Archive for the ‘Desabafo’ Category

Flagrei o Filho do Vizinho e depois comi

maio 13, 2007

Moro num predio que possui 2 torres e hoje a tarde fui até a area de serviço fumar um cigarro, pois minha mãe odeia cheiro de cigarro dentro de casa, estava lá eu quando escuto gemidos bem baixinhos vindo de baixo de nosso apartamento, cheguei na janela e vi uma cena muito interssante, o meu vizinho, Tiago, debruçado sobre a lavadora de roupas com um rapaz negro lhe segurando pela cintura e comendo seu rabo, de onde eu estava fica mais ou menos uns 3 metros, então eu tinha uma visão bem clara, Tiago gemia enquanto o negão enfiava seu pau no cu dele com vontade. Então ele se vira de frente, pude ver seu pau duro, e deita no chão abrindo suas pernas, e foi quando vi quem era o negão, simplesmente o porteiro de nosso prédio que trabalha a noite, Juarez que se ajoelhou, encaixou seu pau que é enorme e afundou no rabo de tiago que colocou a mão na boca para não gritar, logo Juarez bombava enquanto tiago se masturbava, foi quando vi que Juarez levantou-se e começou a bater punheta sobre a cabeça de tiago e logo vi jatos de porra saido do seu pau diretamente na boca de Tiago que bebia tudo, deu uma bela chupada limpando o cacete do Juarez. Levantaran-se e foram para dentro, notei então que tinha ficado de pau duro olhando a cena, dei risada e voltei para meus estudos. A cena não me saia da cabeça, liguei para minha namorada para ver se rolava uma trepada mas ela estava envolvida com seus parentes que estava visitando sua casa. Voltando da faculdade, quando fui pegar o elevador na garagem encontrei Tiago subindo tb, pois seu carro fica na garagem de baixo, nos comprimentamos e ele meio sem jeito me diz então que tinha visto eu olhando de tarde, fiquei sem responder nada e então ele perguntou se eu tinha gostado, falei que não, pois não havia sido convidado, ele riu e disse que não fosse por isso ja pegando no meu pau por cima do abrigo, meu pau endureceu na hora, pois estava com todo o tesão, foi quando então ele me chama para mostrar um lugar, descemos no seu andar e fui seguindo ele até as escadas, entramos pelas portas corta fogo, descemos um lance e chegamos numa porta, entramos e era um tipo de um deposito das faxineiras, pequeno e com cheiro de detergente, Tiago nem falou nada, se abaixou, baixou meu abrigo até os joelhos e abocanhou meu pau iniciando uma chupada memoravel, apertava meus bagos enquanto mordiscava a cabeça do meu pau que ja estava explodindo, não tenho um pau grande, mas tem seus 19cm bem servidos. Encostado num pequeno balcão, Tiago devorava meu pau até que enfiou a mão no bolso, pegou uma camisinha, colocou na boca e com muito profissionalismo abocanhou meu pau novamente ao mesmo tempo que vestia a camisinha nele, logo ja esstava preparado, Tiago, então baixa seu abrigo, pega um tubinho de Ky, lubrifica meu pau, passa um pouco no seu rabo e pede para que eu enfie tudo no seu cu, Tiago se vira de costas, abrindo sua bunda com as mãos deixou seu cuzinho rosado todo aberto, guiei meu pau até ele e quando ele sentiu que estava na portinha começou a sentar no meu colo, senti o calor do seu rabo no meu pau e fui vendo ele sumir dentro daquele cu, logo Tiago rebolava e sentava no meu pau, eu podia sentir seu cu mamar meu pau qdo entrava tudo, volta e meia ele chegava para frente deixando seu cu todo aberto a amostra e logo sentava novamente enterrando tudo, quase gozava. Tiago então pediu para trocar de lugar, sentando-se no balcão, levantou as pernas e eu agora de frente comecei a fudeu seu cu enquanto ele se masturbava, comecei a enfiar mais forte, logo senti Tiago apertar suas pernas na minha cintura e gozou, sua porra saltou sobre sua barriga e ele com a mão levou até a boca e lambeu tudo, avisei que estava gozando tb, tirei meu pau, a camisinha e Tiago se ajoelhou e começou a me punhetar e chupar, logo gozei na sua boca, senti que saia muita porra, pois chegou a escorrer pelo canto da boca de tiago, vi que ele engolia com maior gosto, nem minha namorada faz igual, ficou me chupando até meu pau amolecer, saboreou até a ultima gota. Nos vestimos e fomos embora, e ficamos combinados de que qq hora repetiriamos a dose. Cheguei em casa com a maior cara de sabão, fui direto ao banho. Ja estava deitado vendo tv qdo toca o telefone, era minha namorada dizendo que estava vindo dormir em minha casa, no fim, trepamos até quase de manhã, gozei muito na buceta, no cu, na boca. Ela até estranhou qua tanto tesão eu estava, falei que era saudade, mas na realidade tinha sido a experiência nova pouco antes.

Abraços a todos

Condissípulo do pós-graduação

maio 5, 2007

rocco22df@yahoo.com.br

Esta é a segunda vez que ouso publicar uma de minhas experiências. Na primeira, (Guardinha que me pegou), faltaram detalhes importantes no próprio contexto, bem como sobre o meu perfil que, se para alguns não é necessário, para outros deve ser interessante. Nasci e moro em Brasília, tenho 27 anos, sou claro, cabelos e olhos castanhos claros, 1,80m de altura, 76k, corpo em forma( mas sem exagero), advogado, trabalho na consultoria jurídica de um órgão público. Gosto de cinema, teatro, boa música, bebo muito raramente; não fumo. Signo escorpião.

Após aquela aventura com o belo e gostoso guardinha, nossos caminhos se desencontraram. Ele foi prestar serviço noutra empresa, enquanto eu começava um curso de pós-graduação em processo civil, à noite. Ali, naquele ambiente de pretensos magistrados e promotores, onde o assunto predominante eram leis, doutrinas, jurisprudência e assenção à carreira jurídica, quem está fora dele pouco pode imaginar que haja tempo ou imaginação para fantasias sexuais, breves comentários picantes e até mesmo “uma real” após longas horas de aulas e estudos. Assim, naquele clima austéro de preparatórios, era impossível uma descontração mais relaxante, pois que a faixa etária entre alunos e alunas não ia além dos trinta anos. Isto implica juventude, adrenalina e muita tesão, tudo somado a inteligência e, sobretudo beleza que se distribuíam em rostos e circulando no pátio, nos corredores, nos intervalos.
Essa coisa de estudar tem mesmo tudo de positivo. Além do ganho intelectual, o conhecimento de pessoas. E foi assim que eu e Wendell, de meros desconhecidos, tornamo-nos colegas de estudos e daí amigos dentro e fora do âmbito acadêmico. Íamos estudar em bibliotecas,saíamos para lanchar ou para nos divertir, éramos quase inseparáveis.
Houve uma alteração no horário do curso e fomos dispensado uma noite antes das 10h. Havia, porém, uma série assuntos a serem estudados e questões a serem resolvidas. Wandell convidou-me a ir ao apartamento dele para “por tudo em dia”, inclusive para pesquisarmos na internet o tema da última aula.
Fomos, então.
Wandel morava com os pais, que naquela semana estavam em viagem a São Paulo. De modo que ali podemos ficar a sós, para estudarmos, conversarmos e nos discontrairmos a vontade, sem a disciplina do curso nem a “serimônia” da família.
Wandel me deixou a vontade naquele apartamento de bom gosto, mostrando-me as dependências, brindando-me com gentilezas.
Fizemos todo o trabalho em menos de uma hora. Depois, conversa variada, boas risadas e , invariavelmente uma piada picante por parte dele…. Acho que foi esse o caminho mais curto e fácil para o meu amigo me olhar sorrindo, quase com ternura e me dizer:
– Edy, há dias que não gozo, cara! Ando numa tesão incontrolável, essa coisa de estudar me deixa em atraso e eu preciso aliviar.

Dei uma risada quase irônica e respondi-lhe:
_Que fazer amigão, estou igualmente “seco”…. como resolveremos esse caso que não é jurídico? Demos uma gargalhada, quando, de repente Wandel aproximou-se de mim, abraçou-me e me disse quase sussurrando:

-Eu te resolvo, tu me resolves!….

