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Gosto dos tímidos

abril 27, 2014

Nada me excita mais do que um homem tímido. Desde a escola era assim. Os tímidos eram caçoados pelos outros homens, mais espertos e aventureiros. Certa vez o Artur, um rapazito muito tímido, o mais inteligente da classe, de óculos de grau e sempre cabisbaixo, era humilhado por esses rapazes, que diziam que ele seria gay. Jogavam os seus livros no chão, e pressionavam para que ele confessasse sua homossexualidade. Ele mal pronunciava as palavras, de tanto que tremia e gaguejava. Cheguei e pus-me no meio da conversa, para saber o que acontecia. Logo me olharam, pois todos eles me desejavam, sem nunca ter conseguido nada comigo. Mas eu não lhes dei atenção. Fui até o Artur e dei-lhe um grande beijo na boca, e depois disse: “Adorei a nossa noite de ontem. Estou ansiosa para repeti-la”. Desde então ganharam respeito pelo Artur. O Artur veio agradecer-me pela mentirinha, e viramos grandes amigos. Até tive vontade de ir para a cama com ele, mas a nossa amizade havia virado algo mais importante que o tesão.


Os garanhões estão literalmente riscados da minha lista. Já estive com alguns, mas sempre me decepcionaram. Fazem todo aquele jogo de sedução, mas depois, quando acham que já me têm, esquecem de todas as boas maneiras iniciais.

Mas eu gosto é de seduzir, e não de ser seduzida. Não vou à caça dos meus homens nos lugares mais badalados, como as discotecas, festas ou na praia. 

Minhas presas geralmente frequentam bibliotecas, livrarias, sarais de poesia, ou se escondem com um nick suspeito na Internet.

O Gabriel eu conheci num ambiente em que eu não esperava conhecer ninguém razoavelmente interessante. Foi numa discoteca. Possivelmente levaram-no amarrado. Eu observava de longe, sentada no bar. Ele parecia ser diferente de todos os outros. Até parecia tentar agradar, mas não se encaixava no ambiente. Levaram-no para a pista, mas ele não sabia dançar, e voltou para a mesa quando notou que estaria sendo ridículo. Olhava muitas vezes para o relógio. Dois dos seus amigos voltaram para a mesa com mais duas miúdas. Beijavam-nas e apalpavam-lhes os rabos, na sua frente, e eu via que ele ficava constrangido. Três dos outros rapazes ainda estavam na pista de dança, à caça. Um deles aproximou-se de mim, e começou a lançar conversa. Qual o seu nome? Sua idade? Onde moras? Vens sempre aqui?… Ele bombardeou-me de perguntas, até dizer que eu era muito gira e que gostaria de me dar uns beijos. “Na verdade…” – eu comecei. “Estou interessada num amigo seu.” Ele ficou parado, chocado, e quis logo perguntar qual deles. “Daqui a pouco vou até a sua mesa e te mostro.” – eu disse. Ele foi para a pista, e começou a falar com os amigos e a apontar para mim. Todos foram para a mesa. Acabei de beber o meu drink. Levantei-me e fui até lá. Sentei-me do lado do menino tímido e disse, abraçando minha mão no seu ombro: “É esse que eu quero.” Vi várias bocas abrirem na minha frente. Convidei-o para beber no balcão comigo. Ele ficou confuso, mas foi, talvez porque qualquer coisa seria melhor do que estar junto daquele montão de marmanjos, que só queriam intimidá-lo.

– Por que você me chamou aqui? – ele perguntou-me depois de um longo silêncio.
– Porque gostei de ti.
– Foi meus amigos que te pediram para me pregar uma peça, não foi? Pois se foi…
– Ei… – eu interrompi. – Seus amigos não têm nada a ver com isso. Nem os conheço, nem quero conhecer. Gostei de ti, e é você que eu quero.
– Mas por quê? – ele corou.
– Porque só gosto de homens tímidos.

Ele deu um gole no whisky fazendo careta. Tinha 26 anos, mas não parecia nada experiente. Todo aquele ambiente parecia contrastar com a sua postura reservada, quase acanhada. 

A música mudava, e só víamos pessoas a balançar a cabeça no meio da pista. Alguns já bêbados, pareciam tocar guitarras e baterias invisíveis.

– Vamos sair daqui. – eu disse-lhe.
– Para onde?
– Importa?

Levei-o para a minha casa. Sentei-me no sofá e indiquei que se sentasse, e estive a observar o seu silêncio. 

