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Celebridade da Bola bate um bolão

março 20, 2011

Sou radialista em Goiânia e como todo profissional da área, temos livre acesso á cinemas, clubes e festas. Tenho 32 anos, faço o tipo nem feio nem bonito. Por isso compenso a ausência de adjetivos me vestindo bem, e usando perfumes marcantes. O resultado é sempre satisfatório, por isso tenho muitos amigos, e gatas desesperadas querendo dar a bucetinha para mim.

Quero deixar claro aqui que não sou gay, e nem por isso preconceituoso, tenho mente aberta, mas o que vou relatar aqui me deixou em dúvida sobre muitas coisas.

Era sexta feira e um dos clubes mais badalados da cidade estava promovendo uma super festa. Cheia de novidades, bebidas exóticas, dançarinas de pole dance, gogoboys e show de drags. O nome da festa era: Sem Preconceitos – Essa Noite Vale

Tudo. Pelo título e a variedade de atrações percebi logo que a noite seria muito louca.
Cheguei as 23:15 e observei que tinha pouca gente. Umas pessoas extremamente interessantes e comunicativas. Fui me enturmando e lá pras 2 da madruga a festa tava bombando. Já havia beijado várias garotas, e feito muitos amigos. Eu havia decidido que naquela noite beijaria todas e não ficaria com nenhuma.

No auto da minha bebedeira e incentivado pelos novos amigos, acabei subindo num palco reservado para os mais atiradinhos darem seu showzinho particular e fiz uma dança bem provocante, usando como apoio o cano da poledance(não me lembro o nome desse troço). Não sei se era pra me zuar, mas todos começaram a bater palmas no ritmo da música me incentivando a dançar. Larguei a barra e tirei a camisa e joguei no meio do povo. Sou malhadinho por natureza, juro que nunca fiz musculação ou coisa parecida.

Algumas mulheres subiam no palco e me davam bebida, e eu louco que estava bebia enquanto dançava. Acho que isso fez minha cabeça rodar um pouco. Foi então que acabei minha apresentação agradecendo os aplausos.

Quando desci um cara tipo segurança veio até mim e pegou no meu braço e cochichou algo no meu ouvido, mas não entendo direito, e imaginando que seria expulso segui o rapaz obedientemente. Qual não foi minha surpresa quando me levaram para um camarote extra vip, e fui apresentado a um sujeito que me parecia conhecido,mas a cachaça na minha cabeça não me ajudava a lembrar quem era. O cara até que era bonito, alto, corpão e uns olhos que só não eram mais bonitos do que seu sorriso largo e conquistador. Elogiou minha dança, e me chamou para irmos num lugar mais sossegado. Não sei porque aceitei sem maldade alguma. Só achei meio estranho quando o motorista dele nos deixou num hotel muito chique aqui da cidade, que só conhecia por ouvir falar. Fomos para a suite dele. Nos serviu uma bebida que aceitei prontamente. Era whisky, e pelo gosto era coisa boa mesmo.

Meu novo amigo ligou o som e uma música forte e vibrante invadiu o ar. Ele então olhou para mim e pediu: Por favor! Dança pra mim ver. Você é muito bom, e de onde estava mal conseguia ver. Eu devia estar muito bêbado mesmo, porque comecei a dançar, tirei a camisa e joguei para ele. O sujeito pegou minha camisa e a cheirou. Eu ri e continuei a dançar. O rapaz estava sentado numa poltrona de pernas e boca abertas olhando para mim. Fui até ele e pedi dançando que ele desabotoasse minha calça. Na verdade eu queria humilhá-lo com essa ação…Pra minha surpresa ele não se sentiu ofendido e tirou meu cinto. E qual não foi minha surpresa quando vi meu pênis ser tirado para fora da calça e ser sugado com força. Essa atitude me deixou meio tonto. Tentei recuar, mas não tinha jeito, eu estava muito bem seguro. Foi então que segurei sua cabeça e comecei a socar meu pênis já duro na boca dele com força. Meu amigo tentava falar algo, mas meu pau era grande e preenchia todo os cantos de sua boca. Durante uns 10 minutos tive meu pau chupado como um picole de creme, e finalmente gozei feito um cavalo no cio…Nem cheguei a ver meu esperma, pois ele foi forazmente devorado. Caí numa poltrona ao lado exauto e já quase curado da bebedeira. Foi como se todo ácool que ingeri durante a festa tivesse sido sugado junto com minha porra.

Foi aí que olhei bem para aquele rosto, e um clarão me veio a mente e falei: _Ei cara você não é o…Psiu! Interrompeu-me o famoso jogador de futebol, e completou: _Sem nomes e nem profissões por favor! E veio cheio de paixão e me beijou a boca, ainda com o gosto do meu esperma.

O resto de noite foi maravilhoso. O cara era um cavalão. Chupava bem demais, além de dar o cúzinho como uma puta no cio. Cuzinho esse que comi umas três vezes. Só não comi mais pq o filho da mãe adorava mamar meu cacete. Até para me acordar já quase meio dia foi com um maravilhoso boquete. Trocamos msn, nos abraçamos, e ele prometei que sempre que vier a Goiânia a gente vai ficar junto. Na verdade ele até hoje não voltou, más já mandou grana várias vezes para mim passar minhas férias e alguns fins de semana com ele no Rio de Janeiro.

Combinamos que tanto ele quanto eu não podemos nos expor para o mundo. Mas debaixo de um quieto, nos consideramos namorados. Super abraço e até mais!

Aconteceu com o meu instrutor na academia

janeiro 14, 2007

cavs04@ig.com.br

Olá pessoal, vou contar um fato que ocorreu comigo e espero que gostem… Por gostar de praticar esportes e querer me encorpar mais, resolvi entrar numa academia. O instrutor da noite que se chamava Jorge, tinha uns 38 anos, forte de academia, com um corpo muito bonito… a academia ficava aberta até às 23:00hrs, e como trabalho em outro municipio, resolvi freqüentar a academia das 21:30 às 22:40, pois era um horário mais vazio. Bom, vamos ao acontecido… essa rotina eu fazia quase todos os dias e quando ia tomar banho, às vezes, passava algumas fantasias na minha cabeça naquele vestiário, principalmente pelos chuveiros, onde havia um Box com mais ou menos 2 metros e meio de comprimento com 2 chuveiros juntos… cheguei a tomar banho com alguns carinhas lá e imaginei um monte de coisas. Sempre tive a bunda apetitosa, acredito eu devido ao fato de várias vezes sempre pegar alguem olhando para ela, tanto homens quanto mulheres..risos, e me imaginava às vezes dando ela pra alguém. Na academia muitas vezes ficava só eu e o Jorge (instrutor), sempre era um dos últimos a ir tomar banho e um dia estava no vestiário saindo do banho quando entrou o Jorge, já éramos amigos e conversávamos bastante, então ele foi tirando a roupa para tomar banho e tomei um baita susto quando vi seu pau pela primeira vez… era um pauzão, ainda mole, deveria ter uns 18cm, mole. Não sei se ele percebeu, mas fiquei meio sem jeito… Assim foi por alguns dias e eu não tirava aquele pinto da minha cabeça. Comecei a ir tomar banho quando ele descia pra passar a chave na porta e subir para o vestiário. A 1º vez que eu estava tomando banho e ele entrou no Box pelado, quase tive um troço… tentei me controlar o maximo possível para não ficar excitado, mesmo assim fiquei, e ficava com a bunda virada pra ele, quase que o banho todo. Um dia, estávamos no banho, conversando e rindo, quando ele disse: “meu, pára de ficar de costas pra mim que eu já estou na seca, faz uma semana que não vejo a minha namorada, e vc fica assim… com esse bundão virado pra mim, olha como já estou…” Gente, o pau dele estava crescendo e não estava totalmente duro, mas já era enorme… eu ri com suas palavras e disse: “caramba! onde vc vai com tudo isso?”. Ele me disse: “Sua bunda me deixa assim, cara”. Respondi: “Cara, eu não sou viado”, ele disse: “Eu tb não…essa sua bunda merece ser explorada, vc não vai deixar de ser homem, deixa eu só passar um pouco meu pau nela, vc vai me ajudar a tirar a minha seca, e olha como eu estou”.
O pau dele estava completamente duro e era grande demais, fiquei hipnotizado com “aquilo”, ele insistia e eu disse: Vc só vai passar?”, fazendo um pouco de charme, pois na verdade estava louco pra sentir aquele pau no meio da minha bunda. Então ele fez, começou a passar as mãos na minha bunda, massageava, dizia que era muito gostosa, etc… qdo ele abriu a minha bunda e colocou o pau no meio, nossa! Estava muito gostoso… ele falava: Ta gostoso? e eu não tinha como dizer ao contrário… saiu até mais: “está muito gostoso, uma delícia!”. Ele começou a punhetar o pau esfregando na minha bunda e logo gozou, lambuzando-a inteirinha, nunca tinha visto tanta porra, foi uma sensação muito gostosa aquela porra quentinha esguichada na minha bunda.
Ele me agradeceu: “Valeu cara, que bunda gostosa”, ficamos uns dias sem tomar banho juntos, com certeza estávamos meio enbaraçados, mas logo voltamos a tomar banho juntos e na segunda vez aconteceu o que eu e ele queríamos, meu cuzinho sendo enrabado. O clima rolou novamente e naquela esfregação, ele disse: “Cara, deixa eu comer essa bunda, ela é muito gostosa, vc vai adorar meu pau dentro dela”… Eu disse: “Vc ta louco, vc vai me arrombar, olha o tamanho do seu pau!”. Não vou não, vai ser muito bom, trouxe camisinha e um gel na mala que vai deixar seu cuzinho relaxado”… fiquei pensando e essa foi a deixa pra ele sair do Box e ir até a mala. Trouxe um potinho com um gelzinho e foi passando no meu cuzinho e ele foi esquentando e me dando um tesão enorme, depois passou uma outra pomada e colocou a camisinha…Gente, quando aquela cabeça encostou no meu cuzinho e começou a forçar pra dentro, foi uma dor terrível, pedi para ele parar e ele ficou parado com metade da cabeça do pau no meu cuzinho. Meu anelzinho foi acostumando com aquele invasor e aos poucos ele foi colocando o resto, ficou mais ou menos metade pra fora e eu me sentia todo preenchido. Ele começou a bombar devagar e aquilo foi se tornando muito gostoso… eu gemia feito uma putinha e ele me comia gostoso… “Que delícia de bunda”,” que cu maravilhoso”,” nem o da minha namorada é tão gostoso assim”, eu de 4 ali, sendo fudido por um macho daquele, forte, com um pauzão daqueles, estava me sentindo muito realizado…
A sensação era estranha, parecia que eu iria gozar pela bunda, ou pelo pau, não sabia direito o que era. Acho que só quem já deu bastante poderia me explicar… Comecei a pedir pra ele me fuder, e ele gemia como um macho pegando sua fêmea, senti seu pau inchar dentro do meu cu, e ele começou a gritar: “que gostoso!” “que delícia!” “caralho!” e senti a camisinha encher, ele estava gozando gostoso… foi tirando o pau devagar do meu cuzinho e me senti arrombado, porém muito satisfeito. Dei mais uma vez para ele e infelizmente depois de um mês, tive que sair da academia. Depois soube que ele também saiu. Se algum instrutor, dono de academia ou aluno,seguranças e fardados em geral tiver essa fantasia e que sejam ativos, entrem em contato comigo, ou outras pessoas tb… prometo responder a todos. Meu e-mail: cavs04@ig.com.br, um abraço à todos.

