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Meu novo assistente

setembro 30, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.comOlá amigos

Como sempre que posso vou escrever um conto de algumas coisas que em aconteceram, esta história que vou contar aconteceu nesta semana que passou, bem deixa eu contar desde o início.
Como alguns colegas devem saber sou profissional da área da saúde, sou jovem ainda mais muito bem sucedido na minha profissão. Por conta disso fui convidado a trabalhar chefiando um serviço de saúde destinado a idosos no interior do meu estado, num primeiro momento eu fiquei meio receoso de aceitar o convite, mas o salário era interessante, e eu teria que dar apenas um plantão de 24 h.
Então comecei a trabalhar, de cara diversas coisas me irritaram no trabalho, principalmente a postura de algumas técnicas de enfermagem, não tinham muito cuidado com os pacientes, então resolvi dispensar praticamente toda equipe de enfermagem, foi um verdadeiro reboliço, pois, estes municípios de interior é uma politicagem do cacete, é foda, o prefeito logo vem em cima de você para saber o motivo de tantas demissões. Enfim, eu precisava contratar mais profissionais para trabalhar comigo, coloquei uma boa equipe de nível superior, e vários técnicos de enfermagem, mas mesmo assim eu continuava a ter problemas com muitos deles, e mandei mais uma leva embora. Já não agüentava mais, na cidade me chamavam de carrasco, diziam que eu era muito ruim, e milhões de outras coisas.
Chamei mais uma renca de pessoas para fazer entrevista, e no final do dia me apareceu um jovem rapaz com seus 23 anos de idade, moreno, cabelos com gel, muito educado, e muito bonitinho, na hora eu achei o cara o maior gatinho, mas como eu era o diretor daquele lugar tinha que me dar ao respeito, então conversei com ele e disse que o mesmo ficaria em um período de avaliação. Como eu ainda estava precisando de alguns profissionais de nível superior eu fiquei fazendo 48 h e as vezes mais de 72 h de plantão, até que eu pudesse preencher as vagas, neste período deu para observar o trabalho da minha nova equipe mais de perto, e principalmente ficar de olho no Rafael, esse era o nome do rapaz, ele era muito carinhoso com os pacientes, cuidava muito bem deles. Quando eu chegava perto dele se tremia todo, ficava com medo de eu achar que ele estava fazendo alguma coisa errada e de mandá-lo embora, mas ao contrario estava gostando do trabalho dele, e disse isso a ele sem segundas intenções, o rapaz de fato era um excelente profissional.
Passaram-se algumas semanas e eu fui organizando a minha equipe, e acabei aceitando ficar mais um dia na cidade, lá eles me pagam significativamente bem. Ai num dia desses o banheiro de uma das enfermarias deu defeito, e eu estava no meu quarto dormindo, quando por volta das 23h Rafael me chama, dizendo o que estava acontecendo e me pergunta onde ele poderia tomar banho, na hora eu pensei, mas não haviam outro lugares para ele tomar banho, tinha um banheiro , mas era dos pacientes, e eu particularmente não confio em deixar a equipe usá-lo, por causa dos pacientes. Então disse a ele que poderia usar o banheiro do meu quarto. Voltei a deitar-me e ele foi para o banheiro, e eu peguei no sono, quando percebi que a porta do banheiro abriu e de olhos meio fechados , vi que Rafael tinha saído do banho só de toalha e meu quarto estava escuro, percebi que ele não queria fazer barulho para não me acordar, nisso percebi que ele foi em direção ao ponto em que a luz do banheiro iluminava o quarto. Fiquei louco, o cara tinha tirado a toalha, nossa que bunda era aquele, ele era todo saradinho, uma bundinha cabeludinha, bonitinha, nesta altura meu pau babava e eu louco de tesão. Nisso ele se vestiu e saiu do meu quarto, não me contive e toquei uma punheta, pensando naquele moleque, nem dormi pensando naquela situação, mas eu precisava me conter, afinal ele era meu funcionário, não poderia me envolver, ainda mais porque ele era todo machinho, não tinha pinta de gay ou que gostasse da parada.

