Ele era o encanador mas eu é que era o entendido

No mês de junho, tava eu de boa em casa, louco pra não fazer nada e só relaxar quando o registro do meu banheiro começou a dar um vazamento. Eu muito puta da vida sai à procura de um encanador, peguei a lista telefônica e encontrei nas paginas amarelas, liguei e tratei para ele vir fazer o serviço, eu estava com um pouco de marca de biquíni ainda na minha bundinha, resultado do sol na praia no começo do ano, tinha me queimado bastante, por isso a marquinha durou. Tomei um banho bem gostoso, passei um hidratante no meu corpo e comecei a me vestir. Coloquei uma tanguinha fio dental bem cavadinha, um shortinho de lycra que eu adoro pra ficar em casa bem à vontade. Ele marca bem a minha bundinha, fica bem colado no meu corpo, é curtinho e deixa parte das minhas nádegas aparecendo. Uma camiseta branca e sandálias. Depois de mais ou menos umas duas horas a campainha tocou, era o encanador, ele pediu permissão para entrar. Respondi: – Claro! Eu tava esperando você mesmo. Era um tiozão muito bonito tipo uns 45 anos, cabelos grisalhos, mais de 1,80m, eu me senti pequeno na frente dele, um corpaço, braços fortes, vestindo uma calça de moletom e uma camiseta amarela, com uma caixa de ferramenta na mão. Ele me cumprimentou, eu deixei ele entrar, fechei a porta e fui mostrar pra ele onde era o vazamento. Fui andando na frente e ele atrás de mim até o banheiro de serviço, foi ai que caiu minha fixa, eu estava de shortinho, daquele jeito, me esqueci totalmente de por uma calça, ai pensei> AH! AGORA É TARDE, DEIXA ROLAR, – notei que ele ficou ofegante, não tirava o olho da minha bundinha deliciosa. Ele era um homem, forte, corpulento, uma delicia, minha cabeça já começou a imaginar coisas, aquele cheiro de desodorante AXE misturado com o bafo quente que às vezes chegava no meu pescoço me deixou um pouco arrepiada sem mais nem menos e aos poucos senti que meus mamilos ficaram durinhos por baixo da camiseta. Cheguei a me sentir completamente nua andando na frente do encanador e tinha certeza que ele já estava me comendo com os olhos. Quando chegamos, eu entrei no banheiro, abri o box e mostrei pra ele onde era o vazamento. Ele entrou e começou a me explicar às coisas que tinha que fazer. Eu não entendo nada de encanamento, mas, conforme ele ia falando reparei que deixava uma das mãos descansando sobre o volume que tinha se formado por baixo da calça de moletom dele e vi que pulsava. Naquele momento percebi que ele veio atrás de mim olhando o meu bumbum e tinha ficado daquele jeito. Ficamos ali conversando alguns assuntos que ele inventava só pra ficar mais tempo me olhando e percebi que o volume aumentou por baixo da roupa dele e ele disfarçava. Então ele abaixou pra pegar uma ferramenta e disse: – Hoje ta muito calor, você não acha? Embora não estivesse eu concordei e ele continuou: – Você tem sorte, pode andar a vontade nos finais de semana em casa, eu tenho que trabalhar e com esta roupa fica mais difícil. Respondi que concordava em parte com ele e, depois de ficar ali um tempo e notar que ele ficava ajeitando o cacete de cinco em 5 minutos e me olhava às vezes com um sorriso…resolvi sair dali e deixar ele sozinho. Fui pro meu quarto e fiquei sentado na cama vendo TV. Depois de uns 20 minutos ou mais o ouvi me chamar: – VOCÊ PODE VIR AQUI UM POUCO POR FAVOR. Quando cheguei lá ele me pediu se eu podia segurar uma válvula enquanto ele encaixava não sei o que nela. Eu falei: – TUDO BEM, COMO FAÇO E ONDE É. Então meio sem jeito porque tive que ficar quase na ponta dos pés fiquei segurando e ele veio por trás de mim e