O golpista

novembro 25, 2006

Caio tinha conhecido Yago de uma forma inusitada. Yago era amigo de um garoto de programa profissional. Qual a diferença entre um garoto de programa profissional e outro que não é profissional? Bem, Yago é uma espécie de free-lance, complementa sua renda fazendo sexo com homens por dinheiro. Prostituí-se. Mas, Yago também gosta de transar com homem por prazer. Na verdade Yago gosta de transar, com mulher ou mesmo com homem. Caio conheceu Yago através de Daniel. Daniel sim é um profissional do sexo que se dedica exclusivamente ao trabalho de michê, vive disso. Caio normalmente não precisa se valer de garotos de programas porque é atraente, encantador e tem uma habilidade especial para atrair héteros para suas armadilhas sexuais. Caio tem uma predileção especial por héteros. Daniel precisava tirar fotos para divulga-se na internet, foi assim que conheceu Caio num chat. Yago estava sendo impelido por Daniel a fazer fotos e também divulgar na internet com o objetivo de ampliar os negócios de michetagem. Foi assim que Caio conheceu Yago, fotografando-o. No dia da sessão de fotos Caio transou com Yago aos olhos de Daniel. Daniel parecia ter um interesse todo especial por Yago. Depois desse dia não se viram mais. Mas, Caio continuou mantendo contato com Yago pela internet, pelo MSN. Ficaram amigos.O contato virtual entre eles acontecia quase que diariamente. Yago mora numa cidade distante de Caio uns cem quilômetros, numa pequena cidadezinha, enquanto Caio vive numa metrópole. Eles pretendiam um novo encontro já certo tempo, mas, Yago por causa do trabalho e de constantes dificuldades financeiras, nunca tinha disponibilidade para ir até Caio. Nas conversas virtuais Yago sempre falava do seu desejo de ir embora para a cidade maior, tentar um futuro melhor, onde pudesse estudar, ter um bom emprego e se divertir a valer. Caio, um hábil sedutor de héteros queria um novo encontro com Yago, apenas os dois sem testemunha, como foi com a presença de Daniel a outra vez. Caio teve uma idéia, poderia atrair Yago com a proposta de traze-lo para morar na cidade grande oferecendo um emprego em seus negócios.

Os negócios de Caio não iam bem há alguns anos. Caio vivia de aparência, na verdade estava afundado em dívidas. Contas vencidas e acumuladas, dívidas em bancos, cartões de créditos cancelados por falta de pagamento e outras faturas não pagas. Caio vivia a alguns meses de empréstimos de amigos. Ainda assim, conseguia viver muito bem de aparência e ainda impressionava jovens ambiciosos e fascinados com o prestígio de Caio, graças a decadência financeira devidamente maquiada. Yago era um deles.

Yago esperava mudar sua vida com a ajuda de Caio. Caio esperava apenas atrair Yago para uma noite de sexo intenso. O encontro foi marcado algumas vezes e desmarcado por causa das dificuldades de Yago. Finalmente o encontro aconteceu. Yago chegou ao apartamento de Caio num final de tarde, chegava para passar a noite e ficar até o dia seguinte.

O primeiro momento de um encontro é sempre estranho. Encontros casuais ou começam imediatamente ou correm o risco de não acontecer se houver muita conversa. É o – cala a boca e chupa! Tanto Caio como Yago estavam afim de transar.

Yago vestia uma camiseta baby look que moldava o tórax forte dele e uma calça extremamente justa marcando o pau em repouso do lado direito. Logo o pau começou a ganhar forma mais protuberante dentro do jeans, foi enrijecendo espontaneamente sem o auxílio de Caio. Caio foi ficando animadíssimo com esse sinal de tara do bofe. Caio adora ver uma barraca armada. Caio não esquecia a cena que tinha visto na rua o dia anterior, um garoto andando despudoradamente com uma enorme barraca armada ao sol do meio dia por rua movimentada. Andaram juntos por cerca de duas quadras, lado a lado, Caio não resistiu e abordou o garoto, quase tomou o soco na cara, o excitadíssimo garoto não curtia ser apreciado por viados. Agora Caio tinha Yago dentro do seu apartamento armando barraca exclusivamente para ele. Sentia a respiração ofegar, também estava excitado.

Antes que as coisas evoluíssem, Yago como todo garoto pobre que espera ajuda, chorou suas dificuldades, falou do desejo de vir para cidade maior e sacou do bolso da calça cem reais, duas notas de cinqüenta entre outras de menor valor, disse que tinha aquele dinheiro para pagar alguns dias num pensionato ou para dividir um lugar com alguém. Os olhos de Caio brilharam. Dinheiro. Dinheiro guardado tão descuidadamente, solto num bolso raso da calça. Fácil para perder. Cessadas as chorumelas, Yago ficou em pé diante de Caio que estava sentado no sofá da sala. Caio abriu a calça de Yago e deixou o membro rijo e grosso livre para ganhar mais tamanho. Yago estava usando uma sunga de ir a piscina azul turquesa com estampas brancas em um dos lados, os pelos pubianos estavam cuidadosamente raspados, inclusive os do saco. Ele explicou que tinha uma técnica para raspar o saco, bastava bater uma punheta, o saco encolhia e ficava fácil de passar a gilete sem perigo de cortes. Fazia essa raspagem sacal duas ou três vezes por semana. Dura a vida dos profissionais do sexo ou candidatos a.

Caio abaixou a sunga e meteu a boca no pau de Yago, ainda não estava de todo duro, conseguiu enfiar inteiro dentro da boca, sentiu as duas mãos de Yago afagarem seus cabelos carinhosamente e aos poucos o quadril dele ir fazendo movimentos lentos como se estive metendo. Por alguns minutos mamou naquele macho de coxas grossas e fortes, abdome sarado e pele morena. Os pelos do corpo de Yago eram incrivelmente macios. Suas mãos carinhosas. Depois Yago pediu para que Caio deitasse no sofá de bunda pra cima que ele queria meter na bundinha de Caio a seco. E foi mesmo, Yago conseguiu enfiar a seco no rabinho de Caio. Entrou tudo. Ao contrário do que se imagina nem foi tão dolorido assim, logo os movimentos de entrada e saída eram macios e intensos. Caio gemia gostoso, gostava na verdade de ser tratado como uma putinha. Yago ainda não sabia disso. Mas, estava começando a descobrir. Um sonoro tapa na bunda de Caio o fez gemer mais gostoso e o tesão de Yago aumentou. Meteram em várias posições, Caio em pé apoiado no sofá, no tape de quatro, em cima do sofá na posição de frango assado sentindo o saco de Yago bater forte na sua bunda enquanto Yago socava forte e colocava o pau inteiro dentro de Caio.

Quando Caio não agüentava mais levar cacete na bunda, foram para o banheiro, entraram os dois debaixo da ducha, Caio sentou no chão e ficou olhando Yago, o macho, em pé sobre ele. A água caindo sobre o corpo dos dois. Yago mijou na cara de Caio. Caio sentiu o mijo quente de Yago bater em seu rosto e escorrer pelo seu corpo, sentiu muito tesão. Depois que cessou o mijo Caio continuou mordendo o lábio inferior de tesão enquanto olhava para o pau não mais tão duro, mas ainda grande de Yago. Não gozaram, nenhum dos dois, mas estavam exaustos de tanto meter.

Yago estava cansado, Caio mandou que deitasse no sofá para ganhar massagem. Ele deitou de bunda pra cima, Caio sentou exatamente sobre a bunda dele, derramou hidratante sobre as costas e massageou, massageou as costas, as coxas, até a bunda. Depois percorreu com a língua as partes sensíveis do corpo de Yago, fazendo-o gemer. Muito de leve tocava com as pontas dos dedos toda a extensão do corpo de Yago, que ia adormecendo. Com a mão livre Caio procurou o dinheiro num dos bolsos da calça de Yago que estava jogada ao lado do sofá. Com muito cuidado, não poderia ser pego metendo a mão no dinheiro do michê, michê não, pseudo-michê. Achou, tirou lentamente o dinheiro e jogou embaixo da mesinha de canto que estava ao lado do sofá. Pronto. Com um pouco de sorte Yago iria embora no dia seguinte e só daria falta do dinheiro quando estivesse longe, já seria tarde, poderia ter perdido na rua. Depois disso Caio deitou-se sobre Yago e abraçou com as duas mãos, sobretudo com aquela que acabara de rouba-lo. Depois de descansarem um tempinho, Caio convidou Yago para irem até a cozinha comer uma pizza que ele tinha colocado no forno e que tinha acabado de ficar pronta. Yago comeu com apetite, a pizza.

De volta a sala, Caio deitou num dos sofás e Yago que estava só de sunga, começou dançar para Caio como se fosse um go go boy. Rendeu-se aos elogios de “gostoso” e “meu macho” que Caio fazia, aproximou-se e abaixou a sunga, colocou o pau pra fora, pegou Caio pelos cabelos e o fez chupar o pau que já estava muito duro e melado. Caio engolia até onde dava, sentia a cabeça ir lá na sua garganta, quase engasgava, não queria parar. Queria mais rola. Yago gozou na cara de Caio. Espalhou a porra com o próprio pau, pela testa, nariz e face de Caio. Caio que ainda não tinha gozado, enquanto Yago se recuperava na janela, se masturbava olhando para bunda dele dentro da pequena sunga azul turquesa. Yago sentou no sofá, colocou a cabeça de Caio no colo e disse palavras carinhosas – “goza gatinho”. Caio gozou, recebendo carinho na cara gozada, com porra ressecada de Yago.

Depois que Caio lavou o rosto e removeu a porra de Yago da cara, saíram. Antes quando estavam quase deixando o apartamento, Yago já vestido com a calça, deu por falta do dinheiro. Caio se fez de desentendido, sugeriu que ele procurasse no chão, deveria ter caído quando jogou a calça. Yago recuperou o dinheiro que estava de fato caído embaixo da mesinha e foram a um bar alternativo. Yago é o tipo apreciado por gays, não havia um que não desse uma boa olhada, medindo Yago dos pés a cabeça, Caio sentia-se muito satisfeito, aquele bofe era dele. Caio bebeu uísque, Yago Coca Cola, porque não bebe nada alcoólico. No bar, Caio reclamou de um negócio que deu errado e pelo fato de ter ficado sem dinheiro para saírem para dançar, mas se Yago emprestasse aqueles cem reais por dois ou três dias poderiam ir a uma boate dançar, claro, Caio bancaria tudo. Yago topou. Emprestou o dinheiro para Caio.

De volta ao apartamento para trocarem de roupa e irem para a boate, Caio emprestou uma camisa para Yago, a calça que ele usava era perfeita, Caio sugeriu que fosse com ela. Antes de saírem rolou mais uma chupeta, Yago demorou, mas gozou algumas gotas de porra, dessa vez não houve porra para espalhar pela cara de Caio. Tomaram um táxi e foram para uma noitada. Yago logo tirou a camisa e dançou muito à vontade, exibindo seu corpo moreno e escultural na pista de dança de forma sensual e muito provocativa. Nem é preciso falar que Yago sofreu muitos assédios, mas estava acompanhado. Caio não tinha dúvida alguma que em outra circunstância Yago deixaria muitas bichas chupa-lo no dark room.

Chegaram em casa quando estava quase amanhecendo, cansados. Dormiram na mesma cama. Yago tinha prometido uma surpresa para Caio quando acordassem. Caio dormiu não vendo a hora de acordar. Acordou antes de Yago, ficou esperando a surpresa, viu que Yago estava com o pau extremamente duro dentro da sunga azul turquesa. Abaixou a sunga e chupou o pau de Yago, depois sentou em cima e cavalgou lentamente, depois mais rápido e por fim parecia uma amazona em fúria galopando com seu garanhão. Yago tomou uma atitude, segurou Caio forte, mudou de posição, colocou Caio de quatro e montou sobre ele, invertendo a situação, agora era Yago que cavalgava ferozmente sobre sua égua indomada. Tapas sonoros na bunda de Caio, puxões de cabelo e ordens para gemer mais forte. Caio estava sendo domando. Depois de meia hora enrabando, Yago notou que Caio tinha cagado no seu pau, de tanto que foi socado. Foram para o banheiro e continuaram metendo embaixo da ducha. Quando Caio não agüentava mais, deitou-se de costa no chão do banheiro e ficou vendo Yago se masturbar violentamente, os músculos do corpo inteiro se contraiam. Yago gemia. Finalmente o jato de porra, porra caiu sobre o corpo de Caio. Depois de mais um tempo Yago deu um banho de mijo em Caio. Tomaram banho juntos, se abraçaram, um longo beijo de língua. Estavam saciados. Yago sem saber tinha financiado uma noite de prazer intenso para Caio.

Beto Wocikieviz
08.04.2005

O garoto da academia ordinária

novembro 25, 2006

Por acaso o vi entrando na academia. Não tinha notado uma academia de musculação naquela rua. É uma rua movimentada, comercial, onde se concentram lojas de materiais elétricos, tintas e afins. A academia fica na sobreloja, uma porta estreita dá acesso à escada. Uma placa com o nome, indicando a academia.Estou dentro do carro, parado esperando o sinal abrir. Vejo um rapaz aparentando ter no máximo 20 anos chegando de bike. Foi aí que eu notei que ali era uma academia, porque quis saber onde ele tinha entrado. Já passava das 16 horas.

