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O ativo que virou passivo no meu pau

abril 21, 2009

Mes de julho, mes de férias. Era uma quinta-feira e a programação da noite ficava por conta de um show em praça pública da minha cidade. Lá pelas oito da noite, com a música de um grupo local, eu encontro uma grande amiga minha. Ficamos conversando por conta do bolo que o namorado havia dado nela.

Eu estava solteiro e sem ninguém, por pura opção. Tava cansado de mulher pegando no meu pé, e de caras ciumentos que me cobravam muito a presença. Umas dez da noite, com o show já quase encerrando, desconfiei que alguém me olhava, do meu lado esquerdo, não muito perto de mim. Como essa minha amiga sabe de mim, contei a ela que achava que alguém estava me paquerando. Olhei para o lado e avistei um dos caras mais bonitos com quem já transei na vida. Ela ficou de queixo caido com a beleza do cara. O Diego é branco, malhado de academia, da minha altura (1,70m), cabelos negros, rosto lindo e olhos verdes como petecas. Ele realmente é de tirar o fôlego de qualquer um. Ele me olhava insistente e sorria discretamente. Eu retribuia. Logo depois, o show encerrando, uns amigos do Diego se aproximaram dele.

Ficaram conversando e ele parou de me olhar. O show acabou e eu me despedi da minha amiga. Fui caminhando para o carro devagar, pra ver se conseguia falar com o cara. Ele deu um jeito de se livrar dos amigos e fez sinal para que eu o encontrasse na curva. Peguei o carro e fui andando devagar, enquanto ele caminhava pela calçada. Assim que dobrei, ele veio até a janela do meu carro, nos apresentamos e foi quando eu soube que ele era músico. Convidei-o para sair mas ele tinha que voltar para a companhia dos ditos amigos.

Trocamos então os telefones e marcamos para a noite seguinte. Mal consegui dormir. Lá pelas dez da manhã, eu estava no trabalho quando o celular toca. Não esperava tão cedo, mas era ele. Um frio me subiu pela espinha. Ele me perguntou se o encontro que marcamos para a noite não poderia antecipar, pois ele estava louco pra ficar comigo. Ele tinha um jeito másculo, forte e uma voz grossa como a minha. Marcamos um encontro no shopping às quatro da tarde. Chegado o momento, conversamos lanchando e fomos dar uma volta pela orla do rio que circunda a minha cidade. A noite foi caindo, e o desejo era latente em nossos olhares. Então aconteceu nosso primeiro beijo, dentro do carro.

Como os vidros têm película escura, não houve problema algum. Foi um beijo ardente como dois apaixonados. Nossas línguas se procuravam e nossos lábios se chupavam freneticamente. Nessa hora, ele começou a descer a mão em direção à minha bunda. Segurei a mão dele e olhando em seus olhos perguntei que tipo de relação ele costumava ter na cama. Ele disse que estava louco pra me comer. Dei um sorriso e afastei a sua mão, dizendo que então parássemos por ali, pois eu não gostava de fazer o papel de passivo. Ele meio sem graça, respondeu que realmente seria um problema, pois gostava de comer uma bunda. Propus que a gente ficasse como amigos, já que não iria rolar mesmo. Ele concordou e pediu que eu o deixasse em casa. Atendi seu pedido e lá chegando nos despedimos novamente com outro beijo carinhoso e gostoso.

Meu pau só faltava explodir dentro da calça, mas o que fazer, né? Passados três dias, no sábado à tarde, eis que o Diego novamente me liga. Combinamos pegar um cinema e fomos assistir um filme de aventura. No escuro da sala, ele discretamnte roçava sua perna na minha e pegava de leve na minha mão. Novamente a excitação foi tomando conta de mim. Terminado o filme fomos lanchar na orla. Já era umas nove da noite quando, dentro do carro, os beijos novamente aconteceram. Confesso que ficava agoniado, pois sabia que não iria passar daquilo. Perguntei-lhe se ele nunca havia sido passivo, pois eu tinha muita vontade de comer aquela bundinha linda que ele tem. Ele disse que não. Perguntei: Mas vc nunca sentiu vontade? Ele respondeu: Não vou te mentir, vontade eu já senti, mas foi com um namorado de longo tempo. Não tive coragem. E vc? Eu respondi que nunca havia sentido vontade e pedi para que parássemos com aquilo de ficar se beijando, já que não iria rolar nada entre a gente.