começou a parafusar aquilo e eu fiquei praticamente entre os dois braços dele. Aquilo parecia que não acabava mais de tanto que ele demorava pra girar. Foi então que senti ele se encostar atrás de mim, tentei afastar um pouco, mas ele encostou novamente. Ele foi tão cara de pau que seu peito encostou nas minhas costas e o volume do seu cacete na minha bunda, eu gelei, mas reparei que meu cuzinho piscava sem parar. Minhas nádegas estavam quase sentadas no cacete dele, apesar de estarmos em pé. Depois ele encostou o rosto na minha nuca e disse assoprando no meu ouvido de propósito: – Não se preocupa que você ta segurando direitinho ai, falta só mais um pouquinho. Tudo bem?. Só respondi afirmando: – TUDO BEM! Porque eu estremeci com aquele bafo quente no meu ouvido e aquela voz de tarado dele e nessa hora minha bunda prensou o cacete dele e senti o contorno e a grossura daquilo no meu reguinho. Meu cuzinho piscava sem parar, meus pelinhos arrepiados e meu corpo ficou pegando fogo de tão quente. Naquela hora eu não resisti e mesmo o risco sendo enorme virei o rosto e ele entendeu o que eu queria, nos beijamos ali mesmo. Largou a ferramenta no chão, colocou as mãos na minha cintura e se encostou em mim com mais força e foi aí que senti sua respiração forte, seu cheiro e fiquei perturbado. Ele me abraçava me puxando pra ele o cacete dele começou a se mexer, sentia que estava duro feito pedra, atordoado eu falei que estava bom daquele jeito. Ele virou pra mim de novo, o cacete dele pulsava e perguntou se eu gostava, não respondi só arrebitei a bunda, ele colocou a mão no cós do meu shortinho e foi abaixando até descer pelas minhas pernas e cair nos meus pés me deixando só de tanguinha. Senti minha bunda arrepiar. Percebi que ele tirou a roupa e veio com a cabeça grande do cacete encostando no meu reguinho, deslizou até o meu cuzinho por cima da calcinha, ele perguntou de novo se eu gostava, eu dei uma de dengosa e não respondi que sim nem que não e que estava muito gostoso, minha voz quase nem saiu, o cacete dele se afastou um instante e quando encostou de novo me virou de frente pra ele. Eu fiquei em pé contra a parede, ele levantou meus braços, tirou minha calcinha encostou o corpo no meu e ficou se esfregando, me apertava contra a parede com força, beijava e lambia minha boca, meu pescoço. Eu estava dominada, não tinha ação. Chamava-me de tesouro, de lindinha, gostosinha e ficava virando meu corpo. Passou a mão nos meus peitinhos, foi descendo e colocou o dedo no meu cuzinho, dei um suspiro e nessa hora ficou socando o dedo e eu me contorcia toda. Ele foi se abaixando e começou a beijar minha barriga, me virou, começou a beijar minha bundinha, alisou bastante, começou a beijar minhas nádegas, eu estava possuída pelo tesão, me deu um calor violento por dentro sentindo aquela língua áspera passar nas minhas costas e bunda, até lambeu meu cuzinho. Eu me contorcia toda enquanto ele tentava colocar a língua dentro de mim, passava ao redor do cuzinho, fui ficando louca, o tesão estava incontrolável, não estava mais agüentando. Ficou nessa comigo por um bom tempo até que ele me virou e fez com que eu me abaixasse pra abocanhar o cacete dele que estava todo melado. Com aquela coisa no meu rosto percebi que era grande e grosso e delicioso. Eu passei a língua na cabeça grande, vermelha e inchada, fui descendo e lambendo ele todo ate chegar no saco, coloquei na minha boca e dei umas chupadas, subindo novamente e lambendo todo o caminho até chegar a cabeçona; dei uma sugada e enterrei todinho na minha boca. Durante todo esse tempo ele ficou me chamando de