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MEU ÚNICO E PRIMEIRO GRANDE AMOR

julho 1, 2009

SE ESTÁ UNICAMENTE INTERESSADO EM SEXO SALTE PARA AS PARTES 5, 7, 9, 10, 12 E 13.
1º PARTE
Naquela altura eu tinha 16 anos. Meu nome é Bruno, era e sou magro, alto (1,82m), moreno do sol e não acho que sou feio. Nessa altura eu estudava numa turma de raparigas. Dos rapazes que havia eram todos mais velhos que eu 1 ano e éramos só 4:
– um era eu;
– outro era um que tinha tomado bomba no ano anterior e por isso já não era da nossa turma (era alto, moreno e lindo que me deixava sempre com tesão quando olhava para o seu corpo no balneário – claro, sem ele perceber! – o corpo dele era lindo e tinha um PAU!!! Talvez 19cm! – todas as garotas se apaixonavam por ele e eu também tive uma paixoneta);
– outro era um loirinho gatão que tinha uma bundinha virgem tão apetitosa (eu desejava tanto lhe tocar, mas nem sequer falava para ele. Apesar de sermos da mesma turma nós não falávamos porque ele só convivia com a namoradinha. Andava sempre agarrado a ela – eu até cheguei a sonhar com um ménage à trois entre nós);
– e o último era o meu grande amigo Alex.
Eu e o Alex éramos bons amigos, por isso eu não conseguia olhar para ele com tesão, mas isso tava para mudar.
2ª PARTE
Quando o loirinho se lesionou ele deixou de fazer física, por isso éramos só eu e o Alex no banheiro da escola. Aí eu reparei que quando eu tirava minhas calças ele olhava para o volume da minha sunga, mas não liguei.
Entretanto, nas aulas em que ele se sentava ao meu lado ele começou pondo sua mão em cima da minha, mas tirava logo para o lado como se tivesse sido sem querer. Nessas alturas eu também lhe dava algum desprezo.
Outra coisa sobre o Alex é que ele é esquizofrénico, mas não é grave. Basta ele tomar uns comprimidos. Ele costumava falar comigo muito próximo da minha cara, mas eu não ligava porque pensava que era da doença. Mas nos últimos tempos ele falava cada vez mais próximo e mais vezes. Nessas alturas eu virava a cara para que ele me falasse ao ouvido e não tão próximo da boca.
Depois de tudo isso, aos poucos eu comecei a gostar também dele. No banheiro, sem ele ver eu também comecei a olhar para seus abdominais e para seus músculos (o tom de pele dele é mais claro que o meu, mas também tem o cabelo escuro – ele também é um bocadinho mais baixo que eu, mas bem mais sarado). Só os outros rapazes da turma é que tomavam banho, por isso eu nunca tinha visto o pau do Alex nem ele tinha visto o meu. Aí aos poucos eu fui começando me apaixonando, mas não era capaz de dar o primeiro passo. Para o testar, uma vez, só com a sunga vestida, eu deixei cair o saco com a minha roupa no chão "sem querer" (é claro que foi propósitado) e olhei para o espelho da sala ao lado. No espelho eu me vi refletido e vi o Alex olhando para minha bunda com a língua de fora.
Uma vez, em Física ele partiu o nariz. Começou deitando muito sangue e enquanto foram chamar uma ambulância ele foi estancar o sangue. Como já tava no fim da aula, eu fui para os balneários desequipar e comecei arrumando suas coisas. Pensava que ele já estava no Hospital, mas ele entrou no balneário, já sem sangue e eu fiquei surpreendido. Eu disse que tava arrumando suas coisas e ele parou me olhando e agradeceu. Foi um momento muito tenso com ele me olhando e eu sem saber o que fazer. Perguntei se ele tava bem e ele disse que sim e começou se desequipando também.
3ª PARTE
Numa festa da turma, quando ele já tava bom, nós combinamos sair todos. Mas uns só podiam ir pá discoteca mais tarde e eu era um deles. Quando lá cheguei fui ter com meus amigos e lá tava o Alex… bêbado. Eu também bebi, mas não fiquei como ele e numa certa altura ele veio ter comigo e disse que precisava de me dizer uma coisa. Fomos ao banheiro. Assim que nós entrámos ele me agarrou pelos braços e me beijou. Meu coração parou. Apenas ele mexia os lábios e com uma vontade… Quando eu senti sua língua tentando entrar na minha boca eu voltei à terra e me larguei dele.
– Foda-se Alex! O que é que foi isso?!
– Eu…
– Cê tá é bêbado! Vá pa casa!
Continuei insistindo que ele tava bêbado e que devia ir pa casa. Aí ele começou chorando e dizendo que gostava de mim. Aí eu disse que não gostava dele e que ele devia ir para casa. Ele enxugou muito depressa as lágrimas e saiu visivelmente chateado comigo. Entretanto, um homem mais velho que eu não conhecia se aproximou de mim, pôs uma mão em cima do ombro e disse:
– É nessas alturas que se descobrem as verdades! Tenho pena de si!
E saiu. Eu me encostei à parede e me arrependi do que tinha feito. Saí e fui procurando Alex mas ele já se tinha ido embora.
4ª PARTE
Quando voltei vendo ele eu disse que precisávamos de ter uma conversa séria. Ele disse que não e eu não insisti. Nas aulas deixámos de falar um com o outro e no banheiro ele já nem me olhava.
Ficámos assim 2 dias e quando voltássemos ao banheiro eu decidi que ia falar com ele porque era um sítio onde só estávamos nós os 2. Eu comecei dizendo que tínhamos de falar sobre o que tinha acontecido na discoteca e aí ele se virou para mim e começou discutindo.
– Eu tou apaixonado por si, porra! Eu não queria, mas tou!
Ele ia continuar a falar, mas eu me agarrei a ele e nos beijámo. Aí já deixei que ele brincasse com sua língua e com seus lábios. Foi um beijo longuíssimo e soboroso, mas mais uma vez eu interrompi tudo. Larguei o Alex e disse que tínhamos que nos equipar para a aula. Quando disse isso ele começou me despindo. Me tirou a t-shirt, começou me beijando o peito e foi descendo.
– Cê é tão lindo! – disse ele.
Aí ele começou me despindo as calças e beijando minha sunga. Agora é que se podia ver um grande volume. Quando ele parou de beijar a minha sunga começou a baixá-la, mas eu parei-o e não deixei. Disse outra vez que tínhamos de ir para a aula. Aí ele me beijou e disse:
– Ok!
Nos vestimos para física e antes de sairmos o Alex apalpou-me tanto a bunda que eu saltei.
Na aula eu não me consegui concentrar. Me apetecia tanto beijar aquela boca… Pedi à professora para ir ao banheiro e ela deixou. Quando lá fui não fui mijar nem cagar. Me sentei na sanita e comecei batendo punheta. Foi a punheta mais rápida da minha vida. O meu pau de 16cm (tem mais grossura que comprimento) largou 5 jactos de porra.
No final da aula, quando voltámos ao banheiro, o Alex me beijou mais uma vez, mas eu não deixei que ele fosse mais longe. Ele compreendeu e disse:
– Logo à tarde quer vir a minha casa?
Como os pais do Alex são divorciados ele mora só com a mãe que trabalha até um pouco antes da hora de jantar, por isso eu já sabia o que iria acontecer e disse:
– Quero!
5ª PARTE
Depois das aulas fomos almoçar juntos (sem afetos) e fomos para casa dele. Assim que lá entrámos ele me beijou com uma vontade… Eu disse:
– Vamos com calma! O que é que cê quer fazer comigo?
– O que cê quiser!
– Beijos e amassos ou… quer transar?
– O que é que cê quer?
Eu já sabia onde é que era o quarto dele, por isso foi andando até lá. Me deitei em cima da cama e vi-o me seguindo e me olhando. Esperei que ele fizesse alguma coisa, mas ele estava apenas me olhando. Aí eu lhe disse:
– Me beija!
Ele sorriu e se deitou em cima de mim me beijando e apalpando. A língua dele voltou a tentar entrar na minha boca e aí eu deixei. Foi tão bom! Nossas línguas brincavam tanto. Nossos beijos eram tão bons. Sua mão percorreu todo meu corpo. No entanto, a boca do Alex começou descendo até meu pescoço. Eu sabia que ele queria transar e então disse:
– Se quer descer então vai ter que descer mais!
Ele me olhou e sorriu. Me beijou novamente e disse "Obrigado!". Me despiu a t-shirt e voltou beijando meu peito. Sua língua parou nos meus mamilos. Dei pequenos gemidos de prazer. Aí ele continuou descendo. Passou pelo meu umbigo e parou na minha calça. Aí eu disse:
– Cê quer transar vestido?
Me levantei e comecei beijando e despindo o Alex. O deitei na cama e também lambi seus mamilos. Ele não gritou tanto como eu por isso eu tive que lhe perguntar:
– Cê já fez isso?
– O quê?
– Cê é virgem?
– Cê sabe bem que sim!
– De mina também?
– Cê sabe que sim! Porquê?
– Por nada!
– Que é que se passa?
– Nada!
Aí ele me agarrou e voltou me beijando. Me chamou de "Tolo!" e rebolou para que ficasse em cima de mim. Aí ele voltou ao caminho do prazer. Minha sunga tava bem molhada e ficou ainda mais quando ele começou beijando. Não demorou muito que ele se levantasse e tirasse meus ténis e minhas meias. Beijou meus pés e voltou para minha sunga. Quando a tirou o meu pau negro e babado saltou. Meu saco caiu livremente. Meio envergonhado disse:
– Desculpa, Alex! Eu sei que é pequeno!
– Não é nada! É lindo!
Aí ele começou alisando minhas bolas e punhetando meu pau. Eu gritei de prazer e gritei ainda mais quando ele começou chupando meu saco. Nunca tinha tido uma sensação tão boa! Eu sabia que não ia aguentar muito sem gozar. Quando a língua dele começou subindo das minhas bolas até à ponta do meu pau e quando ele começou chupando a cabecinha eu gozei como nunca. O Alex não conseguiu engolir toda a porra. Tinha um bocado lhe escorrendo pela cara. Aí eu me levantei, lambi essa porra e nos beijamos outra vez, mas esse beijo foi especial. O que restava da porra passou de boca em boca e eu também provei. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo, mas tava acontecendo de verdade.