No dia seguinte eu pedi para o encarregado da manutenção do asilo para arrumar o banheiro da enfermaria, mas a tubulação era antiga, destas de chumbo, e ele iria precisar ir a capital comprar a peça. Então disse a Rafael que ele poderia ficar tomando banho no meu quarto, e ele aceitou, neste mesmo dia choveu muito na cidade e a substituição dele não foi trabalhar e tive de pedir que ficasse dobrando o plantão. Eu tava louco de tesão já estava trabalhando a 4 meses naquela cidade, longe de tudo e de todas, todo bem que eu vinha uma vez por semana para casa, mas mesmo assim eu queria sexo, não tava me agüentando, fui me recolher quando novamente Rafael bate a porta e pede para tomar banho, nisso ele deixa a sua roupa limpa sob uma cadeira que tinha no meu quarto, e começa a tirar a roupa sem cerimônias na minha frente, eu fiquei alucinado com aquele homem semi nu na minha frente, eu fiquei meio desconcertado, e ele percebeu que eu tava de olho nele, e deu um leve sorriso e me perguntou se havia algum problema dele se despir diante de mim, na hora disse que não havia nenhum problema . Nisso ele põe uma toalha no ombro e entra para o banheiro, e eu fico alucinado, pensado uma maneira de dar uma olhadinha nele, e ele tava demorando dentro daquele banheiro, então pensei, vou entrar para dar uma mijada, não há nada demais em um homem mijar enquanto o outro toma banho, abri a porta bem devagar e saiu aquele vapor do banheiro, quando olhei ele estava no chuveiro de olhos fechado se masturbando e nem tinha percebido que eu tava olhando pra ele, na hora eu fiquei ali parado de cuecas e de pau duro, foi quando ele abriu os olhos e deu de cara comigo. Ele ficou tão sem graça, ficou muito envergonhado, mas eu não resisti e disse calma rapaz, na sua idade é muito normal, ainda mais pelo fato de vc já estar a quase 48 h trabalhando.

Disse a ele que o único problema é que vê-lo se masturbando tinha me deixado excitado. E que assim como ele eu também tava cheio de tesão de tocar uma punheta, e perguntei se ele se importava de eu tocar uma ali também (EU NA VERDADE PARECIA O LOBO MAU QUERENDO COMER A CHAPEUZINHO VERMELHO), ele ficou meio sem saber o que dizer, e eu botei meu pau para fora e ele deu uma olhada, e comecei a me masturbar e ele ficou olhando, foi quando eu peguei na mão dele e disse me ajuda aqui, ele tentou tirar a mão, mas eu puxei, ele meio sem jeito começou a me punhetar, foi quando eu peguei no dele também, não me agüentei de tesão e meti a boca no pau dele, e ele soltou um jemido, tava adorando pelo visto toda aquela situação. Eu o puxei para chupar o meu também, não sabia chupar direito, acho que deveria ser a 1ª vez que ele fazia aquilo, foi quando eu o levantei e comecei a beijá-lo de baixo do chuveiro, que boca gostosa, que corpinho lindo e delicioso, peguei um pouco de sabão e comecei a esfregar no cu dele que piscava enlouquecidamente. Eu o virei de costas e comecei a esfregar meu pau cheio de sabão no reguinho dele, ia na portinha , nossa tava bom d+.
Foi quando eu me abaixei e joguei água na bundinha dele e meti a linha no cuzinho dele que piscava, não me agüentei e meti um dedo bem La no fundo e ele soltou um gemido. Era a deixa peguei uma camisinha que estava na minha bolsa e um pouco de KY e ele meio assustado, disse que ainda era virgem, e que tava cheio de tesão em mim desde o dia que me viu , mas que não imaginava em trepar com o patrão dele. Falei para ele que seria apenas um segredo nosso, e dei um beijo nele, e pedi para que saísse do chuveiro e deitasse em minha cama, em uma posição de frango assado fui colocando bem devagar ele fazia cara de dor, mas foi aos pouco liberando e entrou tudo , ele gemia de prazer e eu também, foi muito bom, devo ter o comido por uns 20 minutos até eu gozar em seguida o moleque também gozou de ir na cabeceira da minha cama.

Cai sobre ele , ambos com a respiração a mil. Ficamos naquela posição por um tempinho, foi quando eu pedi a ele que voltasse ao trabalho, pois os pacientes estavam a sós, ele lavou-se e ao sair do banheiro dei um beijo e um abraço nele. Ele realmente é um menino muito bonitinho, é uma gracinha me parece ser muito carente e carinhoso. Passaram-se algumas horas e o meu plantão estava no fim e o dele também, então ofereci uma carona para ele, e no caminho como meu carro é alto e com vidros escuros, fomos de mãos dadas, perguntei se ele queria ir a capital comigo ele disse que sim, que só teria que ligar para a casa dele para avisar a mãe, e assim ele o fez, e ficamos em meu apartamento, mas essa já é uma outra história que depois eu conto, espero que tenham gostado.

