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Não tem puta vai o amigo mesmo!

abril 6, 2008

Quem nunca foi ao puteiro?
Atire a primeira pedra
Quando fiz 18 anos a primeira coisa que quis fazer Fo ir ao puteiro, eu sempre conversava com meu amigo baianinho a respeito dessas coisas.
Uma vez meu pai deu uma festa pra comemorar o aniversario de minha mãe, nesta ocasião eu já tava com meus 17 pra 18 anos e envolvido com uma turma de maconheiros que deixava meus pais de cabelos em pé, sempre reclamavam das más amizades que eu trazia pra casa, uma destas más companhias era baianinho, um sujeito gozador, boa vida que só queria curtir a juventude de preferência gozando.
Meus amigos não podiam participar da festa, então decidi que não ficaria ali e mesmo a contragosto de meus pais sai com minha galera pra curtir a night paulistana, fomos a uma raive em Guarulhos, na volta, de tão bêbados que estávamos não acertamos mais o caminho de volta, então uma divergência separou o grupo, eu e baianinho tomamos um rumo enquanto a galera foi em outra direção, pra nosso desespero, ou sorte, nos perdemos cada vez mais, foi ai que avistamos um puteiro destes de beira de rodovia e decidimos recarregar as baterias, mas já tava fechando e só tinha uma puta no local, insistimos pra que ela aceitasse meter com nós dois mas ela não quis nem saber.
Ao sairmos, avistamos a rodovia Fernao Dias e fomos até La, atravessamos a passarela pro outro lado que indicava uma placa sentido são Paulo, como estávamos loucos pra mijar, aproveitamos o deserto do local e mijamos de cima da passarela nos carros que passavam em baixo, sempre fui louco pra pegar um pau na mão quando via um e tratei logo de incitar baianinho a me deixar segurar o dele, naquela típica brincadeira de bebum: “me deixa dar a balançadinha pra você” e já fui logo pegando de surpresa, só deu tempo dele falar: se “ficar duro você vai ter que chupar”
Éramos muito íntimos, mas nunca tínhamos feito nada parecido, aquilo mexeu com meus brios e La estava eu com o pau na boca antes mesmo de endurecer, a chupeta tava tão gostosa (modéstia a parte é minha especialidade) que baianinho urrava de prazer mesmo se declarando homem, ele dizia:
-Seu viado filho da puta, eu devia te encher de porrada pra vc aprender a ser homem, sua sorte é que nunca recebi uma chupeta tão gostosa, ah! chupa tudo vai minha putinha .
Eu obedecia e fazia ainda melhor, chupava os ovos a cabeça o umbigo alisava a bunda dele até que ele sem anunciar nada me deu um banho de porra. Acabamos de atravessar a passarela e ao chegar do outro lado só havia mato e um enorme pedra pintada de branco com uma propaganda de político no topo, pulamos a cerca que rodeava a pedra e fomos até o pé da pedra, quando rodeamos o lado que dava pra rodovia, havia uma cavidade na rocha, o local era bem escondido, da rodovia ninguém via por causa dos matos altos, da passarela por causa da própria rocha e da rua onde dava a passarela por causa que a rocha encobria a cavidade, como já tava perto de amanhecer, baianinho queria descansar ali mesmo e depois ir pra casa quando o dia clarear, ficamos ali mas meu instinto animal gritava dentro de mim, então sem cerimônia perguntei pro meu amigo se ele já tinha metido com outro homem antes
Ele disse que não era como eu, mas se eu tava a fim de dar a bunda ele na condição de meu amigo comeria sem problema, afinal tava doido mesmo pra comer uma putinha naquele dia.
Já colei nele e acariciando seu pau dei-lhe um beijo, ele meio sem jeito retribuiu com um delicioso abraço e nos entregamos um ao outro, aos poucos nos tornamos parceiros também para o sexo até que estávamos completamente nus ele, sem camisinha nem nada, me instigou pra caramba e disse que me daria uma aula de como se come um cuzinho gostoso, eu concordei em ser aluno daquele cara que outrora me ensinara também a fumar maconha, ou seja, todos os prazeres da minha vida aprendi com o baianihno
Baianinho me colocou de quatro em cima das nossas roupas, me pediu pra arrebitar bem a bunda e relaxar, pois eu não podia ficar nervoso se não ia doer, eu obedecia só que não conseguia relaxar, eu já tinha metido com outros caras antes e muito, mas era a primeira vez que eu ia dar o cu. Ele introduziu um dedinho no meu cu e fazendo movimentos circulares foi me deixando super a vontade, sempre falando comigo que era pra parar se doesse, ele enfiou outro dedo e fazia movimentos como que estivesse passando o dedo nas paredes do meu cu por dentro, aquilo me levava á loucura, de tanto tesão, meu pau já jogava gozo pra fora só no dedo do baianinho, ele forçava e os dedos deslizavam macio pra dentro e pra fora, ele então insistiu em por o terceiro dedo, eu não agüentei e pedi pra ele por o pau de uma vez pq aquilo era uma tortura pra mim, ele se posicionou atrás de mim arrebitou mais minha bunda e suavemente meteu o pau de forma que eu só senti alguma coisa quando as bolas dele bateram nas minhas nádegas, naquela posição, por ele ser mais baixo que eu estava muito dificultoso a penetração então ele me pôs deitado abriu minhas pernas e ajeitando o cacete na porta do meu cuzinho que agora pertencia a ele, socou com toda volúpia pra dentro de mim, pude sentir a cabeça tocar o fundo do meu reto, ele metia gostosamente e como eu já havia passado por uma experiência muito deliciosa com um caso meu chamado Marcelo, eu apertava o cu bem na ponta do pau dele como o Marcelo fazia comigo, baianinho fazia muitas caras demonstrando prazer e sempre sussurrava ao meu ouvido:” já que não tem puta vai amigo mesmo”
Naquela madrugada eu dei pro baianinho não só meu cu dei meu coração também, nunca pensei que pudesse me apaixonar por outro cara, apesar da minha pequena falha no caráter, sempre gostei de namorar mulheres, mas baianinho me fez sentir algo que nenhuma mulher faria, gozei feito bicho sem por a mão no pau, descobri o quanto e bom gozar dando o cu logo na primeira vez, deste dia em diante eu sempre pedia favores pro meu baiano e pagava com o rabo até que mataram ele numa dessas emboscadas que os traficantes fazem pra pegar maconheiro que não paga.
Nunca mais experimentei uma piroca tão gostosa quanto a do baianinho, nem a forma que ele fazia até hoje ninguém conseguiu chegar perto.