Surpreendi-me quando ele respondeu: Quem sabe se vc tiver um pouco de paciência…Tinha certesa que a essa altura meu pau já babava de tanto tesão. Abracei=lhe carinhosamente e nos beijamos novamente. Agora eu já ousava deslisar minha mão pelas suas costas e tentando fazer um carinho naquela bundinha por dentro da calça. Ele hesitou e pediu-me para parar. Fiquei puto nessa hora e pensei que ele deveria estar brincando com a minha cara, se achando o bonitão e sacaneando direto comigo. Fui meio indelicado e disse que iria deixá-lo em casa. Quando o deixei na porta, pedi a ele que não me ligasse mais, pois achava que ele tava era afim de sacanear comigo.

Ele ficou muito chateado e disse: Realmente vc só tá querendo uma bunda pra comer, não te incomoda que eu não vou mais te ligar. Saiu do carro furioso. Fui pra casa com meus pensamentos e certo de que ele entendeu tudo errado. Não era nada disso. Eu é que pensava que ele queria brincar com a minha cara. Passou-se uma semana e resolvi eu ligar pra ele. Tentei explicar o que eu estava pensando e ele marcou outro encontro pra de noite. Novamente dentro do carro, ele acabou entendendo e foi quando disse: Cara, eu não tô entendendo, mas acho q tô sentindo uma coisa legal por ti. Não tô afim de t sacanear. Eu é q tô com medo. Vi sinceridade eu seus olhos e nos beijamos novamente. Rumamos para o motel, com a concordância que não era certesa que alguma coisa rolaria além dos carinhos.

Tomamos banho de piscina nús e tive naquele momento a certesa da linda bunda, redonda e lisa que ele tinha. Fomos nos deitar e aos beijos eu comecei a alisar suas costa e sua nádegas. Fazia um carinho de leve com a ponta dos dedos em seu cuzinho, e ele gemia baixinho de prazer. Virei-o de costas e disse pra ele não ficar com receio. Comecei a beijar suas costas lentamente, lambendo todo o caminho em direção o cuzinho. Quando alcancei aquele buraquinho, passei a lingua de leve, arrancando dele suspiros de tesão. Toquei embaixo de seu saco e pude percebi que seu pau estava muito duro. Introduzi de leve minha língua em seu buraquinho, fazendo um vai vem muito gostoso. Aos poucos ele foi se soltando, abrindo mais as pernas. Já estava entregue e se esfregava no lençol a cada estocada minha com a língua. Subi sem suas costas e comecei a beijar sua nuca, enauqnro cutucava seu cuzinho com a cabeça do meu pau, lambuzado do líquido de tesão. Tentei forçar um pouco para abrir caminho. Nessa hora ele se fechou, trancando sua bundinha. Beijei muito seu rostyo ne sua nuca, pedindo calma a ele. Ele disse: TÔ com muita vontade de dar pra vc, como nunca senti por ninguém, mas não tenho coragem amor.

Aquelas palavras me deram um calafrio. Pedi a ele que ficasse calmo, tranquilo, pois ele iria gostar e eu ia fazer com muito carinho. Ele procuroiu relaxar, fechou os olhos e disse: faz devagar amorzinho…só vou fazer isso porque tô louco por vc. Palavras mágicas pra um momento de puro tesão. Peguei o gel que já estava de propósito ao meu alcande e lambuzei seu cuzinho máximo que eu pude e toda a extensão do meu pau, que não é muito grande (cerca de 16 cm). Fui beijando e fazebndo carinho, ao mesmo tempo em que fui posicionando a cabeçona vermelha na entrada do seu cuzinho.

Com muito carinho, muitos beijos, fui avançando lentamente aquele buraquinho. Ele tentava reagir, trancando o cuzinho. Novamente as carícias e meti minha mão por baixo dele, tentando fazer um carinho em seu pau, que estava duro como pedra e babava de tesão.Quando ele sentiu o carinho no pau dele, subiu mais a bunda para facilitar minhas carícias, e foi quando fui enfiando toda a minha rola dentro daquele cuzinho muito apertado. Ele travou, mas meu pau finalmente estava todo dentro dele, babando de desejo, prestes já a gozar. Pedi para que ele ficasse calmo, pra acostumar. Ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo muito. Foi quando eu acariciei ainda mais seu pau e ele foi se mexendo lentamente. Logo ele estava acostumado com minha rola toda dentro dele.