Descalcei as botas, e estive a brincar com os meus pés nas suas pernas. Ele parecia tremer.

– Tens medo de mim?
– Não, não é isso.
– Então é o quê?
– Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como você.
– Então não imagina nada… Deixa acontecer…
– Não sei o que fazer.
– Não precisa… Deixa que eu faço tudo.

Sentei-me no seu colo. Tirei minha roupa de cima e fiquei com meus dois seios nus, bem à frente dos seus olhos. Parecia que ele estaria vendo uns seios, ao vivo, pela primeira vez na vida. Peguei nas suas mãos e coloquei em cima deles, devagar.

– Vês? Pode tocar…

Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais. Meus biquinhos rosados ficavam excitados, como se estivessem com frio. 

– Também podes colocá-los na sua boca… – eu sugeri, já chegando os meus peitos bem perto dos seus lábios.

Ele chupou, como um bezerro desmamado. Eu tirava uma mama e colocava a outra, bem devagarinho. Ele foi ganhando o jeito, e chupando uma enquanto acariciava a outra com a mão.

Senti o seu cacete crescer, bem debaixo da minha cona. Minha xota parecia ferver, de tanto desejo.

Tirei sua camisa. e encostei meus seios, rijos, quentes e molhados pela sua saliva, no seu. 

– Gostas? – perguntei.
– Muito. – ele respondeu, quase a gaguejar. 

Desencostei-me e saí do seu colo. Abaixei e tirei seus sapatos. Continuei de joelhos e abri o zíper da sua calça. Senti suas pernas contraírem. Deixei que ele continuasse de calça, mas coloquei o seu pau para fora. Senti que ele tinha vergonha de expor o seu membro para uma quase desconhecida, e eu disse para que não tivesse medo, pois seria muito bom. Acariciei seu pau com as minhas mãos, ágeis e delicadas. 

Abandonei seu mastro, e sentei bem ao seu lado no sofá, lançando-lhe um olhar sedutor, ameaçador, traiçoeiro e misterioso. Tirei a meia calça, e depois, bem devagar, fui arrancando minha cueca. Continuei com a saia. Sentei em cima do seu instrumento, sem meter, apenas para que ele sentisse o calor da minha cona. Depois virei de posição, sentando com o rabo no seu pénis, deixando-o bem no meio do meu rego, e deitando minhas costas no seu tronco nu. Peguei nas suas mãos e coloquei novamente nos meus seios. Estive a rebolar por cima dele, seguindo os movimentos circulares das suas mãos. Coloquei uma das suas mãos na minha cona, por baixo da saia, para que ele sentisse com os dedos o que sentiria com o pénis, metido dentro dela, alguns minutos depois. Enfiei um dedinho dele na minha coninha, e ele conseguiu notar o quanto já estava molhada. 

Tirei seu dedinho e levantei-me novamente. Nesse instante ele já se sentia um bonequinho, que não sabia o que eu faria a seguir. Pus-me de joelhos, e coloquei o seu pirilau na minha boca. Coloquei-o todo lá dentro, e ia subindo e descendo. Ele começou a gemer. Parei o broche, começando a dar beijinhos no seu cacete, e a lambê-lo com a ponta da língua. Passei a língua nas laterais e depois enfiei-o todo na minha boca, novamente, num golpe de misericórdia. Levantei-me e abri o zíper da minha saia, deixando-a cair. Arranquei-lhe as calças e os boxers. Peguei um preservativo na minha bolsa, e ensinei-o a colocar. Sentei no seu colo, mirando o seu pau no meu buraquinho. Fui descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar. “Vamos brincar de elevador…” – eu disse, marota. Quando eu cheguei no fundo, ele gemeu. Continuei rebolando, subindo e descendo. 

– Está bom? – perguntei.
– Muito. Muito.
– O que sentes?
– É quente. Húmida. Apertada.
– Gostas de me foder?
– Gosto, gosto muito. É muito bom…

Suspiramos, gememos, e depois que eu gritei, ele se sentiu à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ele começou a abrir as pernas e a pular com o rabo no sofá. Joguei minhas costas para trás, apoiando minhas mãos na mesinha de centro. Ele meteu mais.

– Goza comigo… – eu disse.
– Estou quase…
– Continua… continua… continua…

Ele gozou. Senti o preservativo encher-se dentro de mim, e seu pau a latejar. Suas pernas tremiam. Ele parecia até soluçar. 

