Archive for the ‘Pela Internet’ Category

1º vez pela net

dezembro 2, 2005

402005@bol.com.br
Sou de Vassouras, interior do Rio de Janeiro e numa destas noites resolvi entrar no bate papo do Uol.

Sou casado, tenho 38 anos, mas já tive uma única experiência com outro cara. Pois bem, sempre entrava no bate papo mas nunca acontecia algo interessante, até que mês passado conheci um cara também casado da cidade Volta Redonda. Logo pintou um clima diferente, pois tudo que eu dizia batia com o que ele pensava também.

Ficamos nestes papos muitos dias até que resolvemos tentar uma real.
Marcamos na minha cidade mesmo e quando conheci o cara realmente fiquei balançado, pois ele tinha 41 anos, mas super inteiro.

Fomos para um motel perto da cidade, chegando lá já fui logo beijando sua boca deliciosa, ele arrancou minha camisa, eu a dele, depois ficamos totalmente nu.

Pedi a ele então que fossemos tomar um banho, só que eu fui na frente e pedi a ele pra entrar 2 minutos depois.

Quando eu já estava no chuveiro ele abre a porta eu finjo que não vejo e me abaixo um pouco deixando a mostra tudo o que ele queria ver.

Ele veio por trás já de pau duríssimo, me abraçou e começou a me beijar e roçar em mim. Ele tinha um pau de 19 cm, fiquei com medo de não agüentar pois como disse era praticamente virgem.

Mas com muito carinho tudo rolou a mil maravilha, dali fomos pra cama, ele fez muito carinho, muito beijo na boca (que eu adoro) chupou meus mamilos e quando passou a língua no meu buraquinho. Não aguentei e supliquei que ele me comesse.

Ele foi muito carinhoso, meteu bem devagar, mas depois de tudo dentro só rolou prazer total. Me comeu de frango, de lado em pé e de bruços (que eu também adoro). Ficamos umas 4 horas no motel e trepamos muito.

Foi uma experiência inesquecível e depois disso já tivemos mais uma vez, mas como descobri este outro lado meu, to afim de conhecer pessoas que se encaixei neste perfil, casado acima de 40 que goste de ser ativo e seja discreto.

Virando Borboleta…

julho 25, 2005

De repente, depois de 12 anos de casamento, me vi divorciado. Foi uma barra e tanto perder a companheira de tantos anos. Primeiro, a depressão dolorida, curtindo a perda. Depois, aquele vazio que fica e, claro, a desorientação acerca do que fazer da vida, pois a prática da paquera já se perdeu pela falta de prática.
Aos poucos, fui tentando reconstruir minha vida. No trabalho, encontrei uma forma de esquecer as agruras do destino. Mas de noite, porém, eu me sentia muito só. A Internet, claro, não é solução para ninguém, mas que ajuda, isso é inegável. Foi assim que comecei a freqüentar alguns sites eróticos, a ver fotos, ler contos, enfim, toda a forma de erotismo possível, visando a várias sessões de masturbação solitária. Quando não estava trabalhando, certamente estava visitando alguns desses endereços. Num belo dia, no apartamento novo, ainda sem muita coisa, precisei chamar um eletricista para fazer a nova instalação elétrica do quarto para onde iria o computador e a instalação de outro ponto da internet a cabo. Liguei para o eletricista e combinamos para o mesmo dia, só que mais próximo do final do expediente. Por volta de umas 16:00 horas, ele chegou, se apresentou, falamos sobre o serviço a ser executado depois de tudo acertado, ele saiu para comprar o material necessário. Mal ele saiu, voltei ao computador e fui ver algumas fotos eróticas. Estava numa página com a foto de um travesti hiperdotado quando, de repente, vi que Fernando (esse era o seu nome) voltara e, de onde estava, viu a tela do monitor. Fiquei meio sem graça, constrangido com o flagrante. Pior ainda foi quando ele perguntou se eu curtia travestis. Eu disse que não, mas que achava curioso a aparência de mulher e o sexo de homem.
Foi aí que ele falou que já tinha saído com um travesti uma vez. Indaguei como tinha sido a experiência e ele disse que, no início, estava meio envergonhado, mas, depois que introduziu seu mastro na bunda do travesti ele perdeu todo o pudor e meteu pra valer. Disse que jamais fez sexo anal de uma forma tão gostosa, dizendo que o cuzinho do traveco era apertado, quente e muito gostoso. Com a conversa, claro, comecei a ficar excitado e notei que ele também estava excitado. Daí eu perguntei se o travesti não tentou enrabá-lo e ele disse que ela só perguntou se ele queria ser comido, mas ele ficou com medo, porque achou que o pau dela, apesar de não ser grosso, era muito grande. Ele perguntou quanto media o meu e eu disse que uns dezenove centímetros, e ele falou que não chegava a ser pequeno, pois estava dentro da média. Mas reclamou que o dele era grande demais. De tanto falar, acabei pedindo para ver. Ele não se fez de rogado e abriu a braguilha. Era mesmo uma senhora ferramenta, não muito grossa, mas comprida, uns vinte ou vinte e dois centímetros.