Ele suava muito, apesar do forte ar condicionado. Lentamente comecei a bombar no seu cuzinho. Ele já mais relaxado, começou a ficar mais tranquilo, em clara demonstração de prazer e já sem dor. As bombadas foram ficando um pouco mais fortes, porém de modo a não machucá-lo. Nesse momento, ele pediu para ficarmos de ladinho e eu atendi. Fui bombando e ele se masturbando, até que meu peu começou a inchar, sem ser preciso que eu anunciasse meu goso. Ele, percebendo que eu estava quase gozando, empinou ainda mais aquela bunda, dizendo pra eu gozar dentro dele, como ninguém nunca havia feito em sua vida.

Gozei jatos enormes de esperma, enquanto ele se masturbava e gozava como um louco. Agarrado em suas costas e atolado naquele cuzinho, tive um prazer de gozo como poucos já havia tido. Assim que ele gozou, começou a querer tirar meu pau de dentro dele rapidamente. Pedi que ele tivesse calma, pois estava ainda duro. Fui retirando lentamente para deixá-lo livre. Percebi nesse momento que meu esperma tinha um pouco de sangue, bem pouco, no meu pau. Fiquei preocupado e ele assustado,. Correu para o banheiro e foi fazer uma ducha. Ele disse estar ardido.

Tomei meu banho junto com ele perguntei a ele se estava tudo bem. Ele respondeu que sim. Fomos para a cama e começamos a nos beijar novamente, só que desse vez ele já não mais hesitou em ser comido, abrindo-se como uma fêmea. Penetri por duas horas ele de frente, segurando meu gozo e deixando ele se deliciar com a penetração. A partir desse dia, ficamos mais dois meses, ele sempre dando o cuzinho pra mim quase todos os dias. Terminou porque ele era muito cobiçado e isso começou a me incomodar, mas até hoje, quando nos encontramos por aí, percebo o quanto ele gostou de ser uma fêmea nas minhas mãos.

Batendo Uma com o Dedo Atolado no Ânus

abril 10, 2009

que dependendo do tipo de estimulação anal poderia incrementar a ejaculação propriamente dita e que muitas mulheres estimulavam seus maridos com essa prática.

Após um tempo de silencio ele começou a me encher de perguntas: qual seria minha especialidade, se fazia toque retal, se já tinha tido alguma intimidade com outro homem, se faria isso com ele, quais seriam meus fetiches e assim por diante.

Respondi apenas que minha especialidade não exigia que fizesse toque retal, apesar de ter aprendido a fazer isso na faculdade e na vida sexual em geral. Disse já ter tido experiências íntimas com alguns homens no passado e que, entre vários, um de meus fetiches era dar prazer a um cara e ficar assistindo gozar. Ele ficou entusiasmado e perguntou se não queria unir meu fetiche com o dele.

No final ele propôs R$ 100,00 por uma consulta simulada e que ele cobriria qualquer outra despesa de material que tivesse. Falei que iria pensar e ver meus horários naquela semana, e se fosse possível, encaixaria após o expediente como se fosse um horário extra para uma consulta emergencial. Pedi para deixar nome e telefone que entraria em contato com ele para agendar um horário em meu consultório para uma “Aplicação de um GTR”. Ele ficou eufórico e deu um número de celular, o nome Marcelo, e um aviso que não poderia ser no dia seguinte porque ele já tinha um horário marcado com um profissional que estava tratando dele, se despedindo em seguida porque teria que desligar.

Aquele número não me era estranho. Fui verificar minha agenda e lá estava: Marcelo às 18hs30min com o mesmo número de celular. Realmente o mundo é muito pequeno. Pensei muito naquela noite e de manhã cedo antes de ir ao consultório passei numa farmácia e comprei algumas coisas que talvez necessitasse.

Marcelo era bem apessoado e um bom paciente. Mesmo investigando mais profundamente a vida dos pacientes jamais suspeitei que ele pudesse ter casos com outros homens, assim como ele em relação à minha pessoa. Relutei um pouco porque ele já era meu paciente há anos e isso poderia atrapalhar nossa relação profissional-paciente, mas como ele que me procurou, e no fundo, no fundo, minha vontade de enfiar meu dedo nele e fazê-lo gozar como nunca havia gozado antes estava falando mais alto, acabei me convencendo a fazer isso. E iria fazer uma surpresa e tanto para ele no final daquela consulta.