Coisas da Vida

setembro 30, 2007

Sempre tive um relacionamento amistoso com a minha família. Apesar de minha opção sexual sou tratado com carinho e respeito por todos. Não demonstro meu lado gay, pois sou bastante discreto e chego inclusive a levantar dúvidas quanto a minha pessoa. Nos momentos oportunos surgiam aquelas perguntas bizarras de mulheres, casamento e filho. Eu, sempre esquivando com respostas vagas. Assim, o pessoal ia levando, apesar de ter certeza de que eu era gay e que os papos relacionados a mulheres, casamento e filhos estavam distantes de mim. Tenho um primo, de 32 anos. Belo por sinal e bastante mulherengo. Professor de educação física, 1,85cm, corpo bem definido e disputadíssimo entre as mulheres. Ele demonstrava certo avesso aos homossexuais. Sempre que saíamos e víamos algum gay ele demonstrava desprezo, profanava comentários degenerativos a pessoa. Dizia que era uma vergonha para a classe masculina ou discriminava dizendo que com tanta mulher dando sopa no mundo havia quem se prestasse a gostar de homem. Ficava na minha e relevava tudo o que esse meu primo falava. Moro sozinho a alguns kilômetros da capital e da minha família. A cidade em que moro é turística, oferece praias e outros lazeres. Minha família costumava me visitar nas chamadas altas temporadas, porém os meus primos costumavam fazer visitas inesperadas. Apareciam com alguma mulher ou quando não, em função a algum evento que acontecia na cidade. Certo dia estava em minha casa, já era bem tarde da noite, estava na internet numa dessas salas de bate papo, quando ouvi uma buzina insistente em frente a minha porta. Desconfiado fui ver o que se tratava e para a minha surpresa era justamente o primo que costumava falar mal de gay. Logo de cara perguntou se eu estava sozinho e se podia passar a noite em minha casa, caso não houvesse problema. Claro que não haveria o menor problema, quanto mais sendo um parente. Daí ele saiu do carro, pegou uma mochila e me acompanhou. Disse-me que estava participando de um determinado campeonato que estava rolando na região e que encerraria no dia seguinte. Por estar distante de casa e muito cansado, resolvera baixar em minha casa, mas sem ser inconveniente. Sorri para ele e retruquei que não haveria problema algum, pois a minha porta estava constantemente aberta para a minha família. Perguntei se estava com fome, se queria tomar algo, enfim, mostrei-me bastante simpático. Ele, sorridente, intimou-se a sair para comer algo fora e tomar um chopp, pois estava a fim de aproveitar o finalzinho da noite. Concordei. Em alguns minutos fiquei pronto e saímos para comer uma pizza e tomar chopp. Ficamos num restaurante próximo a minha casa que, por sinal estava lotado. Havia um carinha, bastante interessante que não tirava o olho de mim. Meu primo notou e mandou uma letra dizendo-se intrigado pelo fato daquele sujeito não tirar os olhos de nossa mesa. Cheguei a conclusão de que aquele seria o momento ideal de sair do casulo e abrir o verbo para meu primo. Pedi uma dose de wisk, enchi de coragem e mandei. Perguntei o que ele achava de mim, pois afinal havíamos crescidos juntos e além de primos éramos grandes amigos. Por usa vez, ele respondeu que me achava o máximo a começar pela coragem que tive em sair de casa logo cedo e ser independente, apesar da família discordar e me julgar a verdadeira ovelha negra da família. Disse também que não entendia o porquê da minha vida solitária, ou seja, eu não ter uma namorada, uma mulher, o que fosse. Sorri e pedi que me olhasse bem nos olhos. Ele ficou meio desconfiado. Não perdi tempo e disse que era gay. Aceitasse a família ou não, mas que a opção era minha e que ninguém tinha nada a ver com a minha vida e que ele estava sendo o primeiro da família a saber abertamente sobre a minha pessoa. Meu primo silenciou, deu uma tragada em seu chopp, aos poucos foi amenizando o semblante e finalizou com um sorriso. Segurou o copo de chopp, ergueu e convidou-me para um brinde. Fiquei surpreso