Um verdadeiro roteiro de filme pornô

abril 6, 2008

Finalmente decidi deixar o comodismo de lado e entrar na academia, estava precisando dar uma definida no corpo, pois valorizo a boa forma. No auge dos meus 18 anos, além dos hormônios estarem à flor da pele é preciso conquistar a auto-estima, já que moro em uma cidade do interior e, por isso, é difícil encontrar um cara com quem eu possa me relacionar. Estou tento uma adolescência meio frustrada por conta disso.
Como faço faculdade à noite, tive que fazer minha matrícula em um horário mais cedo, às 3:00h da tarde. Que droga! Quase ninguém. Isso mesmo, quase. Só três pessoas no horário, Paulinho, Thiago e eu. Paulinho é daqueles caras fissurados em academia, que freqüentam duas horas por dia e ainda querem mais, e o melhor, já estava todo malhado e gostoso, pois freqüentava a academia há dois anos. Ele tem a estatura normal, olhos castanho-claros, cabelos lisos e cara de safado. Sabe aquele cara que tem os pelinhos distribuídos pelo corpo de forma estratégica? Assim era ele. Uma loucura! Às vezes, ajudava o instrutor na orientação dos exercícios, pois era piolho de academia e já manjava tudo.
No primeiro dia de aula eu ficava fazendo os exercícios sem tirar os olhos daqueles músculos toneados e aquelas pernas grossas que a gente sempre quer TER entre as nossas, dava pra ver o volume da máquina que ele tinha entre as pernas, só faltava cochilar olhando para aquela coisa do outro mundo. Fiquei todo sem graça quando ele percebeu que eu não tirava os olhos, quando não era diretamente para ele, era pelo espelho. Teve um momento que eu o vi balançando a cabeça negativamente, fiquei todo vermelho.
Ela devia se perguntar: “o que esse cara pensa que eu sou?” As garotas não saiam do seu pé. Ele era um fenômeno mesmo! Mas imaginem o que aconteceu… Alguns dias depois o professor não apareceu (até hoje não sei porquê). O que fazer? Só sobrou receber as devidas orientações de Paulinho. Foi aí que fiquei mais envergonhado ainda. Ele disse que hoje ia dar as instruções, e que não me preocupasse, pois ele já tinha experiência. Ele percebeu como eu estava sem graça, abriu um sorriso que me deu um frio na barriga, segurou nos meu ombros com aquelas mãos fortes, deu uma apertadinha e disse: “Vamo lá?”.
Comecei a tremer. Não sei se foi minha impressão, mas ele pegava em mim com força e carinho ao mesmo tempo e encostava demais o corpo no meu (não precisava). Para que eu flexionasse as pernas da forma correta ele colocou as pernas dentro das minhas e afastou um pouco, enquanto explicava o exercício ele permanecia com as pernas encostadas nas minhas e eu sentindo os pelinhos roçarem nas minhas pernas e o calor que saía do seu corpo. Fui ficando excitado, é claro, não agüentava mais, pedi licença para fazer uma ligação e fui ao banheiro, não estava me agüentando.
Lá eu demorei um pouco esperando que meu pau se acalmasse, não houve como. Levei um susto quando ele entrou em seguida dizendo que eu não poderia interromper os exercícios e disse: “bom, se você quiser a gente pode fazer os exercícios aqui mesmo”. Quase me explodi de tesão quando ele falou aquilo, foi a confirmação, mas ainda estava com um pouco de receio. Fingi não entender: “Não, acho que lá fora é melhor, tá mais fresco”. Ele segurou de novo meu braço: “É só entrar no chuveiro”. Então eu pensei: “Puxa, parece que estou vivendo um roteiro de filme pornô”.
Então eu disse a ele: “Será que eu estou entendo direito o que você está falando?”. “Eu acho que você está mais sentindo do que entendendo”. Dizendo isso ele grudou no meu pau por fora do short e começou a acariciar, com a outra mão acariciava minha nuca. “Thiago está lá fora” “É verdade, lá fora!”. Dizendo isso ele foi até a porta do banheiro e trancou, começamos a nos esfregar e ele logo grudou em minha boca passeando aquela língua maravilhosa dentro da minha. Que beijo!
Depois começou a dar mordidinhas de leve no meu ouvido: “Sabe que eu sou louco por essa sua bundinha? Desde o primeiro dia venho reparando nela”. Foi aí que ele começou a acariciar a minha bunda, a essas horas ele já tinha tirado minha roupa. Por trás abriu o meu cuzinho e começou a passar a língua dentro dele. Fui às nuvens, soltei um gemido de prazer que poderia ser escutado por Thiago que a essa altura já deveria TER desconfiado. Em seguida, Paulinho afastou as minhas pernas com os joelhos, tirou aquela ferramenta maravilhosa e dura de dentro da cueca e ficava passando no meu cuzinho, que delícia!
Ele fazia que isso de propósito pra me excitar ainda mais, fazia que ia penetrar e ficava rodeando, me fazendo enlouquecer de tesão. Em seguida foi metendo devagarinho fazendo eu sentir cada milímetro daquela pica maravilhosa! Enquanto fazia o vaivém ele ia beijando o meu pescoço. Eu queria fazer um boquete e pedi a ele. Comecei pela cabecinha que já estava vermelha e fui descendo até chegar naqueles pelinhos deliciosos, chupava aquele picão todo (19 cm), as bolas, passava a língua pela virilha e ele também gemia, fui até seu cuzinho e passei a língua. Maravilhoso!!
Continuei chupando a pica e ele disse que ia gozar. “Vá em frente”. Toda aquela porra quente e deliciosa jorrou dentro da minha boca, que eu engoli com todo o prazer saboreando cada gota. Ele quis fazer o mesmo e começou a chupar o meu pau sugando com toda força, gozei bem gostoso naquela boquinha linda. Tivemos mais uma sessão de gostosuras debaixo do chuveiro. É claro, a gente precisava ficar limpinho pra ninguém desconfiar. Quando saímos do banheiro, Thiago já tinha ido para casa, já estava no horário de outros alunos.
Nos encontramos mais algumas vezes, mas ele passou no vestibular em outra cidade e passou a morar lá. Até hoje, quando vem passar as férias aqui, a gente ainda se encontra.

