MEU AMIGO PEDRO

Pedro é um amigo de longa data. Moreno, 36 anos, casado, dois filhos,
jeito de machão, alto, tipo fortão, corpo saradão, coxonas grossas e o
melhor de tudo uma bunda grande, arredondada, carnuda e peluda.
Eu, 38 anos, casado, um filho, bi, 1,83m, 85kg, corpo em forma,
cabelos castanhos já ficando grisalhos, bundona gostosa e peluda,
pintão de 19 cm e grossão.
Conheci Pedro há mais de 10 anos quando ele começou a trabalhar aqui
na mesma empresa que eu. O que me chamou mais a atenção quando nos
conhecemos foi sua voz e seu jeito de macho. Depois, com o passar dos
dias, é que fui notar seu corpão saradão e aquela magnífica bunda.
Para a minha felicidade depois de seis meses passamos a trabalhar
juntos. Com o tempo tornamo-nos grandes amigos. Freqüentamos um a casa
do outro e nossas esposas se tornaram amigas também. A primeira vez em
que vi aquele corpão sem roupas foi durante uma viagem que fizemos, os
dois casais, para praia de Fleixeiras no Ceará. Foram quatro dias de
martírio sempre me controlando pra não ficar de pau duro para que
minha esposa e eles dois não percebessem. Durante esses dias desde a
hora em que ele se levantava o via de sunguinha e aquilo era uma festa
para os olhos. Pelo tamanho de sua bunda a sua sunga ficava extramente
apertada deixando na parte da frente um belíssimo volume grande e
arredondado. Eu queria ver o Pedro pelado nem que fosse alguns
segundos, e fiquei criando situações para que isso acontecesse. Mas,
infelizmente, só consegui vê-lo peladão no último dia. Estava ficando
tarde, voltamos apressados para a casa, que tínhamos alugado, e
queríamos pegar a estrada ainda de dia. Inventei que queria fazer a
barba, pois não queria levantar cedo no dia seguinte, alegando que
estaria cansado da viagem sugeri:
Pedro, enquanto eu faço a barba você toma banho, assim agilizamos,
porque, tenho certeza que as nossas mulheres vão demorar horas nesse
banheiro.
Ele topou e nem desconfiou de nada. Entramos no banheiro. Ele já foi
tirando a sunga e entrando para baixo do chuveiro. Deixou a porta do
box aberta e ficamos conversando. Eu quase tive um enfarto de ver o
belíssimo corpo daquele cara. Ele de costas ensaboava a bunda e eu
olhava aquele rabão, peludo, redondo e firme. Eu engolia em seco, de
tão excitado que fiquei. Depois, ele se virava pra mim e ensaboava
aquele pauzão que mesmo mole já era uma beleza. Erguia o pinto e
lavava cuidadosamente aquele belo saco. Enquanto se enxugava pude
observar que ele tinha as bolas depiladas e os pentelhos acima do
pinto eram extremamente bem aparados. Acho que olhei demais porque ele
acabou perguntando:
O que foi? Você está me olhando de um jeito estranho?
Eu tinha que achar uma desculpa e acabei respondendo:
Estava olhando que você apara seus pentelhos.
Ele riu e disse:
É minha mulher que faz esse serviço. Ela diz que eu fico mais tesudo assim.
Rimos pra valer. Arranquei a roupa e entrei em baixo do chuveiro. Ele
vestiu uma cueca e saiu do banheiro. Aproveitei que fiquei sozinho e
acabei batendo uma punheta deliciosa em homenagem a ele.
A partir desse dia passei a fantasiar como eu poderia ter aquele cara
na minha cama. Mas apesar do tesão ele era meu amigo, e além do mais
eu o achava machão pra caralho e tinha certeza que ele nunca iria
topar uma brincadeira.
Imaginei mil planos para forçar uma situação, mas acabava achando que
não iriam dar certo.