Novamente, Alex me deitou na cama e voltou a fazer boquete. Voltou a chupar o meu saco, mas eu não deixei que ele continuasse muito tempo. Eu queria ver seu pau. Da turma era o único que eu não tinha visto e tava com tanta vontade de lhe fazer um boquete… Por isso eu pedi para ele se virar ao contrário e fazermos um 69. Ele se virou e voltou a pôr a boquinha no meu saco. Naquela posição foi difícil para mim de o despir também porque tava gostando das lambidas. Primeiro obriguei a encolher a perna para o descalçar. Depois foi a vez de lhe tirar as calças de ganga. O meu coração batia como nunca. Botão a botão, tirei as calças e vi aquela sunga branquinha quase tão molhada como a minha. Rebolámos outra vez em cima da cama. Agora eu tava em cima dele a gemer pelo boquete e prestes a tirar aquela sunga. Primeiro fiz como o Alex e beijei a sunga. Depois a minha boca passou pelo umbigo e foi baixando. Os meus beijos penetraram pela sunga e de lá saltou o PAU DO ALEX. Devia ter uns 18CM de comprimento e uns 3 de grossura. Era mais clarinho que o meu e tinha aquela cabeça enorme e vermelha babando para mim. Tava duríssimo e apontava para cima. O saco dele era ainda maior que o meu. Apesar de tudo ele tinha menos pêlos que eu. O Alex tava chupando meu saco quando eu comecei lambendo a cabeça do pau dele. Quando pus a cabeça toda na minha boca e comecei chupando ele largou o meu saco e começou gritando de prazer.
De repente ele até me assustou. Saiu de debaixo de mim num ápice e saltou para cima do meu corpo. Me beijou e disse:
– Eu te amo tanto Bruno! Cê nem imagina! Ainda bem que isso nos tá acontecendo!
– Também te amo!
Ele me agarrou com mais força e voltou me beijando. Nessa altura eu percebi a felicidade toda dele. Eu tinha-o feito sofrer dando-lhe tantas vezes para trás. Se calhar ele tinha pensado que eu não tava afim e se martirizava por isso.
– Eu amo-te Alex! Não se esqueça!
– Obrigado!
Mais uma vez nos rebolámos. Meu peito, braços e pernas encaixavam no corpo sarado do Alex. Passado um pouco, ele tava deitado à ponta da cama de pernas abertas e caídas para o chão. Eu me ajoelhei em cima de um tapete e comecei fazendo um boquete. Ele voltou a gemer de prazer. Minha boca babava com aquele pau lá dentro. Aí o Alex agarrou o meu cabelo e perguntou:
– Posso?
Eu já sabia o que é que ele queria. Aí tirei o pau da minha boquinha, comecei a punhetá-lo com a mão, levantei a boca e disse "Sim!" Voltei ao boquete e o Alex começou empurrando minha cabeça mais para baixo. Consegui pôr aquele pau todo dentro da minha boca, mas quase que me ia engasgando. Estivemos algum tempo naquele vai e vem. O boquete me sabia bem, mas o Alex gritava ainda mais. Dizia que me amava e para continuar. Aí ele gozou. Também não avisou como eu. Foi repentino. De repente a minha boca se encheu de porra. Deviam ter sido uns 5 jatos. Também não tinha conseguido pôr tudo dentro da minha boca por isso me atirei para cima da cama e esperei que o Alex me viesse "limpar". Lambeu meu pescoço, passou pelo queixo e foi até à boca. Ao contrário dele, eu não tinha engolido porra nenhuma. Quando ele me beijou e penetrou minha boca com sua língua foi uma sensação… Toda aquela porra a passear de boca em boca… Os nossos lábios… As nossas línguas… Foi magnifico. Foi ótimo. Dividimos a porra pelos dois e engolimos. Soube tão bem estar ali, fazer aquilo com o meu amor.
Mas e agora? Íamos transar? Eu não sabia. Aquilo já tinha sido tão bom! Num dia tinha começado namorando com a melhor pessoa do mundo, tinha sido beijado, apalpado, tinha feito boquete pela primeira vez e tinha recebido um. Eu tinha sido amado. Por mim já chegava, por isso:
– Vamos com calma! O que cê acha?
– Acho bem!
Nos abraçámos, beijamos novamente e nos deitamos na cama durante meia hora olhando um para o outro entre carícias e beijos.
6ª PARTE
Nos dias seguintes tentamos controlar nossa paixão. Nos intervalos das aulas nos escondíamos nos recantos da escola e nos beijávamos. Às vezes quando a vontade era muita o Alex me fazia boquete ou eu fazia a ele. É claro que começámos demorando mais no banheiro. Mas tivemos que nos controlar ainda mais quando o gatão lourinho voltou fazendo aula de física. Com ele no balneário nós nem olhávamos um para o outro. Sem duvida que agora estavamos mais proximos. Chegamos mesmo comentando a bundinha do lourinho da nossa turma um com o outro. Nós dois tinhamos gostos em comum e não tinhamos ciumes porque sabiamos que só nos tinhamos um ao outro.
Um dia num dos intervalos, enquanto o Alex me fazia um boquete gostoso ele me disse:
– Quero ser teu viadinho!
Eu fiquei pasmado. O Alex tinha aquele caralhão e queria ser passivo? Eu não lhe disse nada, mas fiquei pensando no assunto. Percebi que ele queria mesmo transar e devia pensar que eu tinha medo de dar para ele. No dia seguinte falamos.
– Cê quer deixar de ser virgem?
– Sim!
– Comigo!
– Sim!
– Nem que cê tenha de ser meu viadinho? Cê tá assim tão desesperado por perder a virgindade!
– Cê tem que entender, Bruno! Eu tenho 17 anos e ainda sou virgem! É claro que tenho vergonha de responder isso quando me perguntam se ainda sou!
– E cê não se importa de perder a virgindade comigo? Ainda por mais sendo passivo?
– Ninguém vai saber como ou com quem é que foi! Só vão saber que perdi a virgindade! E eu vou ficar muito feliz por ter sido contigo!
– É?
– É!
– Te amo, sabia?
Nos beijamos, claro. Combinamos que ambos iríamos perder a virgindade na próxima tarde livre que seria no dia seguinte.
7ª PARTE
Eu queria que aquela tarde fosse especial. Decidi que não iria desperdiçar aquele pau, por isso iria ser o viadinho do Alex. Agarrei nos produtos cosméticos da minha mãe e depilei os pêlos do meu cu. Assim seria mais fácil ser penetrado. Depois me lavei muito bem e me cobri de perfume. De manhã eu e o Alex não nos beijamos nem fizemos boquete. Apenas agimos como amigos. De tarde já foi diferente.
Fomos almoçar e assim que chegamos a casa do Alex começamos nos beijando. Agarrados um ao outro, entre beijos, fomos caminhando até ao quarto. Lá chegados, o Alex me empurrou para cima da cama. Soube tão bem poder ser possuído por aquele corpo sarado. Sentir sua força. Sentir aqueles bíceps me tocando. Aqueles lábios me beijando. Aquelas mãos me despindo. Sim, assim que fui atirado à cama, Alex começou logo me despindo. Me tirou a t-shirt, os calções e as sapatilhas. Antes que ele me tirasse a sunga eu consegui lhe dizer:
– Alex, eu tive pensando e eu queria dar para você!
– Nã, nã! Nós combinamos que eu seria seu viadinho!
Ele ia me tirar a sunga, mas quando disse isso se aproximou da minha boca, me beijou e:
– E para além do mais, eu quero sentir a sua pica dentro de mim!
Não discuti mais. A ideia de ver meu pau dentro daquele cuzinho virgem me excitou logo. Deixei ele me despir completamente e babar minha pica dentro da sua boca. Primeiro foi só a cabecinha, mas depressa colocou todo o pau dentro. Comecei logo gemendo! Nos últimos dias nossos boquetes tinham melhorado muito. Eram cada vez melhores. Tal como os nossos beijos de porra que se tornaram a nossa "imagem de marca". Agora já tentávamos colocar toda a porra dentro da boca… e conseguíamos.
Mais uma vez tava eu ali nu e o Alex completamente vestido. Pensei que como tinha gostado de ter sido empurrado para a cama e como o Alex queria dar cuzinho para mim, ele talvez gostasse de alguma agressividade. Aí eu me levantei de repente e empurrei o Alex contra a parede. Beijei sua boca com a língua o mais violentamente que consegui. Enquanto nosso beijo rolava eu tirava sua t-shirt que interrompeu aquele momento de prazer durante alguns segundos quando ela passou pela cabeça. Depois, sem olhar, consegui desabotoar e tirar as calças do Alex. Percebi que ele as tinha tirado levantando os pés. Aí decidi ser mais agressivo e agarrei suas pernas encostando-o agressivamente contra a parede. Ele gemeu um "Ah!" de prazer que me agradou. Se agarrou a mim pondo suas mãos atrás do meu pescoço e cruzando suas pernas no meu cu.
Ali estávamos nós. Eu nu, com o pau duríssimo a apontar para cima e tocando a sunguinha do Alex que tava a ser possuído por mim. Nossos beijos continuavam rolando até que meus braços não aguentaram mais com seu peso e pousei cuidadosamente no chão.
