Archive for outubro \31\UTC 2010

Macho Topa-Tudo

outubro 31, 2010

Conheci o Fábio numa mesa de bar após um jogo de futebol. O cara é enorme, alto, forte, sarado…quando ele me cumprimentou me assustei com o tamanho da mão, enorme…mesmo sendo um homem casado, sempre fui de tirar brincadeira com tudo,e não deixei passar…segurei na mão dele e disse, caralho com uma mão dessas nem é preciso de pinto. O Fábio mais sacana ainda disse, pois é, mas o grande mesmo é o tal do pinto…e deu uma risadona.

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem o Fábio acabou vindo sentar ao meu lado, pois alguns caras já tinha ido embora. Ao se sentar ele disse, aqui fica melhor para você confirmar o tamanho do danado. Fiz que não entendi…e volta e meia o Fábio pegava na minha coxa com aquela mãozona…eu estava somente de shorts sem camisa…aquilo foi mexendo comigo.

Num dado momento o Fábio, chegou muito próximo do meu pau…alias ele chegou a tocar no meu pau, de leve. O bicho deu sinal de vida. O papo descontraído, e o cara cada vez mais pegajoso. Até que ele posou a mão na minha coxa e não tirou mais…o meu pau foi crescendo, e começou a aparecer o volume no shorts. Fiquei muito sem jeito…e pior de tudo, com vontade de ir ao banheiro, mas como sair com o pau duro dali.

O filho da puta do Fábio percebeu…e ai foi se aproximando mais, até tocar o meu pau. Fiquei incomodado, e resolvi levantar para mijar…lógico que com a desculpa de que não aguentava mais…pois estava de pau duro, com a loiraça na nossa frente. Os caras tiraram um maior sarro, mas me sai bem.

Nisso, o Fábio se levantou também e disse que iria ao banheiro…putz, como agir nessa hora, nunca havia sido cantado pro outro cara. No banheiro, não tinha reservado, só um mijador coletivo…quando tirei meu paau pra fora…o Fábio disse…é da pro gasto cara…fiquei sem ação, e ele então tirou o dele pra fora, também duraço e disse…e ai é grande ou não é? O meu tem seus 16cm mas o do cara, parecia ter o dobro do meu…grosso, cumprido, cabeçudo…enorme.

Sai do banheiro o mais rapido….e na mesa o cara sentou ao meu lado e continuou com a mão. Quase indo embora o Fábio me pediu uma carona…não sei dizer não, mas achava que tinha me fodido.

Dentro do carro, o Fábio disse e ai cara afim de uma foda? Caralho, imaginei é assim na lata…logo fui dizendo, cara desculpa mas não curto isso não. O Fábio deu uma risadona e disse, tranquilo cara, é que tenho uma mina que ta me esperando e ela curte de 2 e acho que ela vai topar dar o cu pra você, pois seu pau é bem legal, e do tamanho certo. Quando ele me mostrou a foto da mulher, fiquei ligadão, era linda…falei pra ele, quero pagar pra ver. Então vamos lá.

Ao chegar na casa da mulher, era uma mulher além de linda, aparentemente muito rica…uma mansão. Descemos, e o cara já foi logo agarrando a mulher….tirando a roupa….e ficaram pelad=os na minha frente…e eu sem saber o que fazer.

Enfim nossa transa rolou, e ela me aguentou legal! Num dado momento, eu estava comendo ela, e ela chupando o Fábio…cara ela quase engolia tudo. Mas, reparando bem notei que ela lambia o cu do cara, que se controcia…e não se contentando, ela meteu o dedo…e chupava oa mesmo tempo.

Terminamos e fomos embora…já estava tarde, e minha esposa devia estar um fera. NO caminho não me contive e perguntei pra ele…cara impressão minha ou a dona tava fazendo fio terra em você. O Fábio deu a tipica risadona e disse, hoje foi só dedo, mas ás vezes tem coisa a mais. Perguntei que coisa a mais e ele disse, só vendo.

Deixei na casa dele, e ao descer ele disse…se quiser saber o que é algo a mais é só me ligar que te mostro.

Passou 3 dias e na segunda feira não aguentei e ligeui pro Fábio….que me atendou com a tipica risadona…e já foi falando, ta curiso neh safado…passa aqui no meu trabalho as 17 horas que te mostro.

Cara não aguentei e curioso que só fui…ao entrar na sala dele, ele ja veio me abraçando, e foi direto no meu pau que já estava duro de curiosidade e tesão, e disse eita tu ta preparado heim?

Ele então pediu para eu sentar, emf rente a uma tv…trancou a porta e ligou o video…era ele trepando com dona…mas tinha mais 2 caras juntos…no rala e rola…um dos caras, pegou o Fábio de jeito e socou a rola nele.

Fiquei sem ação…tremia de nervosismo…e o Fábio então disse, e aí…o que achou? Disse que legal…que ele era corajoso. O Fábio me olhou e disse…pena que seu pau é pequeno pra mim…senão te daria agora. Fiquei surpreso, decepcionado e nervoso…minha cabeça não sabia se aquilo era bom ou ruim.

Amizade na Medida Certa

outubro 20, 2010

Bom pessoal, esta é a história da minha primeira vez. Foi bem amador mas até hoje sou fissurado o que aprendi aquele dia: Penetração.

Essa história é real!

