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MEU ÚNICO E PRIMEIRO GRANDE AMOR

julho 1, 2009

SE ESTÁ UNICAMENTE INTERESSADO EM SEXO SALTE PARA AS PARTES 5, 7, 9, 10, 12 E 13.
1º PARTE
Naquela altura eu tinha 16 anos. Meu nome é Bruno, era e sou magro, alto (1,82m), moreno do sol e não acho que sou feio. Nessa altura eu estudava numa turma de raparigas. Dos rapazes que havia eram todos mais velhos que eu 1 ano e éramos só 4:
– um era eu;
– outro era um que tinha tomado bomba no ano anterior e por isso já não era da nossa turma (era alto, moreno e lindo que me deixava sempre com tesão quando olhava para o seu corpo no balneário – claro, sem ele perceber! – o corpo dele era lindo e tinha um PAU!!! Talvez 19cm! – todas as garotas se apaixonavam por ele e eu também tive uma paixoneta);
– outro era um loirinho gatão que tinha uma bundinha virgem tão apetitosa (eu desejava tanto lhe tocar, mas nem sequer falava para ele. Apesar de sermos da mesma turma nós não falávamos porque ele só convivia com a namoradinha. Andava sempre agarrado a ela – eu até cheguei a sonhar com um ménage à trois entre nós);
– e o último era o meu grande amigo Alex.
Eu e o Alex éramos bons amigos, por isso eu não conseguia olhar para ele com tesão, mas isso tava para mudar.
2ª PARTE
Quando o loirinho se lesionou ele deixou de fazer física, por isso éramos só eu e o Alex no banheiro da escola. Aí eu reparei que quando eu tirava minhas calças ele olhava para o volume da minha sunga, mas não liguei.
Entretanto, nas aulas em que ele se sentava ao meu lado ele começou pondo sua mão em cima da minha, mas tirava logo para o lado como se tivesse sido sem querer. Nessas alturas eu também lhe dava algum desprezo.
Outra coisa sobre o Alex é que ele é esquizofrénico, mas não é grave. Basta ele tomar uns comprimidos. Ele costumava falar comigo muito próximo da minha cara, mas eu não ligava porque pensava que era da doença. Mas nos últimos tempos ele falava cada vez mais próximo e mais vezes. Nessas alturas eu virava a cara para que ele me falasse ao ouvido e não tão próximo da boca.
Depois de tudo isso, aos poucos eu comecei a gostar também dele. No banheiro, sem ele ver eu também comecei a olhar para seus abdominais e para seus músculos (o tom de pele dele é mais claro que o meu, mas também tem o cabelo escuro – ele também é um bocadinho mais baixo que eu, mas bem mais sarado). Só os outros rapazes da turma é que tomavam banho, por isso eu nunca tinha visto o pau do Alex nem ele tinha visto o meu. Aí aos poucos eu fui começando me apaixonando, mas não era capaz de dar o primeiro passo. Para o testar, uma vez, só com a sunga vestida, eu deixei cair o saco com a minha roupa no chão "sem querer" (é claro que foi propósitado) e olhei para o espelho da sala ao lado. No espelho eu me vi refletido e vi o Alex olhando para minha bunda com a língua de fora.
Uma vez, em Física ele partiu o nariz. Começou deitando muito sangue e enquanto foram chamar uma ambulância ele foi estancar o sangue. Como já tava no fim da aula, eu fui para os balneários desequipar e comecei arrumando suas coisas. Pensava que ele já estava no Hospital, mas ele entrou no balneário, já sem sangue e eu fiquei surpreendido. Eu disse que tava arrumando suas coisas e ele parou me olhando e agradeceu. Foi um momento muito tenso com ele me olhando e eu sem saber o que fazer. Perguntei se ele tava bem e ele disse que sim e começou se desequipando também.
3ª PARTE
Numa festa da turma, quando ele já tava bom, nós combinamos sair todos. Mas uns só podiam ir pá discoteca mais tarde e eu era um deles. Quando lá cheguei fui ter com meus amigos e lá tava o Alex… bêbado. Eu também bebi, mas não fiquei como ele e numa certa altura ele veio ter comigo e disse que precisava de me dizer uma coisa. Fomos ao banheiro. Assim que nós entrámos ele me agarrou pelos braços e me beijou. Meu coração parou. Apenas ele mexia os lábios e com uma vontade… Quando eu senti sua língua tentando entrar na minha boca eu voltei à terra e me larguei dele.
– Foda-se Alex! O que é que foi isso?!
– Eu…
– Cê tá é bêbado! Vá pa casa!
Continuei insistindo que ele tava bêbado e que devia ir pa casa. Aí ele começou chorando e dizendo que gostava de mim. Aí eu disse que não gostava dele e que ele devia ir para casa. Ele enxugou muito depressa as lágrimas e saiu visivelmente chateado comigo. Entretanto, um homem mais velho que eu não conhecia se aproximou de mim, pôs uma mão em cima do ombro e disse:
– É nessas alturas que se descobrem as verdades! Tenho pena de si!
E saiu. Eu me encostei à parede e me arrependi do que tinha feito. Saí e fui procurando Alex mas ele já se tinha ido embora.
4ª PARTE
Quando voltei vendo ele eu disse que precisávamos de ter uma conversa séria. Ele disse que não e eu não insisti. Nas aulas deixámos de falar um com o outro e no banheiro ele já nem me olhava.
Ficámos assim 2 dias e quando voltássemos ao banheiro eu decidi que ia falar com ele porque era um sítio onde só estávamos nós os 2. Eu comecei dizendo que tínhamos de falar sobre o que tinha acontecido na discoteca e aí ele se virou para mim e começou discutindo.
– Eu tou apaixonado por si, porra! Eu não queria, mas tou!
Ele ia continuar a falar, mas eu me agarrei a ele e nos beijámo. Aí já deixei que ele brincasse com sua língua e com seus lábios. Foi um beijo longuíssimo e soboroso, mas mais uma vez eu interrompi tudo. Larguei o Alex e disse que tínhamos que nos equipar para a aula. Quando disse isso ele começou me despindo. Me tirou a t-shirt, começou me beijando o peito e foi descendo.
– Cê é tão lindo! – disse ele.
Aí ele começou me despindo as calças e beijando minha sunga. Agora é que se podia ver um grande volume. Quando ele parou de beijar a minha sunga começou a baixá-la, mas eu parei-o e não deixei. Disse outra vez que tínhamos de ir para a aula. Aí ele me beijou e disse:
– Ok!
Nos vestimos para física e antes de sairmos o Alex apalpou-me tanto a bunda que eu saltei.
Na aula eu não me consegui concentrar. Me apetecia tanto beijar aquela boca… Pedi à professora para ir ao banheiro e ela deixou. Quando lá fui não fui mijar nem cagar. Me sentei na sanita e comecei batendo punheta. Foi a punheta mais rápida da minha vida. O meu pau de 16cm (tem mais grossura que comprimento) largou 5 jactos de porra.
No final da aula, quando voltámos ao banheiro, o Alex me beijou mais uma vez, mas eu não deixei que ele fosse mais longe. Ele compreendeu e disse:
– Logo à tarde quer vir a minha casa?
Como os pais do Alex são divorciados ele mora só com a mãe que trabalha até um pouco antes da hora de jantar, por isso eu já sabia o que iria acontecer e disse:
– Quero!
5ª PARTE
Depois das aulas fomos almoçar juntos (sem afetos) e fomos para casa dele. Assim que lá entrámos ele me beijou com uma vontade… Eu disse:
– Vamos com calma! O que é que cê quer fazer comigo?
– O que cê quiser!
– Beijos e amassos ou… quer transar?
– O que é que cê quer?