Aí, foi a minha vez de empurrar o Alex para cima da cama. Minha pica continuava duríssima e a dele babava dentro da sunga. Tirei sua sunga e vi mais uma vez aquele caralho lindo. Agarrei ele e comecei o boquete. Ele começou logo gemendo e dizendo "Sim!". Minha boca começou ficando dividida entre o pau e o saco do Alex. Quando não consegui esperar mais, agarrei suas pernas levantei. Aquele cuzinho lindo se mostrou para mim como nunca. Aí minha língua foi direitinha para o buraquinho apertado. Ele voltou gemendo, mas como nunca tinha ouvido. Tava mesmo gostando. Minha língua fazia vais e vens que o deixavam maluco. Aos poucos o buraquinho ia-se abrindo. Eu cuspia para lá e aproveitava para enfiar um dedinho que brincava lá dentro. Agora minha língua viajava do cuzinho até à cabeçorra do pau do Alex, passando pelo saco. Ele gritava "Continua!", "Ah!" e "Isso!". Continuei cuspindo para o cuzinho e fui enfiando dois dedos e aí experimentei três. Entraram sem dificuldade. O Alex tava aberto para mim! Tinha chegado a altura de eu o comer.
– Cê tem aí camisinha?
– Esquece a camisinha!
– A sério?
– Eu amo você e cê me ama! Isso basta! Para além disso nós dois somos virgens, né?
Me deitei em cima dele e beijei sua boca em forma de agradecimento. Depois meu pau começou vais e vens antes de penetrar aquele cuzinho. Enquanto nos beijávamos, meu pau ia acima e abaixo passando pela portinha do cuzinho do Alex que se abria quando lá passava.
– Cê vai me tirar o selinho sabia?
– Eu prometo fazer com cuidado!
Quando a cabeça do meu pau ficou presa na portinha decidi forçar a entrada. Foi difícil. Cuspi para a mão e molhei minha pica. Aí Alex se sentou normalmente e me disse:
– Nã, nã! Enquanto tiver do meu lado é assim que molha seu pau!
Voltamos ao boquete. O Alex lubrificou muito bem meu pau e depois voltou à posição de frango assado. Agora já foi mais fácil penetrar. Primeiro entrou a cabeça. Alex gemeu como se se tivesse assustando. Aí ele gritou para mim:
– Vai devagar! Eu sou novo nisso!
– Ok, meu amor!
Me abaixei para nos beijarmos e aí fiz força para enfiar tudo de uma vez. Nossos lábios se separaram quando ele começou gritando. O buraquinho dele era mesmo apertado, mas eu tava gostando. O problema é que o Alex parecia não estar.
– Cê quer que eu tire?
– Não! Eu vou aguentar! Eu aguento! Continua!
Não continuei. Esperei um pouco que seu cuzinho se habituasse… embora não houvesse muito pra se habitual. Depois comecei um vai e vem gostoso… pelo menos para mim. Primeiro foi lentinho, mas aos poucos as estocadas eram cada vez mais rápidas… e fundas. Eu tirava o pau até á cabecinha e voltava penetrando até ao fundo obrigando o Alex a gritar "Ah!" de vez em quando. Eu tava amando. E o Alex?
– Cê tá bem?
– Continua!
Eu continuei o vai e vem. Numa parte tirei o pau todo e voltei a pôr de uma vez. A partir daí vi que o Alex tava gostando.
– Cê gosta?
– Tira!
– Que se passa?
– Tira!
Eu tirei o pau. Fiquei preocupado. Pensei que o Alex tava gostando, mas se calhar… Aí ele se levanta e me atira para a cama.
– Agora cê vai descansar!
Ele se sentou de joelhos com meu corpo entre suas pernas, me beijou e se sentou no meu pau. Agora eu tava amando. Deitado com meu amor fazendo vais e vens por mim. Aquele corpo sarado a saltar no meu pau! Uau! Foi otimo. Ele subia e descia batendo no meu saco e fazendo um "Ploc-ploc!" gostoso.
Eu tava admirado comigo mesmo. Tava aguentando mais tempo que pensava. É claro que esse tempo tava terminando.
– Vou gozar! Sai!
– Não!
Gozei dentro dele. Foi muito bom! Gritei de prazer como nunca! Deviam ter sido uns 6 jatos de porra. O Alex gemeu quando sentiu minha porra dentro dele. Cansado, ele tirou minha pica de dentro dele e me abraçou. Nossos corpos quentes e suados… Me apetecia morder aquele corpo. Mordi seu lábio.
– Obrigado, Bruno!
Nos beijamos novamente e ele me deixou ver seu cuzinho. Queria ver aquela porra saindo. Foi lindo. O buraquinho se abria, largava um pouquinho de liquido e fechava. É claro que eu não deixava aquilo escorrer. Minha língua apanhava todo aquele líquido branco. Alex gemia e gritava. Dizia que me amava, que tinha sido perfeito, que queria mais… tudo.
Depois de ter apanhado toda a porra, me deitei sobre aquele corpo suado e nos beijamos. Aí eu lhe disse:
– Agora quero eu!
– Hã?
– Eu quero ter seu pau dentro de mim! Quero que cê me possua!
– Sério? Pensei que cê tinha medo!
– De você? Nunca!
– Então tá bem! Mas não agora!
– Oh! Porquê?
– Eu te quero fazer uma surpresa! Posso?
– Uma surpresa?
– Uma noite especial! Pode ser?
– Claro!
8ª PARTE
Nos dias seguintes eu andei nervoso. Tinha um segredo que devia ser partilhado com o Alex, mas eu tinha medo. Esse segredo tinha sido escondido por tempo demais. Contar agora ao Alex só o iria enfurecer, mas tinha de lhe contar. Um dia, num dos intervalos, Alex me queria fazer boquete, mas eu estraguei esse momento para falar do assunto.
– Eu preciso de falar consigo!
– Ok!
Ele dizia isso, mas estava desabotoando os botões das minhas calças. Eu agarrei suas mãos e falei sério.
– Eu preciso de falar consigo!
– Eia! Que passou!
– Cê se lembra da Vânia?
– Sim! A mina que cê namorou!
– Eu perdi a virgindade com ela! Não consigo! Com ela! Me desculpa!
Alex não respondeu. Ele olhava para mim estupefato.
– Desculpa!
– Eu pensei…
– Desculpa!
– Foi bom?
– Se foi bom?!
– Sim! Me diga se foi bom!
– Foi, mas consigo foi melhor! Muito melhor! Consigo é mais apertadinho e quentinho e… Eu amo você?
– Mas cê me disse que tinha sido a primeira vez que alguém lhe tinha feito boquete!
– E foi! A Vânia tinha nojo de lá pôr a boquinha!
– Cês usaram camisinha, certo?
– Claro! Consigo foi a primeira vez que eu não usei camisinha! Eu não tenho doença!
Ele ficou novamente calado.
– Cê tá bem?
– Cê me mentiu!
– Não! Eu apenas não contei! Eu sabia que cê ainda era virgem e eu pensei que ia se chatear se soubesse que eu não era!
– Ok! É só isso! Não há mais segredo?
– Não! Pode descansar!
– Ok!
– Ok!
Ele me disse que não se tinha chateado, mas tinha. Eu percebi! Durante duas semanas os boquetes foram reduzindo, escapadelas também e nunca mais ouvi falar da noite surpresa. Até que o dia chegou…
9ª PARTE
Fiquei surpreendido quando Alex me disse que "iríamos a uma discoteca nessa noite". É claro que essa era a desculpa para nossos pais. O que eu não sabia era para onde é que ele me iria levar. Não iria ser para sua casa.
Ele morava perto de um parque de campismo me levou lá. Nunca tinha pensado. Durante a semana nunca havia muitos campistas, e na nossa cidade eram pouca as pessoas que lá iam acampar. Nossa tenda tava no meio de várias árvores, isolada das poucas que havia. A tenda era grande. Tinha cobertores, um candeeiro e comida!
– Como cê conseguiu tudo isso?
– Pedi à minha mãe para acampar!
– Te amo, sabia?
– Já imaginava!
– Me desculpa não te ter contado daquilo!
– Já disse que não faz mal! Vamos ao que interessa?
– Oba!
Alex começou me beijando. Enquanto me despia a t-shirt, eu desabotoava suas calças. Quando eu estava todo nu (mais uma vez primeiro que ele) eu tirei sua camisola e comecei fazendo boquete. Aquele pau era enorme. Ao princípio era difícil pôr tudo dentro da minha boquinha. Começava pela cabeça e ia pondo tudo. Alex pressionava minha cabeça para ir até ao fim e eu gostava de sentir que ele gostava.
Aí ele se deitou de costas e me disse para lhe dar o cu. Fizemos um 69 embora eu não tenha conseguido continuar chupando aquele caralhão. Alex lambia tão bem meu cu que eu delirava.
– Que cuzinho tão bonito!
Eu não conseguia chupar aquele pau de 18 cm e gemer ao mesmo tempo. Eu tava amando. Aquelas mãos abriam meu cu e aquela língua me levava à lua. Meu pau duríssimo se babava e eu também para cima daquele corpo sarado.
Tal como eu, Alex também me dedou. Começou por um, dois, três… O pior é que continuou. Eu disse que não queria fist, mas ele não me ligou. Enfiou cinco dedos. Não os empurrou, era só as pontas, mas eu me sentia todo aberto. Aí ele cuspiu para o buraquinho e disse:
– Agora vou comer você e cê vai perder o cabaço!
– Força!
Me deitei de barriga para baixo, empinei meu cu e deixei que o Alex me possuísse. Devagar enfiou a cabeça daquele caralho. Meu cu tava aberto, mas mesmo assim a dor era muita.
– Tá doendo?
– Sim!
– Cê esperou quando eu lhe disse que me tava doendo?
– Não, mas meu pau é mais pequeno!
– Não é nada! Cê é potente! Cê deixou meu cu ardendo!
Eu ia dizer "Desculpa!", mas ele não me deixou. Num segundo tapou minha boca e enfiou todo o pau. Eu gritei como consegui. Meu cu tava preenchido por aquele pau. Devagar, Alex começou um vai e vem. Me doeu bastante, mas aos poucos fui gostando. Comecei tendo prazer e fui delirando. Quando dei por mim as estocadas já tavam mais rápidas. Alex só deixava a cabeça dentro cu. Depois enfiava tudo de uma vez. Dei por mim gritado:
– Isso! Mais forte! Me come todo! Mais forte!
Eu estava amando! Eu pedia mais força e Alex dava. As estocadas eram rapidíssimas e cada vez mais fortes. Eu sentia suas bolas batendo em mim e fazendo "Ploc!". Aí ele me bateu no rabo. Pensei que não ia gostar mas gostei.
– Mais força!
Ele me bateu outra vez e continuou as estocadas. Aí, ele empurrou minhas costas para o chão fazendo com que meu cu ficasse ainda mais empinado. Aí senti seu pau ir mais fundo. Ia mais forte. Era um vai e vem frenético. Amei!
– Cê vai gozar?
– Porquê?
– Quero outra posição!
Com aqueles braços musculados, Alex agarrou meu peito e viramos. Ele tava deitado de costas no chão e eu de costas para ele. Agora sentia seu peito todo suado. Foi otimo.
