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Festinha com os meus primos

março 22, 2008

Agora que me sinto mais a vontade de escrever e postar aqui nos contos do GLX, farei isso com mais freqüência. Me chamo Carlos, tenho 29 anos, pele branca, cabelos castanhos escuros, olhos castanhos claros, sou estudante e estou para me formar este ano.

O que vou contar aconteceu comigo no final do ano passado, final de novembro e início dezembro. Eu tenho dois primos que são de tirar o fôlego de qualquer um. Eles são irmãos. Fred é o mais velho com 30 e Pedro 29 igualzinho a mim. Desde que eu entrei na universidade passamos a nos encontrar com mais freqüência, pois comecei a beber junto com eles nas calouradas. Daí sempre que íamos para as festas, sempre voltávamos juntos e eu sempre dormia na casa deles. Minha tia até gostava, pois sempre era eu quem os trazia podres de bêbados para casa. Inocente essa minha tia. Pelo fato sempre se repetir, ela nos deu uma cópia da chave de casa, que sempre ficava comigo. Muitas foram às vezes que ela já nem saia do quarto para nos ver entrar. Eu sempre os levava pro quarto e lá mesmo cuidávamos de tomar banho e dormir.

Desde pequenos que fazíamos troca-troca. Mas nunca rolou entre os três de uma vez. Sempre intercalado. Acho que eles não comentavam entre si. Agora que estávamos bem crescidinhos, dava pra a brincadeira ficar bem melhor não acham? E ficou mesmo. Com o Fred foi mais demorado. Tive que seduzi-lo ainda bêbado. Certa vez fomos ao banheiro da na casa de sua namorada, pois estava rolando uma festinha lá e a casa era só nossa. As meninas se trancaram no quarto da namorada de Fred para fazer não sei o quê e deixaram apenas eu e ele no quintal de casa. Ele já estava cheio de cachaça quando me chamou para ir ao banheiro com ele. Chegando lá, ele pôs para fora um pau enorme e cheio de veias. A cabeça do seu pau parecia uma bola de frescobol. Não tive coragem de dar o cu para ele, mas o chupei até ele gozar. Mas fora de minha boca. Bati uma punheta ajudado por ele. Assim que terminamos, voltamos para o quintal e as meninas ainda estavam trancadas no quarto. Ele ficou chateado com o abandono e me chamou para vermos o que elas tanto conversavam. Encostamos nossos ouvidos na porta do quarto e percebemos que elas só falavam besteiras. De repente Fred bate na porta e fala: “Amor, já estamos indo embora!” Elas se apressaram pra sair do quarto e ele falou que poderiam voltar pra conversa mostrando que estava chateado. Realmente nos deixara de escanteio. Ela reclamou mas ele só fez me chamar.

Peguei o carro e fomos para a casa dele. Assim que chegamos, tia estava de saída para a Igreja. Pedro não esta em casa e o pai dele estava trabalhando, pois ele é taxista. Tia falou que tinha comida feita na geladeira e foi embora. Fred nem deu muita atenção. Foi pro banheiro do seu quarto e começou a tomas banho com a porta aberta e sem nenhuma cerimônia. Entrei em seguida para escovar os dentes, pois já tinha até a minha escova por lá. No banheiro não tinha box então dava pra vê-lo tomar banho. Ele falava que tinha achado fuleragem das meninas ter nos deixado de escanteio e por isso tinha decidido vir pra casa. Concordei com ele e me sentei no vaso enquanto escovava os dentes. Foi quando ele falou: “Tu num vai tomar banho não é porra?” Falei que sim, mas queria escovar os dentes antes pois estava sujos de carne. Ele começou a jogar água em mim. Então fui obrigado a tirar a minha única muda de roupas limpas para não ter que voltar para casa molhado.

Após tirar a roupa, me virei para o Fred e vi que ele já estava de circo armado. Me sentei no vaso novamente e fiz sinal para ele me deixar chupá-lo. Ele veio em minha direção. Aquele pau é lindo. Mas não dá para se colocar ele em qualquer canto. Como disse antes, a cabeça dele é muito grande. Não é muito grosso, mas é comprido. Deve ter mais ou menos 21cm. Não quis nem tentar encapar aquela jeba. Fiquei apenas punhetando, chupando, mexendo em seus testículos e o fiz gozar novamente. Mas dessa vez bebi todo o seu gozo. Vou lhes dizer. Gostaria de saber o macete de ejacular tanto, mesmo tendo gozado em menos de uma hora atrás. Eu já estava ficando enjoado de tanto beber e ainda saia porra do pau dele. Ele por sua vez, se contorcia e tremia de tanto prazer.

De repente. Ele parou, voltou para o banho e voltou a comentar da festa como se nada tivesse acontecido. Entrei debaixo do banho e comecei a me lavar. Ele me perguntou que gosto tinha a porra dele. Respondi que era salgada e grossa. E farta, é claro! Então ele me confessou que estava na seca e que as coisas com a namorada dele não iam bem. Por isso tinha ejaculado feio um jegue. Daí entendi o fenômeno e perguntei porque a pergunta sobre a sua porra. Ele me falou que tinha curiosidade de provar mas que já tinha feito isso com a sua própria porra e não tinha gostado e me perguntou se eu já tinha bebido a minha porra. Falei que sim e que achava melhor e mais gostosa que a dele. Então ele voltou pro banho, tirou o sabonete e o xampu e se sentou no vaso. Olhou para mim e me pediu para gozar em sua boca, já que eu ainda não tinha gozado depois da nossa sacanagem. Não me fiz de rogado e deixei ele me chupar até sentir que ia gozar em sua boca. Avisei que já ia gozar para ele não perder a chance. Ele se posicionou e voltou a me chupar. Quando comecei, ele aumentou a potencia da chupada e bebeu tudinho. Lambeu mais um pouco para garantir que não cairia nadinha no chão.

Então foi a minha vez de perguntar. “E aí, gostou do gostinho dela?”. Ele respondeu que o gosto realmente era melhor, mas que não tinha saído tanto quanto no dele. Falei que nunca fui de ejacular rios de porra, mas que achava que o tanto que saia dava pro gasto. Voltei pro banho e ele me perguntou se eu poderia guardar segredo de nossa sacanagem. Respondi que sim, e que quando ele quisesse mais, era só combinar. Depois eu lhes conto como as coisas funcionavam com o Pedro que era outro tesão.

Por favor, votem, mesmo que não tenha gostado. E se alguém tiver algo de construtivo para falar sobre esse conto, por favor, faça pois isso ajuda a estimular as pessoas a compartilharem as suas experiências.

