O ativo que virou passivo no meu pau

Mes de julho, mes de férias. Era uma quinta-feira e a programação da noite ficava por conta de um show em praça pública da minha cidade. Lá pelas oito da noite, com a música de um grupo local, eu encontro uma grande amiga minha. Ficamos conversando por conta do bolo que o namorado havia dado nela.

Eu estava solteiro e sem ninguém, por pura opção. Tava cansado de mulher pegando no meu pé, e de caras ciumentos que me cobravam muito a presença. Umas dez da noite, com o show já quase encerrando, desconfiei que alguém me olhava, do meu lado esquerdo, não muito perto de mim. Como essa minha amiga sabe de mim, contei a ela que achava que alguém estava me paquerando. Olhei para o lado e avistei um dos caras mais bonitos com quem já transei na vida. Ela ficou de queixo caido com a beleza do cara. O Diego é branco, malhado de academia, da minha altura (1,70m), cabelos negros, rosto lindo e olhos verdes como petecas. Ele realmente é de tirar o fôlego de qualquer um. Ele me olhava insistente e sorria discretamente. Eu retribuia. Logo depois, o show encerrando, uns amigos do Diego se aproximaram dele.

Ficaram conversando e ele parou de me olhar. O show acabou e eu me despedi da minha amiga. Fui caminhando para o carro devagar, pra ver se conseguia falar com o cara. Ele deu um jeito de se livrar dos amigos e fez sinal para que eu o encontrasse na curva. Peguei o carro e fui andando devagar, enquanto ele caminhava pela calçada. Assim que dobrei, ele veio até a janela do meu carro, nos apresentamos e foi quando eu soube que ele era músico. Convidei-o para sair mas ele tinha que voltar para a companhia dos ditos amigos.

Trocamos então os telefones e marcamos para a noite seguinte. Mal consegui dormir. Lá pelas dez da manhã, eu estava no trabalho quando o celular toca. Não esperava tão cedo, mas era ele. Um frio me subiu pela espinha. Ele me perguntou se o encontro que marcamos para a noite não poderia antecipar, pois ele estava louco pra ficar comigo. Ele tinha um jeito másculo, forte e uma voz grossa como a minha. Marcamos um encontro no shopping às quatro da tarde. Chegado o momento, conversamos lanchando e fomos dar uma volta pela orla do rio que circunda a minha cidade. A noite foi caindo, e o desejo era latente em nossos olhares. Então aconteceu nosso primeiro beijo, dentro do carro.

Como os vidros têm película escura, não houve problema algum. Foi um beijo ardente como dois apaixonados. Nossas línguas se procuravam e nossos lábios se chupavam freneticamente. Nessa hora, ele começou a descer a mão em direção à minha bunda. Segurei a mão dele e olhando em seus olhos perguntei que tipo de relação ele costumava ter na cama. Ele disse que estava louco pra me comer. Dei um sorriso e afastei a sua mão, dizendo que então parássemos por ali, pois eu não gostava de fazer o papel de passivo. Ele meio sem graça, respondeu que realmente seria um problema, pois gostava de comer uma bunda. Propus que a gente ficasse como amigos, já que não iria rolar mesmo. Ele concordou e pediu que eu o deixasse em casa. Atendi seu pedido e lá chegando nos despedimos novamente com outro beijo carinhoso e gostoso.

Meu pau só faltava explodir dentro da calça, mas o que fazer, né? Passados três dias, no sábado à tarde, eis que o Diego novamente me liga. Combinamos pegar um cinema e fomos assistir um filme de aventura. No escuro da sala, ele discretamnte roçava sua perna na minha e pegava de leve na minha mão. Novamente a excitação foi tomando conta de mim. Terminado o filme fomos lanchar na orla. Já era umas nove da noite quando, dentro do carro, os beijos novamente aconteceram. Confesso que ficava agoniado, pois sabia que não iria passar daquilo. Perguntei-lhe se ele nunca havia sido passivo, pois eu tinha muita vontade de comer aquela bundinha linda que ele tem. Ele disse que não. Perguntei: Mas vc nunca sentiu vontade? Ele respondeu: Não vou te mentir, vontade eu já senti, mas foi com um namorado de longo tempo. Não tive coragem. E vc? Eu respondi que nunca havia sentido vontade e pedi para que parássemos com aquilo de ficar se beijando, já que não iria rolar nada entre a gente.

Surpreendi-me quando ele respondeu: Quem sabe se vc tiver um pouco de paciência…Tinha certesa que a essa altura meu pau já babava de tanto tesão. Abracei=lhe carinhosamente e nos beijamos novamente. Agora eu já ousava deslisar minha mão pelas suas costas e tentando fazer um carinho naquela bundinha por dentro da calça. Ele hesitou e pediu-me para parar. Fiquei puto nessa hora e pensei que ele deveria estar brincando com a minha cara, se achando o bonitão e sacaneando direto comigo. Fui meio indelicado e disse que iria deixá-lo em casa. Quando o deixei na porta, pedi a ele que não me ligasse mais, pois achava que ele tava era afim de sacanear comigo.