– Tá gostando?
– Cê tá caprichando!
Meu cu tava mais que arrombado. Agora o Alex começava a enfiar mais devagar. Era da posição. Não enfiava com tanta força e não tão fundo.
– Não gosto dessa posição!
Alex também não. Me virou de lado, levantou minha perna e continuou me comendo. As estocadas fortes voltaram. Eu gritei e gemi e gritei e gemi. Alex, sempre dando estocadas, lambeu minha perna até ao meu pé. Mantia minha perna levantada e começou chupando o dedos do meu pé. Meu pau tava duríssimo e sem eu tocar comecei gozando. Foi esquisito. Gozar sem tocar no pau. O Alex era mesmo bom!
– Esquece a Vânia! Cê é um Deus!
Alex começou rindo. Baixou minha perna, juntou-a à outra e começou penetrando comigo de pernas fechadas deitado no chão. Via-se que era fácil me penetrar naquela altura. Ele se deitou em cima de mim e começou beijando minhas costas enquanto seu pau continuava o vai e vem. As estocadas começaram sendo cada vez mais rápidas e eu percebi que tava no fim.
– Vou gozar na sua boca!
Ele tirou o caralho do meu buraco e foi para a minha frente. Comecei chupando, mas mais parecia que ele tava fudendo minha boca. As estocadas não eram tão fortes (senão eu vomitaria), mas eram rápidas.
– Não engula! Te quero beijar depois!
Ele queria o grande final! Fiquei contente. E começou a gozar. Foram uns 4 jatos de porra. Consegui pôr tudo dentro da boca.
– Te amo! Te amo! Te amo!
Me beijou. Aquela porra saltou de boca em boca e nosso beijo se prolongou por mais de um minuto. Aí dividimos a porra e engolimos.
– Foi perfeito!
– Ainda bem!
– Cada vez amo mais você! Cê não tinha que preparar tudo isso!
– Claro que tinha! Cê merece!
Passamos o resto da noite comendo bolos, dando beijos, fumando e bebendo. Bebemos muito nessa noite. Inclusive chegamos a despejar cerveja para cima de nossos corpos.
10ª PARTE
Depois fomos dormir. Pelo menos Alex dormiu. Ele tinha bebido mais do que eu, por isso eu ainda me lembro do resto dessa noite. Alex adormeceu abraçado a mim, suas pernas cruzadas com as minhas, seu corpo sarado, suado e pegajoso, envolvendo o meu também suado e pegajoso. Eu não conseguia dormir. Quando olhei o relógio marcava as 5 da manhã. Alex já tinha dormido 3 horas. Eu só 1 e tava excitado. Alex dormia com o pau duro (talvez estivesse sonhando comigo) encostado ao meu cuzinho. Decidi que ele já tinha dormido que chegasse. Me larguei dele e não acordou. Aí comecei um boquete e ele aos poucos foi acordando com um sorriso.
– Quero a 2ª ronda!
– Quer?
– Quero!
Alex fechou os olhos. Tava tão bêbado que não aguentava de olhos abertos, mas tinha o pau super duro. Eu sabia que ele tava acordado porque tinha um grande sorriso e gemia fraquinho. Meu buraco tava aberto, mas mesmo assim o pus em cima da cabeça do Alex. Devagarzinho ele começou lambendo. Enquanto ele fazia isso eu chupava bem aquela pica. Quando achei que tava na altura disse:
– Me vou sentar em cima do seu caralhão!
– Hum-hum.
Ele parecia que estava dormindo, mas mesmo assim, levantei seu pau e me sentei. Ele gemeu "Ah!" e eu percebi que era autorização para continuar. Comecei saltando cima e baixo, cima e baixo. Alex tava gostando, mas parecia ganzado. Aí ele começou mijando dentro de mim. Fiquei super enfurecido. Saí imediatamente daquele pau e bati no Alex. Ele se ria e continuava mijando, agora para cima do seu corpo.
– Cê tá doido! Eu tava ali! Devia ter avisado!
Ele continuava rindo. Eu bati nele outra vez. Aí sua cara mudou. Ficou chateado comigo.
– Eu não sou uma máquina! Eu quero dormir, não quero transar!
– Mas cê tava gostando! Se me tivesse dito que não queria eu parava!
Ele riu.
– Tava brincando mor! Se senta em cima do meu caralho, anda!
Pensei em dormir, mas tava mesmo excitado e queria aproveitar o resto daquela noite. Me sentei novamente naquele pau e voltei saltando. Saltei muito, Alex gritou pela primeira vez:
– Isso viadinho!
E me senti pela primeira vez um brinquedo nas suas mãos. Parei de saltar e me deitei em cima do Alex. Aí ele começou um vai e vem mexendo o cu e eu comecei gritando:
– Mais! Onde tá a delicia de à bocado?
Alex enfurecido começou a aumentar as estocadas. Chegou uma altura em que ele tava fazendo tanta força e eu saltava sem querer naquele pau. Foi nessa altura que levantei meu peito e voltei saltando em cima do meu homem. Ele merecia um descanso de guerreiro. Não demorou muito que ele gozasse, mas não foi por isso que eu deixei de saltar. Saltei enquanto ele gritava "Ah!!" mas só quando gozei é que sai, o que também não foi preciso muito. Nos beijamos, voltei a pôr aquela pica dentro do meu cuzinho dorido e me deitei em cima do Alex onde acabei por adormecer.
11ª PARTE
Passados 2 anos continuamos namorando. Eu tinha 18 anos, tava mais alto, um pouco mais sarado e meu pau tinha crescido 1 cm. Ia agora nos 17cm e também tinha crescido um pouco em grossura. Eu tinha continuado os estudos ao contrário do Alex que tinha começado trabalhando. Também tava mais alto, moreno e sarado, claro. Seu pau também cresceu, mas menos que o meu, talvez meio cm.
Já tínhamos transado em todas as partes da casa do Alex e na minha. Tínhamos passado por fases boas e más, mas continuávamos namorando em segredo. Quando tavamos tristes ou desiludidos fazíamos amor reconfortante. Mas quando desejávamos apenas sexo sabíamos foder com violência. Houve uma vez em que o Alex me prendeu à cama e me fodeu como nunca. Com uma violência e uma força que eu amei.
Nesta altura eu e o Alex alugamos um apartamento e éramos "colegas de quarto" aos olhos dos outros. Viver junto trouxe problemas à nossa relação e o sexo já não nos agradava como antes. Alex começou desabafando comigo sobre coisas que eu nunca tinha pensado. Ele nunca tinha transado com ninguém que não fosse eu. Ele queria experimentar uma coisa diferente.
– Cê quer que eu o deixe transar com alguém?
– Não! Eu quero que cê me deixe transar com alguém e consigo ao mesmo tempo!
– Cê quer transar a 3?
– Sim!
Eu não sabia como é que isso iria ser. Na net eu gostava de ver vídeos de dupla penetração, mas nunca tinha pensado em fazer. De certeza que eu iria ser o passivo e iria levar com dois caralhos no cu. Se o outro tivesse um pau como o do Alex tava tramado. Por outro lado poderia ser engraçado e o Alex queria muito, por isso eu disse:
– Sim!
12ª PARTE
Eu tinha carta de condução e carro. O Alex sabia andar de carro, mas chumbou, por isso eu era seu motorista. Me servi dessa desculpa para me livrar de uma tarefa que ele me ia impingir. Ele queria que eu fosse a um bar gay e falasse com as pessoas para ver se alguém tava afim. Eu tinha vergonha, por isso disse que não. Disse para ele ir que eu esperava no carro. Foi assim que fizemos. Tive cerca de 1h30m à espera, mas no fim vi o Alex entrar no carro e sentar ao meu lado e um homem de cerca de 25 anos sentando nos bancos de trás.
– Vocês são maiores de idade, certo?
– Se quiser eu mostro todos meus documentos!
– Não vai ser preciso! Pode seguir!
Liguei o carro e nos dirigimos ao nosso apartamento. Pelo caminho fui conhecendo o estranho. Se chamava Rodrigo, tinha 24 anos, gostava de sexo e de conhecer pessoas novas:
– Cê já fiz isso antes?
– Transa a 3? Claro!
– Boa!
Queria saber se tinha um pau maior que o meu, mas não tive coragem. Apesar de tudo ele era lindíssimo. Era moreno como eu, tinha uma cara e um sorriso lindos, era mais alto e talvez tão magro como eu. Durante a viagem, mandava uns olhares para ele para o ver e me deu tesão. Ele percebeu isso e acho que gostou. Eu não acreditava que ia transar com ele e com meu amor.
Quando chegamos a casa começamos um bate-papo, mas foi rápido. O Alex me pediu para ir buscar cervejas enquanto eles dois falavam no sofá. Quando eu voltei já estavam os dois se beijando. Senti ciúmes como nunca. Aquele homem, que por acaso até era giro, tava comendo meu namorado. Me apeteceu ir embora. Me apeteceu largar as cervejas. Mas não fiz nada disso. Fiquei ali parado olhando eles. Alex tava de olhos fechados como se tivesse tendo prazer… e tava. Quando os abriu e me viu ali especado, me disse:
– Larga isso! Venha cá!
Larguei as cervejas no chão e me aproximei deles. Eu tava em pé olhando os dois se beijando. Não demorou muito que o Rodrigo largasse o Alex e me puxasse para ele. Me puxou de maneira que eu ficasse de joelhos em cima do sofá e com suas mãos nas minhas costas me apalpando o cu. Seus beijos eram tão bons… Sua língua dentro da minha boca me levou à lua. Quando dei por mim, tinha minhas calças abaixadas. Rodrigo me beijava e apalpava o cu e o Alex chupava meu pau.
– Já chega!
Rodrigo me tirou de cima de si. Agora, no sofá, da esquerda para a direita, estava o Alex, o Rodrigo e eu. Rodrigo se virou para as calças do Alex e abriu. Quando viu seu pau disse:
– Lindo pau que cê tem!
– Obrigado.
