Minha primeira vez com um homem

Algumas pessoas descobrem o que são bem cedo, outras mais tarde, algumas não aceitam e outras assumem logo e fazem o que desejam. Foi o que aconteceu comigo. Depois de três anos de namoro com uma gata linda e meiga, bem delicadinha, descobri que ela estava me traindo e tive raiva. Era com um peão de uma empreiteira. Ela e uma amiga iam na república deles e transavam.─ Ela ficava com um de quase 1,80, muito musculoso e com jeito de dominador. Terminamos. Depois de uns dias comecei a imaginar ela com aquele monstro, como estaria agüentando, pois se fosse proporcional ao corpo o homem tinha um pênis exagerado. A cada pensamento me excitava e comecei a me masturbar imaginando minha ex, tão magrinha e miudinha perto dele, sendo dominada e obrigada a fazer coisas que nunca tinha feito. A excitação foi aumentando e percebi que tinha tendências por homens. Contei a uma amiga que tinha se separado e morava sozinha. Ela falou que eu tinha um jeitinho meio delicado, era um pouco afeminado. Tinha um amigo dela loiro, alto, forte e sempre ia na casa dela e um dia eu cheguei lá e os encontrei conversando. Era um sábado à tarde. Ela apresentou e eu disse que já o conhecia de vista. Senti uma coisa meio estranha mas tentei não deixar perceberem. Depois de conversarmos bastante ele foi embora e eu me despedi pouco depois. Combinamos de ir a um barzinho à noite. Foi lá que contei que tinha sentido alguma coisa diferente. Ela falou:
── Eu percebi que você se excitou e ele também.
── E o que ele disse?
── Disse que gostou do seu corpinho e perguntou se você transa com homens. Eu disse que não mas ia te perguntar.
── Não fiz ainda mas tenho vontade e você já sabe. Será que dá certo?
── Ele é cinco anos mais velho que eu, separado também mas eu não faço com ele. Gosta de gays e principalmente virgens. Ele foi o primeiro daquele meu ex colega de trabalho. Se quiser marco um encontro de vocês em minha casa.
── Se for discreto quero sim. Mas tenho medo da dor que todos dizem que sentem.
── Meu amigo disse que ele é muito cuidadoso e experiente, não vai te machucar.
── Na semana seguinte ela ligou dizendo para eu ir.
Cheguei eram seis e meia e ele logo em seguida entrou.
Me chamou no quarto e mostrou uma calcinha de rendas, verde, sobre a cama. Falou para eu usar na hora, pois ele tinha várias manias que o deixavam excitado. Ela era professora e trabalhava das sete às dez. Despediu e disse que ficássemos à vontade. Logo que fechou a porta ele me pediu que trancasse. Sentei ao seu lado e recebi um abraço e senti seu corpo encostando ao meu. Perguntou se eu estava preparado para ter um homem. Respondi que nunca tinha feito mas que desejava muito e me interessei por ele.
── A Marina disse que você é virgem. Nunca deu para ninguém mesmo, nunca fez oral?
── Não, tinha muita vergonha e medo das pessoas saberem.
── Vou te ensinar tudo, direitinho, com carinho e cuidado. Vá no quarto e vista a calcinha para ficar parecendo uma mulherzinha.
Voltei com a calcinha e a camiseta que eu usava. Ele me abraçou e beijou, explorou minha língua todinha, com vontade. Entreguei-me e retribui. Começamos a nos acariciar e aos poucos a vergonha foi passando e um forte desejo aparecendo. Abaixei sua calça e peguei o pênis. Era enorme e grosso e disse que não ia aguentar. Falou num sussrurro nos meu ouvido.
── Vai sim meu amor, não vai ser tudo hoje.Para te tirar a virgindade tem que ser com lubrificante e calma. Você vai gostar.
Comecei a alisar aquele pênis duro, quente e que pulsava na minha mão. Ele se contorcia e suspirava dizendo que estava gostoso. Eu fazia com mais vontade. Começou a passar a mão em minhas coxas finas e na bunda. Estávamos excitadíssimos. Ele mandou eu me virar. Fiquei de quatro no sofá e abri as pernas, tudo sob as instruções dele. Pegou a veselina que estava na mesinha e passou em mim, foi enfiando devagar um dedo no meu ânus dizendo que ia ser difícil. Aquilo foi me dando tesão e pedi que entrasse.