Eu já sabia onde é que era o quarto dele, por isso foi andando até lá. Me deitei em cima da cama e vi-o me seguindo e me olhando. Esperei que ele fizesse alguma coisa, mas ele estava apenas me olhando. Aí eu lhe disse:
– Me beija!
Ele sorriu e se deitou em cima de mim me beijando e apalpando. A língua dele voltou a tentar entrar na minha boca e aí eu deixei. Foi tão bom! Nossas línguas brincavam tanto. Nossos beijos eram tão bons. Sua mão percorreu todo meu corpo. No entanto, a boca do Alex começou descendo até meu pescoço. Eu sabia que ele queria transar e então disse:
– Se quer descer então vai ter que descer mais!
Ele me olhou e sorriu. Me beijou novamente e disse "Obrigado!". Me despiu a t-shirt e voltou beijando meu peito. Sua língua parou nos meus mamilos. Dei pequenos gemidos de prazer. Aí ele continuou descendo. Passou pelo meu umbigo e parou na minha calça. Aí eu disse:
– Cê quer transar vestido?
Me levantei e comecei beijando e despindo o Alex. O deitei na cama e também lambi seus mamilos. Ele não gritou tanto como eu por isso eu tive que lhe perguntar:
– Cê já fez isso?
– O quê?
– Cê é virgem?
– Cê sabe bem que sim!
– De mina também?
– Cê sabe que sim! Porquê?
– Por nada!
– Que é que se passa?
– Nada!
Aí ele me agarrou e voltou me beijando. Me chamou de "Tolo!" e rebolou para que ficasse em cima de mim. Aí ele voltou ao caminho do prazer. Minha sunga tava bem molhada e ficou ainda mais quando ele começou beijando. Não demorou muito que ele se levantasse e tirasse meus ténis e minhas meias. Beijou meus pés e voltou para minha sunga. Quando a tirou o meu pau negro e babado saltou. Meu saco caiu livremente. Meio envergonhado disse:
– Desculpa, Alex! Eu sei que é pequeno!
– Não é nada! É lindo!
Aí ele começou alisando minhas bolas e punhetando meu pau. Eu gritei de prazer e gritei ainda mais quando ele começou chupando meu saco. Nunca tinha tido uma sensação tão boa! Eu sabia que não ia aguentar muito sem gozar. Quando a língua dele começou subindo das minhas bolas até à ponta do meu pau e quando ele começou chupando a cabecinha eu gozei como nunca. O Alex não conseguiu engolir toda a porra. Tinha um bocado lhe escorrendo pela cara. Aí eu me levantei, lambi essa porra e nos beijamos outra vez, mas esse beijo foi especial. O que restava da porra passou de boca em boca e eu também provei. Eu não conseguia acreditar em tudo aquilo, mas tava acontecendo de verdade.
Novamente, Alex me deitou na cama e voltou a fazer boquete. Voltou a chupar o meu saco, mas eu não deixei que ele continuasse muito tempo. Eu queria ver seu pau. Da turma era o único que eu não tinha visto e tava com tanta vontade de lhe fazer um boquete… Por isso eu pedi para ele se virar ao contrário e fazermos um 69. Ele se virou e voltou a pôr a boquinha no meu saco. Naquela posição foi difícil para mim de o despir também porque tava gostando das lambidas. Primeiro obriguei a encolher a perna para o descalçar. Depois foi a vez de lhe tirar as calças de ganga. O meu coração batia como nunca. Botão a botão, tirei as calças e vi aquela sunga branquinha quase tão molhada como a minha. Rebolámos outra vez em cima da cama. Agora eu tava em cima dele a gemer pelo boquete e prestes a tirar aquela sunga. Primeiro fiz como o Alex e beijei a sunga. Depois a minha boca passou pelo umbigo e foi baixando. Os meus beijos penetraram pela sunga e de lá saltou o PAU DO ALEX. Devia ter uns 18CM de comprimento e uns 3 de grossura. Era mais clarinho que o meu e tinha aquela cabeça enorme e vermelha babando para mim. Tava duríssimo e apontava para cima. O saco dele era ainda maior que o meu. Apesar de tudo ele tinha menos pêlos que eu. O Alex tava chupando meu saco quando eu comecei lambendo a cabeça do pau dele. Quando pus a cabeça toda na minha boca e comecei chupando ele largou o meu saco e começou gritando de prazer.
De repente ele até me assustou. Saiu de debaixo de mim num ápice e saltou para cima do meu corpo. Me beijou e disse:
– Eu te amo tanto Bruno! Cê nem imagina! Ainda bem que isso nos tá acontecendo!
– Também te amo!
Ele me agarrou com mais força e voltou me beijando. Nessa altura eu percebi a felicidade toda dele. Eu tinha-o feito sofrer dando-lhe tantas vezes para trás. Se calhar ele tinha pensado que eu não tava afim e se martirizava por isso.
– Eu amo-te Alex! Não se esqueça!
– Obrigado!
Mais uma vez nos rebolámos. Meu peito, braços e pernas encaixavam no corpo sarado do Alex. Passado um pouco, ele tava deitado à ponta da cama de pernas abertas e caídas para o chão. Eu me ajoelhei em cima de um tapete e comecei fazendo um boquete. Ele voltou a gemer de prazer. Minha boca babava com aquele pau lá dentro. Aí o Alex agarrou o meu cabelo e perguntou:
– Posso?
Eu já sabia o que é que ele queria. Aí tirei o pau da minha boquinha, comecei a punhetá-lo com a mão, levantei a boca e disse "Sim!" Voltei ao boquete e o Alex começou empurrando minha cabeça mais para baixo. Consegui pôr aquele pau todo dentro da minha boca, mas quase que me ia engasgando. Estivemos algum tempo naquele vai e vem. O boquete me sabia bem, mas o Alex gritava ainda mais. Dizia que me amava e para continuar. Aí ele gozou. Também não avisou como eu. Foi repentino. De repente a minha boca se encheu de porra. Deviam ter sido uns 5 jatos. Também não tinha conseguido pôr tudo dentro da minha boca por isso me atirei para cima da cama e esperei que o Alex me viesse "limpar". Lambeu meu pescoço, passou pelo queixo e foi até à boca. Ao contrário dele, eu não tinha engolido porra nenhuma. Quando ele me beijou e penetrou minha boca com sua língua foi uma sensação… Toda aquela porra a passear de boca em boca… Os nossos lábios… As nossas línguas… Foi magnifico. Foi ótimo. Dividimos a porra pelos dois e engolimos. Soube tão bem estar ali, fazer aquilo com o meu amor.
Mas e agora? Íamos transar? Eu não sabia. Aquilo já tinha sido tão bom! Num dia tinha começado namorando com a melhor pessoa do mundo, tinha sido beijado, apalpado, tinha feito boquete pela primeira vez e tinha recebido um. Eu tinha sido amado. Por mim já chegava, por isso:
– Vamos com calma! O que cê acha?
– Acho bem!
Nos abraçámos, beijamos novamente e nos deitamos na cama durante meia hora olhando um para o outro entre carícias e beijos.
6ª PARTE
Nos dias seguintes tentamos controlar nossa paixão. Nos intervalos das aulas nos escondíamos nos recantos da escola e nos beijávamos. Às vezes quando a vontade era muita o Alex me fazia boquete ou eu fazia a ele. É claro que começámos demorando mais no banheiro. Mas tivemos que nos controlar ainda mais quando o gatão lourinho voltou fazendo aula de física. Com ele no balneário nós nem olhávamos um para o outro. Sem duvida que agora estavamos mais proximos. Chegamos mesmo comentando a bundinha do lourinho da nossa turma um com o outro. Nós dois tinhamos gostos em comum e não tinhamos ciumes porque sabiamos que só nos tinhamos um ao outro.
Um dia num dos intervalos, enquanto o Alex me fazia um boquete gostoso ele me disse:
– Quero ser teu viadinho!