Coisas da Vida

setembro 30, 2007

Sempre tive um relacionamento amistoso com a minha família. Apesar de minha opção sexual sou tratado com carinho e respeito por todos. Não demonstro meu lado gay, pois sou bastante discreto e chego inclusive a levantar dúvidas quanto a minha pessoa. Nos momentos oportunos surgiam aquelas perguntas bizarras de mulheres, casamento e filho. Eu, sempre esquivando com respostas vagas. Assim, o pessoal ia levando, apesar de ter certeza de que eu era gay e que os papos relacionados a mulheres, casamento e filhos estavam distantes de mim. Tenho um primo, de 32 anos. Belo por sinal e bastante mulherengo. Professor de educação física, 1,85cm, corpo bem definido e disputadíssimo entre as mulheres. Ele demonstrava certo avesso aos homossexuais. Sempre que saíamos e víamos algum gay ele demonstrava desprezo, profanava comentários degenerativos a pessoa. Dizia que era uma vergonha para a classe masculina ou discriminava dizendo que com tanta mulher dando sopa no mundo havia quem se prestasse a gostar de homem. Ficava na minha e relevava tudo o que esse meu primo falava. Moro sozinho a alguns kilômetros da capital e da minha família. A cidade em que moro é turística, oferece praias e outros lazeres. Minha família costumava me visitar nas chamadas altas temporadas, porém os meus primos costumavam fazer visitas inesperadas. Apareciam com alguma mulher ou quando não, em função a algum evento que acontecia na cidade. Certo dia estava em minha casa, já era bem tarde da noite, estava na internet numa dessas salas de bate papo, quando ouvi uma buzina insistente em frente a minha porta. Desconfiado fui ver o que se tratava e para a minha surpresa era justamente o primo que costumava falar mal de gay. Logo de cara perguntou se eu estava sozinho e se podia passar a noite em minha casa, caso não houvesse problema. Claro que não haveria o menor problema, quanto mais sendo um parente. Daí ele saiu do carro, pegou uma mochila e me acompanhou. Disse-me que estava participando de um determinado campeonato que estava rolando na região e que encerraria no dia seguinte. Por estar distante de casa e muito cansado, resolvera baixar em minha casa, mas sem ser inconveniente. Sorri para ele e retruquei que não haveria problema algum, pois a minha porta estava constantemente aberta para a minha família. Perguntei se estava com fome, se queria tomar algo, enfim, mostrei-me bastante simpático. Ele, sorridente, intimou-se a sair para comer algo fora e tomar um chopp, pois estava a fim de aproveitar o finalzinho da noite. Concordei. Em alguns minutos fiquei pronto e saímos para comer uma pizza e tomar chopp. Ficamos num restaurante próximo a minha casa que, por sinal estava lotado. Havia um carinha, bastante interessante que não tirava o olho de mim. Meu primo notou e mandou uma letra dizendo-se intrigado pelo fato daquele sujeito não tirar os olhos de nossa mesa. Cheguei a conclusão de que aquele seria o momento ideal de sair do casulo e abrir o verbo para meu primo. Pedi uma dose de wisk, enchi de coragem e mandei. Perguntei o que ele achava de mim, pois afinal havíamos crescidos juntos e além de primos éramos grandes amigos. Por usa vez, ele respondeu que me achava o máximo a começar pela coragem que tive em sair de casa logo cedo e ser independente, apesar da família discordar e me julgar a verdadeira ovelha negra da família. Disse também que não entendia o porquê da minha vida solitária, ou seja, eu não ter uma namorada, uma mulher, o que fosse. Sorri e pedi que me olhasse bem nos olhos. Ele ficou meio desconfiado. Não perdi tempo e disse que era gay. Aceitasse a família ou não, mas que a opção era minha e que ninguém tinha nada a ver com a minha vida e que ele estava sendo o primeiro da família a saber abertamente sobre a minha pessoa. Meu primo silenciou, deu uma tragada em seu chopp, aos poucos foi amenizando o semblante e finalizou com um sorriso. Segurou o copo de chopp, ergueu e convidou-me para um brinde. Fiquei surpreso com aquela atitude, não estava entendendo nada. Ele disse que estava feliz com a novidade que na realidade não era novidade alguma. Disse ainda que mais do que nunca ia gostar de mim e respeitar. Senti certa segurança ao ouvir aquelas palavras. Daí ele emendou dizendo que só ia ficar possesso se ao estivesse comigo alguém ficasse me paquerando como já havia percebido naquele restaurante. Sorrindo, disse a ele que era a coisa mais natural e que não se importasse, pois eu tinha os meus momentos e sabia a hora de paquerar. Ficamos mais algumas horas naquele local e em seguida fomos para casa. Meu demonstrou um carinho estranho comigo, parecia estar mais a vontade. No percurso do restaurante para a minha casa, por dados momentos ele passava a mão em meu pescoço, sorria e repetia com satisfação: “Quer dizer então que temos um gay na família”! Chegamos em casa, ele estacionou o carro, entramos e voltamos a conversar. Ele demonstrou certa curiosidade em saber como funcionava, quem era quem na cama, enfim, aqueles papos caretas de heteros interessados em adquirir experiências. Sem constrangimento fui relatando tudo, dizendo que não havia esse papo de ser isso ou aquilo, pois entre quatro paredes tudo era válido quando as partes têm interesse em concretizar. A gente ia se preparando para dormir e dialogando. Percebi que meu primo estava muito interessado em saber mais sobre o universo homossexual. Como já era muito tarde, resolvemos dormir. Meu primo perguntou se podia dividi a cama comigo, pois não queria deitar no chão. Concordei. Já estávamos meio altos devido ao chopp que havíamos consumido. Deitei sem a menor maldade. Meu primo estava apenas de sunga. Nossa que corpo magnífico. Ele é moreno, corpo liso e definido. Todo gostoso. Bem, eu já estava quase cochilando, enquanto ele havia apagado literalmente. Em determinado momento senti uma das pernas do meu primo sobre a minha bunda. Fiquei assustado e um certo tremor dominou meu corpo. Embora sonolento, fiz questão de me manter aceso, fingindo está dormindo. Fiquei de lado, pois é o meu jeito de dormir. Subitamente, senti meu primo encostar e o volume de sua pica em minha bunda. Cada vez mais eu tremia de medo e nervoso. Paralisei e esperei o próximo acontecimento, fingindo estar dormindo. Em seguida, senti a mão dele acariciando a minha bunda. Tive certeza de que não estava dormindo, ou seja, estava fingindo também, esperando apenas que eu apagasse a luz. Podia recusar aquele assédio já que se tratava de um primo, porém decidi dá corda fingindo está dormindo. Meu primo então arriou o meu short bem devagarzinho e começou a lamber meu cu. Com todo cuidado me colocou de bruços e ficou a lamber meu rego. Nossa! Eu estava extremamente excitado com toda a situação. Passados alguns momentos, senti o contato de sua pica em minha bunda. Ele me pincelava com o caralho. Senti a grossura e o calor daquela coisa maravilhosa. A respiração dele era ofegante e desprendia uma força inacreditável. Novamente, com o máximo cuidado, me virou e com jeito foi enviando sua piroca em minha boca. Percebi que queria ser mamado. Como sou um super ator, fiz de conta que estava sonhando e passei a chupar. Meu primo soltava gemidos e “ais” de prazer. Sempre que me movimentava, ele tirava rapidamente o pau de minha boca e ficava quietinho. Prossegui em minha atuação safada. Meu primo voltou a enfiar o pau em minha boca. Enfiava até minha garganta e tirava. Ele sabia que eu estava acordado e concordando com toda a putaria. Ficou um bom tempo nessa brincadeira. Percebi quando levantou, encaminhou-se até a mochila e retornou em seguida. Estava com um preservativo nas mãos. Colocou no pau. Segurou-me com força e virou de bruços. Enfiava um dos dedos na boca e em seguida enfiava-o em meu cu, bem devagar. Era duro resisti, mas eu esperava pelo melhor, a pica dele. Não esperei por muito tempo, alguns momentos depois meu primo forçava com a piroca a entrada do meu buraquinho. Sentia uma dor maravilhosa. Foi enfiando bem devagar e em seguida começou a estocar. Ele sussurrava, gemia e metia bem forte em mim. Foi um sexo demorado e gostoso até chegar ao orgasmo. Em seguida, ele ajeitou meu short, levantou, foi ao banheiro, fez sua higiene e acomodou-se ao meu lado. Eu estava feliz e realizado, pois nunca havia passado pela minha cabeça transar com o meu primo que abominava gay. Logo pela manhã, fui o primeiro a sair da cama. Fui á padaria comprei pão, leite e queijo. Ao retornar, meu primo já estava de pé. Perguntei como tinha sido a noite, se havia dormido bem, enfim. Ele, muito animado respondeu que tinha sido a melhor noite que já tivera em toda a sua vida. Coloquei a mesa do café e durante o mesmo comecei a falar que havia tido um sonho interessante. Ele demonstrou interesse em saber que sonho tinha sido. Comecei a relatar. Disse que parecia ter sido real, pois transava com um cara, só que não lembrava a cara e nem o jeito dele. Ele sorriu cinicamente e disse que esses sonhos eram perigosos. Falei que sentia inclusive uma dor no ânus de tão real que parecia o sonho. Meu primo levantou da cadeira, dizendo-me que ia ao banheiro tomar um banho, pois teria que sair para o tal campeonato. Vi que estava de pau duro, mas me controlei. Ele ficou algum tempo no banheiro, após tomar banho, saiu enrolado na toalha e resolveu se arrumar diante de mim. Ao tirar a toalha, ainda brincou comigo, pedindo para que virasse para outro lado, pois para a gente não valia, já que éramos primos. Sorri e disse que não tinha nada a ver, pois eu era inofensivo e respeitava os parentes. Quase não me contive ao ver a enormidade da piroca dele e o que eu havia enfrentado na noite anterior. Então ele se arrumou e, antes de sair, disse-me que de vez em quando faria algumas visitas surpresas, pois adorava a minha companhia. Pediu que me cuidasse e que não desse confiança aos caras. Abraçamo-nos fraternalmente e em seguida ele foi embora. Nossa! Não consegui esquecer aquele momento inesperado com meu primo, afinal são coisas da vida e quem somos nós para evitar? Espero que tenham gostado desse meu conto. Um grande e carinhoso abraço a todos e o meu e-mail é perei_san@hotmail.com. Até um próximo encontro!

O Marido da minha tia

setembro 22, 2007

chupacueca@hotmail.com

Minha vida sexual começou quando eu ainda era adolescente.
Eu era um jovem muito ingênuo, meio CDF e medroso, fazia de tudo pra não arrumar encrenca com ninguém.

Não sabia nada de sexo.
Até tive umas namoradinhas na escola, mas ficava só em inocentes beijinhos.
Até que, certa vez, passei umas férias na casa do meu tio, no interior de São Paulo.
A casa do meu tio era grande, tinha muitos quartos. Mesmo assim, na época, havia muita gente na casa, a maioria, mulher.

De homem, na casa, naquela época, só havia eu, meu tio e um irmão da mulher do meu tio, um rapaz chamado Gerson.
Gerson era bem alto, tinha uns 1,90, forte, branco, seus olhos e cabelos eram bem pretos, e ele andava sempre com cabelo bem curtos, quase raspados.
Ele era um rapaz novo, tinha seus vinte e poucos anos, mas já era casado, e tinha uma filha recém-nascida.

Pelo que me lembro, sua esposa estava com espécie de crise pós-parto. E queria dormir somente com a filha no quarto.
Como todos os quartos estavam ocupados por mulheres, minha tia (esposa do meu tio), me perguntou se eu me incomodaria em dividir o quarto com o Gerson.
Sempre dividi as camas com meus primos e outros amigos naquela casa. Como nunca aconteceu nada, não tinha como eu imaginar coisas, não vi nada demais na situação… Topei numa boa, embora nunca tivesse trocado uma palavra com o tal Gerson. No máximo trocamos alguns cumprimentos com a cabeça…

Logo no primeiro dia, depois de muito passear pela cidade do interior, cheguei em casa cansado e fui dormir. Gerson não estava no quarto.
Tinha saído com os amigos.
No meio da noite, ouço ele abrir a porta do quarto. Neste momento eu desperto, mas permaneço com os olhos fechados e imóvel, fingindo que estou dormindo.

Eu dormia vestindo somente um shorts, sem camiseta. Estava calor, e eu estava coberto somente por um lençol.
Gerson arranca a roupa de qualquer jeito e a joga no chão.
Pelo barulho e pelos tropeços, deduzi que ele estava meio bêbado.

Em pé, provavelmente após me ver na cama, ele faz um barulho com a língua como quem diz: “Puta merda! Tem gente na cama onde eu estava dormindo sozinho!” Depois, ele deita na cama, e vira de costas para mim. Por cima do lençol.
Deixei ele e a frescura dele pra lá e acabei pegando no sono novamente.

Permaneci deitado de lado, de costas para o Gerson. Acordei sentindo seus dedos grandes e fortes acariciando de leve minhas costas. Percebi que o lençol já não cobria mais meu corpo.
E que o abajur estava aceso.
Senti um arrepio na espinha.

Pensei em me virar e brigar com ele: “O que pensa que está fazendo?” – eu falaria.
Mas embora nunca tivesse me passado pela cabeça em estar com outro homem, eu estava gostando de ser acariciado daquela forma, com aquela ternura. Era estranho, diferente, mas era excitante. Permaneci mudo, imóvel e de olhos fechados.

Ele ficou longos minutos naquele movimento.
Aos poucos seus dedos foram subindo pelas minhas costas e ele começou a passar a ponta dos dedos sobre meu pescoço.
Vendo que eu não reagia, resolveu aproximar mais seu corpo do meu.

Sentia através do calor do seu corpo que ele se aproximava de mim.
Senti um bafo quente aquecer minha nuca. No ar, um forte odor de cerveja. Ele ainda devia estar meio bêbado.

Continuava a passar o dedo sobre meu pescoço. Eu arrepiava.
Pelo cuidado e pela demora, parecia que não queria me acordar. Ele avançava bem devagar, querendo descobrir até onde podia chegar.

E eu não reagi.

E eu queria ver até onde ele iria. Como eu estava curtindo, passaria o resto da vida fingindo que estava dormindo.
Ele pôs a mão sobre minha cintura e parecia tentar me virar, bem lentamente, para expor melhor minha bunda para olhá-la sob a luz do abajur. Eu virei de bruços, virando o rosto de lado, e deixando minha bunda para cima. Eu sabia o que poderia acontecer.
E estava dando sinal verde.

Gerson não falou nada.
Percebeu que eu estava acordado, mas que ainda fingia estar dormindo somente para que ele não parasse…

Ele deslizou suas duas mãos por sobre as minhas coxas, passou-as sobre a minha bunda, e com as mãos debaixo dos meus shorts, foi descendo pelas laterais. Afastou do meu corpo o elástico que fixava a bermuda na cintura, e desceu o shorts até meus pés.