A coisa de seis meses atrás, a mulher dele foi viajar em um fim de
semana, para visitar seus pais que moram no interior e acabou
convidando minha mulher. Iríamos ficar três dias solteiros e queríamos
aproveitar. É claro que ele imaginava um tipo de divertimento e eu um
outro. Combinamos que na Sexta feira logo que elas partissem nós
cairíamos na farra e não deu outra. Passei na casa deles as 22h e
fomos para uma boate no centrão de São Paulo. Ele estava ainda mais
bonito do que já era normalmente e além de tudo usava um perfume, o
que achei estranho pois nunca havia reparado que ele gostasse, que me
deixava inebriado. Ele acabou ficando com uma loirinha e eu com uma
morena. As garotas só nos excitavam, pegavam em nossos paus por cima
das calças e nos beijavam. Na verdade elas queriam que a gente bebesse
muito e viviam pedindo bebidas pra nós e para elas. Logo percebi o
jogo delas e achei isso ótimo, eu poderia até tirar proveito dessa
situação. Pedro queria q ue nós saíssemos com as garotas, mas elas
queriam muita grana para saírem da casa noturna. Acabei dizendo pra
ele que depois encontraríamos duas putinhas e que iria sair mais
barato. Sussurrei no ouvido da garota que estava comigo dizendo:
Pedi pra sua amiga deixar o meu amigo de fogo.
Ela quis saber por que, e acabei dizendo:
É que ele vive dizendo que nunca fica de fogo e eu depois quero tirar
um sarro dele.
Ela topou e não desconfiou de nada, já que eu não dou a menor pinta de
gostar de machos também. Ela acabou falando com a amiga, que sorriu
pra mim e fez um sinal afirmativo com a cabeça. Daí pra frente elas
começaram a pedir bebidas uma atrás da outra. Eu fingia que bebia, mas
Pedro, inocentão, bebia todas. Logo ele já começou a ficar alto. Ele
ria muito e só falava putarias. Tirava as tetas da garota pra fora e
ficava mamando. Queria que ela fizesse um boquete nele, ali mesmo, mas
lógico que ela não topou. Ficamos por lá até as 3 h da manhã e Pedro
estava num fogo só. Ele não queria ir embora de jeito nenhum e tive
muita dificuldade de tirá-lo de dentro da boate. A sorte é que
tínhamos ido com meu carro. Levei-o para minha casa. Ele estava
completamente bêbado e achei melhor que ele tomasse um banho pra ver
se passava e efeito das bebidas. Ajudei-o a tirar as roupas e fui com
ele até o banheiro abrindo o chuveiro e colocando ele embaixo da água
gelada. Pedi que ele ficasse por ali até que melhorasse. Aproveitei
tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Voltei ao banheiro e dei uma
toalha para ele se enxugar. Depois de mais ou menos meia hora ele saiu
do banheiro enrolado na toalha. Veio se sentar na sala e parecia um
pouco melhor. Começamos a conversar e fui levando o assunto para o
sexo. Fiquei falando das garotos da boate. Ele se animou novamente e
começou a me contar o que tinha feito com ela, como se eu não tivesse
visto. Aos poucos com a euforia do que dizia, passou a alisar o pau
por cima da toalha. Percebi que seu pau começou crescer aos poucos.
Deixei ele falando até que percebi que seu pau já tinha montado o
circo embaixo da toalha. É evidente que meu pau também já estava
duraço dentro da cueca, aproveitei o momento e falei:
Nós somos dois bobões mesmo!
Ele quis saber o por quê:
Porquê? Ora, elas fizeram a gente beber todas e gastar a maior grana e
agora estamos os dois aqui de pau duro sem uma buceta pra gente comer.
Ele riu e disse que era verdade, aprovei a chance:
Agora vamos ter que acabar na mão o que começamos na boate pra
conseguirmos dormir tranqüilos.
