Archive for the ‘Heteros’ Category

Guardinha que me pegou

fevereiro 7, 2007

rocco22df@yaho.com.br

Mesmo tendo forte atração pelo mesmo sexo, jamais havia experimentado uma relação com outro homem. Trabalhando num órgão público e exercendo um cargo importante, isto de certa forma era um componente inibidor para realiação das minhas fantasias.
Momentos houve em que eu reprimi essa atração, aliviando-a em gozadas solitárias, masturbando-me “em intenção” a eterminados homens por quem me sentia atrraído.
Mas isso tudo finalmente veio à prática após um longo período de erotismo platõnico, quando comecei a observar um guardinha ( desses que cuidam da entrada e saída de pessoas nos prédios públicos) no meu trabalho. Quando ele começou a trabalhar lá onde estou, alguma coisa diferente me fez observá-lo, a insistir em olhares cada vez mais demorados e insinuantes. Mas ele, no princípio, nada sacava, apenas desviava sua atenção quando eu o mirava fixamente.
Um dia, casualmente ao entrar no banheiro, deparei-me com ele mijando, expondo total e descontraidamente o pênis, cujo tamanho e grossura pude rapidamente perceber disfaçadamente enquanto o cumprimentava.

Nunca havíamos conversado, exceto alguns cumprimentos ocasionais, mas nossos olhares, creio, já haviam insinuado muita coisa. Fiquei um pouco inseguro de que aquele guardinha, finalmente me houvesse “sacado”.Saí alí, daquele banheiro, onde só nós dois estávamos ( e onde, se fosse mais ousado, poderia até tê-lo abordado de fato) com uma vontade louca de sentir aquele cara, de beijá-lo, de pegar naquela pica e chupá-la. Sei, contudo que alguma coisa ficou ” no ar”….Tanto é que dois dias após, no final do expediente, ao aproximar-me do estacionamento, encontramo-nos, eu e André – enfim o nome dele! – E ali rolou um papo mais descontraído no qual ele perguntou se poderia ajudar-me, pois eu estava com uma pasta pesada e vários processos sob o braço direito. Sorri pra ele agradecendo, mas de repente Andre segurou minha pasta e me a companhou até o veículo.

Até amanhã, dr. Gilson, disse-me ele, enquanto eu o olhava fixamente, meio sério e meio ansioso. Perguntei se ele queria uma carona, pois já anoitecia e etava frio.
André aceitou prontamente e assim pude vê-lo ao meu lado, observar aquele corpo jovem, robusto, quase atlético, seu rosto rosado, abrindo um sorriso com dentes perfeitos.
Conversamos durante o percurso e foi tal a impolgação que passamos do local onde ia deixá-lo. Mas isso foi quase uma coincidência proposital, pois de repente vi-me encorajado para convidá-lo a sair, esticar a noite, ao que ele concorcordou de imediato. Vi quando André ajeitava o pau que se avolumava sob a calça… olhei-o sorrindo e disparei:

– Armadinho , hem? Precisa dar uma aliviada!…

Isso foi o suficiente para poucos minutos depois estarmos num motel, onde alí finalmente pude extravasar toda o meu tesão reprimido por aquele guardinha, um homem simples, humilde, mais de uma simpatia sem igual e, sobretudo, com uma pica extraordinária, grande, grossa, cabeça rosada, latejando de tesão, em minhãs mãos, no meu rosto, na minha boca que o chupava vorazmente enquanto André urrrava de prazer e me dizia coisas incríveis.
Foi uma noite e tanta em que, finalmente a fantasia se tornou realidade e finalmente vim a sentir uma pica dentro de mim e o tesão de um macho me saciando.
Deixei-me arrasar! fartei-me, lambuzei-me de esperma, senti aquele líquido viscoso escorrer em minha cara, exalei o cheiro da cabeça daquele pau lindo e gostoso. Fodemos muito. Jantamos e tomamos banho juntos. Depois fomos cada qual pra casa, felizes, contentes e certos de que dalí pra frente o silêncio e o anonimato não seriam impedimentos para outros encontros.
No trabalho, seriedade e cordialidade. Fora dele, muita tesão e muita foda, com este machão que deixava de ser.

