Levei paulada na aula de natação

Meu nome é Josias e sou loiro de olhos azuis. Sempre fui muito ativo: gostava de futebol; andar de bicicleta; natação; soltar pipa… Tudo normal para um garoto cheio de adrenalina. Por eu ser muito bonito (era o que diziam) e lisinho, pra exigir respeito dos outros meninos que me chamavam de “boneca”, “garotinha da mamãe”, “bebezinho” e outras coisas mais; tive que dar muita porrada… Não era de levar desaforo pra casa. Mas na realidade, muitas vezes fui confundido com uma menina e isso me deixava muito puto. Aos 18 anos, meus pais resolveram me matricular numa escola de natação por acharem que eu levava jeito, e também pra poder extravasar toda minha energia.

Eu vestido de sunga, era um prato cheio pras meninas que freqüentavam o clube, e costumava ouvir todo tipo de gracinhas: “Oh loirinho lindo. Quer namorar comigo?”; “Mamãe está precisando de um genro, quer se candidatar?”; “lindooooo”; “gostosãooooo”… Passei a adorar ser tão admirado. Mas, tinha outros garotos que faziam sucesso com as meninas; um era o Olavo que tinha 19 anos, moreno claro e um corpo perfeito (musculoso, sem ser exagerado).

Depois das aulas; no vestiário, dos cinco ou seis garotos eu era o único que entrava pra dentro de um reservado pra poder trocar de roupas… No início, tentaram me zoar e nosso treinador tratou logo de botar ordem na casa. Mas, sem entender direito, passei a esperar ansioso o término das aulas só pra ver o Olavo pelado e a primeira coisa; além do seu corpo perfeito, minha vista logo ia em direção de seu pênis que achava ser o mais bonito que já tinha visto…. O tamanho era normal, mas acho que era por ter uma cabeça avermelhada e bem mais larga que o corpo (tipo chapelão) que me causava admiração. Olavo passou a puxar muita conversa comigo e logo nos tornamos amigos.

Várias aulas depois, estávamos sentados descansando depois de termos nadado bastante, quando Olavo questionou o porquê eu tinha vergonha de ficar pelado na frente dos outros. Respondi que era por ter vergonha, mas que gostaria de me comportar como os outros e não conseguia… Olavo me encarou: – Sempre tive vontade de te ver pelado!… Fiquei curioso: – Por quê?… : – Porque te acho muito bonito!… Aquilo mexeu comigo: – Se fosse só você no vestiário, eu até teria coragem de ficar pelado!… Olavo: – Eu moro perto daqui, quer ir lá em casa depois da aula?… Estranhei o convite: – Pra quê Olavo?… : – Meus pais nessa hora estão trabalhando, lá você pode deixar eu te ver pelado!… Se fosse outro garoto, acho que acabaria partindo pra ignorância e até daria umas porradas, mas sendo o Olavo me senti lisonjeado: – Se você prometer não contar pros outros garotos, eu vou!… Saímos e dez minutos depois já estávamos em sua casa. Fomos pro seu quarto e depois de trancar a porta ele me pediu pra tirar minha roupa: – Vou tirar só pra matar a sua curiosidade, tá bom?… Fiquei nú e Olavo olhando pro meu pinto: – Pô cara! Ele é lindão, deixa olhar mais de perto!…

