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Quando eu descobri que sou homossexual

março 21, 2009

Tenho 45 anos e sou viado enrustido. Já faz muito tempo que dou o cu por prazer e não costumo falar sobre o porque eu sou viado ou porque eu sou enrustido. Sou assim e pronto.

Gosto de ler histórias e não sei quais são verdadeira e quais não são, mas prefiro as longas e cheias de detalhes escabrosos. Não sei se vou conseguir escrever bem o jeito que eu comecei a dar, mas vou tentar me lembrar de tudo.

Era 1977, quando meus pais foram conhecer a terra de meu pai em Portugal. Eu que sou filho único tive que ficar na casa de minha vó perto de Itu, numa velha fazenda decadente que já não plantava café. Na verdade eu nem percebia que aquela fazenda estava caindo aos pedaços pois quando eu ficava lá podia nadar num riacho, andar a cavalo, tomar caldo de cana que eu mesmo passava na engenhoca. Era tudo de bom.

Na casa da fazenda, viviam apenas a minha vó e o meu tio de 28 anos e acho que toda a renda vinha de um pecúlio que meu vô deixara e de um emprego de professor secundarista do meu tio. Os fundos da casa dava para o rio Tietê, que não parecia tão poluído naquele lugar, como era aqui em São Paulo.

Meu tio era um galalau lindo de 1,80, musculoso e com lindos olhos azuis. Na época eu já era fascinado pela beleza dele, mas ainda não admitia isso nem pra mim mesmo. Eu era um galalauzinho que já tinha 1,80 tambem, mas era magro de dar dó, pesava 72 quilos, mas sei que já tinha uma bunda bonita e meu pau era bem maior que média.

Eu não sabia que era boiola, mas naquele inverno, eu descobri como é gostoso fazer sexo com outro homem.

Acho que não contei que meu tio, era um cara alto que usava um bigode loiro, meio ridículo para os padrões de hoje em dia. Usava sempre camisa social e gravata com calço de tergal e sapatos sociais. Era uma roupa muito conservadora até mesmo em 1977. Acontece que as roupas e o pretenso conservadorismo não conseguiam esconder que meu tio era bastante afeminado. Era um desses caras que até tenta evitar dar bandeira, mas não conseguia.

Eu era adolescente e como não podia deixar de ser, batia punheta todo santo dia. A casa tinha vários banheiros e eu podia usar qualquer um deles pra tocar “uma”, mas em breve eu descobri um lugar que parecia mais gostoso pra me masturbar. Nos fundos da casa, quase chegando no rio, tinha um pequeno pomar de bananeiras. Entre essas bananeiras tinha uma parede na qual havia um velho coxo onde cavalos deviam beber água no passado, mas naqueles dias o curral ficava do outro lado e a velha parede era apenas uma ruína entre as bananeiras.

Havia um pequeno espaço entre as bananeiras onde eu ia bater punheta. Naquele lugar que não podia ser visto por ninguém, não dava pra sentar pois o chão era cheio de terra e folhas de bananeiras velhas. Eu ficava em pé arrepiando o meu pau e pensando nas garotas da minha classe ou na professora ou numa prima gostosa que eu tinha.

Tudo ia muito bem até que um dia eu abri a porta de um banheiro cuja porta tinha sido esquecida aberta e vi meu tio nu. Ele estava se depilando com um aparelho de barba. Seu corpo enorme não tinha nenhum pelo e era a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida. Fiquei paralisado olhando fixamente para as coxas dele e para o seu pau, enorme! Ele me olhou e certamente percebeu a minha cara de bobo, segurou o pau e perguntou se eu tinha gostado. Eu saí, fechei a porta e fui para a sala assistir televisão. Minha avó estava dormindo, como sempre fazia depois do almoço.

Depois de algum tempo, meu tio veio até a sala usando apenas uma camisata regata e um velho calção de futebol (naquele tempo os calções de futebol eram pequenos e apertados e não pareciam estas bermudas que jogadores usam hoje em dia). Eu nunca tinha visto meu tio usar nada que não fosse social, suas coxas depiladas e grossas eram lisas e musculosas (estavam brilhando – acho que ele passava hidratante).

Quando ele chegou na sala, parou um pouco atrás do sofá onde eu estava sentado e ficou assistindo. Depois foi até a televisão, que não tinha controle remoto, para ajustar o volume, ele abaixou-se e ficou com a bunda arrebitada para que eu pudesse olhar. Meu pau ficou duro na mesma hora. Era a primeira vez que eu me sentia atraído conscientemente por outro homem.

Pouco tempo depois eu saí da sala e fui até as bananeiras, escondi-me atrás da minha parede secreta e bati punheta pensando na bunda do meu tio. Lembro-me que eram 3 horas da tarde havia um sol de rachar e eu gozei em menor de um minuto. Depois de gozar, meu pau continuava duro, isso nunca tinha acontecido comigo. Fiquei olhando para baixo, como que esperando meu pau descer, mas que nada, a única coisa que me vinha na cabeça eram as coxas grossas e a bunda gostosa do meu tio. Não teve jeito, bati outra punheta para ele, mas desta vez não consegui tirar o pau dele da mente. Essa bronha demorou um pouco mais e eu ficava tentanto mudar meu pensamento para garotas ou mesmo para a bunda dele, mas não consegui acabei gozando com a imagem mental da rola dele em minha mente.

Voltei para a sala e ele já tinha saído. E eu continuei assistindo televisão, mas não conseguia esquecer meu tio. Naquela mesma tarde ainda voltei algumas vezes para as bananeiras. Na última vez que eu estava lá, peguei uma banana verde, descasquei-a e bati punheta com ela pressionada contra o meu cu, não enfiei, mas fiquei imaginando meu tio encostando aquele caralho enorme no meu rabinho.