– Eu… eu era virgem. – ele disse.
– Eu sei. – respondi.

Abraçamo-nos, suados, e ficamos a dar longos e demorados beijos na boca. Aurorizei que se vestisse e disse que já poderia ir embora, mas, quem saía por aquela porta, agora, não era o mesmo homem que entrou.

Fonte: 4 Paredes

Meu carteiro gostosão

abril 2, 2006

Tudo aconteceu há seis anos atrás, quando eu tinha 20 anos.
Eu sempre sonhei em encontrar um gostosão que tirasse minha virgindade. Isso mesmo! Eu era virgem ainda com os meus 20 anos e não sabia o que estava perdendo. Vou contar como aconteceu:
Uma vez por semana meu pai costumava receber encomendas entregue pelos Correios. Certo dia, eu estava sozinho em meu lar quando tocaram a campainha. Levei um susto! Não era o carteiro que tradicionalmente entregava as encomendas, mas um outro gostosão. E que gostosão!Aparentava ter de 30 a 35 anos. Ele era alto de aproximadamente 1.80m. Pesava os 90 kg. Braços fortes típico de uma pessoa que pratica alguma atividade física. Coxas grossas como a de um jogador de futebol dentro de uma calça justa que bem delineava um volume maravilhoso e indicava que era bem farto. Cara de macho com belos olhos verdes, cabelos negros e com a barba para fazer tipo de um cafajeste. Mãos grandes e com uma aliança, o que indicava que era casado.
Acho que dei pinta, pois não tirava os olhos de seu volume entre as pernas. Ele ficou me olhando com uma carinha de safado e disse: “Encomenda para assinar, assine aqui.” “Que voz deliciosa! Voz grave, de macho mesmo. Esse é o tipo de cara que eu gostaria de perder minha virgindade”. – Pensei eu.
Enquanto eu assinava, ele virou-se para pegar a encomenda no carro e dessa forma eu pude contemplar a mais bela bunda que eu vi em toda a minha vida. Era grande e durinha. Não agüentei e fiquei excitado. Quando ele retornou para entregar a encomenda, percebeu minha excitação. Deu aquele sorriso safado, entregou a encomenda e retirou-se. Eu não resisti. Corri para o banheiro e bati a minha primeira punheta pesando nele. Pensei como seria gostoso ser penetrado por um homem gostoso como ele.
Os dias se passaram e eu não parava de pensar nele.
Certo dia, quando eu estava novamente sozinho em casa, tirando aquele cochilo da tarde em meu quarto, tocaram a campanhia. Corri para atender. Era ele novamente para entregar outra encomenda registrada. Pedi para que ele entrasse, pois eu estava apenas de cueca. Usava uma cueca box branca, bem justa e que deixava a minha bunda tentadora. Não tinha hétero que a resistisse.
Eu já estava um pouco excitado só por vê-lo e ouvir sua voz. Por isso virei-me para um balcão com espelho que ficava num canto da sala de jantar, para que ele não percebesse minha excitação e enclinei-me para assinar a lista que tinha me entregado.
Quando terminei de assinar e olhei para o espelho, vi ele atrás de mim com os olhos fixos em minha bunda e tão excitado que não vi a hora de sua calça arrebentar-se, não suportando todo aquele volume lá dentro. Ele era realmente avantajado!
“Viu como você me deixou?!” – disse ele.
“Se você quiser, eu posso ti aliviar.” – disse eu já babando, louco para introduzir tudo aquilo na minha boca.
“Então se aproxime e chupa aqui, vai!”
Eu aproximei-me dele, abaixei-me e comecei a abrir sua calça. Quando abaixei a calça junto com a cueca, pulou um pau imenso de 22 cm x 6 cm. Pau de macho mesmo! Ele estava tão ereto que chegava a encostar-se à barriga. E suas bolas então!Duas bolas enormes, cobertas por uma camada fina de pêlos. Eu não resisti, segurei com as duas mãos e comecei a chupar aquele pauzão. Era tão grande e grosso que só entrou até um pouco abaixo da sua grande em minha boca. Depois comecei a chupar suas bolas, uma a uma. Dava mordida de leve e comecei a aplicar tudo que tinha aprendido nos filmes pornôs.
“Não pára não, continua vai! Como você chupa gostoso! Você chupa melhor que minha mulher!” – dizia ele.
Fiquei nisso durante uns 20 min. Depois ele me pediu para que eu me levantasse e encostasse a mão no balcão do espelho. Ele retirou a camisa e o resto da calça. Encanto isso, eu o contemplava pelo espelho.
“Quê carteiro gostoso!” – pensava eu. Tórax definido, braços fortes, barriga sarada, coxas grossas e bunda maravilhosa. Tudo isso coberto por uma camada fina de pêlos. E seus olhos! Quê belos olhos verdes ele tinha! Além daquela cor de pele bronzeada