Eu fiquei pasmado. O Alex tinha aquele caralhão e queria ser passivo? Eu não lhe disse nada, mas fiquei pensando no assunto. Percebi que ele queria mesmo transar e devia pensar que eu tinha medo de dar para ele. No dia seguinte falamos.
– Cê quer deixar de ser virgem?
– Sim!
– Comigo!
– Sim!
– Nem que cê tenha de ser meu viadinho? Cê tá assim tão desesperado por perder a virgindade!
– Cê tem que entender, Bruno! Eu tenho 17 anos e ainda sou virgem! É claro que tenho vergonha de responder isso quando me perguntam se ainda sou!
– E cê não se importa de perder a virgindade comigo? Ainda por mais sendo passivo?
– Ninguém vai saber como ou com quem é que foi! Só vão saber que perdi a virgindade! E eu vou ficar muito feliz por ter sido contigo!
– É?
– É!
– Te amo, sabia?
Nos beijamos, claro. Combinamos que ambos iríamos perder a virgindade na próxima tarde livre que seria no dia seguinte.
7ª PARTE
Eu queria que aquela tarde fosse especial. Decidi que não iria desperdiçar aquele pau, por isso iria ser o viadinho do Alex. Agarrei nos produtos cosméticos da minha mãe e depilei os pêlos do meu cu. Assim seria mais fácil ser penetrado. Depois me lavei muito bem e me cobri de perfume. De manhã eu e o Alex não nos beijamos nem fizemos boquete. Apenas agimos como amigos. De tarde já foi diferente.
Fomos almoçar e assim que chegamos a casa do Alex começamos nos beijando. Agarrados um ao outro, entre beijos, fomos caminhando até ao quarto. Lá chegados, o Alex me empurrou para cima da cama. Soube tão bem poder ser possuído por aquele corpo sarado. Sentir sua força. Sentir aqueles bíceps me tocando. Aqueles lábios me beijando. Aquelas mãos me despindo. Sim, assim que fui atirado à cama, Alex começou logo me despindo. Me tirou a t-shirt, os calções e as sapatilhas. Antes que ele me tirasse a sunga eu consegui lhe dizer:
– Alex, eu tive pensando e eu queria dar para você!
– Nã, nã! Nós combinamos que eu seria seu viadinho!
Ele ia me tirar a sunga, mas quando disse isso se aproximou da minha boca, me beijou e:
– E para além do mais, eu quero sentir a sua pica dentro de mim!
Não discuti mais. A ideia de ver meu pau dentro daquele cuzinho virgem me excitou logo. Deixei ele me despir completamente e babar minha pica dentro da sua boca. Primeiro foi só a cabecinha, mas depressa colocou todo o pau dentro. Comecei logo gemendo! Nos últimos dias nossos boquetes tinham melhorado muito. Eram cada vez melhores. Tal como os nossos beijos de porra que se tornaram a nossa "imagem de marca". Agora já tentávamos colocar toda a porra dentro da boca… e conseguíamos.
Mais uma vez tava eu ali nu e o Alex completamente vestido. Pensei que como tinha gostado de ter sido empurrado para a cama e como o Alex queria dar cuzinho para mim, ele talvez gostasse de alguma agressividade. Aí eu me levantei de repente e empurrei o Alex contra a parede. Beijei sua boca com a língua o mais violentamente que consegui. Enquanto nosso beijo rolava eu tirava sua t-shirt que interrompeu aquele momento de prazer durante alguns segundos quando ela passou pela cabeça. Depois, sem olhar, consegui desabotoar e tirar as calças do Alex. Percebi que ele as tinha tirado levantando os pés. Aí decidi ser mais agressivo e agarrei suas pernas encostando-o agressivamente contra a parede. Ele gemeu um "Ah!" de prazer que me agradou. Se agarrou a mim pondo suas mãos atrás do meu pescoço e cruzando suas pernas no meu cu.
Ali estávamos nós. Eu nu, com o pau duríssimo a apontar para cima e tocando a sunguinha do Alex que tava a ser possuído por mim. Nossos beijos continuavam rolando até que meus braços não aguentaram mais com seu peso e pousei cuidadosamente no chão.
Aí, foi a minha vez de empurrar o Alex para cima da cama. Minha pica continuava duríssima e a dele babava dentro da sunga. Tirei sua sunga e vi mais uma vez aquele caralho lindo. Agarrei ele e comecei o boquete. Ele começou logo gemendo e dizendo "Sim!". Minha boca começou ficando dividida entre o pau e o saco do Alex. Quando não consegui esperar mais, agarrei suas pernas levantei. Aquele cuzinho lindo se mostrou para mim como nunca. Aí minha língua foi direitinha para o buraquinho apertado. Ele voltou gemendo, mas como nunca tinha ouvido. Tava mesmo gostando. Minha língua fazia vais e vens que o deixavam maluco. Aos poucos o buraquinho ia-se abrindo. Eu cuspia para lá e aproveitava para enfiar um dedinho que brincava lá dentro. Agora minha língua viajava do cuzinho até à cabeçorra do pau do Alex, passando pelo saco. Ele gritava "Continua!", "Ah!" e "Isso!". Continuei cuspindo para o cuzinho e fui enfiando dois dedos e aí experimentei três. Entraram sem dificuldade. O Alex tava aberto para mim! Tinha chegado a altura de eu o comer.
– Cê tem aí camisinha?
– Esquece a camisinha!
– A sério?
– Eu amo você e cê me ama! Isso basta! Para além disso nós dois somos virgens, né?
Me deitei em cima dele e beijei sua boca em forma de agradecimento. Depois meu pau começou vais e vens antes de penetrar aquele cuzinho. Enquanto nos beijávamos, meu pau ia acima e abaixo passando pela portinha do cuzinho do Alex que se abria quando lá passava.
– Cê vai me tirar o selinho sabia?
– Eu prometo fazer com cuidado!
Quando a cabeça do meu pau ficou presa na portinha decidi forçar a entrada. Foi difícil. Cuspi para a mão e molhei minha pica. Aí Alex se sentou normalmente e me disse:
– Nã, nã! Enquanto tiver do meu lado é assim que molha seu pau!
Voltamos ao boquete. O Alex lubrificou muito bem meu pau e depois voltou à posição de frango assado. Agora já foi mais fácil penetrar. Primeiro entrou a cabeça. Alex gemeu como se se tivesse assustando. Aí ele gritou para mim:
– Vai devagar! Eu sou novo nisso!
– Ok, meu amor!
Me abaixei para nos beijarmos e aí fiz força para enfiar tudo de uma vez. Nossos lábios se separaram quando ele começou gritando. O buraquinho dele era mesmo apertado, mas eu tava gostando. O problema é que o Alex parecia não estar.
– Cê quer que eu tire?
– Não! Eu vou aguentar! Eu aguento! Continua!
Não continuei. Esperei um pouco que seu cuzinho se habituasse… embora não houvesse muito pra se habitual. Depois comecei um vai e vem gostoso… pelo menos para mim. Primeiro foi lentinho, mas aos poucos as estocadas eram cada vez mais rápidas… e fundas. Eu tirava o pau até á cabecinha e voltava penetrando até ao fundo obrigando o Alex a gritar "Ah!" de vez em quando. Eu tava amando. E o Alex?
– Cê tá bem?
– Continua!
Eu continuei o vai e vem. Numa parte tirei o pau todo e voltei a pôr de uma vez. A partir daí vi que o Alex tava gostando.
– Cê gosta?
– Tira!
– Que se passa?
– Tira!
Eu tirei o pau. Fiquei preocupado. Pensei que o Alex tava gostando, mas se calhar… Aí ele se levanta e me atira para a cama.
– Agora cê vai descansar!