Estudante de direito realizou minha fantasia…

novembro 25, 2006

guto_esfer@hotmail.com

Meu nome é Juliano, sou advogado e namoro há três anos com uma loira linda que amo mais do que tudo.
Apesar desse amor, de uns dois anos pra cá comecei a ter vontade de experimentar um homem. Sempre fui hetero, e continuo adorando mulheres, porém queria algo diferente.
Entrava sempre em bate-papos gay, e percebi que minha fantasia era ser totalmente passivo, pois a idéia de ser ativo com um homem não me atrai de forma alguma.
Tenho 26 anos, sou branco, 1,79m e 78kg, bunda grande e quase não tenho pêlos.
Em março deste ano, numa festa da faculdade de direito onde estudei, conheci um rapaz, Stefano, que estava no quarto ano, eu já era formado há um ano. O local da festa era um ginásio enorme, com cenários grandes, e era muito escuro. Um cenário perfeito para o que se seguiu.
Stefano é muito bonito, cerca de 1,86m, musculoso, é o cara “pegador”, sempre com mulheres bonitas.
Ele começou a falar as putarias que fazia com mulheres, que adora surubas, e achava que no sexo valia tudo.
Aproveitando a deixa, provoquei, respondendo: “aposto que não vale tudo, não”.
Ele repetiu que som, eu retruquei, “tudo menos transar com homem né!”
Pra minha surpresa, ele, sério, respondeu: “pra mim vale tudo mesmo!”
Eu questionei: mas você comeria a bunda de um cara? Ele disse que sim, inclusive quase havia feito isso uma vez, mas a namorada do cara atrapalhou, e desde então ele tem esse desejo.
Nessa hora, um tesão enorme percorreu meu corpo, ainda mais porque notei que ele estava de pau duro por baixo do bermudão.
Esse tesão me deu a coragem, e eu disse trêmulo: “e se eu disser que minha vontade é dar a bunda prum macho gostoso como você?”
Acho que ele já havia desconfiado das minhas intençoes, porque respondeu apenas com um “vem comigo”.
Sem pegar na mão nem nada, pois havia muitos conhecidos na festa, segui Stefano até debaixo de um dos palcos, àquela hora já vazio porque a banda que tocara lá já havia ido embora.
O palco tinha uma armação de metal, e cobertura de lona, era quase uma “cabana” escura e, portanto, discreta.
Debaixo daquele palco senti mais liberdade para realizar minhas fantasias, e apliquei um tremendo beijo em Stefano, que correspondeu prontamente, inclusive pegando firme na minha bunda.
Em instantes eu já estava totalmente pelado, Stefano permaneceu vestido.
Abri o velcro de sua bermuda, e comecei a punhetá-lo. Instantes depois, resolvi cair de boca, e confesso que adorei a sensação de um pinto na minha garganta.
Perguntei se poderia ir até o fim, ele respondeu que sim, pois costumava gozar bem mais de uma vez.
Então chupei aquele caralho grande e grosso, acho que cerca de 19cm, muito cheiroso. Me surpreendi com minha própria habilidade de causar prazer num homem; eu procurava chupá-lo como algumas de minhas namoradas me chupavam, e surtiu muito efeito minha dedicação.
Stefano me segurava pelos cabelos, e gritou quando ia gozar. Abri bem minha boca e recebi toda aquela porra quente, deixei escorrer um pouco pelo canto da boca, só pra me sentir uma putinha e provocar aquele homem delicioso.