Ele aproximou-se de mim, pôs suas grandes e quentes mãos em minha bunda e começou a abaixar minha cueca box até retira-la por completo. Abriu minha bunda e começou a cheirar meu buraquinho.
“Como seu cu é cheiroso!” – disse ele.
Depois ele começou a lamber o meu buraquinho. Eu dei um gemido bem gostoso. Então ele falou:
“Calma rapaz! Eu só passei a língua!”
Então ele começou a introduzir um dos seus dedos. Foi quando ele falou:
“Como você é apertadinho!”
“Vá com calma cara! Eu nunca dei o cu antes! Eu sou virgem, mas quero perder minha virgindade com você!” – disse eu.
Nesse momento seus olhos brilharam sabendo que ele seria o primeiro homem da minha vida.
Então ele retirou o dedo do meu cu e introduziu na boca para deixa-lo bem molhadinho. Em seguida, voltou a introduzir novamente em meu cu. Depois mais um… logo após mais outro… Ele tinha introduzido três dedos grossos e quentes em meu cu, para deixa-lo bem larguinho e poder me introduzir com mais facilidade. Eu não agüentava mais tamanho era o meu tesão que comecei a gritar:
“Vai cara! Eu não agüento mais! Enfia esse seu pauzão gostoso no meu cu! Por favor!”
Então ele retirou os dedos e cuspiu no meu buraquinho já alargado. Em seguida levantou-se, cuspiu em sua mão e passou em volta do seu pauzão par deixa-lo bem umedecido. Então começou a introduzir-lo em meu buraquinho.Começou a entrar a cabeçona do seu pauzão.Eu não aquentei e comecei a gritar:
“Aiiii!!! Tá doendo!!!”
Ele me pediu para relaxar, pois assim seria mais gostoso. Ele começou a me tratar com mais carinho.Começou a beijar meu pescoço e morder minha orelha enquanto forçava aos poucos para que eu não sofresse tanto.Até que entrou tudo. Ele esperou um pouco para que eu pudesse me acostumar com todo seu pauzão dentro de mim. Então começou a movesse lentamente, me provocando um prazer que até então eu nunca tinha sentido. Como era gostoso sentir tudo aquilo dentro de mim! Era tão quente! Parecia que estava pegando fogo! Então ele começou a movimenta-se com mais intensidade
“Como seu cuzinho é apertadinho e gostoso! Nunca mais vou ti deixar! Vou comer sempre este cuzinho!” – disse ele sussurrando em meu ouvido.
Em seguida, ele segurou em meu pau e começou a me masturbar.
“Quero que você goze enquanto eu como seu cuzinho. Quero sentir seu cuzinho se contraindo, apertando o meu pauzão.” – disse ele.
Nesse momento eu olhei para o espelho em nossa frente e vi uma sena que jamais esquecerei:
Seu corpo grudado no meu. Aquele contraste de pele. Minha pele branquinha e a sua bronzeada do sol. Seu corpo suado. E seu cheiro! Um cheiro de macho de verdade. Sua barba a fazer esfregando em meu rosto liso e sua grande mão me masturbando.
Não aquentei e comecei a gozar. Gozava como nunca tinha gozado antes. Meu gozo chegou a atingir o espelho. Logo em seguida, ele me abraçou com força, deu um alto gemido e começou a gozar também. Como foi gostoso sentir seu gozo quente escorrer dentro de mim!
10 minutos após o gozo, ele desgrudou-se de mim. Foi quando viu um pouco de sangue em seu pau. Ele sorriu e deu-me um selinho. Pediu meu telefone e disse que voltaria novamente. Vestiu-se e retirou-se.
Já se passaram 6 anos e nos encontramos até hoje. Ele ainda é casado, mas disse que eu o faço gozar melhor que sua mulher.

Juan.

Iniciação

dezembro 10, 2005

badecousa@yahoo.com.br

Foi com bastante vontade que resolvi escrever minhas experiências. Depois de um casamento frustrado, sem filhos, resolvi me separar. Para me desligar completamente de tudo, me mudei para os EUA, onde comecei a trabalhar de auxiliar de eletricista, era um serviço interessante e bem remunerado.