Fiquei um tanto extasiado com aquele imprevisto, pois jamais imaginei que meu condissípulo da pós-graduação,
tão CDF, tão másculo e tão asssediado pelas mulheres, tivesse uma queda por essa preferência. Seu tipo físico é o oposto do meu. Wandel é moreno claro, cabelos pretos e lisos, rosto bem desenhado, olhos negros e olhar profundo, boca carnuda e rosada que se abre num sorriso fascinante mostrando dentes perfeitos. Um discreto e bem cuidado bigodinho que particularmente me atrai.

Vi-o ali, perto de mim, insinuante, fazendo-me perceber que estava em ereção e não espererou qualquer atitude minha. Fez-me pegá-lo, apalpá-lo sob a calça….. e seu corpo se cololou no meu num abraço mais íntimo em que o seu cheiro me desnorteou.
Correspondi aos seus carinhos, nossas bocas se uniram num beijo alucinante emquanto nos despíamos. Comtemplamo-nos um ao outro, excitadíssimos, duas picas rígidas, dois corpos vibrantes, dois machos sedentos de gozo e que ali faziam tudo valer por força da amizade, da confiança, do tesão e do aconchego daquele apartamento só para nós dois.
Wandell deslizou seu membro sobre o meu rosto, senti-o latejando, exalando um aroma que só uma pica bonita,
grande, grossa, deixa qualquer um enlouquecido com a glande rosada e cheirosa.
Chupei-o vorazmente, com arte e gula; ouvia os seus gemidos ofegantes, suas palavras desvairadas, externando o seu prazer, suas mãos, passeando em minhas costas, acariando-me todo o corpo, seus braços me enlaçando, seu tórax sobre o meu.. E naquele frenesi meu amigo gozou fartamente, jorrou em minha boca, no meu rosto, no meu peito.

Depois fomos ao banheiro, tomamos uma duxa e so ela houve o clímax da penetração. Wandel fez-me penetrá-lo com carinho os meus 19cms. Foi uma loucura.
Dormimos depois abraçados, e lá pelas seis da manhã, repetimos a dose.

Valeu? -perguntou-me ele.
Claro que valeu, disse-lhe abraçando-o.

Continuamos estudando, terminamos o pós-graduação.
Nossa amizade continua. E só nos dois é que sabemos o que as paredes não confessam.

O Inquilino

abril 24, 2007

Morávamos em Ribeirão Preto, aliás meus pais moram lá até hoje, tenho uma irmã e um irmão mais velhos do que eu e todos trabalhavam, exceto eu que estudava de manhã, e a tarde me ocupava com os deveres escolares e também limpava a casa e arrumava a cozinha do almoço para minha mãe.
Nossa casa era simples, mais espaçosa e no fundo do quintal havia uma edícula de três cômodos e um banheiro que meu pai alugava, para reforçar o orçamento da família, tinha entrada independente e também muro separando a edícula, mais a conta de água e luz era a mesma de minha casa.
Um dia na hora do almoço meu pai me pediu para entregar ao inquilino o valor dele das contas.
Nosso inquilino morava sozinho, era solteiro, tinha mais ou menos uns 30 anos, negro, alto devia ter 1,90 mts e também era forte, ele trabalhava como segurança de um prédio de escritórios no centro da cidade, durante a noite, como eu não queria acordá-lo, deixei pra levar a conta mais tarde e fui arrumar a cozinha, e depois fazer uns deveres escolares.
Quando terminei os deveres era mais ou menos 15:00 horas, então fui lá levar, pois ele já deveria estar acordado.
Entrei no portão e bati na porta da sala, como não ouvi movimento, chamei por ele:
– Seu Osvaldo!!!!………… Seu Osvaldo!!!!
Logo ouvi o barulho da porta sendo destrancada, ele abriu só um pouco e colocou parte do rosto pela abertura, dizendo:
– Oi Carlinhos
– Meu Pai pediu pra trazer o valor das contas de água e luz, pro senhor.
– Ahhhh…. você tá sozinho, é que eu só to de cueca!
– To sim, mais se quiser eu espero aqui!
– Não, que isso, entra ai!
Ele abriu a porta, eu entrei e fiquei admirado com o tamanho do negão, e realmente ele estava só de cueca branca, e com um volume considerável dentro da mesma.
– Aqui os papéis, eu fui logo me apreçando em entregar.
– Ahhh deixa eu ver, enquanto ele lia os valores, não pude deixar de olhar novamente para o volume na cueca dele, eu nunca tinha visto daquele jeito.
Ele percebeu, começou a rir, e me disse:
– Desculpa ai garoto, é que na hora que você chamou, eu tava vendo uma revista pornográfica que um amigo me emprestou!
– Ahhhh, não tem problema seu Osvaldo
– Carlinhos, só você me chama assim, eu até estranho, me chama de Vadão igual a todo mundo!
– Vou tentar Vadão!
– Vou pegar o dinheiro pra você entregar pro seu pai.
E entrou pro quarto, logo ele me falou do quarto:
– Quer dar uma olhada na revista?
Fiquei meio confuso na hora:
– Não tem problema?
– Tem não, entra aqui!
Entrei no quarto, ele estava mexendo no guarda-roupa e a revista estava sobre a cama, peguei-a e pude ver umas imagens bem sacanas de um Negão comendo uma mulher muito branquinha, o cassete do cara era enorme e eu não vi quando falei:
– Nossa o cassete do cara é enorme, como essa mulher agüenta?
O Vadão começou a rir, e disse:
– Ela agüenta e ainda pede mais!
Ele sentou na cama e pegou a revista da minha mão, dizendo:
– Olha essa foto aqui!
Na foto o Negão estava colocando o pinto no cu da garota, eu fiquei admirando, estava excitado, e o Vadão percebeu:
– Isso também me deixa muito excitado, se você quiser pode dar uma aliviada também!
Falou isso e começou a passar a mão no cassete por dentro da cueca, eu estava muita excitado, e disse:
– seu cassete deve ser do tamanho do cassete da foto!
– Olha aqui!
Falou isso e tirou o mastro pra fora, era entorne, tinha uma cabeça bem rosada e umas veias altas, exalava um cheiro forte, eu fiquei olhando sem piscar, então ele me disse:
– Quer pegar pra ver como é?
– Acho melhor não!
– Põe a mão só um pouquinho, e ai você mata sua curiosidade!
– Só um pouquinho então!!
– Tá!
Estiquei a mão e encostei pela primeira vez, minha mão num pinto, o maior que já tinha visto, aliás o único que eu já tinha visto ao vivo.Ele suspirou fundo e pediu falando bem baixinho:
– Pega com vontade!
Eu apertei aquele mastro negro, mais minha mão não conseguia envolve-lo completamente.
Nesse instante o Vadão colocou a mão dele sobre a minha e começou a punhetá-lo com minha mão por baixo da dele, ele respirava forte, e dizia que estava muito gostoso, eu pedia pra ele parar mais no fundo, estava tendo uma das melhores sensações que eu já havia experimentado.Ele tirou a mão e eu continuei sozinho, subia e descia, com os olhos vidrados naquele cassete, ate que ele se deitou na cama, eu despertei do meu transe, tirei a mão e levantei rapidamente.
– Tenho quer ir embora!
– Faz mais um pouco vai garoto!
– Não, tenho que ir!
Me afastei e fiquei na porta do quarto, ele se levantou, pegou o dinheiro e a revista e disse:
– Aqui está o dinheiro, leva a revista pra você ver mais um pouco e me devolve depois!
– Não pode deixar a revista, não quero ver mais!
– Que isso garoto, eu sei que você vai curtir muito!, pode levar!
– Tá bom, depois eu devolvo!
Sai de lá, meio aéreo, num misto de euforia, alegria, remorso, arrependimento, tudo junto e muito confuso.Em casa olhava as fotos da revista, mais só conseguia pensar no pinto do Vadão, tirei nem sei quantas punhetas, imaginando estar pegando outra vez nele, e também como nas fotos a mulher chupava, eu me imaginava chupando ele, e tentando adivinhar que gosto tinha?
Minha aventura com o inquilino não acabou por ai, mais o restante fica pro próximo conto!

Flagrei meu filho

abril 24, 2007

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 19 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai… E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra… Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado… Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou! Então Caio respondeu: É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.