Depois de ele gozar, durante cerca de 10 minutos ficamos nos beijando, Stefano apertava forte minhas nádegas, e introduziu o dedo médio no meu cu.
Fiquei de pé, segurando num dos canos da armação metálica, com minha bunda empinada, e o rapaz lindo agachou-se e começou a me lamber o cu.
Senti um frio na barriga, meu pau subiu na hora, e após lubrificar meu buraco, ele enfiou um, dois, três dedos, eu gemia de prazer.
Percebendo que seu pau já estava enorme de duro novamente, pedi: “Vem, tesudo, come minha bundinha com seu pauzão, vem!”
Ele respondeu levantando-se e beijando minha nuca, ao mesmo tempo em que posicionava seu pinto no meu anel que piscava.
Agarrou minhas ancas e começou a pressionar. Ele era realmente muito carinhoso e isso só aumentava meu tesão.
Eu falava coisas que sempre imaginara mas nunca tivera coragem.
“Que delícia meu gatinho… que pau gostoso… isso, me come assim mesmo… come sua cadelinha… quero ser sempre seu…”
Ele s´´o respondia dizendo o quanto eu era gostosA(isso, como se eu fosse a mulherzinha dele), tesuda, que bunda era aquela.
Nessa altura todo o cacete dele já havia encontrado a ccarne de meu cuzinho, e ele bombava a pica cada vez com mais força.
Vinte minutos depois, ele gozou dentro de mim, conforme eu supliquei em meio a gemidos. Foi simplesmente a sensação mais fantástica que eu já tive até hoje. Beijei-o sofregamente, e limpei seu pau com minha língua.
Ficamos conversando mais um pouco sobre a experiência, eu já vestido mas ainda debaixo do palco.
Ele disse que ia embora, antes disso eu quis chupá-lo mais uma vez, e ele deixou. Dessa vez demorou mais, pois ele já havia gozado duas vezes, e mesmo sendo a terceira me impressionei, pois ainda saiu bastante porra, da qual engoli um pouco, e o resto passei pelo meu rosto, pois naquela altura eu já incorporava a puta que havia dentro de mim.
Depois dessa noite, ficamos meses sem nos falar, até que, súbito, Stefano me ligou, há cerca de quatro meses, dizendo que não me tirava da cabeça.
Eu respondi que sentia também muito a falta dele, mas não ligava por medo que atrapalhar, já que ele também namora firme.
Na conversa resolvemos voltar a nos ver, e isso tem acontecido uma vez por semana. Eu e ele dissemos às nossas respectivas namoradas que temos um “curso” uma vez por semana na faculdade, quando na verdade nos encontramos toda quarta-feira em um apartamento que Stefano ganhou do pai, já falecido, e cuja existência sua namorada desconhece.
Portanto, uma vez por semana, sou a putinha do Stefano, considero-o meu amante, pretendo casar-me com minha namorada, mas continuar com ele.
Nestas quartas-feiras, realizo minhas mais secretas fantasias, e o apartamento guarda as roupas que Stefano compra para eu usar, como cintas-ligas, tangas, shortinhos e mini-saias.
Estamos estudando montar um escritório juntos, quando ele se formar, e é claro que farei sempre hora extra com meu “sócio” gostoso!