Ele sem saber entrou no jogo:
Não é tão ruim assim. Afinal, uma punheta de vez em quando até que é
muito legal.
Eu já estava com tudo esquematizado na cabeça. Acabei convidando ele
para assistir um filme de putaria que eu tenho e que acho uma delicia
de ver. Ele topou e como a tv e o vídeo ficam no meu quarto convidei-o
para irmos para lá. Ele topou.
No quarto ele se sentou na beirada da cama enquanto eu colocava a fita
para rodar. Arrumei tudo e me deitei na cama e joguei um travesseiro
pra ele dizendo:
Deita aqui cara! Você vai ficar todo de mau jeito ai!
Ele não topou, acho que ficou sem graça de se deitar ao meu lado. Insisti:
Deixa de ser bobo. Afinal somos dois machos e só vamos assistir um filme.
Meio sem jeito ele veio se deitar ao meu lado, mas ficou bem na ponta
da cama. O filme começou e era uma suruba numa casa com uns 10 caras e
umas 6 mulheres. Escolhi esse filme de propósito, porque tinha cenas
que uns caras chupavam outros. Pedro continuava de pau duraço. O filme
foi esquentando e eu, tentando ser o mais natural possível, comecei a
passar a mão espalmada em cima do pau. Logo ele estava fazendo o
mesmo. Dei um tempo e alegando que a cueca estava apertada acabei
tirando. Ele deu uma olhada, como quem não quer nada no meu pau e
ficou na dele. Passei a brincar com meu pinto. Ele brincava com o
dele, mas não o tirava de baixo da toalha. Chegou na cena dos caras se
chupando. Ri e perguntei a ele:
Você teria coragem de fazer isso que os caras estão fazendo?
Claro que não, eu sou macho cara!
Isso quase cortou o meu barato, mas resolvi apostar. O filme foi
ficando cada vez mais quente, até que percebi que ele abriu as pontas
da toalha e começou a pegar no seu caralhão, e que caralhão. Um cacete
de uns 21cm e grosso pra danar. Fiquei meio assustado, mas resolvi
jogar mais lenha na fogueira:
Porra cara, como tua mulher agüenta essa tua rola?
Ela já está acostumada e adora o meu pau.
A minha mulher adora chupar o me cacete e a sua gosta também?
E como gosta, as vezes ela prefere fazer uma boquete em mim do que dar
sua bucetinha.
Deve ser difícil conseguir engolir tudo isso!
Ela não consegue engolir tudo, mas faz uma coquete nota dez.
Percebi que ele se excitava ainda mais enquanto me contava essas
intimidades com sua esposa, pois passou a tocar uma punheta na maior.
Olhei pra ele e vi que seus mamilos estavam durinhos, sinal que o
tesão dele era enorme. Voltei a jogar:
Sabe cara eu adoro peitos.
Eu também.
Adoro meter a boca numa tetinha.
Eu adoro um mamilo durinho.
Aproveitei, e estiquei o braço e coloquei meus dedos no mamilo dele.
Ele ficou meio assustado, mas não disse nada. Comecei a acariciar seus
peitos e depois passei a dar pequenos apertões em seus mamilos. Ele
fechava os olhos e gemia baixinho. Resolvi que havia chegado a hora
deu agir. Me virei na cama e passei a pegar pra valer em suas
tetinhas, aproveitava e passava a mão naquele peito cabeludo e chegava
até a barriga. Ele com os olhos fechados, gemia e continuava na sua
punheta cadenciada. Fui pro tudo ou nada. Rolei na cama e me encaixei
entre suas pernas, desprendi a toalha e deixei ele completamente
pelado. Ele se assustou e eu achei necessário dizer:
Fica frio e relaxa.