Primeira do Ano com o Segurança no RJ

fevereiro 7, 2007

vou compartilhar com vocês uma experiência que tive após receber vários e-mail de pessoas interessadas em trepar comigo após o conto do motorista e trocador da van e do mecânico. Fiz uma rigorosa seleção de pessoas e resolvi me corresponder com o Zeca. Ele tem 38 anos, casado, tem 1,90m, 86kg muito bem distribuídos, pele morena clara, cabelos lisos e pretos, olhos castanhos claros, 18cm de rola e trabalha como segurança de um banco no centro do Rio. Após sair do trabalho as 18:00 resolvi marcar com ele, pois eu estava doido pra dar a bunda, meu tesão no rabo estava me deixando doido, liguei para o seu celular para confirmar e como ele tem carro, fomos conversando e de cara notei que rolou uma química seguimos para um motel próximo a lapa. Lá dentro ele já foi tirando sua roupa e eu fiquei enlouquecido com o tamanho da vara dele, que mesmo mole era imensa. Ele mandou eu tirar a minha roupa, e me abraçou por trás esfregando aquela pica já meia bomba no meu rabo. Ele então me forçou para baixo, bateu com a pica várias vezes na minha cara que ficou toda molhadinha com o seu pré-gozo, após comecei a mamar aquela rola.
Como era gostosa, chupava e sentia-a crescendo na minha boca até o ponto onde eu não conseguia colocá-la toda sem que me engasgasse.

Zeca pediu para ficar de quatro sobre a cama e continuar a chupar sua rola. Obedeci satisfeito. Chupei seu pau, suas bolas, passava a língua na cabeçona e engolia de uma vez, deixando ele doido com meu boquete. Zeca então tirou o pau da minha boca e começou a chupar meu cuzinho. Aquele ato me arrancava suspiros de prazer, pois ele literalmente enfiava a língua dentro do meu rabo. Parece que foram horas, meu cuzinho já começava a piscar de tanto o Zeca fudê-lo com a língua. Ele dizia que iria preparar meu cú para agüentá-lo. Como meu cuzinho já estava completamente úmido pela saliva deixada pela sua língua, ele enfiou um dedo com tranqüilidade. Colocava e tirava tudo, rodando-o dentro de mim, dizendo que meu rabo era gostoso, e ele iria fuder minha bundinha de macho (minha bunda realmente é bonita, moreninha empinadinha e bastante gulosa de rola, tenho uma bunda completamente masculina).

Tirou então o dedo e cuspiu no meu cú, me dizendo que gostava de tudo muito bem lubrificado. Nem precisaria, pois seu segundo dedo teria entrado de qualquer jeito, pois meu rabo estava abertinho de tesão e ainda molhado de suas lambidas.
Então repetiu o processo, cuspindo e enfiando três dedos no meu cu. Os dedos, por serem grossos, começaram a ter de abrir passagem, ao que eu dei um gemido mais profundo. Zeca mandou ficar mamando seu pau enquanto ele terminava de me preparar. Fiquei eu lá, de quatro, mamando um cacetão preto, grande, grosso e duro, e rebolando em três dedos que ele tinha enfiado em mim, abriu minha bunda, olhou meu cuzinho já meio aberto e cuspiu de novo. Eu ia pedir pra ele me comer, mas antes que eu tivesse tempo ele me disse pra ter calma, pois queria deixar meu rabo em ponto de bala pra poder meter em mim sem problemas. pegou um tubo de ky que eu nem tinha visto ainda e lambrecou meu rabo. Então foi enfiando os dedos novamente. Com a lubrificação entrou tudo e eu rebolava e gemia de dor e tesão, sem poder falar nada, pois aquele cacetão ocupava todo o espaço da minha boca. Ele então começou a brincar com meu cu. Enfiava dois dedos de uma mão e dois de outra e ficava me abrindo, socando na minha boca e me abrindo, e dizendo que agora sim eu estava pronto pra dar pra ele.

Então, ainda de quatro, fiquei com a bunda virada pra ele. Ele se posicionou e, lentamente enfiou a cabeçona do pau no meu rabo foi uma delicia Zeca chegou perto de meu ouvido e perguntou se eu queria sexo de verdade. Ao responder que sim, ele já pôs a mão na minha boca e meteu o restante do pau dele todo no meu cú. Estava lubrificado, mas a violência da metida aliada ao tamanho da vara me fizeram ver estrelas e tentar berrar. Ele, após fazer seu saco encostar na minha bunda, ficou imóvel, me fazendo acostumar-me com a caceta dele em mim. Zeca então começou a bombar, e eu gemendo ele ficou mais calmo e disse que ele adorava brincar com um cú e que agora ele iria começar a brincar com o meu, tirou então seu pau todo e me disse que meu cuzinho que já estava arregaçado, mandou eu piscar e eu piscava meu cú de tesão, enquanto ele passava os dedos nele dizendo que aquilo sim é que era bunda boa de foder. Eu quase gozei de tesão, ele vendo que eu estava muito excitado, mandou eu deitar na cama, colocou minhas pernas em seus ombros e me deixou na posição de frango assado, completamente arreganhado para ele. Então vi o que ele queria dizer com brincar, para Zeca o gostoso era sentir seu cacete enorme sair inteiro do meu rabo e vê-lo entrar todo de novo junto com a minha expressão de prazer e dor e foi isso que ele fez comigo sem dó. Tirava tudo, punha a cabeça na beiradinha e enfiava tudo de novo. Começou com movimentos rápidos, tirando e pondo aquele pau, fazendo aquele barulho abafado de cú sendo alargado (blof, blof).

Comecei a gritar e a gemer na rola dele pedindo para ele parar um pouco pois estava doendo, disse para ele cara você tem uma piroca muito grossa está me arrombando todo. Ele falou você não é viado, não gosta de pica? Então cala a boca e toma vara sua putinha sei que tudo isso é manha sua, dizia pra eu apertar com o meu rabo seu pinto grosso. Mudamos de posição várias vezes, falei para o Zeca deitar de barriga para cima, ergui seu mastro e fui sentando em cima, bem devagar, aos poucos rebolava, pra dar espaço e penetrar mais fundo. O pau dele entrou de uma só vez, o cara deu um gemido de macho que me deixou mais ainda com tesão. Eu galopava em cima como uma vadia, ele socava muito forte e me xingava de todos os nomes, e dizia que queria me entupir com sua porra, fazer a porra dele sair pelo meu pau, o cara era difícil de gozar. E dizia tá vendo só como você agüenta rola sua putinha manhosa, derrepente ele tirou seu pau, arrancou a camisinha e gozou litros de porra na minha cara. Eu fiquei lá, com a cara coberta de porra e aquele pauzão amolecendo na minha cara. Não resisti e pus aquele pau meio mole e meio gozado na boca, e comecei a punhetar-me. Ele vendo que eu queria gozar ajudou-me, metia seu pau gozado na minha boca, enfiou dois dedos no meu cú e eu gozei em cima da cama. Já era quase 20:00hs e no decorrer desta noite ele me fez pagar mais um boquete até gozar, zeca falava sacanagens para mim enquanto isso ele dizia que sempre quis uma companhia assim, e me pediu para dar para ele sempre que tivesse oportunidade. Foi uma noite prazerosa disse para ele, e que fogo pra isso temos de sobra para repetir a dose, isso deu pra perceber disse Zeca
rs. Tomamos um banho ele pagou a conta e nos despedimos, Ele pagou a conta e cada um seguiu para a sua casa.

Se você é Ativo, saudável, e sem frescuras, acima de 30 anos e se tiver afim de repetir a dose comigo me envie um e-mail a minha preferência são aos ativos do Rio. Só responderei e-mail´s de pessoas ativas, simples e discretas como eu 32 anos 1,75, 75kg.

rmrj32@gmail.com

Dando cano no policial

dezembro 16, 2006

charles_xavierxx@hotmail.com

Oi gente… Eu adoro fazer relatos ficticios pornos… Então eu tenho um bocado de histórias, e resolvi postar essa aqui, é sobre um policial, que ao visitar a casa de paulo, teve uma tarde maravilhosa… espero que gostem… Se alguem comenta aqui eu posto outras das minhas histórias…

Campainha toca, Paulo. Um homem, malhado, e um pouco queimado de sol, estava apenas com um calção e segue para atender a porta…. Era um policial de mais o menos 1,70, fardado, e com óculos escuros…

-Sim… – Diz Paulo…
-Você é Paulo Rocha? – Fala o policial com um papel na mão
-Sim sou eu mesmo… O que posso ajudar policial… Tony… – Diz lendo em sua farda.