O rapaz usava jeans e regata branca. Os dois extremamente justos, a regata mais. Loiro bronzeado, uma pele irresistível. O rosto simplesmente lindo. Parecia um garoto saído de um editorial de moda, de revista importada. Real. Ele existe, pensei. Malha nessa academia ordinária.

Nesse mesmo dia passei varias vezes pela frente da academia na esperança de encontrar ele saindo. Se ele corresponder um olhar, posso parar o carro para conversar. Dizer que ele é o garoto mais lindo que meus olhos já viram. Nada. Já estava até chamando atenção de tanto que passava pela rua. Desisti.

Passei as horas pensando naquele garoto, até o dia seguinte. Lá estava eu de novo, agora parado em frente à academia. Queria ver ele chegando, tentaria uma aproximação. Dessa vez fui mais preparado para chamar atenção, estava com meu carro importado, quase não o uso por causa de uma tentativa de seqüestro sofrida. Sei que garotos gostam de carros.

Conseguir vê-lo vindo lá na esquina, desci rápido do carro e fiquei encostado. Olhando na direção dele. Vestia jeans e regata branca. Seriam as mesmas peças? Possivelmente. Ele já tinha notado que estava sendo olhado. Aumentei o descaramento e tirei os óculos escuros. Não queria que ele tivesse a menor dúvida que estava olhando para ele. Percebi que ele olhava para o carro, mais para o carro do que para mim.

– Bonita máquina. – foi ele que puxou conversa, quase cai, confesso que não esperava.

– É, também gosto dele, gosta de carros?

– E quem não vai gostar de um carro desse?

Agora ele aproximava para olhar o interior, abri a porta e fiz um gesto para que ele entrasse no carro.

– Ô cara, maneiro. É seu mesmo? – perguntou já sentado e segurando a direção do carro com as mãos.

– É. – respondi com certa apatia para tentar esconder meu interesse por nele. Na verdade estava babando mais do que o lobo mau por causa da chapeuzinho vermelho.

– Você está esperando alguém aqui da academia?

– É, não. Quer dizer, não exatamente.

Percebi que tinha sido muito confuso e ele começava a ficar meio desconfiado. Agora já estava na calçada, ao meu lado. A presença dele tão perto de mim fazia minha adrenalina fluir. Sentia o cheiro dele, devia ter tomado banho há pouco. Quase podia tocar a pele que mais parecia um efeito de photoshop. Desci meus olhos lascivos pelo corpo perfeitíssimo dele, impossível não admirar o que aquele jeans justo cobria. O que? Um volume de bom tamanho.

Não querendo piorar ainda mais com uma explicação sem pé nem cabeça, lancei um convite:

– Quer dar uma volta?

Indiquei o carro dando a entender que estava disposto até a deixar ele dirigir. Até que estava mesmo, se ele estivesse disposto a deixar eu manusear o câmbio, dele.

– Não, não. Agora não posso. Estou chegando, tenho que treinar…

– Tudo bem. Posso passar aqui mais tarde e te pegar para darmos uma volta, está afim? A que horas você sai?

Ele não tinha ficado tão surpreso com o meu convite, deveria estar acostumado a receber cantadas.

– Saio às seis.

– Te pego aqui às seis horas, sem furo, heim?!

– Beleza, seis horas, combinado.

Mal sabia o que fazer até às seis horas, quase tinha pedido para entra e ficar olhando ele levantar ferro. É claro que isso estava fora de cogitação.

Meu coração bateu mais forte, senti a calça apertar, as mãos tremerem. Ele estava saindo pela porta e procurava meu carro, não tinha conseguido vaga exatamente na frente da porta da academia como antes, estava estacionado há alguns metros. Ele avistou o carro e veio em direção. Abriu a porta e entrou.

Coloquei o carro em movimento antes que ele mudasse de idéia e quisesse descer.

– Você é veado, né?!! – ele perguntou na bucha, sem o menor constrangimento e ainda esboçou um risinho, como se quisesse dizer, sei que os veados gostam de mim.

– É, é isso aí, digamos que sou um cara que gosta de caras. Como você disse, um veado.

Pelo menos ficava mais fácil, poderia avançar o sinal tem ter que criar toda uma situação e ainda correr o risco de levar um murro na cara. Coloquei logo a mão na perna dele, para sentir aquela coxa forte, musculosa. Subi a mão para pegar o volume que se formava entre as pernas. Ele riu como um moleque safado, esticou-se no banco do carro para facilitar as coisas. Gostei dele. Bom menino.

– Você é bonito, interessante. Qual seu nome?

Ele riu, satisfeito com o elogio.

– Bruno. Os amigos me chamam de Brunão.

– Bruno… Posso te chamar de Brunão?

– Claro. Para onde você está me levando?

– Por enquanto para lugar nenhum, só estou dando um volta com você como combinamos. Depois vamos para onde você quiser.

Ele parecia estar gostando da aventura. Eu estava adorando ter um garotão safado, sarado, com um pau no meio das pernas que começava a mostrar sinal de vida, comigo dentro do carro dando liberdade para eu fazer o que quisesse.

– Essa calça é apertada. – disse ele – Acho melhor você ir abrindo para ver ele melhor.

Ele nem precisava pedir, eu já estava pronto para abrir o zíper daquele jeans com a boca. Com uma mão segurava a direção do carro e com a outra acariciava meu bofe. O carro era automático, não precisava de muita atenção.

Tirei para fora. Não era um pau muito grande, algo em torno de 18 cm e espessura normal. Muito duro, reto, em pé. Delicioso. Começava a soltar aquele líquido transparente e melado que o deixava mais apetitoso. Na minha boca também se acumulava água. A cueca dele era branca.

Pego, seguro, de vez em quando levo a mão até o nariz para sentir o cheiro do sexo dele. Bom. Num sinaleiro não resisti e cai de boca. Deu uma chupada deliciosa. Os outros carros? Os vidros do meu carro eram escuros, e depois, a essa altura do campeonato, meu cu para eles. Eu queria mesmo que todo mundo visse que eu estava chupando a rola daquele bofe lindo. O sinal abriu, eu demorei arrancar, o carro de traz começou a buzinar. Eu não estava nem aí.

Só queria acariciar aquele cacete maravilhosamente duro, com veias saltando, que babava na minha mão. Brunão respondia minhas carícias com gemidinhos, que me deixavam enlouquecido. Não me cansava de acariciar o abdome saradérrimo dele, o tórax forte. Os braços de macho. Foi quando furei um sinal vermelho…

Lá estava eu em meio ao cruzamento tentando montar o triângulo de acidentes para colocar atrás do carro. Foi quando dei por falta do Brunão. Cadê o meu bofe? Olhei para todos os lados e não o avistei, somente curiosos que paravam para olhar a batida. E o motorista do caminhão, um senhor de uns 50 anos, furioso. Por causa de um bofe sarado e malhado, que estava oferecendo o pau que eu bati meu Audi A8 de quase meio milhão num caminhão.

Escritor de Contos “eróticos”

escritordecontos@hotmail.com

Quando um velho encontra um novo

outubro 18, 2006

heitor@ig.com.br

Eu conheci Joneiton em meu último emprego. Trabalhávamos em uma empresa de transporte urbano. Éramos de idade bem diferentes, eu com 42 e ele com pouco mais de vinte.Ele, embora jovem, já tinha uma filha pequena e já tinha encomendado outro, e vivia com a companheira, ser sem casado oficialmente. Eu já era casado há mais de dez anos com minha esposa. Ele tinha um tipo físico atlético (tentara ser jogador de futebol, mas uma lesão no joelho não permitiu….e ainda trazia o corpo esculpido pelas longas horas de treinamento). Eu sempre detestei qualquer tipo de exercício físico, mas ainda assim tinha o corpo esbelto para um coroa, e quando digo coroa é em relação à idade dele.Sentia-me atraído por ele, embora ele tivesse um perfil bastante másculo, e em minhas fantasias homossexuais eu sempre sonhava em ser o ativo. Os seus olhos verdes, o seu corpo liso, as suas nádegas durinhas (que eu observava no vestiário), os seus cabelos encaracolados na altura do pescoço, a sua voz grave, e o seu temperamento de pavio curto me diziam que eu não deveria ter a menor esperança. Eu tinha certeza que nada aconteceria entre nós, e se acontecesse, a probabilidade de eu ser o passivo da história era maior….e isso sempre me desencorajou qualquer aproximação mais íntima. E oportunidade para isso não faltava. Tomávamos banho juntos no vestiário, e nos turnos da madrugada, tirávamos uma soneca bem juntinhos num cubículo apertado, onde mal cabia uma pessoa, na garagem da empresa, entre uma viagem e outra, numa linha de ônibus que liga a zona oeste e o centro da cidade do Rio de Janeiro. E foi justamente nesse cubículo que tudo aconteceu, mas de uma maneira inesperada e maravilhosa.Numa certa madrugada, eu tinha que acordá-lo no tal cubículo, onde eu sabia que ele estava cochilando, para a sua próxima corrida. Não acendi a luz do pequeno aposento, pois não queria acordá-lo da maneira abrupta. Ao me aproximar do colchonete onde ele estava deitado, pude perceber que ele dormia sem a parte de cima do uniforme, de bruços. Chamei seu nome várias vezes, com a voz quase num sussurro…Ele não acordava. Ajoelhei-me perto dele e hesitei em tocar seu corpo. Onde tocá-lo? No braço, no ombro, nas costas? Fiquei alguns momentos paralisado entre a dúvida e contemplação daquele belo adormecido. Tremendo da cabeça aos pés, nem me dei conta que estava acariciando seu corpo…E foi nesse misto de medo e tesão que eu vi seu corpo esboçar alguma reação aos meus toques. Não sabia ao certo qual seria a reação dele, e me preparei para o pior…algum tipo de agressão física, ou verbal. Mas o que vi foi ele dirigir ambas as mãos para a região da virilha, desabotoando a calça do uniforme e arriando-a, juntamente com a cueca, até a altura dos joelhos, permanecendo de bruços, virando o rosto para o outro lado, como se não quisesse ver o que eu iria fazer com o seu belo traseiro exposto.O que aconteceu em seguida vem à minha mente em flashes loucos, numa seqüência de imagens selvagens, de sexo animalesco, de dois homens se entregando ao prazer sem medir as conseqüências. As chances de um outro motorista da empresa aparecer ali eram grandes, mas simplesmente ignoramos isso. Eu pulei em cima dele, e acabei de arriar suas calças, e tentei penetrá-lo de uma vez só, até que nos lembramos finalmente da utilidade lubrificante da saliva. Éramos ambos virgens naquele tipo de relação, mas a natureza seguiu o seu curso, e em poucos instantes eu estava inteiramente dentro dele. A loucura daquele momento não me impediu de notar que ele sentia uma dor incrível, que ele suportava heroicamente, e aquilo me fez o macho mais feliz na face da Terra. Senti o gozo vindo numa avalanche e ele parece ter pressentido, pois seu corpo se empinou como que para recebê-lo. Com os dedos crispados, senti minhas unhas cravarem no seu quadril, enquanto meus braços puxavam com toda força o seu corpo para junto do meu. Um jato de esperma saiu de mim com tal força, que parecia que a vida em mim se esvaía. No torpor daquela morte, ainda percebi os movimentos frenéticos do seu quadril, numa tentativa de ejacular junto comigo. Reuni todas as minhas forças, e voltei à carga, e mesmo sem uma gota de esperma dentro de mim, continuei a ir e vir dentro dele, segurando firmemente o pênis dele, que latejava feito uma serpente estrangulada, a ponto de sentir o fluxo do sêmen quando ele gozou, como quando se sente a água fluindo por um cano pouco espesso.Só então nos demos conta do risco que corríamos….Não sabíamos por quanto tempo ficamos naquela selvageria sexual, que durou poucos minutos, é verdade, devido à tensão e o tesão que ambos sentíamos, mas decerto alguém na garagem poderia desconfiar de nós. Sem dizer praticamente nada um ao outro, nos vestimos rapidamente, um tanto quanto envergonhados, porém incrivelmente saciados. É difícil de descrever a sensação de poder que um macho sente ao enrabar um outro macho, e aquele garoto me proporcionou isso.Não consegui raciocinar direito durante as horas que se seguiram, pensando em como iríamos nos encarar dali pra frente. E se ele quisesse, de uma próxima vez, ser o ativo? Um monte dessas besteiras ficaram me atormentando até que voltamos a nos cruzar na garagem, entre uma viagem e outra.Para minha surpresa, ele agiu com muita naturalidade. Tinha um sorriso meio Monalisa (indecifrável) no olhar, que só nós dois podíamos entender. Nós nos tornamos amantes e ele continuou a me surpreender com a doçura e passividade com que ele se comportava entre quatro paredes, em oposição ao seu temperamento habitualmente rude, quase intimidador, para quem não o conhecia como eu. Nosso lance durou até a época de sua transferência para uma outra linha da mesma empresa, em outro bairro. Eu, pouco tempo depois, arrumei um emprego como vigilante num shopping da zona oeste da cidade.Hoje, ainda nos vemos, esporadicamente, e nos mantemos a par das aventuras um do outro. Somos agradecidos um ao outro pela iniciação mútua. Não, não somos apaixonados. Acho que nunca fomos. Nossa relação não tem a carga dramática à la Brokeback Mountain.Nunca entendi direito o que nos uniu, e da maneira que nos uniu…mas, o fato é que aprendi, depois de velho a curtir um cuzinho de garoto novo, e ele aprendeu as delícias de uma pica experiente.

