Não tem puta vai o amigo mesmo!

Quem nunca foi ao puteiro?
Atire a primeira pedra
Quando fiz 18 anos a primeira coisa que quis fazer Fo ir ao puteiro, eu sempre conversava com meu amigo baianinho a respeito dessas coisas.
Uma vez meu pai deu uma festa pra comemorar o aniversario de minha mãe, nesta ocasião eu já tava com meus 17 pra 18 anos e envolvido com uma turma de maconheiros que deixava meus pais de cabelos em pé, sempre reclamavam das más amizades que eu trazia pra casa, uma destas más companhias era baianinho, um sujeito gozador, boa vida que só queria curtir a juventude de preferência gozando.
Meus amigos não podiam participar da festa, então decidi que não ficaria ali e mesmo a contragosto de meus pais sai com minha galera pra curtir a night paulistana, fomos a uma raive em Guarulhos, na volta, de tão bêbados que estávamos não acertamos mais o caminho de volta, então uma divergência separou o grupo, eu e baianinho tomamos um rumo enquanto a galera foi em outra direção, pra nosso desespero, ou sorte, nos perdemos cada vez mais, foi ai que avistamos um puteiro destes de beira de rodovia e decidimos recarregar as baterias, mas já tava fechando e só tinha uma puta no local, insistimos pra que ela aceitasse meter com nós dois mas ela não quis nem saber.
Ao sairmos, avistamos a rodovia Fernao Dias e fomos até La, atravessamos a passarela pro outro lado que indicava uma placa sentido são Paulo, como estávamos loucos pra mijar, aproveitamos o deserto do local e mijamos de cima da passarela nos carros que passavam em baixo, sempre fui louco pra pegar um pau na mão quando via um e tratei logo de incitar baianinho a me deixar segurar o dele, naquela típica brincadeira de bebum: “me deixa dar a balançadinha pra você” e já fui logo pegando de surpresa, só deu tempo dele falar: se “ficar duro você vai ter que chupar”
Éramos muito íntimos, mas nunca tínhamos feito nada parecido, aquilo mexeu com meus brios e La estava eu com o pau na boca antes mesmo de endurecer, a chupeta tava tão gostosa (modéstia a parte é minha especialidade) que baianinho urrava de prazer mesmo se declarando homem, ele dizia:
-Seu viado filho da puta, eu devia te encher de porrada pra vc aprender a ser homem, sua sorte é que nunca recebi uma chupeta tão gostosa, ah! chupa tudo vai minha putinha .
Eu obedecia e fazia ainda melhor, chupava os ovos a cabeça o umbigo alisava a bunda dele até que ele sem anunciar nada me deu um banho de porra. Acabamos de atravessar a passarela e ao chegar do outro lado só havia mato e um enorme pedra pintada de branco com uma propaganda de político no topo, pulamos a cerca que rodeava a pedra e fomos até o pé da pedra, quando rodeamos o lado que dava pra rodovia, havia uma cavidade na rocha, o local era bem escondido, da rodovia ninguém via por causa dos matos altos, da passarela por causa da própria rocha e da rua onde dava a passarela por causa que a rocha encobria a cavidade, como já tava perto de amanhecer, baianinho queria descansar ali mesmo e depois ir pra casa quando o dia clarear, ficamos ali mas meu instinto animal gritava dentro de mim, então sem cerimônia perguntei pro meu amigo se ele já tinha metido com outro homem antes
Ele disse que não era como eu, mas se eu tava a fim de dar a bunda ele na condição de meu amigo comeria sem problema, afinal tava doido mesmo pra comer uma putinha naquele dia.
Já colei nele e acariciando seu pau dei-lhe um beijo, ele meio sem jeito retribuiu com um delicioso abraço e nos entregamos um ao outro, aos poucos nos tornamos parceiros também para o sexo até que estávamos completamente nus ele, sem camisinha nem nada, me instigou pra caramba e disse que me daria uma aula de como se come um cuzinho gostoso, eu concordei em ser aluno daquele cara que outrora me ensinara também a fumar maconha, ou seja, todos os prazeres da minha vida aprendi com o baianihno
Baianinho me colocou de quatro em cima das nossas roupas, me pediu pra arrebitar bem a bunda e relaxar, pois eu não podia ficar nervoso se não ia doer, eu obedecia só que não conseguia relaxar, eu já tinha metido com outros caras antes e muito, mas era a primeira vez que eu ia dar o cu. Ele introduziu um dedinho no meu cu e fazendo movimentos circulares foi me deixando super a vontade, sempre falando comigo que era pra parar se doesse, ele enfiou outro dedo e fazia movimentos como que estivesse passando o dedo nas paredes do meu cu por dentro, aquilo me levava á loucura, de tanto tesão, meu pau já jogava gozo pra fora só no dedo do baianinho, ele forçava e os dedos deslizavam macio pra dentro e pra fora, ele então insistiu em por o terceiro dedo, eu não agüentei e pedi pra ele por o pau de uma vez pq aquilo era uma tortura pra mim, ele se posicionou atrás de mim arrebitou mais minha bunda e suavemente meteu o pau de forma que eu só senti alguma coisa quando as bolas dele bateram nas minhas nádegas, naquela posição, por ele ser mais baixo que eu estava muito dificultoso a penetração então ele me pôs deitado abriu minhas pernas e ajeitando o cacete na porta do meu cuzinho que agora pertencia a ele, socou com toda volúpia pra dentro de mim, pude sentir a cabeça tocar o fundo do meu reto, ele metia gostosamente e como eu já havia passado por uma experiência muito deliciosa com um caso meu chamado Marcelo, eu apertava o cu bem na ponta do pau dele como o Marcelo fazia comigo, baianinho fazia muitas caras demonstrando prazer e sempre sussurrava ao meu ouvido:” já que não tem puta vai amigo mesmo”
Naquela madrugada eu dei pro baianinho não só meu cu dei meu coração também, nunca pensei que pudesse me apaixonar por outro cara, apesar da minha pequena falha no caráter, sempre gostei de namorar mulheres, mas baianinho me fez sentir algo que nenhuma mulher faria, gozei feito bicho sem por a mão no pau, descobri o quanto e bom gozar dando o cu logo na primeira vez, deste dia em diante eu sempre pedia favores pro meu baiano e pagava com o rabo até que mataram ele numa dessas emboscadas que os traficantes fazem pra pegar maconheiro que não paga.
Nunca mais experimentei uma piroca tão gostosa quanto a do baianinho, nem a forma que ele fazia até hoje ninguém conseguiu chegar perto.


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