Meu melhor amigo, minha primeira vez

abril 6, 2008

Certo dia eu e meu amigo voltávamos de uma festa, ele ia dormir lá em casa, eu adorava quando isso acontecia. Chegando em casa fomos direto para o quarto, estavamos muito cansados pois já era 3 da manhã e tanhamos dançado a noite inteira. Coloquei minha cueca samba-canção, pois só dormia com ela e sem camiseta. Eu sou loiro de olhos azuis, branquinho, de bundinha arrebitada, e meio musculoso pois já faço academia a alguns anos (tenho 15 anos).
Meu amigo estava sem pijama, ofereci um dos meus, mas ele não quis pois gostava de dormir só de cueca, então tudo bem, ele tirou a roupa, e quando vi aquele volume, quase delirei. Ele era moreno, olhos e cabelo castanho claro, meio musculoso, tinha começado a malhar há uns 2 meses comigo na academia, era meu melhor amigo e tinha 15 anos mas faltavam dois dias para completar 16. Fomos dormir, lá pelas 4 da manhã acordei, não conseguia dormir, ele estava na cama que se puxa debaixo da minha, já estava sem lençol (estava calor começamos a dormir com lençol mas rolavamos tanto por causa do calor que acabávamos jogando eles no chão).
Estava como se deitado de barriga para cima, estava louco para colocar minha mão naquele volume, mas como? Resolvi aventurar, então resolvi passar a mão de leve só para sentir, se ele acordasse de leve tiraria a mão na mesma hora e fingiría que estava dormindo e que não sabia o que estava acontecendo. Fui eu passar a mão de leve! Nossa que delícia! Parecia ser tão grande que não cabia na minha mão inteira (e olha que minha mão é grande pois jogo basquete na escola). Passei muito a mão, até que uma hora deixei minha mão pesar e ela foi direto nas bolas. Ele mexeu, e eu puxei minha mão para debaixo do travesseiro rapidamente.
Mas logo abri os olhos para conferir se estava tudo bem. Começei a passar de novo e quando olhei ele estáva com o olho aberto e gostando, puxei minha mão assustado, e ele bem baixinho falou que eu podia continuar, que ele sempre esperou por este momento. Eu respondi que estava envergonhado e que não voltaria a acontecer, mas ele falou que olhou diferente para mim e que eu estava em todos os seu sonhos eróticos e que sempre batia uma para mim.
Assustado respondi que isso acontecia comigo também. Ele falou que sempre quis chegar em mim mas tinha medo de minha reação, e que já que tinha rolado isso, porque não tentamos algo? Respondi que tinha medo, mas topei. Devagar eu coloquei a mão na cueca dele, alisei e o pau dele começou a ficar duro novamente, passei a mão para dentro da cueca tendo um contato maior, nessa altura ele já fazia o mesmo comigo.
-Já fez isso com alguém ?
-Não.
De repente beijei-o, demoramos, depois largamos um do outro, ele abaixou e começou a chupar meu pau, depois viramos nun maravilhoso e inesquecível 69, ele antes de gozar tirou o pau da minha boca e falou que estava quase gozando e queria fazer isso dentro de outro lugar. Falei para ele que queria dar para ele. Ele tirou uma camisinha da carteira e colocou no seu pau, virei e fiquei de 4 para ele e ele me pegou por trás me fazendo extremecer de tesão, aí lambeu meu cuzinho virgem me fazendo delirar de tesão e implorar para ele enfiar aquele pau maravilhoso em mim e começou a fazer isso, meu, quando ele enfiou a cabeça doeu um pouco mas depois num movimento de vai e vem comecei a sentir um tesão indescritível aí rebolava de tesão naquela vara enterrada em meu cuzinho apertado que pulsava de tesão.
Então ele quis mudar de posição me virando de frente e me pegando de frango assado enquanto me beijava, já não sabia mais o que acontecia pois me perdi de tesão e ele queria me comer em várias posições e assim ele fez com maestria mesmo sendo inexperiente como eu, ele estava prestes a gozar e começou a aumentar as estocadas até que gozou num delírio, segurei meu gozo pois tbm queria comer aquele cuzinho lindo.
Peguei uma camisinha nova e fiz da mesma maneira que ele começando a lamber aquele buraquinho virgem também levando ele a gemer dizendo que nunca tinha sentido sensação tão gostosa, começei a enfiar a ponta de minha lingua na entradinha daquele buraquinho apertadissimo e ele não aguentado mais me implorou para que enfiasse meu cacete nele bem devagarinho pois ele queria sentir minha virilidade e tesão por ele, então tentei enfiar meu pau naquele cuzinho sedento mas não entrava, numa olhada em volta vi tudo de creme de aveia em cima da comoda e pensei em usa-la e lambusei meu cacete com o creme então comecei de novo a enfiar e aí ele começou a entrar bem gostoso…
Quase gozei de tanto tesão sentindo aqueles musculos contraídos, então parei um pouco para não gozar e para deixar ele se acostumar com meu pau dentro de seu cu virgem, e ele estava gostando e pediu para eu enfiar tudo pois queria que eu fosse o macho dele por inteiro, quando ouvi isso fiquei maluco e agarrando a cintura dele fui enfiando devagar a princípio e quando tinha entrado tudo ele começou a rebolar no meu cacete e aí não aguentei e comecei aumentar as estocas fazendo minhas bolas baterem na bunda dele, ele gemia e dizia que soubesse que fosse tão gostoso já teria me dado a mais tempo, eu já não aguentava mais e ia acabar gozando naqueles instantes então retirei meu pau e virei ele de frente e enfiei de novo agora de frango assado pois queria meter e gozar enquanto beijava aquele tesão, e numa contraida que ele deu no cuzinho dele não aguentei e lasquei-lhe um beijo enquanto gozava como nunca gozei antes, me senti nas nuvens e ele também.
Depois ficamos um em cima do outro fazendo carinhos e nos beijando. Cansados prometemos fazer de novo, jogamos as camisinha fora (pela janela) para ninguém perceber, voltamos para a cama de cada um, alisei a cueca dele de novo antes de dormir e disse que queria experimentar mais fantasias depois, ele topou e sugeriu mantermos um relacionamento.
Topei na mesma hora. Voltamos a dormir só que antes demos um beijo e prometemos não deixar ninguém saber do que havia se passado ali.