Ele voltou a fechar os olhos e eu segurei naquele mega caralho passei
a língua da base até a cabeça. Ele suspirava de tesão. Fiquei lambendo
aquele caralhão como se fosse um picolé. Pela cara ele estava
adorando. Abri bem a boca e fui engolindo. Consegui chegar até a
metade. Aquela rola enchia toda minha boca e eu sentia o gosto salgado
dela. Logo comecei a sentir também o cheiro de macho que exalava
daquele pinto e do sacão que eu segurava em minha mão. Dobrei as
pernas dele fiz com que elas ficassem mais abertas, me ajeitei melhor
e fiquei com a cara entre as suas pernas. Abocanhei uma bola e ele
voltou na sua lenta punheta. Lambi, chupei e mamei nos seus ovos.
Ajeitei melhor ele, para que ele se deitasse e ergui um pouco suas
pernas. Meti minha língua naquele cuzinho. Ele soltou um gemido
profundo. Ri internamente e pensei: “Adeus machão, agora seu cuzinho é
meu!” Com uma mão voltei a socar punheta pra ele e com a língua em
ponta metia no olho daquele cuzi nho. Ele se abriu todo e se entregou
a mim. Fiquei ali lambendo, chupando e mordendo aquela bundona e
substitui minha lingua por um dedo. Com o excesso de cuspe que eu
havia deixada naquele cuzinho percebi que se forçasse meu dedo
entraria macio naquele cu a dentro. Forcei e meu dedo foi entrando ao
mesmo tempo que ele soltava um gemido forme e interminável. Com muito
cuidado, para que ele não mudasse de idéia, fui metendo o meu dedo
todo, depois comecei a gira-lo dentro do seu rabo. Ele se contorcia na
cama. Forcei o segundo dedo e com muito cuidado fui fazendo ele
entrar. Agora com dois dedos comecei a foder aquele rabão. Enquanto
socava os dedos eu lambia e mordia aquela bela bunda peluda. Tirei os
dedos e forcei um pouco o corpo dele para que ele se virasse na cama.
Como um menino obediente ele se deixou virar. Ajeitei bem o corpo dele
e agora com aquele bundão todo virado pra cima voltei a meter a cara
nele. Eu poderia ficar o resto da noite chupando e brincando com meus
dedos n aquele rabo, mas eu queria sentir meu pau entrando naquele
orifício. Chupei e meti os dedos até deixa-lo no ponto. Pedi um tempo
e fui na sala pegar em minha pasta de trabalho, camisinhas e um
lubrificante que eu sempre trago comigo para usar nessas horas de
necessidade. Vesti uma camisinha no pau, ainda na sala e voltei para o
quarto. Ele continuava com o bundão pra cima. Enfiei um travesseiro
embaixo dele pra que aquela bunda ficasse ainda mais arrebitada.
Peguei o lubrificante e melei meus dedos com ele e enterrei no cu
dele. Fiz massagem dentro dele pra que ficasse no ponto. Espalhei o
lubrificante em meu pau e com muito jeito me encaixei entre as suas
pernas e posicionei meu pau, que latejava de tesão, naquele cuzinho
virgem. Quando ele sentiu meu pau brincando em seu cu ele disse:
Vai com calma, cara que nunca fiz isso.
Que delicia, o meu pau seria o primeiro a entrar naquela toca. Dei uma
pequena forçada e a ponta da cabeça entrou, mas eu punha e tirava. Ele
gemia baixinho, e vi que seu corpo estava todo arrepiado. Fui forçando
e tirando, meu pau entrava e quando ele começava a sentir dor eu
tirava. Acho que fiquei nesse bomba e tira durante uns 10 minutos.
Somente quando senti que seu saco já estava encostado naquela bunda é
que parei. Como fiquei ele começou a reclamar de dor. Pedi que ele
ficasse quietinho que a dor logo passaria. Ele mais uma vez obedeceu.
Fiquei durante muito tempo deitado por cima dele e com o pau atolado
no seu cu. Com muito jeito falei:
Agora vou começar a bombar, fica calmo!