O detalhe é que estava dura como ferro e aquilo mexeu comigo. Brinquei, dizendo que ele estava a perigo e ele respondeu que o papo deixou-o daquele jeito. E perguntou se eu também não estava excitado. Neguei que estivesse e ele disse que duvidava. Acabou me pedindo para ver e não deu outra, estava duríssimo. Ele se aproximou de mim e disse: – é bonito… Completou, perguntando o que eu achava do pau dele. Confirmei que também era bonito. Foi aí que ele ousou tudo o que podia, acredito eu, pois pediu para ver minha bunda, para ver se era tão bonita quanto o pau. Eu fiquei meio ressabiado e disse que não ia mostrar, ao que ele suplicou para ver, dizendo que não tinha nada demais. Acabei me deixando levar por aquele papo e cedi ao pedido dele. Abaixei minha calça e mostrei minha bunda. Enquanto ele via, começou a se masturbar. Depois se aproximou e passou a mão na minha bunda, de leve. Nada fiz para contê-lo. Ele se encorajou e, com as duas mãos, separou as duas bandas e expôs meu cuzinho. Daí ele perguntou se podia chupar. Claro que neguei, mas ele perguntou o que é que tinha demais, pois estávamos só nós dois ali e ele estava morrendo de vontade. Acabou se abaixando e meteu a língua em meu cú. Estava uma delícia. Livramo-nos das roupas e eu pedi, então, para que ele tomasse um banho.

Ele me puxou para o box do banheiro e tomamos banho juntos. Eu o ensaboava, dedicando especial atenção àquele pedaço de carne, mas fazia umas massagens em seu cuzinho também. Ele me virou de costas e, enquanto metia um dedo em meu cú, beijava minha nuca. Aquilo me deixou simplesmente louco. Eu jamais tivera nada com homem algum, embora não possa negar que já tinha fantasiado a respeito. Ali mesmo no banheiro, ele se abaixou e colocou o meu pau inteiro na boca, dando início a um gostoso boquete. Eu já não agüentava mais, mas ele me pediu para não gozar. Saímos do banheiro, nos enxugamos e fomos para a cama. Meio sem jeito, acabei me abraçando ao Fernando e ele me beijou na boca. No início só rocei a boca na dele, mas ele forçou e, quando me dei conta, nossas línguas estavam duelando. Estava gostoso pra caramba, fazia o tezão aumentar… Sem que nos desgrudássemos do beijo, ele veio por cima de mim e colocou o pau no meio das minhas pernas, embaixo do meu saco.

E começou a falar palavras desconexas, dizendo que estava gostoso e que ele queria repetir sempre aquilo. Não tardou para que nos virássemos e fizéssemos um gostoso sessenta-e-nove. Foi esquisito, mas muito bom colocar aquela verga na boca. Depois de um tempo, me entreguei totalmente e deixei de lado todos os preconceitos. Chupava com vontade, enquanto era chupado deliciosamente. Ao mesmo tempo que nos chupávamos brincávamos um com o cú do outro, enfiando dedos e línguas. Até que chegou o momento supremo. Ele falou que queria me penetrar e eu disse que só deixaria se ele me deixasse comê-lo também. Aceito o pacto, ele perguntou se eu tinha algum creme para lubrificar e eu o entreguei um pote que, por sinal, era da minha mulher. Ele lubrificou com carinho, enfiou um dedo, depois dois e, finalmente, posicionou-se entre as minhas pernas e, bem devagar e com jeito, ele foi enfiando, e, ao mesmo tempo, ia me masturbando devagar, até que a glande passou pelo anel do esfíncter.