Sentou-se ao meu lado, e passou a acariciar minha bunda com suas grandes mãos.
Suavemente, seus dedos exploravam minhas nádegas. Ele acariciava e parecia se deleitar.
Ouvi um ou outro gemido. Mas não tive coragem de olhar para ele.
Provavelmente ele estava se masturbando.

De vez em quando, passava de leve seu indicador no meu cuzinho.
Era quando ele gemia mais alto.

Logo depois, seus dedo começou a ficar somente por ali: Levava a mão à boca e depois espalhava a saliva no meu cuzinho. De vez em quando ele parava, e eu sentia ele se aproximar do meu rosto para ver minha reação…
Eu tentava ficar inalterado, mas tudo aquilo era muito gostoso.

De repente, ele pára e se levanta.
Ouço ele ir até a porta do quarto e trancá-la.

Em seguida ouço ele tirar sua cueca samba-canção e subir em pé em cima da cama.
Ele se ajoelha sobre mim e eu sinto seu saco peludo encostando nas minhas coxas. Percebo que ele está se posicionando para encaixar seu pinto na entrada da minha bunda. Não olho em nenhum momento para ele, continuo a fingir que durmo.
Sinto uma coisa quente, pulsante e molhada encostar na carne da minha bunda.
Aquele troço quente e gostoso é esfregado no caminho do cofrinho.

Ele sobre e desce com o pau sobre meu rego, cuspindo várias vezes na mão e no pau, espalhando a saliva.
Até que ele encaixa a ponta do seu pau na portinha do meu cuzinho, ficando alguns segundo parado ali.
Logo depois ele força um pouco e a cabeça se encaixa.

Até ali, como a sensação era boa e diferente, permaneci imóvel, apenas meu pau estava duríssimo sobre o colchão…
Mas quando ele força mais um pouco, parece que uma faca corta meu cu.
Eu afasto minha bunda, quase pulo de tanta dor.

Gerson se levanta e sai da cama. Mas não se afasta.
Eu deito de lado…

Abro os olhos, me viro pra ele, mas não falo nada.
Vejo ele ali, parado. Na minha frente, com cara de assustado, enorme, forte e de pau duro.

Sem abrir a boca, fecho os olhos.
De lado, ergo um pouco a minha perna, deixando minha bunda bem exposta para ele. Deixando ele consciente de que, se quisesse, poderia terminar o serviço.

Até aquele dia, nunca havia feito sexo na vida, gostava de mulheres e na minha cabeça, tinha certeza que casaria e teria filhos. Assim como também tinha plena consciência de que Gerson era casado, tinha sua pequena filha e indiretamente, era da minha família.
Mas nenhuma moral ou razão me impedia de fazer aquilo. O prazer físico e psicológico daquele ato proibido deixava a situação mais excitante, impossível de ser evitada…

Gerson subiu novamente na cama e deitou-se ao meu lado.
Não falou nada.
Passou a mão no meu reguinho novamente, espalhando novamente a saliva e reforçou a lubrificação cuspindo mais, e desta vez, ele enfiava o dedo indicador, tentando lacear um pouco as paredes do meu reto.

Novamente, encaixou o pau na portinha do meu cu e voltou a forçar sua entrada.
Ele forçava e chegava o rosto perto da minha cara, para ver minha reação. Eu ficava de olhos fechados. Somente sentindo aquele monstro tentando me invadir.

Até que, depois de mais alguns movimentos de vai e vem, sinto algo me invadindo, uma dor horrível, uma sensação inédita, um estranho prazer, e uma vontade alucinante de ir ao banheiro.
Eu abro os olhos e vejo aquele homem enorme atolado dentro de mim. Sinto seu saco batendo na minha bunda. Vejo suas pernas molhadas de suor batendo nas minhas e vejo seu enorme e forte pé encostar nos meus calcanhares… É uma sensação indescritível de dor e prazer.

Ele me segura pelos ombros e me aperta contra seu corpo.
Seu pau parece cada vez maior dentro de mim.
Sinto algo saindo do meu cu, mas o pau dele ainda está enfiado e se mexendo dentro de mim…
Ele aperta bem meu corpo e depois, me solta. Pára de se mexer.

Ele puxa seu pau de dentro de mim. Quando sai a cabeça, a dor é grande.

Sinto meu rabo todo molhado e com algo escorrendo.
Fiquei assustado.

Sinto uma cólica tremenda, e corro pro banheiro do quarto, que felizmente, é uma suíte.
De dentro de mim sai muita gosma, durante um bom tempo, fico expelindo a porra de dentro de mim.
Era muita.

Ele entra no banheiro, dá uma lavada no pinto com água e sabão.
Em seguida se aproxima de mim, sério. Acende um cigarro.
Dá uns tapinhas no meu ombro, e diz: “Valeu, meu chapa! Tava precisando!”.

Depois, volta para o quarto, veste sua cueca samba canção, e se deita novamente como se não tivesse acontecido nada. Dorme.
O dia já estava clareando.

Voltei para a cama, eu precisava dormir um pouco também…
Gerson ficou de costas o resto do tempo. Como se eu não estivesse ali.

No outro dia, não tive como esquecer a trepada daquela noite, meu cu ardia e latejava durante todo o dia, e tive que ir várias vezes ao banheiro por culpa daquela gozada dele.
Gerson não passou a me tratar melhor, nem pior, por causa daquela noite.
Parecia que não tinha acontecido nada. Ele era só atenção para sua mulher e filha.
Mas as férias estavam somente começando…

Aquilo que minha namorada não sabe

junho 17, 2007

zolthar@uol.com.brTenho 19 anos, e há pouco tempo comecei a ter relações anais com a minha namorada. Ela diz que eu faço muito gostoso, que é melhor do que quando eu faço na “chaninha” (apelido que demos pra bucetinha gostosa dela). Mas o que ela não sabe é como eu aprendi a fazer o que ela tanto gosta…
Aconteceu há pouco mais de um ano. Eu tinha acabado de entrar no banho, quando ouvi o telefone tocar na sala. Como não havia mais ninguém em casa, corri pelado até o telefone. Era minha mãe, avisando que um colega dela iria passar lá em casa, para pegar uma extensão de fio elétrico, para um evento que estava rolando lá na igreja que freqüentamos.
Eu pensei que ele ainda iria demorar algum tempo para aparecer, mas logo a seguir ouvi tocar a campainha. Só deu tempo de enrolar-me numa toalha, para não atendê-lo completamente nu. Como já nos conhecíamos há algum tempo, não vi nenhum inconveniente nisso, já que éramos homens (apesar dele ser cerca de 20 anos mais velho) e eu não queria fazê-lo esperar enquanto trocasse de roupa.
Ele riu ao ver-me enrolado na toalha, e eu ri de volta, meio sem graça…. e pedi que ele me acompanhasse até o quarto onde meu pai guardava suas ferramentas. Demorei um pouco a achar a tal extensão, e fui ficando nervoso, pois sentia que ele me observava calado, parado na entrada do quarto. Quando finalmente a achei, e a entreguei em suas mãos, ele me olhava fixamente. Pude perceber pelo volume em sua calça que ele estava excitado, e eu fiquei ali, estático, sem conseguir desviar o olhar daquela jeba endurecida. Tentei ainda passar por ele, mas ele bloqueou a saída do quarto com o corpo, e acariciou os meus cabelos ainda molhados. Senti sua mão quente deslizando em meu pescoço, e forçando minha cabeça para baixo. Percebi imediatamente as suas intenções: ele estava direcionando minha cabeça para um boquete. Instintivamente eu tentei reagir, mas a sua outra mão agarrou o outro lado do meu pescoço. Senti o meu corpo se desequilibrar, e pender para a frente. Para não cair, eu me ajoelhei diante dele. Com uma das mãos, ele abaixou o zíper da calça e colocou pra fora a piroca dura e avermelhada. Fiquei hipnotizado com o cheiro, com o tamanho, com a grossura, com a cor daquela piroca bem na minha frente. Por mais que eu quisesse, eu não conseguia tirar os olhos dela. Foi quando senti que ele a roçava em meus lábios, com a outra mão forçando o meu pescoço na direção dela. Resolvi entregar os pontos e abocanhei o piru dele. Eu não tinha prática nenhuma em chupar rola, mas parece que a Natureza me guiava, e comecei a gostar muito de ter o caralho daquele macho em minha boca, pulsando, com as veias quase explodindo de tão cheias.
Eu não sabia o quanto pode ser maravilhosa uma transa entre homens. Pensei que já tinha atingido o Nirvana só de ter aquela pica latejando em minha boca. Só que, de repente, ele me virou contra a parede, e começou a passar a língua deliciosamente no rego entre as minhas nádegas. Nossa…Eu me arrepiei todo, até o último pentelho do cu, que é praticamente liso. Escancarei a bunda pra que ele continuasse a enfiar aquela língua maravilhosa no meu buraquinho. Sentia que o sangue fervia em meu rosto, e enquanto eu estava entregue àquela carícia maravilhosa em minha bunda, comecei a imaginar o porquê dele estar fazendo aquilo. Lembrei da grossura do membro dele, e temi pelas minhas pregas. Mas, não conseguia parar de gemer baixinho a cada linguada, e sem acreditar no que eu mesmo dizia, eu me ouvi pedindo para que ele enterrasse aquela piroca toda em mim. Eu devia estar louco de tesão. Simplesmente não conseguia pensar, e as palavras, as obscenidades que dizíamos um ao outro eram frutos da loucura que tomou conta de nós.
A piroca dele estava completamente lubrificada, com a minha saliva, e com aquele líquido incolor que escorre dos pênis enrijecidos. Quando a jeba melada dele encontrou o meu cuzinho pra lá de molhado com o cunete recebido, a penetração teve início. Ele tinha um desses cacetes pontudos, que foi logo escorregando pra dentro de mim, sem maiores dificuldades…Ele ficou brincando de por e tirar a cabecinha de dentro do meu cu, me levando quase a gozar, a ponto de eu pedir que ele parasse com aquilo. Ele parou, e em seguida, enfiou a cabeça da pica toda e começou a forçar lentamente o resto do caralho em meu reto. Sem pressa, ele avançou milímetro por milímetro pra dentro de mim. Sentia as minhas entranhas se rasgando, mas não queria parar com aquilo. Ele começou um lento movimento de vai-e-vem, e a sensação de desconforto aumentou. Imediatamente eu pedi que ele parasse com aquilo, mas eu já não era dono de mim…Eu estava completamente entregue ao tesão daquele macho, que começou a bombar cada vez mais forte. Uma agonia imensa foi tomando conta de mim: uma mistura de dor, de tesão, de vontade de chorar… Desisti de fazê-lo parar. Instintivamente percebi que aquela doce agonia só teria fim quando ele esporrasse em mim. Então comecei a fazer movimento vigorosos com a bunda, engolindo aquele caralho com a mesma sofreguidão com que ele me enrabava. Senti que o meu gozo viria em alguns segundos, e gritei pra ele, alucinado: Goza, seu filho da puta, que eu estou gozando!!!! Aquilo fez ele enlouquecer de tesão, e ele começou a dar estocadas tremendamente violentas em meu cu. Senti o leite dele escorrendo pra dentro de mim, e alguns segundos depois foi a minha vez de soluçar com um orgasmo delicioso.
Depois daquele dia, temos sido amantes eventuais, pois ele é casado, e eu tenho a minha namoradinha. Quando como o cuzinho dela e a faço gozar feito uma putinha no cio, estou pondo em prática tudo o que tenho aprendido com o meu “tiozinho”, que me enraba como um deus grego, só que eu sinceramente acho que não chego nem aos pés da maestria com que esse colega da minha mãe me come.