Comecei a meter bem lentamente. O tesão dele era tanto que ele se
contorcia todo na cama. Fui acelerando, até chegar numa velocidade
louca. Ele estava gostando tanto que pedia:
Mete mais e bem fundo, meu macho!
Oh delicia, já que ele estava falando putarias comecei as minhas também:
Empina esse cu, minha putinha! Rebola no meu pau sua biscate!
Ele passou a rebolar meio sem jeito, mas rapidamente aprendeu. Eu
metia gostoso e ele rebolava aquela bundona. Perguntei:
Tá gostando de dar o cu, pra um outro macho?
Estou adorando! Mete gostoso meu macho!
Tirei o pau e virei ele de frente e ergui suas pernas. Enterrei meu
pau sem dó, ele deu um gemido, mas logo voltou a rebolar na minha
vara. Eu comia aquele cuzão e olhava na cara de felicidade dele. O
caralhão dele continuava duraço e cutucava a minha barriga. Era
delicioso meter nele e ver aquela picona balançando de encontro a
barriga dele e depois na minha. Eu enterrava sem dó até o talo. Quando
meu pau ia bem no fundão ele soltava um gemido meio abafado, mas não
parava de rebolar. Pedi que ele ficasse de quatro na cama e voltei a
socar fundo. Segurei-o pela cintura bem firmemente e passei a
sussurrar em seu ouvido:
De hoje em diante você vai ser a minha mulherzinha, você quer ser?
Eu quero ser a sua biscate e quero que você me foda todos os dias!
Acelerei ainda mais e senti que o cu dele começou a morder o meu pau,
levei a mão até a jeba dele e senti que ele estava gozando sem nem
tocar em seu caralho. Ele pediu:
Soca mais fundo pra eu gozar ainda mais gostoso;
Ele gozou tanto e seu cu piscou tanto no meu pau que senti que minha
porra estava vindo, avisei a ele e ele me pediu:
Goza na minha cara, meu macho!
Tirei o pau arranquei a camisinha, enquanto ele se virava pra mim.
Parti para uma punheta bem forte e logo o primeiro jorro voou na cara
dele. O segundo e o terceiro deixaram a cara dele lavada. Quando a
última gota saiu ele começou a lamber a porra que conseguia pegar com
a língua. Sorrindo me dizia:
Sempre quis saber o gosto que tinha a porra, e a sua é deliciosa. Vou
querer sempre o seu leitinho!
Limpei o rosto dele com a toalha e depois fiz ele deixar minha verga
limpinha e lustrosa. Deitei por cima dele e nos beijamos pela primeira
vez. Descansamos como dois namorados e depois fomos tomar banho
juntos. No banheiro fiz ele me chupar, mas quis voltar pra cama para
voltar a fode-lo. Repeti algumas posições, mas ele quis experimentar
outras que imaginara. Acabamos dormindo abraçados e completamente
extenuados. Acordei umas 8h da manhã, olhei para aquele bundão e não
agüentei. Vesti uma camisinha e meti a rola nele deitado de ladinho.
Ele acordou e sorriu. Eu disse:
Bom dia!
Bom mesmo, principalmente por ser acordo com sua rola dentro do meu cu!
A partir desse dia Pedro passou a ser meu amante. Como trabalhamos
juntos ficamos ainda mais íntimos. As vezes no banheiro da empresa
faço ele pagar uma boquete pra mim e ele sempre muito dócil acaba
fazendo. Acabamos descobrindo um hotelzinho no centro de Fortaleza,
que é muito bom. Todas as semanas vamos até lá, as vezes até duas
vezes na semana. O rapaz que trabalha na recepcionista até já nos
conhece. Cada dia que passa estamos mais apaixonados um pelo outro,
mas sabemos de nossas responsabilidade de não deixamos transparecer
nada para nossas esposas, filhos, para nossos amigos e principalmente
na empresa. Por mim vou ficar comendo aquele bundão pelo resto da
minha vida.


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