O Rapaz do Ar Condicionado

Moro no interior do Mato Grosso, tenho 40 anos e trabalho numa emissora de rádio onde sou locutor. Não sou pintoso, mas por ser solteiro aos 40 anos sei que as pessoas comentam. Mas não dou importância e dou uma de machão, elogio mulher, coço o saco e pego na bunda dos colegas (brincadeira hetera), chego a fazer pressão e falo que um cu é prato fino. Perco o amigo mas não deixo escapar um olhinho de porco. Ou seja, faço tudo que a galera do ambiente de rádio faz, menos é claro ficar de caso com ouvinte.

Dia desses uma forte chuva com raios e trovões queimou todos os ares condicionados da rádio, e por isso foram comprados novos e contratado um rapaz para instalar o equipamento. Até aí tudo normal, mesmo pq por causa do ar antigo que não valia nada e vivia dando problemas, vira e mexe vinha um técnico. Vou te falar uma coisa, ou o dono da empresa é viado, ou é a mulher dele que escolhe os funcionários. Cada homem gostoso, com cara de safado e com jeito taradão que só de olhar a gente se apaixonava.

Desta vez o rapaz não era tão assanhado, muito pelo contrário, era caladão. Seu corpo bem trabalhado sem exagero, pele morena, cueca azul em uma bunda deliciosa, que sempre que o rapaz subia a escada ficava a mostra, e eu claro atendendo os ouvintes, anunciando músicas e com o olhão no cofrinho do rapaz. Algumas vezes ele me observou olhando para a bunda dele. Aí subia a calça pra cima discretamente.

As vezes o rapaz olhava bem fundo nos meus olhos e eu correspondia. Tudo em completo silêncio. Quando infelizmente o trabalho terminou, ele recolheu seu material, e fez questão de ir no estúdio onde eu estava e se despediu de mim com olhar triste. Me despedi dele com um sorriso de orelha a orelha, agradeci e desejei um bom dia para ele.

Apesar de tudo não tive esperanças de vê-lo novamente, afinal ele não era o único a passar ali, fazer seu trabalho e sumir. Qual não foi minha surpresa quando o cara ligou no sábado e se identificou como o cara do Ar Condicionado. Puxei papo, elogiei o serviço. Ele pediu uma música, ofereceu para a família e especialmente para mim. Me disse que tinha me achado super legal e gostaria muito de ser meu amigo, se eu quisesse é claro. Respondi que claro que eu queria, que era muito solitário, e que as vezes não tinha amigo nem para ir ao cinema, o que não deixa de ser verdade, pois a galera gosta de companhia para encher o rabo de cachaça, ou alguma suruba e isso não é minha praia. Marcamos logo um cinema para aquele dia mesmo as 17 horas.

Em casa tomei um banho daqueles, me arrumei todo peguei o buzão e fui pro shopping. Como trabalho em rádio não pago para entrar em cinema e nem em shows. Meu novo amigo havia avisado que iria de moto. Cheguei e fui pra praça de alimentação tomar um chope escuro. Não demorou muito e ele chegou, todo arrumado e nesta hora notei que aquele cara era muito mais bonito que eu imaginava. Entramos depois de tomarmos alguns chopes. Sentados lado a lado num momento de descontração ele pegou minha mão, e foi tão natural que continuamos conversando de mãos dadas.

Na saída do cinema andamos pelo shopping rindo e vendo vitrines. Foi quando o Gabriel (esse era seu nome) falou que queria me curtir mais e melhor, e se eu topava ir com ele para um lugar mais reservado. Vacilei, e ele notou meu receio. Então falou que não tinha nada demais, e que era muito reservado e não comentava nunca sua vida com ninguém. Foi então que aceitei e fomos para o motel.

Chegando lá era tanta loucura que quase não esperamos para entrar no quarto, era beijos, mão boba pra tudo que era lado, mordidas no pescoço, gemidos. No quarto ele fez questão de tirar minha roupa de chupar cada detalhe do meu corpo. Até meu pau recebeu uma chupada de primeira. Com tanta dedicação é claro que retribui dando um banho de língua naquele homem delicioso. Fui posto de quatro, e tive meu ânus chupada bem no fundo, ganhei mordidas na bunda, no pescoço, na boca… Meu corpo tremia inteiro. Não aguentando mais empinei meu rabo e esperei ser penetrado por aquele pau moreno e cabeçudo, com grandes bolas e pelos cuidadosamente aparados.