Ele ficou muito chateado e disse: Realmente vc só tá querendo uma bunda pra comer, não te incomoda que eu não vou mais te ligar. Saiu do carro furioso. Fui pra casa com meus pensamentos e certo de que ele entendeu tudo errado. Não era nada disso. Eu é que pensava que ele queria brincar com a minha cara. Passou-se uma semana e resolvi eu ligar pra ele. Tentei explicar o que eu estava pensando e ele marcou outro encontro pra de noite. Novamente dentro do carro, ele acabou entendendo e foi quando disse: Cara, eu não tô entendendo, mas acho q tô sentindo uma coisa legal por ti. Não tô afim de t sacanear. Eu é q tô com medo. Vi sinceridade eu seus olhos e nos beijamos novamente. Rumamos para o motel, com a concordância que não era certesa que alguma coisa rolaria além dos carinhos.

Tomamos banho de piscina nús e tive naquele momento a certesa da linda bunda, redonda e lisa que ele tinha. Fomos nos deitar e aos beijos eu comecei a alisar suas costa e sua nádegas. Fazia um carinho de leve com a ponta dos dedos em seu cuzinho, e ele gemia baixinho de prazer. Virei-o de costas e disse pra ele não ficar com receio. Comecei a beijar suas costas lentamente, lambendo todo o caminho em direção o cuzinho. Quando alcancei aquele buraquinho, passei a lingua de leve, arrancando dele suspiros de tesão. Toquei embaixo de seu saco e pude percebi que seu pau estava muito duro. Introduzi de leve minha língua em seu buraquinho, fazendo um vai vem muito gostoso. Aos poucos ele foi se soltando, abrindo mais as pernas. Já estava entregue e se esfregava no lençol a cada estocada minha com a língua. Subi sem suas costas e comecei a beijar sua nuca, enauqnro cutucava seu cuzinho com a cabeça do meu pau, lambuzado do líquido de tesão. Tentei forçar um pouco para abrir caminho. Nessa hora ele se fechou, trancando sua bundinha. Beijei muito seu rostyo ne sua nuca, pedindo calma a ele. Ele disse: TÔ com muita vontade de dar pra vc, como nunca senti por ninguém, mas não tenho coragem amor.

Aquelas palavras me deram um calafrio. Pedi a ele que ficasse calmo, tranquilo, pois ele iria gostar e eu ia fazer com muito carinho. Ele procuroiu relaxar, fechou os olhos e disse: faz devagar amorzinho…só vou fazer isso porque tô louco por vc. Palavras mágicas pra um momento de puro tesão. Peguei o gel que já estava de propósito ao meu alcande e lambuzei seu cuzinho máximo que eu pude e toda a extensão do meu pau, que não é muito grande (cerca de 16 cm). Fui beijando e fazebndo carinho, ao mesmo tempo em que fui posicionando a cabeçona vermelha na entrada do seu cuzinho.

Com muito carinho, muitos beijos, fui avançando lentamente aquele buraquinho. Ele tentava reagir, trancando o cuzinho. Novamente as carícias e meti minha mão por baixo dele, tentando fazer um carinho em seu pau, que estava duro como pedra e babava de tesão.Quando ele sentiu o carinho no pau dele, subiu mais a bunda para facilitar minhas carícias, e foi quando fui enfiando toda a minha rola dentro daquele cuzinho muito apertado. Ele travou, mas meu pau finalmente estava todo dentro dele, babando de desejo, prestes já a gozar. Pedi para que ele ficasse calmo, pra acostumar. Ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo muito. Foi quando eu acariciei ainda mais seu pau e ele foi se mexendo lentamente. Logo ele estava acostumado com minha rola toda dentro dele.

Ele suava muito, apesar do forte ar condicionado. Lentamente comecei a bombar no seu cuzinho. Ele já mais relaxado, começou a ficar mais tranquilo, em clara demonstração de prazer e já sem dor. As bombadas foram ficando um pouco mais fortes, porém de modo a não machucá-lo. Nesse momento, ele pediu para ficarmos de ladinho e eu atendi. Fui bombando e ele se masturbando, até que meu peu começou a inchar, sem ser preciso que eu anunciasse meu goso. Ele, percebendo que eu estava quase gozando, empinou ainda mais aquela bunda, dizendo pra eu gozar dentro dele, como ninguém nunca havia feito em sua vida.

Gozei jatos enormes de esperma, enquanto ele se masturbava e gozava como um louco. Agarrado em suas costas e atolado naquele cuzinho, tive um prazer de gozo como poucos já havia tido. Assim que ele gozou, começou a querer tirar meu pau de dentro dele rapidamente. Pedi que ele tivesse calma, pois estava ainda duro. Fui retirando lentamente para deixá-lo livre. Percebi nesse momento que meu esperma tinha um pouco de sangue, bem pouco, no meu pau. Fiquei preocupado e ele assustado,. Correu para o banheiro e foi fazer uma ducha. Ele disse estar ardido.

Tomei meu banho junto com ele perguntei a ele se estava tudo bem. Ele respondeu que sim. Fomos para a cama e começamos a nos beijar novamente, só que desse vez ele já não mais hesitou em ser comido, abrindo-se como uma fêmea. Penetri por duas horas ele de frente, segurando meu gozo e deixando ele se deliciar com a penetração. A partir desse dia, ficamos mais dois meses, ele sempre dando o cuzinho pra mim quase todos os dias. Terminou porque ele era muito cobiçado e isso começou a me incomodar, mas até hoje, quando nos encontramos por aí, percebo o quanto ele gostou de ser uma fêmea nas minhas mãos.


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