Ele sentou na beirada da cama e mandando chegar perto botou as duas mãos nas minhas coxas: – Você não precisa ter vergonha de ninguém Josias, tudo em você é bonito!… E me fazendo virar de costas pra ele… Eu já estava ficando de pau duro: – Que bela bunda, você dá de dez a zero nessas meninas metidas a gostosa!… Me afastei dele: – Agora que já viu, vou me vestir pra ir embora!… Ele levantou: – Mas antes eu quero que você me dê um abraço pela nossa amizade!… Fiquei ali parado; de pau duro, esperando ele me envolver em seus braços: – Obrigado por ser meu amigo Josias, espero que você goste de mim tanto o quanto eu gosto de você!… Me senti feliz com suas duas mãos alisando minhas costas e resolvi confessar: – Gosto muito de você Olavo! E também sempre gostei de te ver pelado lá no vestiário!… Ele descendo a mão discretamente pra minha bunda: – É mesmo? E o que você mais gosta de ver em mim?… : – De tudo Olavo!… Ele apertando minha bunda: – Eu também gosto de tudo em você, mas essa sua bundinha me deixou apaixonado!… Senti um calafrio: – Ó Olavo, eu nunca tive esse tipo de intimidade com outro garoto heim?… Ele continuando a alisar minha bunda: – Eu também não Josias! Mas com você, sinto esse desejo de tocar o seu corpo!… Estranhamente, senti vontade de ficar ali abraçadinho com ele e ele passando a mão na minha bunda: – Tenho que ir embora Olavo!… Estava me vestindo, quando ele me fez uma proposta: – Meus pais vão viajar neste final de semana, quer vir sábado pra cá?… Fiquei na dúvida: – Você vai querer me ver pelado de novo?… : – Se você deixar, vou!!!… : – E eu vou poder te ver pelado também?… Ele ficou todo alegre: – É claro que vai!… No sábado já na sua casa e em seu quarto; Olavo: – Deixa tirar a sua roupa?… Primeiro tirou minha camisa e depois foi tirando a minha bermuda.

Quando ele tirava minha cueca meu pau já foi levantando e ele com o rosto perto deu um beijinho da cabeça: – Gostou?… Respondi: – Gostei; mas você não vai tirar a sua?… Olavo mais que depressa foi tirando sua roupa e quando vi seu pinto cabeçudo duro tive que me controlar pra não botar a mão. Olavo me abraçou e me passando a mão: – Você gosta da minha mão na sua bunda?… Com o coração acelerado respondi que estava gostando e segurei seu pau. Olavo colocou o dedo sobre meu cú e fez pressão: – Posso enfiar meu dedo?… Apertei seu pinto: – Pode! Mas cuidado pra não me machucar!… Senti a ponta de seu dedo sendo enfiado e apertei meu cú. Senti um prazer tão grande segurando aquele pau duro e o dedo no meu rabo que demorei perceber que Olavo estava aproximando sua boca da minha… Olavo meu deu um beijo rápido na boca: – Vamos deitar na cama?… Ele deitou primeiro e ficando tão perto daquele objeto que sempre admirei, segurei olhando bem de perto aquela chapuleta de ponta vermelha: – Seu pinto é diferente de todos os outros garotos!… : – Se quiser, pode dar uns beijinhos!… Beijei, beijei e instintivamente botei aquela linda ponta dentro da minha boca. Olavo começou a gemer e gostando de sentir o gosto daquela pica fui passando a língua… Ali, comecei a aprender a chupar uma piroca. Chupei, chupei e inexperiente recebi a primeira golfada de porra que me fez engasgar e a engolir.

Assustado com o que tinha acabado de fazer, Olavo também quis experimentar e me chupou e quando gozei, ele fez a mesma coisa; engoliu uma boa quantidade da minha porra. Nos lavamos e voltamos pra cama onde por minha própria vontade fiquei alisando e beijando todo seu corpo musculoso… Olavo me puxou pra beijar minha boca e resolvi corresponder. Olavo já de pau duro novamente: – Deixa comer sua bundinha?… Estava com vontade de dar, mas tinha certo medo e Olavo: – Deixa? Depois eu deixo você comer a minha!… Fiquei de quatro e depois de várias tentativas e de molhar seu pinto várias vezes com saliva Olavo conseguiu enfiar aquela grossa ponta dentro do meu cú… Me arrepiei todo sentindo como era gostoso ter um pau duro sendo enfiado no cú… Olavo deu poucas bombadas e logo já estava enchendo minha bunda de porra. Trocamos de posição e acabei sentindo também prazer em comer e gozar em seu cuzinho. Passei a não mais sentir vergonha de ficar pelado junto com os outros garotos e eu e Olavo passamos sempre a sair da aula e ir pra sua casa dar a bundinha um pro outro.