Meu vizinho hétero

julho 4, 2006

franklinqb@uol.com.brTenho 21 anos e resolvi morar sozinho. Depois de procurar um bom apartamento, optei por morar em um prédio de três andares. Eu me mudei e, todo o dia, ao chegar e ao sair, notava um cara que morava no segundo andar. Eu moro no terceiro. Um cara muito lindo, nos seus 40 anos, muito forte e com corpo bonito. Eu secava o cara. Em um sábado à noite, toca a campainha. Vou abrir e é o cara. Com uma garrafa de vinho, ele adentra meu apartamento e pergunta se eu estava a fim de um tomar um bom vinho. Lógico que aceitei o convite. Ele entrou em meu apartamento com uma camisa em malha, calças jeans e descalço. Abrimos o vinho, servirmos e conversamos. Ele me contou sobre sua vida, que é hétero, que estava sozinho agora e perguntou sobre a minha vida. Eu disse que era homo e que estava procurando iniciar a minha vida e encontrar alguém que gostasse. Ele, então, me disse que o sonho dele era ter um relacionamento homo. De repente, diante de minha surpresa, chegou mais perto e me beijou na boca. Foi um beijo maravilhoso e demorado. Caricias e beijos e estávamos pelados. Ele, com um corpo sensacional, muito malhado, e mostrando uma pica dura que nunca tinha visto igual. Media uns 24×7 cm. Fiquei aterrorizado. Eu, virgem, ali com aquele cara.Senti que ele, hétero, queria comer. Conversei com ele mostrando minha situação, mas ele foi irredutível. Ele me disse que queria me comer e que seria naquele momento. Começou as preliminares, tentando enfiar um dedo, depois enfiou dois e depois três. Eu gemia de dor e de prazer. Quando ele sentiu que tinha me relaxado, veio em cima. Enfiou o cacete e eu gemi alto. Ele, sem dó, foi enfiando até que conseguiu enfiar a cabeça. Eu gemia de dor. Ele enfiou o resto até o saco de uma vez. Eu gritei de dor. Aí pedi que ele não tirasse mais. Ele tirou de uma vez e enfiou tudo de uma vez só. Delirei. Com o saco encostado na minha bunda, ele começou o movimento alucinante e rápido de ir e vir. Eu, de quatro, fiquei recebendo aquela pica arrombando meu cu por uns 20 minutos até que ele gozou. Foi tanta porra que jorrava para fora do meu cu. Deitamos, um ao lado do outro, e ele me disse que tinha sido a melhor trepada dele. Ele me beijou muito, me fez caricias, me apertou junto ao seu corpo e enlaçou suas pernas nas minhas. Descansamos um pouco e, logo, seu pau estava duro de novo. Ele me virou de lado e introduziu sua pica no meu cu de uma vez, bem rápido. Depois, ele subiu em cima de mim, me colocou de quatro e fodeu novamente. Demorou uns 30 minutos até gozar novamente. Tirou o cacete do meu cu e pediu que eu o lambesse. Assim o fiz. Passamos a noite juntos e ele trepou comigo mais três vezes. Fiquei cheio de porra. Ele descobriu que adora homens de paus grandes, de coxas grossas com cabelos finos nas pernas e que me deixam louco dormindo comigo entrelaçado entre suas pernas. Ele sabe que foi o primeiro e quer ser dono do meu traseiro. Eu adoro esse homem que me come e que sente prazer dentro de mim. Bebo da sua porra e quando ele goza dentro, faz questão de ver a porra sair. É o meu homem e eu sou sua putinha, como ele mesmo diz. Somos felizes, já estamos casados e, cada dia que passa, mais louco de prazer fico pela sua pica e ele pelo meu cuzinho, que ele sabe aproveitar tão bem.