Eu era morador de uma pequena cidade no interior da região norte do RS, quase na divisa com SC. Na época, eu com 12 ou 13 anos, vivia a intensidade da “primeira gozada”. Época essa que adolescentes – ou pré-adolescentes como está na moda – descobrem o sexo.

Pois bem, moramos em uma casa em uma vila distante alguns quilômetros da cidade. Telefone era artigo de luxo. Internet? Que é isso? Restava aos meninos jogar futebol, andar de bicicleta, jogar pega-pega, esconde-esconde… Algo que era bastante mais saudável que hoje em dia. Todos meus amigos gozavam de uma aparência saudável. Bronzeados, sem barriga e de certa forma, fortes. Eu me incluo aí. Saúde não faltava. Não necessariamente bonitos, mas de fato, muito robustos. Eu tinha cerca de 1,60m, 50kg, magro, branco bronzeado do verão sem camisa, olhos e cabelo castanho e curto. Bonito!

Volta e meia nossas brincadeiras – ainda inocentes – ocorriam longe dos olhos de nossos pais dada a total falta de banditismo da região. Somente as meninas não participavam dessas incursões que, não raro, acabavam em lavouras de soja/trigo ou numa cachoeira próxima à vila que morávamos. Os motivos eram óbvios: “não é coisa de menina”.

Na idade em que estava, com o furor sexual, punheta começou a ser coisa farta. Só imaginando coisas. Mas tudo isso em casa, ou muito escondido. Sozinho.

Podem imaginar vocês o quanto fiquei surpreso quando, em uma de nossas incursões à cachoeira, um dos guris, coisa de dois anos mais velho, começou bater punheta na frente de todos, rindo copiosamente, sentado em uma das pedras? Não contente, ele chamou um menino, de uns 10 anos, e lançou um “leandrinho, bate aqui pra mim vai!”. O guri não foi, claro. Haviam outros guris mais velhos junto e eu só assisti o que se passava. Outros dois dos mais velhos avançaram por sobre o mais novo onde ele, na ânsia, tentava fugir. Sem sucesso. Tiraram o calção dele dentro d’água deixando-o nu. Os dois mais velhos estavam também de calção e estavam com seus “enormes” paus duros. Acabei descobrindo depois que não eram muito grandes – com a experiência – mas como eram mais velhos que eu, pareciam gigantes.

No fim das contas, tudo não passou de muitos gritos do Leandrinho e risadas de todos os outros, pois o pequeno não cooperou em nada.

Cessaram também as punhetas. No entanto, algo despertou em mim. A safadeza oculta até então. Centenas de punhetas foram batidas lembrando da situação. Mais ainda do guri sentado na pedra, rindo com a mão no pau batendo uma e chamando o outro, daquela forma safada que a gente só sabe fazer quando esta com “tesão mesmo”.

Aquele guri não tinha nada de especial… mas me deixou louco pela força e a certeza com que ele disse as palavras. O “bate aqui pra mim vai!” ficou rodeando minha cabeça.

Tudo foi tomando conta do meu pensamento. Fiquei meio que alucinado. Excitado ao ponto de outros meninos, em minha cabeça, irem tomando o lugar do outro, sentado à pedra na beira da cachoeira…

Eu era bastante amigo do Rogério, que era bem mais velho que eu. Tinha cerca de 17 anos. Ele era o personagem principal nos meus devaneios por ser um “homem e tanto”. Bem bronzeado, tinha braços fortes, costas fortes, barriga tanquinho, mas com a cintura fina e uns pernões! Não bastasse isso, ele era mais alto que eu, tinha um sorrisão em parte destacado pela cabeça pequena e olhos verdes escuros.

Eu não saia mais de perto dele. Ele virou meu “ídolo”! Eu queria imitar tudo o que ele fazia ter aqueles brações e fazer sucesso com as meninas como eu achava que ele fazia. Bem, certo dia, do nada, me dei por conta que tudo aquilo deveria ser por que eu queria transar com ele! E resolvi tentar!

Mas pensava “como vai ser isso?”, “ele vai me rasgar”, “e a dor?”, “e se ele contar pra alguém?”. O interessante é que eu só tinha uma certeza que era a de que se eu “me oferecesse” ele não negaria. Tudo isso me perturbou uma semana até que tudo o que pensava antes foi substituído por um “DANE-SE!”.

O plano era o seguinte:

Ele sempre passava em frente minha casa logo depois de meio dia quando ele acompanhava seu irmão mais novo até a escola. Em seguida retornava. Esperei ele e seu irmão passar, quando ele voltou, fui até o portão. Sabia que ele chegaria conversar, afinal, éramos amigos.

Ele chegou e fui direto ao que tinha planejado para não perder a coragem:

Eu: “Cara, que tu vai fazer hoje à tarde?”;

Ele: “Nada, nada nos planos e tu?”;

Eu: “Bah… precisava duma ajuda sua então… mas é segredo… só tu pode me ajudar…”;

Ele: “Claro manda aí!”;

 

Eu não poderia dizer pra ele sob pena de deixar ele muito surpreso e assusta-lo.