No último horário de segunda feira lá estava ele me aguardando na recepção. Fechei a porta do consultório que não havia mais ninguém, exceto Marcelo e eu. Após a consulta normal que relatou estar sentindo algumas dores lombares na última semana, antes de prescrever seu medicamento disse que teria que examiná-lo fisicamente para afastar qualquer possibilidade de que algo mais sério pudesse estar ocorrendo. Pedi que tirasse a roupa e deitasse em meu divã apenas de cueca.

Cheguei até sentir uma vontade de agarrá-lo e contar toda a verdade, pois somente nesse momento é que percebi quão gostoso ele era pelo fato de não estar mais o vendo com olhos clínicos. Medi sua pressão arterial, auscultei seus pulmões e comecei a fazer exame de palpação e percussão em seu abdômen e coxas. Pedi para que ficasse de barriga para baixo para localizar a região da coluna que estava doendo.

Apesar de meus dedos estarem palpando as vértebras lombares, meus olhos não conseguiam se afastar daquela bundinha redonda e dura. Perguntei se doía numa região da coluna e deslizei meus dedos em suas nádegas até a parte posterior da coxa perguntando se sentia dores irradiadas naquela região. Ele disse que não e balançou seu quadril praticamente arrebitando sua bunda, o que começou a me encher de tesão.

Mandei virar de barriga para cima e percebi que seu membro já estava mais intumescido que o normal. Para provocá-lo, passei a pressionar levemente e a deslizar meus dedos em sua virilha próxima àquele saco realçado em sua cueca apertada que automaticamente fez seu pau começar a crescer dentro dela. Em seguida, mandei que levantasse um pouco o quadril colocando minha mão espalmada na região inferior de sua coluna e que iria fazer uma tração manual para aliviar a tensão. Após ter feito umas duas ou três trações, propositadamente deixei escorregar minha mão de seu osso sacro passando-a inteira em toda a sua bunda, me desculpando meio sem jeito logo em seguida.

Ele fechou os olhos e balançou a cabeça negativamente dizendo que isso poderia acontecer com qualquer um. Nesse momento vi seu pau quase em ereção começar a pular dentro de sua cueca. Em seguida, disse que teria que fazer um exame meio constrangedor, mas que seria necessário um toque retal para descartarmos qualquer possibilidade de envolvimentos mais sérios. Quando fui abaixar sua cueca, notei que seu pau já estava totalmente duro pelo volume formado embaixo dela e ele sem jeito começou a me questionar se seria preciso mesmo.

Ele estava envergonhado de mostrar claramente sua excitação com a situação e disse a ele para não se preocupar porque que já tinha visto em minha vida profissional todo tipo de pau, formato, tamanho, condição e que nada mais me surpreenderia. Ele respirou fundo e mantendo os olhos fechados concordou com a remoção de sua cueca para o exame. Tive vontade de cair de boca naquela maravilha que estava ao meu alcance e sabendo que no fundo no fundo era o que Marcelo mais queria.

Peguei minha pasta e coloquei um tudo de KY novo, camisinha aromatizada e um par de luvas clínicas na mesa de suporte, sem que Marcelo visse, pois estava com vergonha e não conseguia abrir os olhos para me encarar com seu pau duro daquele jeito que estava.

Passei gel bactericida em minhas mãos e nas luvas após vesti-las. Em seguida afastei suas pernas, derramei uma certa quantidade de gel lubrificante em meu dedo médio e comecei a passar na entrada daquele cuzinho apertado, realizando movimentos circulares e disse: “Você pode achar estranho, mas como não tenho gel com anestésico para diminuir a dor, tenho que ir devagar. Basta confiar em mim”. Ele apenas concordou com a cabeça e após colocar mais quantidade de gel comecei a penetrá-lo.

Conforme ia introduzindo meu dedo naquele buraquinho, ele mexia o quadril e seu pau dava pulos de excitação. Quando estava quase na metade da introdução de meu dedo, derramei certa quantidade de gel sobre todo o pau de Marcelo e agarrei-o começando a masturbá-lo.