Continuando com um cara legal

setembro 10, 2006

segredo201@yahoo.com.br

No conto um cara muito legal, eu contei como eu comi o Dalton. É verdade que eu já tinha chupado, mas o mais importante foi a deliciosa foda que eu tinha dado no cu dele. O que eu vou relatar aqui é o que aconteceu depois que eu comi o cu dele, naquela mesma tarde de dezembro. Ainda me lembro tão claramente como se estivesse acontecendo agora, Vamos continuar de onde paramos:• Dalton – eu disse – Eu te acho muito lindo

Para dizer isso, eu tive que me afastar um pouco para contemplar a barba e os lindos olhos verdes dele. E quando minha boca descolou-se e meus olhos o viram, havia olhos magoados, lágrimas. Sem saber o que fazer, aproximei-me novamente e continuei o beijo, ele retribuiu ardentemente e eu recuperei imediatamente todo o meu tesão. Depois de um longo beijo, tão molhado que nos deixou os rostos completamente babados, eu senti as mãos dele me repelindo, empurrando-me gentilmente para longe. Novamente olhei nos olhos deles e vi o choro inequívoco. O Dalton estava chorando.

• O que foi? Eu perguntei
• Nada.
• Pode falar. Acho que depois de tudo, agente não precisa esconder mais nada.
• Eu nunca pensei que eu fosse tão bicha, cara. Eu dei tudo e gostei. Eu nunca senti tanto tesão na minha vida como quando você tava me comendo. Eu não queria ser viado.
• Eu acho que eu também preferia não ser, seria mais fácil não ter que esconder nada e nem ter que enfrentar a sociedade. Mas não tem jeito, não somos homossexuais, gostamos de transar com homens.
• Faz tempo que você sabe que você é viado?
• Desde criança. Eu sempre gostei de dar e de comer outros caras.
• Quando você deu pela primeira vez?
• Eu tinha onze anos, e dei pra um outro garoto da minha idade. Nós fizemos troca-troca.
• Eu também dava muito até os quinze anos, mas depois eu comecei a gostar de mulheres e pensei que aquilo havia sido só uma fase, que eu não ia ser viado, mas agora eu dei outravez e gostei.
• Eu acho que não tem esse negócio de fase. Eu também curto mulheres, pelo menos pra mim isso ocorre alternado. As vezes eu fico meses sentido tesão só por mulheres, mas as vezes eu também sinto tesão por homens, e pra ser sincero, apesar de eu ficar mais tempo sentindo tesão por mulheres do que por homens, quando vem a vontade de dar o cu, é o sentimento mais intenso que me vem. Nada no mundo é mais gostoso do que levar rola.
• Eu não queria que fosse assim.

Beijei ele novamente, ele quase permitiu, mas por fim, me recusou.

• Não! cara, eu não consigo. Passou o tesão, nós já gozamos e eu acho que nunca mais vou querer transar com outro cara

Pra ser sincero, aquilo me deixou puto da vida, pois eu ainda estava louco de tesão e queria mais, sobretudo por que eu ainda não havia sentido aquela pica deliciosa no meu rabo. Olhei para baixo e vi que ele tinha razão. O pau dele estava mole e minúsculo, nem parecia aquela obra de arte que eu havia chupado.

• Tudo bem! – eu disse – você não tem que fazer nada que você não queira, se você quiser a gente pode ir embora.

Quando eu disse isso, havia raiva, tristeza e vergonha na minha voz. Eu não estava chorando, mas acho que olhos estavam meio molhados. Segurei a onda, mas acho que ele percebeu.

• Pô cara! Eu não quero ser sacana com você, é que eu ainda queria ver se eu consigo escapar do homossexualismo- foi o que ele disse.

Devo dizer que eu não estava apaixonado por ele. Era um caso clássico de tesão, mas que puta tesão. Eu estava louco por aquele cara. Eu sabia que ele era homo, assim como eu, eu sabia que ele não conseguiria vencer. Sabia, porque eu já havia tentado e tinha falhado. Eu sabia que ele ia voltar a dar, então eu tomei a decisão de não desistir imediatamente, embora eu estivesse meio puto com a rejeição dele, eu entendia o que estava se passado na cabeça dele. Prometi a mim mesmo que seria respeitoso, mas que ainda tentaria continuar para ver se ele me comeria.

• Dalton, eu não sei se é possível dar e depois parar. Eu não sei se é possível desistir de ter prazeres tão intensos como esse que nós sentimos, eu sei que eu prefiro me esconder, mentir , fazer o que for preciso para poder ter um homem lindo como você colado na minha pele.
• Eu sei, eu adorei cada segundo da nossa transa. Eu não estou arrependido, só estou com vergonha.
• Vergonha de quê? Só estamos nós dois aqui. Não tem do que ter vergonha.
• Pra você é fácil dizer. Mas fui eu quem ofereceu o cu, fui eu quem pediu pra você me arrombar, fui eu que rebolei de calcinha, fui eu que pediu pra você enfiar com tudo. Eu fiz tudo que uma mulher faz e você foi tão macho. Mesmo quando você estava chupando você agia como macho. Se eu pudesse ser um homossexual masculino como você, acho que não teria problema, mas quando eu sinto tesão por homens, eu gosto de agir como um putinha.
• Bobo! Lindo! Eu também gosto de pertencer ao meu macho, gosto de ser vagabunda na cama.
• Sei lá, cara! Eu não consigo nem te encarar. Você é a única pessoa que sabe o que eu realmente gosto.
• Posso fazer uma coisa pra você?
• O quê?
• O quero te beijar.
• Não, eu não queria, por favor não chega tão perto.

Eu estava aproximando a minha boca da boca dele e mesmo enquanto ele dizia que não, eu já estava lambendo de leve os lábios dele e estava colocando a mão dele sobre a minha bunda.

• Por favor – eu disse – eu to implorando. Me beija, eu quera ser sua.

A mão dele não ficou na minha bunda, mas os lábios deles abriram-se e eu pude beijá-lo. Desta vez eu não senti aquele ímpeto que havia nos beijos que nós estávamos trocando um pouco antes. Ainda assim eu não perdi as esperanças. Acho que ele me deu aquele beijo, simplesmente para que a minha humilhação depois de implorar não fosse total. Mas mesmo assim eu sabia o que eu queria e sabia também que era a mesma coisa que ele queria.

• Desta vez você pareceu bicha pra caramba – ele disse.
• Eu sou bicha, meu querido. Eu só vidrado na sua pica, adoro seus pelos, suas coxas, quera sentir a sua língua. Não vejo a hora de sentir as suas mãos segurando os meus quadris enquanto eu fico de quatro. Isso é que eu acho que é ser bicha.
• Mas você nunca deu bandeira?
• Nem você. Mas você também é homo, não é?
• É! Acho que sou.
• Tudo bem! Não fica grilado.
• Eu acho que nós ainda vamos transar outravez – ele disse – um outro dia, mas hoje eu não consigo. Foi muita coisa pra mim. Tudo bem se ficar pra outro dia?
• Não tem problema. Mas será que não dava pra você me deixar pelo menos dar uma chupada?
• Mas ta mole cara!
• Tudo bem, eu chupo assim mesmo. Só um pouco. É que eu não queria sair daqui sem mostrar pra você que eu também gosto de me sentir meio puta.
• Ta legal. Mas não vai adiantar nada, porque hoje eu não consigo ter outra ereção.

Ele deitou-se de barriga para cima, seu corpo peludo estava completamente exposto para mim. Haviam pelos nas pernas, no peito e na barriga arrendondada. A barriga peluda é o que eu mais me lembro. Ele era meio gordo e o seu corpo era todo arredondado seu 1,75 devia ter uns 90 quilos.

Eu lambi ardentemente aquela barriga que me enlouquecia. Ele não disse nada nem emitiu qualquer som. Quando fui descendo a minha boca, cheguei às sua bolas absurdamente peludas, entre coxas grossas e macias. O seu pau estava completamente mole e ficava bem pequeno desse jeito. A cabeça do pau dele não ficava completamente recolhida pelo prepúcio. Mais da metade dela ficava pra fora, mostrando que mesmo mole, ele tinha um pau lindo. A pele do pau era mais escuro que as brancas pernas dele e a cabeça do pau era rosada.

Comecei lambendo as bolas e as coxas. Lambi da maneira mais descarada que eu sabia fazer, as vezes enfiava o pau dele inteiro na minha boca e chupava alternando a força. Ora mais suave, ora mais forte. Depois de chupar um tempo bem longo, o pau dele ainda estava mole. Pensei que talvez eu não fosse conseguir, mas pensei também que aquela chupada naquele pau, mesmo mole, já estava sendo uma delícia.

Depois de chupar de várias maneiras, tomei o pau dele na ponta dos dedos e afastei o prepúcio, expondo completamente a cabeça. Molhei os lábios com o máximo de saliva que eu consegui e comecei a chupar a glande dele. Lambia ao redor da cabeça. Colocava na boca. Guspia sobre o cacete dele e volva a chupar, usando a minha língua para espalhar a saliva pela pica e pelas coxas dele. Funcionou. Aos poucos fui sentindo a cabeça do pau dele ficando maior. Neste ponto voltei a enfiar e tirar a rola dele da minha boca lentamente. De repente, outra delícia: ouvi um suspiro dele. Enfiei tudo na boca e continuei chupando e usando a língua para massagear a cabeça daquele pau. Chupei com um pouco mais de força e então senti aquela rola crescer com tudo dentro da minha boca. Chupei com tanta felicidade que nem da pra descrever. Senti o quadril dele se movendo. Enfiando e tirando; fodendo a minha boca.

Depois de chupar ardentemente, ele mesmo tirou o pau da minha boca. Mandou-me pegar a calcinha que estava no chão e vesti-la. Sorri e fui imediatamente obedecer aquele macho gostoso. Peguei a calcinha e fui vesti-la no banheiro. Queria surpreende-lo com um atitude completamente efeminada da minha parte, queria que ele me visse sentindo o prazer de ser passivo.

Quando voltei do banheiro estava de calcinha e entrei rebolando, parei perto da cama, numa distância em que a mão dele pudesse me alcançar, virei-me de costas para ele e comecei a puxar a calcinha para dentro do rego, empinei a bunda o mais que pude e rebolei em movimentos circulares, completamente efeminados em contraste explícito com o meu corpo peludo (não tanto quanto o dele). Senti-me oferecer integralmente para aquele homem.

Enquanto eu rebolava, esperava ansiosamente a passada de mão na bunda que eu estava tentando obter ao rebolar tão perto da cama. Engano. Tomei um tapa forte,. Também estava esperando um elogio para a minha bunda e ouvi algo bastante diferente. Ele disse bem alto:

• Isso seu viado sem vergonha rebola esse bundão peludo. Mostra como você gosta de rola sua bicha. Cara. Eu nunca pensei que um homem podia ser tão viado.
• Eu posso ser tudo aquilo que você quiser que eu seja. Me dá outro tapa?