 

Eu: “Não, agora não posso falar nada aqui… depois… daqui meia hora mais ou menos tu vai fazer o que vou te dizer pode ser?”;

Ele: “Missão impossível é? Claro! É comigo!”;

Eu: “Então tu vai passar aqui em frente de casa. Eu vou estar aqui fora. Daí, vamos lá na casa abandonada da Dona Cecília. Tu vai pela rua e eu aqui pelos fundos. Ninguém pode ver a gente junto. Segredo ok? Cuida pra ninguém te ver pulando o portão lá. Tem pouco movimento agora”;

Ele: “Ok, vou lá e faço o que? Bato palmas?”;

Eu: “Vai até os fundos da casa. Eu vou estar lá.”;

 

Esta casa fazia divisa com a minha, nos fundos, e era separada apenas por uma cerca de arame farpado. Fácil de pular. Minha mãe estaria dormindo e meu pai já não estaria mais em casa. Na casa havia uma janela nos fundos, a qual eu havia arrombado. Coisa de criança curiosa. Não havia nada na pequena casa.

Ele topou, saiu… e em coisa de 20 min ele passou em frente minha casa. Gostei de ver que ele estava adiantado… Concluí que ele também estaria curioso, o que era bom, imaginei. Acenei um discreto Ok ele assentiu, e me dirigi ais fundos. Fui correndo. Queria chegar antes. Cheguei. Abri a janela e dirigi-me á parte da casa que teria vista para a rua por algumas frestas. Alguns instantes depois vi a figura atlética dele caminhando e discretamente olhando pra trás e pros lados… Mais discreto ainda foi a corridinha que ele deu, pôs a mão no tijolo do portão e lançou as duas pernas por sobre o portão. Ele estava no perímetro com uma facilidade incrível! Seria ele um bandido? Rsrsrs.

Chegou, foi aos fundos. Eu havia deixado a janela entreaberta. Vi ele acocorado ao lado dela fazendo um “psssiu, pssssiu! Rápido!”. Abri a janela e ele entrou com a mesma desenvoltura com que pulou o portão.

Ele: “Tah e agora?”;

Eu: “Senta aí.”;

 

Sentou.

 

Eu: “Cara, tu sabe alguma coisa da Lu? Com quem ela ta? To apaixonado por ela…”;

Ele: “Mentira né que tu me chamou aqui pra essa conversinha? Por que segredo com isso? Ta quente aqui tira tua camisa e estende ela do avesso aí no chão”;

O porque dele me mandar fazer aquilo não entendi… Mas fiz… Ele também tirou a dele… Olhei pro corpão dele… Ele me alcançou a camisa dele e disse que era pra fazer o mesmo com ela… estender virada do avesso ao lado da minha. Num momento de silêncio, dei-me conta de como era quente mesmo! Ele levantou, passou uma réstea de sol no peito dele e vi como ele estava soando no meio do peito onde tinha alguns pequenos cabelos dourados.

Foi quando ele me estendeu a mão e disse pra mim levantar. O fiz. Aí ele pensou um pouco… passou a mão na testa e no cabelo pra tirar o suor e me disse que estava nervoso.

Eu: “Porque tu ta nervoso Rogério?”;

Ele: “Não sei… tu é meu amigo… não deveria fazer  isso contigo…”;

Aí eu avacalhei com tudo. Entendi inconscientemente que ele estava nervoso, pois, afinal, não poderia comer o cu de seu amigo… Ele deve ter me sacado ou quem sabe já havia passado por isso antes com outros guris. Afinal, porque seu amigo te chama, pedindo segredo, pra ninguém ver, para ir a uma casa abandonada na primeira hora da tarde? Inconscientemente ele sabia que eu queria dar abunda pra ele. E eu soube que ele queria me comer.

Eu: “Cara, é tudo o que eu quero de ti agora. Seguimos sendo amigos. Eu nunca fiz isso e tu tem que ser o primeiro.”;

Ele riu… Olhou pro alto… Arrumou a cueca próxima às bolas por cima do calção preto num indício de que algo se moveu ali dentro… Chacoalhou a cabeça como um “não”.

Em seguida, levou a outra mão para minha cintura e, sem olhar pra minha cara, me aproximou com aqueles braços fortes encostando nossos corpos suados. Depois me pegou mais forte colocando sua cabeça junto à minha como que se ele quisesse ver minha bunda por cima do ombro. A mão saiu do pau e veio junto da minha cintura também. Ele me abraçou tão forte que estalou minhas costas. Senti o pauzão duro dele encostar na minha coxa… Abracei ele também e, com as palmas da mão aberta, esfreguei as costas lisinhas e suadas dele. Naquele momento me apaixonei por homem suado!

Ele me soltou e disse pra deitar de bruços por sobre as camisas no chão! Eu, finalmente, entendi o porquê de tirar as camisas e por no chão do lado avesso pra não sujar muito do lado certo quando a gente transasse ali encima… Óbvio…

Quando deitei ele ficou de joelho entre minhas pernas abertas. Não tiramos os calções. Ele, com ambas as mãos baixou meu calção até liberar caminho, logo em seguida deve ter tirado o pau dele pra fora também pois eu não vi. Tinha em mente que seria dolorido e era melhor não ver.

Tudo isso em silêncio. Ouvi ele cuspindo… Não entendi por que… Logo depois ele afastou minhas nádegas… Bem afastado, ouvi ele cuspir de novo e senti a baba no meu rabo. Me virei possesso de raiva com ele! Afinal havia cuspido em mim!

Ele: “Pssssiu! É só pra entrar mais fácil animal! Deita aí!”