O amigo bombeiro do meu irmão

abril 6, 2008

Meu irmão é bombeiro militar e tem vários amigos lá do quartel dele que sempre vem aqui em casa.
Teve um sábado que ele apareceu com dois amigos fardados lá em casa, um eu já conhecia e outro me chamou atenção por ser bonito, mais ou menos com um 1,70 de altura e uma bunda linda e na frente um volume considerável. Ele me deu uma encarada, meu irmão me apresentou, ele falou o nome dele que é Rodrigo e disse que não sabia que meu irmão tinha tantos irmãos, pois somos 4 homens.
Eu falei para ele almoçar e ficar a vontade, mais ele não tirava os olhos de mim e isso mexeu comigo. Meu irmão ficou conversando com meus primos e ele ficou um pouco só, eu fui conversar com ele, ele me perguntou onde era o banheiro, eu falei “vem comigo!”.
Chegando ao banheiro eu abri e disse para ficar a vontade, ele entrou e deixou a porta meia aberta e deu para eu ver ele mijando, não sei se foi de propósito, mais eu vi, e era um pau grande pois mole devia ter uns 14cm e ele ficou olhando para mim.
Voltamos e ficamos batendo maior papo, ele perguntou se eu tinha namorada e falei que no momento eu estava só. E eu perguntei se ele tinha, ele falou que não mas que estava procurando. Eu disse:      – Espero que você ache logo      – Acho que eu já achei! – Disse ele
– É mesmo? E ela também quer?
– Eu vou perguntar agora, posso?
-Claro!
E sem mais nem menos ele me perguntou se eu queria namorar com ele, pois ele tinha me visto e ficou doido por mim, e que ele se sentia atraído por mim, que a vontade dele era me dar uns beijos.
Eu fiquei sem ação, pois ninguém da minha família sabe que eu sinto atração por homens e agora tinha um amigo do meu irmão falando que estava apaixonado por mim.
Eu falei:
– Olha cara eu não sei, isso nunca me aconteceu.
Ele falou que com ele também não, mas que ele estava afim de mim e que inclusive ele já estava de pau duro só de estar perto de mim. Eu falei que ia ver, pois pra mim tinha sido surpresa, claro tive que fazer um teatro. Lá por volta de 19 horas, meus primos já tinham ido embora e ele falou que tinha que ir, me chamou para sair com ele no dia seguinte, eu falei tudo bem. Ele me deu o endereço dele e o telefone e marcou de me encontrar no barzinho que fica no Parque da cidade em Brasília, onde moramos. No dia seguinte eu não via a hora de sair e me encontrar com o meu bombeiro. Quando cheguei lá ele já estava, e como estava lindo, de calça jeans e camisa gola pollo. Eu falei com ele, e ele me perguntou se eu queria beber alguma coisa. Falei que queria uma cerveja. Ele pediu duas e falou vamos andar um pouco, eu doido para agarrar ele!
Saímos andando e chegamos numas árvores e demos um abraço e um beijo. Fomos em direção a um banco próximo ao laguinho que tem lá e sentamos, ele falava que estava muito contente por eu estar ali com ele. Eu falei que tudo aquilo era novo para mim, e que eu topava namorar com ele mais meu irmão não podia saber. Ele falou, não tudo bem eu também não quero que ninguém saiba. Eu comecei falar de mim e ele dele. Gente ele é um gato, tem uma boca muito gostosa, as pernas grossas, peito peludo igual o meu, um sorriso lindo, tem 21 anos. Ficamos ali um bom tempo e começou a escurecer, eu fui e dei um beijo nele e ele me agarrou, fomos para debaixo de uma arvore e lá demos um sarro maravilhoso, ficamos lá até as 20 horas e ele me convidou para ir para casa dele, pois a irmã dela estava viajando com o marido dela e ele estava só em casa. Fomos, eu liguei para minha mãe e falei que ia dormir na casa de um colega meu. Chegando lá fomos direto para seu quarto. Ele tirou minha roupa eu já estava de pau duraço (18cm) e em seguida ele tirou sua roupa ficou só de cuecas, começamos um demorado beijo e quando vi tinha tirado a cueca dele e libertado aquele caralhão, que agora tinha uns 21cm, eu fui abocanhando e fazendo força para engoli tudo ele gemia, e eu ficava mais excitado. Fui… deitei por cima dele e ficamos sarrando, rola com rola que delícia. Falei me come, ele levantou colocou uma camisinha, passou cuspe no meu cu, me deu uma linguada maravilhosa, meu cu piscava a cada línguada e foi metendo devagar, eu estava tremendo de medo, pois a rola dele era grande, mais ele foi maravilhoso, meteu devagar e sempre me beijando e falando que me amava.
Com o tempo eu fui gostando e já não sentia dor, rebolava naquela rola gostosa e pedia que ele me metesse aquela mangueira toda, e ele empurrou e eu senti o saco dele batendo na minha bunda, eu “me” abria mais para dar prazer para o meu bombeiro. Trocamos de posição eu sentei em cima, e ficava subindo e descendo naquela rola dura, meu pau de tanto tesão pingava, ele gemia gostoso e falou que ia gozar eu falei “pode gozar meu macho”. Seu pau latejava, era a porra vindo ele gozava e gritava ai, que delícia cara, ai, e eu só cavalgando e gozando junto com ele. Depois os dois mortos de cansados, fomos tomar um banho e lá rolou altos beijos, o pau dele estava com a cabeça vermelha e logo estava dura de novo e eu virei e ele meteu, agora já entrava mais fácil… Ele me comia em pé e eu abaixava e subia, gozamos mais uma vez e ele dizia que me amava e que morria de medo de me perder. Perguntei se ele já tinha transado com outros, ele falou que transa não, pois eu fui o primeiro, e que o único envolvimento que ele teve com outro homem foi com um amigo há muito tempo ainda na época de escola e que só ficou numa punheta e o cara chupou o pau dele, mais que comigo era diferente, pois eu era maravilhoso, falei que nós iamos ter que disfarçar para que minha família e a dele não desconfiasse.
Naquela noite dormimos só umas duas horas, porque a maior parte nós estava-mos era transando, tanto que de manhã, eu ainda estava com o pau dele por cima de mim. Depois desse dia transamos várias vezes e onde eu ia sempre levava ele e tenho umas amigas que ficam dando em cima dele, mas nós disfarçamos, eu fiquei doido de ciúme e quando é em cima de mim que alguém dar, ele fica com mais ciúme do que eu dele. Hoje está mais difícil porque a irmã dele com o marido voltou, mais ele está comprando um apartamento para ele e logo vamos ter nosso canto.