O policial que ate então não tinha reparado no moço, começa a examina-lo… Olha o peitoral do rapaz e fica um tempo a apressiar seus mamilos e seu corpo bem definido… Depois fita as cochas do rapaz, e o volume que estava dentro do calção…

-Tenho uma multa para o Sr. Rocha… – Diz nun tom irônico o Policial…
-Multa… Mas não pode ser… – Ele pega o papel das mãos do policial… – O que??? Quinhentos Reais???
-Você cometeu várias infrações sabe moço… Ai deu nisso… – Diz passando as mãos no ombro de Paulo…
-Mas eu não tenho esse dinheiro…
-Bem… Agente pode entra para conversar sobre o dinheiro… Hoje é minha folga mas eu tinha que ter feito isso ontem… Então estou exausto… Se me deixar entrar podemos discutir uma forma de pagamento…
-Claro… Claro… – Diz saindo da frente da porta pro policial passar… Ao ver o policial passando, da uma boa fitada na bunda do oficial, E quando Tony percebe, ele tenta disfarçar…

Os dois se sentam no sofá…. E o policial faz uma cara tentadora… E fica se movendo lentamente…
-Como sugere que eu pague isso policial? – Dizia Paulo sacando as intenções de Tony…
-Pode ser de várias maneiras… – O policial se aproxima um pouco de Paulo e põe sua mão sobre a cocha grossa do rapaz…
-Acho que sei como você quer que eu pague… – Ele pega a mão do policial e a põe sobre seu calção fazendo-o sentir seu membro que pulsava mais e mais…

Tony, com a mão livre passou sobre a nuca de Paulo, e o beijou intensivamente… Sua lingua percorria todo o queixo de paulo, ate chegar a sua boca, e quando chegava, ele o beijava como se aquilo fosse vital para sua sobrevivência… paulo, apenas deixava tony conduzir a situação, e passava as mãos pelo corpo do policial com uma vontade imensa de rasgar aquele uniforme…
-Eu quero ser sua… – Gemia o policial e depois voltava a passar a língua pelo rosto de Paulo…
Paulo com muito esforço tirou Tony de cima dele, e começou a desabotoar a camisa do policial…
-Quero ver você peladinho… – Dizia Paulo mordiscando a orelha de Tony ate retirar o ultimo botão…
Depois dos botões abertos, Tony retira sua camisa, e arranca sua calça o mais rápido que consegue… E fica apenas com uma cueca muito pequena… E por Tony ter uma bunda grande e deliciosa fazia a mesma ficar com uma boa parte aparecendo… Paulo não agüentou aquela tentação… Puxou Tony pelo pescoço e o beijou com muito voracidade… Depois colocou sua mão no cabelos de Tony, e fez o mesmo chupar todo o sue pescoço, e foi descendo cada vez mais… Fazendo ele lamber seu abdômen e chupar seus mamilos …

Depois de Tony percorrer toda a parte superior do corpo de Paulo… Paulo com a mão ainda nos cabeços de Tony… Fez a boca dele parar no enorme volume no calção… Onde Tony chupava com muita vontade o pinto de Paulo ainda no calção… Tony chupava com cada vez mais vontade… Adorava sentir aquele volume pertinho da sua boca… Ate que Paulo abaixou o calção e pois aquele pau para fora… Tinha apenas uns 18 cm, mas era bem grosso… Tony… Chupava aquele pau com muito vontade… Ficava chupando e chupando sem parar… Ele chupava, ate engasgar… Depois tirava da boca e chupava ate chegar as bolas, e mamava nas bolas por um tempo E depois começava de novo… Ate que Paulo, tirou seu pênis da boca de Tony, e enfiou sua língua dentro da boca de Tony… E deu um beijo muito gostoso…

-Quero a sua bundinha… – Dizia na orelha de Tony…
-Ela vai ser toda sua… – Tony abaixa sua cueca… E esfrega ela pelo corpo de Paulo… ate que ele sobe em cima de Paulo, ficando de frente para o mesmo… E bota seu cuzinho bem perto do pau de Paulo… Que pulsava de tanto prazer… – Me faz seu… Me faz…
Nisso Paulo segurou na cintura de Tony, e o empurrou com tudo para baixo, fazendo seu pau entrar por inteiro de uma só vez…
-Ahh… Isso Minha putinha… Agora rebola vai…
A dor foi tanta que Tony foi levantar… Não conseguia nen falar… Mas Paulo o segurou com força e continuou estocando cada vez mais e mais na bunda de Tony… Tony gemia de dor e prazer… Mas não conseguia sair dali… Ate que foi se acostumando a dor… E foi rebolando devagar sobre a tora de Paulo…
-Ahhh… Delícia… – Diz Tony rebolando cada vez mais agilmente…
-Isso sua putinha rebola vai… Vou te enraba o dia todo… – Dizia empurrando a cintura de Paulo bem pro fundo…
Tony rebolava mais e mais… E de cada rebolada, dava um beijo quente em Paulo… Ate que ele conseguiu sair dos braços de Paulo… E se jogou no sofá…

-Quero que me coma de 4
-Vai se um prazer… – Ele chega perto da bunda de Tony, da um tapão nela com toda a força que possui…
-Ohhhh – Gemia Tony
-Agora você vai aprende sua puta…

Ele mira no cu de Tony, e enfia com tudo, vai enfiando e enfiando, põe suas mãos no ombro do rapaz, e traz o corpo dele todo para seu pau…. Tony gemia, era forte a dor, mais o prazer o tomava por um todo… Ele ia pra trás, e rebolava enquanto Paulo o fida e dava fortes tapas na bunda de Tony… Até que ele empurrou a cabeça de tony pro sofá, fazendo a mesma colar lá, e sua bunda ficar mais alta, ele se levantou e começou a fode-lo mais e mais… Ele pulava, e dava uns tapas na bunda de Tony a cada estocada, como se tivessi nun rodeio, e o Tony fosse o touro, e ele o montador querendo o prêmio, gozar dentro de Tony…
-Ta na hora do leitinho… Sua puta…
-Me dá… Me dá… – tony tirou a bunda da tora de Paulo, e começou a chupar o pinto dele de novo, e a bater uma para si próprio, até, que Paulo gozou na cara de Tony e esparramando aquela goza pelo rosto do policial… Que lambia sem desperdiçar nenhuma gota… Depois Paulo, bateu uma pra Tony, Que depois de pouquissimos segundos, ja estava gozando…

Depois disso, o Policial, levanta com voracidade, e pede para tomar um banho… Paulo ainda ofegante, balança a cabeça, e fica la deitado no sofá, acariciando seu pau…

Intantes depois, tony chega ja vestido, e com o cabelo molhado, e espetado para cima…
-Ja tomo banho? – Dizia com cara safada Paulo
-Ja sim… Valeu pela ducha… E pelo dia divertido que tivemos…

Paulo, ainda tava cheio de tesão, mas percebeu que por hoje ja tinha dado o suficiente pra Tony… E principalmente ao ver Tony saindo pela porta…
-Tony…
-Sim… Há… Ja tinha me esquecido – Ele pega a multa do bolso, rasga no meio, e joga no chão, manda um beijo pra Paulo, e sai para sua viatura. 

