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Fui Confessar e Comi o Padre como Penitência

outubro 18, 2011

Depois de ler tantos relatos sobre experiências sexuais, resolvi que era hora de começar a contar as minhas. Como meu pseudônimo já diz, não sou mais um garoto mas também não aparento a idade que tenho. Idade, experiência e história, muitas historias. Mas vamos ao que interessa.

Como todo garoto na idade de começar a pensar e conhecer sexo, rolava muita sacanagem entre a molecada da rua onde eu morava, no início era só um ficar segurando o cacete do outro, tentar bater uma punhetinha que ainda estávamos aprendendo, ficar roçando o pau um no outro, e depois de algum tempo começamos a encochar uns aos outros, mas meter mesmo acabou não sendo com outro moleque.

Essas seções de sacanagem rolavam quase todos os dias da semana e no sábado, por sermos jovens com formação religiosa, íamos a igreja confessar as coisas erradas que tínhamos feito na semana.

Havia um padre, bem novo ainda, recém ordenado, que quando ouvia essas confissões, eu sentia que ele ficava meio inquieto, e dizia que embora aquilo fosse pecado não era dos mais graves e que era comum na minha idade, afinal ele próprio já tinha passado por situações parecidas. Como eu percebia sua inquietação, quando ia me confessar com ele acabava inventando algo mais das artes sexuais da semana e ele ficava mais inquieto, e como as confissões iam ficando mais quentes ele disse que, para que pudesse entender melhor o que acontecia e como durante o horário de confissão havia sempre muita gente pra ele atender, sugeriu que no final daquela tarde, por volta das 7 horas, eu fosse até a casa paroquial, onde ele morava com outro padre que estava em viagem naquele final de semana, para que eu pudesse fazer uma confissão mais completa. Achei meio estranho mas padre é padre, certo.

Fiquei um pouco curioso e ancioso com a penitencia que ele poderia me dar quando contasse minhas travessuras e pensei até em não ir, mas quando faltavam uns dez minutos pra hora marcada, eu já de banho tomado fui até a casa do padre, mas não podia imaginar o que me aguardava.

Chegando a casa paroquial ele me recebeu com um sorriso, de banho tomado e com um leve perfume e a túnica que os padres usam. Pediu que eu me sentasse num sofá na sala, trancou a porta e disse que iria pegar um refresco para tomarmos. Sentou-se ao meu lado e disse

– muito bem meu filho, aqui nesta casa é como se estivéssemos no confessionário, e tudo que for dito aqui ficará sempre somente entre o padre e você. Pode contar seus pecados

Meio sem graça comecei a relatar as traquinagens de todo moleque, e depois das coisas banais ele perguntou sobre os pecados sexuais. Fiquei meio constrangido afinal estávamos cara a cara mas comecei a contar.

– sabe seu padre, esta semana eu e o Carlinhos estávamos brincando de bola e resolvemos apostar quem era melhor, e quem fizesse um gol primeiro poderia pedir qualquer coisa pro outro. Eu fiz um gol primeiro e pedi para ele pegar no meu pinto.

O padre ficou meio inquieto, me olhou e disse

– pegar no pinto como, não estou entendendo direito. Era só pegar e pronto ou tinha que fazer mais alguma coisa
– era pra pegar e ficar alisando – eu disse – até que eu mandasse parar
– ainda não estou entendendo. Pra entender melhor e ver se o pecado é grave, vamos fazer de conta que eu sou o Carlinhos, está bom, afinal estamos na casa paroquial e isso vai ficar só entre a gente.

Fiquei ainda mais confuso mas obedeci e disse

– Carlinhos você perdeu então pega no meu pinto

O padre olhou nos meus olhos e disse

– é assim que devo segurar ? e pegou no meu pau por cima da minha calça. 

Na mesma hora que ele pegou e começou a mexer, meu pau deu sinal de vida e começou a ficar duro Fiquei com medo da bronca mas o padre disse

– Não precisa ficar assustado, isso é normal, e para a calça não machucar seu pinto vamos tirar ela pra continuar.

Ele tirou minhas calças olhando em meus olhos, voltou a pegar por cima da cueca e perguntou 

– Nossa, que pinto grande. O Carlinhos tirou a cueca também ?
– Sim – eu disse , e a essa altura o medo já dava lugar ao tesão

Ele tirou minha cueca, e meu pau que naquela época já tinha uns 18 cm e uma grossura considerável, ficou ali apontando pra cima. Ele pegou novamente e começou a me punhetar de uma forma que nenhum moleque antes tinha feito.

– Foi só isso que o Carlinhos fez – perguntou
– Não – eu disse já entendendo qual era a do padre viado – mandei ele acariciar e chupar

Era tudo que o padreco queria ouvir. Ele pediu que eu tirasse minha camiseta e reiniciou uma punheta deliciosa. Ele subia e descia a mão em volta do meu caralho duro como aço e com a outra mão acariciava meu saco, tocando uma bolinha de cada vez e com todo cuidado pra aumentar meu prazer.

– Que pau lindo que você tem meu filho. Dá vontade de engolir ele
– Ele esta ai pra você fazer o que quiser. Nunca ninguém me punhetou como você esta fazendo
– Então você vai ver o que mais vou fazer com ele – disse sorrindo

Meu pau já babava como se eu tivesse gozado. O padre viado abaixou a cabeça e começou a engolir meu caralho. Ele punhetava meu pau com a boca e a mão e ao mesmo tempo tocava no meu saco. Foi me chupando e me puchando do sofá até que estivéssemos deitados no tapete do chão, ai falou no meu ouvido. 

– Quero que você tire a minha batina pra ver como estou por baixo

Tirei a batina dele sem que ele parasse de me punhetar ou chupar e por baixo dela ele não vestia nada. Ele já havia premeditado tudo

Voltou a chupar e punhetar e pediu pra que eu pegasse na sua bunda. Fiquei alisando aquele rabo enquanto ele me engolia e percebeu que eu estava prestes a gozar. Disse que queria tomar meu leitinho. Aumentou as chupadas e caricias no meu saco até que não agüentei e gemendo de prazer gozei rios de porra com jatos fortes em sua garganta. Ele também gemia e rebolava o rabo enquanto eu passava a mão nele. Continuou me chupando até enxugar a ultima gota e não deixou que me caralho ficasse mole. Fui ficando com tesão novamente e minha mão começou a se aproximar do cuzinho do padreco. Eu passava o dedo no seu anelzinho e ele gemia e apertava meu pau. Quanto mais eu acariciava seu anelzinho mais ele gemia. Comecei a forçar meu dedo no seu rabo e ele foi rebolando e gemendo, mostrando o que estava querendo. Ele pediu que eu abrisse a gaveta da mesinha que estava ao nosso lado e pegasse um creme. O KY estava ali esperando pra ser usado. Lambuzei meu dedo e fui enfiando no seu cuzinho. Ele gemia e me chupava. Forcei um segundo dedo e ele gemeu e rebolou ainda mais. Jä não agüentando mais eu disse que queria comer ele, mas que nunca tinha comido ninguem e ele precisava me ensinar. Os olhos dele brilharam por saber que aquela seria minha primeira metida. Pegou o KY, lambusou meu caralho que já babava novamente e se posicionou de quatro na minha frente. Fiquei de joelho por traz dele que pegou meu cacete e direcionou pra portinha de seu cu. Pediu que eu empurrasse meu pau no seu cu devagar porque fazia tempo que ele não dava. Fui colocando a cabecinha e o viadinho gemia e rebolava. A cabeça passou e com um grito ele pediu que eu parasse um pouco. Eu queria meter de uma vez e não estava ouvindo mais nada. A sensação de estar comendo um cuzinho era maravilhosa e eu não ouvi nada. Ele tirou a mão do meu pau pra se ageitar melhor e não pensei duas vezes. Enterrei todo meu cacete de uma vez naquele cu gostoso. Ele gritou, me chingou, tentou ir para a frente mas eu estava tomado e sem saber de onde tirei a força segurei ele pela cintura com meu caralho enterrado.

– Não era rola que você queria seu padreco viado, pois agora ele está enterrado no seu cu pra você ver o que é bom. Pode gritar egemer como uma putinha que não largo você nem seu cuzinho gostoso.

Aquelas palavras tiveram um efeito especial nele que parou de tentar sair e começou a rebolar no meu caralho e gemer de prazer. Comecei um vai e vem gostoso e a cada estocada ele gemia, rebolava e dizia – Vem meu filho, como o cu desse viadinho, hoje e quando você quiser. Me fode gostoso. Mete gostoso nesse rabo.

Eu aumentei as estocadas e comecei a sentir o cuzinho dele a piscar. Acelerei o vai e vem e num urro ele disse que estava gozando sem nem tocar no pau dele. Quando ele disse isso meu tesão foi a mil e gozei novamente, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ele se apertau mais em mim até sentir a última esguichada no seu rabo. Tirou meu pau do seu cu e lambeu ele até que não sobrasse nehuma gotinha de porra pra escorrer. Ele ainda tremia de tesão e disse que a partir daquele dia eu tinha que me confessar diariamente com ele. E foi o que fiz. Confessei em todas as posições que pode existir, e até levei o Carlinhos verdadeiro pra confessar junto, mas isso é uma outra confissão…

24 cm de Puro tesão

julho 14, 2011

meio vazio ainda fui direto para uma piscina q so tinha um garoto lah ele devia ter uns 19 anos corpo delineado e saradinho muito gostoso mesmo dei o 1° mergulho e depois sentei na berada da piscina e ele veio e me comprimentou pergunto meu nome e eu respondi depois idade depois perguntei o nome dele era Estevam conversamos um bom tempo.

Fiquei reparando aquele corpo lindo enquanto podia perceber q ele tbm estava admirando minhas pernas pois tenho um bumbum de 115 cm e pernas de uns 90 cm e são lindas ate meus tios e parentes cobiçam são pernas e bunda q qualquer mulher queria .

E o papo vai papo vem ele me disse q tinha se mudado a minha cidade faz pouco tempo e com isso não conhecia quase nada por aqui eu disse q poderia mostrar varias coisas a ele e ele disse quero ver tudinho q puder (jogando uma indireta mesmo)e eu respondi com outra eu acho q pode ver tudo q quiser , ele respirou bem fundo notei quando ele tinha sentado ao meu lado q seu mastro estava levantando e foi quando ele entro na piscina e fico me olhando por alguns segundo fixamente nos meus olhos .

Eu comecei a exitar tbm e entrei na piscina ele sugeriu uma corrida a nado e eu aceitei e nos competimos e no fim ele chego primeiro quando ia chegando ele pegou em minha bunda e depois q levantei ele pediu desculpas eu disse não tem problema e ele disse não tem não ? e meteu a Mao na minha bunda (por debaixo d’água) a piscina deveria ter 1.50 de profundidade e é água natural então e meio escura ninguém veria e estava vazio o clube .

A coisa começou a esquentar então decidi parar pois meus pais estavam ali perto depois q consegui q meu mastro descesse sai da piscina e fui ao banheiro para q ele fosse atraz , não deu outra quando estava lah ele veio por traz e me puxou e disse aqui não tem ninguém q possa me impedir não so vc e claro então eu disse então ta totalmente desimpedido ele me beijou e eu senti aquela língua gostosa explorando cada lugarzinho da minha boca e fiquei imaginando ele com ela em outro lugar …

Depois disso fiquei meio com medo de q chegasse alguém ali então pedi meu pai para buscar uma coisa em casa q era perto do clube peguei o carro e fomos pra minha casa(eu tenho 17 anos e não tenho carteira mesmo askopsakaposksopsakosapko)chegando lah ele disse então aqui podemos neh ?

Levei ele ao meu quarto e ficamos lah nos beijaando ele vorazmente explorando cada parte do meu corpo com a língua e depois me jogou na cama e tiro seu short q usava e vi aquele lindo mastro por baixo da sunga tinha exatamente 24 cm ele tinha um bem grandinho e grosso então ele disse cai de boca , eu fui com tudo naquele caralho enorme e gostoso ele jah estava delirando de prazer e gemia. Me viro de 4 na cama e disse vo te fuder devagarzinho pq keru sentir a cabeça do meu pau deslizando no seu cuzinho viu meu gatinho? Eu disse vai então meu macho, quando disse isso ele disse pra chama lo de machão gostoso então eu disse e ele colocou bem lentamente no meu cuzinho apertadinho aquilo e doeu um pouco porem não e todo dia q vc tem um trenzao daqueles não e ?