Ele se sentou de joelhos com meu corpo entre suas pernas, me beijou e se sentou no meu pau. Agora eu tava amando. Deitado com meu amor fazendo vais e vens por mim. Aquele corpo sarado a saltar no meu pau! Uau! Foi otimo. Ele subia e descia batendo no meu saco e fazendo um "Ploc-ploc!" gostoso.
Eu tava admirado comigo mesmo. Tava aguentando mais tempo que pensava. É claro que esse tempo tava terminando.
– Vou gozar! Sai!
– Não!
Gozei dentro dele. Foi muito bom! Gritei de prazer como nunca! Deviam ter sido uns 6 jatos de porra. O Alex gemeu quando sentiu minha porra dentro dele. Cansado, ele tirou minha pica de dentro dele e me abraçou. Nossos corpos quentes e suados… Me apetecia morder aquele corpo. Mordi seu lábio.
– Obrigado, Bruno!
Nos beijamos novamente e ele me deixou ver seu cuzinho. Queria ver aquela porra saindo. Foi lindo. O buraquinho se abria, largava um pouquinho de liquido e fechava. É claro que eu não deixava aquilo escorrer. Minha língua apanhava todo aquele líquido branco. Alex gemia e gritava. Dizia que me amava, que tinha sido perfeito, que queria mais… tudo.
Depois de ter apanhado toda a porra, me deitei sobre aquele corpo suado e nos beijamos. Aí eu lhe disse:
– Agora quero eu!
– Hã?
– Eu quero ter seu pau dentro de mim! Quero que cê me possua!
– Sério? Pensei que cê tinha medo!
– De você? Nunca!
– Então tá bem! Mas não agora!
– Oh! Porquê?
– Eu te quero fazer uma surpresa! Posso?
– Uma surpresa?
– Uma noite especial! Pode ser?
– Claro!
8ª PARTE
Nos dias seguintes eu andei nervoso. Tinha um segredo que devia ser partilhado com o Alex, mas eu tinha medo. Esse segredo tinha sido escondido por tempo demais. Contar agora ao Alex só o iria enfurecer, mas tinha de lhe contar. Um dia, num dos intervalos, Alex me queria fazer boquete, mas eu estraguei esse momento para falar do assunto.
– Eu preciso de falar consigo!
– Ok!
Ele dizia isso, mas estava desabotoando os botões das minhas calças. Eu agarrei suas mãos e falei sério.
– Eu preciso de falar consigo!
– Eia! Que passou!
– Cê se lembra da Vânia?
– Sim! A mina que cê namorou!
– Eu perdi a virgindade com ela! Não consigo! Com ela! Me desculpa!
Alex não respondeu. Ele olhava para mim estupefato.
– Desculpa!
– Eu pensei…
– Desculpa!
– Foi bom?
– Se foi bom?!
– Sim! Me diga se foi bom!
– Foi, mas consigo foi melhor! Muito melhor! Consigo é mais apertadinho e quentinho e… Eu amo você?
– Mas cê me disse que tinha sido a primeira vez que alguém lhe tinha feito boquete!
– E foi! A Vânia tinha nojo de lá pôr a boquinha!
– Cês usaram camisinha, certo?
– Claro! Consigo foi a primeira vez que eu não usei camisinha! Eu não tenho doença!
Ele ficou novamente calado.
– Cê tá bem?
– Cê me mentiu!
– Não! Eu apenas não contei! Eu sabia que cê ainda era virgem e eu pensei que ia se chatear se soubesse que eu não era!
– Ok! É só isso! Não há mais segredo?
– Não! Pode descansar!
– Ok!
– Ok!
Ele me disse que não se tinha chateado, mas tinha. Eu percebi! Durante duas semanas os boquetes foram reduzindo, escapadelas também e nunca mais ouvi falar da noite surpresa. Até que o dia chegou…
9ª PARTE
Fiquei surpreendido quando Alex me disse que "iríamos a uma discoteca nessa noite". É claro que essa era a desculpa para nossos pais. O que eu não sabia era para onde é que ele me iria levar. Não iria ser para sua casa.
Ele morava perto de um parque de campismo me levou lá. Nunca tinha pensado. Durante a semana nunca havia muitos campistas, e na nossa cidade eram pouca as pessoas que lá iam acampar. Nossa tenda tava no meio de várias árvores, isolada das poucas que havia. A tenda era grande. Tinha cobertores, um candeeiro e comida!
– Como cê conseguiu tudo isso?
– Pedi à minha mãe para acampar!
– Te amo, sabia?
– Já imaginava!
– Me desculpa não te ter contado daquilo!
– Já disse que não faz mal! Vamos ao que interessa?
– Oba!
Alex começou me beijando. Enquanto me despia a t-shirt, eu desabotoava suas calças. Quando eu estava todo nu (mais uma vez primeiro que ele) eu tirei sua camisola e comecei fazendo boquete. Aquele pau era enorme. Ao princípio era difícil pôr tudo dentro da minha boquinha. Começava pela cabeça e ia pondo tudo. Alex pressionava minha cabeça para ir até ao fim e eu gostava de sentir que ele gostava.
Aí ele se deitou de costas e me disse para lhe dar o cu. Fizemos um 69 embora eu não tenha conseguido continuar chupando aquele caralhão. Alex lambia tão bem meu cu que eu delirava.
– Que cuzinho tão bonito!
Eu não conseguia chupar aquele pau de 18 cm e gemer ao mesmo tempo. Eu tava amando. Aquelas mãos abriam meu cu e aquela língua me levava à lua. Meu pau duríssimo se babava e eu também para cima daquele corpo sarado.
Tal como eu, Alex também me dedou. Começou por um, dois, três… O pior é que continuou. Eu disse que não queria fist, mas ele não me ligou. Enfiou cinco dedos. Não os empurrou, era só as pontas, mas eu me sentia todo aberto. Aí ele cuspiu para o buraquinho e disse:
– Agora vou comer você e cê vai perder o cabaço!
– Força!
Me deitei de barriga para baixo, empinei meu cu e deixei que o Alex me possuísse. Devagar enfiou a cabeça daquele caralho. Meu cu tava aberto, mas mesmo assim a dor era muita.
– Tá doendo?
– Sim!
– Cê esperou quando eu lhe disse que me tava doendo?
– Não, mas meu pau é mais pequeno!
– Não é nada! Cê é potente! Cê deixou meu cu ardendo!
Eu ia dizer "Desculpa!", mas ele não me deixou. Num segundo tapou minha boca e enfiou todo o pau. Eu gritei como consegui. Meu cu tava preenchido por aquele pau. Devagar, Alex começou um vai e vem. Me doeu bastante, mas aos poucos fui gostando. Comecei tendo prazer e fui delirando. Quando dei por mim as estocadas já tavam mais rápidas. Alex só deixava a cabeça dentro cu. Depois enfiava tudo de uma vez. Dei por mim gritado:
– Isso! Mais forte! Me come todo! Mais forte!
Eu estava amando! Eu pedia mais força e Alex dava. As estocadas eram rapidíssimas e cada vez mais fortes. Eu sentia suas bolas batendo em mim e fazendo "Ploc!". Aí ele me bateu no rabo. Pensei que não ia gostar mas gostei.
– Mais força!
Ele me bateu outra vez e continuou as estocadas. Aí, ele empurrou minhas costas para o chão fazendo com que meu cu ficasse ainda mais empinado. Aí senti seu pau ir mais fundo. Ia mais forte. Era um vai e vem frenético. Amei!
– Cê vai gozar?
– Porquê?
– Quero outra posição!
Com aqueles braços musculados, Alex agarrou meu peito e viramos. Ele tava deitado de costas no chão e eu de costas para ele. Agora sentia seu peito todo suado. Foi otimo.
– Tá gostando?
– Cê tá caprichando!
Meu cu tava mais que arrombado. Agora o Alex começava a enfiar mais devagar. Era da posição. Não enfiava com tanta força e não tão fundo.