Nessa hora vi o pau preto dele. Reto, grande e bem grosso com um cabeção pontudo. Ele estava todo babado também. Ele fez de novo a cena do cuspe na cabeça do pau pra me mostrar como era. Envergonhado e com um pouco de nojo me deitei novamente. Sem mais tapar os olhos. Agora queria saber de tudo. Ouvia ele batendo um pouco de punheta para lambuzar bastante o “equipamento” que, na minha medida da época era muito gigante. Hoje, calculo que tinha uns 18cm bem grosso. Para uma primeira vez, foi gigante mesmo!

Ele ficou na posição clássica “papai-papai” com as duas mãos próximo à meu ombro. Ele tentava achar meu buraco sem usar a mão tentando mostrar alguma habilidade ou experiência que eu não queria saber com quem ele tinha adquirido. Fato é que o pau dele era bem duro. Sendo assim, ele consegue maior controle com o quadril.

Ele então conseguiu chegar com o cacete bem na pontinha de minha preciosa joia virgem. Eu lancei um “Devagar meu, por favor!” implorando pela piedade dele. Ele me devolveu um bem tenso “não vai doer muito, te acalma”. Eu me preparei para levar uma espadada no coração. Mas estava disposto à isso. A dor era parte do que me fazia sentir todo aquele tesão. Quando ele forçou a entrada eu acho que eu rezava o pai nosso de tão tenso!

Mas, inacreditavelmente, aquela cabeçorra passou facilmente me deixando muito surpreso e soltando um “Ah” de alívio. Ele perguntou se doía, eu, precavido, soltei um “não muito”. Ele balançou o corpo e meu coração balançou junto. Que sensação de orgulho que me deu ao pensar que aquele cabeção todo estava já dentro de mim. Eu ri. Ele também.

No que ele foi pondo para dentro de mim, com muito jeito, eu não sentia dor. Apenas uma forte pressão que claramente não vinha da bunda. Era mais embaixo, quase nas bolas. Eu estava alucinado novamente. Quando enfim o cacetão dele chegou “no talo”, ele me abraçou por trás com força e largou todo o peso dele sobre mim. Relaxando.. Me senti, ali, completamente dominado e indefeso. Mas estava protegido pelo meu lindo e forte – e era mesmo – comedor. Ele me disse quase sem ar de tanto tesão que eu era apertadinho, e que estava quente ali fora mas o meu cu era mais ainda e que ele iria viciar naquilo. Eu estava mole de tesão. Tinha dado o rabo a primeira vez pro cara que era a inspiração das minhas punhetas. Não estava doendo. E ele, abraçadinho em mim, dizendo que ia viciar em mim. Nossa!

Apertadinho daquele jeito, ele deu uma forçada a mais e, aí sim, dei um salto tamanha a dor repentina que senti. Ele me segurou me sujeitando a ficar embaixo dele. Mas eu pedi para tirar que estava doendo. Ele tirou. Me pediu desculpa, dizendo que não faria mais. Eu reclamei um pouco, eu estava todo dolorido, com uma sensação diferente…ele veio pro meu lado com aquele pauzão virado pra mim… me abraçou e disse “que quando a dor passar, vamos de novo” devagarinho.

Eu estava bravo com ele. Tenho pouca paciência. Mas ele era o meu ídolo enfim. Dessa vez faríamos “de quatro” segundo ele. Fiquei como ele mandou. Mais alguns cuspes os quais eu já estava achando excitante, e lá veio ele. Dessa vez ele usou as mãos e apontou o pau pro meu cu, pois era tão duro que só apontava pro céu. Pronto, cabeça pra dentro. Com a mesma dificuldade de antes, demorou um pouco pra enterrar todo aquele naco. Pau no fundo, dessa vez a estratégia dele foi outra. Começou a bombar bem devagar. E eu ali, curtindo um monte. Ele parecia ansioso. Começou a bombar pouco mais forte e me disse que ele iria “acabar” em mim. “Tu deixa?”.

Eu não sabia do que se tratava o termo “acabar” até que ele me disse que era quando “saia o leite”. “Tu fica com meu leite dentro?” perguntou ele. Eu perguntei das consequências e, com uma cabeça que não conhecia DST assim como a minha, disse-me que “podia ficar um pouco molhado só”.

Disse pra ele então que ele podia “acabar” dentro de mim. E ainda fiz uma ressalva: “rápido que preciso voltar pra casa antes da mãe acordar!”. Ele atendeu meu pedido. Começou a bombar rápido e eu comecei a me torcer de dor. Eu comecei a ficar todo ardido. Tentei segurar ele, mas em vão. Ele era muito mais forte e estava ficando possuído de tesão. A dor, apesar de existente, era menor do que eu tinha imaginado. Então resolvi aguentar.

Num momento, ele pegou na minha nuca, colocou o cotovelo no meio das minhas costas forçando pra baixo, com o quadril me empurrou pra frente e me fez deitar na marra. Fiquei de perna bem aberta e flexionada, naquele chão sujo, com um moreno de 1,75m, uns 70kg, forte, suado pingando encima de mim, com meu calção arriado quase rasgando, sendo fodido com força. Não aguentei a pressão toda e lancei um “aiaiai” quase chorando.

Acho que foi o clímax pra ele o meu sussurro de “aiaiai”, pois ele suspirou fundo, deu cinco estocadas mais fortes e barulhentas – que me doeram na alma, lembro até hoje do barulho que fizeram – senti o leite dele coçando dentro de mim. Ele, mais aliviado, soltou de novo o peso dele sobre mim. Estava encharcado, e eu sentia o cheiro forte de macho, porra e sexo que vinha dele. Quando ele se moveu um pouco sobre mim, o calor do corpo dele parecia fogo, me fez gozar forte também mesmo sem tocar no meu pau… Molhei toda minha cuequinha branca e a camisa dele que estava embaixo da gente.