Eu e meu professor descobrindo coisas novas juntos

dezembro 10, 2006

gostoso_d2@hotmail.com

Para muito gente ser gay é como a cor da pele, ou você é branco, preto, amarelo, ou albino. Não há meio termo. Se nasceu de um jeito, jamais ficará de outro. Minha opinião sobre esse assunto é totalmente diferente. Claro, esse fator “gay” pode ser ligado ao nascimento, talvez em alguns casos isso já nasça junto com o indivíduo, mas em outros casos pode ser que ocorra ao longo da vida. Esse é meu caso…

Moro em Curitiba-PR, para quem não sabe, uma cidade fantástica. Muito gente diz que o povo daqui é ignorante e chato, mas não é totalmente verdade. É um povo curiossísimo e muito acolhedor. Basta alguém cair em algum lugar ou precisar de qualquer outro tipo de ajuda que surge muitas pessoas dispostas a ajudar.
Eu me chamo João Vítor (nome verdadeiro tá, não tenho nenhum medo, existem mihlões de João Vítor por aqui)… Tenho 19 anos… Já me considero meio velho, imagine quando eu tiver 40?!
Não sou muito bonito, e sempre admiti isso. Algumas pessoas concordam comigo, mas outras, amigas minhas e outras garotas, dizem que eu tenho cara de safado e que deixo elas de pernas bambas. Interessante, elas realmente não me acham bonito, mas me acham atraente… Oo
Eu sou loiro, com um cabelo finíssimo que parece de bebê. Minha avó sempre me disse que vou ficar careca cedo como meu falecido avô. Meus olhos são castanhos esverdeados, meio loucos, pois dependendo do meu humor ficam verdes. Tenho 1,74 de altura (considero-me muito baixo) e 64 kilos… Sim, sou magro.
Lógico que aconteceu algo comigo, pois se não eu não estaria aqui nesse site contando tudo isso a vocês. O mais estranho, contudo, é que, como muitas pessoas, eu não estou com medo, magoado ou tentando esconder tudo de mim mesmo, muito pelo contrário.
Como trabalho o dia todo num shopping como vendedor, tenho que estudar à noite. Estudo perto do meu serviço mesmo, num cursinho pré-vestibular. Lá tenho muitas amigas… Sim, tenho muito mais amizades com mulheres do que homens. Muita gente por lá acha que eu sou gay… Nunca fui afeminado e nunca tive atração por homens… Minhas amigas me defendem, mesmo por que já fiquei com todas elas, mas mesmo assim todo mundo me enche o saco…
O mais estranho, contudo, é que não me irrito quando me chamam de gay. Eu viro e falo com a maior naturalidade do mundo: “infelizmente eu não sou gay não, e não preciso provar isso a ninguém”… É, isso quebra muita gente. Para que todos querem me ver chorando, desmunhecando, brigando ou sei lá o que mais…
Meu primeiro “caso” homessexual não foi bem um caso e eu não considerei-o como homossexual. Estranho, não é?!

No meu cursinho eu me destaco entre os demais alunos nem tanto por notas, mas pela amizade com os professor. Meio estilinho puxa-saco, sempre tive muitas amizades com professores. SOu daquele tipo de aluno que sempre estã com um sorriso quando o professor entra na sala, sempre tem uma piadianha na ponta da língua… Pois bem…
Como já deve estar sendo previsivel, o “caso” que citei acima tem algo haver com um professor meu. O nome dele é Ricardo (esse nome sim é fictício). Tenho aulas com ele desde que estava na sétima série… Quando cheguei ao terceiro ano, o ditocujo continuo a me dar aulas… E o pior é que eu gosto dele, da matéria, história, que amo… Ele é muito bacana, sabe, um professor amigo, que ajuda os alunos, tem um bom papo… Mas falando agora fisicamente… Ele tem vinte e oito anos, sei exatamente por que em quase todos os anos minha classe fazia uma festinha de aniversário para ele… É loiro, com um cabelo meio esquisito, tipo americano… Pra ser sincero ele tem mais cara de aluno do que professor…
Eu nunca percebi nada de estranho nele, assim como não percebi em mim. Sempre fomos amigos e simplesmente isso. Até falávamos sobre mulheres, as namoradas dele e minhas e talz… Mas nesse ano tudo começou a mudar…
Esse tudo começou a mudar teve início num dia em que eu voltava da aula de educação física (sim, aqui graças a Deus tem essa divina matéria, mesmo no cursinho)… Como adoro jogar volley (outro motivo para acharem que sou gay), fui ao banheiro no fim da aula me lavar e voltei para a sala como a maioria das pessoas que praticavam esportes: todo suado, com a camiseta nas costas para chamar a atenção das garotas da classe antes dos professores ralharem com a gente e termos que vestir as camisetas…
Eu não tenho um corpo lindo, musculoso, como já disse sou magro. Sou bem peludo, puxei isso do meu pai, e minha amigas acham minha barriguinha peluda “sexy”… Realmente não entendo isso… Quando entrei na sala o professor Rodrigo já tava explicando algo sobre a guerra fria… Ele olhou pra mim direto nos olhos, e em seguida desviou o olhar pra minha barriga, rapidamente disfarçando… Olhei a isso sem achar nada de mais, afinal professores não gostavam quando os garotos chegavam assim dentro da aula.
– Vítor… Põe logo essa camiseta e sente!
Obedeci, tudo estava como sempre. Sentei ao lado das minhas amigas e comecei a assistir a aula. Foi a partir daí que comecei a perceber algo estranho… Uns vinte minutos depois de eu ter entrado o professor passou algumas coisas no quadro e sentou em sua mesa. Às vezes eu percebia ele claramente me olhando, e já estava começando a achar a coisa meio estranha… Ele olhava para mim, disfarçava, olhava de novo… Mexia-se na cadeira meio incomodado com sei lá o que… No fim da aula ele saiu normalmente, mas não sem antes me dar mais uma olhada.
Eu achei que tava ferrado. Achei que ele ia se queixar de mim na diretoria por eu ter entrado na sala daquele jeito. Fiquei preocupado… E somente dois dias depois, em outra aula dele, foi que me aliviei em ver que ele não havia feito nada daquilo…
Era a quarta aula e quando esta acabou saímos para o intervalo. Como de costume minhas amigas saem se quebrando para ir até a lanchonete e não enfrentarem a fila, por isso fiquei para trás. Estava saindo do corredor quando o professor me chamou lá de trás, quando acabava de fechar a porta da sala.

– Vítor…

– ahn… Fala professor.
Eu fui até ele e então voltamos a fazer aquele caminho que eu estava fazendo. Ele segurava como de costume muitos materiais, e parecia meio arcado sob o peso destes.

– Pode me ajudar? – pediu ele com a voz meio sufocada pelo esforço.

– Claro…
Dividimos os materiais e eu o acompanhei até a sala dos professores, recebendo minha vaias por supostamente estar puxando o saco dos professores. Ele guardou tudo no armário e me agradeceu.

– Graças a Deus essa é minha última aula da semana… Tô quebrado…

– Idem… Então eu vou indo, a Josi foi comprar lanche pra mim…

– Espera Vítor, quero falar uma coisa com você.

Novamente fiquei com medo. Ele não era do tipo de pessoa que dizia que precisava falar alguma coisa. Falava e pronto.

– Pode falar…

– Aqui não, vem comigo.

Assustado, segui ele sem saber para onde estávamos indo. Quando percebi, estávamos indo para a garagem, que fica no subsolo do prédio. Não falei nada, mais assustado do que nunca, até chegarmos ao carro dele: um gol bola branco.

Sem falar também, ele abriu a porta do motorista, e em seguida abriu a porta do passageiro para eu entrar. Entrei e esperei a bomba cair sobre mim.

– É meio confuso falar sobre isso…

– Isso o que?!

– Nao quero que você fique bravo comigo mas…

– Fala logo, se for notícia ruim diga! – eu falei com nervosismo. Por que ele me levara até lá para contar aquilo?

– É que… Bem…
Ele estava hesitando… E isso não era muito normal para ele… Como já falei, ele era bem direto.

– Vítor… É que eu estou me sentindo atraído por você…

Se ele tivesse dito que eu estava reprovado eu teria ficado menos surpreso. Arregalei os olhos e continuei olhando para ele, sem palavras.

– Você é gay? – perguntei sem rodeios.

– Nãããão… – disse ele arrastando a negativa. – Nunca fui… E nem nunca senti atração por homens… mas agora…

Era estranho, mas eu estava começando a sentir uma coisa fiderente naquele momento. Além da incredulidade e da surpresa, uma coisinha começava a aumentar. Eu encarava aquele homem sentado ao meu lado, respirando meio rapidamente, sinal de nervosismo.

– Desculpa Vítor, mas vou ficar louco se não fizer isso…
Sem mais nem menos ele colocou a mão em cima da minha perna e subiu-a suavemente até chegar ao meu pau. ele não estava duro, ainda não… Senti um fogo se apoderar de mim, como se eu estivesse a ponto de explodir… Pouco tempo depois meu pau já estava duríssimo.
– Não fale nada… – disse ele quando eu abri a boca para falar.
Lentamente ele abriu o zíper da minha calça jeans e tirou meu pau para fora. Comecei a tremer de medo, surpresa e tezão. Como o carro estava fechado aquele cheiro de pau (o normal, sem nada de sebo) invadiu meu nariz.