Depois de uma transa hetero

março 15, 2006

franios@ibest.com.br Sempre fui machão e nunca tinha pensado em transar com outro homem.
Eu estava com 26 anos e curtia bem as garotas. Eu tinha um primo que tambem era bem safado e sempre saíamos juntos para pegar a mulherada.
Estavamos em uma balada, quando encontramos com uma menina muito safada que todo mundo comentava que era muito galinha. Como não tinhamos conseguido nada, fomos falar com ela. Ela logo estava dando mole pra gente. Mas o que mais me surpreendeu foi ela sugerir que saíssemos nos 3 juntos. Realmente era muito safada. Topamos de cara, claro, todo homem tem tara por uma transa meio que suruba.
Fomos para meu apartamento e logo a putazinha tava sendo fodida pelo meu primo enquanto eu enrabava aquele cuzinho.
Aquilo me dava um tesão danado, mas algo aconteceu que me surpreendeu me dar tanto tesão. A menina me colocou de frente com meu primo que estava deitado na cama e juntou nossos paus e começou a chupar os dois juntos. Ela tinha muita prática naquilo, pois conseguia engolir os dois ao mesmo tempo.
Aquilo me deu um tesão enorme, não por a boca dela pressionar muito as nossas picas para que coubessem na boca dela, mas o que me dava uma tesão que eu não aguentava era sentir o pau do meu primo ali grudadinho ao meu. Podia sentir aquele membro pulsar ao longo do meu pau.
E meu primo sentiu o mesmo. A menina não percebeu mas enquanto ela nos chupava desse jeito nós dois nos olhávamos e no nosso olhar dava para perceber o tesão que sentíamos em estamos ali como nossos paus colados.
Do jeito que estávamos nossos paus e sacos se encostavam, me dando arrepios de prazer, tanto que eu não aguentei e gozei na boca daquela putinha, logo sendo seguido por meu primo. A nenina continuou chupando-nos daquele jeito lambendo toda nossa porra e deixando nossos paus limpos.
Ficamos um tempo deitados na cama, e meu primo e a putinha se vestiram e foram embora, meu primo foi levá-la em casa.
Bem os dias passaram normais, mas algo tinha mudado em mim, cara eu não podia ver meu primo que me dava um tesão tremendo. Eu ficava louco para sentir o pau dele no meu novamente.
Aquilo me pertubava, parecia que eu tinha virado gay, estava com tesão em outro homem.
Passaram-se umas duas semanas, quando meu primo veio ao meu apartamento, devolver uns filmes que tinha me emprestado a um bom tempo e que eu nem me lembrava que estava com ele.
Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas tinha algo de diferente no ar, eu juraria que ele também estava tesudo em mim. Mas disfarcei, não ia dar bandeira, para que ele saísse dizendo que eu era viado.
No meio dos vídeos tinha um porno que eu gostava bastante. Daí eu comentei:
– Puts, fazia tempo que eu queria ver esse filme de novo, ele é fera!
Meu primo confirmou:
– É cara, ele é foda.
Sem nem pensar pus a fita no vídeo e comecei a assistir, nem perguntei se meu primo iria embora ou se assistiria comigo, mas ele ficou.
Em pouco tempo, estavamos de pau duro, no maior tesão, as nossas calças pareciam que iam estourar. Eu não aguentei falei que ia bater uma ali mesmo, pus meu pau pra fora e comecei o serviço. Meu primo não se fez de rogado e também fez o mesmo. Logo estávamos os dois pelados sentados cada um em um sofá, mandando ver na punheta.