Um dia, cheguei cedo e estava no vestiário e pronto pra vestir minha sunga quando o treinador (Carlos) estava abrindo a calça pra dar uma urinada… Eu ao seu lado olhei e o vi segurando o que mais parecia uma mangueira de tão grande; mesmo ainda mole. Fiquei parado segurando minha sunga na mão e ele percebendo o que olhava: – Veste logo a sunga, se não vou ficar de pau duro vendo você pelado tão perto de mim!… Vesti rapidamente minha sunga e ele confessou: – Sabe que eu gosto de te ver pelado?… Continuei olhando pro seu pinto que ele balançava após terminar de urinar; sorri e ele virando pro meu lado antes de guardar: – Gostou de ver Josias?… Balancei a cabeça confirmando e como estava chegando outro garoto, ele falou baixinho: – Quer dar um pulinho comigo lá no almoxarifado?… Novamente balancei a cabeça.

Ele virou para o garoto e pediu pra avisar aos outros esperar que ele não ia demorar. Saímos do vestiário e entramos no almoxarifado que ficava do lado da piscina e ele trancou a porta: – Quer ver meu pau de novo Josias?… Sorri e confirmei. Ele tirou aquela jeba pra fora da calça: – Quer segurar?… Segurei aquela pica enorme que logo foi ficando num tamanho e grossura impressionante. Ele foi por trás de mim e desceu minha sunga: – Ah Josias! Você tem a bunda mais linda que já vi!… Preocupado, pois já ouvia vozes dos garotos perto da piscina: – Carlos, já estão todos na piscina!… Ele passando a mão na minha bunda: – Ainda falta uns dez minutos pra começarmos e ninguém nos viu entrando aqui!… Abri um pouco a janela o suficiente pra ver os garotos entrando dentro na piscina e Carlos já encostando aquela piroca na portinha do meu cú: – Abaixa um pouco o corpo e abre as pernas!… Arqueei o corpo e empinei minha bunda sempre olhando pelo vão da janela. Carlos travou um braço em torno da minha cintura e foi forçando sua pica no meu cú… Bastou entrar aquela cabeça muito grossa pra sentir certo desconforto. Agarrei na borda da janela e ele colocando a mão sobre a minha boca foi empurrando aquela trolha pra dentro do meu cú que tive que ficar nas pontas dos pés tendo meus gemidos abafados pela sua enorme mão… Apesar da dor que sentia com toda aquela piroca enfiada no meu cú, comecei a sentir um prazer tão grande que mesmo com sua mão sobre a minha boca: – Como é gostoso Carlos! Mete! Isssoooo! Soca esse pau bem fundo no meu cú!… Carlos deu várias deliciosas socadas antes de gozar no meu cuzinho todo ardido.

Todos dentro da piscina e primeiro saiu Carlos pra depois de alguns minutos eu sair e ir direto pro vestiário limpar aquela porra que escorria do meu rabo sujando a sunga. Na próxima aula; como o combinado, cheguei uma hora antes e fomos novamente pro almoxarifado. Carlos botou aquele imenso pau pra fora e foi a vez dele ficar olhando pelo vão da janela enquanto eu agachado fiquei lambendo e tentando enfiar sua piroca de jumento dentro de minha boca. Depois de uma boa mamada, trocamos de lugar e ele socou gostoso no meu cú. Com muito jeitinho fui fazendo Olavo perceber que o nosso treinador gostava de meninos e não demorou pra Carlos nos convidar pra ir na sua casa num dia em que sua esposa estava viajando. Foi um dia inteiro de muita pica na bunda e na boca que saímos de lá fudidos e muito satisfeitos.


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