NA COMPANHIA DE LOBOS

maio 5, 2007

marco.grecco@bol.com.br

“Pai?”, a palavra lhe é estranha, porém, agradável e bonita. Até sua mãe lhe apresentar aquele homem desconhecido e falar que era seu pai, ele nunca havia percebido que pronunciá-la provoca uma pequena explosão nos lábios e que o amor – seja qual for – é a pior coisa que pode acontecer a alguém.

“E agora o quê vamos fazer?”, o homem pergunta, encarando a mulher e o rapaz como a mesma tranqüilidade com que acaricia sua barba bem-feita. Eles estão em sua elegante sala de estar. Mãe e filho, em um sofá branco de três lugares. Ele, em uma bela poltrona reclinável de couro escuro.

“Acho que vocês precisam passar um tempo junto!”, a mulher sugere.

“Ah, você acha!?”, ele ri, ironicamente, “Você acha?”

“Acho!”, ela confirma e, no mesmo instante, os dois começam a discutir aos gritos.

Acostumado com as brigas de sua mãe, sobretudo com os ex-namorados, o rapaz levanta-se e caminha até a sacada para olhar a cidade e cuspir em quem passa pela calçada. É um jeito legal de passar o tempo e de não se meter nas confusões de ninguém. Dez ou quinze minutos depois, a mulher aparece na sacada e o chama para ir embora. Na porta, o homem não diz nada quando mãe e filho saem. Também não diz nada quando o rapaz volta sozinho, dias depois, para morar com ele. A mãe tinha indo embora acompanhando um novo namorado.

Durante as primeiras semanas, eles quase não conversaram. Esbarravam-se pela casa de vez em quando e só. Cada um na sua. Para o rapaz, era quase como viver com a mãe. A diferença é que seu pai não sai cedo de casa para fugir do mundo nem para perseguir e esmurrar as pessoas com que se relaciona como sua mãe faz. Ele sai cedo para trabalhar. Algo que sua mãe nunca levou muito a sério. Mesmo trabalhando com artes, que, diz, adorar, ela nunca foi incapaz de fazer uma exposição individual ou de concluir qualquer um dos muitos cursos que criava e formava turmas.

Diferente de sua mãe, seu pai é dedicado e bom naquilo que fazia. É um dos melhores advogados da cidade, as pessoas do prédio falam. Ele trabalha para políticos, artistas e endinheirados de modo geral. Todos os dias, saia cedo, apressado e cheio de compromissos. Quase nunca toma café. Aparece na sala, ajeitando o nó da gravata, fala alguma coisa para a empregada e sai, deixando um rastro de perfume forte e agradável.

“Tchau!”, o rapaz fala, ao vê-lo saindo.

“Tchau…”, ele responde, sempre contrariado. Desde que o filho se mudara para o seu apartamento, vive incomodado com sua presença. Já não pode mais entrar em casa tirando a roupa nem receber ninguém. E o pior é que rapaz quase não sai. Pela manhã, vai para o cursinho. Três vezes por semana, faz aulas na auto-escola. Fora isso, mais nada. Prefere ficar em casa vendo TV, ouvindo música, lendo gibis e conversando com a empregada na cozinha. Nesse ponto, não se parece nada com ele nem com a mãe, que é a mulher mais louca que já conheceu. Na faculdade, ninguém bebia, cheirava e dava tanto quanto ela. É um milagre que ainda esteja viva.

“Sua mãe está onde mesmo?”, o pai pergunta, em um dia dos poucos que parou para tomar café.

“Não sei direito. O novo namorado dela é ator. Eles vivem de cidade em cidade…”

“Ator de teatro?”

“É, mas de teatro de rua!”

“Teatro de rua…”, o homem fala, rindo. O rapaz também.

“Minha mãe já namorou de coroas engravatados a entregadores de pizza! Até outra mulher!”

“Outra mulher também?!”, o homem se faz de surpreso. “E você?”

“Eu, o quê?”

“Está namorando alguém?”

“Eu?! Não. Ninguém”, ele desconversa, “Fico algumas garotas do cursinho. Nada sério! E você?”

“Também nada sério!”, ele fala, levantando-se, “Agora, preciso ir!”

“Mas já?!”

“Já!”, ele responde, ajeitando os cabelos grisalhos e ralos em frente ao espelho retangular da sala de estar. Como de costume, veste um terno escuro, bem cortado e usa camisa de punho duplo com abotoaduras. “Não vai se atrasar para a aula!”, recomenda, secamente.

“Não, não vou. Pode ficar tranqüilo”, ele responde, vendo-o abrir a porta e sair. Recostando-se na cadeira e tomando seu leite sem pressa, o garoto percebe o quanto sente orgulho do pai e como gostaria de ser como ele. A empregada não cansa de falar que eles já são muito parecidos e que apesar dele ser menor, andar de cabeça baixa e com os ombros caídos, coisa que o pai jamais faz, de vez em quando, eles olham e falam do mesmo jeito.

Seu pai tem quase sessenta anos, ele descobriu vendo a carteira de identidade dele. Ficou surpreso e não. Às vezes, ele parece que tem mais. Outras, menos. Mas, de todo jeito, é um homem bonito e interessante. É o que acha como também a empregada e as garotas do prédio, com quem, às vezes, conversa.

“Sou do mesmo jeito!”, o rapaz fala e as garotas do prédio concordam, rindo, “Sei…”

“Verdade!”, ele insiste.

“A gente vê o quanto, seu viadinho!”, uma delas fala, querendo briga.

“Só porque não fiquei com você não quer dizer que sou viado, mas que tenho bom gosto!”, ele responde, nervoso. A conversa acaba. Ele sai da piscina. A garota que o provocou, assobia e grita, afetadamente, “Uiuiuiuiu!” As outras riem, mandando-a parar.

Em casa, ele tira a sunga no banheiro, abre o box e toma banho. Não está com raiva. Não com a de sempre. E, apesar de quase não ter notícias da mãe e de perceber, pelos seus poucos telefonemas, que ela voltou a beber e a cheirar tanto quanto antes, sente-se em paz e quase feliz. Gosta e se orgulha do pai, mesmo que quase nunca conversem ou saiam juntos. Só de tê-lo em casa e de não estar sozinho, sente-se bem.

Na mesma noite, porém, tudo mudou. Voltando furioso do trabalho, o pai afrouxa o nó da gravata, pega o litro de uísque e, sentando-se no sofá branco de três lugares, promete a si mesmo que só vai se levantar quando esvaziá-lo e arrebentá-lo na parede.

Encharcado de suor e trêmulo de raiva, ele liga o ar-condicionado no máximo. Minutos depois, ainda com calor e irritado com a falta de liberdade que tem na própria casa, tira os sapatos, chutando-os longe. Tira também o paletó, a calça, abre todos os botões da camisa e acaricia o pau por cima da cueca samba-canção listrada, como fazia antes do garoto chegar. Desta vez, pensa, apertando os olhos, está perdido, fodido, acabado e tudo mais.

Saindo do seu quarto, o rapaz vê o pai no sofá, tomando uísque direto do litro, com a camisa aberta, de meias e samba-canção. Ele está com a cabeça jogada para trás. Uma das mãos segura o litro e a outra, aperta o pau por cima da cueca. Percebendo-se olhado, ele abaixa a cabeça, franze as sobrancelhas e pergunta, seco, “O que está olhando?”

“Nada…”, ele fala, saindo.

“Espera, aí! Eu falei que você podia sair?”

“Não…”

“Vem cá! Sente-se aqui!”, ele chama, batendo a mão no sofá.

“Bebe um pouco!”, oferece o litro já pela metade, quando o filho se senta onde mandou. Eles estão próximos com nunca estiveram. As pernas quase roçando uma na outra. Apertando as mãos, o garoto olha para os próprios pés, evitando olhar o pai nos olhos ou em qualquer parte do seu corpo, embora tenha visto que a barriga dele curve suavemente sobre o cós da cueca e que os pêlos do seu peito são brancos, longos e abundantes.

“Obrigado, mas não que-ro…”, ele responde, trêmulo.

“E não quer por quê?”

“Porque é tarde… O senhor quer jan-tar?”

“Eu falei que queria jantar, seu viado?”, o homem pergunta, colocando o pé sobre o do garoto, fazendo-o olhá-lo nos olhos, assustado.

“Não, se-nhor…”, ele responde, abaixando a cabeça novamente.

“Então, fica quieto, seu viado!”, o homem repete a palavra viado bem devagar, saboreando-a. E vira o litro na boca outra vez.

Os olhos do garoto ficam marejados e seu rosto, quente e muito vermelho. O homem ri e continua:

“Não se preocupe. Não sou o único que sabe. Aliás, devo ser o último. Todo mundo aqui, no prédio, sabe. Até no meu escritório, sabem.”

O rapaz tenta se levantar e o homem o segura pelo braço, com força. “Não mandei que você se levantasse? Mandei?”, pergunta, mordendo os lábios de raiva.

“Não…”

“Então, fica aqui…”, ele ordena, arrastando a mão do filho para seu pau. “E disso que você gosta, não é?”, pergunta ao garoto, que começa a chorar. Com outros namorados da sua mãe aconteceu do mesmo jeito. Ela saia, ele ficava sozinho e os caras aproveitavam. Um o último foi o ator de rua. Sua mãe os flagrou na cama quando ele começava a chupá-lo. A reação dela foi se livrar dele. Não do namorado. Agora, tudo se repete e ainda pior, porque o homem que tampa sua boca para que não grite e o ameaça, não é qualquer um. É seu pai! Alguém que deveria protegê-lo e não arriar sua bermuda e cueca nem virá-lo de bruços no sofá e entrar nele com tanta força e raiva. Também não deveria espancá-lo como faz depois que goza e arrebenta o litro de uísque vazio na parede.

Depois daquela noite, houve muitas outras parecidas. Seu pai havia se tornado outra pessoa. Passou a beber ainda mais e deixou de ir ao escritório diariamente. Se antes era quase impossível fazê-lo tomar um simples café pela manhã, agora o impossível é que termine o dia sombrio e que atenda o telefone ou deixe que alguém o atenda.