Mais adiante, ele se levantou perguntou se eu estava bem, me ajudou a levantar. Eu fiquei com as pernas meio errante, ele riu de mim. Eu estava fodido…

Mas em seguida ele me ajudou a arrumar a cueca no lugar, pois estava toda torcida em meu corpo assim como o pobre do calção que até frouxou o elástico! Juntou a camisa dele do chão. Ele já tinha visto que estava molhada e, com a parte seca passou no meu rosto, braços e peito. Juntou a minha, sacudiu a poeira, eu pus ela. Aí, era hora de ir embora. Ele observou bem pros lados de fora se não havia ninguém, eu não conseguia falar muita coisa. Estava atordoado. Tudo o que ele mandava eu fazia.

Ele abriu a janela bem devagar, pulou pra fora e me ajudou também. Por fim, me estendeu a mão num cumprimento. Acho que me recuperei naquele momento do atordoamento e selei o cumprimento com um tapa e apertei forte como sempre faço. Disse pra ele que estava ouvindo bola batendo no campo de futebol ali perto e convidei ele pra ir lá. Ele me olhou, riu e disse “Esse é meu amigo! Eu estava preocupado já! contigo! Assim que tem que ser! Gostei de ver! Segredo né!”.

Ele: “Vamos lá bater na bola dos outros por que as minha eu já bati que chega aqui contigo hoje! Eu vou num time e tu no outro ok? Ó, cuidado ao pular a cerca ali, teu calção esta frouxo! Vai lá que eu vou pela rua!”

E assim foi minha primeira vez. Eu era bem burro no assunto!

Eu achei que o Rogério era burro também mas ele não era nada burro não. Me deu as dicas certinho. Só não teve aquele romantismo todo que eu vejo nos demais contos. O meu foi bem amador!

No fim do jogo ele me disse que queria me ver no ouro dia. E nos vemos muitas outras vezes ainda!

Mas eu transei muito com ele daquele jeito. Sem oral e sem beijar na boca. E não sentia falta disso afinal não conhecia o assunto à sério. Fiquei todo ardido daquela primeira vez. Mas depois fui acostumando e acabou.

Paramos de transar quando ele teve de ir embora da vila onde morávamos. Perdi o contato com ele. Deve estar fazendo a felicidade de outros amigos dele por aí! Pena…

 

Valeu pessoal!

O filho gostoso e dominador dos meus ex-patrões

outubro 7, 2010

O que irei contar aconteceu faz alguns meses. É grande o conto, espero que leiam inteiro. Sou de São Paulo. 28 anos, alto, magro, corpo legal, bonito, branco e totalmente discreto. Trabalhei já em diversas aéreas, mas me dei bem com vendas. Alguns anos atrás, quanto eu tinha 23 anos, trabalhava numa loja de carros e me dei muito bem com os clientes e os donos, um casal super simpático. Esse casal tinha dois filhos: Caio com 20 anos e Carlos 18 anos. Eram dois filhinhos de papai, mal acostumados, não muito educados com os pais e esses passavam sempre a mão na cabeça. Nunca tive muita amizade com eles, apenas algumas conversas, quando iam para a loja e ficavam lá de bobeira enquanto eu trabalhava. Passaram-se alguns meses, pedi demissão, consegui um emprego melhor, era uma ótima oportunidade. Fiz muita falta, principalmente para meus chefes. Passaram-se 05 anos e nunca mais vi novamente o Caio e o Carlos. Passava às vezes na loja, conversava com meus antigos patrões, mas não os via os filhos.

Sempre curti homens, adoro ser submisso, mas apenas com machos, não sou afeminado. Nada contra, mas comigo não rola tesão. Precisa ser com macho que curte dominar. Um dia, passando pelo antigo trabalho, estava o filho mais velho, Caio. Quando eu o vi, disfarcei na hora, mas minha nossa, aquele moleque mimado, continua mimado, mas, estava lindo, lindo demais. Muito gostoso. Ele estava com 25 anos, sou um pouco mais alto que ele, sua pele era bronzeada, corpo bem malhado, não tanquinho, mas bem malhado, liso no peito, pernas grossas e peludas, cabelo liso curto e seus olhos são bem pequenos, completamente macho, fazendo a linha “tô na minha”. Conversa o essencial e pronto.

Fui à loucura quando vi o Caio. Fiquei babando na hora, mas me controlei. Ele nem percebeu e depois que sai da loja, fiquei batendo altas punhetas pensando no Caio me dominando. Jamais falaria nada. O cara não era de amizade. Fiquei apenas na punheta com ele. Sempre dava uma desculpa para ir a loja e um dia, no meu trabalho atual, apareceu à oportunidade de realizar um negócio com meus antigos patrões. Coloquei-me como o voluntário de oferecer a proposta, como já tinha amizade com donos, convenci fácil meu chefe e lá fui. Chegando lá, os donos estavam passando a loja para os dois filhos. O mais novo não estava e a funcionária disse que o Caio estava no andar de cima. Por ser de casa, fui subindo e abrindo a porta do quarto. Caio estava transando com a namorada. Por sinal, uma mulher muito bonita. Eles ficaram tão sem graça, eu também, porque peguei o Caio colocando roupa de maneira acelerada e completamente sem jeito. Vi-o de sunga e pude ver a marca da sua rola na cueca. Não era muito grande ou grossa, mas isso não é importante para quem sabe fazer. Mas nossa, pela marca da cueca, devia ser um pau delicioso. Eu também fiquei sem graça, mas de tesão e comecei a pedir desculpas, o Caio também. Falei que ia esperá-lo na sala de estar, porque tinha uma proposta para fazer. Ele muito sem graça concordou e pediu uns 20 minutos.