Foi quando me peguei olhando fixamente pro pau dele, mas percebi que ele fazia o mesmo comigo, não tivava os olhos do meu pau.
Nossos olhos se cruzaram, o tesão estava estampado. Só ouviamos os gemidos da fita que aida rolava.
fou quando o Ricardo falou:
– Quero bater uma com meu pau roçando o seu!!!
Em qualquer outro momento eu teria no mínimo expulsado meu primo do meu apartameno, mas naquelas circunstâncias, eu apenas me deitei de costas no sofá e abri bem as pernas. O Ricardo veio por cima de mim e colou nossas rolas. Que delícia, ficamos ali uns dez minutous naquela briga de espadas, eu sentia como se tivesse uma putinha cavalgando em mim, e ele como se tivesse fodendo uma putinha de franguinho.
Nosso tesão só aumentava, até que eu ergui minha cabeça em direção do Ricardo e ele prontamente veio em minha direção e nós dois nos beijamos ardentemente.
O Ricardo então, levantou minhas pernas, arreganhando e empinando minha bundinha, me deixando literalmente na posição de frango assado.
Na hora pensei em dar uma porrada nele e acabar com aquilo, pois eu não era viado, mas o tesão falou mais alto.
Só senti o pau dele que escorregou pelo meu, passou por meu saco e seguiu caminho até se posicionar na porta do meu reguinho.
Meu primo olhou nos meus olhos e forçou a entrada, aquilo doeu demais, mas me deu um tesão incrível que eu quase gozei na hora. Eu só relaxei e deixei aquele macho me foder com toda força.
Eu não acreditave que tava sendo fodido por um pau de 17 cm e tava adorando. Me senti uma putinha, mas estava adorando.
O Ricardo fazia questão de meter tudo e tirar novamente até ficar só a pontinha da cabeça e de novo meter tudo sem dó. A cada estocada eu sentia uma dor que percorria todo meu corpo mas que me fazia tremer de tesão.
Então ele deu uma estocada forte e soltou um urro e começou a estremecer. Eu sabia, ele tava gozando e me inundando com sua porra. Eu sentia seu pau totalmente atolado em mim pulsando.
Ele ficou ali uns dois minutos parado, gemendo e se recompondo.
Foi quando, sem eu pedir ou ele falar nada, ele saiu de dentro de mim, abaixou minhas pernas se posicionou e foi descendo devagar em minha rola.
Cara nunca tinha fodido um cuzinho, e aquele era maravilhoso, apertadinho que até fazia meu pau doer enquanto entrava.
Meu primo parou quando entrou a cabeça, vi pelo sua careta que tava doendo muito. Então eu segurei em sua cintura e puxeio-o para baixo, fazendo meu pau entrar de uma vez até o saco. Segurei firme em sua cintura não permitindo que ele tentasse sair, ele se contocia e rebolava. Sentia bastante dor, mas percebi que sentia tesão pois seu pau já estava duro como pedra novamente.
Aos poucos ele foi relaxando e ele mesmo começou a cavalgar na minha pica, enquanto se punhetava frenéticamente.
Eu não aguentei mais e esporrei naquele cuzinho, enchendo- o de porra, meu primo continuou a rebolar e se punhetar até que esporrou em meu peito e barriga.
Ele ficou ainda uns instantes ali em cima de mim, depois depressa se levantou pos sua roupa e saiu sem falar nada, mas como eu, completamente saciado.