Quase todos os dias, ele se senta no sofá com dois litros de qualquer bebida bem forte e só pára quando os esvazia até a última gota e os espatifa na parede. Também dorme fora de casa e chega em casa pelas onze da manhã, arranhado e com pequenos hematomas no corpo e pescoço.

Em uma das muitas manhãs que não assistiu a todas as aulas do cursinho e voltou mais cedo para casa, o rapaz encontra a porta da frente aberta e um caminho de roupas femininas espalhadas pelo chão que termina no quarto do seu pai. Aproximando-se da porta, ele ouve gemidos abafados. Preocupado, curioso e também excitado, empurra a porta apenas encostada e vê o pai com duas mulheres. Mas não como esperava que estivessem. Elas estão em pé e vestidas com estranhas roupas de vinil. Ele, deitado na cama sem roupa. Porém algemado com as mãos para trás e com uma amordaça de bola na boca, que o impede de falar. As mulheres colocaram prendedores no bico dos peitos dele como os de roupa, entretanto, maiores e inteiramente de metal.

“MMMMNNNNNNOOOOOOOO!”, ele geme de excitação e dor, amordaçado. As mulheres mordiscam seu pau duro.

Uma delas abre uma embalagem de preservativo e, usando a boca, coloca-o no pau do homem, que se contorce e geme de tesão. Depois, ela senta-se sobre seu corpo e, pegando o pau dele, o enfia dentro de si. Ajoelhada na cama, a outra mulher abre as pernas dele e, usando um cinto que tem um enorme pênis de borracha, começa a penetrá-lo devagar e cuidadosamente. Ele geme alto, de olhos fechados. As mulheres estão de costas para a porta e seus corpos e movimentos impedem que ele veja que seu filho está ali, sem ação e excitado. Dentro da calça, seu pau pulsa, duro.

Absurdamente excitadas, elas gritam e xingam alto. É a primeira vez que o rapaz vê pessoas fazendo sexo e é também a primeira que vê o pai pelado sem ter medo. Quando não tinha motivos para temê-lo, gostava de vê-lo, de madrugada, andando de cuecas pela casa. Depois, quando as coisas mudaram, fechava os olhos toda vez que o via se aproximando e apalpando o pau por cima da calça. Um pau grande e grosso como o de nenhum dos outros namorados da sua mãe.

Quando seu pai finalmente goza, a mulher que estava em cima dele, tira o preservativo cheio e o fecha com um nó na ponta. A outra também “goza” e retira o pau de borracha dele e, quando se inclina sobre a cama para pegar o litro de vodka no chão, vê o rapaz na porta.

“O que está olhando!?”, ela grita, ficando em pé. Está histérica. Seus seios e vagina estão à mostra, pois sua roupa de vinil é cheia de fendas. Nervoso, o pai levanta a cabeça para ver o que está acontecendo e começa a gemer e a se debater furiosamente quando descobre que é seu filho que os atrapalha.

“Caiam fora ou chamo a polícia!”, o rapaz fala trêmulo, mas decido.

“Chamar a polícia?!”, ela desdenha, se aproximando dele, “E vai falar o quê?”

“Que duas vagabundas prenderam meu pai e invadiram nossa casa!”

“É seu pai?!”, a outra mulher se preocupa, cobrindo os seios com as mãos e também saindo da cama, “Vamos embora!”, ela pede à amiga, que balança a cabeça contrariada, mas acaba concordando e se afasta do rapaz.

“Ok, garoto! Vamos soltá-lo e ir embora…”

“Não, saiam agora!”

“Mas, ele?”, a mulher que convenceu a outra a ir embora pergunta, apontando para o homem algemado e amordaçado.

“Eu o solto e peço para ele devolver suas coisas…”

“São dele, querido!”, a que usa o cinto com o pênis de borracha fala, tirando-o e deixando-o sobre a cama. E tão logo elas apanham as roupas espalhadas pelo apartamento, se vestem e saem, o rapaz tranca a porta e volta para o quarto.

Exausto de gemer e se debater para ser solto, o homem fecha os olhos e respira, pesadamente. As mulheres foram embora e, pelos passos que ouve, sabe que seu filho está voltando para o quarto. Quando ele o soltar, vai arrebentar sua cara de murros e também vai acabar com aquelas duas vagabundas que saíram sem soltá-lo.

Encostado na porta do quarto, o rapaz cruza os braços sobre o peito, vendo o pai amordaçado, algemado e pelado de barriga para cima. Ele ainda está com as pernas entreabertas e seu ânus, mergulhado em um emaranhado de pêlos grisalhos, brilha bem lubrificado. Curvado, o pau dele ainda lateja e goteja. A barriga peluda e branca sobe e desce acompanhando a respiração. O rapaz sabe que poderia ficar vários dias olhando-o sem se cansar ou perder a excitação. Mas sabe também que, agora, seus desejos são outros. Bem mais intensos do que o de ficar olhando. Apalpando o pau duro como seu pai faz, ele se aproxima da cama, agacha-se perto dele, acaricia seus cabelos brancos e encorpados de gel e sussurra, tentando parecer raivoso e vingativo, “Agora é minha vez!”

“GGGGGGGGGMMMGOOODDDDDMMMM!”, o homem geme e se debate incapaz de impedir que o garoto cubra seus olhos com a fronha de um travesseiro e que abocanhe e chupe seu pau com gula.

Em poucos minutos, a boca do rapaz é invadida pelo gozo quente do seu pai, que solta um gemido longo e forte. Nos lençóis, o rapaz cospe o gozo que salga sua boca e virando o homem de bruços, afasta suas pernas e começa a penetrá-lo sem prática e desastradamente. Antes mesmo de entrar direito, goza. Amordaçado e vendado, o homem esboça um sorriso de alívio, que, muda rapidamente, quando sente o dedo do garoto entrando em sua bunda, já bem besuntada de lubrificante. Primeiro entra um depois dois, três e no quarto dedo, o homem já não agüenta mais de dor. Chora e suplica, amordaçado. O rapaz pára, levanta-se e, tocando o rosto do seu pai, choraminga ao vê-lo tão suado, cansado e distante da pessoa que está acostumado a ver e a admirar, apesar de tudo.

O rapaz tira os prendedores que as mulheres colocaram nos mamilos do seu pai e também o pano que usou para vendá-lo. No mesmo instante que abre os olhos e vê o filho chorando, o homem torna-se novamente agressivo e assustador. O garoto sabe que tão logo seu pai seja solto, vai lhe arrebentar de porradas. Talvez, até lhe mate, como sua mãe jurou que ia fazer, mas não fez. Bem diferente dela, ele faz tudo o que se propõe a fazer. Se decidir que vai matá-lo, sem dúvida nenhuma, o fará.

Assustado e trêmulo, o rapaz se afasta sem saber o que fazer. “Preciso fugir!”, pensa, olhando para os lados. Mas para onde? Sua mãe não o quer e ele não tem dinheiro nem conhece ninguém que possa lhe ajudar. Sequer sabe onde a empregada mora para pedir ajuda.

Mesmo amordaçado, o homem consegue rir do desamparo do garoto. Todos sempre riram. As pessoas sempre riem de quem pode. E dele, todos podem rir. Revirando o quarto com os olhos à procura de uma saída, ele vê as roupas do pai jogadas perto do closet. No chão, ele vê o paletó, a gravata no colarinho da camisa branca e a cueca samba-calção de bolinhas azuis. As meias estão no corredor, dentro dos sapatos. Ele as viu antes de abrir a porta do quarto e flagrar o pai com aquelas mulheres.

Agachando-se e juntando aquelas roupas amassadas, ele sente o cheiro forte e masculino do pai. Como gostaria de ser forte e homem como ele. Mas como poderia? Ninguém nunca lhe ensinou isso nem nada mais. Sua mãe sequer consegue cuidar de si mesma e seu pai, fecha-se no orgulho de ser homem e de não se importar com nada nem ninguém. Só com a própria pele. E se, ao vestir aquelas roupas, pudesse entrar na pele dele e ser como ele?

O garoto veste as roupas do pai e olha-se no espelho do banheiro. Todas as peças ficam enormes nele, mas o cheiro forte e masculino delas parece migrar para seu corpo jovem e confuso. E ele pensa que se fosse seu pai, chegaria em casa todo final de tarde, abriria o zíper daquela calça bem devagar, tiraria o pau para fora da cueca e faria quem encontrasse no caminho chupá-lo. Depois, colocaria essa mesma pessoa de bruços e entraria nela com raiva e vontade de esquecer do mundo.

“Raiva e vontade de esquecer do mundo!”, é o que o rapaz sente. É o que seu pai e todo mundo sente quando decide viver sem se importar com ninguém, exceto consigo mesmo. Voltando ao quarto e se aproximando da cama, o rapaz encara o pai, que, vendo-o engolido por suas roupas, ri pelos olhos. E continua rindo até o rapaz lhe virar de bruços novamente e, desta vez, entrar nele com força, segurança e desejo de fazer tudo bem-feito e devagar. O homem se debate e geme, mas nada pode fazer além de fechar os olhos quando o rapaz o penetra forçadamente e o imunda com seu gozo. Depois, o rapaz esfrega o pau melado na cara do homem e o esmurra até cansar e fazê-lo chorar de verdade.

Sentando-se na barriga do homem, o rapaz se inclina, afrouxa e abaixa a mordaça dele e, antes que ele fale qualquer coisa, enfia o pé dentro de sua boca e ordena, “Chupa gostoso!”

Furioso, o homem crava os dentes no pé do garoto e berra, “Vai se foder, seu viado bastardo!”. O rapaz reage chutando a boca dele até fazê-la sangrar e ele concorda em chupá-lo. Não é fácil para ele vencer o próprio nojo e a humilhação de chupar os pés do filho, mas, quando os supera, chupa-os com volúpia e esmero. Mete a língua entre os dedos antes de sugá-los como faria com ostras graúdas. E o sal! Os pés dele são salgados, brancos e grandes. O cheiro é de quem usa muito tênis. Uma mistura saborosa de suor, algodão, sola e tecidos sintéticos.

“Mais!”, o homem pede, de olhos fechados e o garoto se ajoelha na cama, apóia uma mão na parede e com a outra empurra o pau para dentro da boca do seu pai, que o chupa com a mesma gula que chupava seus pés. O rapaz goza rápido na boca e no rosto do homem, que fecha os olhos, em êxtase. Mas nenhum dos dois está satisfeito. O prazer nunca se contenta com nada menos do que o excessivo. E, entre um gozo e outro, o rapaz penetra o pai com o pênis de borracha e a si mesmo. O homem fala que quer meter a língua na bunda dele e o garoto faz o contrário: mete a sua na dele.