Sentei na sala e não conseguia esquecer aquela imagem maravilhosa. Meu pau tava muito duro e não ia conseguir me concentrar para apresentar a proposta para o Caio. Decidi me aliviar lá mesmo. Entrei no banheiro masculino, fechei a porta de um dos vasos, abaixei as calças e a cueca, comecei a tocar uma punheta e para melhorar, enfiei o dedo na boca, coloquei saliva e meti dentro do meu cúzinho que é muito apertado. Comecei a penetrar meu dedo e batendo punheta ao mesmo tempo.

O Caio saiu antes de 20 minutos e perguntou para a funcionária onde eu estava. Ela disse que eu havia entrado no banheiro. Ele logo foi atrás, não quis esperar, queria conversar sobre o acontecido. Caio entrou e quando ia dizer meu nome, ouviu meus gemidos. Muito sacana, andou bem devagar até o vaso ao lado e subiu em cima da privada para ver o que eu fazia do outro lado. Eu estava com tanta tesão que nem percebi que ele me assistia por cima. Ele me pegou com o dedo no cúzinho, batendo punheta, falando o nome dele e assistiu até eu gozar.

Ele muito esperto não disse nada. Se falasse, corria o risco de eu ir embora. Ele esperou eu me limpar, me vestir e voltei para a sala de espera. O Caio não sabia muito bem como me tratar, mas quando vi que depois de uns 10 minutos, ele saiu do banheiro, fiquei gelado na hora. Ele veio conversar comigo, me chamou para a sala, conversou sobre o ocorrido com a moça e eu não sabia o que falar, acompanhava a conversa e falava poucas coisas. Rapidamente, muito sem graça, mudei o assunto e fui para a proposta. Ele a escutou com muita atenção, mas percebi que Caio não tirava os olhos da minha bunda e às vezes ele cutucava no pau, como se quisesse me provocar. Ele estava de chinelo e um bermuda bem folgado.

Terminei de fazer a apresentação da proposta, o Caio fala: – Eu vi o que você estava fazendo no banheiro? Tocando uma punhetinha pensando em mim, não era? Na hora não falei nada. E o Caio continuou: – Eu sei que era pra mim porque você gemeu meu nome com o dedo no seu rabo. Não ia negar. Era verdade. Ele viu. Apenas fiquei olhando pra ele e o Caio continuou falando: – Quem diria que você é um puta de um viadinho hein? Aposto que tu é bem safada na cama. E começou a dar risada, tirou maior sarro da minha cara. Aquilo começou a me irritar e falei meio que enérgico. – E daí? O que você vai fazer a respeito? Nossa, ele ficou puto de raiva com a minha reação, se levantou, foi em minha direção, me intimidou total, falando bravo pra caramba, me dando vários empurrões com as mãos batendo no meu peito. – Escuta aqui o viadinho, baixa seu tom ai. Quem tu pensa que é? Se ta na minha mão agora. Cala a sua boca. Aquilo me intimidou. Fiquei com medo. O cara é mais forte que eu, mais macho que eu e tava a fim de briga. Mudei o tom de voz e falei: – Caio, por favor, não comenta nada com ninguém. Ninguém sabe disso. Por favor, cara, não conte nada. O Caio sugeriu: – O que você me da em troca? O cara ia começar a fazer chantagem. – O que você quiser, eu faço. Eu disse. Ele avaliou a situação, me olhando cara a cara, examinou meu corpo, minha bunda, meu quadril e disse. – Já sei o que eu quero. Vai lá na minha casa, amanhã a noite, estarei sozinho sem meus pais. Vai lá, sem falta, se você não for, vou contar pra todo mundo. Vai, porque eu tô mandando. Me deu um empurrão para sair da sala e me deu as costas e ainda gritou: – E vai bem limpo hein, de banho tomado e tudo mais.

Na hora, adivinhei o que ele queria. Adorei a idéia. Não ia perder a oportunidade de trepar com aquele gato. Esperei com tanta ansiedade pelo outro dia e sempre soube, pelo pai do Caio que ele era meio autoritário com as namoradas até na cama. Do jeito que eu curtia. No outro dia, acabou o expediente, tomei banho, coloquei uma roupa super limpa, fiquei bem cheiroso, entrei no carro e fui até a casa do Caio. Cheguei lá, a empregada estava indo embora e me esperava chegar. – O Caio ta vindo já. Foi na academia e me avisou que você vinha. Pode entrar e esperar. Eu to indo e ele daqui a pouco, chega.
Passou meia hora, o portão se abre, é o Caio. Eu que já estava numa ansiedade, fiquei mais ainda, comecei a tremer de tanta tesão. Meu pau já estava duro. Nisso, ele entra na sala. Nossa que lindo. De camiseta, shorte, meia grossa e tênis. Completamente suado. Suava tanto, tanto. O cheiro do suor dele tava bem forte, misturado com um perfume que ele usou antes de ir. Ele se aproximou e disse: – Você veio né viadinho. Ta doidinho pra chupa meu pau e me dar seu cú né. Pois hoje você será minha puta e vai fazer tudo o que eu mandar. Eu sou concordava com a cabeça. Ele perguntava e eu concordava: – Quer ser minha puta? Minha escrava? Quer meu pau? Minha porra? Vai ter tudo isso putinha.