Então aproveitei aquilo ali e deixei q ele fizesse tudo q queria , me colocou de frango assado e ele olhou pra baixo vendo aquela coisa gotosa entrando devagarzinho e foi então q ele disse agora vo estocar com força viu meu amor eu disse pode ir e foi quando ele começou a acelerar o ritmo e indo bem funbdo eu sentia aquela tora entrando e saindo de mim e sentia um prazer extremo com aquilo soutei um gemido sem querer e ele viu q eu estava amando aquilo ali e ele começou a gemer tbm então foi quando eu percebi q ele estava prestes a gozar foi então q ele enfiou tudim no meu cuzinhu e jogou um jato forte e quente no meu cuzinho e depois mesmo depois de gozar ele continunou entao eu disse nossa meu machão ta forte ein ele disse isso so foi 1 me colocou de 4 denovo e deu um tapa na minha bunda e disse com um cuzinho gostoso desse eu keru no mínimo 4 entao eu disse ele e todinho seu .

Ele estocava em mim com uma certa força q eu sentia entrando lah no fundo e quase batendo no meu intestino aquyilo ali estava me dando tanto prazer q gozei sem colocar a Mao em meu caralho e ele disse nossa amor ta gozando joga esse leitinho em mim joga eu fiz oq ele pediu então ele lambeu cada gota daquilo ali e depois deitou se na cama e eu subi encima e começeira a cavalgar nele e ele disse rebola pra mim vai e eu rebolava naquele carahlho gostoso e ele gemia foi quando ele disse q iria gozar denovo

Depois ele disse q keria no banheiro porem não sabia q tinha uma banheira nele quando entrou q viu me jogou na banheira seca mesmo e começou a me comer de 4 ali e ele enfiava forme e gritava isso meu gatim me faz sentir esse corpinho todinho na minha Mao vai e ele pediu vai ligando a banheira ai vai enquanto to te fundendo amor então liguei e a agua morna ia subino e ele sento na banheira e me fez sentar nele e então e rebolava no pau dele e ele delirava então ele disse q eu seria o garoto dele o tempo todo .

Depois disso ele gozou a 3° vez em mim dentro de 3 horas diretas de sexo e eu jah não estava mais agüentando a água estava fria porem ele estava quente então saímos da banheira enchugamos e voutamos ao clube chegando lah meu pai estava preocupado disse q encontrei uns amigos na rua e parei para conversa .

Voltei a piscina e conversando com ele novamente fui almoçar com ele no bar do clube depois do almoço eu me deitei embaixo de uma arvore afastada e ele sentou do meu lado e começo a dizer q jah estava louko para poder penetrar aquele corpinho denovo eu disse então eu vou tirar um cochilo aqui depois podemos ir a um lugar q conheço por aqui , 40 minutos depois ele volta e fomos para uma floresta ali perto ele me colocou em uma arvore de 4 enquanto isso ele jah estava uma rocha então já meteu bem fundo logo e estocava em mim e enfiava tudim em mim terminamos e depois ele me disse iria-me kerer todo dia eu disse então terá .

Depois voltamos e ele me disse no caminho q estava no segundo ano ainda pois estava fora do Brasil e não tinha terminado , então eu disse tbm estou no segundo ano e ele disse qual seu colégio e eu respondi a ele e disse minha sala e então depois disse fui embora trocamos telefones MSN e Orkut e então ele me ligou tarde depois conversamos por um tempão e ele ainda ouviu minha mãe brigando comigu q tinha tomado banho e não tinha esvaziado a banheira.

Celebridade da Bola bate um bolão

março 20, 2011

Sou radialista em Goiânia e como todo profissional da área, temos livre acesso á cinemas, clubes e festas. Tenho 32 anos, faço o tipo nem feio nem bonito. Por isso compenso a ausência de adjetivos me vestindo bem, e usando perfumes marcantes. O resultado é sempre satisfatório, por isso tenho muitos amigos, e gatas desesperadas querendo dar a bucetinha para mim.

Quero deixar claro aqui que não sou gay, e nem por isso preconceituoso, tenho mente aberta, mas o que vou relatar aqui me deixou em dúvida sobre muitas coisas.

Era sexta feira e um dos clubes mais badalados da cidade estava promovendo uma super festa. Cheia de novidades, bebidas exóticas, dançarinas de pole dance, gogoboys e show de drags. O nome da festa era: Sem Preconceitos – Essa Noite Vale

Tudo. Pelo título e a variedade de atrações percebi logo que a noite seria muito louca.
Cheguei as 23:15 e observei que tinha pouca gente. Umas pessoas extremamente interessantes e comunicativas. Fui me enturmando e lá pras 2 da madruga a festa tava bombando. Já havia beijado várias garotas, e feito muitos amigos. Eu havia decidido que naquela noite beijaria todas e não ficaria com nenhuma.

No auto da minha bebedeira e incentivado pelos novos amigos, acabei subindo num palco reservado para os mais atiradinhos darem seu showzinho particular e fiz uma dança bem provocante, usando como apoio o cano da poledance(não me lembro o nome desse troço). Não sei se era pra me zuar, mas todos começaram a bater palmas no ritmo da música me incentivando a dançar. Larguei a barra e tirei a camisa e joguei no meio do povo. Sou malhadinho por natureza, juro que nunca fiz musculação ou coisa parecida.

Algumas mulheres subiam no palco e me davam bebida, e eu louco que estava bebia enquanto dançava. Acho que isso fez minha cabeça rodar um pouco. Foi então que acabei minha apresentação agradecendo os aplausos.

Quando desci um cara tipo segurança veio até mim e pegou no meu braço e cochichou algo no meu ouvido, mas não entendo direito, e imaginando que seria expulso segui o rapaz obedientemente. Qual não foi minha surpresa quando me levaram para um camarote extra vip, e fui apresentado a um sujeito que me parecia conhecido,mas a cachaça na minha cabeça não me ajudava a lembrar quem era. O cara até que era bonito, alto, corpão e uns olhos que só não eram mais bonitos do que seu sorriso largo e conquistador. Elogiou minha dança, e me chamou para irmos num lugar mais sossegado. Não sei porque aceitei sem maldade alguma. Só achei meio estranho quando o motorista dele nos deixou num hotel muito chique aqui da cidade, que só conhecia por ouvir falar. Fomos para a suite dele. Nos serviu uma bebida que aceitei prontamente. Era whisky, e pelo gosto era coisa boa mesmo.

Meu novo amigo ligou o som e uma música forte e vibrante invadiu o ar. Ele então olhou para mim e pediu: Por favor! Dança pra mim ver. Você é muito bom, e de onde estava mal conseguia ver. Eu devia estar muito bêbado mesmo, porque comecei a dançar, tirei a camisa e joguei para ele. O sujeito pegou minha camisa e a cheirou. Eu ri e continuei a dançar. O rapaz estava sentado numa poltrona de pernas e boca abertas olhando para mim. Fui até ele e pedi dançando que ele desabotoasse minha calça. Na verdade eu queria humilhá-lo com essa ação…Pra minha surpresa ele não se sentiu ofendido e tirou meu cinto. E qual não foi minha surpresa quando vi meu pênis ser tirado para fora da calça e ser sugado com força. Essa atitude me deixou meio tonto. Tentei recuar, mas não tinha jeito, eu estava muito bem seguro. Foi então que segurei sua cabeça e comecei a socar meu pênis já duro na boca dele com força. Meu amigo tentava falar algo, mas meu pau era grande e preenchia todo os cantos de sua boca. Durante uns 10 minutos tive meu pau chupado como um picole de creme, e finalmente gozei feito um cavalo no cio…Nem cheguei a ver meu esperma, pois ele foi forazmente devorado. Caí numa poltrona ao lado exauto e já quase curado da bebedeira. Foi como se todo ácool que ingeri durante a festa tivesse sido sugado junto com minha porra.

Foi aí que olhei bem para aquele rosto, e um clarão me veio a mente e falei: _Ei cara você não é o…Psiu! Interrompeu-me o famoso jogador de futebol, e completou: _Sem nomes e nem profissões por favor! E veio cheio de paixão e me beijou a boca, ainda com o gosto do meu esperma.

O resto de noite foi maravilhoso. O cara era um cavalão. Chupava bem demais, além de dar o cúzinho como uma puta no cio. Cuzinho esse que comi umas três vezes. Só não comi mais pq o filho da mãe adorava mamar meu cacete. Até para me acordar já quase meio dia foi com um maravilhoso boquete. Trocamos msn, nos abraçamos, e ele prometei que sempre que vier a Goiânia a gente vai ficar junto. Na verdade ele até hoje não voltou, más já mandou grana várias vezes para mim passar minhas férias e alguns fins de semana com ele no Rio de Janeiro.

Combinamos que tanto ele quanto eu não podemos nos expor para o mundo. Mas debaixo de um quieto, nos consideramos namorados. Super abraço e até mais!

Estuprado pelos pedreiros

janeiro 22, 2010

São Paulo
SP

Isso realmente aconteceu mês passado. Sou alto, branco, malhado, 1m 80 e 70 kilos, cabelos curtos e pretos e super discreto. Nunca dou bandeira. Prefiro o sigilo e curto caras bem machos, bem rústico mesmo.

Moro em Sampa capital e num sabadao de muito sol, sai para ir ao bar para comprar uma cerveja. Ate a chegada do bar, tinha dois pedreiros trabalhando na reforma de uma casa. Não tive como não olhar. Eram dois pedreiros bem negros, negros mesmo, de calça, sapato com meia, sem camisa e os corpos completamente malhados. Pensei na hora: Caras com os corpos assim, deveriam ta sendo modelos e não pedreiros. Ambos estavam bem suados, trabalhando já um bom tempo e comecei a encarar, não consegui resistir, encarei mesmo. Eram dois negrões gostosos ao extremo, rústico, machos, um tinha o cabelo bem curto e o outro era careca. O que estava do lado de fora, vou chamá-lo de João deu umas três olhadas ate perceber que eu não parava de encarar.

Na hora, ele entrou na casa e começou a falar a meu respeito com o outro pedreiro que estava sentado, vou chamá-lo de Oscar e começaram a rir, como se estivesse zoando. Percebi que não deveria ter encarado. Fiquei muito puto com aquela situação. Fui ao bar, peguei minha ceva, comprei duas e voltei. Fiz o mesmo caminho. Desta vez não iria encarar os pedreiros.

Quando virei a rua, não olhei para a casa, mas vi o Oscar e o João se levantando assim que eu virei a rua e vindo em minha direção. Não corri porque não ia dar essa bandeira para mais uma piadinha, apenas apertei o passo. Mas eles correram um pouco e me cercaram e me perguntaram: – o carinha, pq se ta encarando a gente hein? eh viadinho por acaso? Eu não respondi nada, pq eles não iam deixar. O outro respondeu: – eh sim cara, eh viado sim, fico encarando a gente trampando aqui. Acho q devemos da o q essa putinha ta querendo. Oscar me pegou pelo braço e disse: – Se gritar será pior. Eu não gritei claro, aquela situação de perigo e vendo aqueles dois negrões sarados e machos, suados sem camisa me deu um tesão do caralho. Dai eu respondi o que não deveria ter dito: – Não vou gritar, pq eu to gostando. Nossa, eles começam a rir e me empurrando para dentro da casa em construção disseram: Nossa, a o viadinho quer ser nossa puta mesmo. Vamos faze ele se arrepender de ter dito isso. Aquela frase me assustou. Colocaram-me dentro da casa, tiraram as cervejas da minha mão, abriram ela e cada um começou a tomar pela garrafa a cerveja. A sala não tinha nada, somente um lençol no chão e cheio de bagunça de construção. Comecei a me assustar e na hora disse: – Oh pessoal não to curtindo mto não essa brincadeira. – Cala a boca puta, gritou Oscar e me pegou forte pelos braços e sussurrou: daqui vc sai só depois q a gente mandar.