Ela me emprestou seu marido

abril 4, 2008

Normalmente não uso nomes fictícios nos meus relatos, porque dificilmente podem ser identificados. Vivo no Rio de Janeiro, onde conheci Joana, 40 anos, verdadeira perua. Alta, loura, bunduda e casada. Ficamos amigos, depois que fui apresentado por uma conhecida comum. Joana gostava muito de sair para um chope na sexta-feira e sempre encontrava com o marido depois do expediente para curtir a noite no Centro. Ele é um negro, 1m90, uns 30anos, cara séria, de meter medo (pensei que fosse um desses policiais antipáticos, mas ele era estivador), muito bem alinhado, tipo malandro. Vez ou outra, a gente se encontrava nos mesmos lugares casualmente, e eu sempre estava com um amigo; outras vezes, marcávamos para beber juntos. Quando isto acontecia, eu ia sozinho encontrar com eles. Com sempre me viam com outro homem,deduziram, sem erro, que eu gostava, embora eu não seja afeminado, nem assumido. Numa quinta-feira, em que fomos numa festa em Copa, eles que sempre me davam carona, saindo um pouco do itinerário, resolveram que eu deveria dormir na casa deles. Embora eu argumentasse que no dia seguinte eles iam trabalhar cedo e eu não, Joana insistiu dizendo que Miranda sairia mais tarde eu poderia dormir mais um pouco, depois ele me levavam em casa se eu quisesse. Dormi no sofá, meio sem jeito, mesmo depois que ela arrumou um shorte para que ficar mais a vontade. Antes de dormir, percebi que eles transavam, embora com a porta fechada dava para ouvir a movimentação sexual dos dois. Pela manhã, Joana levantou e me acordou, depois percebi que propositadamente, pois havia tido que eu poderia dormir até mais tarde. Ela disse para eu ocupar seu lugar na cama, para dormir melhor o finalzinho do sono. Meio sem graça fui para a cama, onde Miranda estava. Ele dormia virado para a esquerda e deitei de costas para ele no lado oposto. Sonolento não foi difícil engrenar um sono profundo. Creio que uma hora depois, acordei com um peso sobre meu corpo. Miranda apoiara a perna grande, grossa e pesada, sobre meu quadril, e ficou com o corpo totalmente colado no meu, que pude sentir o tamanho do seu caralho já duro roçando minha bunda. Ele parecia dormir e fiquei meio imóvel para não acorda-lo e torcendo que ficasse mais tempo assim. Seu pau tava duro que nem um aço. Deveria estar sonhando que estava fudendo a mulher. Insinuei com o bumbum… quando ele enganchou seu braço forte na minha cintura me segurando firme…percebi que ele estava acordando e fiz menção de sair dele, quando ele me segurou com firmeza, dizendo não tá bom assim??? Calma!…estamos sozinho…vc não está gostando? Contorci o corpo para sair e acabei encaixando minha bunda que seu pau se alojou entre minhas nádegas. Tira o short que fica melhor, ordenou. E ao mesmo tempo foi arrancando a minha roupa. Não tinha ainda olhado seu pau, mas pelo que eu estava sentindo era um respeitável caralho. Grande e grosso. Ficou roçando o pau na minha bunda por algum tempo e depois sugeriu que eu mamasse, jogando o corpo sobre a cama e ficando com o pau apontado pro teto. Levei um susto ao ver aquela maravilha negra. Deveria ter uns 23cm. vai mama…vc vai gostar, incentivou Miranda, direcionando meu rosto para seu pau… comecei a acaricia-lo com bicotas e lambidas suaves e constantes, até que Miranda não agüentou e enfiou aquele maravilhosa cacete na minha garganta, fudendo minha boca em busca do gozo… Imundou minha boca com seu néctar e segurou minha cabeça para eu não tirar seu pau da boca e engolir todo o seu mel… Era um leite condensado, gostoso e farto… Miranda falou que tinha sido muito bom porque agora ele poderia me fazer de sua fêmea e atolar no meu cuzinho com calma e muito carinho. Eu já estava apaixonada por aquele pau negro, grosso, lustroso e reto parecia um tubo pvc, que iria despregar o que restava de pregas no meu cuzinho… Começou metendo de ladinho, assim que entrou a cabeçorra ele ficou metendo num ritmo constante e falando coisas que todo o viado gosta que seu macho fale… eu ainda não tinha sentido a extensão do seu caralho, quando ele mandou eu ficar de quatro. Colocou um travesseiro sobre mim para minha bunda ficar mais empinada ainda, arregaçou meu rabo e deu uma cuspida no meu cuzinho…Pincelou meu cuzinho com seu caralho até sentir ele bem duro novamente e pronto para entrar inteirinho… quando seu caralho engatou nas bordas do meu anelzinho ele socou com vontade que enterrou metade de uma só vez… não deu nem tempo de sentir dor…imediadamente começou um vai-vem tão gostoso que eu via estrelas de felicidade… Mais outra estocada firme e o caralho mergulhou fundo no meu cuzinho, preenchendo completamente meu interior… continuou num vai-vem lento e constante e gostoso…depois retirou a peia inteirinha e enfiou novamente com força,…fez assim diversas vezes, dizendo que queria me deixar bem arrombado para eu ficar gamado no pau dele como Joana era… Me fudeu mais de uma hora sem gozar ….depois me fez deitar e ficou sobre mim socando até gozar…eu gemia de amor de felicidade… quando acabou ficou abraçado sobre mim algum tempo antes de irmos tomar banho juntos. Disse que iríamos tomar café no botequim da esquina. Fiquei intrigado e perguntei o que ele iria dizer a Joana se ela desconfiasse de alguma coisa. Não se preocupe, ela que me disse que vc era viadinho, e que eu deveria alimentar meu caralho com um cuzinho de viado, para não perder o pique. Joana é da teoria que o hetero que não come um cuzinho de viado não é viril. Ela tinha me escolhido para alimentar o pau do marido. Depois quando ele me encontrou fez questão de mostrar que ela tinha armado tudo. Continuamos amigos e às vezes ela me convida para dormir na casa dela.