putinha, safadinha, vadia, gostosa. Comecei a chupar de vagar, mas ele segurou minha cabeça e começou a bombar na minha boca. Eu também chupava com tanta força que ele urrava de tesão e quase não agüentou e disse que fazia um bom tempo que não comia ninguém e que estava doido de tesão por mim. Pegou-me no colo e me perguntou onde era o meu quarto. Eu apontei a direção e ele me levou pro quarto, me jogou em cima da cama. Ele foi chegando bem perto dos meus peitos, foi chegando a boca perto, começou a passar a língua no bico e a sugar, mamar, chupar, mamar muito, com força, passou para o outro peito e mamou gostoso, chupou, lambeu, mamou. Eu segurava a cabeça dele e esfregava os peitos na cara dele que gemia, falava mil coisas, chupava um, chupava outro. Ele desceu e levantou minhas pernas e começou a chupar meu cuzinho, lambeu, colocava a língua todinha lá dentro, chupava, que encanador gostoso. Virou-me na cama veio com aquele cacete enorme e começou a esfregar a cabeça na minha bundinha, no meu reguinho, na entradinha do meu cuzinho que já tava todo babado e foi entrando, entrando, até que entrou todinho e começou a socar, socar, primeiro devagar, depois com força, batendo o saco na minha bunda, socava sem dó, me chamava de putinha safada, piranha gostosa, dizia que eu merecia era muita rola mesmo de tão gostosa que eu era, gritando e falando um monte coisas doidas. Não sei quanto tempo fiquei ali deitada, sendo arrombada por aquele macho gostoso, só sei que depois de muito tempo ele acelerou os movimentos e socou mais forte e fundo no meu cuzinho, senti sua rolona engrossar mais e ele gemeu alto e despejou todo seu leitinho dentro de mim, gozei logo em seguida, gemi muito, quase gritei de tanto que gozei. Ficamos engatados um tempo, depois ele se levantou e eu fiquei largada em cima da cama de bruços de tão cansada, mas depois de uns cinco minutos ele passou o dedo no meu cuzinho. Com o braço peludo nas minhas costas ele veio e disse: – Eu quero comer essa bundinha gostosa de novo, você vai levar muito ferro hoje gostosa. Quero comer muito este cuzinho lindo! E veio esfregando a cabeça no meu buraquinho. Eu fiquei doida com aquilo e louca pra dar a bunda para aquele encanador de novo, cheirando a suor ele passava aquelas mãos ásperas no meu corpo inteiro. Ele me colocou de quatro, eu deitei com o rosto nos meus braços e fiquei com o bumbum pra cima. Deixei a cabeça tocar a entrada do meu cuzinho e pedi pra ele socar seu cacete enorme e me arrombar. Com a minha mão fui enfiando ele no meu cuzinho, estava bem molhado de saliva, estremeci, meu corpo inteiro se arrepiou e então ele forçou o cacete contra a entrada do meu cuzinho e o cacete dele escorregou pra dentro do meu cuzinho guloso. Daí rebolei pra ele, eu empurrei a bunda pra traz, forcei o cuzinho contra a cabeçona e ele falou pra eu ter calma pra não me machucar, eu nem dei ouvidos e forcei mais, meu rabinho abriu senti a rolona entrando, era uma sensação ótima, voltava um pouquinho, mas forçava de novo, meu cuzinho cedeu e entrou tudo dei um gemido de satisfação porque eu estava dando o cuzinho pra ele, eu estava sendo arrombada. Empurrei a bunda pra ele, ele gemeu, disse que eu era muito apertadinha, eu parei voltei à cabeça e deslizei novamente agora fui até entrar tudo parecia que não acabava mais o cacete era bem grande, mas meu cuzinho engoliu gostoso o cacete dele, ele gemeu e começou a mexer, fez bem devagar um vai e vem, eu sentia todas as veias inchadas daquele cacete nas pregas do meu rabinho. Ele gemeu dizendo que meu cuzinho era o melhor que ele já tinha comido, adorei escutar aquilo, rebolei