– Prof…
Mas antes que eu terminasse a frase ele já encostava lentamente a lingua na cabeça do meu pau. Quase gritei de tezão. Eu era virgem, ainda não contei, e o único contato sexual que já tive foi com uma ex-namorada, mas não passava de contatos manuais…
Ele começou a chupar meu pau… Confesso que estava uma delícia… Olhei para os lados para ver se não vinha ninguém… Não, estava tudo muito calmo.

– Tá gostoso? – eu ouvi ele falar enquanto estava de olhos fechados apreciando aquela boca.

– Táááá… Continua…
Ele continuou chupando meu pau por algum tempo até eu começar a dar sinais de que ia gozar. Não queria gozar na boca dele… Não… Mas não deu tempo…
Eu gozei muito. E ele aparentemente engoliu. Ainda com meu pau na boca, ele tirou o pau dele para fora e bateu a punheta mais rápido que já vi na vida, melando além da roupa o banco e o volante do carro.
Muito rápido ele enfiou o pau dentro da calça e analisou toda a sujeira.

– Posso ir? – perguntei assustado com a expressão dele.
Ele não respondeu.

– Posso ir? – repeti.
Qaudno ele me olhou com uma cara de raiva senti medo, abri a porta do carro e sai rapidamente dali. Por sorte ainda não havia tocado o sino e não cheguei atrasado na aula…
O mais estranho é que a imagem daquele pau grande e peludo dele soltando porra não saía da minha cabeça. Será que eu estava virando gay?!!?!?!?!?! Não… Não podia… Ninguém iria ter razão ao ter achado isso de mim…
(Continua) 

Bichas devassas

novembro 25, 2006

Bichinha um
Da minha janela vejo a bichinha que mora no prédio em frente ao meu, o mesmo prédio em que mora o garoto do boné vermelho, chegando. A bichinha tem um namorado, um rapaz mais velho, funcionário público bem remunerado, de vida estabilizada, que parece ser apaixonado pela bichinha que mora numa república estudantil com mais três estudantes. A bichinha é acadêmica de artes cênicas. Até aqui tudo poderia ser perfeito, se a bichinha não fosse uma devassa.
Como das outras vezes, o namorado deixa a bichinha em frente ao prédio e ela nem sobe ao apartamento, espera na portaria mesmo o namorado dar partida no carro e ir embora, ela sai em seguida. Vai para o bar que fica na esquina debaixo para ferver um pouco e galinhar. Às vezes volta acompanhada por algum bofe disposto a sexo causal e animal. Talvez a culpa seja do namorado ou talvez ninguém mesmo tenha culpa.
Bichinha dois>
Ainda da minha janela assisto de camarote um churrasco que rola no prédio ao lado, nesse prédio mora um bofinho que quando está de bom humor se exibe pra mim, e eu babo. O motivo do churrasco é para a bichinha que mora nesse prédio comemorar o apartamento que ganhou do pai. O churrasco está acontecendo na piscina do prédio que fica nos fundos, atrás do prédio, a minha visão é privilegiada. Tenho que confessar que também fui convidado para esse churrasco, mas, compromissos da janela, cuidar da vida alheia, me impediram de ir, uma pena, porque bofes maravilhosos também foram convidados e compareceram ao festim licencioso.
A bichinha não deixou de convidar para festa do apê nem o ex-namorado, um bofe muito gostoso que atualmente não namora mais um gay, voltou a sua origem de hétero. Mas, não trouxe a namorada ao churrasco. E, conforme meu olhar aguçado de águia, estava sendo insistentemente assediado pela bichinha que deveria estar querendo relembrar farras do passado. O bofe tem fama de ser dotadão.
Bichinha um
No bar a bichinha que despachou o namorado para dormir cedo fervia com um michê que deixa fazer uma chupetinha por dez reais e mais algumas cervejas. As cervejas a bichinha já estava pagando, a chupetinha vem depois. O michê na verdade não era um garoto de programa, era um espertinho que se aproveita da situação para lucrar bebida free e uma gozada depois. E, claro, um trocado no bolso, nem que fosse pouco. O michê era adepto da filosofia antes pouco do que nada, sabia que não poderia tirar muita grana de um estudante.
Enquanto a bichinha servia mais cerveja no copo do michê, não conseguia deixar de descer os olhos até a mala do bofe, um exuberante volume era exibido entre as pernas, exprimia-se dentro do jeans justo, muito agarrado nas fortes coxas másculas. O bumbum do michê também chamava atenção, mas eram suas atitudes de macho um tanto quanto vulgar, principalmente as constantes pegadas na mala, que deixavam a bichinha cada vez mais excitada. Tanto é que numa das vezes que foi colocar mais cerveja no copo do bofe se perdeu entre as pernas dele e encheu o copo até derramar sobre o balcão.
Bichinha dois
No churrasco os olhares da bichinha sobre os bofes convidados não eram diferentes, olhares ardentes de desejo, tesão explícito em gestos e palavras. Só mesmo o namorado não percebia ou preferia fazer de conta que nada via. O amor tem dessas coisas, às vezes prefere não ver os defeitos da pessoa amada, outras não consegue suportar a idéia do que seus olhos vêem, preferindo imaginar que é melhor arranca-los da face do que ver a traição e perder o amor traidor.
A bichinha precisou tomar algumas providências junto à churrasqueira para orientar o bofe churrasqueiro que era preciso deixar a grelha num nível mais acima para não queimar a carne por fora deixando crua por dentro, também aproveitou para dar instruções sobre a lingüiça. Para falar da lingüiça a mão boba da bichinha esperta foi parar embaixo do avental do bofe churrasqueiro, indo de encontro ao esperto. Uma bela pegada atrás da mureta que separava a churrasqueira das mesas, ninguém poderia suspeitar da ousadia da bichinha, menos ainda o namorado que estava de costa, apoiado na mureta. Chifrudo.
Bichinha um
Depois de dividir com o michê a sexta garrafa de cerveja a bichinha convidou o bofe pra subirem, subir significava ir embora. Paga a conta, os dois deixaram juntos o bar. Sem cerimônia o michê pediu dez reais, a bichinha riu e propôs uma chupeta básica. Uma chupeta básica significava sexo oral rápido feito na rua mesmo. Já com os dez reais no bolso o bofe se deixou chupar encostado num muro, atrás de uma árvore que deixava o lugar meio escurinho. O bofe estava em pé com a calça aberta, o pau pra fora, muito duro servindo a bichinha que se deliciava com seu acepipe gigantesco que era ora enfiado quase inteiro dentro da boca e ora esfregado por todo o rosto como objeto de prazer. Quinze minutos depois um potente jato de porra atingiu a cara da bichinha espalhando o líquido branco e viscoso pela testa, nariz e queixo. Para aproveitar as gotas finais, uma última e forte chupada. A bichinha gozou na cueca de tanto tesão. Enquanto isso o namorado dormia o sono dos que confiam.
Bichinha dois
E no churrasco já rolou muita cerveja, a lingüiça já circulou como aperitivo e finalmente tinha chegado a hora da picanha. Enquanto o namorado da bichinha conversava com um grupinho, ela não teve dúvida que a hora era aquela. Enfiou o ex-namorado no banheiro aos olhos de alguns e trancou a porta. Primeiro uma breve ajoelhada para render homenagem ao gigante falo do ex e finalmente com um pé apoiado no vaso sanitário e as mãos espalmadas na parece, recebeu fortes estocadas do macho na bundinha insaciável. Gemeu baixo, mas a vontade era urrar de prazer pra todo mundo saber que ela estava sendo possuída pelo bofe pintudo. Enquanto isso o pobre namorado conversava com os convidados que imaginava fossem amigos, mas eram tão amigos assim, que riam da cara do otário.
Bichinha três, a da janela, ops…
Chega dessa vida de só contemplar da janela a sacanagem alheia. Chegou a minha vez, pego a minha agenda, procuro e felizmente acho o número desejado, ligo e marco uma visita ao meu apê para os gêmeos dominadores. Eles são uma delícia, um enraba com força e não solta por nada e o outro segura pelos cabelos enquanto enfia o pau até bater a cabeça na garganta. Podre? Quem? Eu? Imagina…