Lucas, amigo de escola

abril 4, 2008

Tudo começou na época do colégio ainda, na época no auge da adolecência, com o fogo todo, acordava no meio da noite todo melecado, coisas de adolecente. Bom, na minha aula tinham várias meninas, eu ficava olhando e imaginando e sempre que podia ia até o banheiro bater uma punheta. Na época sempre ouvia meus colegas dizer que comiam fulana outros primas e assim por diante. Porem alguns deles contavam que pegavam meninos tb, aqueles que todos sabiam que eram chegados em meninos. Na minha aula tinham 2, o Lucas, loirinho, gordinho, parecia uma menina. Certa vez estava no banheiro mijando e ele parou do meu lado para mijar, como eram aqueles mictórios que consistem em apenas um enorme ralo horizontal, não existia privacidade. Notei eu ele não parava de olhar para meu pau, que para a idade já era de um bom tamanho, perguntei qual era o problema e ele gaguejando disse que nunca tinha visto um daquele tamanho, dei uma risada e falei que ele precisava ver duro, notei nitidamente que arregalou os olhos e para minha surpresa pergntou se eu poderia mostrar para ele um dia, pois o seu duro era muito pequeno. Fiquei mudo mas resolvi apostar, falei para me encontrar atrás do vestiario, pois lá tinha um quarto onde guardavam o material de jardinagem, dai mostraria para ele. Tudo combinado, terminaram as aulas e eu segui para o lugar combinado, apostando que ele não estaria lá, porem, qdo cheguei o encontrei na porta me esperando, ri comigo mesmo e entramos, não sem antes ver se não havia ninguem por perto, era hora do almoço e os peões só voltariam as 14, ele ancioso, sua respiração estava acelerada, eu começava a curtir a situação, abri minha calça e baixei junto com a cuec até o chão de madeira, tinha uma cadeira daquelas de cozinha, sentei e então comecei a me masturbar diante do olhar curioso de Lucas, logo meu pau ficou duro, pois comecei a lembrar da gostosa da minha turma e do cheiro das calcinhas da minha irmã, Lucas largou um “Uau” nossa, esta enorme, meu pau ja estava com a cabeça toda melada, olhei para ele e disse que fizesse o mesmo se quisesse, prontamente tirou a calça de abrigo que vestia e pude ver seu pauzinho minusculo, com a ponta dos dedos começou a punhetar olhando para meu pau, perguntei então se ele não queria bater para mim, na hora ele sorriu e disse que adoraria, pois sempre batia para seu primo, ele se aproximou, com as calças nos tornozelos e ficando ao meu lado de pé, se curvou e pegou no meu pau iniciando uma punheta bem rapida, falei para ir mais devagar, me ajeitei na cadeira e fiquei curtindo, olhei pro lado e vi sua bunda gorda do meu lado, resolvi ver até onde ia aquela brincadeira, subi minha mão pelas suas pernas e cheguei até seu cu, comecei a brincar com meu polegar e notei que ele se arreganhava todo, cuspi nos meus dedos e resolvi ir mais fundo, enfiei um dedo e ele gemeu e rebolava bem devagar, notei que suas pernas tremiam, meu pau ja estava estourando e então resolvi arriscar, perguntei se ele ja tinha dado o cu, ele disse que sim, seu primo foi o primeiro e que desde então sempre que podia, dormia em sua casa e durante a noite eles trepavam várias vezes. Perguntei então se ele daria para mim, ele olhou para mim e disse que morria de vontade, mas tinha medo, pois meu pau era maior do que seu primo, falei que iria com calma, pois ja tinha pratica, claro que não disse para ele que tinha comido apenas um rabo, o da minha prima que ja era largo de tanto dar. Pedi então pra que ficasse de quatro no chão e deixasse o resto comigo, ele rapidamente se ajoelhou, dai resolvi tentar mais uma coisa, cheguei perto dele e pedi para me chupar, ele sem cerimônia agarrou meu pau pela base e abocanhou enfiando até a metade, juro que ao sentir sua boca quase gozei, segurei sua cabeça e comecei a meter na sua boca, para meu espanto ele chupava com muita experiência, como não queria gozar, resolvi consumar nossa aventura, me ajoelhei por tras e comecei a procurar seu cu pincelando meu pau no meio da sua bunda gorda, abrindo uma das nadegas pude ver seu cuzinho rosado, dei uma cuspida, encostei a ponta do meu pau e comecei a forçar a entrada, apos várias escapadas a cabeça entrou, Lucas choramingava dizendo que estava doendo, ignorando comecei a enfiar mais utilizando os ensinamentos da minha prima, vai metendo e tirando, metendo cada vez mais fundo, pois assim vc vai dilatando o cu e então não doi, e foi justamente o que fiz, Lucas agora gemia baixinho, mais um metida e senti meus pentelhos encostarem na sua bunda, então comecei a fuder aquele cu, quentinho, apertado e que soltava peidos qdo metia. Segurei pela cintura e comecei a meter com força, seu cu era delicioso e não aguentei muito tempo, dei uma estocada bem funda e gozei, quase cai de tão forte que foi, não sabia que era tão gostoso, Lucas olhou e perguntou se eu estava bem, falei que estava ótimo, tirei meu pau de dentro dele, todo melado de porra e com um pouquinho de merda na ponta. Sentado no chão, limpei com minha cueca mesmo. Lucas sentado, perguntou se eu tinha gostado, falei que tinha sido ótimo, dai perguntou se podiamos repetir mais vezes, pois ele tinha adorado, falei que com certeza, mas com uma condição, de que ele daria só para mim dali para frente, ele concordou, vi que saia porra do seu cu, dei minha cueca e disse para se limpar, pois ninguem poderia saber de nossas aventuras. Nos vestimos e fomos embora para nossas casas, meu pau estava dolorido, pois seu cu era muito apertado, mas foi ótimo. Depois deste dia, sempre que podiamos, nos encontravámos para uma trepada, ele gostava cada vez mais, uma vez chegou a gozar sem tocar no pau. Gozei várias vezes naquele rabo e na sua boca, no inicio ele cuspia fora, mas nas ultimas vzes ja estava engolindo tudo, era uma delicia. Quanto a mim, eu continuava a comer as meninas mais dadas e as que consegui comer o rabinho fiz o maior sucesso com a experiência que pegara com Lucas. No fim, mudei da cidade e nunca mais nos vimos, a ultima noticia que tive é que tinha se formado médico. Quem sabe um dia nos reencontramos, pois tenho saudades daquele rabo.