No dia seguinte, acordei bem cedo e nós todos tomamos café juntos. Depois do café minha vó foi cuidar dos afazeres domésticos e meu tio me convidou para um passeio a cavalo pelas redondezas. Quando já estávamos do lado de fora, quase no curral, ele me disse que preferia passear a pé e assim fomos, nós dois andando devagar entre os pés de café abandonados da antiga fazenda.

No inicio, nenhum de nós disse nada e ficamos somente andando e olhando para o chão. As vezes eu olhava de soslaio para a bunda dele. Ele estava usando usual camisa social e a calça de tergal apertada. Eu estava com vontade de passar a mão na bunda dele mas não tinha coragem. Depois de algum tempo eu perguntei a ele porque ele se depilava que nem mulher e ele disse que achava pelos muito nojentos e que tinha muita gente que gostava de homens com corpos depilados.

Então foi a vez dele de me perguntar porque eu ia sempre até nas bananeiras. Eu fiquei meio sem jeito ao perceber que ele tinha notado, mas resolvi ir em frente e contar alguma coisa para ver o que acontecia. Disse que ia lá pra bater punheta. E depois de algum papo furado que eu nem me lembro direito como foi, ele acabou me pedindo para mostrar o lugar pra ele.

Demos a volta pela margem do rio, por onde eu sabia que minha vó não ia conseguir ver e chegamos até a velha parede entre as bananeiras. Ele alisou meu cabelo de bricadeira e disse que eu era safadinho. Eu fiquei meio sem jeito e acho que ele também, pois ficamos algum tempo sem dizer nada, olhando para os lados ou para o chão e somente as vezes nós nos olhávamos de relance. Meus olhos percorriam as bananeiras a parede e derrepente eu me dei conta que estava de pau duro, não tinha como esconder. Olhei o pau dele e percebi que ele também estava assim e eu sabia que tinha que tomar uma decisão.

Pensei que se eu fosse macho de verdade, tinha que sair rapidinha dali e nunca mais ficar sozinho com ele, mas não consegui fazer isso. O desejo foi mais forte e eu finalmente convidei ele pra batermos punheta juntos, deixei bem claro que cada um batia pra si mesmo e ele me disse “claro!”.

Abaixei as calças e cueca até os joelhos, normalmente eu só abria a braguilha, mas queria mostrar a minha bunda pra ele. Ele abaixou as calças e cueca até as canelas e ficou de frente pra mim batendo punheta e me olhando nos olhos, eu comecei a fazer a mesma coisa.

Depois de algum tempo ele se virou de costas pra mim e continuou batendo punheta, olhando diretamente para a parede enquanto eu ficava cerca de um metro atrás dele, batendo uma punheta lenta enquanto olhava a bunda dele. Aos poucos ele foi arrebitando a bunda e parou de se masturbar. Colocou as duas mãos na parede e arrebitou descaradamente a bunda, era um convite inequívoco, mas mesmo assim eu não conseguia tomar coragem, lembre-se que eu era totalmente virgem em todos os sentidos.

Depois de alguns segundos com as mãos na parede, ele arrebitou-se ainda mais e abriu as nádegas com as próprias mãos e me pediu para bater punheta encostando a cabeça do pau no cu dele. Não tinha jeito de resistir. Cheguei perto e encostei meu pinto no fiofó dele e comecei a tocar uma gostosa bronha sentindo minha mão fechada dar socos na bunda dele enquanto a cabeça do meu pau ficava encostada no ânus dele.

Não demorou muito e lê perguntou se eu queria comer e eu respondi que sim e fui tentando enfiar o caralho no rabo dele mas não entrava. Ele me pediu calma e disse que estava seco e que seria preciso molhar com guspe. Acabou me explicando que eu teria que lamber o cu dele; Eu fiquei com um pouco de nojo antes de começar, mas logo depois que eu comecei acabei adorando. Lambuzei bem o cu dele com guspe, enfiando a língua de vez em quando como ele ia me explicando, depois eu ele chupou meu pau.

Ao terminar, escorou-se outravez na parede com as duas mãos e as pernas bem abertas. Segurei sua cintura, encostei meu pau naquele cu todo melado de saliva e fiz força. Apesar de eu ter um pau grande (21 cm e grosso), não foi tão difícil de entrar. Fodi com força e gana e ele só suspirava de prazer. Quando eu menos esperava, ouvi-o dar um gemido forte e apertar meu pau com o cu. Ele me disse que já tinha gozado mas que eu poderia terminar.

Continuei como um louco e ele começou a bater punheta enquanto eu enrabava. Depois de algum tempo eu gozei dentro do rabo e ele gemeu ainda mais do que na hora que gozou. Ele mexia aquela bunda maravilhosa, rebolando no meu pau fazendo com que minha porra escorresse do cu e se espalhasse por minhas coxas e nas nádegas dele.

Quando eu achava que já tinha terminado tudo, tirei o pau de dentro e antes que eu puxasse as calças ele se virou e tirou a virgindade dos meus lábios. Foi um adorável beijo de língua que eu nunca mais esqueci. Ele invadia minha boca com sua língua e me enchia de saliva enquanto batia punheta de frente pra mim. Gozou sobre o meu pau que já estava meio mole e depois esfregou a porra dele sobre o meu cacete e as minhas bolas. Por fim me deu uma última chupadinha de leve e vestiu minhas roupas.

Quando já estávamos saindo das bananeiras, dei um espiada para ver se minha vó não estava por perto e puxei-o pela cintura para lhe dar um leve beijo na boca. Ele deu um sorriso lindo com seus olhos azuis.