Mas o que vem ao caso é como praticamente me iniciei. Um belo dia estava no serviço e junto tinha um americano, chamado Jeff, fazendo o trabalho de instalar os alarmes da casa, ele somente usava short, eu ficava olhando seus músculos, mas sem ele desconfiar.

Quando ele estava em um corredor e eu necessitei passar atrás dele, brinquei dizendo “posso passar um palmo atrás de você?” Ele consentiu, e, quando fui passar, ele estufou a bunda para trás, olhou para mim e sorriu. Por enquanto ficou só nisto. Mas uns dois meses depois, fui escalado em um domingo para ir em uma residência fazer os testes finais da parte elétrica, pois estava mobiliada e os moradores estavam prestes a se mudar.

Qual não foi minha surpresa que ao entrar na casa, o Jeff estava lá. Fui fazendo meu trabalho tranqüilo, ou quase, pois sinceramente ele mexeu comigo. Estava testando uma luminária e ele ao passar por detrás de mim falou do mesmo jeito que eu tinha lhe falado, “posso passar um palmo aí atrás?, eu consenti, e fiz o mesmo que ele, estufei a bunda para trás, olhando para ele. Ele passou e parou, me deu aquele abraço gostoso por trás e ficou me esfregando. Ato contínuo ele ficou à minha frente se abaixou e ficou esfregando o rosto em meu pênis, automaticamente foi abaixando meu short, e mordiscando por cima da cueca, abaixando usando os dentes.

Usando as duas mãos me alisava a bunda, e, não sei como, parece que estava com os dedos lubrificados e começou a introduzir em meu ânus fazendo uma gostosa massagem, minhas pernas bambearam.

Me pegando pela mão, fomos para um dos quartos. Lá me deitei em cima de várias almofadas, ficando o traseiro bastante arrebitado. Ele começou a me lamber todo, principalmente o ânus, o que me levava as nuvens, era cada linguada que eu respondia com gemidos.

Delicadamente deitou por sobre mim e colocou seu pênis na entradinha do meu ânus e ficou só esfregando. Eu delirando cada vez mais. Seu pau não era exagerado (como na maioria dos contos), e isto favoreceu a penetração, não digo totalmente indolor, mas com boa vontade suportei.

Foi penetrando bem devagar, até chegar totalmente dentro de mim, isto acompanhado por inúmeros beijos em minha nuca e ouvidos, como também gostosas lambidas. Com muita calma, ele iniciou aquele gostoso vai-e-vem que me deixou alucinado, com grande tesão e satisfação.

Quando notei que ele estava prestes a gozar, levei minhas mãos para trás e o segurei pelas nádegas, puxando-o fortemente contra mim, assim ele ficou grudadinho em mim e pude sentir todo o seu tremor ao ejacular me batizando com seu néctar da vida e do prazer. Logo depois ele me disse assim, pensa que é só você que vai sentir este prazer?

Negativo. Eu também quero, e começou a me chupar gostosamente, quando estava bastante duro, ele deitou, de costas e levantou as pernas, me oferecendo sua gruta.

Me posicionei e fui introduzindo totalmente, como estava com grande tesão, não demorei a gozar. Fomos para o banheiro e tomamos uma gostosa ducha, isto acompanhado de uma boa esfregação, punheta e longos beijos.

Já estávamos preparados para ir para casa quando meu encarregado ligou dizendo que estava ameaçando uma grande nevasca, e, muito perigoso para dirigir, disse que eu teria que dormir na casa. Achei excelente. Com a neve caindo com vontade, acendemos a lareira, pegamos um bom vinho e…

Aprendendo Com o Vizinho

novembro 16, 2005

Quando eles se mudaram para a casa do lado eu tinha acabado de completar meus 20 anos. Não era um cara tímido, mas era bem reservado. Acho que no fundo eu tinha medo que descobrissem o meu segredo, ou seja, descobrissem que eu sonhava em ter um macho me fazendo de “gato e sapato” nas mais diversas situações.

Os meus novos vizinhos eram um casal comum. Ela mais jovem e ele com uns trinta anos. Tinha um filho de quatro anos. Ajudei a descarregar a mudança e colocá-la no lugar. Daí em diante fiquei amigo deles. Ela comentou com minha mãe que seu esposo tinha dito que eu era um rapaz muito prestativo e sempre perguntava por mim.

