo amplo, com uma cama imensa, o teto do mesmo era todo espelhado…Sem perda de tempo fui até o microsystem que tinha ali dentro, escolhi um cd, mandei que ele sentasse na cama e comecei a dançar bem devagar e de forma sensual, sempre olhando para aqueles olhos verdes, que me comiam a cada movimento, comecei a tirar a roupa sempre dançando. Primeiro a camisa, depois sapatos, meias calça e finalmente a cueca, meu pau era lenha pura de tão duro, fui me aproximando do meu padrasto e comecei a esfregar meu pau na cara dele, más sempre tirando quando ele tentava me chupar, me abaixei e beijei sua boca puxando-lhe o cabelo, ele parecia um polvo de tanto que me bolinava, então eu o empurrei para que caísse deitado na cama, e trepei em cima dele e comecei a tirar-lhe a roupa, tudo sem pressa e com uma voracidade que muitas vezes eu via medo no brilho dos seus olhos, aquilo me acendia mais ainda. Mais uma vez beijei sua boca, fui para o pescoço, cheguei aos seus seios, seu murmúrio era quase um lamento de morte eminente do que propriamente de prazer. Cheguei ao seu pau que latejava eu o chupei com vontade segurando suas bolas na minha mão e muitas vezes apertando sem dó, mesmo com seu grito de dor, levantei sua pernas e me agasalhei no meio delas procurando com a língua seu ânus, ele então emplorou pra que eu não fizesse aquilo, más eu o ignorei e continuei, seu cu mordiscava minha língua e o som dos seus gemidos parecia as ondas do mar indo de encontro as rochas. Mandei que ele se virasse pra min, ele então obedeceu sem dar um pio, abri suas nádegas e enfiei novamente a língua fazendo com que o mesmo ficasse bem molhadinho, com uma das mão comecei a me punhetar espalhando bem a babinha que saia por toda extensão da cabeça do meu pau, pedi que ele arrebitasse bem a bunda, no que fui obedecido, aos poucos comecei a introduzir meu pau naquela grutinha, meu padrasto mordia o travesseiro feito louco chorando feito criança mimada, más em nenhum momento ele pediu pra que eu parasse, se bem não ia adiantar mesmo…Quando meu pau já estava completamente encapado pelo seu cú comecei a bombar forte e firme, como se toda minha vida dependesse daquilo. Foram quase dez minutos de vai e vem, de socadas, senti que ia gozar me deitei sobre seu corpo e comecei a morder sua orelha amedida que acelerava o galope, o gozo feio junto com um grito que foi acompanhando pelo grito dele, cheguei até a pensar que havia matado meu querido padrasto, más sua respiração era forte e alta. Desgraçado!! Gritou ele. Você regaçou o cu do papai e ainda me fez gozar junto com você. Nossa muleke que pau gostoso é esse? Apaixonei de novo…Vamos descançar um pouco que eu quero me vingar de você fazendo você gozar muito pelo cú assim como eu gozei…Hum! Tá curioso pra saber como foi que eu fui castigado pelo meu padrasto né? Te garanto que ele sabe punir um menino levado como eu. Aproveita e passa no meu blog pra gente se conhecer, quero ser o seu menino ou o seu papai. Logo estarei de volta pra contar o restante tchau!!(continua).