Depois desse dia eu ainda fiquei mais de 20 dias na casa da minha vó. Eu era um adolecente que tinha acabado de descobrir o doce mais saboroso do planeta. Nos dois dias seguintes, eu o levei para as bananeiras umas cinco vezes por dia. Eu sempre o comia e nos beijávamos alucinadamente. Mas pouco depois ela assumiu o controle e era ele quem devia chamar, pois ele estava preocupado em dar bandeira e ser pego pela vovó. Continuamos trepando com mais moderação, só duas vezes por dia.

Depois de uma semana desse jeito, eu já não estava conseguindo segurar mais a minha vontade de segurar no pau dele. Certa tarde eu pedi pra ele me deixar pegar um pouquinho. Ele deu aquele sorriso que me deixava com as pernas bambas e eu fui logo batendo uma punhetinha pra ele.

Dessa vez, ele virou-se de costas pra mim antes de gozar e eu dei a tradicional lambida e comi o cu dele.

No dia seguinte eu pedi pra ele me deixar bater até ele gozar e assim eu fiz, mas quando a porra saiu, eu não sei o deu em mim. Cai de boca e dei uma lambida na pica dele ainda suja de porra. Ele segurou minha cabeça na rola e começou a comer. Eu estava adorando a sensação de dar prazer a um homem, sobretudo para aquele homem tão lindo.

Naquela tarde, ninguém fodeu ninguém. Nos brincamos apenas de sexo oral. Foi uma coisa muito mais bem dividida e não dá pra dizer quem era o ativo e quem era o passivo. Nós dois bebemos a porra do parceiro e eu deixei ele me encoxar pela primeira vez, mas não deixei enfiar.

Ainda nessa mesma tarde, eu não conseguia parar de pensar na sensação de te-lo por trás de mim, segundo meus quadris e com a cabeça do pau encostada. Eu não via a hora de dar. Ficava lembrando dele com as nádegas abertas pelas mãos, com meu pinto atolado e gemendo de prazer. Eu não agüentava esperar o momento de levar também, de poder sentir aquela sensação maravilhosa de dar o cu.

Quando já tinha chegado o crepúsculo e o horizonte já estava vermelho eu não poderia esperar mais. Parecia que eu iria explodir se tivesse que esperar até o dia seguinte. A única parte do meu corpo que eu conseguia sentir era o cu. Eu precisava sentir a rola dele me penetrando, eu tinha que deixar de ser virgem. Acho que não é preciso dizer que era impossível fazer alguma coisa dentro de casa, pois dentro daquela casa, minha vó era a rainha e meu tio jamais teria coragem de transar nos quartos daquela casa.

Fui até ele e lhe disse que queria dar o cu pra ele. Ele me deu aquele sorriso lindo e disse com aquele jeitinho afeminado e safado que no dia seguinte ele seria o dono do meu rabo. Eu disse que não queria esperar, que eu estava louco de vontade e estava subindo pelas paredes. Insisti tanto que por fim ele aceitou e mandou que eu fosse na frente para não dar bandeira.

Quando eu estava indo em direção ao rio, buscar as bananeiras, vi ele pulando uma janela da cozinha e percebi que ele estava trazendo uma cenoura na mão.

Cheguei primeiro e tirei toda a minha roupa pois eu queria dar pelado. Quando ele chegou já foi me dando uma encoxada com aquela rola enorme. Abraçou-me por traz e ficamos nos beijando algum tempo.

Começou a me falar alguma coisa sobre o meu cuzinho ser virgem e eu o interrompi dizendo que tudo bem. Eu tinha entendido a razão da cenoura. Virei-me de costas para ele e coloquei minhas mãos na parede, do mesmo modo que ele sempre fazia. Então ele me disse que queria ficar me assistindo enterrar a cenoura no cu e fazer masturbação anal.

Não discuti, tomei a cenoura e percebi que estava lubrificada com óleo de cozinha. Virei a bunda pra ele e comecei a enterrar a cenoura, para meu espanto, quase não senti dor. É verdade que enfiei bem devagarinho, mas naquele momento eu tive certeza que seria viado pelo resto da minha vida. Eu não tinha dúvidas de que o prazer no cu me acompanharia por toda e vida. Masturbei-me como alucinado, rebolei brincando com a cenoura na bunda para mostrar para o meu tio que eu também queria ser bicha.

Depois de algum tempo, quando o horizonte já não tinha o sol e estava vermelho como sangue, meu tio segurou meus quadris. Senti primeiro a cabeça da rola encostar e depois a pressão no meu cu que já estava meio larguinho por causa da cenoura. O Pinto entrou devagar, mas com firmeza. A mordida no pescoço foi uma espécie de prêmio para compensar a dor que eu estava sentindo. Não reclamei e nem pedi pra ele tirar fora. Agüentei tudo até sentir as bolas encostadas.

Ele ficou assim parado e chupando meu pescoço. Pedi pra ele me deixar uma marca de chupão e ele deixou e me disse que agora eu já era uma viadinho de verdade e que ele sempre soube, desde que eu era criança, que eu era homossexual. Assenti com a cabeça e comecei lentamente a rebolar no pau dele, ainda doía um pouco. Ele também era delicado e sempre fazia o tira-põe devagar, aquilo foi me deixando cheio de tesão. A dor foi sumindo e eu ia rebolando e mexendo pra frente e pra traz, meu pau ficou duro de novo sem que eu tocasse nele.