Começou chupando aquele pau que era meu. E o Alex gostava. Tinha tantos ciúmes naquele momento. Só queria que aquilo acabasse. Mas depois pensei. "Se eu der prazer ao Rodrigo, o Alex também não vai gostar!" Tirei minhas calças e minhas sapatilhas e abri as calças do Rodrigo. Aquele pau era lindíssimo. Tava duro apontando para cima. Era escuro e a cabeça era roxa e grande. Devia ter uns 19,5cm de comprido e uns 5 de grossura. Comecei fazendo boquete e ele gostou. Começou gemendo "Ah!" enquanto tentava chupar o pau do Alex.
– Chupa isso! Chupa gostoso!
Eu gostei que ele gostasse. Depois disto trocamos. Alex chupava o Rodrigo e o Rodrigo chupava meu pau. Ele chupava bem e babava bem aquele pau que punha todo dentro da boca.
Depois o Alex me disse:
– Venha cá! Me mostra seu buraco!
Fui até ele, mas o Rodrigo não me deixou abandonar o sofá sem um beijo. Quando estava próximo do Alex, abaixei meu peito e ele começou lambendo meu cu. Rodrigo voltou chupando seu pau com gosto.
– Cê tem cá um caralho…
Mas não o chupou por muito tempo. Se levantou, foi para minha frente e me fez pôr aquele pau todo dentro da boca mais uma vez. Nessa altura eu fui oficialmente eleito o passivo. Mas não me importei. Eu tava no paraíso com o Alex lambendo meu buraco e Rodrigo gemendo do prazer que eu lhe dava. Ainda amei mais quando Rodrigo disse para o Alex:
– Seu namoradinho mama gostoso!
– Posso arrombar o buraco dele primeiro?
– Faça favor! O viadinho é seu!
Nessa altura eu tive a sensação de que eles os dois já tinham combinado o que iam fazer e isso não me agradou. Mas não fiz nada porque tava gostando.
– Cê prefere que eu use camisinha?
– Cês dois usam camisinha?
– Não!
– Então ponho eu só! Ok?
– Ok!
Alex começou arrombando meu buraco. Eu tava mais que aberto para ele, mas ainda mais para o Rodrigo. Eu queria sentir aquele caralho grosso dentro de mim. Queria sentir suas estocadas. Mas tinha que esperar.
Eu percebi que o Alex queria mostrar que sabia fazer sexo duro, porque à muito tempo que suas estocadas não eram tão fortes. Eu amei toda aquela força e acho que o Rodrigo gostou de ver. Seu pau fazia vai e vens rápidos e fortes no cu, tal como o do Rodrigo dentro da minha boca. Eu tive que afastar um pouco o pau do Rodrigo para ele perceber que eu tava quase vomitando. Mas nessa altura ele tirou todo o pau dentro da minha boca.
– Agora me deixa ver esse buraco.
Eles trocaram. Alex passou para minha frente e o Rodrigo agarrou meu cu. Primeiro massajou e depois deu uma chapada.
– Cê tem uma bunda linda, Bruno! Tou gostando!
Ele se abaixou e deu uma lambida que eu até me arrepiei. Alex abaixou, me beijou e perguntou baixo:
– Tá gostando?
– Sim!
– Boa! Agora chupa bem meu pau!
Comecei a chupando o caralho do Alex e não demorou muito que sentisse o pau do Rodrigo entrando dentro de mim. Ele tinha posto camisinha, coisa que nunca tinha entrado dentro do meu cu. Era um pau que não tava habituado, mas não foi difícil entrar. Eu gritei ao principio, mas acabei gostando. Suas estocadas foram se tornando mais rápidas. Passado um pouco ele começou tirando todo o pau e pondo tudo de uma vez. Depois me deu prazer como nunca tinha tido. Começou dando estocadas fundas e fortes, muito fortes. Ele tava mostrando ao Alex que também sabia fazer sexo duro e eu tava amando. Passado um pouco não era seu pau que ia dentro e fora. Ele bateu no meu cu mais uma vez e começou me empurrando para a frente e puxando para trás. Ele tava pussuindo meu corpo e eu tava gostando. Eu gritava como nunca e o Alex pensou que eram gritos de dor e não de prazer. Por isso tirou o pau da minha boca, agarrou minha cabeça e me disse:
– Tá doendo? Nós podemos parar!
– Mais!!! Mais!!! Come meu cu!
Rodrigo cumpriu. Começou batendo mais no meu cu e as estocadas tavam mais fortes. Mas ele abrandou passado um pouco.
Virou sua cabeça para o Alex e disse:
– Cê quer fazer sanduíche?
– Sério?
– Sério! Quero sentir a potência do seu caralho dentro do meu cu! Se quiser pode ir buscar uma camisinha às minhas calças!
Nos últimos dias eu e o Alex tínhamos aprendido em conjunto a pôr uma camisinha. Nunca tínhamos posto e agora podia ser preciso. Pelos vistos foi. Quando dei por mim tava ouvindo o Rodrigo gritando "Ah!" Eu virei minha cabeça para trás e vi o Alex enfiando lentamente seu pau dentro do cu do Rodrigo. Quando tava todo, ele começou fazendo vai e vens e nessa altura Rodrigo era o que tava tendo mais prazer naquela sala. Um pau no seu cu e seu pau no meu cu. Seus vais e vens foram mais fortes e mais rápidos e passado um pouco todos gritávamos "Ah!". Os gritos de prazer do Rodrigo se destacavam. Quando o Rodrigo me penetrava fundo, libertava seu cu do pau do Alex e quando libertava meu cu, preenchia o seu com o do Alex. Ainda aguentamos uns 3 minutos nesta posição, mas depois…
Senti que ia gozar. Comecei punhetando meu pau e gozei uns 4 jatos de porra que caíram diretamente no chão.
O Rodrigo tirou o pau do meu cu e eu me sentei no sofá. Enquanto o Alex continuava as estocadas, agora mais fortes, o Rodrigo me perguntou:
– Gostou?
– Amei! Venha cá!
O Rodrigo largou o pau do Alex por mim. Achei isso simpático. Ele se sentou em cima de mim como eu me tinha sentado minutos antes. Começamos nos beijando e eu vi que Alex tava vendo. Estaria com ciúmes? O que eu sei é que ele se sentou ao nosso lado e sua língua se juntou às nossas. Um beijo como nunca tinha feito. Rodrigo se virou para o Alex e disse:
– Cê tem sorte com seu namorado!
– Eu sei!
– Tem um pau lindo e um cu ainda mais delicioso!
Ele me beijou novamente e eu agradeci os elogios. Quando dei por mim ele tinha agarrado em mim e tínhamos trocado. Ele tava sentado no sofá e eu tava em cima dele virado para a sua cara linda. Seu pau tava duríssimo e eu subia e descia meu cu, massajando aquele caralho e convidando a me penetrar outra vez.
Mas ele não me queria penetrar. Disse para continuar e passado um pouco tava gozando no meu cu… mas fora do buraco.
– Fode minha boca!
Foi o que Rodrigo disse ao Alex. Eu continuei a "dança" e ele tava chupando o pau do Alex. Não gostei de ver. Aquele pau era meu e naquele momento tava dentro da boca linda daquele homem lindo. Alex tinha escolhido bem.
Não foi preciso muito para que o Alex gozasse. Rodrigo não engoliu a porra e eu senti que aquilo era um desperdício. Quando demos por nós, eu e o Alex tavamos lambendo a porra no queixo do Rodrigo. Quando tava limpo, ele lambeu seus beiços e me disse:
– Cê deixa fazer dupla penetração?
Eu não sabia o que responder. Olhei para Alex que sorria e acenava levemente. Eu sabia que Rodrigo também queria. Mas quem ia dar cu era eu! Eu é que ia levar toda a dor. Não respondi.
– Pensa um pouco! Eu vou ao banheiro!
Quando Rodrigo foi ao banheiro, Alex agarrou nas cervejas que eu tinha trazido, saiu da sala e foi buscar uma cerveja fresca. Parou bebendo e olhando para mim.
– Cê tá gostando?
– Sim!
– Cê quer continuar?
– Cê viu o tamanho dos vossos paus?
– Ele gosta da sua bunda!
Naquele momento eu soube que o Alex tinha ciúmes. Aquele homem que me olhava de pau mole e molhado tinha ciúmes!! Ele me amava.
– Se cê quiser, pudemos fazer dupla penetração!
– Eu amo você, sabia?
PARTE 13
Rodrigo tinha ficado 5 minutos no banheiro. Talvez me tivesse dando tempo pra pensar. Ou talvez ele tivesse vagueando e procurando o banheiro porque eu me esqueci de lhe dizer onde era. Quando voltou vinha de pau mole… Eu amo ver homens de pau mole. Me dá maior vontade de os mamar. Naquele momento, o pau dele tava uma delicia.
– Cê já decidiu?
– Vamo nessa!
Rodrigo sorriu. Alex sorriu. Eu sorri. Rodrigo se deitou no chão de barriga para cima e disse ao Alex para juntar sua rola com a dele. Ele se ajoelhou perto do Rodrigo e ele agarrou nas duas rolas e começou punhetando.
– Ponha aqui sua boca!
Ele tava falando comigo. Me deitei em cima do Rodrigo com meu cu à frente da sua cara e pus aquelas duas rolas dentro da boca. Pensei que não ia conseguir, mas consegui. Comecei mamando aquelas delicias, enquanto o Rodrigo mamava meu cu. Quando as rolas ficaram maiores e eu já não as conseguia pôr na boca, Rodrigo me mandou virar para ele. Ele me beijou e enfiou seu pau na minha bunda de uma só vez! Isto depois de o Alex lhe ter posto outra camisinha. Eu fui às nuvens! Ele começou um vai e vem maravilhoso enquanto o Alex estava olhando. Mas foi por pouco tempo.
Passado um pouco, Rodrigo parou e disse ao Alex para enfiar também seu pau no meu cu. Eu fiquei com medo.
Alex não tava conseguindo enfiar seu pau. Ele fazia muita força, mas não entrava.
– Não tou conseguindo!
– Oh! Faz força! Cê quer comer seu namoradinho ou não?
Aí, Alex inclinou seu pau contra o do Rodrigo, fez mais força e conseguiu enfiar a cabeça. Eu gritei, gritei!!! Como nunca! Tava me doendo horrores! O Alex ficou com pena minha:
– Se cê quiser eu tiro!
Eu ia fizer para tirar, mas o Rodrigo foi mais rápido:
– Não! Não! Isso já passa! Enfia tudo, vai!
Eu queria que eles parassem. Rodrigo podia querer fazer isso, mas também tava preocupado comigo. Ele agarrou minha cabeça, me beijou e me disse olhando nos olhos:
– Isso já passa, tá bem?