Pela manhã, o homem acorda o rapaz dizendo que a empregada está em casa e que precisa soltá-lo. Abrindo os olhos, o garoto boceja, veste a calça sem cueca e fala, “Eu se fosse você ficava quieto…”. Atordoado e sem alternativa, ele balança a cabeça, concordando. O rapaz sorri e sai. Minutos depois, a empregada vai embora, trancando a porta e o garoto volta ao quarto.

“O que você fez?”, o homem pergunta, baixo.

“Dei o dia de folga para ela!”

“De novo!? Mas ela folgou ontem!”

“Mas não terminamos ainda!”, ele fala, pegando o cabo que liga a TV ao DVD e, amarrando-o no pescoço do homem, faz uma coleira improvisada, “Agora, anda!”, fala, arrastando pela casa, pelado, algemado e encoleirado.

Conforme o homem caminha pelos cômodos a esmo seu pau e barriga balançam livremente. O rapaz acha engraçado e, quando o pai começa a reclamar, ele o cala com a amordaça de bolinha.

“MMMMNNNNNNOOOOOOOO!”, de bruços encima da mesa de jantar, o homem suplica gemendo para que o filho não o filme com a câmera digital sem roupa, algemado, amordaçado e com um o pênis de borracha enfiado na bunda. Mas o garoto não o ouve, filma-o e envia o arquivo para o seu e-mail. Embora duvide que as coisas possam ser diferentes a partir de agora, ele sabe que aquele vídeo de poucos minutos pode evitar que seu pai o espanque ou mesmo o mate.

“Minha mãe tem a senha do meu e-mail e mesmo tendo raiva de computador e sendo maluca, se alguma coisa acontecer comigo, ela vai abrir minha caixa de e-mails ou a polícia vai abrir e aí, você se complica, entende?”, o garoto mente com tamanha segurança que o homem, amordaçado, responde que sim balançando a cabeça.

O rapaz só o solta à noite e, quando o homem tenta esmurrá-lo, recebe um chute no saco, é derrubado no chão e, tendo o braço torcido, ouve o filho falando bem próximo aos seus ouvidos, “cuidado, da próxima vez, eu não só te bato de verdade como vou à delegacia de polícia!”

“Desculpa…”, ele pede e o rapaz o solta, senta-se no sofá e fala, “a gente podia pedir uma pizza, não é?”

“Claro!”, o homem sussurra, pegando o telefone para pedir uma,“Qual você gosta?”. O garoto ri, satisfeito. Desde então, eles se entendem muito bem. Claro, são mais impulsionados pelo desejo do que por qualquer espécie de amor.

Padrasto gostoso e safado!

dezembro 19, 2006

Depois que minha mãe se separou de meu pai, nossa relacao sempre foi maravilhosa, uma amigona mesmo, apesar de ser filho unico fui criado muito sem frescuras e com total liberdade, minha mãe e maior gata (não tenho complexo de Edipo não…) e sempre teve namorados, nunca me importei e um belo dia estava em casa relaxando curtindo um jogo de futebol na televisao, quando minha mãe entra em casa e me apresenta seu novo namorado, novo mesmo pois o cara tem mais ou menos minha idade, tenho 23 anos e o cara tem 28 anos, Rodrigo e o nome dele, sou muito brincalhao e safado logo tirei o maior sarro:
_Porra mãe tu me traz um guri pra dentro de casa!
Rodrigo ficou meio sem jeito pois e meio “Mauricinho”, minha mãe me conhece e logo caiu na brincadeira e explicou pro Rodrigo que eu estava tirando sarro, papo vai e vem logo ficamos amigos o cara era bem legal.
_Senta ai meu, tu tá a fim de uma ceva?
_Pô meu so se for agora!
Como eu e minha mãe moramos sozinhos e não temos algum problema estava só de cueca pois o calorão tava grande, quando levantei senti que o carinha me devorou com os olhos, achei estranho mais possívelmente estava achando diferente o fato de estar tão a vontade.
_Fala ai Rodrigão pra que time tu torce?
_Grêmio toda vida!
_Porra meu tu e dos meus então, gente boa!
Minha mãe é medica obstetra e seu celular tocou, era uma paciente que estava pronta pra parir o moleque, minha mãe pediu desculpas mas deveria ir ate o hospital, me beijou, beijou o Rodrigo e saiu nos deixando sozinhos.
_O cara pode tirar a camisa meu, ta muito quente, fica na boa ai, pega outra ceva se tu tá a fim!
_Com certeza!
O cara tirou a camisa, os sapatos e foi buscar outra ceva, que corpão o cara tinha, coxão, bundão e um peitão louco.
_Ai Joao, gostei de ti cara e muito obrigado por não criar situação nenhuma pelo fato de ser mais jovem que tua mãe!
_De boa cara, so faz ela feliz e não sacaneia que tá tudo dez!
_O meu que baita peitoral tu tem heim? Malha todo dia?
_não, so três vezes por semana, é que sou do time de remo do meu clube e tu? perguntei.
_Todo dia!
_E ta malhado mesmo, brinquei.
Conversa vai e vem nos conhecendo melhor, ficamos cada vez mais relaxados e eu reparava que o cara não tirava os olhos do meu pau que, a certa altura estava quase todo pra fora da cueca, isso comecou a me dar um tesao doido e não pude mais disfarcar o tesao, Rodrigo percebeu e falou:
_Pelo visto não e so teu peitoral que é grande!
_O cara tu fica olhando pro meu pau e quer o quê ? Ninguém é de ferro, respondi.
_Deixa eu te ajudar e resolver esse problema!
_Que isso cara, que viadagem e essa meu?
_não e viadagem meu é só tesão entre caras!
_Pois pra mim é nunca curti cara! Falei puto da vida porque nunca tinha transado com outro cara nem pensava, achava legal quando ia mijar nos banheiros da balada e os outros carinhas ficavam olhando, até me excitava mas dai transar?
_O João na boa sou um cara sem preconceitos e fiquei com puta tesao em ti meu!
Falando isso começou a chegar mais perto e pegou no meu pau que apesar de estar indignado estava duraço e pulsando, deixei pra ver que rolava, o carinha tinha uma mão gostosa, forte mas delicada e me olhando no olho, foi punhetando meu pau, deixei porque estava muito gostoso.
_Isso ai meu relaxa que vai ser legal, disse ele, caindo de boca na minha jeba começou um boquete que há muito tempo não sentia, nem minha gata faz melhor, engolia todo meu cacete, que não é pequeno, engasgava mas continuava o trabalho, me boquetou por um bom tempo e eu nas nuvens!
_Vem aqui no teu padrasto vem chupa aqui vai!
_Porra meu nunca fiz essa merda de chupar pau não!
_não é difícil, é só fazer como fiz em ti!
Cai de boca no pauzão do Rodrigo, no começo me perguntava, que merda estava fazendo mas logo estavamos num 69 bom pra cacete, ate que resolvi investir no cuzinho dele, sempre fui tarado por cu, arrancando um suspiro do carinha que entregou todo jogo.
_Ai João, me amarro num macho chupando meu cu, fico louco mesmo meu!
Chupei aquele cuzinho quente, sem pelos e rosado como se fosse uma buceta virgem, enfiava minha lingua até o talo, o cara gemia e se contorcia.
_Vem botar no cuzinho do pai vem!
Fiquei louco com isso e perdi toda resistência e fiquei muito sacana, botei o carinha no sofa e fui metendo de frango assado, que tesão ver aquele carinha me olhando, gemendo e pedindo pau, aqueles peitos, meti mesmo até o cara me puxar e mesmo com o pau entalado no rabo mudou de posição ficando de quatro com o rabão todo empinado e rebolando, o cara gemia, chorava, gritava de tesão e eu também, gozamos feito loucos e comemoramos nossa nova amizade, que dure um bom tempo pois, é muito bom e gostoso meu padrasto!