Eu nem terminei de falar e mão dele me bateu novamente na bunda,. acho que foi o tapa mais forte que um homem já deu na minha bunda, acho que até dava pra ouvir o barulho no quarto ao lado. Lembro que pensei isso naquela hora e fiquei ainda mais excitado.

• Ai meu homem, como você é forte e como sua mão me domina. Eu adora ser sua, faz de mim tudo o que você quiser.
• Fica de quatro que eu quero lamber o seu cu.

Ele imediatamente rasgou a calcinha, e começou a enfiar a língua com força dentro do meu cu. Eu rebolava e abria a bunda com as duas mãos. As vezes ele tirava a língua para me dar um outro tapa (ele adorava me bater na bunda)
• Ai que gostoso. Assim, vai. Meu cu é seu, sempre foi. Eu quero levar a sua rola no rabom desde a primeira vez que eu te vi. Me come. Eu to alucinada de vontade de dar. Vai, vai, por favor, come. Eu não agüento mais.

No instante em que eu me oferecia pra ele, eu sabia que teria que levar ferro do mesmo jeito que ele, ou seja, tudo de uma vez. Teria que sentir dor, e isso eu nunca tinha feito antes. Eu sempre dosei a dor, de modo que nunca era muito forte. Todos os caras que enfiaram na minha bunda fizeram isso devagar, ou depois de que eu já tinha arrombado o cu com alguma coisa. Desta vez eu teria que encarar a dor. Para ser sincero, aquilo me deixava ainda mais excitado. Foi quando ele me disse:

• Fica de quatro aí que eu vou enfiar o dedo.
• Não, a sua bichinha tem uma supresa pra você

Fui até o banheiro e peguei um pequeno sache de creme rinse e passei na pica dele, depois lubrifiquei o meu cu da melhor maneira possível, incluisive enfiei dois dedos dentro para alargar uma pouco e disse:

• Deita de barriga pra cima

Sentei-me sobre ele, meu soca estava esfregando no umbigo dele e minha bunda estava exatamente sobre aquela rola grande e deliciosa. E aí eu disse pra ele o que eu queria:
• Coloca as mãos em cima das minhas coxas. Eu vou sentar na sua rola e quero sentir entrar tudo de uma vez. Quando eu sentar, vai doer e pode ser que eu tente levantar. Não deixa. Me empurra pra baixo, forçando as minhas coxas. Eu quero levar a sua pica com toda a força, tudo bem?

Ele não disse nada, ficou ali me olhando quieto. Acho que ele já tinha superado a vergonha de ter sido tão ardentemente passivo. Eu estava fazendo por ele e também porque eu queria me sentir mais passivo do que nunca ( e olha que na maioria das vezes eu sou passivo).

Ajeitei a cabeça do pau dele na portinha do meu cu e comecei a sentar devagar, senti a cabeça do pau dele me abrindo aos poucos, mas não permiti que penetrasse muito fundo, deixei somente o suficiente para saber que estava bem encaixado. Soltei o peso do meu corpo sobre aquela rola. Entrou tudo (pelo menos eu pensei que era tudo) doeu muito. Senti uma dor insuportável e pensei que tinha me machucado. Nesse mesmo instante eu comecei a me levantar. Não deu tempo, as mãos do Dalton empurraram as minhas coxas para baixo com toda a força.. Aquilo que havia doído insuportavelmente ainda não era tudo. Quando ele me empurrou pelas coxas eu senti rola inteira enfiada no cu, a dor era tanta, mas mesmo assim ainda consegui perceber que as minhas nádegas estavam completamente apoiadas nas coxas dele, todo a peso do meu corpo estava sobre aquele caralho. Gritei despudoradamente

• Aaaaiiii! Tira. Doeu muito, não vai dar! Para por favor.

Ele não disse nada, simplesmente manteve a pressão sobre as minhas coxas e eu não conseguia me levantar. O pinto dele estava tão enterrado no meu rabo que eu sentia as bolas dele encostadas no meu próprio cu, não na bunda como eu já havia sentido tantas vezes. Ao mesmo tempo que eu ficava pensando um jeito de sair daquela posição, eu via os olhos fechados do Dalton, quanto prazer, quanto tesão, e era eu quem estava dando daquele jeito. Não havia o que fazer, eu tinha que agüentar a dor. Aquele era o meu homem e ele merecia em enrrabar daquele jeito.

Fiquei parado um pouco de tempo, e comecei a me mover em breve. Acho que fiquei menos de um minuto parado sobre a rola dele, quando eu comecei a me mover, ainda sentia dor, mas já não era tão forte. Quanto mais eu me mexia, menor dor eu sentia. Meu cu foi ficando aberto e o creme rinse foi ótimo, pois deixou tudo muito lubrificado.

Meu homem estava ali, parado e com os olhos fechados e eu já não sentia dor alguma. Meu cu já estava pronto pra dar todo prazer que aquele homem merecia, e eu dei. Ajeitei a posição das minha pernas e comecei a subir até que a rola dele praticamente saísse do meu rabo, depois descia lentamente até ficar quase na mesma condição que estava quando eu ficava com todo o meu peso sobre ele (se fosse até o fim doía uma pouco), fui aumentando o ritmo aos poucos ….

• Vai seu viado. Senta na minha rola. Você não tem vergonha, um homem do seu tamanho dando a bunda.
• Dou a bunda e gosto. Gosto de levar tudo no rabo (neste momento eu aguentei novamente um pouco de dor pra mostrar pro meu macho que eu gostava de rebolar com a rola enterrada até o fim)
• Vai viadão, senta na minha pica.
• Enfia com tudo (eu jogava todo o meu peso em cada descida), fode, fode tudo
• Bichona
• Eu quero pica
• Sua bunda é a mais gostosa que eu já comi em toda a minha vida.
• Aaai que delicia, fala outravez.
• Eu adoro o seu rabo. Quero te comer todo dia.
• E eu dou, dou tudo e se você quiser eu posso ser sempre passivo, vai fode tudo.

Nesse momento eu senti a porra inundando. Meu cu estava tão arrombado que a porra escorreu toda pra fora e lambuzou as nossas coxas

Nos beijamos e fomos embora. Nosso caso ainda durou uns três anos e foi uma delícia enquanto durou. Ele não exisgiu que eu fosse sempre passivo e nos alternávamos sempre. O grande barato de cada um era sempre ser completamente passivo (afeminado) na hora de dar a bunda e completamente macho na hora de comer. Até hoje eu gosto dessa brincadeira, mas não é todo mundo que curte.

A história é mais ou menos essa e já acabou. Poderia falar mais um pouco, mas agora eu vou dar o cu. Descobri que o vigia noturno do prédio onde fica o meu escritório é homossexual ativo (ele pensa que só eu é que sou gay. Deixa ele pensar assim) e adora me comer. Já deu pra perceber qual é o meu compromisso neste momento.

Beijos e chupadas
Cláudio

Um cara muito legal

setembro 2, 2006

segredo201@yahoo.com.br Conheci o Dalton há muitos anos atrás, eu era um jovem profissional recém contratado e ele era um estagiário. Apesar de eu já estar efetivado e ele ainda não, ele era um pouco mais velho (ele estava fazendo a sua segunda faculdade).

Dalton era um cara muito branco e levemente acima do peso, com 1,75m, seus olhos eram verdes apesar de ter ainda 27 anos, já era possível perceber entradas de calvície bastante pronunciadas. Dependendo da roupa que ele estivesse usando, era possível perceber que ele era do tipo radicalmente peludo (estilo Toni Ramos). O que mais chamava atenção no corpo dele era a bunda. Fantástica! Perfeitamente redonda, grande, arrebitada, as coxas eram muito grossas e era fácil perceber que eram muito mais musculosas que as outras partes do corpo (Ele costumava andar até 10 Km por dia). Os cabelos eram encaracolados e castanhos claros e a boca era mais carnuda do que devem ser as bocas dos brancos.

Desde que eu entrara na empresa eu não tinha tido interesse por nenhum homem e estava feliz com a minha namorada. O Dalton estava noivo e pretendia se casar em breve e ambos estávamos muito satisfeitos com esta situação. É verdade que ele tinha o tipo físico que eu gostava (levemente acima do peso), mas mesmo assim eu não pensava nele com desejo.

Do ponto de vista de comportamento, ele era muito extrovertido (eu também), adorava contar e ouvir piadas e tinha especial predileção por piadas de viados. Ele tinha o hábito de tirar uma onda imitando sexo oral fazendo um tipo de mímica usando a língua que era realmente muito engraçado. Uma vez cheguei a pensar que a obsessão dele por piadas de viados dava a impressão de que tinha alguma coisa de mal resolvido ali.

Eu, apesar de formado, ainda estava fazendo uma pós-graduação na faculdade e por este motivo, costumávamos sair do trabalho e irmos juntos de ônibus ou algumas vezes no velho carro do pai dele. Conversávamos sobre todos os assuntos e com o passar do tempo, fui percebendo que ele era mais culto, inteligente e sensível do que parecia. Ele tinha uma visão arrojada sobre política e comportamento e era capaz de enxergar e evitar preconceitos onde eu nem percebia. Aprendi muito com nossas conversas, mas sobretudo aprendi a admirar aquela inusitada figura, que parecia um carcamano típico a primeira vista, mas que com o tempo foi parecendo cada vez mais humano e legal.

Não vou dizer que o tesão pelo Dalton apareceu logo de cara, na verdade foi chegando aos poucos, mas depois de algum tempo eu não conseguia mais parar de pensar naquele cara. Minha maior diversão era olhar o volume no meio das pernas dele e tentar adivinhar o tamanho daquele pau, claro que eu sempre fui muito cuidadoso e ele nunca percebeu que eu ficava secando a pica dele. Punhetas e masturbações anais pensando nele tornaram-se freqüentes e uma vez eu armei um peque estratagema para mostrar a minha bunda pra ele.

Todos os dias, antes do almoço nós passávamos no banheiro da firma para lavar as mãos, ou o rosto ou para dar uma mijada. Como o nosso setor tinha poucos funcionários, era comum que não houvesse mais ninguém no banheiro na ora que lá estávamos. Uma vez, depois que todos já tinham saído para almoçar, eu deixei de propósito o meu vale refeição sobre a escrivaninha e saímos, quando estávamos quase chegando ao banheiro eu pedi que ele voltasse e pegasse o meu vale, porque eu estava apertado. Entrei no banheiro, deixei a porta aberta e verifiquei que estava vazio, fui até o mictório e abaixei as calças até o joelho e enterrei a cueca no rego, depois fiquei esperando com a bunda virada na direção da entrada. Quando ouvi passos chegando, prestes a entrarem no banheiro, arrebitei a bunda e fingi que estava tirando a cueca do rego. Rapidamente subi as calças e fingi que tinha sido pego de surpresa, quando ele disse brincando.

• Eh! Bundinha gostosa em!
• Pô cara, essa porra dessa cueca de merda fica subindo, hoje a noite eu vou jogar isso fora.
• Cueca subindo que nada! Você tava era mostrando a bunda!
• Que é isso meu chapa! Para de me tirar o sarro, a situação já é bem constrangedora mesmo que você ficar alugando.
• Ta legal. Desculpa. Isso acontece!
• Será que dá pra guardar segredo? Se isso se espalher vai ser uma tremenda gozação.
• Pode ficar tranqüilo, só eu é que sei que você tem uma bundinha gostosinha. Não vou contar pra ninguém!
• Pô cara! Sem gozação!

È claro que eu fiquei alucinado de tesão. Se ele tivesse me visto de frente, teria visto uma pica dura, mas eu consegui esconder direitinho, ou pelo menos pensei que tinha escondido.

No fim do expediente deste mesmo dia aconteceu algo diferente no ônibus. Quando ficamos sentados lado a lado, nossas pernas se tocaram, eu não forcei a barra e ele pareceu que também não forçou, mas nenhum dos dois se apressou muito em recolher a perna, isso aconteceu naturalmente, mas somente depois de alguns segundos de contato. Uau! Que perna dura e gostosa!