── Vou tentar mas você não agüenta, tem que ser uns três dias para você perder o medo. Se eu penetrar vai doer muito e vai ficar com medo. Mas vamos com calma que eu vou te fazer bem gostoso, para não deixar trauma.
Ele tinha um jeito todo especial de explicar as coisas. Lubrifiocu o pênis e se limpou na calcinha que eu já tinha tirado. Falou baxinho que ia entrar um pouquinho e na hora que doesse ia parar. Começou a penetração e logo que a cabeça enorme entrou doeu. Avisei e ele tirou. Tentou outra vez e a mesma dor. Saiu e disse que sabia daquilo. Todas que ele fez sentiram o mesmo e ele não tinha pressa.
── Limpe meu pinto com a calcinha que gosto disso. Depois chupa até eu mandar parar para não gozar na sua boquinha.
Comecei a chupar aquele pinto que não cabia na minha boca, de tão exagerado. Ele respirava fundo e acariciava meus cabelos. Eu sentia a sensação mais estranha da minha vida e continuava. Ele me afastou carinhosamente e mandou masturbar. Ajoelhado no chão masturbei, às vezes com as duas mãos. Gozou um jato forte, quente e abundante no meu rosto e outra vez passou a calcinha para me limpar e mandou eu fazer o mesmo com ele. “Agora vista para sentir meu esperma na bundinha, é assim que se acostuma com um homem.” Vesti e ele se arrumou para sair, deu-me outro beijo e passou a mão pesada em meu corpo.Minha amiga chegou e eu a esperava na sala. Perguntou como tinha sido e contei que não agüentei. Ela falou que demorava mesmo, ele era um homem mais velho e experiente e não ia me machucar. Mais duas vezes e a penetração foi um pouco maior mas não conseguimos. Na sexta feira ele disse que estava na hora. Depois de muitos abraços, beijos, chupadas e alisadas pegou minha mão e me levou par a cama. Eu nos lubrifiquei bem e ouvi a instrução.
── Vai doer até entrar mas hoje você não vai mais ser virgem. Abra as pernas, relaxe bem e concentre o homem que está te possuindo.
── Sim, vou tentar.
Fiquei de bruços como ele mandou e logo senti seu corpão pesado sobre o meu. Colocou a cabeça e foi entrando devagar. Segurou meu corpinho e começou a estocar. Senti dor mas ele repetiu. A dor mais forte é agora, depois diminui. Entrou mais e aumentou mas estocou assim mesmo e penetrou todinho. Fui à lua de dor e nessa hora senti uma excitação tão grande que gemi e tentei mexer mas ele era muito pesado. Com as estocadas lentas percebi que a dor estava se misturando com um tesão enorme e gemi mais alto pedindo mais. Ele perguntou se tinha parado de doer. Respondi que sim.
── Está gotoso, querida?
── Sim, amora, muito gostoso. Continua assim, me possui gostoso.
Começou a entrar e sair mais firme, gemendo, suspirando, dizendo em sussurros que eu seria dele e de mais ninguém. Doía, dava prazer e um certo alívio, demorei para entender o motivo.
Ele demorou mas gozou muito gostoso me enchendo de esperma.
Escorreu na cama quando nos separamos. Depois de um beijo fomos abraçados para a sala. Ele pegou a calcinha e mandou limpa-lo. Falei que ia pegar uma tolha mas não deixou. “Coma calcinha mesmo”. Depois que fiz falou para vestir para não esquecer do que tinha acontecido. “Agora você não é mais virgem e tem um macho. De agora em diante perto de mim vou te tratar com mulher e você vai fazer tudo como mulher, entendeu? “Sim, amor.
── E também vamos te arrumar um nome de mulher.
── Qual, querido?
── Vai se chamar Sara.
── Agora vou embora e você espera a Marina e conta com foi.
Saiu depois de me beijar e minha amiga chegou. Contei com detalhes e ela se excitava, sorria, respirava fundo.
Aí ela falou: Não se envolva muito porque ele logo cansa e te dispensa, mas enquanto estiverem juntos aproveite bem. Foi o que fiz durante seis meses, até que ele se cansou mesmo e arrumou outra vítima.


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