O João já foi retirando minha blusa, retirando meu tênis a bermuda e a cueca, me deixando de meia apenas. O Oscar na hora disse: abaixa agora puta se nao tu vai leva porrada, desabotoa minha calça e mama meu caralho. Tava com muito medo, mais medo de ser espancado e eles iriam me bater com certeza. O João me empurrou com o pé pra perto do Oscar que numa rasteira, me ajoelhei. Vi do q seriam capaz, desabotoei a calça do Oscar e na cueca vi o tamanho do pau daquele negro. Nossa, era muito grande e muito grosso. Já tava duro, na hora assustei mais ainda. Quando tirei a cueca do Oscar, o pau dele tava suado, com cheiro de suor, um cheiro forte, fedido e muito ruim, todo babado de suor de trabalho. Não tive coragem e me recusei, mas o João me deu um puxão com a cabeça para traz dizendo q seria pior, quase me estrangulando se eu não chupasse o Oscar. Não tive como negar, abri a boca e o Oscar começou a passar a cabeça do pau na minha boca me fazendo chupar somente a cabeça do pau dele babada, depois me atolou o cacete inteiro na boca. Nossa, q cheiro ruim q tava esse pau, mto suado. Mas comecei a chupa aquele caralho preto cheio de veia com muita força e aquilo tudo tava me dando muita tesão. O João empurrava minha cabeça controlando a chupada que eu tava dando do pau do Oscar e João começa a tirar minha boca do pau do Oscar e me manda abrir e começa a me dar cuspida bem grossa dentro da boca e grita: – Engole puta. Bebi cuspi do seu negro. Comecei a engolir meio com nojo e voltava a chupar o Oscar que depois também começa a cuspir dentro da minha boca para que eu beba. Eu tava curtindo aquela putaria toda, adoro fetiche. Os dois estavam suando demais. O João me manda parar de chupar o Oscar e me obriga a lambe suas testas, suas axilas, seu tórax, as barrigas de tanquinho completamente suados. O suor estava ruim, tava com cheiro muito forte, mas lambi todo o suor deles de todos esses lugares e eles se achando os donos da cocada preta.- Limpa a gente sua putinha. Hj vc será nossa escrava. Nos vamos acabar com vc, mas tu vai gostar. Aquilo me deixava com medo e tesão ao mesmo tempo. Depois, eles retiram os sapatos, as calças e as cuecas, ficando de meia, sentando no lençol que estava no chão. Nossa, o chulé deles tava forte demais, tomou conta da sala e o Oscar grita: Vem tirar nossa meia e lambe nossos pés vem cadela. Fui ate eles, eles começaram a esfregar os pés na minha cara, tive ânsia naquela hora, mas retirei com a boca suas meias e comecei a lambe os quatro pés, tava com um chulé brabo e super melado, os pés estavam suados d+. Lambi todos os dedos, no meio dos dedos, as solas, a frente, atráz tudo… Tava adorando aquele chulé horrível. Aqueles pés de machos mesmo. Chupei pedindo bis. Tava adorando aquilo tudo. Deixei bem limpo. Depois o João já socou com tudo o caralho na minha boca e me mandou chupar. Oscar caiu de língua no meu cu, que ate doía de tão forte que a língua dele me abria. O pão do João tava melado tmb. Tava de quatro, chupando o pau do João com o Oscar me rasgando a bundinha com a língua e sem perguntar nada para meu tormento o Oscar já posicionou a cabeça do baita caralho no meu cu e forçou, a cabeça entrou. Engasguei com o pau do João na hora. Que dor desgraçada. Implorei ajuda, não queria mais. João socou seu pé na minha boca para abafar meus gritos e Oscar curtindo aquilo tudo, socou de uma só vez o pau inteiro no meu cu. Perdi as forças e cai. Não sentia mais nada, meio que desmaiei. Eles estavam nem ai, o Oscar começou a bombar com força meu rabo enquanto eu engasgava com o pé do João na minha boca. Cnsegui voltar a sentir prazer e levantei novamente. O Oscar me comeu muito, ate que o João tmb quis. Já tava todo arregaçado e João meteu sem dó seu pau no meu cu e o Oscar me deu o caralho para chupar, tinha sangue no pau dele, meu sangue, mas tive que lambe. Me comeram os dois de quatro, depois com as pernas bambas cavalguei em um enquanto mamava o outro, de frango assado enquanto o outro deitava com o pau na minha cara e fodia minha boca como se fosse meu cu me deixando sem ar as vezes. Eles não estavam nem ai comigo, queria apenas ter prazer e me fazer de puta escrava. Em todas as posições, socavam fundo ate as bolas. Meu cu ficou tão aberto que não duvido que as bolas do saco daqueles negros quase entraram junto com o cacete no meu rabo. Eu para falar a verdade ate curtindo aquilo tudo, mas não iria dar o braço a torcer. Eles transpiravam tanto e toda vez eu tinha que lambe eles para secar o suor, a barriga, o pau, a testa, o saco, os pelos do saco, sempre tinha que limpar. Eles se achando os maiorais me fazendo passar por aquilo tudo. Agora que as coisas pioraram.

O Oscar me deitou de frente, me apertou a boca com força, me deixando com a língua de fora. O João veio sentando em cima da minha cara, abrindo todo seu rabo. Vi vindo em direção da minha língua, aquele cu preto, suado, sujo e não tive como fugir, ele esfregou o buraco do cu dele na minha língua e estavam dando muita risada. O Oscar me soltou e disse: – Chupa bem esse cu putinha, se não vamos caga na sua boca. Na hora comecei a lambe aquele cu e pedi o cu do Oscar, fiquei com muito medo. Ele já virou, abrindo bem o cu e cai de língua, Chupei ate os dois cu por dentro. Um cheiro de bosta tinha. De repente o Oscar grita: segura a cara dele João. Ele aperta minha cara dentro do cu Oscar e Oscar solta um peido tão nojento. Nossa, aquilo me fez ficar muito ruim. E eles so riam. Tinham tomado muita cerveja e o Oscar começa a mijar numa lata e eu comecei a implorar para que não me fizessem beber mijo. O João atola seu pau na minha boca ate na garganta e começa a mija, um mijo amarelo, quente e salgado. Mais mijou tanto mais tanto. – Beba tudo esse mijo sua puta maldita se não vamos te cortar. Depois dessa bebi todo mijo, quando acabou, o João me trouxe a lata cheia de mijo e bebi tudo. Nossa, ate que curti. Mijo quente e salgado é gostoso.

Seguiu mais algumas horas, tive que dar, chupa o pau do Oscar enquanto o João mijava em cima do pau dele, bebi mais cuspi, agora com eles cuspindo em seus próprios corpos e eu tinha que limpar. Fizeram DP em mim, aqueles dois caralho de 22 cm cada um, me rasgaram ate tirar sangue, mas dei como uma boa puta e no final… Nossa… a sobremesa. Eles falaram: Agora é a sobremesa da puta. Tava chupando o pau do Oscar e de repente ele começa a gozar, litros e litros de porra grossa galada direto na minha boca e segura minha cabeça e grita: beba essa porra puta, beba tudo sem medo. Ta muito gostosa e sei que você ta doidinho para bebe leite de seus negões aqui. O outro batendo punheta disse: Não engole puta, espera a minha porra para vc engolir junto. E o Oscar ficou vendo se eu ia engolir. Fiquei de boca aberta para provar pro Oscar que não ia engolir e esperando a porra do João que veio, colocou minha boca em posição de beber e gozou mais e mais litros de porra grossa e galada na minha boca. Esperei ate vim tudo, misturei as duas, Oscar mandou abrir a boca de novo e começam os dois a cuspir, umas cinco vezes cada um, misturei tudo e bebi aos poucos. Nossa que gosto forte de porra, mas bebi tudo.

Depois me mandaram vestir a roupa e ir embora. Fui pra casa com o cu esfolado e mancando ate. Fui estuprado. Mas adorei cada minuto de tudo. Eles disseram: Passa aqui de novo para repetir a dose puta. E eu disse: – Claro que sim. Quero tudo dos meus donos negões. Eles me tiravam sarro e me expulsaram.
Acreditem isso aconteceu em dezembro e ainda esta acontecendo.