Ele se surpreendeu, abriu os olhos deixando-os arregalados e não sabia como reagir: se não deixava continuar ou se implorava para que não parasse. Nesse momento disse a ele: “Qual o problema? Não queria uma aplicação de GTR? Está recebendo o que queria. Apenas aproveite o momento e agradeça pelo fato do mundo ser tão pequeno assim…”

Ele começou a rir, fechou os olhos e começou a mordiscar seus lábios enquanto o masturbava e enfiava cada vez mais meu dedo dentro de seu cuzinho até que acabei penetrando-o por inteiro. Após ter colocado meu dedo médio inteiro, deixei-o parado para que aquele cuzinho apertado pudesse se acomodar com seu invasor, enquanto o masturbava rapidamente arrancando gemidos de tesão de Marcelo.

Quando ele próprio começou a rebolar, iniciei movimentos de retirada e reintrodução de meu dedo daquele cuzinho delicioso até que senti seu pau começar a pulsar como se fosse gozar. Nesse instante parei com a masturbação e continuei lentamente e colocar e tirar meu dedo daquele buraquinho. Após alguns segundos voltei a masturbá-lo lentamente enquanto ele rebolava e gemia como uma putinha doida.

Mais três ou quatro vezes tive que parar de masturbá-lo, pois sabia que iria gozar. Larguei aquele pau duro e pulsante e entreguei a camisinha aromatizada a Marcelo para que ele a colocasse. Aquela visão de um pau totalmente ereto, plastificado e cheirando a uva me fez mergulhar minha boca por inteira naquele mastro e iniciei uma chupada enquanto enfiava mais e mais meu dedo em seu buraquinho.

Ele gemia alto descontroladamente enquanto o chupava segurando com a mão livre a base daquele cacete rígido, concentrando minha massagem bucal especificamente naquela glande enorme e pulsátil. Estava com as duas mãos ocupadas e minha boca também quando Marcelo abriu os olhos e viu um volume formado por baixo de minha calça branca que em seguida passou a agarrar e a masturbá-lo também, mesmo por cima da roupa. Em pouco tempo eram os dois que estavam gemendo como doidos.

Após alguns minutos, levantei meu dedo dentro daquele cuzinho como se fosse tocar internamente a base daquele pau que estava chupando e comecei a explorar a região até sentir uma protuberância semelhante a um pequeno caroço. Quando toquei nele, Marcelo deu um pulo e começou a respirar rapidamente emitindo sussurros e gemidos que transbordavam de tesão. Coloquei a ponta de meu dedo sobre essa protuberância e comecei a pressioná-la de leve realizando pequenos movimentos circulares. Estava massageando a próstata de Marcelo ao mesmo tempo em que o chupava rapidamente.

Ele soltou meu pau e começou a morder sua própria mão emitindo gemidos cada vez mais intensos e quando estava ficando vermelho, quase sem ar, comecei a sentir aquele cuzinho esmagando meu dedo por pelo menos umas quinze vezes com contrações prolongadas.

A cada contração, sentia aquele pau pulsar grandemente no interior de minha boca, parecendo que a camisinha estava se enchendo por completo. E estava mesmo! Após urros e gemidos decorrentes de um gozo intenso e prolongado, quando retirei aquele mastro de minha boca pude ver que a camisinha estava repleta de porra cobrindo praticamente toda aquela enorme glande.

Marcelo não conseguia pronunciar uma só palavra e faltava ar. Seu corpo todo entrou em espasmo de quase um minuto contraindo-se todo. Após ter tirado minha boca daquele pau, ele continuou a pulsar por vários minutos como se ainda saísse resíduos de esperma daquela rola deliciosa. Nesse momento comecei a retirar lentamente meu dedo de dentro daquele cuzinho liso e apertado e a cada centímetro que retirava, aquele pau pulava uma vez.

Após um tempo peguei papel toalha e comecei a limpar o excedente de gel daquela bundinha deliciosa enquanto ficava admirando a gigantesca quantidade de porra que havia conseguido extrair desse meu paciente que tentava me dizer alguma coisa sem conseguir.

Quando encerramos a aplicação do GTR, Marcelo arredondou o valor do cheque dizendo que valia até mais que isso e que por ele passaria a ter consultas semanais com seu “Medi-cú” preferido, e que nas outras aplicações, gostaria de realizar outras fantasias inclusive com minha participação direta.

Após alguns meses, estava fazendo aplicações de GTR em mais quatro pessoas especialmente indicadas por Marcelo e, atualmente, estou analisando a inclusão desse tipo de terapia em minha tabela de preços pelo grande número de procura dessas aplicações. Ah! Por sinal, após aquela consulta, Marcelo nunca mais teve dores lombares…

Contatos: bebeto_bond@hotmail.com