Um filminho com o meu cunhado

novembro 25, 2006

Hoje eu estou inspirado para contar as minhas aventuras. Não são fictícias. Eu realmente as vivi. Da outra vez, contei a minha aventura com o meu cunhado e com Daniel (outro amigo). Dessa vez, eu vou contar o que aconteceu quando o meu cunhado me chamou pra assistir um filme na casa dele.
Estava eu na minha casa, morávamos bem próximos um do outro. Antes mesmo de ele começar a namora a minha irmã, ele já era meu amigo. Sempre saíamos juntos, jogávamos vôlei, etc. Depois do que acontecemos entre eu e ele na cidade dele, nós passamos a ser mais companheiros um do outro. Certo dia, eu estava em casa, quando ele chega e me chama pra ir na locadora alugar um filme com ele. Aceitei e fui junto com ele. Lá chegando, ele logo pediu a pasta que tinha os títulos dos filmes pornô ao balconista. Enquanto isso, eu estava vendo os filmes de aventura que ainda não tinha visto. Foi quando ele me chamou pra ver um filme que ele já tinha visto a muito tempo e que gostaria de assistir novamente. Eu disse: de novo! Ele me falou que era um filme da porra e que eu iria gostar. Não relutei! Locamos o dito filme e fomos pra casa dele que não tinha mais ninguém. A mãe dele estava na Igreja e demoraria a tarde inteira.
Assim que chegamos, ele me disse que não queria pipoca, pois o filme dava outro tipo de fome. Eu só fazia rir. Como se não tivesse entendendo nada. Então fomos pro quarto dele, onde o vídeo já estava instalado e em frente a cama dele. Ao lado da cama dele tinha um bicama horrivelmente desconfortável. Mas fazer o que?! Ele colocou o filme e começamos a assistir. Me lembro como se fosse hoje. Ele tava sem camisa e com uma bermuda amarela estampada bem justa. Eu tava de camisa e com um calção de nylon. O danado do filme não tinha muita história, sempre as coisas começavam sem pé nem cabeça. Praticamente o povo começava a trepar e pronto. Mas o pouco de diálogo que tinha já era bom. Eu fiquei um tempo deitado do lado dele. Sendo um em cada cama. Só que a minha era desconfortável. Então eu me sentei na cabeceira pra descansar um pouco a coluna. Quando olho, vejo a rola dele quase saindo da bermuda de tão exitado que ele tava. Até brinquei dizendo: Esse filme ta é bom num ta velho? Ele respondeu: E como ta! Vê só! Eu gelei por um instante. Acho que nem da primeira vez, eu fiquei tão nervoso. Mas a coisa continuou. De repente ele fala que vai na cozinha buscar alguma coisa pra comer. Eu brinquei dizendo: Tu num disse que o filme dava fome de outra coisa! Ele então me disse mostrando o instrumento dele duraço: Olha só como Júnior está de tanta fome! Eu me fiz de desentendido.
Fomo então na cozinha procurar alguma coisa pra comer. Só achamos um bolo que a mãe dele tinha feito pela manhã. Ele então disse: Não ta com fome não? Eu respondi: Tô e como tô! Ele falou: Olha só o meu indicador de fome! E lá estava o danado duraço novamente. Quase pulando da bermuda. Eu cheguei perto e passei a mão de leve, só pra vê o grau de dureza da coisa. Ele estremeceu com isso. Falei pra voltarmos ao filme, senão a mãe dele voltaria e não terminaríamos de assistir. Ele voltou com um cara de safado da porra.
Quando voltamos pro quarto, resolvi ficar mais perto dele. Dessa vez, fiquei junto dele, mas sentado no chão entre a cama que eu estava e a dele. Ele perguntou porque ia me sentá ali. Respondi que o chão era mais confortável que aquela cama fulera. Ele riu e disse: Cabe mais um aqui. Mas tem que se espremer um pouco. Eu lhe disse: Relaxa! E o filme recomeçou. As cenas vão e vem e ele já devia está pensando que eu não faria nada. Ele não tomava atitude nenhuma. Eu então comentei uma cena em que uma mulher estava fudendo com um negão com uma rola enorme. E olhei pra ele dizendo que parecia com a dele. Do ângulo que eu estava dava pra pegar na rola dele apenas esticando o braço. E ela estava meio fora da bermuda. Já esta meio fora da cueca. Eu pirei quando vi. Olhei pra cara dele e disse:Pelo que vejo, faz tempo que tu não come eim velhinho! Ele riu e disse que desde a data da última festa que fomos. Aquela festinha da padroeira da cidade dele. Eu me espantei e disse: Então vamos matar essa fome logo. Pegue na rola dele por cima da roupa e e fiz pressão pra ela sair. Ela saltou como se fosse uma catapulta. Linda, grande e reta. Com um cheiro de entorpecer. Ele se esticou todo. Se colocou mais perto de mim e ficou passivo novamente. Parecia que ela iria estourar de tão dura que estava. Comecei a punhetá-la bem devagar. E de vez em quando, olhava por filme. Fiz menção de que a rola dele parecia com a do negão do filme. Ele riu dizendo que não era tão grande. Modesto. Ri também e comecei a subir na cama pra poder chupá-lo. Baixei a bermuda dele até os pés e deixei só a cueca. Ele dizia pra eu ir logo, pois já estava estourando de tesão. Aí é que eu ia devagar mesmo! Só pra matar ele de vontade. Massageava! Então baixei a cueca dele e comecei a chupar. Ele tremeu todinho. A rola dele era grossa, mas cabia na minha boca. Chupei, chupei, chupei. Até que ele disse que iria gozar. Dessa vez não quis beber a porra dele não! Queria vê a porra dele voar e melecar tudo. De repente, sai um jato tão forte que chegou a melar a cara dele e o peito. Eu fiquei admirado. Ele riu. Ainda estava em êxtase. Continuava punhetando ele quando parou de pingar gala. Mesmo não tendo penetração ainda, eu ficava estasiado. Ele parou o filme, que ninguém mais estava prestando atenção mesmo. E se levantou pra ir se limpar no banheiro. Fui junto. Lá, ele só fez limpar o pau, que estava todo melado, e o peito. A gala que bateu no rosto dele tinha desaparecido. Acho que ele lambeu em um momento em que eu não tava olhando.
Então, voltamos pro quarto pra frente da televisão. Ele ficou lá com uma cara de satisfeito e eu do lado dele. Ele então me perguntou como era que eu fazia pra lhe dá um prazer tão grande? Ele me falou que nunca tinha gozado tão bem. Eu falei então que era uma técnica fácil. Bastava matar ele de desejo. Não fazia nada muito afobado, que tudo sairia bem. Fui deixando ele com mais e mais tesão. De repente, ele já estava em ponto de bala de novo. Dessa vez, eu fiz diferente. Peguei naquele mastro fantástico, coloquei sobre a barriga dele e comecei a lamber de baixo pra cima. Ele começou a suspirar de novo. Daí eu disse: Ta vendo como é que se faz! É só fazer a coisa com um certo erotismo. Então peguei a rola dele e comecei a fazer um movimento de vai e vem na uretra. Nesse momento a rola dele estava encima da barriga dele, logo a posição foi facilitada. Foi como se fosse uma punheta localizada. Ele começou a se contorcer de novo. Chegou a virar a rola pro outro lado pra não sujá-lo de novo. Mas dessa vez, eu abocanhei ela. Ele gozou de novo, mas dessa vez em minha boca. Já estava ficando acostumado com aquele leitinho quente. Ele só faltou gritar de tesão. Ele riu e disse que adorava tudo aquilo.
Depois desse dia se sucederam outras aventuras. Vou contar algumas que aconteceram com uns amigos nossos. Sempre tive nele um porto seguro. Sou um pouco covarde pra tentar novas experiências. Mas a coisa está mudando. Já estou até tendo coragem de escrever as minhas aventuras aqui. Mas na verdade é até um prazer colocar as minhas aventuras pra que outros vejam. Espero que tenham gostado e aguardem que eu colocarei outros. Abraços.

Fui encoxado e depois desvirginado

junho 14, 2006

Sou um rapaz do interior e desde moço tive atração por homens, no entanto, por excesso de timidez nunca tive coragem de me relacionar sexualmente, apenas algumas encoxadas e pegadinhas em alguns colegas de vizinhança, até o dia da história que passo a narrar. Quando tinha 18 anos fui convidado por uma tia para passar férias em uma fazenda a 40 km da cidade onde moro. A fazenda era bastante simples, mas bastante acolhedora. Só quando cheguei lá fiquei sabendo que o filho do atual marido da minha tia, um rapaz chamado Ricardo estava morando com eles na propriedade, ele era um rapaz de 20 anos bastante atraente: moreno claro, coxas grossas, 1,79 de alturas, aproximadamente 80 kg, barba feita mas cerrada, alto e com uma boca que me tirava do sério. Desde os primeiros dias nos demos muito bem e nada indicava que ocorresse algo entre nós. O Ricardo me tratava muito bem, conversávamos sobre vários assuntos e jogávamos baralho até altas horas da noite, pois a tv tinha uma péssima recepção, e nada mais. Apenas uma tarde quando estava chegando de um passeio à cavalo, não sabia como descer do animal, então ele me ajudando quando escorregava do arreio me senti encoxado por ele, pude sentir até o calor de sua mala encostando em mim. Achei que foi apenas um acidente até que certa noite, fui me deitar, estava apenas de cueca, la fora chovia, quando então o Ricardo entrou no quarto com uma garrafa de vinho perguntando se eu queria. Sentei na cama e começamos a tomar vinho. Quando olhei para o Ricardo tive um arrepio de tesão, pois ele vestia um short daqueles de tecido brilhante que denotava perfeitamente o tamanho se sua pica morena. Em determinado momento ele me mostrou um anel que havia ganhado no bingo, achei lindo e pedi que ele desse o anel para mim, coloquei no dedo e brinquei: _ Agora é meu ! O Ricardo falou que não e tentou tirar a jóia da minha mão e eu resisti. Ele me agarrou tentando me segurar e então por ele se muito mais forte que eu, deitei de bruços e ele veio por cima de mim, naquela brincadeira gostosa, nesse momento sentindo os 80 Kg dele em cima de mim, percebi que estava tendo uma ereção e nesse momento entrei em pânico pedindo que parasse com aquela brincadeira que eu não estava gostando nada, pois estava me desrespeitando. Ele abaixou a boca até a minha orelha e falou: _ Vai me dizer que vc não está gostando de sentir o meu pintão encostadinho na sua bundinha ? Morrendo de medo de ser estuprado, tentei sair debaixo dele, no entanto, quanto mais fazia força mais o seu talo se encaixava na minha bunda, mais eu ficava indefeso com aquele peso encaixado em mim, seu pau estava duro como pedra e minha cuequinha fina parecia que estava rasgando diante de tamanha investida. Pedi a ele clemência e que me poupasse, mas ele então revelou: _ Já descabacei vários amiguinhos de infância e vc será o próximo. Comecei a chorar e o Ricardo me consolou dizendo que se eu ficasse quietinho ele iria apenas dar uma gozadinha no meu reguinho. Dizendo isso, sem tirar aquele peso de cima de mim, arriou minha cueca e arremeteu-se por cima de mim, agora apenas de short e sem camisa. Pouca coisa pude fazer nessa hora, com aquele homem forte e moreno esfregando aquele volume enorme em minha bunda e quase me penetrando de short e tudo, apenas pedia para ele parar, que eu nunca tinha feito aquilo e que tinha medo. Ele indiferente começou a passar a barba em minha nuca ao mesmo tempo em que mordiscava minha orelha, o que me deixava cada vez mais relaxado e entregue aos caprichos daquele selvagem. Aproveitando-se de minha entrega, Ricardo sorrateiramente abaixou seu calção e fez com que seu mastro todo lambuzado de gala encostasse em meu reguinho. Apesar de estar adorando a sensação, o medo de uma penetração ainda me fazia relutar e tentar fugir de debaixo daquele macho musculoso. Ricardo me tranqüilizava dizendo que não iria me comer e queria apenas encher meu reguinho de porra. Arregaçou a cabeça de seu enorme pinto e passou a esfregar a cabeça no meu cu que resistia bravamente aos seus ataques, mas como seu pau começou a soltar grande quantidade de gala, meu buraquinho começou a ficar lubrificado, quando em determinado momento Ricardo me prendeu com tórax musculoso e encaixou-se em meu cuzinho, empurrando o pau para dentro, me fazendo sentir até o baque da passagem da enorme cabeça. O seu peso me segurou e seu pau encaixado em mim me fez soltar um grito de dor e tentar fugir daquela emboscada. Ele ficou parado com a cabeça de seu mastro atolado, falando em meu ouvido: _ Fica paradinho que dói menos, não vou colocar mais, fica tranqüilo que dói só no começo… Apesar do tesão a dor era descomunal, então contraindo a musculatura procurava evitar que a penetração se completasse e ele então sem tirar a cabeça, passava a barba em meu pescoço e sussurrava com aquela voz grossa em meu ouvido: _Agora eu sou seu macho, seu cabacinho ficou na ponta do meu cacete, agora vc é minha fêmea e vou te atolar todas as noite nesse cuzinho apertadinho. Aquelas palavras fizeram com que eu baixasse a guarda e descontraísse um pouco o cuzinho, ele aproveitando-se disso começou a bombar, só que em cada bombada penetrava um milímetro a mais em minhas entranhas até que senti aquela arremetida fatal que me descabaçou de vez e permitiu que ele atochasse aquela vara até o cabo no meu cuzinho, encostando seu enormes bagos em minha bunda, me arrancando protestos e gritos de dor. Ele ficou uns dez minutos parado dentro de mim para que eu me acostumasse com seu talo, quando começou a socar impiedosamente, me arrancando gemidos. Ricardo agora possuído pelo tesão esfregava aquele tórax forte em minhas costas e me comia impiedosamente até que num gemido esporrou dentro de mim, contraindo e dilatando a vara para esguichar o sêmen quente dentro de mim. Depois de gozar, retirou a vara de dentro de mim, o que me fez quase desmaiar. Abraçado em mim pedia desculpas pela brutalidade, mas que se não fosse daquela forma eu não teria deixado que ele me comesse e que ele era um descabaçador por natureza. Fiquei uma semana com o cuzinho igual a uma couve flor e sem conseguir sentar direito por causa daquela noite. Hoje tenho vinte anos, sou louro, tenho olhos claros e detesto afeminados e frescuras. se vc é macho, tem cara de macho e me quer para ser seu envie fotos para meu e-mail. posso viajar.