Ele era o encanador mas eu é que era o entendido

setembro 26, 2008

No mês de junho, tava eu de boa em casa, louco pra não fazer nada e só relaxar quando o registro do meu banheiro começou a dar um vazamento. Eu muito puta da vida sai à procura de um encanador, peguei a lista telefônica e encontrei nas paginas amarelas, liguei e tratei para ele vir fazer o serviço, eu estava com um pouco de marca de biquíni ainda na minha bundinha, resultado do sol na praia no começo do ano, tinha me queimado bastante, por isso a marquinha durou. Tomei um banho bem gostoso, passei um hidratante no meu corpo e comecei a me vestir. Coloquei uma tanguinha fio dental bem cavadinha, um shortinho de lycra que eu adoro pra ficar em casa bem à vontade. Ele marca bem a minha bundinha, fica bem colado no meu corpo, é curtinho e deixa parte das minhas nádegas aparecendo. Uma camiseta branca e sandálias. Depois de mais ou menos umas duas horas a campainha tocou, era o encanador, ele pediu permissão para entrar. Respondi: – Claro! Eu tava esperando você mesmo. Era um tiozão muito bonito tipo uns 45 anos, cabelos grisalhos, mais de 1,80m, eu me senti pequeno na frente dele, um corpaço, braços fortes, vestindo uma calça de moletom e uma camiseta amarela, com uma caixa de ferramenta na mão. Ele me cumprimentou, eu deixei ele entrar, fechei a porta e fui mostrar pra ele onde era o vazamento. Fui andando na frente e ele atrás de mim até o banheiro de serviço, foi ai que caiu minha fixa, eu estava de shortinho, daquele jeito, me esqueci totalmente de por uma calça, ai pensei> AH! AGORA É TARDE, DEIXA ROLAR, – notei que ele ficou ofegante, não tirava o olho da minha bundinha deliciosa. Ele era um homem, forte, corpulento, uma delicia, minha cabeça já começou a imaginar coisas, aquele cheiro de desodorante AXE misturado com o bafo quente que às vezes chegava no meu pescoço me deixou um pouco arrepiada sem mais nem menos e aos poucos senti que meus mamilos ficaram durinhos por baixo da camiseta. Cheguei a me sentir completamente nua andando na frente do encanador e tinha certeza que ele já estava me comendo com os olhos. Quando chegamos, eu entrei no banheiro, abri o box e mostrei pra ele onde era o vazamento. Ele entrou e começou a me explicar às coisas que tinha que fazer. Eu não entendo nada de encanamento, mas, conforme ele ia falando reparei que deixava uma das mãos descansando sobre o volume que tinha se formado por baixo da calça de moletom dele e vi que pulsava. Naquele momento percebi que ele veio atrás de mim olhando o meu bumbum e tinha ficado daquele jeito. Ficamos ali conversando alguns assuntos que ele inventava só pra ficar mais tempo me olhando e percebi que o volume aumentou por baixo da roupa dele e ele disfarçava. Então ele abaixou pra pegar uma ferramenta e disse: – Hoje ta muito calor, você não acha? Embora não estivesse eu concordei e ele continuou: – Você tem sorte, pode andar a vontade nos finais de semana em casa, eu tenho que trabalhar e com esta roupa fica mais difícil. Respondi que concordava em parte com ele e, depois de ficar ali um tempo e notar que ele ficava ajeitando o cacete de cinco em 5 minutos e me olhava às vezes com um sorriso…resolvi sair dali e deixar ele sozinho. Fui pro meu quarto e fiquei sentado na cama vendo TV. Depois de uns 20 minutos ou mais o ouvi me chamar: – VOCÊ PODE VIR AQUI UM POUCO POR FAVOR. Quando cheguei lá ele me pediu se eu podia segurar uma válvula enquanto ele encaixava não sei o que nela. Eu falei: – TUDO BEM, COMO FAÇO E ONDE É. Então meio sem jeito porque tive que ficar quase na ponta dos pés fiquei segurando e ele veio por trás de mim e começou a parafusar aquilo e eu fiquei praticamente entre os dois braços dele. Aquilo parecia que não acabava mais de tanto que ele demorava pra girar. Foi então que senti ele se encostar atrás de mim, tentei afastar um pouco, mas ele encostou novamente. Ele foi tão cara de pau que seu peito encostou nas minhas costas e o volume do seu cacete na minha bunda, eu gelei, mas reparei que meu cuzinho piscava sem parar. Minhas nádegas estavam quase sentadas no cacete dele, apesar de estarmos em pé. Depois ele encostou o rosto na minha nuca e disse assoprando no meu ouvido de propósito: – Não se preocupa que você ta segurando direitinho ai, falta só mais um pouquinho. Tudo bem?. Só respondi afirmando: – TUDO BEM! Porque eu estremeci com aquele bafo quente no meu ouvido e aquela voz de tarado dele e nessa hora minha bunda prensou o cacete dele e senti o contorno e a grossura daquilo no meu reguinho. Meu cuzinho piscava sem parar, meus pelinhos arrepiados e meu corpo ficou pegando fogo de tão quente. Naquela hora eu não resisti e mesmo o risco sendo enorme virei o rosto e ele entendeu o que eu queria, nos beijamos ali mesmo. Largou a ferramenta no chão, colocou as mãos na minha cintura e se encostou em mim com mais força e foi aí que senti sua respiração forte, seu cheiro e fiquei perturbado. Ele me abraçava me puxando pra ele o cacete dele começou a se mexer, sentia que estava duro feito pedra, atordoado eu falei que estava bom daquele jeito. Ele virou pra mim de novo, o cacete dele pulsava e perguntou se eu gostava, não respondi só arrebitei a bunda, ele colocou a mão no cós do meu shortinho e foi abaixando até descer pelas minhas pernas e cair nos meus pés me deixando só de tanguinha. Senti minha bunda arrepiar. Percebi que ele tirou a roupa e veio com a cabeça grande do cacete encostando no meu reguinho, deslizou até o meu cuzinho por cima da calcinha, ele perguntou de novo se eu gostava, eu dei uma de dengosa e não respondi que sim nem que não e que estava muito gostoso, minha voz quase nem saiu, o cacete dele se afastou um instante e quando encostou de novo me virou de frente pra ele. Eu fiquei em pé contra a parede, ele levantou meus braços, tirou minha calcinha encostou o corpo no meu e ficou se esfregando, me apertava contra a parede com força, beijava e lambia minha boca, meu pescoço. Eu estava dominada, não tinha ação. Chamava-me de tesouro, de lindinha, gostosinha e ficava virando meu corpo. Passou a mão nos meus peitinhos, foi descendo e colocou o dedo no meu cuzinho, dei um suspiro e nessa hora ficou socando o dedo e eu me contorcia toda. Ele foi se abaixando e começou a beijar minha barriga, me virou, começou a beijar minha bundinha, alisou bastante, começou a beijar minhas nádegas, eu estava possuída pelo tesão, me deu um calor violento por dentro sentindo aquela língua áspera passar nas minhas costas e bunda, até lambeu meu cuzinho. Eu me contorcia toda enquanto ele tentava colocar a língua dentro de mim, passava ao redor do cuzinho, fui ficando louca, o tesão estava incontrolável, não estava mais agüentando. Ficou nessa comigo por um bom tempo até que ele me virou e fez com que eu me abaixasse pra abocanhar o cacete dele que estava todo melado. Com aquela coisa no meu rosto percebi que era grande e grosso e delicioso. Eu passei a língua na cabeça grande, vermelha e inchada, fui descendo e lambendo ele todo ate chegar no saco, coloquei na minha boca e dei umas chupadas, subindo novamente e lambendo todo o caminho até chegar a cabeçona; dei uma sugada e enterrei todinho na minha boca. Durante todo esse tempo ele ficou me chamando de putinha, safadinha, vadia, gostosa. Comecei a chupar de vagar, mas ele segurou minha cabeça e começou a bombar na minha boca. Eu também chupava com tanta força que ele urrava de tesão e quase não agüentou e disse que fazia um bom tempo que não comia ninguém e que estava doido de tesão por mim. Pegou-me no colo e me perguntou onde era o meu quarto. Eu apontei a direção e ele me levou pro quarto, me jogou em cima da cama. Ele foi chegando bem perto dos meus peitos, foi chegando a boca perto, começou a passar a língua no bico e a sugar, mamar, chupar, mamar muito, com força, passou para o outro peito e mamou gostoso, chupou, lambeu, mamou. Eu segurava a cabeça dele e esfregava os peitos na cara dele que gemia, falava mil coisas, chupava um, chupava outro. Ele desceu e levantou minhas pernas e começou a chupar meu cuzinho, lambeu, colocava a língua todinha lá dentro, chupava, que encanador gostoso. Virou-me na cama veio com aquele cacete enorme e começou a esfregar a cabeça na minha bundinha, no meu reguinho, na entradinha do meu cuzinho que já tava todo babado e foi entrando, entrando, até que entrou todinho e começou a socar, socar, primeiro devagar, depois com força, batendo o saco na minha bunda, socava sem dó, me chamava de putinha safada, piranha gostosa, dizia que eu merecia era muita rola mesmo de tão gostosa que eu era, gritando e falando um monte coisas doidas. Não sei quanto tempo fiquei ali deitada, sendo arrombada por aquele macho gostoso, só sei que depois de muito tempo ele acelerou os movimentos e socou mais forte e fundo no meu cuzinho, senti sua rolona engrossar mais e ele gemeu alto e despejou todo seu leitinho dentro de mim, gozei logo em seguida, gemi muito, quase gritei de tanto que gozei. Ficamos engatados um tempo, depois ele se levantou e eu fiquei largada em cima da cama de bruços de tão cansada, mas depois de uns cinco minutos ele passou o dedo no meu cuzinho. Com o braço peludo nas minhas costas ele veio e disse: – Eu quero comer essa bundinha gostosa de novo, você vai levar muito ferro hoje gostosa. Quero comer muito este cuzinho lindo! E veio esfregando a cabeça no meu buraquinho. Eu fiquei doida com aquilo e louca pra dar a bunda para aquele encanador de novo, cheirando a suor ele passava aquelas mãos ásperas no meu corpo inteiro. Ele me colocou de quatro, eu deitei com o rosto nos meus braços e fiquei com o bumbum pra cima. Deixei a cabeça tocar a entrada do meu cuzinho e pedi pra ele socar seu cacete enorme e me arrombar. Com a minha mão fui enfiando ele no meu cuzinho, estava bem molhado de saliva, estremeci, meu corpo inteiro se arrepiou e então ele forçou o cacete contra a entrada do meu cuzinho e o cacete dele escorregou pra dentro do meu cuzinho guloso. Daí rebolei pra ele, eu empurrei a bunda pra traz, forcei o cuzinho contra a cabeçona e ele falou pra eu ter calma pra não me machucar, eu nem dei ouvidos e forcei mais, meu rabinho abriu senti a rolona entrando, era uma sensação ótima, voltava um pouquinho, mas forçava de novo, meu cuzinho cedeu e entrou tudo dei um gemido de satisfação porque eu estava dando o cuzinho pra ele, eu estava sendo arrombada. Empurrei a bunda pra ele, ele gemeu, disse que eu era muito apertadinha, eu parei voltei à cabeça e deslizei novamente agora fui até entrar tudo parecia que não acabava mais o cacete era bem grande, mas meu cuzinho engoliu gostoso o cacete dele, ele gemeu e começou a mexer, fez bem devagar um vai e vem, eu sentia todas as veias inchadas daquele cacete nas pregas do meu rabinho. Ele gemeu dizendo que meu cuzinho era o melhor que ele já tinha comido, adorei escutar aquilo, rebolei pra ele, ele pirou e começou a meter fundo. Ai, ele segurou com força por baixo dos meus ombros e enterrou com força o cacete que me fez gritar e me esfregar nele como uma cadela no cio, pedindo mais e mais rola. Começamos num vai e vem gostoso e violento, então comecei a dizer> -VAI GOSTOSO, METE TUDO ISSO EM MIM, ME COME, ME ARROMBA, ME FAZ SUA CADELA, METE NESSA SUA PUTINHA, NESSA TUA PIRANHA, ME FODE AMOR, ME FODE BEM GOSTOSO, SOU TUA VACA, TUA PUTA, TUA VAGABUNDA, METE NESSA TUA PIRANHA METE AMOR…, ele socava cada vez mais forte, socava tão forte que fazia aquele barulho PLOF, PLOF, PLOF, bem alto, tava uma delicia ser comida daquele jeito selvagem e violento de tanta força que ele colocava nas estocadas de rola no meu cuzinho, eu não agüentei e gozei muito e ele continuou metendo forte e em menos de três minutos gozei novamente e de repente ele gritou que ia gozar e sem poder fazer nada senti os jatos de porra chegando com força e quentes dentro do meu cuzinho; quando ele acabou de gozar, senti seu pau amolecer dentro de mim e foi saindo sozinho, sai debaixo dele, virei ele de barriga pra cima, limpei o cacete todinho com minha língua. Joguei-me na cama de bruços enquanto ele foi tomar um banho, me chamou pra tomar banho com ele, levantei e fui, mas com as pernas bambas, ele me virou de costas pra ele dentro do Box e começou a me dar banho, passou o sabonete no meu corpo todo e foi esfregando com a mão, ele fazia isso colado atrás de mim, ficamos assim uns quinze minutos e ele começou a dar sinais de vida novamente e eu então não perdi tempo, como sou muito tarada por rola, já peguei naquele cacetão, fiquei punhetando até endurecer mais, abaixei, meti aquilo tudo na boca, soquei ele todinho e deixei ele parado na minha garganta enquanto passava minha língua nele por dentro da minha boca. Ele gemeu, tirei da boca, levantei, ele me virou de costa pra ele, separou minhas pernas, pediu pra eu arrebitar minha bundinha e socou sua rolona de uma vez no meu cuzinho, nossa… aquilo me acendeu, comecei a rebolar naquela rola, ele segurava de leve minha cintura enquanto eu rebolava naquela rola, ele então segurou firme meu quadril e socou a rola em mim, mandava rola sem dó, me comeu assim uns dez minutos, depois levantou minha perna esquerda, eu me apoiei mais na parede e ele socou o ferro em mim, metia tão violentamente, com tanta força, que quase escorreguei, eu adoro dar meu cuzinho, adoro ser putinha de um macho gostoso, ele socava sem dó e começou a me dar tapas fortes na bundinha, aquilo me fez pirar, eu pedia pra ele meter mais forte ainda, ele socava sem dó, eu estava literalmente arrombada, ele meteu tanto que eu comecei a gozar sem por a mão no pau, gemi alto, ele então percebendo que ia gozar, tirou o pau da minha bundinha e socou na minha boca, deu umas três estocadas e gozou seu leitinho na minha boca, bebi todinha aquela porra, chupei aquele pauzão até ficar limpinho, tomamos nosso banho, me enxuguei, fui deitar na minha cama, eu estava toda arrombadinha e ele foi terminar o serviço. Eu estava toda aberta…Meu cuzinho dava a sensação de alargado. Passado um tempo, ele voltou até onde eu estava, falou que eu era a putinha mais gostosa que ele já tinha comido. Ele quis saber se podia voltar mais vezes e claro que eu respondi que sim. Já estamos em julho e não vejo a hora dele voltar, se você esta a fim de me experimentar, sou toda sua, basta você me escrever e me mandar um telefone certo que eu te ligo, adoro ser putinha, levar rola, chupar, me escreve, viadinhaviadinha@bol.com.br.

Finalmente aconteceu comigo

setembro 26, 2008

O que vou contar aqui aconteceu comigo no dia 17 desse mês de setembro. Passei o dia trabalhando e no início da noite, antes de ir para faculdade, fui até o shopping pagar uma conta na lotérica. Depois que paguei a dita conta, fui até o banheiro me aliviar um pouco. Na entrada para o banheiro, tem vários orelhões onde havia um carinha que parecia estar ligando e que quando eu passei, ele me acompanhou com os olhos até o banheiro. Só que aquele banheiro estava sendo limpo pelo pessoal da limpeza e então fui em direção a outro que fica no 1° andar. Voltei a passar pelo carinha e dessa vez dei uma sacada em seu corpo. Ele não tirava os olhos de mim. Correspondi encarando ele. Me chamou a atenção o seu corpo que mesmo sendo magro tinha uma bundinha de tirar o fôlego. Subi pela rampa e vi que ele vinha atrás de mim, mesmo distante, mas estava vindo. Entrei no banheiro, que estava meio cheio e fui até o único box que havia vazio. Vi que ele entrou, foi até o mictório que tinha vagado e saiu. Acho que como não me encontrou, desistiu e saiu. Terminei o meu xixi e sai do banheiro, mas ficando perto para não chamar atenção. Vi que ele estava indo em direção a saída pela rampa, mas quando ele me viu do lado oposto voltou vindo em minha direção. Confesso que fiquei com um friozinho na barriga. Me posicionei próximo a mureta da rampa e esperei ele chegar. Então ele se colocou perto de mim o suficiente para começar uma conversa que iniciou com aquelas amenidades de sempre. Ele me falou o seu nome, que tem 27 anos, que mora com um primo, bem perto dali que, por coincidência, é na minha rua, estudava e trabalhava e que estava ali porque tinha ido resolver alguma coisa. Me apresentei também e falei algumas coisas de mim até que ele foi direto e perguntou o que eu curtia. Falei que dependendo da hora e de com quem se está, vale qualquer coisa. Ele riu e disse que tinha gostado da resposta e falou que ele é ativo. Chamei ele para entrar no banheiro e ele recusou dizendo que já estava rolando uma pegação lá dentro. Então ele me pediu o meu telefone e eu o dele. Combinamos de ligar para marcar alguma coisa. Nos despedimos.

Fui para a faculdade com a cabeça a mil. Quando entrei na sala de aula os meus pensamentos não paravam de rolar a cerca do que tinha acontecido. Sempre li contos de pessoas que marcavam em locais como apartamentos, fazendas, etc., mas não achei que poderia acontecer comigo. Fui até a cantina comer um pouco e resolvi ligar para confirmar se ele atenderia. E atendeu mesmo. Falamos mais algumas besteiras e marcamos para o dia seguinte de nos encontrar em seu apartamento em um horário em que o seu primo não estivesse. Marcamos para as nove horas do dia 18. Fiquei pensando um monte de besteiras. Se isso daria certo ou não. Vários foram os pensamentos que me passaram pela cabeça. Mas já tinha marcado, então vamos lá!