– Não gosto dessa posição!
Alex também não. Me virou de lado, levantou minha perna e continuou me comendo. As estocadas fortes voltaram. Eu gritei e gemi e gritei e gemi. Alex, sempre dando estocadas, lambeu minha perna até ao meu pé. Mantia minha perna levantada e começou chupando o dedos do meu pé. Meu pau tava duríssimo e sem eu tocar comecei gozando. Foi esquisito. Gozar sem tocar no pau. O Alex era mesmo bom!
– Esquece a Vânia! Cê é um Deus!
Alex começou rindo. Baixou minha perna, juntou-a à outra e começou penetrando comigo de pernas fechadas deitado no chão. Via-se que era fácil me penetrar naquela altura. Ele se deitou em cima de mim e começou beijando minhas costas enquanto seu pau continuava o vai e vem. As estocadas começaram sendo cada vez mais rápidas e eu percebi que tava no fim.
– Vou gozar na sua boca!
Ele tirou o caralho do meu buraco e foi para a minha frente. Comecei chupando, mas mais parecia que ele tava fudendo minha boca. As estocadas não eram tão fortes (senão eu vomitaria), mas eram rápidas.
– Não engula! Te quero beijar depois!
Ele queria o grande final! Fiquei contente. E começou a gozar. Foram uns 4 jatos de porra. Consegui pôr tudo dentro da boca.
– Te amo! Te amo! Te amo!
Me beijou. Aquela porra saltou de boca em boca e nosso beijo se prolongou por mais de um minuto. Aí dividimos a porra e engolimos.
– Foi perfeito!
– Ainda bem!
– Cada vez amo mais você! Cê não tinha que preparar tudo isso!
– Claro que tinha! Cê merece!
Passamos o resto da noite comendo bolos, dando beijos, fumando e bebendo. Bebemos muito nessa noite. Inclusive chegamos a despejar cerveja para cima de nossos corpos.
10ª PARTE
Depois fomos dormir. Pelo menos Alex dormiu. Ele tinha bebido mais do que eu, por isso eu ainda me lembro do resto dessa noite. Alex adormeceu abraçado a mim, suas pernas cruzadas com as minhas, seu corpo sarado, suado e pegajoso, envolvendo o meu também suado e pegajoso. Eu não conseguia dormir. Quando olhei o relógio marcava as 5 da manhã. Alex já tinha dormido 3 horas. Eu só 1 e tava excitado. Alex dormia com o pau duro (talvez estivesse sonhando comigo) encostado ao meu cuzinho. Decidi que ele já tinha dormido que chegasse. Me larguei dele e não acordou. Aí comecei um boquete e ele aos poucos foi acordando com um sorriso.
– Quero a 2ª ronda!
– Quer?
– Quero!
Alex fechou os olhos. Tava tão bêbado que não aguentava de olhos abertos, mas tinha o pau super duro. Eu sabia que ele tava acordado porque tinha um grande sorriso e gemia fraquinho. Meu buraco tava aberto, mas mesmo assim o pus em cima da cabeça do Alex. Devagarzinho ele começou lambendo. Enquanto ele fazia isso eu chupava bem aquela pica. Quando achei que tava na altura disse:
– Me vou sentar em cima do seu caralhão!
– Hum-hum.
Ele parecia que estava dormindo, mas mesmo assim, levantei seu pau e me sentei. Ele gemeu "Ah!" e eu percebi que era autorização para continuar. Comecei saltando cima e baixo, cima e baixo. Alex tava gostando, mas parecia ganzado. Aí ele começou mijando dentro de mim. Fiquei super enfurecido. Saí imediatamente daquele pau e bati no Alex. Ele se ria e continuava mijando, agora para cima do seu corpo.
– Cê tá doido! Eu tava ali! Devia ter avisado!
Ele continuava rindo. Eu bati nele outra vez. Aí sua cara mudou. Ficou chateado comigo.
– Eu não sou uma máquina! Eu quero dormir, não quero transar!
– Mas cê tava gostando! Se me tivesse dito que não queria eu parava!
Ele riu.
– Tava brincando mor! Se senta em cima do meu caralho, anda!
Pensei em dormir, mas tava mesmo excitado e queria aproveitar o resto daquela noite. Me sentei novamente naquele pau e voltei saltando. Saltei muito, Alex gritou pela primeira vez:
– Isso viadinho!
E me senti pela primeira vez um brinquedo nas suas mãos. Parei de saltar e me deitei em cima do Alex. Aí ele começou um vai e vem mexendo o cu e eu comecei gritando:
– Mais! Onde tá a delicia de à bocado?
Alex enfurecido começou a aumentar as estocadas. Chegou uma altura em que ele tava fazendo tanta força e eu saltava sem querer naquele pau. Foi nessa altura que levantei meu peito e voltei saltando em cima do meu homem. Ele merecia um descanso de guerreiro. Não demorou muito que ele gozasse, mas não foi por isso que eu deixei de saltar. Saltei enquanto ele gritava "Ah!!" mas só quando gozei é que sai, o que também não foi preciso muito. Nos beijamos, voltei a pôr aquela pica dentro do meu cuzinho dorido e me deitei em cima do Alex onde acabei por adormecer.
11ª PARTE
Passados 2 anos continuamos namorando. Eu tinha 18 anos, tava mais alto, um pouco mais sarado e meu pau tinha crescido 1 cm. Ia agora nos 17cm e também tinha crescido um pouco em grossura. Eu tinha continuado os estudos ao contrário do Alex que tinha começado trabalhando. Também tava mais alto, moreno e sarado, claro. Seu pau também cresceu, mas menos que o meu, talvez meio cm.
Já tínhamos transado em todas as partes da casa do Alex e na minha. Tínhamos passado por fases boas e más, mas continuávamos namorando em segredo. Quando tavamos tristes ou desiludidos fazíamos amor reconfortante. Mas quando desejávamos apenas sexo sabíamos foder com violência. Houve uma vez em que o Alex me prendeu à cama e me fodeu como nunca. Com uma violência e uma força que eu amei.
Nesta altura eu e o Alex alugamos um apartamento e éramos "colegas de quarto" aos olhos dos outros. Viver junto trouxe problemas à nossa relação e o sexo já não nos agradava como antes. Alex começou desabafando comigo sobre coisas que eu nunca tinha pensado. Ele nunca tinha transado com ninguém que não fosse eu. Ele queria experimentar uma coisa diferente.
– Cê quer que eu o deixe transar com alguém?
– Não! Eu quero que cê me deixe transar com alguém e consigo ao mesmo tempo!
– Cê quer transar a 3?
– Sim!
Eu não sabia como é que isso iria ser. Na net eu gostava de ver vídeos de dupla penetração, mas nunca tinha pensado em fazer. De certeza que eu iria ser o passivo e iria levar com dois caralhos no cu. Se o outro tivesse um pau como o do Alex tava tramado. Por outro lado poderia ser engraçado e o Alex queria muito, por isso eu disse:
– Sim!
12ª PARTE
Eu tinha carta de condução e carro. O Alex sabia andar de carro, mas chumbou, por isso eu era seu motorista. Me servi dessa desculpa para me livrar de uma tarefa que ele me ia impingir. Ele queria que eu fosse a um bar gay e falasse com as pessoas para ver se alguém tava afim. Eu tinha vergonha, por isso disse que não. Disse para ele ir que eu esperava no carro. Foi assim que fizemos. Tive cerca de 1h30m à espera, mas no fim vi o Alex entrar no carro e sentar ao meu lado e um homem de cerca de 25 anos sentando nos bancos de trás.
– Vocês são maiores de idade, certo?
– Se quiser eu mostro todos meus documentos!
– Não vai ser preciso! Pode seguir!