Ela achava isso bom, pois era muito sistemático e tinha poucos amigos. Talvez fosse o fato de ser tão trabalhador e ter pouco tempo.
Ele sempre me chamava para ajudar em alguma coisa. Eu ia correndo, pois desde o primeiro fim de semana que o vi apenas de camiseta e bermuda nunca mais consegui deixar de bater uma punheta sem deixar de pensar naquelas pernas grossas e cabeludas, bem como naqueles peitos definidos e braços, ambos também repletos de pêlos, coisa que eu sempre adorei. Então chegou o fim de semana onde os meus desejos seriam realizados.

O universo contribuiu ao meu favor. Todos em minha casa foram passar o fim de semana na casa de meus avós e não podia ir, pois precisava terminar alguns trabalhos. E a minha vizinha também iria viajar para o interior em visita a uma tia doente. Era sábado à tardinha quando ele me chamou e disse que se eu quisesse poderia dormir na casa dele para eu não ficar só. Exultei de alegria com convite, mas disfarcei e disse que seria incomodo. Ele disse que seria um prazer e que nós teríamos muitas coisas para conversar e fazer.

Na minha ingenuidade e nenhuma experiência, nada imaginei. A verdade era que eu estava feliz em dormir perto do homem mais lindo que eu tinha visto e estava apaixonado.

Fui para casa dele por volta das vinte horas. Ele estava à vontade, usava um short bem curto e bem justo, deixando a vista todo seu corpo maravilhoso e bem delineado. Precavido, tinha eu colocado uma cueca bem justa e um short largo, o que disfarçou meu pau que logo ficou duro. Ele fez um chocolate quente, após eu ter dito que não queria lanchar e me convidou para escutar música.

A conversa começou sobre assuntos triviais. Sentado no sofá maior, ele deixou as pernas abertas e eu podia ver os seus testículos. Eu tremia de tanto de tanto tesão que não conseguia disfarçar. Então ele perguntou:

“Você está com frio?”

“Só um pouco, deveria ter trazido uma blusa”.

Baixei os olhos como medo que ele percebesse a minha mentira deslavada. O que eu não conseguia era segurar o meu tesão que me fazia tremer como louco a ponto de ajoelhar no meio das pernas dele e pedir para eu mamar aquele cacete que eu tanto desejava. Então ele falou com um sorrisinho nos lábios:

“Senta aqui perto de mim, vou te abraçar, assim você esquenta”

Ele arredou e fez sinal para eu sentar do lado dele. Eu não conseguia me mexer, aquilo era um sonho? Ele percebeu e disse: “Pode vir não tenha medo, vou te dar o que você quer”.

Sentei do lado dele e tremia como vara verde. Ele tirou minha camiseta, colocou minha mão no seu pau, abraçou-me e falou no meu ouvido:

“Você quer ser todinho meu hoje? Vou comer o seu cuzinho e vou te ensinar como se chupa e dá para o seu homem. Você quer?”

Quase sem voz respondi que queria, que ele podia fazer o que quisesse comigo. Ele me beijou e enfiou aquela língua gostosa toda na minha boca. Eu não sabia onde passar a mão. Não sabia se segurava aquele mastro enorme e grosso. Ele me levou para entre suas pernas depois de tirar o short e disse: “Agora é hora de você começar a agradar seu homem. Chupa essa pistola como se fosse um pirulito.”

Chupei desajeitado seu cacete, suas bolas, lambi suas pernas, sua barriga, entre um beijo e outro. Enquanto ele dizia: “Você é melhor do que eu esperava… vai! chupa gostoso.”

Ele me deitou no chão e começamos um 69. Ah! Quase gozei. Ele chupava meu pau e meu cu alternadamente, coisa que eu imitei. Metia a língua no meu rabo e me pedia para fazer o mesmo. Já estávamos loucos, quando ele me colocou de quatro e meteu aquela pistola no meu cu dizendo:

“Que cuzinho gostoso, vou te comer sempre! Vai dar esse cuzinho só para mim” e eu respondia: “Sim, quero esse cacete sempre no meu rabo! Eu te amo! Antes de gozar, ele tirou e ficou de frango assado, dizendo que era a vez dele de ganhar rola. Com o cu ardendo, pois era minha primeira vez, coloquei o meu pau, que não era assim tão pequeno e fino, dentro do rabo dele de uma vez só.” Gozamos litros de amor!
Foi o primeiro final de semana de prazer de muitos outros que tivemos em nosso troca-troca particular.