Enquanto gemia, eu abanei a cabeça dizendo que sim. Aí, Rodrigo encostou minha cabeça ao seu peito e começou passando a mão carinhosamente. Alex tinha estado parado esse tempo todo para eu me habituar, mas Rodrigo disse "Enfia!" e ele voltou enfiando seu pau. Eu não aguentava as dores. O pau de Alex ia lentamente, mas mesmo assim eu não me conseguia habituar. Quando Alex enfiou todo o pau tentou fazendo um vai e vem, mas não conseguiu. Ele ia para trás e para a frente, mas o espaço era tão apertado que os paus não se mexiam dentro de mim. Pior, o pau de Rodrigo começava saindo. Eu percebi que o Alex não tava conseguindo e o Rodrigo também.
Quando o seu pau saiu todo, Rodrigo disse:
– Já chega! Cê não consegue foder como deve ser?
– Desculpa!
– Eu te digo! Te vou mostrar como se fode gostoso! Troca comigo!
Rodrigo saiu de debaixo de mim e o Alex tirou seu pau do meu cu. Eu fiquei olhando para eles. Alex se deitou onde antes estava o Rodrigo e o Rodrigo tava esperando que o Alex me penetrasse. Eu fui para cima de Alex e nos beijamos, mas Rodrigo disse:
– Não! Virado para mim!
Nós fizemos o que ele queria. Eu me sentei em cima do pau do Alex virado para o Rodrigo que estava aos nossos pés. Me deitei em cima do Alex e ele começou fazendo um vai e vem mexendo o cuzinho lindo dele. Abri as pernas quando o Rodrigo se aproximou e o Alex parou as estocadas.
O pau do Rodrigo começou forçando a minha entrada e não demorou muito para que a cabeça gigante do seu pau tivesse dentro de mim. Eu voltei a gritar, mas não valeu de muito. Rodrigo continuou enfiando até que já tinha todo o pau dentro de mim. A dor era muita. Eu não sei, mas acho que o Alex e o Rodrigo tavam gemendo de prazer. Aí o Rodrigo começa um vai e vem. Lentamente ele ia para trás e para a frente e eu sentia aqueles paus roçando um no outro dentro de mim. Tivemos assim uns 2 minutos. Passado esse tempo eu me comecei habituando. Rodrigo começou a fazer estocadas maiores e mais fortes. Todos nós gemíamos de prazer. Aquilo era maravilhoso. Alex pedia "Mais!", eu dizia "Que gostoso!" e o Rodrigo gemia e suava. Todos nós tavamos todos suados. Aqueles dois paus faziam fricção e calor dentro de mim e eu amei. Alex começou beijando minhas costas e meu pescoço e o Rodrigo se deitou em cima de mim e começou me dando beijos. Quando sua língua deixou minha boca e abaixou até à boca do Alex, eu levantei a cabeça e vi seu cuzinho lindo dando saltos para cima e para baixo enfiando sua vara dentro de mim. Nunca tinha tido tanto prazer!
– Mais!
– Mais força!
Rodrigo aumentou a força das estocadas e nós amámos. Aí, eu senti o pau do Alex se mexendo. Ele queria fazer vai e vem também, mas era difícil fazer ao mesmo tempo que o pau do Rodrigo, por isso começou a escorregar para a "saída".
– Não faça isso, outra vez!
Rodrigo tirou seu pau, agarrou nas bolas do Alex e empurrou-as contra o meu cu. Assim o seu pau entrou como estava antes. Depois, Rodrigo pôs uma mão no meu ombro, pôs outra segurando sua vara e de uma vez enfiou tudo dentro de mim! Maravilha! Agora já era mais fácil fazer as estocadas, porque meu cu já se tinha habituado e tava muito mais aberto. Rodrigo voltou ao vai e vem gostoso e eu senti que ia gozar. Eu disse isso e o Rodrigo agarrou meu pau e começou a punhetá-lo ao mesmo tempo que ia continuando as estocadas.
Quando eu gozei, Rodrigo espalhou a porra toda pelo meu corpo. A seguir foi a vez do Alex dizer que ia gozar. Ele tirou seu pau, mas Rodrigo continuou o vai e vem. Aí ele se deitou em cima de mim e empinou o cu para o Rodrigo. Enquanto nos beijávamos e nos apalpávamos, Rodrigo trocou meu buraco pelo do Alex e começou dando estocadas até ele gozar (não foi preciso muito). Toda a porra do Alex ficou entre nossos corpos. Com aqueles dois cus à sua disposição, Rodrigo ia alternando entre um e outro até que ele também gozou para cima de mim. No final aqueles dois machos foram ver meu buraco. Segundo o Alex ele tava enorme! Nunca o tinha visto assim! Ele lambeu um pouquinho e depois parámos e começámos um bate-papo.
Rodrigo tava sentado no sofá, Alex tava deitado no chão e eu tava ao seu lado, com a cabeça no seu peito.
– Cês gostaram?
– Eu amei! A sério! Hoje foi maravilhoso! Te doeu muito, Bruno?
– No inicio doeu um pouquinho! Mas depois… Cê é otimo Rodrigo! A sério!
– Brigado! Cês 2 também são uns deuses! São um casal muito lindo!
Passado um pouco dissemos ao Rodrigo para ir tomar uma ducha rápida. Ele disse que ia mas só connosco.
Nosso chuveiro já era apertado para mim e para o Alex. Com nós os 3 lá dentro o espaço livre era ainda menor. Não foi um banho muito longo. Nos beijamos, espalhamos sabonete pelos corpos uns dos outros. Lavamos muito bem nossas rolas e no fim nos secámos.
PARTE 14
Como eu é que tinha carro, combinámos que ia levar o Rodrigo ao seu destino e o Alex ficava em casa.
Como o Rodrigo tinha apanhado transportes para ir para o bar, eu levei diretamente à sua casa. Durante o caminho falamos de tudo o que tínhamos feito. Rodrigo tinha gostado e eu achei isso excelente.
Quando parei à frente do prédio dele:
– Bem, obrigado pela noite e por me ter trazido a casa!
– De nada!
Eu estiquei a mão, mas o Rodrigo ignorou-a. Agarrou minha cabeça e me beijou loucamente. Quando eu achei que bastava tentei afastar a cabeça, mas ele não me deixou. Mas quando finalmente me consegui largar ele perguntou:
– Que foi?
– Eu tenho namorado!
– Isso não me impediu de fazer coisas piores à bocado!
Ele tinha razão. Eu não podia ser tão má onda depois do que tínhamos feito.
– Tá bom!
– Oiça uma coisa! Cê é o homem mais lindo com quem eu transei! Cê tem um corpo moreno lindo, tem uma bunda que é uma delícia e seu pau também não é de se desperdiçar! Eu tou muito grato por ter passado essa noite consigo! Mas é só isso!
– Ok.
Ele me beijou novamente. Esse beijo foi mais prolongado, porque eu tava deixando e gostando. Aquele homem lindo dizia que eu era lindo. Me fazia sentir um príncipe e eu gostava. Há muito tempo que o Alex não me fazia sentir bonito e nossa relação não tava muito bem, por isso eu deixei esse momento continuar.
Quando nossos lábios se separaram, Rodrigo me perguntou se eu queria subir a sua casa.
– Eu tenho namorado!
– Quem disse que eu quero transar com você? Eu só lhe quero oferecer uma cerveja, agradecer pela noite!
Eu não sabia se havia de aceitar, mas aceitei.
Nós subimos até o seu apartamento, bebemos algumas cervejas e falamos um pouco. Quando eu achei que já tava na hora de sair eu disse que me ia embora. Ele se aproximou de mim e me beijou novamente. Eu pensei que seria um beijo de despedida, por isso não o impedi. Mas sua boca começou descendo até o pescoço e ele começou abrindo minhas calças.
– Agora quero dar meu cu pra você!
Era uma proposta tentadora. Ele era um homem lindo que me fazia sentir bem e queria que eu comesse seu cu. Eu queria deixá-lo continuar. Queria sentir sua boca chupando meu pau. Queria saber se seu cu era apertado… não devia ser. Eu queria, mas depois me lembrei do Alex. O meu namorado à 2 anos, o meu amor provavelmente estava na cama me esperando e eu ali, desejando comer o Rodrigo.
– Eu tenho namorado, Rodrigo!
Afastei Rodrigo de mim e abotoei minhas calças. Ele não gostou, mas eu continuei falando:
– Eu amei essa noite, cê é um homem lindo e me fez sentir muito bem por isso eu tou grato! Mas isso que cê quer fazer comigo é trair meu namorado e eu não vou deixar.
Virei as costas e sai pela porta.
Quando cheguei a casa Alex me esperava na cama. Ele não perguntou porque é que eu tinha demorado. Se limitou a me beijar como não me beijava à muito tempo. Nessa noite nos amámos como já não fazíamos à muito tempo. Nessa altura eu senti culpa, mas também me senti bem ao lado do homem que amava.
Durante muito tempo nós vivemos apaixonados como nunca. Nossos problemas tinham desaparecido. Nunca cheguei a contar o que tinha acontecido com o Rodrigo e tentei esquecer.
Ao fim de algum tempo surgiram novos problemas e nos separámos. Foi triste, mas tinha que ser. Para tentar esquecer o Alex fui à casa de Rodrigo. Transamos umas 6 vezes, mas não passou disso. Eu queria esquecer o Alex. O Rodrigo continuou dizendo que eu era lindo e isso me deu confiança. Me relacionei com 2 homens, mas não tanto tempo como com o Alex. Eles eram lindos e gostavam de mim, mas eu nunca cheguei a sentir por eles o que sentia pelo Alex. Com o primeiro vivi 7 meses e com o segundo vivi uns 4 meses.
Mas felizmente, um ano depois de ter acabado com o Alex nos encontramos novamente. Conversamos, rimos, e não passou disso. Começamos marcando encontros e passado 1 mês tavamos morando juntos outra vez. Ele admitiu a todo o mundo que me amava, incluindo ao patrão, e agora vivemos felizes e apaixonados.
Esse ano de separação nos fez bem. Atualmente eu tenho 20 anos e o Alex tem 21. Ele tá mais bonito e me ama mais. Continuamos fazendo sexo duro, sexo muito bom, mas também sabemos nos amar e transar carinhosamente. Às vezes alinhamos numa transa a 3, mas nunca mais vimos o Rodrigo. Também já alinhamos em suruba, mas não há nada como chegar a casa e sentir aqueles braços sarados agarrando meu corpo.
Te amo, Alex!