Mal consegui dormir na noite passada. Me levantei cedo, lavei a minha moto, tomei um banho bem caprichado, fiz uma xuca, para não dar nada errado e quando deu 8:30 liguei para ele. Ele me falou que estava na academia e que assim que saísse me ligaria para nos encontrar na frente de seu prédio. Me apressei e em poucos minutos já estava pronto esperando por sua ligação. Ele deu um toque pro meu celular. Saí em direção ao encontro dele. Quando ele chegou, eu estava na frente de seu prédio. Um pouco nervoso. Ele me cumprimentou e me chamou para entrar. Me pediu desculpas pela bagunça que realmente se encontrava o ap dele. Falei pra ele relaxar pois não estava ali para ligar para essas coisas. Ele me falou para ir pro quarto de tv que ele já chegaria. Em minha barriga tinha um balde de gelo dentro. Ele logo se sentou ao meu lado e conversamos mais um pouco de besteira prestando atenção em seu corpo. Como ele tinha chegado da academia, estava usando uma bermuda de tactel, uma camiseta e um tênis. Ele não tomou banho e o seu cheiro de homem suado ficou no ar. Quase tive um troço pensando nisso. Então ele teve a iniciativa de pegar na minha coxa e alisar o meu pau. Eu comecei a acariciar o dele e a sua barriga sequinha. A sua pele é bem moreninha e a sua barriga e peito não tem pêlos. Ficamos na pegação um pouco até ele me chamar para o quarto dele. A sua cama é de casal e logo nos despimos para pular encima dela.

Expliquei para ele que já tinha tentado dar o cu outras vezes, mas que tinha desistido por não agüentar a dor. Falei que nunca ninguém tinha acertado me comer de jeito e que sempre ficava com água na boca quando via aqueles filmes que os caras penetravam bem gostoso. Ele então me falou para eu ter calma que ele faria bem gostoso comigo. Então confiei. Ele me lubrificou com um gel que tinha perto da casa dele e encapou a sua rola. Confesso que fiquei um pouco preocupado, porque a sua rola é do tipo que começa com uma cabeça relativamente grande, o meio do pau grosso e o final menos grosso. Em relação ao tamanho, deveria ter uns 19 ou 20 cm. Para chupar não tinha nada igual. E foi o que fiz durante uns 20 minutos. Ele tirava de minha boca e batia em minha cara. Isso deixava tanto ele quanto eu excitadíssimos. Foi aí que ele começou a me preparar para me meter. Passou o gel, enfiando os dedos para me acostumar e lambuzando também o seu pau. Então ele começou. O mais interessante é que ele foi narrando como eu deveria fazer para não doer nada. Só que sempre dói. Mas ele foi fazendo de jeito que a dor era bem suportável. De repente, ele começa bombar dizendo que já tinha colocado tudo. Eu estava de quatro na cama e ele em pé fora da cama. Eu estava nas nuvens. Ele bombava com gosto e eu ali semi-paralisado curtindo a sensação. Mudamos para várias outras posições até que o seu telefone tocou. Era o seu irmão dizendo que estava indo pro ap dele lhe pegar apara resolver algum problema com ele. Acabou a penetração, mas eu ainda estava louco para sentir o gosto de seu gozo em minha boca. Perguntei se ele gozava muito e ele falou que gozava fartamente. Então chupei com vontade até que ele anunciou que gozaria e que eu não parasse. O cara não mentiu. O seu gozo começou com jatos fortes e parecia que não pararia mais. Como eu estava estasiado, chupando ele e me punhetando, não deixei nem uma gotinha do esperma dele cair no chão. O seu gosto não era muito bom, mas dava pra engolir sem sentir asco. Ele se contorcia enquanto eu deixava o seu pau bem limpinho. Quando ele terminou, ele se ajoelhou e começou a me punhetar até que eu gozei em seu peito e rosto.

Nos apressamos em tomar um banho antes que o irmão dele chegasse. Ele ainda me pediu desculpas então falei em tom de gozação se o irmão dele não toparia uma sacanagem a três. Ele respondeu que achava que não então perguntei se o primo dele toparia? Ele falou que procuraria saber e se ele topasse, me ligaria marcando outra real. O primo dele tem 32 anos, dois a mais que eu. E disse ainda que se eu tivesse alguém discreto como eu para fazer uma putaria daquelas a três, podia ligar que ele toparia. Já liguei para ele essa semana e já vamos ver um jeito de marcar outro encontro. Mas inda só eu e ele. Tenho que me acostumar a dar o meu cuzinho. Adorei a experiência e tenho que me aperfeiçoar.

Desculpem se fui muito detalhista, mas é porque, para mim, os detalhes fizeram toda a diferença. Para mim é importante saber a opinião de vocês. Por isso, votem e comentem sobre a minha experiência e a de vocês. Moro em João Pessoa na Paraíba e se tiver alguém por aqui, afim de uma amizade colorida, mande um e-mail para mim: nandinho580@hotmail.com. Abraços para todos!

Estocando firme!!!

julho 11, 2008

Bom, um carinha me adicionou no msn depois que leu meus contos, e aí gente sempre se esbarrava durante o dia e ficava trocando idéia, mostrando fotos, batendo uma, mas de boa nunca tinha dado certo de meter nele. Tipo ele tem 20 anos e mora na zona leste de Sorocaba, e pelas fotos que me mostrou tinha me deixado muito interessado. Quinta dia 03/04 caiu um toró na cidade, bem na hora que eu ia pro curso. Meio desanimado fui e nem imaginava nada quando era umas 20:50 tocou meu celular. Achei que era um outro cara tipo que to tentando catar mas pra minha surpresa era esse teen filho da puta que me ligou. Disse que tava afim de dar o rabinho pra mim e tal, que tava depre porque chovia, aquelas conversas de quem quer dar e não tem desculpa. Falei pra ele porra fera eu to sem capacete aqui, tenho um só. Ele me disse que a gente não podia fuder na casa dele porque não dava esquema mas ele tinha um capacete la. Caralho, demoro então vambora. Catei a moto e fui atrás de mais uma foda boa. Combinei de pegar ele num ponto de ônibus em frente ao Paulistão na Av. Itavuvu. Cheguei lá, tava ele de calça jeans, camisa verde, blusa, e uma carinha de assustado que me deixou louco! O carinha é jeitosinho, tem tipo 1,72, não é magro mas também não é gordinho, branquinho, cabelos castanhos. De boa, curti o cara e tava afim de meter nele. Ele montou na minha moto e tive uma idéia. De boa cara tava com uma câmera digital comigo, tipo, falei pra ele pra gente tirar umas fotos da nossa foda. O viadinho concordou e toquei pra um motel, nada de drive, queria fuder gostoso ele. Fomo no Lual, que fica perto do presídio. Cheguei lá, sentei na berada da cama, pedi pra ele tirar uma foto do produto, e falei ta ae, chupa. Ele falou mas nem um beijo antes, to afim de sentir seu beijo. Chupa essa porra logo que to afim de sentir sua boca nele caralho. Tava meio ranzinza ontem e sem muita paciência pra trelelé. Ele veio todo comportado e começou a chupar minha pica. Eu lá, com a camisa arriada pra cima, com o pau duro, e ele com aquela boquinha gostosa. Ele sugava bem gostoso, salivava e chupava mais. Passava a mão nos pelos da minha barriga. Daí pedi pra ele fica olhando pra mim enquanto chupava, queria ver a cara de puta dele, e ele ficou ali bem gostoso, chupando e olhando pra mim. Ele falou que não costumava dar muito, e pediu para eu ir com carinho. Coloquei ele de quatro e abri o cuzinho, todo depiladinho, rosado, caralho que delicia. Tirei outras fotos, cuspi no cu dele e fiquei bolinando com um dedo, enquanto o carinha gemia. Coloquei mais um dedinho, depois outro e fui alargando o buraquinho. Coloquei a cabecinha do pau ali e deixar babar bastante pra lubrificar mais. Fui tirando foto enquanto enfiava no carinha. Encaixei a cabecinha e fui forçando, foi entrando devagarinho e ele com aquela cara de safado, de boa vei, como é bom fuder um viado. Logo entrou tudo, nem tirei minha calça, tava com tanta vontade de fuder aquele carinha que tava de calça, camisa, meia, só coloquei o caralho de fora, puxei a cueca e soquei pica no cu dele. Foi até o talo, encostei minha barriga na bundinha dele, fiz questão de fotografar meu pau entalado no rabo dele. Imagine a cena o viadinho de quatro na cama, eu em pé entalado nele. Fiquei ali, naquele vai e vem gostoso. Metia tão fundo que logo começou aquele barulho de cu sendo arrombado manja parecendo que tem água dentro do rabinho do cara. Enquanto eu metia o carinha falava nossa nunca dei tão gostoso em minha vida. Aquilo me deixou maluco, deitei ele na cama e continuei em cima dele, metendo bem gostoso, so que daí fiquei mordendo a orelha dele, a nuca, e falando besteira no ouvido dele tipo vai viado da pro motoquero aqui, to louco pra encher seu cuzinho de porra, rebola na pica. E assim foi aquela putaria gostosa, ele tirou mais uma foto nessa hora. Tirei meu pau do cu dele, vi que ele tinha me sujado, acho que meti fundo demais, catei uma toalha, limpei, e pedi pra ele deitar de ladinho, vim por trás e encaixei e comecei a meter de novo. Dessa vez eu fiquei abraçado com ele, tirei minha camisa e a calça e fiquei roçando meus pelos no corpo dele. Ali já tava na intenção de mete ate gozar. E fui aumentando as estocadas, ele batendo uma punha junto comigo, falei cara vou gozar. Caralho o cara não deixou eu gozar dentro dele, tava doido pra encher o cu de porra e depois tirar uma foto, mas ele quis que eu gozasse no peito dele, e o filho da puta desengatou meu pau antes mesmo que eu conseguisse segurar ele. Sai e veio em mim, já tava bombado pra gozar então acabei esporrando na barriga dele bem gostoso. Caralho, vei de boa foi muito bom meter no cara e tirar as fotos. Tirei uma foto da barriga dele esporrada e do cuzinho dele todo arregaçado e vermelho do meu pau.

O beijo de lingua terminou em sacanagem

julho 11, 2008

Hoje tenho 24 anos e vou contar para vocês neste conto real o que aconteceu comigo a partir de julho de 2006.

Com 22 anos conheci numa festa um cara bem mais velho que eu. Na época ele tinha 38 anos. Pois bem, lá pro final da festa o conheci e rolou um papo legal, antes deu ir embora trocamos telefone e foi só isso.

Uma semana depois ele me ligou me convidando pra uma reunião de amigos tipo queijos e vinhos, achei meio estranho, mas acabei indo, independente da faixa etária das pessoas serem bem maior que minha me senti bem, me entrosei e acabei me divertindo.

Com o tempo ficamos mais amigos e a nos encontrar mais, ele também gosta de musica instrumental, cinema e volta e meia nos encontrávamos ou na lagoa ou no calçadão da praia. Já fazia uns 4 meses de amizade, marcamos de nos ver numa pizzaria numa sexta feira e depois ele me chamou pra ir casa dele escutar uns CDS de jazz e continuar o papo. Fui nessa que minha vida mudou.

Chegando ao apartamento dele, um sala e dois quartos bem transado, ficamos escutando musica, ele abriu um vinho e o papo rolando cada um numa ponta do sofá ate que ele se levanta e me pergunta se eu quero mais vinho, enquanto ele foi na cozinha eu me levantei também e quando ele voltou entre uma frase me entregou o vinho e pra meu espanto me deu um beijo rápido na boca e sem se preocupar comigo ou com aminha reação continuou no papo como se nada tivesse ocorrido. Fiquei meio sem graça, mas aceitei e voltamos pro sofá e de volta a conversa.

Uns 10 minutos depois ele se aproximou de mim e me deu um beijo de verdade, tentei escapar meio sem jeito mas ele entrou na seqüência e eu realmente fiquei excitado. Um tesão diferente , forte e ali no sofá começamos a nos acariciar. Já num clima meio safado e de brincadeira ele abriu aminha calca e começou a chupar o meu pau lentamente. Ele saiu do sofá, ficou de joelhos e eu pra acompanhá-lo me levantei e fiquei ali de cima pra baixo observando ele me lamber e se deliciar no meu pau ereto como nunca antes. Na evolução eu já tava com a calca nos joelhos e cueca indo pra mesma direção e a mão boba dele começando a se assanhar.

Só sei que, enquanto ele me chupava, a mão boba dele sempre procurava a minha bunda. Mesmo tirando a mão dele ele percebeu que eu tava gostando e intensificou os ataques e eu acabei liberando as sarradas. A excitação se tornou incontrolavel, pensado no que tava acontecendo e ao mesmo tempo curtindo aquele cara me explorando cada vez mais. Ele levantou, fui levado novamente pro sofá e alem dos beijos comecei a sentir o corpo dele no abraço e quando ele tirou a calça imediatamente já estávamos nos esfregando e eu num ato de falta de lucidez peguei no pau ele. Lentamente fiquei acariciando-o e gostando de sentir na minha mão a textura dos pentelhos a anatomia de suas curvas o pau já molhado a pele macia o saco as junções … que delicia.