O bombeiro

março 20, 2005

Há algum tempo atrás eu trabalhava num lugar onde precisávamos usar muito o telefone. Nesta empresa, eu tinha uma amiga chamada Leda que nas horas de folga, adorava ligar para centrais de teleamizade. Por ser uma amiga de longa data ela sabia das minhas preferências sexuais. Através dos telefonemas que ela fazia, Leda conhecia vários rapazes. Chegava a ficar com um ou outro cara, mas nunca conseguiu engatar um namoro sério… Até que um dia ela conheceu o Vladimir. O cara era bombeiro e trabalhava numa divisão que ficava a poucos quarteirões de onde trabalhávamos.Pela primeira vez, um relacionamento dela vingava e começaram a namorar.Depois de alguns dias que começaram a namorar, ele foi buscá-la na empresa. Quando o vi pela primeira vez, fiquei assustado. O cara era muito gostoso. Bronzeado, cabelos pretos encaracolados, olhos pretos, mais de 1,80m, e muito forte.Na hora minha consciência até pesou um pouco por desejar o namorado da minha amiga. Mas como ele era heterossexual, achei que olhar não arrancava pedaço. Depois daquela vez, eles se encontravam todos os dias na saída.Mas teve uma vez que a Leda estava de folga, mas o Vladimir apareceu.Assim que o vi, comentei:- Ih, cara. Acho que você perdeu a viagem. Hoje é folga da Leda. Ela não comentou com você?- Eu sei que é folga dela. É que eu dei uma passada aqui por que ela me pediu.- Ah tá… Beleza… É algo que eu posso ajudar? Falei, numa boa.Vladimir riu. Mas eu não tinha entendido bem o porquê…- Eu vim te buscar. Eu e a Leda marcamos uma baladinha, e ela achou que ia ser legal você ir com a gente. Ou você tem algum compromisso ?- Não, não tenho. – Então vamos dar umas voltas…Entrei no carro dele. Eu estava meio sem graça de ter que ficar segurando vela. Mas conhecendo a Leda, já imaginei que encontraria algo muito interessante naquele passeio…Após rodarmos muito, percebi que o carro estava deixando a cidade… estávamos indo em direção ao litoral.Estranhando o fato, perguntei, rindo:- A Leda desceu a serra?- Nós não vamos para a praia. Ele respondeu, sério.- Então vamos para onde?- Pro mato.Ele falou sem sequer piscar. Sem esboçar nem um sorriso.Comecei a ficar preocupado. Não tinha me dado conta até então que estava do lado de um cara que era praticamente desconhecido para mim.- Pô cara, você está me assustando…- Se preocupa não… Não vou te roubar, nem te machucar, só não posso falar o que é que é…Não conseguia me tranqüilizar muito. Ele podia estar mentindo sobre aquela história de não me machucar…No meio do caminho ele fez uma curva, e entrou numa estrada mais deserta ainda. E quando o céu já estava escurecido, ele saiu daquela estrada, e parou o carro embaixo de uma árvore.Eu estava petrificado de medo quando Vladimir acendeu a luz interna do carro.- Bem, acho que você já sabe que a gente não vai encontrar Leda nenhuma… Ele falou.- Pô cara, eu não estou gostando nada desta história, é meio perigoso ficar dando bobeira no meio de uma estrada deserta…Ele apagou a luz do carro e disse:- Relaxa, cara. Ninguém vai ver a gente aqui, eu conheço este lugar…- E aí, o que é que está pegando? Perguntei, ainda apavorado.- Eu tinha perguntado pra Leda, já faz algum tempo, se você gostaria de sair com a gente… Falei pra ela que você podia levar sua namorada, e a gente faria um encontro a quatro…- Certo… Tentei acelerar o papo.- Ela me disse que você não era chegado em mulher.Achei que o Vladimir era um louco, e que queria acabar comigo porque sou gay. Mesmo em desvantagem devido ao tamanho dele, resolvi encarar a briga. Seria uma luta um contra um. – Não curto mesmo. E aí, qual o problema?- Isto não é problema, cara. É a solução. Vladimir falou. – Eu nunca tinha parado pra pensar. Mas desde a hora em que ela falou isto, eu fiquei curioso, fiquei doido pra saber como é ter uma boca com esse cavanhaque que nem a seu, chupando meu pau.- Meu, você tá zoando comigo… Falei.- È sério, cara. Ele falou. – Eu via você ali, todo com jeitinho de macho, e fiquei imaginando que seria a coisa mais louca e diferente que eu já fiz… Comer outro cara.Só consegui escutar o barulho da fivela do cinto se mexendo e o zíper da calça sendo aberto. – Vem. Chupa, cara…Fiquei meio alucinado. O Vladimir era muito gostoso para que eu ficasse marcando bobeira.Procurei o pau dele com minha mão, e tomei mais um susto. Era imenso, e já estava com a cabeça molhada.Eu mal conseguia fechar a mão em torno do pau dele. Quando comecei a chupar, mal entrava aquela cabeça enorme na minha boca.Ele pôs a mão na minha nuca e apertava contra seu pau:- Engole essa pica, vai. Chupa ela toda.Eu tentava colocar aquela tora dentro da minha boca, mas mesmo com ele forçando para dentro, eu não conseguia. Era muito grande, me sufocava.O Vladimir começou a percorrer as minhas costas com suas mãos até chegar a minha bunda.