Beto Woicikieviz

Londrina, 28.02.2005

Diário de Um Michê

agosto 21, 2006

Beto W /escritor de contos

Ele levanta e vai tomar banho. E eu continuo deitado olhando para a porra dele sobre o meu peito, escorrendo para minha barriga. Tornando-se líquida, perdendo a consistência como perde toda porra depois de algum tempo, depois de ter sido ejaculada num êxtase de prazer, num momento de gozo. É a parte que eu gosto, o gozo. Não o meu gozo, mas o gozo do outro. Ver o momento do prazer se estampar no rosto. E verdadeiro. Homem não é como mulher que finge o gozo. Homem goza mesmo. Mesmo que custe algum dinheiro, como agora, esse que acabou de me dar o prazer de vê-lo gozar é um michê. Um desses garotos de programa baratos que fazem ponto em bares e até na rua. Eu já o conheço e não é a nossa primeira vez juntos. Gosto dele, é bonitinho, corpo legal e pinto na medida exata do prazer, um pinto esguio. Sobe até quase atingir o umbigo e não é tão grosso. Limpo. Há pinto que têm um aspecto de sujo, mal cheiroso, o dele, não, mesmo quando não está exatamente cheiroso, engana, parece limpinho. Fico de fato penalizado com as roupinhas baratas dele, com o português errado que ele fala, com sonhos distantes da realidade… Fico puto com as histórias tristes reais e fictícias que ele sempre me faz ouvir. Se eu quero saber de desgraça assisto o noticiário na TV, quando eu saio com um michê eu quero prazer, fugir da realidade, mesmo a minha vida não é lá um conto de fadas. Às vezes penso em pagar dobrado ou um pouco mais, depois desisto, se o fizer só vou piorar a vida dele, vai esperar o mesmo a cada programa com outros clientes e ficar desapontado com o recebimento do que foi combinado. E, a vida é assim mesmo, cruel. De um jeito ou de outro ele e eu estamos fodidos iguais.
A mochila dele está jogada ao lado da cama, meio aberta, vejo uma agenda, sinto um desejo de fuçar, ver se ele agenda os programas que faz, se anota algum comentário a respeito como aquela menina, aquela putinha que escreveu um livro, a Bruna Surfista. Não devo fazer isso. Fui educado para não mexer nas coisas dos outros. Mas também fui educado para gostar de mulher e não dar a bunda. Não gosto de mulher e dou a bunda. Logo, posso mexer nas coisas alheias. Enfio a mão dentro da mochila com receio, ouço o chuveiro ligado, quando ele desligar para se secar eu devolvo a agenda à mochila. Abro. Não é uma agenda de compromissos, é uma espécie de diário. O diário de um michê.
Abro alheatoriamente, para ler alguma coisa, procuro os últimos meses do ano, relatos mais recentes:
17 de abril… …hoje precisei deixar um velhote da praça dos aposentados me chupar por dez reais. Estava duro, dois dias sem fazer um programa, estava com fome, não tinha jantado, nem tomado café e já era quase três da tarde, os dez reais foi para eu almoçar. (…) Deixei o vozinho me chupar quase uma meia hora, a chupeta rolou no banheiro da praça mesma. No começo senti novo, ele usa dentadura, dava para sentir um negócio meio solto na boca dele… Gozei na boca, ele disse que já está muito velho para ficar se cuidando…
29 de abril… Dormi na casa de uma mona gorda. Ontem o viado pagou minha conta na boate e me levou para casa dele. Prometeu dar cem reais para eu dormir com ele. Foi foda. Era para dormir abraçadinho a ele. Tive que fazer um puta esforço e abraçar a baleia. Não tive que comer, ainda bem. Ele me chupou um pouco de manhã cedo, mas nem deu tempo de gozar, ele estava atrasado, tinha que sair. Melhor. O bom de tudo isso está na minha carteira, duas notas de cinqüenta reais…
5 de maio… Tentei fazer um programa pela internet. Gastei toda minha grana num cyber e a tarde inteira. Nada. À noite precisei sair fazer rua. Odeio fazer rua, é muito humilhante, só faço quando não tem jeito mesmo, me sinto como carne numa vitrine refrigerada de açougue. Três carros pararam e nada, só conversa fiada. Um pediu para ver meu pau, abri a calça e mostrei, ele pediu para deixar o pau duro, eu falei que na rua não tinha jeito, ele pediu para eu chegar perto do carro, bem perto da janela, meteu a boca… O viado queria uma chupeta free. Foi com o quarto carro, quase três horas de calçada que eu consegui um programa. Um Gol preto com os vidros escuros parou para falar com outro michê que estava meia quadra distante de mim, o michê fez sinal para eu ir até lá. Fui. O cara estava a fim de um programa com dois michês. Topei. Entramos os dois no carro e fomos para o apê do cara. Rolou muita putaria, o cara enfiava nossos paus na boca, tentava ficar com os dois dentro da boca. Deu para um enquanto chupava o outro, colocou um DVD com uma cena de dupla penetração, queria fazer igual, tentamos, mas não deu muito certo. Umas duas horas depois ele nos levou de volta, antes passou num McDonald drive-thru e pagou lanche para nós, nos deu a nossa grana e nos deixou no ponto que nos pegou. Até que foi massa o programinha. Ele ficou de nos procurar para repetir.
Passo para o mês de junho, na verdade quero achar o dia que transei com ele da outra vez, não lembro ao certo que dia foi, acho que foi no começo do mês passado, junho. Quero ver o que ele anotou a respeito…
3 de junho… Hoje não estou bem, sei lá o que aconteceu. Aconteceu de novo, meu pau ficou duro e já amoleceu em seguida e não endureceu mais. Fiquei doido. Precisando de grana, com o cliente na mão e pau fazendo greve. Não deu. Por mais que me concentrasse, nada. Parecia maldição. Não sei o que aconteceu. Justo eu, meu pau está sempre mais duro que mole, mesmo quando estou de bobeira. Quando eu era molecão lá no interior teve um dia que bati dez punhetas, meu recorde, dez. Já fiz igual o Romário, dei duas sem tirar de dentro. Foi foda. O cara estava subindo pelas paredes, louco para dar e eu de pau mole. Ele chupou, lambeu meu saco, enfiou o saco inteirinho dentro da boca, não sei como ele consegue fazer isso, nunca ninguém tinha feito antes isso comigo. Lambeu meu cu. Até meu pé ele lambeu, disse que curte pés, é pedólatra, me explicou. Sorte que ele ficou com dó de mim, contei uma história bem triste, e pagou a grana combinada.
Ele desligou o chuveiro do banheirinho do motel ordinário, desses motéis de centro de cidade que a gente vai a pé mesmo, cuja única vantagem é ser barato. Barato e sujo, os lençóis são reaproveitados várias vezes antes de ir para lavanderia. Ainda quero ler o que ele já fez hoje ou ontem…
20 de julho… Hoje ele ainda não anotou nada. Acho que estou sendo a primeira transa ou trabalho do dia…
Ontem: 19 de julho… Hoje o dia foi bom, nem lembro quando fiz três programas num mesmo dia, já fiz, mas faz muito tempo. O melhor de todos foi com o carinha novinho, também fazia muito tempo que eu não beijava um viado na boca, mas ele parecia uma menina. Bundinha lisinha, branquinha, um tesão. Cuzinho rosado. Não resisti e meti a língua. Depois mandei rola, nossa, fazia tempo que não metia com gosto num rabo. Ele gemia gostoso. Pena que não quis me chupar, teria adorado ver aquela boquinha gostosa mamando no meu pau…
Não dá mais tempo, jogo rapidamente a agenda-diário dentro da mochila e me estico na cama, fecho os olhos e faço de conta que estou relaxando enquanto espero minha vez de tomar banho no banheirinho que não cabe dois dentro.
Despedimo-nos na porta do motelzinho mesmo. Antes de partir em rumo ao estacionamento que deixei meu carro, entrego uma nota de cinqüenta reais e digo para ele ficar com o troco, a foda foi boa, comento com certo desdém. Na real dei vinte reais a mais por conta do diário. Pago o estacionamento para um gostoso que trabalha lá, dou uma olhada libidinosa percorrendo todo o corpo dele e finalmente paro nos olhos, olho no olho para que saque qual é a minha, volto o olhar para o volume entre as pernas, perfeito, o jeans justo delineia as coxas firmes e o volume que entendo por um saco e um pau de bom tamanho. Ele deve estar acostumado com esse tipo de olhar. Percebo no rosto dele um leve sorriso de satisfação. Pergunto até que horas ele trabalha. Ele diz. Convido para um chopp. Ouço em resposta: passa aí para me pegar então…

Se Você também é um escritor de contos, mande para a gente, teremos o maior prazer em divulgar.