O saco do meu padrasto

maio 6, 2006

Como era gostosão o meu padrasto! Trinta e quatro anos, cabelos levemente grisalhos, corpo magro e normal, com belas, grossas e peludas pernas e um pau que sempre mexeu com minhas fantasias. Sua mania de ficar só de cueca boxer em casa mexia comigo. Muitas vezes, ele se trocava na minha frente, me deixando ver aquela rola grossa, enorme, com uma chapeleta grande, roxa e semi-descoberta. Porém, era por seu saco que minha boca salivava. Nunca vi saco mais lindo e apetitoso, com bolas generosas e bem acomodadas naquela bolsa de pele, trazendo pentelhos bem-aparados, que denotava ser muito macia ao toque. Às vezes, ele dormia no sofá de casa só de calção, deixando o saco sair e ficar dependurado por uma das pernas. Que vontade de acariciar, apertar e chupar aquelas bolas enormes!Um dia, não agüentei vê-lo assim, dormindo seminu, na sua cama, com aquele volume em riste dentro da boxer. Pude ver seus quase 20x6cm em sua plenitude, quase furando o tecido branco da cueca. Fui devagar e, com panos, o amarrei na cama pelos braços e pernas. Comecei a apertar seu pau por sobre a cueca com força, o que lhe fez acordar assustado pela dor. Ele não acreditou ao ver seu enteado, zagueiro do time do bairro e pegador das gostosinhas da rua, agarrando seu jebão. Sua expressão detonava seu espanto. Amordacei-o mandando ficar calado. Arranquei com força aquela cueca, exibindo todo o meu objeto de desejo. Acariciei suas coxas e peguei gostoso em seu pau que já estava meia-bomba pelo medo. Ordenei meu querido padrasto a deixá-lo duro. Do contrário, o deceparia. Mostrei-lhe a faca de açougueiro por sobre a cabeceira. Ele suava frio, exalando o seu delicioso cheiro. Esta era a minha fantasia: abusar de um dotadão.Passei a lamber toda a extensão daquela jeba. Acomodei-a todinha em minha boca. Chupei aquela chapeleta roxa com gosto. Brinquei com minha língua, pelos cantinhos de pele do cabresto. Aos poucos, ele foi liberando, ficando relaxado e gemendo. Seu pau pulsava ora em minha mão, ora em minha boca. Eu o punhetava devagar, olhando para aquele saco que tanto almejava. Agarrei-o e arranhei aqueles bagos, fazendo-o contrair-se de agonia. Enfiei-o todinho em minha boca, chupando as duas bolas ao mesmo tempo. Trocava-as com a língua, o fazendo sentir um misto de dor e prazer. Passei a mordê-las, como sempre desejei, sem me importar com os gritos abafados pela mordaça. Era lindo ver meu padrasto se contrair de dor nos bagos e ver seu pau babando em riste. Não sabia como era bom morder. Aproveitei e bebi aquele mel gostoso enquanto quase esmagava suas bolas com minhas mãos. Eu dei algumas palmadas naqueles bagos e puxava sua pele para mim, deixando-o estirado ao extremo e fazendo seu pau ficar a 90º. Deslizei com meus dentes pela chapeleta, fazendo-o quase desmaiar de aflição, prazer e dor. Mamei gostoso no rolão do meu padrasto até ser brindado com aquele leite fértil, quente e saboroso que minha mãe deveria saber muito bem como era bom. Bebi tudo, saboreando cada gota de olhos fechados. Achei que ele iria me bater, contar para minha mãe ou me entregar para a polícia pela tortura genital que lhe proporcionei. Porém, ele me disse que, se queria mamar, era só ter pedido e não precisava judiar tanto de sua mamadeira. Desde então, passei a chupar as bolas e tomar meu leitinho, todo dia, direto da imensa fonte do meu padrasto. Um dia, ele não agüentou e me colocou sentado em sua vara. Eu, um molecão sarado de 19 anos e 1,84m de altura, tive o que mereci por ter judiado das bolas do meu padrasto. Ele me fez sentar naquele troço imenso e foi me rasgando de fora a fora. Fui empalado por ele de 4 e de frango assado. Cavalgar foi muito doloroso, até porque, ele quase esmagava as minhas bolas com uma mão e, com a outra, controlava meus movimentos, para que não sobrasse nenhum centímetro daquela jeba para fora do meu cuzinho, até então virgem. Eu gritei muito, mas meu lamento fora abafado pela mesma mordaça que usei com meu algoz. Meu cu ardia muito. Sentia uma vontade enorme de cagar, fazendo força para aquilo sair, porém entrava cada vez mais. Sentia suas bolas, que tanto chupei e judiei, batendo agora em minha bunda, que era espancada por suas mãos pesadas. Porém, se for para ter aqueles bagos em minhas sádicas mãos e aquele delicioso leite em minha boca, aceito qualquer doloroso castigo.

Comido pelo Tio

março 26, 2006

Nas minhas férias escolares pedi a meus pai para me deixarem passar o tempo na casa de um tio meu que mora no Rio de Janeiro. Um garoto do interior de São Paulo gostaria de conhecer as praias e tudo mais, além disto meu tio era solteiro e eu no auge de meus 14 anos gostaria de me divertir sem o olhar dos pais. Lá chegando meu tio me pegou na rodoviária.
Fomos até o seu apartamento que fica próximo à praia de Ipanema. Mais tarde um pouquinho saímos para ver a noite. Bebemos comemos e voltamos para casa. Ao chegar em casa meu tio se dirigiu para a sala de TV. Ligou o vídeo, e colocou umas fitas pornô. Me chamou para assistir. Fiquei com um tesão danado, pois nunca havia assistido aqueles filmes, muito mal tinha olhado revistas. Ao terminar o primeiro filme, meu tio me perguntou se queria ver outro mais forte. Respondi que sim. Ele colocou um filme gay. Quando começou eu disse “porra tio homem com homem é foda” ele me pediu paciência e disse que eu ia achar gostoso. Não é que o filho da puta tinha razão! Nós estavamos só de cueca e ele viu o volume da minha, e de repente ele arrancou a sua cueca e começou a se punhetar na minha frente. Porra meu tio se punhetando na minha frente. Eu olhava para o filme e para ele. A uma certa hora ele disse: – vem cá bate a punheta pro tio. – que é isso tio, tá me estranhando?- respondi – Não – ele me disse- só estou vendo teus olhos no meu pau. Vem ninguém vai saber de nada, serão férias incríveis. – Não sei não – Vem que eu sei que você está gostando do filme e da idéia. Não resisti ao apelo e sentei-me mais perto dele e coloquei a mão sobre o seu mastro quente e duro. Fiquei meio tímido mas depois comecei a mexer nele apertar segurar o saco e punheta-lo gostoso. Quando ele me disse – não é tão ruim? – não tio e até que eu estou gostando, e você, gosta do serviço que estou fazendo? – Poderia ser melhor- me respondeu ele – Como? Pede titio que eu faço direitinho – já estava agindo feito uma bichinha. – Chupa ele garoto, chupa meu pau com vontade, vai ser uma delicia para mim e para você. Olhei para ele meio assustado e, depois do susto, abaixei lentamente minha cabeça até meus lábios encontrarem a cabeça daquele pau que dei um beijo, passei a lingua em volta e logo em seguida comecei a engoli-lo bem lentamente, a cada centimetro da engolida eu para e chupava, como se um pirulito delicioso aquele membro fosse, só conseguia escutar meu tio gemendo, passando a mão em meus longos e loiros cabelos. Após engolir o que dava comecei a chupar naquela posição. Depois comecei a fazer um vai e vem gostoso como se ele estivesse fodendo minha boca, e estava. Depois lambia toda a extensão daquela pica. A esta altura eu já estava de joelho no sofá com a cabeça entre suas pernas e a bunda bem arrebitada, empinadinha. Enquanto eu chupava o saco dele e lambia o seu delicioso pau da base até a ponta ele arrancou minha cueca e começou a passar a mão na minha bundinha linda e virgem, ele colocou o seu dedo na portinha do meu cuzinho e ficou alisando sem tentar enfia-lo apenas fazendo movimentos circulares. Aquilo me deixava louco e eu engolia e chupava o seu pau com mais gosto, com mais tesão. De repente ele me puxa os cabelos me tirando de cima dele e me pede para esperar um pouco. Ele vai até o quarto e em poucos segundos volta com um pote de creme na mão. Senta-se no mesmo lugar e manda eu continuar. Agora eu já engolia aquela vara como um animal com fome. Ele começou a passar o dedo, da mesma maneira que antes, no meu cuzinho só que agora com um creme e alisava meus cabelos com a outra mão. De repente ele segurou firme meu cabelos e enfiou seu dedo em meu cu, quando tentei levantar-me sua mão me segurava ele dizia “calma, calma continua chupando,você vai gostar”. E mais uma vez o filho da puta estava certo, depois de algum tempo já estava gemendo com aquele dedo enfiado em meu cuzinho e fazendo movimentos deliciosos de vai e vem, movimentos circulares. O tesão meu era tanto que comecei a chupa-lo como um louco, tirando e enfiando o pau dele na minha boca. Com movimentos rápidos que eram correspondido pelo seu dedo no meu cuzinho. Quanto mais rápido o movimento de seu dedo em meu cu mais rápido, o movimento da minha boca naquela pica. Até que ele me agarou o cabelo novamente, fiquei a imagina o que ele iria fazer, quando ele disse: – vou gozar, porra! Eu não aguento mais segurar. Ai ! vou gozar você vai engolir tudo. Ao dizer isto segurou firme meus cabelos e começou a jorrar o seu leite na minha boca, no começo era uma sensação estranha e depois ficou deliciosa. Eu engolia com prazer toda aquela porra que ele soltava em minha boca. Quando ele gozou ele enfiou o dedo bem fundo no meu cú e diante daquela gozada e daquele dedo no cú acabei gozando sem nem sequer relar no meu pau. Depois disto tomamos banho e dormimos nus e juntos, de manhã antes de ele ir para o trabalho o fiz gozar na minha boca de novo, e ele me prometeu que aquela noite ele iria tratar bem do meu cuzinho, mas é outra história.