Um tempo, ele levanta , pede pra eu ficar ali deitado e rapidamente ele troca o cd e traz mais vinho. Eu deitado de bruços no sofá, ele sentado no chão, começamos a conversar de um geito bem mais intimo só que ele sempre me acariciando nas costas e claro que sempre de encontro a minha bunda. O tempo passou um pouquinho, o papo deu vez ao silencio e eu ali sonolento fiquei entregue aos carinhos.

Um frio repentino me da um choque! Desperto com as duas mãos besuntadas de KY e como um profissional ele dava passeios maravilhosos com as maoes e a sensação do dedo dele fazer amizade com meu anel me levou a loucura. Ele foi me amaciando e lentamente o dedinho já não encontrava resistência nenhuma. Pedi para ficarmos por ali, mas assim que terminei de pedir ele subiu e em quanto eu tava naquela de querer parar … ele apontou roçou a cabeça do pau no meu cu e na minha duvida a cabeça entrou dei uma mexida e veio a estocada. Vale desabafo, que dor horrível, me trinquei todo e falava repentinamente sai sai …. ele deu a ultima estocada e lá tava eu com ele dentro de mim.

Nesse caso a experiência fala mais alto, ele ficou imóvel me pedia calma baixinho no pe do ouvido, e entre os beijinhos carinhosos repetia pra eu relaxar. Me contorcia dentro daquele abraço e cada vez mais encaixava. A dor diminuiu um pouco, mas a sensação de ser dominado superou e eu dentro do possível relaxei e fiz de tudo pra não demonstrar que tava começando a gostar daquela situação. Ele pra não me machucar mais, continuou imóvel, pedi pra ele não gozar em mim e depois de um bom tempo ele tirou, novamente dor e ardência e enquanto sentia meu cu latejar vi ele em pe, tirar a camisinha rapidamente e gozar por conta, no ar.

Fiquei ali olhando pra ele e meio sem jeito fui pro banheiro pensei em tomar banho, mas resolvi me vestir e fui embora, ainda no táxi pensado como eu poderia voltar no passado. E esquecer aquilo tudo. Esse pensamento me acompanhou ate depois do banho já na minha casa ate que consegui dormir. Dia seguinte não tava acreditando, porem me lembrando alem da tomada de consciência também me veio tesão dos detalhes.

Claro, essa foi a primeira e ultima ninguém vai ficar sabendo e também não vou mais vê-lo. Piada. Ele no final da tarde me ligou, quando vi no celular o numero dele fiquei em pânico , mas com a insistência atendi e pro meu espanto ele todo carinhoso perguntando como eu tava e me dizendo que não se arrependia pois já tava afim de mim fazia um tempo. Em fim, passado umas semanas acabamos saindo conversamos e passamos a nos ver com uma certa freqüência mas como antes, como amigos e com o tempo passei a pensar em aceitar que eu gostava dele.

Numa noite, íamos sair, mas só que eu tava ardendo de tesão e evidente que o tesão me fazia pensar naquela noite fatídica. Ao envez de sair fui direto pra casa dele e confessei que eu tava arendoo e dessa vez ele fui eu que dei pra ele , a preliminar fui curta , escolhi a posição e de quatro na cama deixei ele me fuder.

Começou meu aprendizado ali mesmo passei a não gostar quando o pau dele refletia e saia, meio sem graça foi aprendendo a gemer, a gostar do cheiro dele quando tava mamando, descobri o prazer de ficar de frente de frango todo arreganhado vendo o pau dele entrando e roçando na parede interna do meu cu enquanto eu via a cara dele de safado e de carência por prazer e passei a ter a duvida em mim se era melhor a sensação do que ele fazia comigo ou a sensação deu ta ali feliz de ta saciando ele.

Evidente que passei a ter um dono, que meu anel pegou a forma do pau dele e que eu não sentia mais dor e que quando ele me tinha meu comportamento afinava proporcionalmente com o prazer que ele me dava. Era freqüente nossas noites a alem do sexo bom passei a querer acordar com ele.

Já no meu quarto mês de passivo assumido pra ele, naquela noite me preparei pro amor e na preliminar eu de frango alongado e arreganhado ao maximo recebi o dedo indicador dele cheio de carinho e já na procura do que o dedo dele perseguia fiquei louco mas quando senti o dedo dele tocando a minha próstata passei a mexer e a gemer miúdo como uma cadela rendida e a ter pequenas gozadas e eu com o meu pau mole, babando esperma entrei em desespero de prazer . Pra mim aquilo não era mais preliminar, mas faltava ele, eu já sem forcas o recebi dentro de mim e dessa vez deixei ele gozar em mim e ter uma sensação louca de ve-lo latejar e bombear leite pra dentro como se eu fosse fêmea . Realmente eu não resisti e rolou um eu te amo.

Dia seguinte comprei minha primeira calcinha e eu nova, magra e clarinha passei a esperá-lo chegar em casa sempre cavadinha e afoita pra ele me tomar de assalto e me consumir.

Durante um ano e meio vivi assim, feliz, menina, vaidosa como crossdresser e toda vez que ele sinalizava lá tava eu exigindo carinho pra depois ofertar carne macia pro homem que me ensinou a te prazer em dar prazer.

Um beijo e paz pra vocês.

Educação Sexual

julho 11, 2008

Freqüentador assíduo de cabines de SEX SHOP, onde costumo assistir aqueles filminhos impróprios para menores de 10 e maiores de 70anos, fui surpreendido uma certa vez, numa cabine em um SEX SHOP no terceiro piso do edifício Central, na Av Rio Branco, no centro do RJ. Estava sentando assistindo os filminhos, quando de repente me deparo com um furo na parede que dava para a cabine ao lado, e como a curiosidade é muito peculiar do ser humano, fui verificar o que havia do outro lado. Havia um homem completamente pelado assistindo os filmes que passavam na tela. Não sei se ele me reparou, porque alguns segundos depois, notei algo diferente invadindo minha cabine por aquele orifício, apesar de estar um pouco escuro, deu para perceber que era uma piroca, roliça grossa de cabeça brilhante, parecia ter sido encerada, de tanto brilho. Fiquei meio sem graça, sem saber o que fazer, como estava no fim dos meu tempo, sai da cabine e fui me embora.