Fomos conversando normalmente até a faculdade e nada rolou. Com o passar dos dias, eu comecei a comprar a playboy para justificar alguma ocasião em que ele pudesse me pegar de pau duro, ele passou a comprar a revista status e na trocávamos ou ficávamos olhando juntos. Com o passar do tempo, fomos perdendo o medo de ficar de pau duro um na frente do outro. Quando estávamos folheando as revistas chegávamos a segurar o pau por cima da calça, a fim de ajeitá-lo, e eu achava que o pau dela ficava dura para a revista enquanto o meu ficava dura pra ele.

No ônibus era cada vez mais comum que permitíssemos que nossas coxas se tocassem e na véspera das férias coletivas deixamos que nossas pernas se tocassem e não recolhemos mais. Nem ele se afastou e nem eu. Para ser sincero, eu ia aproveitando o balanço do ônibus para que a pressão entre as nossas pernas fosse ficando cada vez mais forte e para minha felicidade, ele mantinha a pressão. Quase gozei, pois comecei a acreditar que ele também estava a fim. Naquela viagem, nossas pernas ficaram se tocando e nossas bocas ficaram fechadas, fizemos a viagem toda calados e não nos olhamos.

No dia seguinte ele veio de carro pois haveria a festa de despedida de fim de ano (antes das férias coletivas). Eu fiquei muito constrangido, pois já não tinha certeza se o que ocorrera no ônibus não era apenas assédio da minha parte, e se o silêncio dele não era apenas o constrangimento por descobrir que o amigo dele era viado.
Ele, por sua vez, não mostrou qualquer sintoma de preocupação, conversou normalmente comigo e com os demais. Brincou, contou piadas, bebeu, comeu churrasco. Tudo normal.

Eu passei o dia todo fingindo que estava alegre, e não sei se fingi bem, mas ninguém agiu como se eu estivesse dando alguma bandeira. No final da festa, ainda era meio dia e eu pedi uma carona para ele. Ele sabia que nós não teríamos aulas e que portanto nossos caminhos seriam diferentes, mas não fez qualquer objeção, simplesmente respondeu que sim com um sorriso.

Entrei no carro, já sabendo que teria que tocar no assunto, pois eu tinha dado muita bandeira e era preciso fechar aquele assunto. Saímos da firma em silêncio e cerca de dois quarteirões depois eu pedi para que ele parasse em um lugar meio deserto para que a gente pudesse conversar e ele respondeu:

• Pode ser num drive-in?
• Pode – eu disse boquiaberto
• Tudo bem. Eu sei sobre o que você quer falar

Demos uma longa volta e procuramos um drive-in longe de qualquer lugar. Lá chendo eu já estava de pau duro e olhei para ele e vi que eu estava sendo correspondido. Assim que a cortina do box foi fechada eu não me contive e coloquei imediatamente a mão sobre o pau dele.

• Calma! – ele disse – Eu quero conversar um pouco e não sei se agente devia continuar com essa brincadeira.

Nem sei como explicar o tamanho do meu constrangimento e da minha vergonha. Eu queria morrer ou sumir. Meus olhos encheram-se de lágrimas e eu já estava de olhos fechados tentando segurar o choro. Permaneci assim por um tempo que pareceu eterno. Nenhum dos dois disse nada

Depois de muito tempo abri os olhos e vi que ele estava chorando em silêncio. Seu rosto estava molhado por muitas lágrimas. Aquilo me deixou confuso, mas espantosamente me acalmou. Fiquei tentando imaginar porque ele estava chorando. Quando derrepente ele disse.

• Cláudio. Eu não sei se eu sou homossexual. – e prosseguiu
• “quando eu tinha uns 10 ou 11 anos, eu costumava me vestir com a calcinha da minha irmã e ficava olhando no espelho. Eu batia punheta pra imagem refletida da minha bunda. Um dia minha mãe me pegou dando o cu pro vizinho. Desde aquele dia eu estou fazendo terapia. Minha mãe pensa que a terapia vai fazer com que eu não vire bicha, mas tudo que eu quero com a terapia é entender o que eu sou. Eu estou apaixonado pela minha noiva, mas não consigo deixar de pensar em você comigo, na cama.”

Ele disse isso e fitou profundamente os meus olhos esperando que eu tivesse uma solução para o problema dele. Eu disse:

• “Eu sou bissexual, transo com mulheres e homens. Normalmente uma pessoa de cada vez. Já fui casado com a irmã do meu namorado e eu amava os dois. Naquele caso, ambos sabiam de tudo. Hoje eu namoro uma outra garota e também estou apaixonado por ela, mas ela é hetero pra caramba. Eu não posso revelar este meu outro lado.”
• Continuei – “Ser bissexual, não quer dizer que você não vai se apaixonar. Quando eu era mais jovem e percebi que gostava de transar com homens e mulheres pensei que só poderia me apaixonar por pessoas que também fossem bissexuais. Descobri que isto é impossível. Não dá pra obrigar o coração a se apaixonar somente por pessoas que tenham características que nós definimos. O coração é quem manda”
• Eu não quero dizer que estou apaixonado por você – ele disse
• Eu sei. Nem eu estou apaixonado por você, mas o tesão que eu estou sentindo não ta dando pra segurar.
• É. Eu também não to agüentando mais de vontade.

Não perdi mais tempo. Meti a mão na pica dele. Dessa vez ele deixou, fechou os olhos e relaxou. Senti o pau dele pulsando de tão duro. De repente eu lembrei da brincadeira que ele fazia com a calcinha e percebi que ele também queria ser passivo. Então permiti que a minha mão fosse deslizando pelo quadril dele até que tocasse a bunda. Olhei fundo nos olhos dele e encontrei uma permissão para seguir em frente.

Puxei ele com força, segurando a sua bunda. Nossos peitos se tocaram e eu continuei a puxá-lo. Jogando-o por cima de mim, de tal forma que ele sentou-se no meu colo, de frente para mim. Nossos paus estavam se apertando mutuamente, robolávamos para poder sentir os paus se atritando. Minhas mãos seguravam a bunda dele com força e ele tinha as mãos por trás do meu pescoço. Nesse momento ele me beijou. Nossas línguas estavam cheias de saliva e aquele beijo tinha a força dos beijos machos, quase uma mordida de tão fortes e intermináveis. Nossos corpos se contorciam ainda mais fortemente para podermos esfregar cada vez mais os pintos um no outro.

Retirei uma das mãos da deliciosa bunda dele e afrouxei o cinto muito apertado que ele estava usando, depois retornei até a bunda e fui lentamente enfiando a minha mão por dentro da calça.

Nesse momento ele interrompeu o beijo, afastou-se um pouco e ficou me olhando com uma feição safada. Eu fui enfiando a mão por dentro da calça e senti que o tecido da cueca dele era muito macio e fino. Senti que havia uma espécie de renda no cós da cueca. Coloquei a minha cabeça por cima do ombro dele e puxei com força a cueca para fora da calça, fazendo com que ficasse enterrada no rego dele. Não era uma cueca, era uma calcinha branca de algodão. Olhei novamente nos olhos dele e ele tinha um riso maroto. Beijei-o novamente e disse:

• Você já saiu de casa querendo transar comigo. Não é?
• É. Eu já tinha ido trabalhar assim várias vezes, mas você nunca percebeu.
• Pode deixar, de hoje seu cu não passa. Mas agora eu quero uma cama pra te foder. Vamos pra um motel.

Saímos do drive-in e fomos rapidamente para o motel mais próximo. No caminho ele ia dirigindo e eu ia batendo uma punheta para ambos.
Ao chegarmos no motel eu desci e fechei a cortina da garagem e pedi para que ele permanecesse no carro, sentado. Voltei, abri a porta do motorista, virei-me de costas e abaixei as minhas calças e cueca até o joelho, arrebitei a bunda, inclinei-me um pouco e abri as nádegas com ambas as mãos, e ordenei:

• Lambe o meu cu.

Senti imediatamente a língua dele tocando o meu ânus. Pouco depois senti que ele enfiava a língua com força, penetrando o meu cu. Minhas mãos continuavam abrindo as nádegas para facilitar a penetração da língua dele. As mãos deles seguravam o meu quadril e me puxavam com força. Quanto mais ele lambia e enfiava a língua, mais eu arrebitava e movia, aos poucos aquele ímpeto foi cedendo e depois de alguns minutos ele parou por cansaço, mas meu cu ainda queria mais.

• Pô cara! Eu não sei se eu vou conseguir fazer tudo o que você quer. Você é viado pra caramba.
• Não precisa se preocupar. Faz só aquilo que você quiser e eu já vou ficar muito satisfeito. E quanto a ser viado pra caramba. Eu adorei quando você me disse isso.

Terminei de tirar as calças e subi as escadas que levavam ao quarto do motel nu da cintura para baixo e aproveitei para subir na frente, mantendo a minha bunda bem na altura do rosto dele e rebolando descaradamente. Claro que ganhei a minha passada de mão. Era o que eu queria.

Quando trancamos a porta do quarto, tomei-o imediatamente em meus braços e comecei a beijá-lo novamente, ele é mais baixo que eu e permitiu-se aninhar em meus braços como se fosse uma moça delicada. Senti que ele estava completamente entregue, seus olhos estavam fechados e suas mãos acariciavam a minha bunda com uma suavidade que não se espera de um homem tão peludo e viril como ele é.

Nosso beijo foi lento e ao terminá-lo tirei a minha camisa rapidamente e comecei a despi-lo lentamente, acariciando o seu peito peludo em cada botão que eu abria. Depois que sua camisa saiu, comecei a descer a calça (ele ajudou retirando os tênis com os próprios pés), Tirei a calça, mas deixei a calcinha, eu queria ver o contraste entre aquele macho peludo e a calcinha branca de algodão, muito pequena e enterrada no rego.

Nem foi preciso pedir nada, ele imediatamente percebeu que eu queria olhá-lo, afastou-se um pouco para que eu pudesse contemplá-lo melhor, virou-se e rebolou como uma puta. Eu fiquei olhando e batendo punheta. Depois de algum tempo ele virou-se de frente e começou e esfregar o pau duro, ainda sob a calcinha para que eu pudesse admirar a grossura e o tamanho (o pau dele não era gigante mas estava acima da média, como o meu). Continuei batendo punheta para a visão daquele maravilhoso pinto que logo estaria dentro do meu cu.

Finalmente ele tirou a calcinha e foi andando de forma bastante provocante em direção a cama. Meus olhos o acompanharam e viram quando ele deitou-se de barriga para cima e ficou batendo uma punheta de leve. Deitei-me também e comecei a chupar, fiz tudo que a minha experiência de 13 anos de chupadas me permitia saber. Lambi, enfiei até o fundo, bati punheta com a boca, batia punheta com a mão e a cabeça do pau dele na boca. Quando eu menos esperava, as mãos dele seguraram minha nuca contra a pica e a porra começou a jorrar. Chupei ainda com mais força. Engoli cada gota daquela quantidade enorme do líquido gosmento, quente e salgado. Respirava fundo para sentir o cheiro do pau suado do meu macho.

Quando terminou eu não esperei nada, não dei tempo a ele para descançar e imediatamente comecei a lamber o cu dele, no comecinho ele ficou meio pasmado e paradão, então eu voltei um pouco pra pica dele e chupei até que ele endureceu outravez.

Com a pica dele novamente dura eu voltei a chupar o cu e desta vez ele rebolou na minha língua, e fez aquilo que aprendeu comigo, abriu as nádegas com as duas mãos para facilitar a penetração da língua. Fui colocando ele de bruços e perguntei:

• Faz tempo que você não dá o cu?
• Faz. Acho que a última vez que dei eu tinha uns 15 anos e mesmo assim foi uma vez só. Masturbação anal eu tenho feito desde que conheci você.
• Que delícia. Agora vamos deixar esse cu em ponto de bala novamente.

Deitei-me ao lado dele na cama e virei ele de lado, com a bunda virada na direção do meu pau. Nós dois ficamos de lado, sobre nossos ombros esquerdos, ele na frente e eu atrás. O cu dele ainda estava bem molhado de saliva e eu ainda passei um pouco mais no meu pau.

Encostei a rola no rabinho dele e mantive uma leve pressão enquanto a cabeça do meu pau percorria o rego procurando o cu. Enquando isso, enfiei de maneira mais ou menos brusca, o meu dedo no cu dele.

• Ai que delícia – ele quase gritou – enfia a rola, o dedo é muito pouco. Come meu cu. Me arromba.