Doeu, sim, mas não foi aquela dor terrível de que vejo falarem nos contos eróticos. Ele fez com muito jeito, bem pacientemente, não foi uma estocada forte. Só sei que, depois de um tempinho, ele começou a se movimentar. Jamais pensei que pudesse estar nessa situação. Mas estava e estava adorando tudo isso. Ele bombou por alguns minutos e, de repente, anunciou que queria gozar. Virou-me de frente, colocou-me na posição de frango assado e introduziu de novo, desta vez sem dor alguma. Ao mesmo tempo passou a me masturbar freneticamente. Quando ele gritou, dizendo que estava gozando, senti aquele calor meio ardido que sua porra provocava em meu cu e, não agüentando mais, gozei junto com ele. Eu estava exausto e fiquei prostrado. Ele também. Ficamos assim por uns instantes, recuperando nosso fôlego, até que ele se levantou e foi se lavar. Ele estava demorando e fui verificar o que estava havendo, quando o encontrei, ainda nu, fazendo a instalação da tomada. Dei risada da cena bizarra e fui me lavar. A medida que andava, senti um rio de porra saindo do meu “ex-cuzinho”, e pode até parecer loucura, mas aquilo me fez sentir maravilhosamente bem, adorei a sensação daquela porra escorrendo pela minha bunda, minhas pernas… Quando saí do banheiro depois do banho, perguntei se eu não ia ter a minha vez…
Fernando, na mesma hora, parou tudo que fazia veio em minha direção, tocou meu pau, mas nada fez, continuou andando em direção ao chuveiro, se lavou novamente, quando começou a se enxugar eu fiquei olhando-o, guloso… Após algum tempo, ele jogou ao chão a toalha que usava e, entendendo a fome que eu ainda sentia, me envolveu o corpo com seus braços fortes, enquanto nossas bocas se uniam num beijo delicioso.
Não tenho a noção exata do tempo em que permanecemos assim, naquela verdadeira volta ao paraíso, com nossas línguas se encontrando, se debatendo, tentando desbravar o íntimo do parceiro, e enquanto nossos corpos, numa interação perfeita, captava com clareza, através do calor e da dureza dos pênis, todo o tesão que nos consumia, só sei que quando paramos, escurecia, Fernando apagou a luz, passando o ambiente, então, a ser iluminado apenas pela luz da tela do computador.
Deitados lado a lado, voltamos a colar nossos lábios, como querendo que aquele beijo jamais terminasse. Enquanto isso, nossas mãos passaram novamente a explorar, com carinho e suavidade, nossos peitos, paus, bundas, enfim, todo o corpo do parceiro, ávidas por sentir o formato dos pênis e toda a sua textura, toda aquela dureza quente e suave, e todo aquele palpitar de veias entumecidas e latejantes.
Pedindo a Fernando que fechasse os olhos e apenas se limitasse a sonhar, ergui meu corpo sobre o dele, passando a fazer um lento e suave passeio com a língua por todo o seu corpo. Comecei pelas suas orelhas, passando pelo tórax e detendo-me nos mamilos, onde, com lambidas e sugadas suaves, fazia o todo o seu corpo estremecer de prazer. Prosseguindo, dediquei-me inteiramente aos músculos e aos pelos de seu ventre, detendo-me no umbigo, cuja cavidade era penetrada, em movimentos suaves e circulares, pela ponta da minha língua, arrancando do meu parceiro gemidos de puro prazer.
Os gemidos de Fernando funcionavam, para mim, como uma espécie de combustível que me animava a prosseguir, sugando-lhe agora toda a região pubiana e o saco, sem contudo, tocar-lhe no cacete, o qual se debatia e pulsava desesperado. Chegava mesmo, muitas vezes, a sentir-lhe as pulsações, em seu contato com o meu rosto. Mesmo assim, deixei-o de lado, para aumentar-lhe o desejo, passando a lamber toda a extensão daquelas coxas grossas e bem torneadas, sentindo sob a língua a suavidade dos pelos curtos e macios que as recobriam, agora totalmente arrepiados pelo tesão.
Chegando aos seus pés, iniciei a viagem de volta, com a mesma calma e suavidade. Fernando, a esta altura, implorava para que eu abocanhasse seu cacete, cujo contorno e rigidez podiam ser vistos mesmo sob a luz do luar. Mas só depois de ter voltado aos mamilos e sugado-os com avidez, durante algum tempo, foi que abaixei a cabeça lentamente e agasalhei todo aquele monumento em minha boca, passando a mamar, faminto, naquele pênis que tanto eu admirara e desejara durante o banho.