Depois de algum tempo meu tio me pegou com força e segurou meus quadris. Seus movimentos tinham uma violência que eu nem imaginava ser possível. Ele dominava meu corpo com se eu fosse uma boneca de pano e metia rápido no meu cú como se estivesse usando um brinquedo para bater punheta. Eu delirava de tesão ao sentir meu homem alucinado de tesão no meu cú. Comecei a sentir alguma coisa estranha, uma sensação diferente e comecei a desconfiar que eu ia gozar. Percebi que isso ia acontecer mesmo e fiz questão de não encostar a mão Ele ficava cada vez mais violento e começou a me chamar de palavrões e dar tapas na minha bunda. Eu achava cada vez mais gostoso, estava adorando ser chamado de bicha louca, vagabunda, mariquinha, frutinha, viadinho, boiola. Nem lembro de quantas maneiras diferentes ele me chamou de viado. Aquilo me fazia sentir que eu tinha me encontrado. Ouvir aqueles nomes feios e gostar era um prova de que aquele era o meu destino. Eu queria encontrar homens que se deliciassem comendo meu cu. Eu realmente gozei sem encostar a mão no pau e quando ele viu que isso acontecceu, segurou-me pela barriga e levantou-me do chão com seu pau ainda dentro de mim. Enquanto minha porra esguichava, meu cu se contraia e tentava expulsar o pau que ali estava mas era impossível pois ele me segurava no ar e todo o meu peso estava sobre a ele. Coloquei meus dois pés na parede e senti o pau dele esguichar dentro de mim.

Depois de bufar e me chamar de mais uma meia dúzia de palavrões deliciosos, ele me colocou de volta no chão e tirou o pau de dentro, virei-me para ele e lhe dei um gigantesco beijo de agradecimento.

Já estava praticamente escuro e eu voltei pra casa e ele saiu para visitar os amigos da cidade, assim minha vó não perceberia que nós estávamos juntos.

Enquanto eu fiquei ali, transamos todos os dias, geralmente era um gostoso troca-troca mas como rola era novidade pra mim, e como era o meu início de vida homossexual, ele me dava um desconto e me comia mais vezes do que o contrário. Até hoje ainda rola alguma coisa entre nós. Faz três meses que nos encontramos e fomos transar em um motel de Sorocaba. Precisamos ter cuidado pois ele vive com um cara muito ciumento, mas que nem sabe da minha existência.

Pois é! É isso mesmo. Eu e meu tio nunca moramos juntos. Já tive muitos relacionamentos deste tipo, até já tentei morar com uma mulher, mas o único homem que está comigo por todos esses anos é meu tio. Talvez seja por isso que o nosso relacionamento já dura tanto, ou seja, namoramos pra caramba mas nunca nos casamos.

Abraço!!

O cara gosta da coisa e muito!

março 8, 2009

Trabalho com o Raul uns dois anos, mas nossa amizade sempre foi super legal e parecemos amigos desde infância, toda sexta-feira temos um time de futebol e batemos aquela pelada sem compromisso só diversão mesmo.

Terminado o jogo fui ao vestiário tomar um banho, pois minha namorada estava me esperando para irmos ao cinema e jantar, tirei minha roupa e fui pra debaixo do chuveiro, sou tarado por sexo e estava muito excitado aquela noite, quando dei por mim estava na maior punheta, sei que sou dotado e fica difícil disfarçar o tamanho, mas estava só eu no vestiário então, foda-se pensei.
Raul entra no vestiário e faz o maior barulho:
_ Caralho meu, tu não e homem, tu e um cavalo, que baita pica!
_ Me deixaeu curtir minha punheta o Raul!
_ Deixo, mas eu nunca vi um pau desse tamanho mano, deve fazer uma sedução heim?
Fiquei puto da vida, o cara cortou meu barato e perdi a ereção.
_ Olha só meu, mesmo mole olha o tamanho dessa porra!
Chateado falei:
_ Raul vai-te fuder meu, me larga se não vou ter que descontar no teu cu!
_ Qual e meu ta me estranhando? Respondeu ele…
_ E me esqueci que pra agüentar minha vara tem que ser macho e não e teu caso! Falei puto da vida.
_ O Marcelo tu sabe que sou macho pra caramba que papo e esse?
_ Cara se tu fosse macho, tu encarava uma pica dessa no rabo e rebolava ainda, mas sei que não e teu caso!
O cara ficou furioso comigo, começou a gritar e me xingar, mas não tirava os olhos da minha pica, comecei a ficar excitado de novo e falei:
_ Vem aqui cara pega aqui na minha pica vem!
_ Corta essa não sou viado meu!
_ Não disse que tu era viado meu, só to afim de uma brincadeira, mas como já te disse não e homem pra encarar isso!
Com raiva nos olhos Raul pulou na minha frente e pegou meu pau com as duas mãos e falou:
_ Viu só macho sim e agora?
_ Me punheta um pouco!
O cara tava furioso, mas não desistia e começou a punhetar e toda hora falando do tamanho do meu que era demais, nunca tinha visto aquilo antes.
_ Chupa essa porra meu! Falei.
_ Isso ta indo longe demais meu! Falou Raul
_ Começou agora vai ate o final! Falei
O cara se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar, totalmente sem experiência e só na cabeça, ai falei:
_ Vai machão chupa essa pica direito meu, parece uma mulherzinha virgem e sem sal!
Palavras mágicas descobri, o cara não podia ouvir duvidas da masculinidade dele que ficava furioso e queria provar o contrario, começou a chupar gostoso e a tentar engolir tudo, mas engasgava, babava, mas estava se entregando aos poucos e tava super excitado, deitamos no chão frio e fizemos um 69 gostoso quando, descobri um cuzinho rosado, sem pelos e piscava, cai de língua, o cara se contorcia todo e dizia:
_ Cara isso e covardia, não faz isso meu!
_ Tu não ta gostando?
_ Ta bom demais, mas estou me sentindo como uma puta pra ti!
_ Deixa eu te guiar, fica frio e relaxa! Metendo mais fundo minha língua no cu do cara!
_ Agora quero-te fuder meu!
_ Ta louco isso não, tu vai me arregaçar todo com essa pica meu!
_ Vou ficar deitado aqui e tu vem sentando na minha rola, tu decide se da pra encarar ou não, só vou te dizer uma coisa a Márcia minha namorada, magrinha, frágil, senta gostoso com tudo na minha pica e rebola como uma puta!
_ Vamos tentar então!
Deitei de costas no chão e o Raul veio sentando no meu pau, fiquei preocupado porque saquei que o carinha era virgem, muita careta e gritos passou a cabeça, ela parou um pouco e me falou:
_ Viu só meu, quem aqui não e macho pra encarar?
Ouvindo aquilo fiquei louco e meti toda minha pica naquele cuzinho apertado e quente, o cara quase desmaiou e gritava pra eu parar, mas eu dizia agüenta meu macho, bombeei tanto naquele cu que o carinha tava mole, relaxado, mas de pauzão duraço, coloquei ele de quatro e mandei só meia vara, quando senti o carinha rebolando e pedindo mais, meti pra valer naquele cu.
_ Ai Marcelo mete no cu do teu macho viu que eu agüento meu, que delicia cara nunca pensei que levar na bunda fosse tão bom, fode meu, soca mesmo!
Coloquei o cara de frango assado e dele vara naquele cu que tava todo arreganhado, não agüentei e gozei litros de porra dentro do Raul e quando vi o cara tava gozando junto comigo.
Tomamos um banho e saímos do vestiário mas, antes de pegarmos nossos carros Raul me falou:
_ Cara não só viado meu mas, me amarrei em ser teu putinho, to todo ardido mas, te espero sexta-feira que vem depois do jogo falou?
_ Já e, falei!
Estamos transando há meses e o cara está cada vez melhor, senta na minha pica como nunca ninguém sentou. Sou realizado com meu macho passivo…
Abraço