Sou casado, branco – olhos castanhos – cabelos pretos – corpo liso,com 30 anos na época e sem nunca ter tido relacionamento intimo com outro homem.
Sempre tive desejo de me relacionar intimamente com outro homem, e em minhas fantasias gostaria de ser totalmente passivo na relação, tanto que já costumava entrar em salas de bate papo com Nicks bem chamativos e provocantes, tais como: “Shortinho daESPOSA”, “Babydol e calcinha” “Calcinha dELA/RJ”, sendo que muitas das vezes sozinho em casa, me trajava ao rigor do NICKNAME, e sempre procurando homens ativos para teclar.
Confesso que depois daquele tarde em que tive uma piroca de verdade tão próximo de mim, pois apesar de até então não haver tido experiência sexual com outro homem, costumava usar consolos e vibradores que eram usados por minha esposa durante nossas transa, não conseguia tirar aquele dia da cabeça e resolvi voltar lá e entrar na mesma cabine, para ver se a situação de repetia. Nas duas primeiras vezes nada aconteceu, pois as cabines estavam vazias, mas na terceira vez, era uma sexta feira, fui surpreendido com a mesma cena, e desta vez não ia deixar escapar e experiência de sentir uma rola de verdade nas mãos. Estava muito excitado com a programação que assistia e eu sabia que existia alguém na cabine ao lado. A principio recei em chamar atenção, porque apesar de decidido, ainda estava um tanto tenso. Mas estava decidido, só não sabia o que se passava pela cabeça do meu vizinho, então resolvi dar uma espiadinha e notei que havia um homem assistindo ao filme se masturbando. Fiz com que me notasse e retornei ao meu assento, atento naquele orifício, com meu coração quase saindo pela boca, quando de repente, a cena de dias atrás se repete e uma rola aponta na minha direção, era grossa e tinha uma cabeça vermelha como se estivesse acesa. Perguntei a mim mesmo, o que fazer? Vai deixar escapar novamente a oportunidade de realizar um antigo desejo? Não, não vou… me levantei, me aproximei e dei um toque com as pontas de meus dedos… nossa, parecia um pedaço de pau de tão dura… me ajoelhei, cheguei meu rosto para bem perto até poder sentir o cheiro e o calor que se emanava daquele nervo grosso, duro e viril. Fechei os olhos, aproximei meus lábios e dei um beijo carinhoso e rápido e fiquei aguardando a sua reação. Ela continuava ali, como se esperando por algo mais. Algo foi tomando conta de mim e começou a me dar uma vontade louca de por toda aquela carne de macho dentro de minha boca, e não estava faltando nada, ou melhor, só faltava começar. Comecei a beijar e lamber toda aquela rola, já babava de tanto tesão. Comecei a foder aquele caralho como se já tivesse uma imensa experiência no assunto, e não era pra menos, pois treinava no consolo caseiro. Senti que ele também fazia movimentos como se estivesse fudendo uma boceta. Ficamos ali naquele coito por uns vinte minutos, quando de repente senti minha boca esquentar com um liquido quente e grosso que enchia minha boca, fui uma mistura de nojo com prazer e acabei cospindo tudo no chão. Ele recolheu sua ferramenta de fuder. Vesti rapidamente minha roupa e sai batido, com medo de ser encontrado pelo tal sujeito.
Bem, não preciso dizer que fiquei um freqüentador bem mais assíduo àquelas cabines mágicas, onde dias eu era feliz e outros frustrados, até que um dia…
Comecei a pensar em tirar mais vantagens e proveitos daquela situação, como ter sensação se sentir uma rola com meu bumbum e até mesmo perto de meu cuzinho liso e depilado. Um dia levei uma calcinha de minha esposa para o meu trabalho, e antes de sair para o almoço fui ao banheiro e troquei a cueca por ela, era uma calcinha fio dental de renda transparente vermelha, minha cor preferida, que me dava um puta tesão só de vestir. Me aprontei e parti pra lá. Como sempre escolhia as sextas feira para essas aventuras.
Chegando lá, comprei fichas para meia hora de programação entrei e notei que a cabine ao lado estava ocupada, Era meu dia de sorte, e como se diz, parecia que estava “escrito nas estrelas”. e para meu delírio, meu vizinho era um homem negro, nossa, a entrega saiu melhor do que a encomenda… mas pêra aí… e se ele não estiver afim, se for apenas um cliente normal. Nossa que fazer nessa hora… bom pensei rápido, preciso fazer ele me notar, então tirei a calça e a camisa, ficando só de calcinha e comecei a fazer alguns ruídos para chamar a atenção daquele AFRO DESCENDENTE, que prefiro chamar de NEGRO, quando de repente ouço uma voz dentro da cabine dizendo “TESÃO” “QUERO VOCÊ”, olhei para o orifício e esperei ansioso por algo que queria demais, o que não levou mais de um minuto para se apresentar. Era uma piroca preta, grossa que ocupava todo o orifício da parede, longa, cabeçuda, apetitosa e parecia que me chamava e lógico que atendi, caindo de joelhos, como se reverenciasse um belo premio que há muito estava prometido para mim. Fiz todo o ritual que merecia aquele momento, comecei tocando naquele monumento com meus lábios, em forma de beijos, aproveitava para deixar minha língua correr por todo aquele membro, estava quente, mas muito quente, pelo orifício já corria um líquido viscosofodia aquele piroca como se fosse a última coisa que faria na vida e a recíproca parecia verdadeira, aquele caralho preto fodia minha boca com muita maestria, como se fosse feita uma para a outra. Durou uns trinta minutos e eu com aquele pedaço de macho dentro da minha boca, e eu podia ouvir seus gemidos até que grande quantidade de porra enchia minha boca com aquele néctar quente e grosso, que parecia até iogurte e como tal, me deliciei por completo. Fiquei ali por um tempo esperando ele sair, pois a última coisa que queria era ser visto por aquele macho que havia acabado de me fuder.
Parto para colocar minhas roupas quando de repente vejo algo cair pelo orifício, era um pedaço de papel com algo escrito, mas como estava escuro, não deu para compreender. Me vesti, dei mais um tempo e sai fora, e graças a Deus não havia ninguém suspeito por perto.
Assim que sai do prédio, peguei o bilhete para ler o que havia escrito, constavam as seguintes palavras: “ADOREI, QUERO CONHECE-LO, ME LIGUE – assinado PEPINO, constando o número de seu celular. Neste dia fiquei até mais tarde no trabalho esperando que todos saíssem para que eu pudesse ligar para o tal sujeito e ouvisse o que tinha a me falar. Eram mais ou menos umas dez horas da noite quando fiquei só na sala, peguei o telefone e liguei para o PEPINO, me identifiquei como LU e ele disse que queria me conhecer pessoalmente e que não aceitava um não como resposta. Fiquei de pensar e retornar com uma resposta.
Passei o final de semana pensando no que fazer, afinal de contas se topasse me encontrar com ele era uma ida sem volta, pois sabia exatamente o que poderia acontecer quando estivesse com aquele homem entre quatro paredes. Na segunda não liguei nem na terça, mas não resisti e na quarta feira, na hora em que todos saíram para o almoço, tomei a decisão de ligar para ele. Senti que ficou feliz em me ouvir, falamos um pouco, senti também que ele estava muito afim de me conhecer, marcamos para sexta-feira no horário do almoço de nos encontrarmos, o local seria na entrada no metro da Carioca às 12:00hs, no fim me fez um pedido, para que eu fosse de calcinha, pois eu iria ser sua putinha. Fiquei calado sem responder nada. Na quinta feira comprei uma calcinha nova, vermelha, bem minúscula dois números menor do que costumava usar, mal cabia em mim, pois tenho um bumbum um pouco avantajado, 96 cm bem medido, deixei ela na gaveta da minha escrivaninha para não correr nenhum risco em casa. A noite em casa, durante o banho depilei meu bubum e meu cuzinho, para ficar bem feminino. Chegou a sexta-feira, fui para o trabalho na expectativa do encontro, antes de sair para o almoço fui ao banheiro, coloquei a peça íntima e voltei a sala, liguei para ele para confirmar e o mesmo me disse que já estava no local combinado a minha espera, perguntou como eu estava vestido, detalhei minha vestimenta, fiz a mesma pergunta e me respondeu para eu deixar que ele se apresentaria na hora.. Parti para lá com meu coração a mil, com mil coisas passavam pela minha cabeça, de tudo o que poderia acontecer comigo naquela tarde.
Quanto mais eu me aproximava do local de encontro, mais parecia que meu coração subia pela meu peito, querendo sair pela boca, estava quase chegando e sabia que ele estava lá, qual seria sua reação ao me ver? Será que iria se decepcionar e desisitir, bom seja o que Deus quiser, me aproximei, olhando para todos os lados. Como não avistei ninguém suspeito, fiquei parado na entrada do Metro até que de repente ouço aquela voz máscula – Olá é você LU?… quando me viro mas pernas ficaram trêmulas ao ver aquele homem negro, de quase dois metros, careca, com um cavanhaque bem feito e um bigode bem aparado, trazia no rosto um sorriso de quem estava gostando da situação, podia sentir seu perfume, nossa parecia uma visão do que eu queria ver e não do que estava ali. Respondi bem baixinho – Sim, sou eu, tudo bem com você? – Melhor agora que você chegou, estava ansioso pela sua chegada, respondeu ele repetindo o sorriso. Estava meio sem graça, mas respondi que estava dentro da hora combinada. – Esta nervosa? Perguntou ele. Não gostou do que viu? Dei um sorriso meio maroto e disse – Claro que gostei, e vc? _ Eu adorei, acho que vamos nos dar muito bem, esticou a mão e disse – um prazer imenso PEPINO, dei mais um sorriso, desta vez mais descontraído e retribui o cumprimento, dizendo que o prazer era todo meu, e que me chamava LU. –Estou com o meu carro estacionado logo ali, podemos ir? –Aonde vamos, perguntei baixinho. – Vou ter levar pra comer, hoje meu apetite parece o de um leão, vou comer uma língua com rabada e você, que tal saborear um pepino com chouriço? Dei um pequeno sorriso muito tímido, mas entendendo bem o que quis dizer e perguntei onde seria. Disse que seria num lugar tranquilo onde ficaríamos somente os dois. Saímos dali e fomos até o carro que estava próximo. Entramos e saímos. Ele começou a puxar conversa perguntando sobre minha vida pessoal e profissional e começamos a conversar, estava me sentindo mais a vontade, mas temeroso e ele notando isso me perguntou: _Esta mais descontraída bebê? Dei outro sorriso e fiz menção que sim. E para ser sincero estava adorando aquele tratamento feminino e carinhoso. – Esta de calcinha? – Hum hum. – Qual é a cor? – Vermelha. – Humm, fio dental? Esta toda enfiadinha no rego? – Hum hum. – É pra mim? – É.
De repente começou a alisar se pau por cima das calças, colocando-o pouco depois para fora delas. Olhei com espanto e admiração, afinal de contas tudo isso ainda era novidade para mim.
– Quer pegar, fique a vontade, afinal de contas hoje ele é todo seu, bebê. Como eu sabia que estava na chuva e ia me molhar, aceitei o convite e levei minha mão até aquele monumento preto e roliço, era da grossura de um pepino e da cor de um chouriço, acho que era o meu prato principal daquela tarde. Estava quente e muito duro, parecia de pedra, comecei a alisá-lo, Pepino se contorcia e gemia ao mesmo tempo mostrando muito tesão com tudo aquilo.
– Vai putinha toca nele, traz essa boquinha gostosa aqui e faz um carinho gostoso,. Também não esperei por um segundo convite, levei a cabeça até seu colo e cai de boca naquela maravilha, que como ele mesmo disse era todo meu. – Pode ficar tranqüila bebê, que ninguém vê lá de fora. Ele me fazia sentir uma verdadeira fêmea com a forma de me tratar, e isto estava me fazendo muito feliz, pois estava realizando um antigo sonho. De repente ele pega um pano, parecia uma camisa, pois cheirava a suor e cobriu minha cabeça dizendo _ Continua que esta muito bom, não pare não. Sinto que o carro começa a reduzir a velocidade e parar. Sinto também uma claridade entrar, era pelo vidro do lado dele que ele acabava de abaixar, ouço-o cumprimentar e conversar com alguém solicitando um quarto dos mais requintados que houvesse, com certeza estávamos num motel.
Entramos com o carro, – Chegamos, disse ele.
Saímos do carro, ele abriu a porta e entramos no quarto, neste momento um milhão de pensamentos passou pela minha cabeça,. Nossa o que eu estava fazendo ali, num quarto de motel com outro homem? Mas uma coisa eu estava certo, em pouco tempo eu estaria pertencendo de corpo e alma ele, na realidade de corpo, porque a alma já lhe pertencia por completo. – Seja bem vinda ao nosso ninho de amor, espero que goste. Era um quarto muito luxuoso devia ser caro… Nossa quem iria pagar a conta? Com certeza seria eu, mas isso não era problema no momento..
– Antes de mais nada, só quero dizer uma coisa pra você neném, a primeira vez eu peço, na segunda eu mando, entendido? Olhei meio assustado para ele, e com uma voz bem imponete em em alto volume repetiu – ENTENDIDO? – sim, rapidamente respondi dentro da minha submissão que com certeza estava decretada.
– Primeiro quero que você tire sua camisa e traga até mim.
Obedeci imediatamente, e fui até ele. Pediu a camisa e camisa e amarrou em minha cabeça, escondendo meus cabelos..
– Isso assim fica mais menina. Nessa hora ganhei um beijo na nuca e uma mordida no pescoço.
– Agora quero que você tire seus sapatos, e meias. Fiz o que me pediu.
– Agora tire o cinto de sua calça e me entregue, acho que posso precisar dele. Estava começando a sentir um pouco de receio misturado com o tesão, mas fiz o que mandou.
– Agora tire suas calças, fique só de calcinha e faça um desfile para mim.
-Deixe eu ver essa bundinha dentro da calcinha.
– HUUUMMMMM!!! – Acho que tirei a sorte grande, dá duas voltinhas pro teu macho ver o material.
– NOOOOSSA, material de primeira. Se aproximou de mim, me virou de costas, me abraçou forte, dando vários beijos em minha nuca e passando a mão pela minha bunda e finalizando com um baita tapa que deve ter sido ouvido no quarto ao lado, e gritou – VAGABUNDA!!!!
– Bem, agora quero que você coloque essas duas balinhas na boca e chupe, não se assuste, são apenas duas balas de HALLS, é apenas para deixar essa boquinha mais suculenta.
– Agora venha aqui tirar as minhas roupas, tire meus sapatos, minhas meias e minhas calças. Fiz tudo o que me pediu.
– Boa menina, muito obediente, assim que eu gosto, quero uma massagem gostosa nos meus pés, de preferência com essa boquinha doce que você tem.
Enquanto dava um trato naqueles pés, Pepino tirou a camisa e ficou só de cueca, que já não escondia mais sue mastro de fuder, estava em pé, apontando para teto do quarto.
Agora bebe, chupe mais essas duas balinhas e quando terminar vou marcar aqui no relógio 45 minutos pra você dar um capricho aqui nessa rola, ela vai ser sua por 45 minutos pra você fazer o que quiser com ela, entendido.
– Hum hum
Ele começa a bater com aquela vara na minha cara dizendo – Chupa, mama no cacete do teu macho, minha putinha. Gsota de rola preta, toma, toma, toma. Depois de chupar bem os ovos, a virilha e os pelos, volto a mamar a rola que libera grande quantidade de líquido pré-gozo. Sigo com a língua o trajeto do líquido até chegar na cabeça graúda daquela pica. Dou uma chupada como se estivesse beijando. Mamo gostoso por alguns minutos e ele, sussurra: – Delicia! Engulo saliva pra lubrificar a passagem, prendo a respiração e engulo a pica fazendo-a deslizar até a cabeça encostar na minha garganta. Vou retirando com cuidado e dou uma caprichada na cabeça e torno a engolir, deslizando suavemente goela adentro. Mordo, lambo, beijo e de vez enquando olhando para seu rosto vendo suas feições de um macho feliz com as atitudes de sua fêmea. Faço isso muitas e muitas vezes, engulo, volto para a glande e torno a engolir: – Ai putinha você é maravilhosa, nunca fui tão bem mamado como estou sendo agora por você, minha putinha gostosa. Uhhhh… Ahhhhhh. Mamo com gosto e continuo ouvindo seus suspiros e gemidos! Sinto o pau inchar ele tira o pau da minha garganta e começa surrar a minha cara com sua pica, começa a enfia-la na minha boca e começa a fuder como se estivesse fudendo uma buceta. Claro que a pica não entrava toda, pois era tão grande, que mesmo com a glande tocando minha garganta, ainda sobrava pica que dava para segurar com as duas mãos. Ficamos nesse delírio até que seu relógio de pulso despertou e assinalou o tempo pré determinado por ele, neste momento ele começou a socar uma punheta e não demorou muito para que uma leitada quente e grossa jorrasse na minha cara e na minha boca. Os demais jatos caíram em grande quantidade sobre o meu corpo.
– Caralho, diz ele, – Fazia tempo que eu não gozava tão gostoso, você sabe mesmo dar um trato em uma caçeta. Como disse, tirei a sorte grande.
Pepino ainda me fez limpar seu pau com a boca, o que fiz com todo o prazer.
Deitamos um pouco e começamos a conversar.
Curioso, perguntei pelo seu nome, e o mesmo respondeu que queria que eu o chamasse de PEPINO, pois era assim que gostava de ouvir suas fêmeas o chamarem, mas se estivesse na frente s de outras pessoas que o chamasse de PEPE, pois assim que era conhecido. Perguntei porque pepino, me disse que quando tinha 11 anos já tinha um pau avantajado que quando estava de cuecas, seu irmão mais novo dizia que eu estava com um pepino escondido entre as pernas. Continuei perguntando pelas suas características físicas, disse ter 1,92 metros, 96 kg – 22 cm de rola por 5 cm de diâmetro. Tinha 48 anos e era separado, e que preferia mil vezes transar com uma fêmea como eu do que uma com buceta.
– Você, me fale mais de você, quero saber exatamente com quem estou me envolvendo.
Contei que era casado, tinha 32 anos, dois filhos. Contei que minha esposa costuma viajar para visitar os pais que moravam em Campos e o filho mais velho que residia em Petrópolis e acabava ficando alguns dias sozinho em casa. Ele me perguntou se ela não desconfiava de nada, eu fui sincero com ele, quando disse que era a primeira vez que estava me relacionando intimamente com outro homem, pois fora algumas mamadas nas cabines do SEX SHOP, nunca havia me deitado com um homem.
– VOCÊ É VIRGEM??????? CABAÇO?????? NOOOOOSSA!!!!! EU VOU SER O PRIVILEGIADO???? ISSO É MUITA FELICIDADE!!!!!!!!!!
Respondi que nunca havia sido penetrado por uma piroca de verdade, se isto representava que eu ainda era cabaço, sim eu era virgem. PEPINO ficou muito entusiasmado com a situação, disse que essa tarde seria inesquecível para nos dois. Me pediu para tomar um banho e que voltasse para a cama com a calcinha no corpo, que ele ficaria me esperando. Tomei um banho caprichado, voltei com a camisa na cabeça e com a calcinha vestida. Ele estava deitado, levantou-se e pediu para que me aproximasse, disse que iria fazer uma coisa que nunca havia feito com outro homem, me abraçou e me deu um beijo na boca, me chamou de princesa, fiquei de pernas bambas e cai de joelhos na sua frente.
–Levante-se que desta vez não é de joelhos que vou querer que você fique.
Me levou até os pés da cama, disse que iríamos para o segundo tempo, disse que iria marcar 45 minutos em seu relógio. Me pediu para que ficasse de quatro com a cabeça debaixo da cama e a bunda bem levantada. Fiquei naquela posição temerosa e excitante, pois estava totalmente indefeso, entregue aos desejos e delírios daquele macho tarado.
A primeira coisa que senti foi o estalar de uma cintada em uma de minhas nádegas, e logo depois senti sua boca tocando o mesmo lugar atingido pelo meu cinto, ele beijava, mordia e lambia. Alguns segundos depois e outra cintada, desta vez do outro lado de minha bunda, e o mesmo cerimonial se repetiu, só que desta vez, senti seu dedo lambuzando meu anel e forçando uma entrada, e foi enterrando até o fim. Apesar de louco, estava gostando de tudo aquilo, e nada podia fazer pois ele era o senhor de tudo naquele momento. Mais quatro cintadas foram dadas em meu traseiro indefeso duas de cada lado e desta vez, dois dedos massageando meu anus penetraram sem muita dificuldade até o fim. Seis lapadas foram ouvidas, já estava com o rabo quente e desta vez três dedos penetraram pelo meu anus a dentro.
Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito .. meu rabo devia estar todo empolado. Senti quando sua mão forçava a abertura de meu anus, e pela sequência, devia ter quatro dedos rasgando minhas pregas. Tinha certeza de que todo aquele ritual no fim ia terminar com seu membro entre pernas me faturando.
Duas cintadas, uma de cada lado, só que bem mais forte que as demais, cheguei a gritar pois parecia que estava rasgando minhas nádegas. Senti sua língua passando pelo local com um frescor, devia estar com as balinhas mágicas na boca.
Senti o mesmo frescor na portinha de meu cu, e algo duro forçando a entrada. AH! Meu Deus, não tinha mais jeito, em alguns segundos me transformaria pela primeira vez numa fêmea de verdade para um macho de verdade, ouvia ele pedindo para rebolar o bundão que estava chegando a hora da verdade.
– Mexe, putinha, mexe esta bundinha para teu negão, deixa ele te arrombar, minha vagabunda, cadela, doida por rola, deixa eu te comer, gostosa, rebola para o papai, vai.
Sentia algo me rasgando, me arrombando. Me entreguei para aquele negro, forte, determinado, dotado de calibre grosso, sem pensar nas conseqüências.
Eu gritava: -Me fode, me rasga, me faz de tua, me faz de puta, me faz mulher…
Ele forçava e eu sentia entrar cm por cm, meus olhos se enchiam d’água, até que senti a sensação de ser totalmente rasgado até sua virilha tocar na minha bunda.
-EURECA!!!! Conseguimos meu amor, seu cabaço é meu, olhe ele fugindo ai por debaixo da cama..
E começou a galopar, metendo e tirando a pica de dentro daquele rabo que era todo seu, em fortes estocadas.
– Boa menina, agora você é minha, minha princesa, minha puta, minha cadela, minha amante…
Agora ele diminuía as estocadas e eu sentia ele penetrar vagarosamente até o talo e tirava, parecendo se deliciar com a imagem, que no momento só ele presenciava e que passava pela minha imaginação.
Ficamos ali naquela posição até que o relógio despertou.
– Beleza, agora vamos para os minutos de acréscimo, quero gozar dentro dessa bundinha linda e fogosa, para ela ficar apaixonado pelo seu macho. Enfiou mais uma vez aquela jeba em meu rabo e voltou as estocadas fortes, dizendo que ia gozar dentro de mim. Meu anus já estava com uma sensação de ardor, parecia que sua pica tinha espinhos por toda volta, mas o tesão era tanto que acabei gozando sem mesmo me tocar e poucos segundos depois, ouço seus gemidos de prazer e ao mesmo tempo sua pica pulsando e um jorro quente dentro de minha barriga. Caramba ele estava me comendo sem usar camisinha.. …mais uma vez se misturou, prazer e receio e preocupação, mas já era tarde demais para pensar nisso, não tinha volta. Ficou ainda um tempo engatado em meu corpo, até que seu pau foi amolecendo e saindo espontaneamente de dentro de mim. Me pediu para que ficasse mais um tempo naquela posição, pois queria que todo seu leite penetrasse pelas minha entranhas.
Recebi ordens para me levantar e irmos para a cama.
– Você gostou, minha princesa?
– Adorei, esta sendo o melhor dia de minha vida.
– Sentiu o que é uma piroca de verdade? O que é um macho de verdade? – Gostou da surra de cinto? Costumo fazer isso na primeira vez em que saio com uma fêmea para mostrá-la que quem manda sou eu. Nas próximas vezes, a surra só vem se merecer.
– Gostei da “próxima vez”, isso é sinal de que fui aprovado
– Não, você não está aprovado, esta APROVADA, pois pra mim você a partir de hoje será minha amante, minha fêmea. minha puta
– Vai tomar um banho pra gente ir pra prorrogação, pois já esta ficando tarde.
Nossa, ainda haveria prorrogação? Fui para o banheiro pensando, como era insaciável aquele homem, ainda queria mais… tinha direito, afinal de contas era um macho tarado por sexo… QUE BOM!!!
Quando voltei, me ofereceu duas balinhas e disse que a prorrogação teria dois tempos de 15 minutos, só que ele só iria gozar no fim do jogo. Começou o tempo e ele me avisou que eu tinha cinco minutos para dar uma mamada que só eu sabia dar. Fomos para o jogo. No fim dos cinco minutos, Pepino sentou-se na quina da cama com aquela piroca insaciável em pé e me pediu para que sentasse de costas para ele e que eu tinha dez minutinhos para galopar no seu caralho. Meu rabo desceu com toda a volúpia naquela rola, se encaixavam maravilhosamente bem, como se fossem feitos um para o outro. Tinha a sensação de ardor, mais estava sendo bom demais e prazer e tesão superavam a dor e o ardor. Pepino me segurava pela cintura e me ajudava naquele movimento de vai e vem. As vezes parecia que sua rola tocava no meu estômago, devido ao tamanho da jeba.
Fomos para o intervalo, voltamos para a cama, me colocou na posição de frango assado e toma-lhe rola no meu cu ardido, Naquela posição de frango assado, ganhei outro beijo na boca e varias palavras de carinho misturadas com palavras obscenas. Eu estava adorando tanto tudo aquilo, que em momento algum depois que entrei ali me lembrei do dia lá fora, os cinco minutos finais do jogo foi uma mamada em que me fez engoli o restante do leite que ainda havia dentro daquele homem.
Quando acabamos, tomamos um banho, nos vestimos, ele me pediu a calcinha de lembrança e obvio que eu dei. Me pediu meu telefone, mas preferi não dar, e fui entendido. Combinei que ligaria para ele para marcarmos outra partida como aquela. Ele aproximou-se de mim, disse que estava encantado e que não queria me perder, respondi que também não queria perdê-lo e que poderíamos nos encontrar pelo menos uma vez por semana. Disse que me daria uma carona até o centro e me pediu para pagar a conta que não era só sua piroca que andava dura. Dei um sorriso e concordei em pagar o motel.