O ativo que virou passivo no meu pau

abril 21, 2009

Mes de julho, mes de férias. Era uma quinta-feira e a programação da noite ficava por conta de um show em praça pública da minha cidade. Lá pelas oito da noite, com a música de um grupo local, eu encontro uma grande amiga minha. Ficamos conversando por conta do bolo que o namorado havia dado nela.

Eu estava solteiro e sem ninguém, por pura opção. Tava cansado de mulher pegando no meu pé, e de caras ciumentos que me cobravam muito a presença. Umas dez da noite, com o show já quase encerrando, desconfiei que alguém me olhava, do meu lado esquerdo, não muito perto de mim. Como essa minha amiga sabe de mim, contei a ela que achava que alguém estava me paquerando. Olhei para o lado e avistei um dos caras mais bonitos com quem já transei na vida. Ela ficou de queixo caido com a beleza do cara. O Diego é branco, malhado de academia, da minha altura (1,70m), cabelos negros, rosto lindo e olhos verdes como petecas. Ele realmente é de tirar o fôlego de qualquer um. Ele me olhava insistente e sorria discretamente. Eu retribuia. Logo depois, o show encerrando, uns amigos do Diego se aproximaram dele.

Ficaram conversando e ele parou de me olhar. O show acabou e eu me despedi da minha amiga. Fui caminhando para o carro devagar, pra ver se conseguia falar com o cara. Ele deu um jeito de se livrar dos amigos e fez sinal para que eu o encontrasse na curva. Peguei o carro e fui andando devagar, enquanto ele caminhava pela calçada. Assim que dobrei, ele veio até a janela do meu carro, nos apresentamos e foi quando eu soube que ele era músico. Convidei-o para sair mas ele tinha que voltar para a companhia dos ditos amigos.

Trocamos então os telefones e marcamos para a noite seguinte. Mal consegui dormir. Lá pelas dez da manhã, eu estava no trabalho quando o celular toca. Não esperava tão cedo, mas era ele. Um frio me subiu pela espinha. Ele me perguntou se o encontro que marcamos para a noite não poderia antecipar, pois ele estava louco pra ficar comigo. Ele tinha um jeito másculo, forte e uma voz grossa como a minha. Marcamos um encontro no shopping às quatro da tarde. Chegado o momento, conversamos lanchando e fomos dar uma volta pela orla do rio que circunda a minha cidade. A noite foi caindo, e o desejo era latente em nossos olhares. Então aconteceu nosso primeiro beijo, dentro do carro.

Como os vidros têm película escura, não houve problema algum. Foi um beijo ardente como dois apaixonados. Nossas línguas se procuravam e nossos lábios se chupavam freneticamente. Nessa hora, ele começou a descer a mão em direção à minha bunda. Segurei a mão dele e olhando em seus olhos perguntei que tipo de relação ele costumava ter na cama. Ele disse que estava louco pra me comer. Dei um sorriso e afastei a sua mão, dizendo que então parássemos por ali, pois eu não gostava de fazer o papel de passivo. Ele meio sem graça, respondeu que realmente seria um problema, pois gostava de comer uma bunda. Propus que a gente ficasse como amigos, já que não iria rolar mesmo. Ele concordou e pediu que eu o deixasse em casa. Atendi seu pedido e lá chegando nos despedimos novamente com outro beijo carinhoso e gostoso.

Meu pau só faltava explodir dentro da calça, mas o que fazer, né? Passados três dias, no sábado à tarde, eis que o Diego novamente me liga. Combinamos pegar um cinema e fomos assistir um filme de aventura. No escuro da sala, ele discretamnte roçava sua perna na minha e pegava de leve na minha mão. Novamente a excitação foi tomando conta de mim. Terminado o filme fomos lanchar na orla. Já era umas nove da noite quando, dentro do carro, os beijos novamente aconteceram. Confesso que ficava agoniado, pois sabia que não iria passar daquilo. Perguntei-lhe se ele nunca havia sido passivo, pois eu tinha muita vontade de comer aquela bundinha linda que ele tem. Ele disse que não. Perguntei: Mas vc nunca sentiu vontade? Ele respondeu: Não vou te mentir, vontade eu já senti, mas foi com um namorado de longo tempo. Não tive coragem. E vc? Eu respondi que nunca havia sentido vontade e pedi para que parássemos com aquilo de ficar se beijando, já que não iria rolar nada entre a gente.

Surpreendi-me quando ele respondeu: Quem sabe se vc tiver um pouco de paciência…Tinha certesa que a essa altura meu pau já babava de tanto tesão. Abracei=lhe carinhosamente e nos beijamos novamente. Agora eu já ousava deslisar minha mão pelas suas costas e tentando fazer um carinho naquela bundinha por dentro da calça. Ele hesitou e pediu-me para parar. Fiquei puto nessa hora e pensei que ele deveria estar brincando com a minha cara, se achando o bonitão e sacaneando direto comigo. Fui meio indelicado e disse que iria deixá-lo em casa. Quando o deixei na porta, pedi a ele que não me ligasse mais, pois achava que ele tava era afim de sacanear comigo.

Ele ficou muito chateado e disse: Realmente vc só tá querendo uma bunda pra comer, não te incomoda que eu não vou mais te ligar. Saiu do carro furioso. Fui pra casa com meus pensamentos e certo de que ele entendeu tudo errado. Não era nada disso. Eu é que pensava que ele queria brincar com a minha cara. Passou-se uma semana e resolvi eu ligar pra ele. Tentei explicar o que eu estava pensando e ele marcou outro encontro pra de noite. Novamente dentro do carro, ele acabou entendendo e foi quando disse: Cara, eu não tô entendendo, mas acho q tô sentindo uma coisa legal por ti. Não tô afim de t sacanear. Eu é q tô com medo. Vi sinceridade eu seus olhos e nos beijamos novamente. Rumamos para o motel, com a concordância que não era certesa que alguma coisa rolaria além dos carinhos.

Tomamos banho de piscina nús e tive naquele momento a certesa da linda bunda, redonda e lisa que ele tinha. Fomos nos deitar e aos beijos eu comecei a alisar suas costa e sua nádegas. Fazia um carinho de leve com a ponta dos dedos em seu cuzinho, e ele gemia baixinho de prazer. Virei-o de costas e disse pra ele não ficar com receio. Comecei a beijar suas costas lentamente, lambendo todo o caminho em direção o cuzinho. Quando alcancei aquele buraquinho, passei a lingua de leve, arrancando dele suspiros de tesão. Toquei embaixo de seu saco e pude percebi que seu pau estava muito duro. Introduzi de leve minha língua em seu buraquinho, fazendo um vai vem muito gostoso. Aos poucos ele foi se soltando, abrindo mais as pernas. Já estava entregue e se esfregava no lençol a cada estocada minha com a língua. Subi sem suas costas e comecei a beijar sua nuca, enauqnro cutucava seu cuzinho com a cabeça do meu pau, lambuzado do líquido de tesão. Tentei forçar um pouco para abrir caminho. Nessa hora ele se fechou, trancando sua bundinha. Beijei muito seu rostyo ne sua nuca, pedindo calma a ele. Ele disse: TÔ com muita vontade de dar pra vc, como nunca senti por ninguém, mas não tenho coragem amor.

Aquelas palavras me deram um calafrio. Pedi a ele que ficasse calmo, tranquilo, pois ele iria gostar e eu ia fazer com muito carinho. Ele procuroiu relaxar, fechou os olhos e disse: faz devagar amorzinho…só vou fazer isso porque tô louco por vc. Palavras mágicas pra um momento de puro tesão. Peguei o gel que já estava de propósito ao meu alcande e lambuzei seu cuzinho máximo que eu pude e toda a extensão do meu pau, que não é muito grande (cerca de 16 cm). Fui beijando e fazebndo carinho, ao mesmo tempo em que fui posicionando a cabeçona vermelha na entrada do seu cuzinho.

Com muito carinho, muitos beijos, fui avançando lentamente aquele buraquinho. Ele tentava reagir, trancando o cuzinho. Novamente as carícias e meti minha mão por baixo dele, tentando fazer um carinho em seu pau, que estava duro como pedra e babava de tesão.Quando ele sentiu o carinho no pau dele, subiu mais a bunda para facilitar minhas carícias, e foi quando fui enfiando toda a minha rola dentro daquele cuzinho muito apertado. Ele travou, mas meu pau finalmente estava todo dentro dele, babando de desejo, prestes já a gozar. Pedi para que ele ficasse calmo, pra acostumar. Ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo muito. Foi quando eu acariciei ainda mais seu pau e ele foi se mexendo lentamente. Logo ele estava acostumado com minha rola toda dentro dele.

Ele suava muito, apesar do forte ar condicionado. Lentamente comecei a bombar no seu cuzinho. Ele já mais relaxado, começou a ficar mais tranquilo, em clara demonstração de prazer e já sem dor. As bombadas foram ficando um pouco mais fortes, porém de modo a não machucá-lo. Nesse momento, ele pediu para ficarmos de ladinho e eu atendi. Fui bombando e ele se masturbando, até que meu peu começou a inchar, sem ser preciso que eu anunciasse meu goso. Ele, percebendo que eu estava quase gozando, empinou ainda mais aquela bunda, dizendo pra eu gozar dentro dele, como ninguém nunca havia feito em sua vida.

Gozei jatos enormes de esperma, enquanto ele se masturbava e gozava como um louco. Agarrado em suas costas e atolado naquele cuzinho, tive um prazer de gozo como poucos já havia tido. Assim que ele gozou, começou a querer tirar meu pau de dentro dele rapidamente. Pedi que ele tivesse calma, pois estava ainda duro. Fui retirando lentamente para deixá-lo livre. Percebi nesse momento que meu esperma tinha um pouco de sangue, bem pouco, no meu pau. Fiquei preocupado e ele assustado,. Correu para o banheiro e foi fazer uma ducha. Ele disse estar ardido.

Tomei meu banho junto com ele perguntei a ele se estava tudo bem. Ele respondeu que sim. Fomos para a cama e começamos a nos beijar novamente, só que desse vez ele já não mais hesitou em ser comido, abrindo-se como uma fêmea. Penetri por duas horas ele de frente, segurando meu gozo e deixando ele se deliciar com a penetração. A partir desse dia, ficamos mais dois meses, ele sempre dando o cuzinho pra mim quase todos os dias. Terminou porque ele era muito cobiçado e isso começou a me incomodar, mas até hoje, quando nos encontramos por aí, percebo o quanto ele gostou de ser uma fêmea nas minhas mãos.

Batendo Uma com o Dedo Atolado no Ânus

abril 10, 2009

que dependendo do tipo de estimulação anal poderia incrementar a ejaculação propriamente dita e que muitas mulheres estimulavam seus maridos com essa prática.

Após um tempo de silencio ele começou a me encher de perguntas: qual seria minha especialidade, se fazia toque retal, se já tinha tido alguma intimidade com outro homem, se faria isso com ele, quais seriam meus fetiches e assim por diante.