Meu amante tava tão nervoso como eu. Colocou a camisinha, passou lubrificante e ajeitou a cabeça na portinha do meu cu, que piscava de excitação. Eu gemia baixinho. Meu novo amante começo a chupar minha orelha com a chapeleta pressionado meu rabo. Nossos corpos tremiam tanto que parecíamos estar em convulsão. Foi quando perdendo o controle fui penetrado de uma vez só… Soltei um grito abafado pelos travesseiros enquanto apertava a cabeceira da cama. Levei a mão para trás para controlar seus movimentos mas em vão. Ele socava com força, e eu desesperado com tanta dor. Tentei fechar as pernas para bloquear suas estocadas, mas suas pernas haviam prendido as minhas. O cara urrava feito um louco e socava fundo. Meus olhos ardiam, e não demorou para eu começar a chorar e implorar para ele parar. Era muita violência. O homem parecia um cavalo bravo em cima de mim. Tentei tirar meu corpo debaixo dela, e já estava na berada da cama quase caindo para o chão quando ele deu um urro bestial e encheu a camisinha de esperma. A danada não aguentando tanta porra arrebentou e me inundou o cu… Empurrei o cara de lado corri para o banheiro, procurei uma porta para trancar mas não tinha. Eu parecia um bicho assustado com o rabo pingando esperma. Sentei no vaso e comecei a chorar baixinho. O cara se aproximou e me senti ameaçado de novo. Tentei escapar, ele me abraçou e me pediu calma. Falou que estava muito tempo sozinho, que tava feliz demais por estar comigo e que tinha perdido a cabeça.

Que se eu não quisesse mas nada com ele, ele entenderia.

Depois que me acalmei tomei um banho, vesti minha roupa e pedi para ir embora. Ele tentou argumentar e eu falei: Você não queria gozar? Gozou! Agora me deixa ir embora por favor! Ele foi ao banheiro tomou banho, vestiu a roupa e me levou pra casa, onde desci da moto em silêncio e nem disse Adeus. Não sei se você leitor me entende, o negócio que eu me sentia usado, fui tratado como uma puta e sem meu consentimento. Achei que o cara ia ser legal e o sujeito me curou feito uma vaca.

Passei o sábado de cama tomando suco de beterraba que é cicatrizante, além de passar uma pomada no rabo que ardia feito pimenta. Eu me sentia um idiota, só queria esquecer aquilo, embora meu cu dolorido me lembrasse disso o tempo todo.

Na segunda feira era umas 9 horas da manhã quando chegou na rádio uma caixa de bombons, um urso de pelúcia lindo e um cartão pedindo desculpas, um número de celular e pedindo uma nova chance. A mulherada da rádio ficou super curiosas, e os homens também. Falei que devia ser alguma ouvindo doida e não deixei que vissem o cartão.

No sábado seguinte liguei e dei ao rapaz uma nova chance. Fomos direto para o motel, onde para me compensar ele virou sua deliciosa bundinha para mim e falou que ele era todinho meu. Pensei em me vingar e estragar o cu do cara, mas mudei de ideia e tratei ele como uma fêmea: Chupei seus peitos, enfiei minha língua na sua boca, falei sacanagem na sua orelha, apertei a cabeça do seu pau, chupei seu saco, dedei seu cu e só meti, quando ele pediu entre gemidos para sentir meu pau no rabo.

Penetrei meu moreno com calma, e quando notava que ele estava sentindo muita dor eu parava um pouco e deixava ele acostumar. Meti tão gostoso que o filho da puta gozou junto comigo sem nem encostar no pau…

Nos tornamos mantes fixos. Mas desde o início fui super sincero e falei que tinha um casado na minha vida, que vira e mexe eu ficava com ele, e por ser apaixonado e um caso de longa data dificilmente eu largaria um pelo outro. Mesmo assim ele aceitou o desafio e tenta ser muito mais gostoso que o outro, e assim já tem quase um mês…

* Mais relatos verídicos no blog http://www.dubabdonews.wordpress.com


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