Não tive dúvidas. Segurei firme a cintura dele, fiz pressão do pau e enfiei tudo de uma vez.

• Aaaaiii! Tira. Ta me machucando.
• Agüenta mais uma pouco, que você não vai se arrepender.
• Tira só um pouquinho. Ta doendo muito.
• Calma. Vamos ficar parados que a dor vai desaparecer.
• Ta bom, mas não mexe.

Eu fiquei ali parado, com a pica enterrada até as bolas dentro do cu do Dalton. O rosto dele expressava muita dor, mas aos poucos o seu semblante foi melhorando. Eu sabia que o Dalton era tão gay quanto eu e que aquela arrombada de uma vez só era dolorida mas deixaria ele muito orgulhoso de ter levado tudo de uma vez.

• Ainda ta doendo muito
• Ta melhorando. Vai mexendo bem devagarzinho

Eu comecei a bombar no rabo dele. No começo bem devagar e depois fui aumentando a velocidade. Nem precisa dizer como o bicha reagiu!
• Vai meu macho. me come! Fode com tudo. Arregaça o meu cu.
• Ai que delicia de rabinho sua piranha. Vai rebola, mexe essa bundona gostosa putinha.
• Mais, mais, mais força. Enfia com tudo.
• Você achava que eu era viado pra caramba? Você é mais que eu. Minha bichinha deliciosa.
• Ai que pau delicioso. Ai como é gostoso dar o cu.
• Rebola. Puta. Vai. Rebola viado.
• AAAhhhhh!

O cara encheu o lençol de porra. Eu morri de inveja. Eu nunca consigo gozar dando o cu. Mas mesmo assim eu não perdi tempo. Na hora que ele gozou e apertou o cu, eu fiquei ainda mais doidão. Bombei a toda velocidade e antes que a porra dele terminasse de sair eu já estava enchendo o cu dele. Eu estava urrando de prazer e ainda ouvi ele dizer

• Ai meu macho. Ta gozando na minha bunda, isso. Me enche vai me come. Ai que gostoso.

Enquanto ele dizia isto ele rebolava ainda mais e eu ficava completamente louco de tesão. Tirei o pau do rabo dele e nós dois estávamos completamente exaustos. Sabíamos que a transa ainda estava longe do fim mas precisávamos descansar um pouco. Viramos-nos de frente uma para o outro começamos a nos beijar outravez.

• Dalton – eu disse – Eu te acho muito lindo

Eu não costumo dividir os relatos, mas neste caso não vai ter jeito pois eu preciso ir embora. A minha transa com o Dalton, ocorrida em dezembro de 1982 ainda não está completamente descrita. Ainda falta descrever a deliciosa sentada que dei na pica dele. Por favor me perdoem por publicar isto antes do fim da história, mas logo eu coloco o resto.

Beijos
Cláudio

Dando abrigo ao policial

julho 4, 2006

keenbot@hotmail.com Há alguns anos atrás, eu trabalhava num restaurante na Zona Sul de São Paulo.Como estes estabelecimentos costumam encerrar seus expedientes bem tarde, era comum eu sair do serviço depois das duas da manhã.Como eu não possuía carro, precisava tomar um ônibus, que rodava a noite toda, para dormir na casa de um amigo, que morava num bairro próximo, já que não há ônibus a noite toda para o bairro onde moro.Eu fazia toda noite este mesmo percurso, do serviço para a casa do meu amigo, onde eu dormia, e de manhã, tomava o rumo de casa… Mesmo tentando evitar a rotina, até para não ficar vulnerável a assaltos, quase sem querer passei a pegar o ônibus no mesmo horário todos os dias. Depois de um certo tempo fazendo este caminho, mais uma pessoa começou a tomar o mesmo ônibus que nós: Um policial, que aparentava ter um pouco mais de vinte e cinco anos. Ele era bem claro, um pouco menor que eu. Nariz bem feito, olhos negros, grossas sobrancelhas, fartos cílios, e vários pontos pretos de barba por nascer em seu rosto, que o deixavam bem rude… Além de ter braços fortes e peludos.Além disso tudo, tinha um volume impressionante entre as pernas. Talvez esse volume era por causa do uniforme ou por causa de sua postura de homem mau. Talvez fosse até por causa do tamanho do saco, ou mesmo por causa do meu sono naqueles horários, que me fazia sonhar acordado…Nunca fui de alimentar fetches por policiais. Na minha cabeça, eles sempre me pareceram tão ou mais cruéis que qualquer bandido… Eu acreditava que todos eles seriam estúpidos, traiçoeiros e cheios de si, o que me impedia de ter coragem de arriscar com estes caras…Logo nesta primeira viagem que eu fiz com este policial em questão, tentei evitar olhar pra ele, pra não entrar em fria. Mas o policial era muito interessante pro meu gosto, eu o considerava bonito. Ele sorria o tempo todo, conversava com o motorista, com o cobrador… Surpreendiam-me as atitudes dele, parecia até ser simpático o tal rapaz…A casa do meu amigo não era muito distante de onde eu trabalhava, portanto, em menos de dez minutos, dei o sinal para descer.O policial desceu no mesmo ponto que eu.Aquilo me deu medo. Tinha medo de que o policial resolvesse encrencar comigo, ele podia ter percebido meus olhares. Mas confesso que, no fundo, tinha a esperança de que ele tivesse muito a fim de dar uma boa trepada…Mas preferi não pensar nisto. Afinal, a vida não é um conto erótico, e a maioria dos caras é heterossexual.Alguns metros depois do ponto, quase tremendo, eu entrei na casa do meu amigo, e o policial nem sequer olhou pra mim.Senti-me aliviado, embora ele não tenha realizado minha fantasia de transar com ele, pelo menos não me agrediu. Mas senti-me frustrado, também não quis trepar comigo…Em muitas outras noites, a cena se repetiu, embora ele não aparecesse no ônibus todo dia…Ele sempre descia no mesmo ponto que eu, e eu nem sequer sonhava se ele estava indo pra casa ou pro batalhão…Quase um mês depois, assim que descemos no mesmo ponto, habituado a me ver com freqüencia ele puxou assunto:- Trabalhar até tarde é foda, né não? – É… – Concordei. Se pra mim já é foda, imagino pra você que é policial, ficar andando sozinho de ônibus, no meio da rua, uniformizado, deve ser embaçado.- Eu moro ali em frente. Do batalhão até aqui é rapidinho, nem vale a pena ficar estressando…Eu já estava chegando na casa do meu amigo, e imaginando: Pô caramba, este guardinha é gostoso pra caralho! Bem que eu queria inventar uma desculpa e pedir pra ele entrar.Mas eu já estava tão conformado com a idéia de que estas coisas só rolam na imaginação, que não via a hora de chegar em casa e me acabar na punheta pensando nele. Foi quando ele falou:- Puta merda! Meu, saí tão desesperado da delegacia pra não perder o ônibus, que esqueci a chave de casa! Deve ter ficado no armário…Meu coração começou a bater mais acelerado. Fosse verdade ou não, era minha deixa de poder olhar praquele uniforme um pouco mais.- Aí, cara. Eu moro com um amigo meu, mas como ele é enfermeiro, esta noite ele está fazendo plantão no hospital, se você quiser, você entra e liga pra sua casa pra alguém abrir a porta pra você…- O pior é que ninguém vai abrir a porta pra mim, eu tô sozinho em casa… e deu uma risada com o canto da boca, de um jeito sacana de macho.- Bem, então você liga pra delegacia, pede pra trazerem sua chave, ou se preferir, descansa um pouco até de manhã…- Pô cara, sério mesmo? Valeu, hein…Eu podia era estar fazendo a burrada da minha vida. Eu nem sabia se aquele guarda era de confiança mesmo, e fui mandando entrar.Mal entramos, e ele me perguntou se podia usar o banheiro. Falei pra ele ficar à vontade…Ele tirou o boné cinza, jogou em cima do sofá, e foi pro banheiro chacoalhando aquele cinto com coisas penduradas. Liguei a televisão e fiquei sentado no sofá, apreensivo, sem saber se tinha feito a coisa certa…Quando ele saiu do banheiro, estava segurando umas revistas na mão, e veio falando:- Pô meu! Você e seu amigo sabem mesmo aproveitar a vida, né não?Fiz uma cara de quem não estava entendendo nada quando ele jogou as revistas no sofá.Revistas de mulher pelada, revistas de anúncio de sexo e também revistas de homens pelados…- Vocês parecem curtir de tudo, hein? Pra você e seu namorado não tem tempo ruim, você parecem trepar com qualquer coisa…Eu comecei a rir. Estava com medo da reação dele, mas quis levar na brincadeira. “Agora fudeu tudo” – pensei. Não sei qual era o lance dele, mas comecei a falar:- Não cara, o rapaz com quem eu moro não é meu namorado. Descobri agora o que ele faz quando eu não estou aqui…- E você? – Perguntou o policial, segurando o cinto com as mãos, numa pose de quem tava a fim de arrumar confusão. – Não é chegado numa pica não?Fiquei sem saber o que falar. Meus olhos ficaram esbugalhados. Eu queria dizer que sim. Mas não sabia o que ele queria que eu respondesse.Desviei minha cabeça do rosto dele, e comecei a olhar mais pra baixo, com ar de confuso.Fiquei ali, paradão, e o pior é que, sem perceber, meus olhos estavam olhando na direção do pinto dele.- Quer saber de uma coisa – ele disse – eu não vou ligar pra lugar nenhum. Eu tô sacando que nesta casa tem um viado que precisa tomar um trato… Comecei a suar frio. A frase tinha um duplo sentido que me dava calafrios.- Olha cara, não é nada disso que você tá pensando… eu falei, tremendo.Ele empurrou e apoiou minhas costas no sofá, colocou seu pé direito bem de frente para mim, alojou seu pé debaixo do meu saco, me levantando um pouco.Tirou o cinto e a arma, colocou em cima da televisão.- Fica de boa, cara, que tudo vai correr legal. Pensa que eu não saquei suas encaradas pro meu pau ? Agora tu vai levar surra de rola…Nem tive tempo de respirar fundo, ele abriu sua calça e subiu no sofá. Eu mal consegui ver o pintão rosado que veio rápido na minha direção, e já foi socado na minha boca.Aquele caralho babava e latejava de tão duro…- Ah seu viadinho… Ele falava – Agora você vai me fazer feliz…Rápido, desceu do sofá, me levantou, puxando pelo braço e me mandou ficar de joelhos no chão.Tirou a camisa e, com o canto dos meus olhos, vi que o peito e o abdômen era coberto por muitos pêlos finos, que o deixavam mais másculo e viril.Segurava-me pelos cabelos e me forçava contra seu pinto enorme, mas eu mal conseguia engolir a cabeça daquela monstruosidade grossa.- Não consegue engolir minha rola? Engole, cara! Vamos, que eu quero esporrar…Ele me deixava sem ar de tanto que empurrava seu pinto em direção à minha garganta. Seu pinto babava tanto que escorria pela minha boca. Percebi que ele não ia parar enquanto não gozasse. O cara era um animal no cio…A cada baba que saía do pinto dele, eu achava que ele já estava gozando. Mas não.Quando ele gozou mesmo, o pinto dele inchou de tal forma que parecia que não ia mais caber na minha boca. E saiu muita porra daquele caralhão…Eu engasgava.Percebendo que eu não queria engolir, ele tentava forçar mais ainda o pinto dentro da minha boca. Lambuzou toda minha cara e a minha roupa. Caiu até na botina dele.- Viado dos infernos! Sujou meu coturno…Começou a puxar minha camisa.- Vai, tira a camisa!Limpou minha cara com a parte da minha camisa que estava limpa. Depois se afastou, e colocou seu pé em cima da mesinha de centro da sala.- Agora vem, lambe, sua puta! Limpa meu coturno…Eu estava assustado. Eu sempre fui a fim de transar com um cara dominador. Mas o fato de ele ser um policial me deixava atordoado. Eu não sabia se era só cena, ou se ele podia querer acabar com a minha vida.Lambi a bota dele até tirar a mancha que havia.Ele permaneceu naquela posição. Nem sequer subira as calças.Não consegui me conter de curiosidade em ver o pinto dele pós-gozo.Fiquei mais uma vez espantado: O pinto dele ainda estava duro!Ele percebeu meu espanto, e disse:- Quer mais uma viadinho? Tudo bem, acho que eu tô a fim de gozar de novo mesmo… – Pô cara, pega leve. Pedi pra ele.- Tira as calças, chegou a hora de dar um trato nesta bundinha…O pior é que eu tava a fim daquilo, se no fim das contas fosse pra morrer, eu preferia morrer depois de ter experimentado daquela tora.Tirei meu sapato, e as calças. – Não tira a cueca não… ele ordenou.Fiquei ali, só de cuecas, olhando pra cara dele, de pau duríssimo.Ele puxou o sofá até o meio da sala, e me levantou, me apoiando de bruços, na parte de cima do sofá.Pegou meus braços e puxou-os para trás, colocando uma mão sobre a outra e segurando meus punhos com sua imensa mão esquerda. Desviou minha cueca, apenas o suficiente pra expor meu cuzinho às suas vontades…Tentando virar a cabeça para poder ver alguma coisa, apenas pude perceber que ele abaixou suas calças até os pés, e depois começou a se masturbar.Aquela expectativa de senti-lo dentro de mim me deixava extremamente aflito. Meu coração pulsava como se fosse sair pela boca…Ele se masturbava e passava a baba que saía do pinto dele no meu buraco.Impaciente, ele começou a cuspir na mão e lambuzava minha rosca com muito líquido, e socava o dedo, e meu pau doía de tão duro que estava.Posicionou a cabeçona no anel do meu rabo, e começou a mexer os quadris para frente e para trás. – Pô cara, assim não, assim você vai me arregaçar! Eu implorei.- Cala a boca. Relaxa que entra. – Não meu, se for pra ser assim é melhor parar!- Fica na sua, ô viadinho! Vai ser do jeito que eu gosto! Não do jeito que a madame quer…E ele forçou, até que meu anel quase rasgou de tanta carne que entrava em mim, de uma só vez.Eu comecei a gritar de dor.Ele tampou a minha boca com aquela mão que mais parecia um cacho de bananas.- Calma, rapaz, calma que agora eu que vou te fazer feliz…Eu tentava me masturbar, mas ele segurava firme as minhas mãos:- Não vai por mão no pinto, não. Você é minha mulher, esquece que tem pinto!E ele socava cada vez mais forte. Aquilo me queimava por dentro. Parecia que aquele caralho vinha até a barriga.- Cara, como é bom arrombar um cuzinho! Ainda bem que achei um esta noite…Era muito bom sentir aquele policial dentro de mim.Mas eu achava que ia desmaiar. E estava morrendo de medo de gozar no sofá, o meu amigo ia chegar e ver o sofá dele todo esporrado.Num determinado momento, ele soltou as minhas mãos, e me levou até o chão, me deixando de quatro.Segurou a minha boca com as duas mãos enquanto socava seu pinto imenso dentro de mim. Foi quando senti meu rabo ainda mais dilacerado com o pinto dele latejando, e ele tirou sua rola de dentro de mim quase me rasgando devido ao tamanho da cabeça.Chegava a escorrer o esperma. O pau dele ainda saiu de dentro de mim esporrando um pouco.Ele sentou-se no chão, com o pinto ainda pingando porra.- Meu, que loucura cara! Eu nunca fiz isso na minha vida. – Disse ele. – Meu, foi mal! Fiquei cego de tesão.Eu sentei de frente pra ele, mal conseguindo encostar a bunda no chão.- Eu que o diga, você me assustou.- Ah meu, vai dizer que você não curtiu? Fez cara de macho sacana de novo…- Vou levar um mês pra voltar ao normal, mas acho que valeu a pena… E comecei a rir.- Acho que nem vou dormir, daqui a pouco amanhece. Aí eu passo na delegacia e pego a chave, vou estar de folga mesmo. Acho melhor a gente dar um trato na sala senão seu amigo vai ficar puto com você…- Beleza…Depois deste dia, a gente ainda se encontrou algumas vezes, só que na casa dele… Mas as coisas começaram a rolar mais pacificamente.Acabou virando uma amizade legal. Não virou namoro porque ele era noivo. Depois que se casou, não rolou mais. Ficamos só na amizade.