Liguei o carro e nos dirigimos ao nosso apartamento. Pelo caminho fui conhecendo o estranho. Se chamava Rodrigo, tinha 24 anos, gostava de sexo e de conhecer pessoas novas:
– Cê já fiz isso antes?
– Transa a 3? Claro!
– Boa!
Queria saber se tinha um pau maior que o meu, mas não tive coragem. Apesar de tudo ele era lindíssimo. Era moreno como eu, tinha uma cara e um sorriso lindos, era mais alto e talvez tão magro como eu. Durante a viagem, mandava uns olhares para ele para o ver e me deu tesão. Ele percebeu isso e acho que gostou. Eu não acreditava que ia transar com ele e com meu amor.
Quando chegamos a casa começamos um bate-papo, mas foi rápido. O Alex me pediu para ir buscar cervejas enquanto eles dois falavam no sofá. Quando eu voltei já estavam os dois se beijando. Senti ciúmes como nunca. Aquele homem, que por acaso até era giro, tava comendo meu namorado. Me apeteceu ir embora. Me apeteceu largar as cervejas. Mas não fiz nada disso. Fiquei ali parado olhando eles. Alex tava de olhos fechados como se tivesse tendo prazer… e tava. Quando os abriu e me viu ali especado, me disse:
– Larga isso! Venha cá!
Larguei as cervejas no chão e me aproximei deles. Eu tava em pé olhando os dois se beijando. Não demorou muito que o Rodrigo largasse o Alex e me puxasse para ele. Me puxou de maneira que eu ficasse de joelhos em cima do sofá e com suas mãos nas minhas costas me apalpando o cu. Seus beijos eram tão bons… Sua língua dentro da minha boca me levou à lua. Quando dei por mim, tinha minhas calças abaixadas. Rodrigo me beijava e apalpava o cu e o Alex chupava meu pau.
– Já chega!
Rodrigo me tirou de cima de si. Agora, no sofá, da esquerda para a direita, estava o Alex, o Rodrigo e eu. Rodrigo se virou para as calças do Alex e abriu. Quando viu seu pau disse:
– Lindo pau que cê tem!
– Obrigado.
Começou chupando aquele pau que era meu. E o Alex gostava. Tinha tantos ciúmes naquele momento. Só queria que aquilo acabasse. Mas depois pensei. "Se eu der prazer ao Rodrigo, o Alex também não vai gostar!" Tirei minhas calças e minhas sapatilhas e abri as calças do Rodrigo. Aquele pau era lindíssimo. Tava duro apontando para cima. Era escuro e a cabeça era roxa e grande. Devia ter uns 19,5cm de comprido e uns 5 de grossura. Comecei fazendo boquete e ele gostou. Começou gemendo "Ah!" enquanto tentava chupar o pau do Alex.
– Chupa isso! Chupa gostoso!
Eu gostei que ele gostasse. Depois disto trocamos. Alex chupava o Rodrigo e o Rodrigo chupava meu pau. Ele chupava bem e babava bem aquele pau que punha todo dentro da boca.
Depois o Alex me disse:
– Venha cá! Me mostra seu buraco!
Fui até ele, mas o Rodrigo não me deixou abandonar o sofá sem um beijo. Quando estava próximo do Alex, abaixei meu peito e ele começou lambendo meu cu. Rodrigo voltou chupando seu pau com gosto.
– Cê tem cá um caralho…
Mas não o chupou por muito tempo. Se levantou, foi para minha frente e me fez pôr aquele pau todo dentro da boca mais uma vez. Nessa altura eu fui oficialmente eleito o passivo. Mas não me importei. Eu tava no paraíso com o Alex lambendo meu buraco e Rodrigo gemendo do prazer que eu lhe dava. Ainda amei mais quando Rodrigo disse para o Alex:
– Seu namoradinho mama gostoso!
– Posso arrombar o buraco dele primeiro?
– Faça favor! O viadinho é seu!
Nessa altura eu tive a sensação de que eles os dois já tinham combinado o que iam fazer e isso não me agradou. Mas não fiz nada porque tava gostando.
– Cê prefere que eu use camisinha?
– Cês dois usam camisinha?
– Não!
– Então ponho eu só! Ok?
– Ok!
Alex começou arrombando meu buraco. Eu tava mais que aberto para ele, mas ainda mais para o Rodrigo. Eu queria sentir aquele caralho grosso dentro de mim. Queria sentir suas estocadas. Mas tinha que esperar.
Eu percebi que o Alex queria mostrar que sabia fazer sexo duro, porque à muito tempo que suas estocadas não eram tão fortes. Eu amei toda aquela força e acho que o Rodrigo gostou de ver. Seu pau fazia vai e vens rápidos e fortes no cu, tal como o do Rodrigo dentro da minha boca. Eu tive que afastar um pouco o pau do Rodrigo para ele perceber que eu tava quase vomitando. Mas nessa altura ele tirou todo o pau dentro da minha boca.
– Agora me deixa ver esse buraco.
Eles trocaram. Alex passou para minha frente e o Rodrigo agarrou meu cu. Primeiro massajou e depois deu uma chapada.
– Cê tem uma bunda linda, Bruno! Tou gostando!
Ele se abaixou e deu uma lambida que eu até me arrepiei. Alex abaixou, me beijou e perguntou baixo:
– Tá gostando?
– Sim!
– Boa! Agora chupa bem meu pau!
Comecei a chupando o caralho do Alex e não demorou muito que sentisse o pau do Rodrigo entrando dentro de mim. Ele tinha posto camisinha, coisa que nunca tinha entrado dentro do meu cu. Era um pau que não tava habituado, mas não foi difícil entrar. Eu gritei ao principio, mas acabei gostando. Suas estocadas foram se tornando mais rápidas. Passado um pouco ele começou tirando todo o pau e pondo tudo de uma vez. Depois me deu prazer como nunca tinha tido. Começou dando estocadas fundas e fortes, muito fortes. Ele tava mostrando ao Alex que também sabia fazer sexo duro e eu tava amando. Passado um pouco não era seu pau que ia dentro e fora. Ele bateu no meu cu mais uma vez e começou me empurrando para a frente e puxando para trás. Ele tava pussuindo meu corpo e eu tava gostando. Eu gritava como nunca e o Alex pensou que eram gritos de dor e não de prazer. Por isso tirou o pau da minha boca, agarrou minha cabeça e me disse:
– Tá doendo? Nós podemos parar!
– Mais!!! Mais!!! Come meu cu!
Rodrigo cumpriu. Começou batendo mais no meu cu e as estocadas tavam mais fortes. Mas ele abrandou passado um pouco.
Virou sua cabeça para o Alex e disse:
– Cê quer fazer sanduíche?
– Sério?
– Sério! Quero sentir a potência do seu caralho dentro do meu cu! Se quiser pode ir buscar uma camisinha às minhas calças!
Nos últimos dias eu e o Alex tínhamos aprendido em conjunto a pôr uma camisinha. Nunca tínhamos posto e agora podia ser preciso. Pelos vistos foi. Quando dei por mim tava ouvindo o Rodrigo gritando "Ah!" Eu virei minha cabeça para trás e vi o Alex enfiando lentamente seu pau dentro do cu do Rodrigo. Quando tava todo, ele começou fazendo vai e vens e nessa altura Rodrigo era o que tava tendo mais prazer naquela sala. Um pau no seu cu e seu pau no meu cu. Seus vais e vens foram mais fortes e mais rápidos e passado um pouco todos gritávamos "Ah!". Os gritos de prazer do Rodrigo se destacavam. Quando o Rodrigo me penetrava fundo, libertava seu cu do pau do Alex e quando libertava meu cu, preenchia o seu com o do Alex. Ainda aguentamos uns 3 minutos nesta posição, mas depois…
Senti que ia gozar. Comecei punhetando meu pau e gozei uns 4 jatos de porra que caíram diretamente no chão.