Respondi apenas que minha especialidade não exigia que fizesse toque retal, apesar de ter aprendido a fazer isso na faculdade e na vida sexual em geral. Disse já ter tido experiências íntimas com alguns homens no passado e que, entre vários, um de meus fetiches era dar prazer a um cara e ficar assistindo gozar. Ele ficou entusiasmado e perguntou se não queria unir meu fetiche com o dele.

No final ele propôs R$ 100,00 por uma consulta simulada e que ele cobriria qualquer outra despesa de material que tivesse. Falei que iria pensar e ver meus horários naquela semana, e se fosse possível, encaixaria após o expediente como se fosse um horário extra para uma consulta emergencial. Pedi para deixar nome e telefone que entraria em contato com ele para agendar um horário em meu consultório para uma “Aplicação de um GTR”. Ele ficou eufórico e deu um número de celular, o nome Marcelo, e um aviso que não poderia ser no dia seguinte porque ele já tinha um horário marcado com um profissional que estava tratando dele, se despedindo em seguida porque teria que desligar.

Aquele número não me era estranho. Fui verificar minha agenda e lá estava: Marcelo às 18hs30min com o mesmo número de celular. Realmente o mundo é muito pequeno. Pensei muito naquela noite e de manhã cedo antes de ir ao consultório passei numa farmácia e comprei algumas coisas que talvez necessitasse.

Marcelo era bem apessoado e um bom paciente. Mesmo investigando mais profundamente a vida dos pacientes jamais suspeitei que ele pudesse ter casos com outros homens, assim como ele em relação à minha pessoa. Relutei um pouco porque ele já era meu paciente há anos e isso poderia atrapalhar nossa relação profissional-paciente, mas como ele que me procurou, e no fundo, no fundo, minha vontade de enfiar meu dedo nele e fazê-lo gozar como nunca havia gozado antes estava falando mais alto, acabei me convencendo a fazer isso. E iria fazer uma surpresa e tanto para ele no final daquela consulta.

No último horário de segunda feira lá estava ele me aguardando na recepção. Fechei a porta do consultório que não havia mais ninguém, exceto Marcelo e eu. Após a consulta normal que relatou estar sentindo algumas dores lombares na última semana, antes de prescrever seu medicamento disse que teria que examiná-lo fisicamente para afastar qualquer possibilidade de que algo mais sério pudesse estar ocorrendo. Pedi que tirasse a roupa e deitasse em meu divã apenas de cueca.

Cheguei até sentir uma vontade de agarrá-lo e contar toda a verdade, pois somente nesse momento é que percebi quão gostoso ele era pelo fato de não estar mais o vendo com olhos clínicos. Medi sua pressão arterial, auscultei seus pulmões e comecei a fazer exame de palpação e percussão em seu abdômen e coxas. Pedi para que ficasse de barriga para baixo para localizar a região da coluna que estava doendo.

Apesar de meus dedos estarem palpando as vértebras lombares, meus olhos não conseguiam se afastar daquela bundinha redonda e dura. Perguntei se doía numa região da coluna e deslizei meus dedos em suas nádegas até a parte posterior da coxa perguntando se sentia dores irradiadas naquela região. Ele disse que não e balançou seu quadril praticamente arrebitando sua bunda, o que começou a me encher de tesão.

Mandei virar de barriga para cima e percebi que seu membro já estava mais intumescido que o normal. Para provocá-lo, passei a pressionar levemente e a deslizar meus dedos em sua virilha próxima àquele saco realçado em sua cueca apertada que automaticamente fez seu pau começar a crescer dentro dela. Em seguida, mandei que levantasse um pouco o quadril colocando minha mão espalmada na região inferior de sua coluna e que iria fazer uma tração manual para aliviar a tensão. Após ter feito umas duas ou três trações, propositadamente deixei escorregar minha mão de seu osso sacro passando-a inteira em toda a sua bunda, me desculpando meio sem jeito logo em seguida.

Ele fechou os olhos e balançou a cabeça negativamente dizendo que isso poderia acontecer com qualquer um. Nesse momento vi seu pau quase em ereção começar a pular dentro de sua cueca. Em seguida, disse que teria que fazer um exame meio constrangedor, mas que seria necessário um toque retal para descartarmos qualquer possibilidade de envolvimentos mais sérios. Quando fui abaixar sua cueca, notei que seu pau já estava totalmente duro pelo volume formado embaixo dela e ele sem jeito começou a me questionar se seria preciso mesmo.

Ele estava envergonhado de mostrar claramente sua excitação com a situação e disse a ele para não se preocupar porque que já tinha visto em minha vida profissional todo tipo de pau, formato, tamanho, condição e que nada mais me surpreenderia. Ele respirou fundo e mantendo os olhos fechados concordou com a remoção de sua cueca para o exame. Tive vontade de cair de boca naquela maravilha que estava ao meu alcance e sabendo que no fundo no fundo era o que Marcelo mais queria.

Peguei minha pasta e coloquei um tudo de KY novo, camisinha aromatizada e um par de luvas clínicas na mesa de suporte, sem que Marcelo visse, pois estava com vergonha e não conseguia abrir os olhos para me encarar com seu pau duro daquele jeito que estava.

Passei gel bactericida em minhas mãos e nas luvas após vesti-las. Em seguida afastei suas pernas, derramei uma certa quantidade de gel lubrificante em meu dedo médio e comecei a passar na entrada daquele cuzinho apertado, realizando movimentos circulares e disse: “Você pode achar estranho, mas como não tenho gel com anestésico para diminuir a dor, tenho que ir devagar. Basta confiar em mim”. Ele apenas concordou com a cabeça e após colocar mais quantidade de gel comecei a penetrá-lo.

Conforme ia introduzindo meu dedo naquele buraquinho, ele mexia o quadril e seu pau dava pulos de excitação. Quando estava quase na metade da introdução de meu dedo, derramei certa quantidade de gel sobre todo o pau de Marcelo e agarrei-o começando a masturbá-lo.

Ele se surpreendeu, abriu os olhos deixando-os arregalados e não sabia como reagir: se não deixava continuar ou se implorava para que não parasse. Nesse momento disse a ele: “Qual o problema? Não queria uma aplicação de GTR? Está recebendo o que queria. Apenas aproveite o momento e agradeça pelo fato do mundo ser tão pequeno assim…”

Ele começou a rir, fechou os olhos e começou a mordiscar seus lábios enquanto o masturbava e enfiava cada vez mais meu dedo dentro de seu cuzinho até que acabei penetrando-o por inteiro. Após ter colocado meu dedo médio inteiro, deixei-o parado para que aquele cuzinho apertado pudesse se acomodar com seu invasor, enquanto o masturbava rapidamente arrancando gemidos de tesão de Marcelo.

Quando ele próprio começou a rebolar, iniciei movimentos de retirada e reintrodução de meu dedo daquele cuzinho delicioso até que senti seu pau começar a pulsar como se fosse gozar. Nesse instante parei com a masturbação e continuei lentamente e colocar e tirar meu dedo daquele buraquinho. Após alguns segundos voltei a masturbá-lo lentamente enquanto ele rebolava e gemia como uma putinha doida.

Mais três ou quatro vezes tive que parar de masturbá-lo, pois sabia que iria gozar. Larguei aquele pau duro e pulsante e entreguei a camisinha aromatizada a Marcelo para que ele a colocasse. Aquela visão de um pau totalmente ereto, plastificado e cheirando a uva me fez mergulhar minha boca por inteira naquele mastro e iniciei uma chupada enquanto enfiava mais e mais meu dedo em seu buraquinho.

Ele gemia alto descontroladamente enquanto o chupava segurando com a mão livre a base daquele cacete rígido, concentrando minha massagem bucal especificamente naquela glande enorme e pulsátil. Estava com as duas mãos ocupadas e minha boca também quando Marcelo abriu os olhos e viu um volume formado por baixo de minha calça branca que em seguida passou a agarrar e a masturbá-lo também, mesmo por cima da roupa. Em pouco tempo eram os dois que estavam gemendo como doidos.

Após alguns minutos, levantei meu dedo dentro daquele cuzinho como se fosse tocar internamente a base daquele pau que estava chupando e comecei a explorar a região até sentir uma protuberância semelhante a um pequeno caroço. Quando toquei nele, Marcelo deu um pulo e começou a respirar rapidamente emitindo sussurros e gemidos que transbordavam de tesão. Coloquei a ponta de meu dedo sobre essa protuberância e comecei a pressioná-la de leve realizando pequenos movimentos circulares. Estava massageando a próstata de Marcelo ao mesmo tempo em que o chupava rapidamente.

Ele soltou meu pau e começou a morder sua própria mão emitindo gemidos cada vez mais intensos e quando estava ficando vermelho, quase sem ar, comecei a sentir aquele cuzinho esmagando meu dedo por pelo menos umas quinze vezes com contrações prolongadas.

A cada contração, sentia aquele pau pulsar grandemente no interior de minha boca, parecendo que a camisinha estava se enchendo por completo. E estava mesmo! Após urros e gemidos decorrentes de um gozo intenso e prolongado, quando retirei aquele mastro de minha boca pude ver que a camisinha estava repleta de porra cobrindo praticamente toda aquela enorme glande.

Marcelo não conseguia pronunciar uma só palavra e faltava ar. Seu corpo todo entrou em espasmo de quase um minuto contraindo-se todo. Após ter tirado minha boca daquele pau, ele continuou a pulsar por vários minutos como se ainda saísse resíduos de esperma daquela rola deliciosa. Nesse momento comecei a retirar lentamente meu dedo de dentro daquele cuzinho liso e apertado e a cada centímetro que retirava, aquele pau pulava uma vez.

Após um tempo peguei papel toalha e comecei a limpar o excedente de gel daquela bundinha deliciosa enquanto ficava admirando a gigantesca quantidade de porra que havia conseguido extrair desse meu paciente que tentava me dizer alguma coisa sem conseguir.

Quando encerramos a aplicação do GTR, Marcelo arredondou o valor do cheque dizendo que valia até mais que isso e que por ele passaria a ter consultas semanais com seu “Medi-cú” preferido, e que nas outras aplicações, gostaria de realizar outras fantasias inclusive com minha participação direta.

Após alguns meses, estava fazendo aplicações de GTR em mais quatro pessoas especialmente indicadas por Marcelo e, atualmente, estou analisando a inclusão desse tipo de terapia em minha tabela de preços pelo grande número de procura dessas aplicações. Ah! Por sinal, após aquela consulta, Marcelo nunca mais teve dores lombares…

Contatos: bebeto_bond@hotmail.com