O menino que queria dar

julho 25, 2006

Autor: Escritor de Contos

Meu pai sempre me dizia: Meu filho, há três coisas que ninguém segura, são elas água ladeira abaixo, fogo morro acima e uma bicha quando quer dar o cu. Na época eu era um púbere ingênuo, por isso não entendia muito bem o que papai queria dizer. Depois, com o tempo, fui ficando mais espertinho e hoje, já com mais horas de vôo que urubu, sei perfeitamente o que esse sábio provérbio que meu igualmente sábio progenitor dizia significa.
Douglas é um pubescente que está caindo na vida como todo garoto da idade dele faz quando descobre que é bichinha, quer dar todo dia, até várias vezes ao dia, e para quem quiser comer. Naquele dia, o pequeno libertino já tinha tentado todos os seus contatos, nenhum estava disponível às quinze horas de uma quinta-feira. Primeiro Douglas ligou para o carinha da semana anterior, o celular estava desligado. Outros não podiam naquele horário, ainda, outros não estavam afim e uns nem queriam lembrar quem era Douglas, o carinha daquele dia, lembra?! Os contatos pelo MSN também não deram em nada. Nos chats da internet ninguém disposto a uma foda e com local àquela hora da tarde. Os sites só o deixavam mais louco de desejo, olhar para fotos de caras metendo, fazia Douglas arder de desejo, já tinha até batido uma punhetinha com dedo médio, aquele de mandar os outros se foderem, enfiado no cuzinho semi-virgem. Mas, não foi suficiente para aplacar o tesão. Precisava de sexo. Decidiu sair, pegar um ônibus, ir para o centro, no shopping Curitiba talvez o banheiro rendesse um pouco de prazer, como foi da última vez.
Os banheiros do shopping Curitiba são locais de pegação, os seguranças às vezes até flagram, mas a pegação nunca pára, bicha não tem medo do perigo. Da última vez Douglas viveu a emoção se der enrabado dentro do banheiro. Um cara forte que não tinha jeito de gay, mas era, empurrou o para dentro de um reservado, segurando forte pelos cabelos que crescidos quase chegavam ao ombro, deu um beijo forte de língua e fez com que sentasse no vaso sanitário para que chupasse. Quando o zíper da calça jeans soltou o cacete duro, Douglas quase saiu correndo, o pau do cara parecia um mostro, de tão grande. Não tinha jeito, o cara era forte e parecia determinado a fazer com ele o que quisesse. O neófito na arte da felação chupou como se estive sendo fodido pela boca, ora quase se afogava com a cabeçona do caralho lá na garganta comprimindo suas amídalas enquanto sentia o saco grande batendo no seu queixo. Sentia também o cheio de sexo do macho, era muito bom. De repente o sujeito dominador parou de meter na boca, fez um sinal para que esperasse, tirou a carteira do bolso de trás da calça e de dentro uma camisinha, daquelas compradas em sexy-shop, tamanho maior que as normais e com bolinhas que faziam a camisinha parecer uma lixa. Enquanto isso Douglas ajeitou o cabelo e enxugou as lagrimas do rosto, não estava chorando ainda, mas sabia que ia chorar de verdade com aquela pica no rabo. O sujeito era bem preparado para enrabar em lugares públicos, do bolso da frente da calça tirou um sache de gel lubrificante e besuntou o enorme caralho que parecia um mastro. Douglas já sentia o cuzinho arder, talvez saísse dali rasgado de verdade, partido em dois pedaços. Era melhor pedir para o cara não fazer aquilo, quem sabe fosse melhor terminar na boca e pedir para ele gozar na cara. Mas, pela determinação do cara parecia que não haveria acordo. Gritar. Poderia ser salvo pelos seguranças do shopping e arrumaria uma tremenda encrenca, vexame e ter que se explicar à família. Melhor não. Mas na verdade queria mesmo era se desgraçar naquele cacete. Com os dedos contendo um pouco de gel o sujeito fez um sinal para que ficasse em pé, virasse e abaixasse a calça. Com as mãos espalmadas na parede sentiu dedos procurando seu cuzinho que já piscava de tesão. Um dos dedos deslizou para dentro, o prazer já começava. Depois de uma leve palmada, era o sinal que o melhor estava por vir, sentiu uma coisa forte pressionando para entrar e seu cu foi abrindo-se, não tinha outra alternativa a não ser receber aquela rola dentro de si como se fosse a garagem, mas era uma garagem de carro de passeio querendo abrigar uma jamanta. Parecia que todas as pregas do cu de Douglas tinham chegado ao extremo, dali em diante elas iriam se romper uma a uma. O suor corria pelas faces, sentiu uma dor horrível, parecia que iria vomitar de dor. Bombadas rápidas e muita dor. Douglas tinha decidido, e agora jurava por tudo que há de mais sagrado, nunca mais faria aquilo se conseguisse sair vivo dessa.
Dentro do ônibus, indo novamente se aventurar pelos banheiros do shopping, Douglas notou um rapaz bonito em pé quase no fundo do ônibus que estava cheio. Foi se aproximando do rapaz até conseguir ficar ao lado. Olhava nos olhos, descia e conferia a mala. Além de bonito o rapaz usava uma calça justa, muito justa e marcando a mala, a calça realmente delineava o membro, ainda em estado de repouso. Tanto olhou que o rapaz percebeu e resolveu brincar. Desceu uma das mãos da barra em que estava se segurando e deu uma leve pegada, como se estivesse conferindo se estava ali, o precioso. Douglas gostou daquela intimada. Deu um sorrisinho safado que foi retribuído com um olhar sério e uma generosa pegada. Agora o pau do cara não parecia estar em estado de repouso, o volume tinha aumentado. O pequeno safado queria pegar. Ficou louco de tesão. Desceu a mochila que estava segurando e encostou a mão contra o membro duro e rijo, não podia pegar, apertar, como gostaria, mas podia sentir a rigidez encostando a mão bem firme. No ponto seguinte uma grande quantidade de pessoas desceu do ônibus, precisaram se afastar um pouco, o cara teve que enfiar a mão no bolso para disfarçar. Douglas continuou encarado o macho que continuava de pau duro. Douglas também estava excitado. Desceram na mesma estação tubo, o rapaz faria uma conexão ali e Douglas também, seguiriam no mesmo ônibus? O cara encostou-se numa lateral e ficou com as mãos na frente, era visível para quem quisesse ver que caralho dele estava duro. Um ônibus parou, Douglas viu o seu precioso entrar nele, mas não foi junto, seu destino era outro, os banheiros do shopping Curitiba.
Douglas entrou no shopping e desceu pelas escadas rolantes até o piso inferior onde ficam os banheiros. Entrou. Foi para o mictório, já tinham três caras lado a lado. Todos os paus estavam duros. A lugar era um falódromo. Também estava excitado, se bem que interessado no pau dos outros. Um deles gozou. A porra bateu contra a parede escorreu, o cara gemeu baixo. Chacoalhou, gotas ainda saiam. Enfiou rápido o pau para dentro da calça e saiu fechando o zíper, olhando pelo espelho para conferir se estava tudo certo. Os demais tinham assistido tudo sem piscar, sem perder nenhum lance da gozada. O cara que estava à direita de Douglas aparentava ter uns trinta anos, era bonito, bem vestido e perfumado, tinha um pau bonito. Olhou para Douglas e fez um leve sinal, convidando-o para sair do banheiro. Saíram juntos. O nome dele era Renato, convidou Douglas para ir até o apartamento dele. O pequeno libertino aceitou o convite.
No carro, enquanto iam ao apartamento, Douglas já ia segurando o pau de Renato, que dirigia com a calça aberta, o membro de tamanho médio muito faceiro parecia querer olhar para fora do carro e ser visto. Douglas estava indo para mais uma foda. Indo para o apartamento de um sujeito que conhecera a menos de dez minutos, um convite que tinha sido aceito enquanto olhavam um cara gozar na frente de outros três no banheiro público de um shopping. Ia transar com alguém que talvez nunca mais voltasse a ver.