O destino é meu amigo

junho 22, 2006

Pessoal, tem coisas que acontece mesmo e a gente não entende o por que.Conheci um carinha, não era um deus grego, um cara normal, moreninho, sorriso gostoso e safado, gosta de um sambinha no pé e cara de conquistador. Porém apaixonado com a mulher. Só dava umas olhadas e ele nem me dava bola. Mas nunca tinha criado nenhuma esperança.Em uma sexta feira tava tomando um chopp com os amigos e por volta das 23:00 hs um amigo liga e diz que tava rolando uma festinha na casa de uma amiga e era pra eu ir pra lá. Falei que não tava cansado e o carro tava na oficina e não rolava festa naquele dia. Agradeci e desliguei. Dei mais um tempo no barzinho e chega um amigo que diz ta indo a uma festa com a namorada e do nada fico sabendo que a festa é a mesma que eu fui convidado. Ele me chamou pra ir e eu disse que tinha de ir em casa tomar banho e talz. Ele disse que tudo bem, pois teria de fazer um tempo pra pegar a namorada dele. Daí animei e fui em casa, tomei banho, me arrumei e fui com ele.Chegamos a festa e de cara vi o carinha que sempre fui ligado nele. Mas não dei muita atenção pois ele era casado e tudo. Passou o tempo e minha amiga vem bater papo comigo e me diz que ele tava separado. A mulher deu o fora nele e ele tava correndo atrás do prejuizo. Mudou a situação agora. Fiquei naquela de olhada o tempo todo e as vezes jogava uma piadinha maldosa e ele ria. Por volta das 03:00 da manhã ele diz que tava cansado e se podia ir dormir. Fiquei maluco imaginando alguma forma de aproveitar a situação. Simulei um abri boca de sono e minha amiga notando a situação me mandou essa: “Vai dormir tambem, aproveita e fica a vontade, tem outra cama lá no quarto”. Ai meu Deus, era tudo que eu queria ouvir.Cheguei de mansinho, cumprimentei ele e disse que se não importasse eu iria descansar tambem. Ele falou tudo bem e deitou só debermuda na cama e ligou a tv.Fiquei olhando pra ele o tempo todo, visualizando a sua imagem ali deitado. Ele perguntou se eu gostava de filme porno, mesmo achando que ele tava entrando na minha, ainda assim fiquei com medo de atacar. Mas tesão tem limite, não aguentei e me ajoelhei na cama dele e comecei a tocar nas pernas dele e fui subindo até o seu pau. Ele ficou quetinho e olhando, mas seu pau começou a mostrar que tava gostando. Abaixei sua bermuda e comecei um boquete bem gostoso que o fazia gemer baixinho. Fui subindo bem devagar e ele delirando. Daí foi a vez dele mostrar a cara. Me puxou pra cima e me beijou de forma ardente que fiquei pasmo. Passou a lingua em meu pescoço, mamilo e me falou baixinho: “Ta preparado pra sentir prazer?”… Juro que me arrepiei inteiro e amoleci nos braços dele. Ele me virou e me pegando pela cintura e abraçando-me forte tentando enconstar sua pica bem na minha bundinha que a essa hora se falasse taria gritando: “Me come! me come!Aos poucos ele encontra o local certo e começa aos poucos a penetração, com delicadeza e maestria.Sentia o melhor dos mortais.Aos poucos sentia que estava todo atolado por aquele pau gostoso. Ai ele se transformou de novo. Começou um vai vem mais forte e cadenciado, parecia que estavamos numa escola de samba, ele mestre sala e eu porta bandeira com aquele mastro atolado em mim.Ele me mordia a orelha, me beijava o pescoço e dizia besteira nos meus ouvidos. Já não aguentava mais, meu tesão estava a ponto explodir e notei que ele tambem a qualquer momento ia explodir tambem. Ao ver meu macho num sussuro insandecido no gozo total, não aguentei e gozei junto. Ele ainda ficou indo e vindo de leve, como quem quer aproveitar uns ultimos segundos de prazer e depois caiu sobre mim. E ali dormimos colados um no outro.Por um momento passou pela minha cabeça como uma mulher pode deixar um cara assim.Acordamos pela manhã e fiquei sem graça, mas ele apertou o meu nariz num tom de brincadeira e me deixou mais descontraído. Levantei e fui embora. Nos encontramos poucas vezes, mas a cada encontro é cada vez melhor, parece que aos poucos nos encaixamos mais e mais.

Meu professor

abril 14, 2006

qmaduro1@hotmail.com
Bem, tenho 23 anos, 1,76m, 70kg, másculo, branco e nada afeminado. Tenho voz grossa, sou somente passivo e muito a fim de levar rola. Tudo aconteceu em um sábado que fui fazer um curso próximo da cidade em que moro, no interior paulista. Como os cursos anteriores, percebi pelas aulas que esse também seria estressante.Cheguei meia hora antes no local que seria ministrado o curso e fui procurar a sala. Me informaram a tal sala e entrei. Quando entro, vejo o professor sentado na mesa preparando a aula. Ao me ver entrar na sala, ele me olhou e cumprimentou. Fui ao seu encontro e pude conferir tudo de perto… Um homem de 38 anos, olhos claros, forte embora baixo, com coxas grossas e bundinha redondinha (embora seja totalmente passivo, olhei para a bundinha quando ele virava para o quadro), bíceps perfeito e aparentemente peludo, além de um pouco grisalho.Já fiquei doido para ter aula com ele. Nos falamos rapidinho e fiquei sabendo que ele morava em Osasco. Logo, os outros alunos foram chegando, a classe foi ficando completa e ele iniciou a aula. Logo no fim do período da manhã, paramos para o almoço e, como ele não conhecia a cidade, me procurou na saída da sala pra saber onde iria almoçar. Disse a ele que iria a almoçar em casa (na cidade ao lado), já que tinha deixado algo pronto (moro sozinho). Perguntei a ele se não queria ir junto, mas pedi para não reparar no almoço que seria servido. Ele disse que tudo bem e fomos em meu carro.Fomos conversando sobre trabalho e ele foi me contando como é ser professor. Chegando, fui mostrar-lhe a casa e ele ficou entusiasmado com minha cama de casal, já que moro sozinho. Sem perceber minhas revistas de homens nus em cima da cômoda ao lado da cama, fui a cozinha preparar o almoço e percebo que ele não veio comigo. Ele ficou olhando e, quando fui ao seu encontro, encontrei-o deitado na minha cama olhando as revistas, já todo excitado.Quando entro em meu quarto, ele já me puxa ao seu encontro e começa me dominar. Até então, nenhum macho tinha me dominado e mandado em mim daquele jeito, mesmo porque, até esse dia, eu só tinha dado para três homens e todos não passavam de 15, 16cm. Ao tirarmos a roupa, embora o professor fosse baixinho, pude ver sua rola que tinha por volta de 20cm. Fiquei doido, porque era tudo que sempre tinha sonhado.
Ele me pegou a força e me mandou chupar sua rola. Comecei a chupá-lo e, nisso, o tesão era tão grande que ele disse que ia me alimentar com todo seu leite. Não demorou muito e ele me segurou pela cabeça contra a sua rola e meteu na minha garganta toda sua porra, que disse estar acumulada há três semanas. Só então fui sentir o gosto de um macho. Adorei.Depois disso, sem muito tempo, já que o curso se iniciaria novamente duas horas depois, ele resolveu meter no meu cuzinho. Encapou a rola e meteu fundo, estourando todas minhas pregas. Ele me pegou de quatro, segurando pela minha cintura e foi me puxando para trás. Ele me deitou de barriga para cima no canto de uma mesa que tenho e colocou minhas pernas em seu ombro. Ele me puxava contra seu pau e pediu alguns travesseiros para colocar embaixo da minha cintura (eu estava deitado de bruços) e ficar todo empinado.
Ele meteu sem dó por uma hora e, depois de gozarmos, fomos tomar banho e voltamos para o curso. No fim, não almoçamos e comemos uma barra de cereal no caminho de volta. Esse dia foi inesquecível, já que, sem imaginar, rolou uma transa com um homem maduro (adoro essa idade entre 34 e 48 anos) que me dominou e teve atitude de macho. Se você tem atitude, me escreva. Podemos bater um papo para ver se rola. Abraços.