PRISIONEIRO SEXUAL -I : ARMADILHA DE AMIGO

março 3, 2009

bissex_bondage@hotmail.com

Num desses sites de relacionamento e amizade encontrei Julio, pessoa madura, culta, com 39 anos que, assim como eu, adorava a prática de Bondage. Era casado, com filhos, bem sucedido mas morava em outra cidade, assim, nossos contatos eram apenas por e-mail, trocando experiências e técnicas de imobilização com cordas, algemas e até mesmo mumificação. Numa tarde de sábado, acessei minha caixa postal para ler os e-mails da semana e encontrei um de Julio dizendo que viria a São Paulo a negócios na semana seguinte, sugerindo que aproveitássemos a situação para nos conhecermos pessoalmente e bebermos algo em algum bar. Na terça feira nos conhecemos pessoalmente e ficamos curtindo um Happy Hour que durou quase três horas de bom bate papo como se fôssemos amigos antigos. Na saída, disse para passar em seu flat na quinta feira no início da tarde, pois teria terminado sua jornada de trabalho em São Paulo e que só voltaria para casa dele no dia seguinte. Como estava muito quente nessa semana de verão, convidou-me para tomarmos um drink no apartamento que estava hospedado e depois iríamos dar um mergulho na piscina do flat. Me programei rapidamente para ficar com a tarde livre na quinta feira. Pontualmente às 13 horas estava parando meu carro no estacionamento de um luxuoso flat próximo a Avenida Paulista indo ao seu apartamento. Julio me recebeu bem a vontade, sem seu terno e gravata que havia conhecido dois dias antes. Estava de bermuda e camiseta regata que salientava um corpo forte e trabalhado. Enquanto preparava uma dose de uísque, disse para ficar a vontade e já ir colocando minha sunga e camiseta em seu quarto. Quando voltei a sala, ele estava sem a bermuda usando uma sunga azul que evidenciava seu sexo que não parecia estar muito relaxado. Após tomarmos umas duas ou três doses cada um, já estávamos desinibidos e conversando sobre mulheres, sexo e bondage, especialmente sobre técnicas específicas que dificultariam a liberdade da pessoa, tornando-a totalmente vulnerável às vontades de seu dominador. Nesse momento, Julio abriu uma pasta executiva cheia de cordas, algemas e outros aparatos utilizados em sessões de bondage. Após pegar uma corda comprida, pediu que colocasse as mãos unidas com meus braços esticados à minha frente apenas para fazer uma demonstração de uma técnica que havia aperfeiçoado. Com a corda comprida dobrada ao meio, começou a atar meus punhos com diversas voltas em torno deles, até com um pouco de folga, e depois passou a dar voltas com a corda no sentido inverso, entre os punhos apertando com nó duplo. A folga já não existia mais e as mãos estavam bem imobilizadas pois, apesar de não machucar, não conseguia dobrar os punhos para tentar afrouxar a amarração. Uma porção da corda de quase dois metros estava pendente em direção ao chão. Novamente ele pegou outro pedaço grande de corda e começou a fazer o mesmo com meus tornozelos, também deixando um segmento de uns 2 metros de corda não utilizados na imobilização de meus tornozelos. Pegou mais dois pedaços de corda e repetiu o procedimento unindo minhas pernas com várias voltas logo abaixo de meus joelhos e outro, logo acima deles, na parte inferior de minhas coxas. Com as pernas bem imobilizadas, estava instável e não me atrevia a fazer movimentos para não perder o equilíbrio. Julio terminou pegando um rolo de silver tape bem grande e passou a aplicar fita adesiva cobrindo as cordas e os nós com umas três ou quatro voltas em cada segmento amarrado. Os punhos perderam totalmente seus movimentos e estavam mais juntos que antes, assim como cada um dos segmentos de corda que imobilizavam minhas pernas. Julio que trabalhava em silêncio disse: “desse jeito, mesmo que consiga promover uma folga nas cordas, os nós estão protegidos com o silver tape, dificultando um espertinho que tente se soltar”. Tentei me libertar e verifiquei que ele estava correto. E continuou: “quer saber porque essas duas partes das mãos e dos pés ficaram sobrando?”. Respondi que sim com a cabeça e ele me dando apoio, deitou-me no sofá de barriga para cima. O prolongamento da corda que atava meus tornozelos foi preso nos pés de um lado do sofá esticando totalmente minhas pernas, restringindo ainda mais meus movimentos. O pedaço de corda excedente que prendiam meus punhos foram presos nos pés opostos do sofá, mantendo meus braços acima de minha cabeça e meu corpo inteiro esticado no sofá, reduzindo até a liberdade de movimentação lateral. Julio disse: “vai..tenta se soltar”. Estava bem difícil me mexer e se fosse tentar um movimento maior sabia que iria me machucar pelos repuxões que a cola da fita adesiva presa aos pelos de meus braços e pernas, o que desanimaria qualquer um. “Agora só falta o acabamento final”, disse Julio enquanto cortou três pedaços grandes de silver tape aplicando-os em minha boca, um sobre o outro. “E para garantir…”, continuou passando umas quatro voltas de fita sobre minha boca e circundando minha cabeça. “E aí? Consegue se soltar?”, me perguntou. Tentei e comprovei que dali não sairia sem me machucar e nem tentaria mais. Balancei