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Festinha com os meus primos

março 22, 2008

Agora que me sinto mais a vontade de escrever e postar aqui nos contos do GLX, farei isso com mais freqüência. Me chamo Carlos, tenho 29 anos, pele branca, cabelos castanhos escuros, olhos castanhos claros, sou estudante e estou para me formar este ano.

O que vou contar aconteceu comigo no final do ano passado, final de novembro e início dezembro. Eu tenho dois primos que são de tirar o fôlego de qualquer um. Eles são irmãos. Fred é o mais velho com 30 e Pedro 29 igualzinho a mim. Desde que eu entrei na universidade passamos a nos encontrar com mais freqüência, pois comecei a beber junto com eles nas calouradas. Daí sempre que íamos para as festas, sempre voltávamos juntos e eu sempre dormia na casa deles. Minha tia até gostava, pois sempre era eu quem os trazia podres de bêbados para casa. Inocente essa minha tia. Pelo fato sempre se repetir, ela nos deu uma cópia da chave de casa, que sempre ficava comigo. Muitas foram às vezes que ela já nem saia do quarto para nos ver entrar. Eu sempre os levava pro quarto e lá mesmo cuidávamos de tomar banho e dormir.

Desde pequenos que fazíamos troca-troca. Mas nunca rolou entre os três de uma vez. Sempre intercalado. Acho que eles não comentavam entre si. Agora que estávamos bem crescidinhos, dava pra a brincadeira ficar bem melhor não acham? E ficou mesmo. Com o Fred foi mais demorado. Tive que seduzi-lo ainda bêbado. Certa vez fomos ao banheiro da na casa de sua namorada, pois estava rolando uma festinha lá e a casa era só nossa. As meninas se trancaram no quarto da namorada de Fred para fazer não sei o quê e deixaram apenas eu e ele no quintal de casa. Ele já estava cheio de cachaça quando me chamou para ir ao banheiro com ele. Chegando lá, ele pôs para fora um pau enorme e cheio de veias. A cabeça do seu pau parecia uma bola de frescobol. Não tive coragem de dar o cu para ele, mas o chupei até ele gozar. Mas fora de minha boca. Bati uma punheta ajudado por ele. Assim que terminamos, voltamos para o quintal e as meninas ainda estavam trancadas no quarto. Ele ficou chateado com o abandono e me chamou para vermos o que elas tanto conversavam. Encostamos nossos ouvidos na porta do quarto e percebemos que elas só falavam besteiras. De repente Fred bate na porta e fala: “Amor, já estamos indo embora!” Elas se apressaram pra sair do quarto e ele falou que poderiam voltar pra conversa mostrando que estava chateado. Realmente nos deixara de escanteio. Ela reclamou mas ele só fez me chamar.

Peguei o carro e fomos para a casa dele. Assim que chegamos, tia estava de saída para a Igreja. Pedro não esta em casa e o pai dele estava trabalhando, pois ele é taxista. Tia falou que tinha comida feita na geladeira e foi embora. Fred nem deu muita atenção. Foi pro banheiro do seu quarto e começou a tomas banho com a porta aberta e sem nenhuma cerimônia. Entrei em seguida para escovar os dentes, pois já tinha até a minha escova por lá. No banheiro não tinha box então dava pra vê-lo tomar banho. Ele falava que tinha achado fuleragem das meninas ter nos deixado de escanteio e por isso tinha decidido vir pra casa. Concordei com ele e me sentei no vaso enquanto escovava os dentes. Foi quando ele falou: “Tu num vai tomar banho não é porra?” Falei que sim, mas queria escovar os dentes antes pois estava sujos de carne. Ele começou a jogar água em mim. Então fui obrigado a tirar a minha única muda de roupas limpas para não ter que voltar para casa molhado.

Após tirar a roupa, me virei para o Fred e vi que ele já estava de circo armado. Me sentei no vaso novamente e fiz sinal para ele me deixar chupá-lo. Ele veio em minha direção. Aquele pau é lindo. Mas não dá para se colocar ele em qualquer canto. Como disse antes, a cabeça dele é muito grande. Não é muito grosso, mas é comprido. Deve ter mais ou menos 21cm. Não quis nem tentar encapar aquela jeba. Fiquei apenas punhetando, chupando, mexendo em seus testículos e o fiz gozar novamente. Mas dessa vez bebi todo o seu gozo. Vou lhes dizer. Gostaria de saber o macete de ejacular tanto, mesmo tendo gozado em menos de uma hora atrás. Eu já estava ficando enjoado de tanto beber e ainda saia porra do pau dele. Ele por sua vez, se contorcia e tremia de tanto prazer.

De repente. Ele parou, voltou para o banho e voltou a comentar da festa como se nada tivesse acontecido. Entrei debaixo do banho e comecei a me lavar. Ele me perguntou que gosto tinha a porra dele. Respondi que era salgada e grossa. E farta, é claro! Então ele me confessou que estava na seca e que as coisas com a namorada dele não iam bem. Por isso tinha ejaculado feio um jegue. Daí entendi o fenômeno e perguntei porque a pergunta sobre a sua porra. Ele me falou que tinha curiosidade de provar mas que já tinha feito isso com a sua própria porra e não tinha gostado e me perguntou se eu já tinha bebido a minha porra. Falei que sim e que achava melhor e mais gostosa que a dele. Então ele voltou pro banho, tirou o sabonete e o xampu e se sentou no vaso. Olhou para mim e me pediu para gozar em sua boca, já que eu ainda não tinha gozado depois da nossa sacanagem. Não me fiz de rogado e deixei ele me chupar até sentir que ia gozar em sua boca. Avisei que já ia gozar para ele não perder a chance. Ele se posicionou e voltou a me chupar. Quando comecei, ele aumentou a potencia da chupada e bebeu tudinho. Lambeu mais um pouco para garantir que não cairia nadinha no chão.

Então foi a minha vez de perguntar. “E aí, gostou do gostinho dela?”. Ele respondeu que o gosto realmente era melhor, mas que não tinha saído tanto quanto no dele. Falei que nunca fui de ejacular rios de porra, mas que achava que o tanto que saia dava pro gasto. Voltei pro banho e ele me perguntou se eu poderia guardar segredo de nossa sacanagem. Respondi que sim, e que quando ele quisesse mais, era só combinar. Depois eu lhes conto como as coisas funcionavam com o Pedro que era outro tesão.

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