O Rodrigo tirou o pau do meu cu e eu me sentei no sofá. Enquanto o Alex continuava as estocadas, agora mais fortes, o Rodrigo me perguntou:
– Gostou?
– Amei! Venha cá!
O Rodrigo largou o pau do Alex por mim. Achei isso simpático. Ele se sentou em cima de mim como eu me tinha sentado minutos antes. Começamos nos beijando e eu vi que Alex tava vendo. Estaria com ciúmes? O que eu sei é que ele se sentou ao nosso lado e sua língua se juntou às nossas. Um beijo como nunca tinha feito. Rodrigo se virou para o Alex e disse:
– Cê tem sorte com seu namorado!
– Eu sei!
– Tem um pau lindo e um cu ainda mais delicioso!
Ele me beijou novamente e eu agradeci os elogios. Quando dei por mim ele tinha agarrado em mim e tínhamos trocado. Ele tava sentado no sofá e eu tava em cima dele virado para a sua cara linda. Seu pau tava duríssimo e eu subia e descia meu cu, massajando aquele caralho e convidando a me penetrar outra vez.
Mas ele não me queria penetrar. Disse para continuar e passado um pouco tava gozando no meu cu… mas fora do buraco.
– Fode minha boca!
Foi o que Rodrigo disse ao Alex. Eu continuei a "dança" e ele tava chupando o pau do Alex. Não gostei de ver. Aquele pau era meu e naquele momento tava dentro da boca linda daquele homem lindo. Alex tinha escolhido bem.
Não foi preciso muito para que o Alex gozasse. Rodrigo não engoliu a porra e eu senti que aquilo era um desperdício. Quando demos por nós, eu e o Alex tavamos lambendo a porra no queixo do Rodrigo. Quando tava limpo, ele lambeu seus beiços e me disse:
– Cê deixa fazer dupla penetração?
Eu não sabia o que responder. Olhei para Alex que sorria e acenava levemente. Eu sabia que Rodrigo também queria. Mas quem ia dar cu era eu! Eu é que ia levar toda a dor. Não respondi.
– Pensa um pouco! Eu vou ao banheiro!
Quando Rodrigo foi ao banheiro, Alex agarrou nas cervejas que eu tinha trazido, saiu da sala e foi buscar uma cerveja fresca. Parou bebendo e olhando para mim.
– Cê tá gostando?
– Sim!
– Cê quer continuar?
– Cê viu o tamanho dos vossos paus?
– Ele gosta da sua bunda!
Naquele momento eu soube que o Alex tinha ciúmes. Aquele homem que me olhava de pau mole e molhado tinha ciúmes!! Ele me amava.
– Se cê quiser, pudemos fazer dupla penetração!
– Eu amo você, sabia?
PARTE 13
Rodrigo tinha ficado 5 minutos no banheiro. Talvez me tivesse dando tempo pra pensar. Ou talvez ele tivesse vagueando e procurando o banheiro porque eu me esqueci de lhe dizer onde era. Quando voltou vinha de pau mole… Eu amo ver homens de pau mole. Me dá maior vontade de os mamar. Naquele momento, o pau dele tava uma delicia.
– Cê já decidiu?
– Vamo nessa!
Rodrigo sorriu. Alex sorriu. Eu sorri. Rodrigo se deitou no chão de barriga para cima e disse ao Alex para juntar sua rola com a dele. Ele se ajoelhou perto do Rodrigo e ele agarrou nas duas rolas e começou punhetando.
– Ponha aqui sua boca!
Ele tava falando comigo. Me deitei em cima do Rodrigo com meu cu à frente da sua cara e pus aquelas duas rolas dentro da boca. Pensei que não ia conseguir, mas consegui. Comecei mamando aquelas delicias, enquanto o Rodrigo mamava meu cu. Quando as rolas ficaram maiores e eu já não as conseguia pôr na boca, Rodrigo me mandou virar para ele. Ele me beijou e enfiou seu pau na minha bunda de uma só vez! Isto depois de o Alex lhe ter posto outra camisinha. Eu fui às nuvens! Ele começou um vai e vem maravilhoso enquanto o Alex estava olhando. Mas foi por pouco tempo.
Passado um pouco, Rodrigo parou e disse ao Alex para enfiar também seu pau no meu cu. Eu fiquei com medo.
Alex não tava conseguindo enfiar seu pau. Ele fazia muita força, mas não entrava.
– Não tou conseguindo!
– Oh! Faz força! Cê quer comer seu namoradinho ou não?
Aí, Alex inclinou seu pau contra o do Rodrigo, fez mais força e conseguiu enfiar a cabeça. Eu gritei, gritei!!! Como nunca! Tava me doendo horrores! O Alex ficou com pena minha:
– Se cê quiser eu tiro!
Eu ia fizer para tirar, mas o Rodrigo foi mais rápido:
– Não! Não! Isso já passa! Enfia tudo, vai!
Eu queria que eles parassem. Rodrigo podia querer fazer isso, mas também tava preocupado comigo. Ele agarrou minha cabeça, me beijou e me disse olhando nos olhos:
– Isso já passa, tá bem?
Enquanto gemia, eu abanei a cabeça dizendo que sim. Aí, Rodrigo encostou minha cabeça ao seu peito e começou passando a mão carinhosamente. Alex tinha estado parado esse tempo todo para eu me habituar, mas Rodrigo disse "Enfia!" e ele voltou enfiando seu pau. Eu não aguentava as dores. O pau de Alex ia lentamente, mas mesmo assim eu não me conseguia habituar. Quando Alex enfiou todo o pau tentou fazendo um vai e vem, mas não conseguiu. Ele ia para trás e para a frente, mas o espaço era tão apertado que os paus não se mexiam dentro de mim. Pior, o pau de Rodrigo começava saindo. Eu percebi que o Alex não tava conseguindo e o Rodrigo também.
Quando o seu pau saiu todo, Rodrigo disse:
– Já chega! Cê não consegue foder como deve ser?
– Desculpa!
– Eu te digo! Te vou mostrar como se fode gostoso! Troca comigo!
Rodrigo saiu de debaixo de mim e o Alex tirou seu pau do meu cu. Eu fiquei olhando para eles. Alex se deitou onde antes estava o Rodrigo e o Rodrigo tava esperando que o Alex me penetrasse. Eu fui para cima de Alex e nos beijamos, mas Rodrigo disse:
– Não! Virado para mim!
Nós fizemos o que ele queria. Eu me sentei em cima do pau do Alex virado para o Rodrigo que estava aos nossos pés. Me deitei em cima do Alex e ele começou fazendo um vai e vem mexendo o cuzinho lindo dele. Abri as pernas quando o Rodrigo se aproximou e o Alex parou as estocadas.
O pau do Rodrigo começou forçando a minha entrada e não demorou muito para que a cabeça gigante do seu pau tivesse dentro de mim. Eu voltei a gritar, mas não valeu de muito. Rodrigo continuou enfiando até que já tinha todo o pau dentro de mim. A dor era muita. Eu não sei, mas acho que o Alex e o Rodrigo tavam gemendo de prazer. Aí o Rodrigo começa um vai e vem. Lentamente ele ia para trás e para a frente e eu sentia aqueles paus roçando um no outro dentro de mim. Tivemos assim uns 2 minutos. Passado esse tempo eu me comecei habituando. Rodrigo começou a fazer estocadas maiores e mais fortes. Todos nós gemíamos de prazer. Aquilo era maravilhoso. Alex pedia "Mais!", eu dizia "Que gostoso!" e o Rodrigo gemia e suava. Todos nós tavamos todos suados. Aqueles dois paus faziam fricção e calor dentro de mim e eu amei. Alex começou beijando minhas costas e meu pescoço e o Rodrigo se deitou em cima de mim e começou me dando beijos. Quando sua língua deixou minha boca e abaixou até à boca do Alex, eu levantei a cabeça e vi seu cuzinho lindo dando saltos para cima e para baixo enfiando sua vara dentro de mim. Nunca tinha tido tanto prazer!