a cabeça negativamente pois o único som que emitia eram sussurros abafados: “MMMMFFFHHH!” Julio puxou uma cadeira e sentou-se na frente do sofá ficando apenas me observando sem falar uma palavra. Queria saber no que estaria pensando, mas apenas emitia sons tipo “MMHUMFFFHMM!” Após alguns segundos de silêncio ele finalmente fala algo: “Puta merda! Como foi fácil…e sem resistência nenhuma. Muito fácil mesmo”. E começou a rir com ar de safado. Comecei a ficar preocupado com essa atitude pois não conseguia entender mais nada. Comecei a me contorcer inutilmente e a emitir gemidos tipo desespero: “HHUUMMMMGHHF!” . E Julio continuou falando calmamente: “Esqueceu que já tentou se soltar e não conseguiu? Poupe seus esforços porque vai precisar de muita energia para as próximas horas”, complementou com um sorriso irônico no rosto, o que me deixou em desespero. O que ele estará tramando? – pensei. A situação começava a me amedrontar e continuava me contorcendo e gemendo “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” Julio começou a falar em tom baixo e bem determinado:“Isso! Isso mesmo! Continua a fazer isso! Adoro iniciar um hetero tradicional numa experiência homo. Sabia que ver um homem assim como você, casado, com filhos, nessa situação de impotência e a mercê de minhas vontades e desejos me excita muito? Me enche de tesão!”. Nesse momento ele abre um pouco as pernas passando a mão sobre seu pau que já estava fazendo volume por baixo de sua sunga azul. “MMHUMFFFHMM!” “HHUUMMMMGHHF!” “GGMMHUMDMFFF”, comecei a entrar em desespero. “Calma!” – disse Julio – “Não precisa se preocupar! Você vai até gostar, tenho certeza disso. Tenho tanta certeza que irá gostar que vai até gozar. E você vai gozar me fazendo gozar. Na pior das hipóteses, sempre terá a desculpa que não queria e que foi forçado a ter esse tipo de experiência não porque queria, mas porque não tinha como impedir” Aí realmente fiquei desesperado. O que ele estava pensando? Bondage é Bondage, mas ele estava misturando as sintonias com práticas homossexuais que não eram a minha praia. “ Quem diria, heim? Eu hoje vou te iniciar em novas experiências de vida. E o pior é que você vai gostar de todas elas, assim como aprendi a gostar disso no passado. Pegar num pau que não é seu, masturbar, chupar e fazer um outro macho gozar em você. Já pensou que um dia você faria um macho gozar? E se você fizer tudo direitinho, também goza, também é masturbado e chupado. Será que já pensou que um dia um macho iria te punhetar e te chupar e te fazer gozar e que você gostaria disso? Pois é, novas experiências….” “GGMMHUMDMFFF”. Estava desesperado, suando e com o coração a mil. Como fui tão ingênuo para cair nesse tipo de armadilha? E agora? O que fazer? Julio se levanta e fica na região do sofá atrás de minha cabeça. Sinto ele pegar minhas mãos amarradas, separar um pouco as palmas e começar a esfregar seu pau nelas. “Ta vendo? Não é tão ruim assim. Essa situação de sentir um pau crescendo em sua mão você já sentiu várias vezes. A única diferença é que esse pau que está sentindo crescer não é o seu….É o meu!” E fiquei sentindo algo crescendo e ficando cada vez mais duro na palma de minha mão. Nesse momento ele coloca seu membro ereto entre minhas mãos e aperta as duas forçando a masturbá-lo. De um lado meus gemidos abafados e do outro, os gemidos de prazer de Julio com essa situação. Após alguns minutos, ele encosta seu membro ereto sob a sunga em meu rosto e começa a esfregá-lo num movimento de vai e vem. Sentindo a pressão de seu membro duro em minha face, com um cheiro de excitação masculina diretamente sob meu nariz comecei a me debater e a gemer com mais intensidade na tentativa de que essa situação terminasse logo. “ Ahá! Não falei que você iria até gostar? Olhe para o volume que está formado em sua própria sunga…esta quase escapando para fora…pelo menos “ele” está gostando e muito”. Nesse momento me dei conta como estava excitado. Membro ereto e pulsando sob minha sunga com uma excitação que tomava conta de todo meu corpo. Julio sussurrou ao meu ouvido: “Daqui a pouco quero experimentar essa sua boquinha. Você deve chupar bem e quero experimentar sua boca. Quero que você experimente e se delicie com meu pau. Se fizer tudo direitinho também te pago um boquete gostoso no final, antes de fazer você gozar, combinado?”. Já estava ficando exausto e minhas idéias estavam confusas: Caramba, como pude me excitar com outro homem, ainda mais sendo o passivo em quase tudo que foi feito? Enquanto pensava nisso, simplesmente disse sim com a cabeça em resposta ao que Julio havia perguntado. Foi um sim sem pensar, o que me deixou mais confuso ainda. Também, o clima de excitação que estava se formando no ambiente deixava qualquer um doido a ponto de responder qualquer coisa sem pensar. Parei um pouco de me contorcer e de gemer na tentativa de me libertar e por desespero. Respirei profundamente e relaxei. Julio continuava esfregando seu membro ereto em meu rosto e suas mãos, como se estivesse deitando sobre meu corpo para fazer um 69, começou a percorrer a face interna de minhas coxas, suas mãos acariciaram meu saco e meu pau, quando sinto ele