- Porra. Que bunda durinha. E ficou apertando minha bunda com força com uma mão, enquanto forçava minha cabeça para engolir seu pau, com a outra mão.Em seguida, puxou minha cabeça pelos cabelos e me colocou sentado no banco do passageiro.- Abaixa o banco. – Falou ele procurando a alavanca… Logo em seguida, começou a descer o banco. Sem falar nada, segurava meu corpo contra o banco. E quando o banco da frente encostou-se ao de trás, virou-me de bruços, e desceu minhas calças.Abriu bem as minhas pernas e começou a passar os dedos pelo meu buraquinho… E enfiou um logo depois.- Apertadinho, hein? Esquenta não, eu vou arrombar este teu anel de um jeito que você vai pensar duas vezes antes de dar pra outro cara… Sem conseguir vê-lo, senti como se estivesse prestes a receber uma injeção, tamanho o medo da dor que poderia sentir…Foi quando senti uma coisa grande e pulsante se ajeitando em volta do meu cuzinho…Vladimir começou a forçar, mas mesmo sem ser virgem, era muito difícil acomodar todo aquele bicho dentro de mim…Quando sua pica começou a entrar, senti como se estivesse abrindo no meio, e pedi para ele ir com calma…Ele só falou:- Quietinho… Relaxa que tá gostoso…Cada centímetro daquele monstro parecia que ia me matar…E cada vez que eu tentava sair debaixo dele, ele repetia:- Relaxa que tá gostoso, caralho.Quando entrou a cabeça, eu me senti dilacerado, e tirei-o de dentro de mim bruscamente.Gemi, quase chorando. A dor era muito intensa.O Vladimir era um cara muito gostoso. Ele era tudo o que eu sempre quis experimentar, mas eu nunca imaginei que existiam pintos gigantes iguais aqueles.Mesmo com muito medo, eu não queira desistir… Nem o Vladimir…Sem falar nada, ele abriu bem as minhas pernas, e começou a se posicionar de novo para o abate.Mais uma vez, começou a roçar sua pica em volta do meu rabo. E disse:- Vê se relaxa agora, ô viadinho… Por que hoje eu gozo dentro de você nem que depois você nem ande direito…Nem bem terminou de falar, senti aquela tora me arregaçando mais uma vez…Quando eu comecei a gemer de dor, ele disse…- Grita, viado! Grita que passa a dor.Eu gemia alto. E quanto mais alto eu gemia, mais rápido ele bombava!Até que estava todinho dentro de mim…- Ai que delícia. Se eu soubesse que enrabar um cara era bom assim eu já tinha te arrombado à muito tempo…Eu queria me masturbar. Estava alucinado. Ele segurava as minhas mãos e dizia:- Ta louco, maninho? Você vai sujar meu carro… Ele abriu a porta.Como a luz acendeu, eu conseguia ver aquele corpo maravilhoso todo suado, Vladimir estava sem camisa e com as calças arriadas até os pés… Suas pernas, assim como seus peitos, eram muito fortes e peludos.Ele tirou as pernas para fora do carro, e levantou-se, sem sair de dentro de mim.Apertou meu corpo contra a lateral do carro e continuou metendo, sentindo aquele corpo forte e peludo bem junto à mim, mal toquei no meu pau para me punhetar e gozei numa erupção que parecia que não ia acabar…Vladimir começou a gritar…- Ai, Caralho. Tá apertando demais.Senti meu rabo pulsando junto com o pau dele.Ele tirou de uma vez, mas minha bunda ficou toda melada com a pôrra que ainda saía…- Eu queria gozar na sua cara, seu merda… E riu baixinho.Passou a mão na minha bunda, recolheu um pouco da porra e passou um pouco no meu nariz…- Tó o que você merece, viadinho… Dá próxima vez, vou fazer você beber tudo.A gente saiu dali, e depois ele começou pela primeira vez a conversar comigo como se fôssemos amigos de longa data.Mas não queria falar da Leda. Só queria falar de coisas comuns, de amizade, e de sexo…No outro dia, quanto encontrei a Leda, fiquei com muita vergonha de olhar para ela. Sentia-me culpado.Sem que entrasse no assunto, num determinado momento ela comentou:- Eu terminei com o Vladimir.- Por quê?- Perguntei como se eu fosse o culpado.- Há alguns dias, ele me perguntou se eu estava afim de uma transa a três…Eu, ele, e você!!!- E o que você disse?- Imagine… Eu não sou tão moderna assim. Não ia conseguir transar com você. E antes que ele resolvesse escolher outra pessoa, eu achei melhor ir cada um para um canto… E terminei com ele ontem à tarde.- E ele.- Terminou na boa, e depois foi embora… Nem sei onde se enfiou…Pois é… Eu sei muito bem onde ele se enfiou, e onde ele se enfiou várias vezes depois daquela noite… Às vezes bate uma dorzinha só de lembrar.

Fonte: Ham