– Mais!
– Mais força!
Rodrigo aumentou a força das estocadas e nós amámos. Aí, eu senti o pau do Alex se mexendo. Ele queria fazer vai e vem também, mas era difícil fazer ao mesmo tempo que o pau do Rodrigo, por isso começou a escorregar para a "saída".
– Não faça isso, outra vez!
Rodrigo tirou seu pau, agarrou nas bolas do Alex e empurrou-as contra o meu cu. Assim o seu pau entrou como estava antes. Depois, Rodrigo pôs uma mão no meu ombro, pôs outra segurando sua vara e de uma vez enfiou tudo dentro de mim! Maravilha! Agora já era mais fácil fazer as estocadas, porque meu cu já se tinha habituado e tava muito mais aberto. Rodrigo voltou ao vai e vem gostoso e eu senti que ia gozar. Eu disse isso e o Rodrigo agarrou meu pau e começou a punhetá-lo ao mesmo tempo que ia continuando as estocadas.
Quando eu gozei, Rodrigo espalhou a porra toda pelo meu corpo. A seguir foi a vez do Alex dizer que ia gozar. Ele tirou seu pau, mas Rodrigo continuou o vai e vem. Aí ele se deitou em cima de mim e empinou o cu para o Rodrigo. Enquanto nos beijávamos e nos apalpávamos, Rodrigo trocou meu buraco pelo do Alex e começou dando estocadas até ele gozar (não foi preciso muito). Toda a porra do Alex ficou entre nossos corpos. Com aqueles dois cus à sua disposição, Rodrigo ia alternando entre um e outro até que ele também gozou para cima de mim. No final aqueles dois machos foram ver meu buraco. Segundo o Alex ele tava enorme! Nunca o tinha visto assim! Ele lambeu um pouquinho e depois parámos e começámos um bate-papo.
Rodrigo tava sentado no sofá, Alex tava deitado no chão e eu tava ao seu lado, com a cabeça no seu peito.
– Cês gostaram?
– Eu amei! A sério! Hoje foi maravilhoso! Te doeu muito, Bruno?
– No inicio doeu um pouquinho! Mas depois… Cê é otimo Rodrigo! A sério!
– Brigado! Cês 2 também são uns deuses! São um casal muito lindo!
Passado um pouco dissemos ao Rodrigo para ir tomar uma ducha rápida. Ele disse que ia mas só connosco.
Nosso chuveiro já era apertado para mim e para o Alex. Com nós os 3 lá dentro o espaço livre era ainda menor. Não foi um banho muito longo. Nos beijamos, espalhamos sabonete pelos corpos uns dos outros. Lavamos muito bem nossas rolas e no fim nos secámos.
PARTE 14
Como eu é que tinha carro, combinámos que ia levar o Rodrigo ao seu destino e o Alex ficava em casa.
Como o Rodrigo tinha apanhado transportes para ir para o bar, eu levei diretamente à sua casa. Durante o caminho falamos de tudo o que tínhamos feito. Rodrigo tinha gostado e eu achei isso excelente.
Quando parei à frente do prédio dele:
– Bem, obrigado pela noite e por me ter trazido a casa!
– De nada!
Eu estiquei a mão, mas o Rodrigo ignorou-a. Agarrou minha cabeça e me beijou loucamente. Quando eu achei que bastava tentei afastar a cabeça, mas ele não me deixou. Mas quando finalmente me consegui largar ele perguntou:
– Que foi?
– Eu tenho namorado!
– Isso não me impediu de fazer coisas piores à bocado!
Ele tinha razão. Eu não podia ser tão má onda depois do que tínhamos feito.
– Tá bom!
– Oiça uma coisa! Cê é o homem mais lindo com quem eu transei! Cê tem um corpo moreno lindo, tem uma bunda que é uma delícia e seu pau também não é de se desperdiçar! Eu tou muito grato por ter passado essa noite consigo! Mas é só isso!
– Ok.
Ele me beijou novamente. Esse beijo foi mais prolongado, porque eu tava deixando e gostando. Aquele homem lindo dizia que eu era lindo. Me fazia sentir um príncipe e eu gostava. Há muito tempo que o Alex não me fazia sentir bonito e nossa relação não tava muito bem, por isso eu deixei esse momento continuar.
Quando nossos lábios se separaram, Rodrigo me perguntou se eu queria subir a sua casa.
– Eu tenho namorado!
– Quem disse que eu quero transar com você? Eu só lhe quero oferecer uma cerveja, agradecer pela noite!
Eu não sabia se havia de aceitar, mas aceitei.
Nós subimos até o seu apartamento, bebemos algumas cervejas e falamos um pouco. Quando eu achei que já tava na hora de sair eu disse que me ia embora. Ele se aproximou de mim e me beijou novamente. Eu pensei que seria um beijo de despedida, por isso não o impedi. Mas sua boca começou descendo até o pescoço e ele começou abrindo minhas calças.
– Agora quero dar meu cu pra você!
Era uma proposta tentadora. Ele era um homem lindo que me fazia sentir bem e queria que eu comesse seu cu. Eu queria deixá-lo continuar. Queria sentir sua boca chupando meu pau. Queria saber se seu cu era apertado… não devia ser. Eu queria, mas depois me lembrei do Alex. O meu namorado à 2 anos, o meu amor provavelmente estava na cama me esperando e eu ali, desejando comer o Rodrigo.
– Eu tenho namorado, Rodrigo!
Afastei Rodrigo de mim e abotoei minhas calças. Ele não gostou, mas eu continuei falando:
– Eu amei essa noite, cê é um homem lindo e me fez sentir muito bem por isso eu tou grato! Mas isso que cê quer fazer comigo é trair meu namorado e eu não vou deixar.
Virei as costas e sai pela porta.
Quando cheguei a casa Alex me esperava na cama. Ele não perguntou porque é que eu tinha demorado. Se limitou a me beijar como não me beijava à muito tempo. Nessa noite nos amámos como já não fazíamos à muito tempo. Nessa altura eu senti culpa, mas também me senti bem ao lado do homem que amava.
Durante muito tempo nós vivemos apaixonados como nunca. Nossos problemas tinham desaparecido. Nunca cheguei a contar o que tinha acontecido com o Rodrigo e tentei esquecer.
Ao fim de algum tempo surgiram novos problemas e nos separámos. Foi triste, mas tinha que ser. Para tentar esquecer o Alex fui à casa de Rodrigo. Transamos umas 6 vezes, mas não passou disso. Eu queria esquecer o Alex. O Rodrigo continuou dizendo que eu era lindo e isso me deu confiança. Me relacionei com 2 homens, mas não tanto tempo como com o Alex. Eles eram lindos e gostavam de mim, mas eu nunca cheguei a sentir por eles o que sentia pelo Alex. Com o primeiro vivi 7 meses e com o segundo vivi uns 4 meses.
Mas felizmente, um ano depois de ter acabado com o Alex nos encontramos novamente. Conversamos, rimos, e não passou disso. Começamos marcando encontros e passado 1 mês tavamos morando juntos outra vez. Ele admitiu a todo o mundo que me amava, incluindo ao patrão, e agora vivemos felizes e apaixonados.
Esse ano de separação nos fez bem. Atualmente eu tenho 20 anos e o Alex tem 21. Ele tá mais bonito e me ama mais. Continuamos fazendo sexo duro, sexo muito bom, mas também sabemos nos amar e transar carinhosamente. Às vezes alinhamos numa transa a 3, mas nunca mais vimos o Rodrigo. Também já alinhamos em suruba, mas não há nada como chegar a casa e sentir aqueles braços sarados agarrando meu corpo.
Te amo, Alex!