ser agarrado e masturbado sobre a minha sunga. Comecei a me contorcer lentamente e a emitir gemidos, não mais de protesto, indignação e desespero, mas gemidos característicos de puro prazer. Julio apertou seu quadril sobre meu rosto comprimindo seu membro próximo à minha boca amordaçada. Senti um forte cheiro de sexo que já não sabia dizer se me causava nojo ou tesão. Ele finalmente libertou meu membro da sunga e começou a me masturbar lentamente, afinal não queria que eu gozasse, apenas que sentisse prazer com essa nova experiência. Após alguns minutos, ele disse: “Normalmente não faço isso, mas vou te ensinar a chupar um pau… é apenas uma demonstração do que quero que faça comigo daqui a pouco”. Ele primeiro lambeu meu pau inteiro, fazendo-o sumir lentamente em sua boca. Fazia questão de babar e chupar realizando movimentos de vai e vem com a cabeça, fazendo com que ele entrasse e saísse de sua boca, mas sempre deixando a cabeça dentro dela. Após uns trinta segundos, ele aumentou a velocidade e a intensidade da chupada. Estava ficando doido, querendo até gozar enquanto me contorcia e gemia sem parar de tanto prazer. Tinha que admitir: nunca tinha sido chupado tão gostoso quanto estava naquele momento. Cheguei até mesmo a pensar: “Chupar pau é coisa para homem mesmo”. Nesse momento ele parou e disse: “Agora é a sua vez! Vamos ver se aprendeu direitinho! Vou tirar a fita adesiva e você não vai falar nada só me chupar gostoso. Promete fazer direito?” Balancei a cabeça positivamente. Na verdade estava bem dividido: um lado meu querendo dar um jeito de fugir e acabar com tudo e outro lado, estranhamente estava doido para experimentar a sensação daquele pau entrando e saindo de minha boca. Ele começou a soltar minha mordaça. Apesar dos repuxões do cabelo e dos lábios, senti alívio ao ter a boca livre. Afrouxou também um pouco a corda que estava presa no pé do sofá de modo que pudesse dobrar os cotovelos pelo menos até a altura de meu peito. Julio sentou sobre ele direcionando seu membro rígido e pulsante em direção á minha boca: “Vai, abre a boca e me chupa! Engole ele todinho”. Como minhas mãos alcançavam seu membro, segurei-o com carinho e comecei a lambê-lo e a introduzi-lo em minha boca. No início senti um pouco de ânsia, mas logo me acostumei com aquele volume em minha boca, enquanto massageava-o com minha língua e bochechas, fazendo leves sucções. “Êta! Aprendeu rapidinho, heim? Você é muito bom nisso! Uma delícia!”. Após ter acostumado, a sensação era muito estranha: meu tesão crescia a cada chupada que dava naquele membro e arrancava gemidos de prazer do Julio que já estava doidão me agarrando os cabelos e puxando minha cabeça contra ele de modo que colocasse a maior parte daquele mastro no interior de minha boca. Julio colocou as mãos para trás e começou a me masturbar enquanto eu o chupava e disse que era para me controlar, senão iria recolher todo meu gozo e me obrigar a bebê-lo por inteiro, até a última gota. Após uns segundos, ele estava para explodir e eu curtindo como um bezerro desmamado, já nem sabia se queria ou não sentir o gosto do prazer final de um homem. Cheguei até em pensar que ele ejaculasse tudo em minha boca que beberia todo o leite, mas nos dias atuais não se pode brincar com essas coisas. O próprio Julio percebeu que eu estava querendo, mas apenas disse: “Está muito bom, gostaria muito de encher sua boquinha deliciosa com meu esperma, mas hoje ainda é cedo demais para isso…Quem sabe num futuro você não seja obrigado a experimentar o seu próprio leite antes de beber o dos outros. Para você hoje tenho outros planos!”. Os dois estavam para explodir. Julio deu um pequeno tempo não a ponto de esfriar o clima, mas para voltarmos ao mais próximo do normal possível. Ele voltou a me amordaçar, dessa vez com apenas três pedaços de silver tape sobrepostos em minha boca, dizendo: “Quando um cara goza com a boca amordaçada, é como o estourar de uma champanhe, a boca tampada preserva o gás para a explosão final”. Após ter me soltado, ele amarrou minhas mãos atrás de meu corpo, retirou minha sunga e me deitou de barriga para baixo no chão da sala. Sentou em minhas costas e colocando seu membro em minhas mãos me mandou masturba-lo. Já estava íntimo com aquele mastro e em poucos segundos ele já estava rígido novamente arrancando de Julio gemidos de prazer. Nesse momento ele deitou sobre as minhas costas e sussurrou em meu ouvido: “Agora você vai experimentar a sensação de um pau roliço ficar se esfregando entre suas nádegas. Não se preocupe, ainda não vou te comer. Hoje apenas quero que sinta como é o esfregar de um pau em sua bunda.” Apesar de tudo, estava mais confiante no que meu iniciador estava fazendo e mesmo após ele ter besuntado minhas nádegas com gel lubrificante, não entrei em desespero. Ele passou gel apenas para diminuir o atrito enquanto ficava me encoxando. Após uns cinco minutos de esfrega-esfrega, nós dois estávamos para explodir rodeados pelo clima e pelos gemidos de prazer que ambos emitiam. De repente, ele se levanta rapidamente e me vira de barriga para cima, direciona seu pau para a região de meu abdomen e começa a ejacular. Uma quantidade