Senhor Mauro – o pai do meu amigo

abril 4, 2008

Meu nome é Marcos, tenho 18 anos, sou moreno, 1,70, 71kg, liso, tenho o corpo em forma, e modéstia a parte sou bem bonito. O que vou relatar aconteceu com o Sr Mauro, pai de um amigo meu.
O sr Mauro tem seus 42 anos, é dono de um corpo espetacularmente gostoso, mais alto que eu, parrudo, braços fortes, mãos grandes, peitoral largo e o que me deixa com mais tesão, muito peludo! Usa barba, e cabelo baixo.
Sempre frequentei a casa desse meu amigo cujo pai desde a primeira vez sempre foi muito gentil e atencioso comigo. Sr Mauro é separado da esposa, e sempre está namorando. Com o passar do tempo comecei a me sentir atraido por ele, e acho que comecei a dar bandeira, pois ele começou a perceber, mas sempre me tratando da mesma forma. As vezes eu ia em sua casa, e mesmo meu amigo nao estando, ele ficava um tempo conversando comigo, e uns tempos depois, ele sempre ficava mais a vontade nessas horas, tirva a camisa – e quase me matava de tesão – e começava a perguntar coisas mais intimas, e eu respondia na boa. Ele ficava pasmo quando eu dizia que nunca tinha feito nada com minguem, e até brincava “Precisa inaugurar isso aí Marcos”, e eu ria sem graça.
Muitas vezes eu dormia na casa dele, fazendo trabalho com meu amigo, e podia ter o prazer de vê-lo dormindo quase sempre de cueca, levantava no meio da noite só pra ir observá-lo, e me punhetava pensando naquele macho gostoso, em quão volumoso era seu saco por baixo da cueca. Nesses dias, sempre podia vê-lo saindo do banho enrolado na toalha, e eu ficava teso na hora. Fiz isso muitas vezes, sempre q dormia lá, já estava ficando craque em ficar imóvel velando o sono do seu mauro.
Numa dessas um dia, estou lá olhando pro volume do seu mauro, quando percebo o negócio crescendo, fiquei pasmo, afinal era tudo q eu queria, uma ereção… fiquei distraido, e quando me dei conta ele estava acordado, me encarando… fiquei imóvel, sem saber o que dizer e ele me olhando falou:
– Entra e fecha a porta!
Não me fiz de rogado, fiz o q ele mandou.
– Então vc tava aí me vendo dormir é?
— Éee seu mauro, eu tava passando, fui beber água…
– Pode parar de inventar isso Marcos, o tio sabe que vc curte um macho, e sei q vc fica aí sempre me olhando. Vc gosta de me ver assim?
— Que isso seu mauro, num faço isso não, o sr entendeu errado, foi só uma coincidência.
– Então tbém é uma coincidência vc estar com o pau duro enquanto diz pra mim que nao tem nada disso? disse o seu mauro apontando pro meu short levantado pelo meu pau duro.
Não tive o que falar, fiquei morrendo de vergonha. Nisso ele se levanta, e me abraça por trás..
Eu tremia tanto, ele me abraçou, eu senti o volume duro dele, e ele falou no meu ouvido:
– Desde q vc veio aqui a primeira vez que saquei a sua, e fico sempre muito satisfeto qdo vc vem aqui desde então, sempre quis fazer isso com vc! Vc gosta de me sentir assim perto?
— Se eu disser q nao vou estar mentindo seu mauro, eu gosto!
Ele então me virou de frente pra ele e veio com a boca na minha, colocando a lingua… e eu meio sem jeito, sem saber o que fazer com aquele lingua quente e molhada…~
– Então vc nunca fez nada mesmo Marcos? Nem beijou?
— Eu disse pro sr, não tava brincando!
– Então vou ter que te ensinar…
Ele então me ensinou, me beijou com aquela boca carnuda, maravilhosamente molhada e quente, enquanto me apertava nos seus braços e passeava com as mãos na minha bunda, apertando…
– Marcos, eu to muito afim de vc, que tal aprender uma segunda lição?
E já foi segurando minha cabeça e baixando até chegar no saco… ali eu já fui beijando por cima da cueca, apesar de nunca ter feito, sempre sonhei com aquele momento e o tinha ensaiado em minha mente… tirei o mastro dele pra fora, e comecei uma gulosa… aquele gosto diferente, mas que eu estava achando delicioso só me fazia mamar mais e mais enquanto ele gemia baixo e pedia q eu continuasse…