pra ele, ele pirou e começou a meter fundo. Ai, ele segurou com força por baixo dos meus ombros e enterrou com força o cacete que me fez gritar e me esfregar nele como uma cadela no cio, pedindo mais e mais rola. Começamos num vai e vem gostoso e violento, então comecei a dizer> -VAI GOSTOSO, METE TUDO ISSO EM MIM, ME COME, ME ARROMBA, ME FAZ SUA CADELA, METE NESSA SUA PUTINHA, NESSA TUA PIRANHA, ME FODE AMOR, ME FODE BEM GOSTOSO, SOU TUA VACA, TUA PUTA, TUA VAGABUNDA, METE NESSA TUA PIRANHA METE AMOR…, ele socava cada vez mais forte, socava tão forte que fazia aquele barulho PLOF, PLOF, PLOF, bem alto, tava uma delicia ser comida daquele jeito selvagem e violento de tanta força que ele colocava nas estocadas de rola no meu cuzinho, eu não agüentei e gozei muito e ele continuou metendo forte e em menos de três minutos gozei novamente e de repente ele gritou que ia gozar e sem poder fazer nada senti os jatos de porra chegando com força e quentes dentro do meu cuzinho; quando ele acabou de gozar, senti seu pau amolecer dentro de mim e foi saindo sozinho, sai debaixo dele, virei ele de barriga pra cima, limpei o cacete todinho com minha língua. Joguei-me na cama de bruços enquanto ele foi tomar um banho, me chamou pra tomar banho com ele, levantei e fui, mas com as pernas bambas, ele me virou de costas pra ele dentro do Box e começou a me dar banho, passou o sabonete no meu corpo todo e foi esfregando com a mão, ele fazia isso colado atrás de mim, ficamos assim uns quinze minutos e ele começou a dar sinais de vida novamente e eu então não perdi tempo, como sou muito tarada por rola, já peguei naquele cacetão, fiquei punhetando até endurecer mais, abaixei, meti aquilo tudo na boca, soquei ele todinho e deixei ele parado na minha garganta enquanto passava minha língua nele por dentro da minha boca. Ele gemeu, tirei da boca, levantei, ele me virou de costa pra ele, separou minhas pernas, pediu pra eu arrebitar minha bundinha e socou sua rolona de uma vez no meu cuzinho, nossa… aquilo me acendeu, comecei a rebolar naquela rola, ele segurava de leve minha cintura enquanto eu rebolava naquela rola, ele então segurou firme meu quadril e socou a rola em mim, mandava rola sem dó, me comeu assim uns dez minutos, depois levantou minha perna esquerda, eu me apoiei mais na parede e ele socou o ferro em mim, metia tão violentamente, com tanta força, que quase escorreguei, eu adoro dar meu cuzinho, adoro ser putinha de um macho gostoso, ele socava sem dó e começou a me dar tapas fortes na bundinha, aquilo me fez pirar, eu pedia pra ele meter mais forte ainda, ele socava sem dó, eu estava literalmente arrombada, ele meteu tanto que eu comecei a gozar sem por a mão no pau, gemi alto, ele então percebendo que ia gozar, tirou o pau da minha bundinha e socou na minha boca, deu umas três estocadas e gozou seu leitinho na minha boca, bebi todinha aquela porra, chupei aquele pauzão até ficar limpinho, tomamos nosso banho, me enxuguei, fui deitar na minha cama, eu estava toda arrombadinha e ele foi terminar o serviço. Eu estava toda aberta…Meu cuzinho dava a sensação de alargado. Passado um tempo, ele voltou até onde eu estava, falou que eu era a putinha mais gostosa que ele já tinha comido. Ele quis saber se podia voltar mais vezes e claro que eu respondi que sim. Já estamos em julho e não vejo a hora dele voltar, se você esta a fim de me experimentar, sou toda sua, basta você me escrever e me mandar um telefone certo que eu te ligo, adoro ser putinha, levar rola, chupar, me escreve, viadinhaviadinha@bol.com.br.


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