Sentia agora, toda a consistência daqueles 18 centímetros de pau de garoto atlético. Sentia também todo o volume da cabeça grande e roliça, assim como o contato de minha língua com o canal da uretra, pelo qual eram expelidas pequenas quantidades de líquido lubrificante, que eu sugava com prazer. Enquanto isso, Fernando literalmente delirava, contorcia-se e dizia palavras altamente eróticas, enquanto procurava, com movimentos dos quadrís, atingir o fundo de minha garganta. A certa altura, em meio às muitas frases que dizia, pronunciou uma que me chamou a atenção:
” – Pô, cara, você é muito melhor que o meu tio!”
Interrompendo a chupada, procurei saber o significado daquelas palavras. Fernando então confidenciou-me que havia mentido quando disse que nunca tinha transado com outro homem, pois, ainda rapazinho, fora possuído por seu tio. Contou que, quando garoto, era seguidamente segurado no colo e acariciado pelo tio, não vendo nisso qualquer maldade. Com o tempo, o tio passou a aproveitar as ausências de seus pais, para fazer-lhe carícias mais íntimas. Não notando uma resistência maior, passou, algum tempo depois, a lamber-lhe e a sugar-lhe o corpo inteiro, até fazer-lhe gozar em sua boca. Por adorar o parente e por ter começado a gostar das intimidades entre ambos, jamais contou qualquer coisa para os pais e irmãos. Ouvindo essa estória, fiquei maluco. Meu tesão se multiplicou, e pedindo a Fernando que se virasse de bruços, passei a lamber-lhe as costas, descendo em direção àquela bunda morena, rígida e, ao mesmo tempo, macia. Com delicadeza, passei a lamber e sugar aquele botão apertadinho, preparando-o para a penetração que agora era necessária e urgente. E enquanto, com uma das mãos, acariciava-lhe o cacete, que ostentava todo o vigor de macho, com a língua e com os dedos procurava, aos poucos, alargar aquela grutinha quente e úmida.
Sentindo que ele estava preparado, coloquei a camisinha, lubrifiquei-lhe o ânus com um pouco de gel e, sem conseguir tirar da cabeça a imagem de seu tio desvirginando-o, comecei a penetrar-lhe lentamente, cuidando para que meu cacete não o machucasse.
Fernando gemia, contorcia-se e trincava os dentes, mas aguentou garbosamente a invasão, só descontraindo os lábios quando sentiu meus pentelhos em contato com sua bunda e meu cacete totalmente mergulhado em suas entranhas, enquanto meus braços o envolviam fortemente, puxando-o em direção ao meu próprio corpo.
Permanecemos assim durante algum tempo, depois, voltando a masturbar seu pau, totalmente duro e úmido, comecei a movimentar-me em seu interior, acelerando aos poucos os movimentos, enquanto ele dava suspiros de puro prazer, emitidos juntamente com palavras eróticas que me animavam a possuí-lo cada vez com mais ardor, fazendo-me sentir completamente dono daquele corpo másculo, agora totalmente submetido à minha vontade.
O tesão de ambos era enorme. De minha parte, sentia que não era possível segurar mais e que estava prestes a gozar. E foi então que, acelerando ainda mais os movimentos de minha vara em seu cu, e de minha mão em seu cacete, gozei expelindo diversos jatos de porra que deixaram a camisinha quase a explodir. Por sua vez, Fernando, ao sentir o meu gozo, também não conseguiu mais controlar-se, esguichando sua porra em minha mão, enquanto, virando a cabeça, oferecia-me seus lábios para um beijo gostoso e sensual, que durou vários minutos.
Permanecemos juntos o resto da noite, só nos separando de manhã, afinal ele tinha de acabar de fazer a rede elétrica, e eu tinha de ir para o escritório, mas, no final da tarde, estaríamos juntos de novo para continuar o nosso curto-circuito sexual…
Se você é uma boneca, ou alguém, ativo ou passivo, que topa todas, e mora em Belo Horizonte, me escreva, quem sabe a gente pode fazer loucuras: icxster@gmail.com.