Fiquei assim uns 10 minutos, até que ele começou a gozar na minha boca, no primero jato eu me afastei, e lambuzei meu rosto, nos outros ele segurou firme minha cabeça e me fez provar seu leite. Segunda lição aprendida, ele me diz:
– Agora vem a prova final, quero te comer gostosinho aqui nessa cama!
— Mas seu mauro, agora não posso?
– Por que? Nao é isso q vc quer tbem?
— sim, mas e o rafael, ele pode acordar!
– Fica tranquilo, ele nao vai ouvir nada.
— Mas seu mauro, o senhor é avantajado, não vou conseguir ficar mudo, vai doer!
– E agora ou nunca Marcos, ajoelhou, mamou agora vai ter que me dar!
Apesar do medo, nao queria perder a chance, concordei com ele, e ele me pediu que ficasse de bruços.
Me deitei, ele me despiu, e começou a beijar minha bunda, e logo estava fazendo um cunete que me fez ir ate a lua, como ele mexia bem aquela lingua no meu cuzinho, nunca havia sentido nada igual. Depois de muito lamber deitou-se em cima de mim e ficou me encoxando, sem penetrar, me beijava na nuca e acariciava minha bunda, quando dei por mim, ele havia me penetrado com tres dedos de sua maos generosa.
– Pronto, vc já está relaxado, agora vem a melhor parte… fique tranquilo.
Seu mauro colocou uma camisinha, passou mais um pouco de saliva no meu buraquinho e encostou a cabeça daquele pau maravilhoso, que mais tarde eu saberia ter 18cm por 8. Começou a forçar, eu senti a pressão.. mas nao entrava, ele colocou mais força, e foi forçando, até que eu senti meu cu virgem se abrir e engolir a cabeça daquele membro delicioso, e nessa hora abafei meu gemido com o travesseiro.
Seu mauro parou por um instante…
– Tudo bem marcos? Vou continuar..
E começou a forçar mais um pouco, e eu comecei a gemer de dor…
Seu mauro pegou sua cueca e colocou na minha boca pra q eu abafasse meus gemidos, e continuou a forçar a entrada…
centimetro por centimetro ele foi me desbravando… e eu fui sentindo menos dor e mais tesão, ate sentir seus pentellhos roçandominha bunda, e depois seu saco pressionando minha entrada..
Ai então ele me abralou forte, me puxou pra um beijto e sem falar nada tirou o pau, e enfiou de uma vez…
Dessa vez a boca de seu mauro que abafou meu gemido, q aos poucos foi diminuindo, embora ele aumentasse as estocadas… eu estava me acostumando…
Ficamos alguns minutos assim, eu sentindo algo grosso e comprido entrando e saindo demim, ele então tirou o pau, e me colocou de frango assado, se posicionou, e enfiou com muita facilidade, como se meu cu ja nao fosse virgem há tempos, e enquanto me penetrava me olhava com a cara mais lerda q ja vi, e dizia pra mim: “Tá gostando de levar ferro do tio Mauro tá marquinho?”, então toma mais toma.. e metia, metia
Eu o abracei e ele foi colocando mais força, mais força, até que senti os musculos dele se contraindo e o pau dilatando no meu cu, foi quando ele explodiu em gozo, e começou a me beijar… eu podia sentir seu corpo dando espasmos… e eu imaginava aquele membro jorrando leite, hummmmmmm só me dava mais tesão… Seu mauro ainda ficou um tempo dentro de mim enquanto me beijava, depois tirou o pau, arrancou a cmisinha, e pediu q eu chupasse e deixasse limpinho, fizemos um 69, e enquanto eu limpava aquele pau que acabara de gozar rios de porra, ele mamava o meu cacete que acabaou gozando em sua boca! Depois disso, ainda ficamos nos beijando ate que eu voltei pro quarto onde deveria dormir, e fiquei o resto da noite acordado pensando no que tinha acontecido, e nas sensações que naquele momento eu tinha no meu outrora virgem cuzinho! Depois desse dia, passei a dormir mais vezes na casa do rafael…

Espero que tenham gostado!