Com toda brutalidade me segurou pelos braços e me mandou ir até seu quarto. Chegando lá, trancou a porta. Eu parei em sua frente e fiquei apenas encarando. Não acreditava que aquele cara lindo tava me dando exatamente o que mais curto numa relação com outro macho. Ser escravo e submisso. Ele tava curtindo tudo aquilo. Sempre dava um sorriso safado para mim, curtindo ser o dono ali. Depois me encarar bem, Caio retira a camisa. Seu corpo esta todo suado por ter malhado bastante e bem rude ele diz: – Vem cá agora e lambe todo esse suor. Obedeci. Lambi todo seu peito, sua barriga, seu pescoço e suas axilas. Estava bem suado, um suor delicioso. Meu pau começou a ficar mais duro ainda e ele percebeu e disse: – To vendo que a putinha ta gostando. Gosta de suor de macho né. Eu sabia. Tu vai curtir mais ainda. Lambi o suor do teu macho, vai. Depois que o limpei todo, lambi o suor de suas costas também e da nuca. Caio se senta na cama e grita para que eu retire seu tênis, e sua meia é que chupe todo seu pé, os dois. Nossa, eu tava adorando. Tirei os tênis e as meias com a boca. Seus pés estavam bem suados também, aquele suor de limpeza e bem cheirosos. Lambi tudo. A sola, os dedos, no meio dos dedos, na parte da frente e na parte de traz dos pés. Eu tava adorando e fui nisso tirando minhas roupas. Ele mandava tirar cada peça e eu tirava. Camisa, calça, tênis, meia e cueca. Ele foi tirando o shorte enquanto eu chupava seus pés. Aqueles pés estavam uma delicia, cheirei, chupei e lambi até. Deixei-os bem seco e bem molhado de saliva. Quando olhei pro Caio ele estava de cueca apenas e com o pau bem duro. A cueca estava molhado de suor. Ele me obrigou a lambe o suor que ficava em volta do saco, na virilha e nos pelos, mas não podia tocar no pau dele. Lambi tudo. Tinha um cheiro forte de pau suado, mas estava uma delicia. Acabei ate sem querer lambendo dentro do cú dele. Como ele não se afastou, minha língua aos poucos chegou ao buraco do cú dele e lambi até. Tava com um cheiro de cú bem gostoso. Chupei bem gostoso e ele urrava de tanto prazer e gritava: Isso sua puta, chupa o cú suado do teu macho, isso, chupa gostoso. Chupei um bom tempo. Nisso tirei sua cueca e seu belo pau, pulo pra fora. Tava bem duro. Um pau delicioso, cheio de veia, cabeçudo com cheiro de macho. Ele me agarrou a força, me deitou na cama, deitou por cima de mim e lascou um beijo na boca de língua, socava a língua bem fundo na minha garganta, me deixando sem ar, me obrigando a chupar sua língua dentro da minha boca. Um beijo de língua forte, apertado, demorado. Ele às vezes só parava de me beijar para dar muita cuspida na minha boca e me mandava engolir. Engolia tudo. Tava uma delicia e voltava a me beijar. No meio do beijo, ele me enchia a boca de cuspi e eu bebia tudo.

Depois, ele se levantou, agarrou meus cabelos e enfiou com maior brutalidade seu pau duro na minha boca. Chupa esse caralho sua puta e chupa bem gostoso, se não tu vai ver o que bom. Comecei a chupar bem gostoso, nosso que sabor delicioso. Tava bem suado e com cheiro de macho, chupei muito. Só a cabeça, de pirulito, abocanhava tudo e fazia um vai e vem frenético que o Caio delirava e urrava de tanto prazer. Chupei igual louco. Ele às vezes cuspia em cima do pau e eu tinha que chupa sua rola com cuspi em cima. Que delicia. Uma hora, segurou minha cabeça e penetrava sua rola na minha boca como se fosse uma buceta apertada e me segurou e começou a gozar rios de porra, uma porra grossa, galada e em grande quantidade direto na minha garganta ou deixando sobre minha língua e disse: Bebi minha porra seu veado. Veado gosta de leite de macho, então bebi todo meu leite. Não pensei duas vezes e engoli toda aquela porra. Que delicia de porra, deliciosa, salgadinho. Tava adorando aquela situação toda. Adorando ser a puta submissa dele. Caio se deitou na cama e colocou seu pé na minha boca, para que eu voltasse a chupar, olhava para mim e dava risada. Pediu que eu lambesse suas axilas porque o suor havia voltado, claro que o fiz. Caio se levantou, me pegou pelo braço, me levou pro box do banheiro e me ajoelhou dentro do box berrando: Vamos lá pro box do banheiro seu viado. Você mal sabe o que lhe espera e se reclamar, acabo com você. Ajoelhei e ele ficou na minha frente pegando no pau, esperando por algo. De repente ele gritou: Abra a boca sua puta. Quando abri, ele começou a mijar, mijar dentro da minha boca e disse: Bebi tudo seu viado. Quero ver você bebe meu mijo todo. Veado é pra isso, é pra ser humilhado e não quero vê cai nenhuma gota. Bebi todo meu mijo. Nossa, que delicia. Eu fui à altura. Colocava na boca e quando enchia, engolia aos poucos. Um mijo amarelo, quente e salgado em enorme quantidade. Caio mijo por um bom tempo. No meio da mijada, colocou o pau dentro da minha boca e mijou direto na minha garganta. Ele agarrou minha cabeça e eu posicionei minha cabeça para beber de maneira mais fácil. Ele ria de maneira safada e muito sarcástica. Tava adorando ser o dono ali. Quando terminou, pedir que eu tomasse um banho e voltasse pra cama.