Se você é 100% ATIVO, NEGRO acima de 40 anos, sacana e sabe dar prazer a outro macho 100% Passivo e discreto. Escreva para o meu e-mail me diga o seu bairro, uma forma de contato enfim como você é e o que curtes fazer com outro macho entre quatro paredes, fotos ajudam . E-mail: estrellamel@gmail.com

Noite Quente

maio 10, 2008

tonarea2007@hotmail.com

Já estava deixando de lado meus pensamentos e minhas punhetas sobre uma fantasia que achei que jamais realizaria, quando numa noite quente… Fui para a faculdade de bermudão e regata, deixando os pêlos ralos a mostra. Estava com 22 anos, fazia academia, estava saradinho, sempre me saí bem com as garotas. Sempre ia embora da escola com a mesma galera. Nesse dia fiquei apenas com um amigo e a mina dele, pois ficamos tomando cerveja. Sempre fiquei com tesão quando se beijavam na minha frente e direto ficava de pau duro, me imaginando entre eles, mas nunca rolou um papo mais quente.

Ficamos no ponto de ônibus falando sobre vários assuntos, menos sobre trepação. Entramos no ônibus, e quando fomos passar pela catraca o motorista deu uma freada brusca e acabei encoxando meu amigo meio que sem querer querendo. Ele percebeu e, pegando na minha cintura meio forte, fez eu passar na frente dele. Caralho, meu pau ficou durasso e o cobrador se ligou de cara. Fomos pro fundão e eles começaram um amasso animal, ele cochichava no ouvido dela e ela ria. Como fazia muito calor, ela estava só de minissaia. Fiquei na minha, dava umas olhadas de vez em quando, na última olhada ele estava beijando a mina e me olhando, com a mão por baixo da saia dela, e ela delirando de tesão, nossa! Fiquei louco, o ônibus já estava quase vazio e fiquei preocupado, pois quando olhei pra frente o cobrador estava nos olhando, ao mesmo tempo que fiquei sem graça, não queria que eles parassem. Meu amigo tirou a mão e colocou perto do meu pescoço e falou:

– Sente o cheiro. Véio, endoidei o cabeção.

Nisso ela já tinha tirado o pau dele pra fora da bermuda, e batia uma pra ele bem na manha. De repente ela se levantou, ele guardou o pau e se levantou também, estava chegando à parada dos dois. Despediram-se e desceram. Pensei “Vou chegar em casa e me acabar, outro dia com certeza vai rolar”. Fiquei meio puto, mas beleza.

Eu descia no ponto final da linha e comecei a viajar nas idéias de como seria trepar com os dois, quando me vi sozinho no buzão. Olhei pra frente e o cobrador estava trocando idéia com o motorista, que não parava de me olhar pelo retrovisor, pensei: “não é possível que os dois estejam pensando em sacanagem”. No mínimo o cobrador contou pro motorista tudo o que rolou no fundão.

Comecei a encarar os dois quando entramos em uma rua deserta, sem casa nenhuma, e o buzão parou. Fiquei de boa, não queria acreditar, já conhecia ambos, nunca prestei muita atenção no motorista, mas achava o cobrador de presença. O motorista se levantou e aí sim vi que era um quarentão bem enxuto, ele desceu e o cobrador pulou a catraca, e me falou que havia dado problema no ônibus. Olhei pra calça dele e já estava estourando. Quando ele terminou de falar, falei na malandragem:

– Meu, tem um bom pedaço ainda até em casa, então vai ter que me devolver o valor da passagem e deixar eu descer.

Ele desconversou e disse:

– Muito boa à mina do seu camarada.

Respondi:

– Muito mesmo, você viu os dois quase se comendo? Fiquei ligadaço.

E passei pro banco do meio do fundão. Então ele falou:

– Só de olhar fiquei de pau duro até agora.

Dei um sorriso sacana e disse que tinha percebido, que ele podia me recompensar à passagem de outra forma. Ele não pensou duas vezes e chegou mais perto, começou a passar a mão no meu pau, já tirando o dele pra fora. Quando dei por mim, já tinha tirado minha rola pra fora e engolido toda. Delirei. Fechei os olhos e esqueci de tudo, inclusive do J, o motorista. Quando abri os olhos novamente ele já estava do lado do R com o pau latejando. Não teve jeito, o tesão era tão grande que comecei a chupá-lo enquanto o Rodrigo pagava um boquete federal pra mim.

O cobrador tinha seus vinte e poucos anos. Ele se levantou e tirou a calça do uniforme da empresa e me puxou para perto da catraca, tirou uma camisinha do bolso da camisa e colocou na minha vara, ia comer aquela bunda gostosa. Ele melou o cuzinho com saliva e quando coloquei, com uma voz grossa, de macho, pediu pra enfiar tudo, soquei sem dó, aquele buraquinho apertado. Senti o J abaixando a minha calça e beijando minha nuca, estava tão louco que quando percebi, o pau dele já estava nas minhas coxas. Não resisti e diminuí as estocadas no R, peguei o pau do motorista e coloquei na minha bunda, tava feito o sanduíche.

Comi e dei como nunca, os dois urrando e fodendo feito animais. Comi o R sentado no pau do J no banco do motorista, que levantou e gozou na cara do cobrador enquanto eu gozava no cuzinho dele. O R gozou no painel do buzão.

Eles se vestiram, o J ligou o ônibus e saiu, o R me falou:

– Tô ligado que você vai comer aquela mina tão gostoso quanto me fodeu.

Ficamos trocando idéia até o ponto final. Fui pra casa não acreditando no que tinha acontecido, mas já planejando um sanduíche com o casal de amigos, fudendo ela e dando pra ele.