enorme de esperma é derramado sobre meu peito e barriga. Os primeiros jatos chegaram até meu peito. Ele se levanta e vai se limpar me deixando todo esporrado e amarrado na sala. Menos de um minuto depois ele retorna com uma sacola na mão. Ele me posiciona deitado perpendicularmente e na frente do sofá. Na sua maleta ele pega duas tiras de couro, semelhantes a um cinto ou daquelas algemas de couro com fivela. Fixa a base no meu tornozelo numa cinta colocada na parte superior de minha coxa de modo que mantinha meu joelho dobrado e o calcanhar encostando na coxa. Depois de repetir o mesmo procedimento na outra perna, ele passa umas quatro voltas de corda na dobra do joelho e prende suas pontas no pé dianteiro do sofá, fazendo o mesmo com a outra perna e com o outro pé do sofá de tal forma que meus joelhos estavam imobilizados para fora e para trás e com isso, me obrigava a permanecer com as pernas bem abertas pela inclinação da tensão das cordas presas em cada lado do sofá, expondo não apenas meus genitais, mas a entrada de meu ânus ainda virgem. Julio apenas disse: “Prepare-se, agora é a sua vez! Vou te fazer gozar como nunca! Relaxe e aproveite, aconteça o que acontecer, apenas me obedeça”. Em seguida ele começou a me masturbar e a me chupar alternadamente. Quando meu membro voltou a ficar duro ele passou apenas a me chupar. Uns três minutos depois estava ofegante, emitindo gemidos descontrolados o que fez Julio perguntar: “Quer gozar não, é?”. Respondi sim com a cabeça, praticamente implorando pois não agüentava mais. “Está quase? Falta pouco?” perguntou ele. Eu balancei repetidas vezes que sim. Nesse momento ele veste uma luva cirúrgica, enche o dedo do meio com gel lubrificante e aplica-o na entrada meu ânus. A situação e o gelado me fizeram pular. O desespero voltou com carga total, pois sabia o que poderia ocorrer em poucos segundos. Comecei a me contorcer e a gemer “NNNNNNNNNOOOOMMMMMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM”. Ele apenas disse: “Confia em mim. Vou devagar e você estará iniciado. Saberá a sensação de ter algo invadindo seu orifício. Escolhi o dedo por respeito a você: primeiro é mais fino, segundo você estará sendo excitado e masturbado que confunde as sensações e reduz a dor e por último, se conseguir massagear sua próstata com meu dedo, você gozará como nunca gozou na vida. Apenas relaxe e confie”. Ele colocou mais lubrificante no dedo do meio e na outra mão que espalhou sobre meu pau e iniciou uma lenta masturbação. Seu dedo ficou posicionado na entrada de meu orifício virgem enquanto ele fazia círculos como se estivesse massageando e preparando a entrada iminente. Estava desesperado. Me contorcia, me debatia e gemia, mas sabia que era tudo em vão. Perderia minha virgindade anal em questões de segundo. Conforme ele ia aumentando a velocidade da masturbação, a ponta de seu dedo começou lentamente a entrar e quanto mais entrava, mais rápida era a punheta que me fazia. Balançava a cabeça negativamente NNNNNNNOOOOMMMFF” “IIIISSSSSSSOOOOOONNUUJUMMM” “PPPPPUUURRRFFFFFFFAAAAAVCVCOORRRRFFFF”, enquanto me debatia descontroladamente. Numa desses pulos que dei, favoreceu a entrada ainda maior do dedo em meu interior chegando a queimar. Julio apenas disse: “Eu avisei…relaxa que é melhor. Está quase todo dentro, já estou sentido seu anelzinho apertando meu dedo. Você já está iniciado!. Já, já tento massagear sua próstata”. Ele já estava bem rápido com a masturbação e sentia quase que seu dedo médio inteiro invadindo meu interior, quando ele disse ter colocado tudo e que iria massagear. Em seguida, só lembro algumas frações de segundo do próximo minuto e meio. Parece que tive um curto circuito ou uma pane geral de consciência, como se estive entorpecido de prazer num êxtase total. Lembro de algo subindo de dentro para fora de toda a região de meu baixo ventre e de ter ejaculado inúmeras vezes – nem sei quantas foram, mas parecia não parar nunca. A primeira foi a mais intensa e senti coisa que nunca havia sentido, meu esperma respingando em minha garganta. Os segundos seguintes pouco me lembro mas parecia estar anestesiado e fora se mim, completamente exausto. Não lembro de quase nada e nem mesmo quando ele retirou seu dedo de dentro de mim, se doeu ou não. Simplesmente, quando voltei a perceber o que estava ao meu redor, ele já havia retirado o dedo, estava sem a luva, já tinha se limpado, eu estava completamente solto, sem corda nenhuma. Só lembro ele retirando minha mordaça e falando: “Não falei que você iria gostar?” Estava coberto de esperma, dele que já estava ressecando e a minha, esparramada desde o abdomen até o pescoço. Ele me ajudou a levantar e fui tomar um banho. Ao voltar para a sala, já estava tudo arrumado como se nada tivesse acontecido. Um copo de água e outra dose de uísque me aguardavam enquanto ele estava sentado no sofá me olhando. Peguei meu copo, sentei-me ao seu lado e fizemos um brinde. Ele me perguntou: “E aí? Correu tudo como planejamos? Faltou algo?” E eu respondi: “De jeito nenhum. Tudo como combinado. Uma de minhas fantasias acabou de ser realizada. Muito Obrigado! Mas tenho mais algumas….” FIM (Será?….continua)