Tomei um banho e voltei. Ele já estava de pau duro novamente e mandou-me ir pra cama. Caio me colocou de frango assado e foi forçando seu pau na entrada do meu cú. Tava doendo muito, sou muito apertado, ai eu pedi uma trégua, para ele passar algum creme. Ele não curtiu muito mais o fez. Pegou camisinha, encapou o pau, passou um creme no pau dele e no meu cú e quando passou já meteu de uma vez só um dedo. Doeu um pouco, ele sentiu que ia me machucar e então começou a nessa hora apenas, ser mais suave. Meteu um, fez massagem, meteu dois, fez mais massagem e meteu o terceiro. Essa massagem do Caio por mais que doía cada vez que aumentava um dedo, depois eu adorava. Tava adorando as dedadas nele no meu cú. Depois do terceiro, eu tava doido para o pau dele. Queria que ele me comesse de todo jeito e disse gritando de prazer com três dedos do Caio no meu cú: Por favor, Caio, come o cú dessa sua puta, quero seu pau, me come meu dono. Comi meu cú como você quiser. Comi o cú da sua puta, da sua cadela. Ele ficou tão nervoso e excitado com isso que disse: Você vai se arrepender de ter dito isso, mas vai gostar. Fiquei com medo dessa frase, mas tava tão excitado pelo Caio, de ter esse macho incrível dominador só pra mim que não liguei e queria muito o cassete do Caio no meu cú. Eu de frango assado, ele mirou e meteu de uma vez só. Vi estrela, dedo é diferente de pau. Gritei de dor e ele nem ligou e disse: Não era o meu pau que você não queria no seu cú sua cadela, agora aguenta. Vou comê-lo como eu quiser. Aguenta puta, só vai ficar livre quando eu estiver satisfeito. Ele começou um vai e vem em velocidade normal e já foi depois me comendo num vai e vem muito frenético. No inicio tava doendo, porque tenho um cú muito apertado, mas depois ficou tão gostoso que comecei a gemer igual a uma cadela pro Caio que vendo isso, começou a me comer mais forte ainda. E me comeu muito, de frango assado, comigo de quatro, em pé encostado na parede, comigo de costa, eu cavalguei no seu pau, de frente pra ela e de costas pra ele também. Eu gemi, pedia mais, gritava de tesão e o Caio transpirava igual louco, me cuspia dentro da boca, eu engolia, conseguia por o pé dentro da minha boca me comendo ao mesmo tempo e me xingava e me humilhava até: Tu gosta de rola mesmo né sua puta, cadela, viado, toma rola seu viado desgraçado, toma rola inferno. E eu falava: Soca meu macho, soca no meu cú, come meu cú, isso, vai. Comi o cú da sua cadela, isso, sua rola é deliciosa. Ele me comeu por um bom tempo e, nossa, caio suava demais, suava muito. Quando foi gozar, retirou o pau do meu cú, deitou na cama e gozou em cima de seu peito. Quando gozou, falou que não era para eu gozar agora, só quando ele quisesse. Assim o fiz. Quando ele gozou em cima do meu peito, ele cuspiu um rio de cuspi na mão e jogou por cima da porra em seu peito. Misturou porra + cuspi + o rio de suor em seu peito e disse: Agora seu viado de merda, tu vai me limpar onde eu vou jogar porra e quero ficar bem limpo hein. Ele misturou porra com cuspi, passou no pé e eu lambi tudo ate tirar toda porra com cuspi. Passou dentro do buraco do cu dele e eu lambi, em cima da cabeça do seu pau e eu lambi, nas suas axilas e eu lambi e o resto que estava no seu peito terminei de bebe tudo e deixei bem limpinho.
Enquanto eu lambia seu peito no fim, me liberou que eu gozasse e em cima do peito dele. Nem demorei muito. Toquei um pouco no meu pau e já gozei fartamente em cima dele. Depois, tomamos banho, colocamos roupa e eu ia embora, quando ele me disse: Tu não vai conta nada pra ninguém se não te estouro viado de merda e a partir de agora vou querer te come sempre, tu vai sempre que eu quiser chupa minha rola, bebe minha porra, meu mijo, meu cuspi e meu suor. Quando eu te ligar, vou querer agora, da um jeito de vim pra cá, porque odeio esperar. Aceitei numa boa, alias, eu adorei a noite e ia adorar os outros dias. Estou adorando ser a puta do Caio, adoro bebe sua porra, seu mijo, seu suor, seu cuspi, dar o cú pra ele e chupa o pé dele, principalmente quando esta com chulé de macho mesmo hehe. Nosso negocio deu certo e sempre que vou à empresa, realizo todos esses fetiches dele sempre. Nossos encontros sempre acontecem e sempre quando ele quer, afinal de contas, ele é meu dono.