com aquela atitude, não estava entendendo nada. Ele disse que estava feliz com a novidade que na realidade não era novidade alguma. Disse ainda que mais do que nunca ia gostar de mim e respeitar. Senti certa segurança ao ouvir aquelas palavras. Daí ele emendou dizendo que só ia ficar possesso se ao estivesse comigo alguém ficasse me paquerando como já havia percebido naquele restaurante. Sorrindo, disse a ele que era a coisa mais natural e que não se importasse, pois eu tinha os meus momentos e sabia a hora de paquerar. Ficamos mais algumas horas naquele local e em seguida fomos para casa. Meu demonstrou um carinho estranho comigo, parecia estar mais a vontade. No percurso do restaurante para a minha casa, por dados momentos ele passava a mão em meu pescoço, sorria e repetia com satisfação: “Quer dizer então que temos um gay na família”! Chegamos em casa, ele estacionou o carro, entramos e voltamos a conversar. Ele demonstrou certa curiosidade em saber como funcionava, quem era quem na cama, enfim, aqueles papos caretas de heteros interessados em adquirir experiências. Sem constrangimento fui relatando tudo, dizendo que não havia esse papo de ser isso ou aquilo, pois entre quatro paredes tudo era válido quando as partes têm interesse em concretizar. A gente ia se preparando para dormir e dialogando. Percebi que meu primo estava muito interessado em saber mais sobre o universo homossexual. Como já era muito tarde, resolvemos dormir. Meu primo perguntou se podia dividi a cama comigo, pois não queria deitar no chão. Concordei. Já estávamos meio altos devido ao chopp que havíamos consumido. Deitei sem a menor maldade. Meu primo estava apenas de sunga. Nossa que corpo magnífico. Ele é moreno, corpo liso e definido. Todo gostoso. Bem, eu já estava quase cochilando, enquanto ele havia apagado literalmente. Em determinado momento senti uma das pernas do meu primo sobre a minha bunda. Fiquei assustado e um certo tremor dominou meu corpo. Embora sonolento, fiz questão de me manter aceso, fingindo está dormindo. Fiquei de lado, pois é o meu jeito de dormir. Subitamente, senti meu primo encostar e o volume de sua pica em minha bunda. Cada vez mais eu tremia de medo e nervoso. Paralisei e esperei o próximo acontecimento, fingindo estar dormindo. Em seguida, senti a mão dele acariciando a minha bunda. Tive certeza de que não estava dormindo, ou seja, estava fingindo também, esperando apenas que eu apagasse a luz. Podia recusar aquele assédio já que se tratava de um primo, porém decidi dá corda fingindo está dormindo. Meu primo então arriou o meu short bem devagarzinho e começou a lamber meu cu. Com todo cuidado me colocou de bruços e ficou a lamber meu rego. Nossa! Eu estava extremamente excitado com toda a situação. Passados alguns momentos, senti o contato de sua pica em minha bunda. Ele me pincelava com o caralho. Senti a grossura e o calor daquela coisa maravilhosa. A respiração dele era ofegante e desprendia uma força inacreditável. Novamente, com o máximo cuidado, me virou e com jeito foi enviando sua piroca em minha boca. Percebi que queria ser mamado. Como sou um super ator, fiz de conta que estava sonhando e passei a chupar. Meu primo soltava gemidos e “ais” de prazer. Sempre que me movimentava, ele tirava rapidamente o pau de minha boca e ficava quietinho. Prossegui em minha atuação safada. Meu primo voltou a enfiar o pau em minha boca. Enfiava até minha garganta e tirava. Ele sabia que eu estava acordado e concordando com toda a putaria. Ficou um bom tempo nessa brincadeira. Percebi quando levantou, encaminhou-se até a mochila e retornou em seguida. Estava com um preservativo nas mãos. Colocou no pau. Segurou-me com força e virou de bruços. Enfiava um dos dedos na boca e em seguida enfiava-o em meu cu, bem devagar. Era duro resisti, mas eu esperava pelo melhor, a pica dele. Não esperei por muito tempo, alguns momentos depois meu primo forçava com a piroca a entrada do meu buraquinho. Sentia uma dor maravilhosa. Foi enfiando bem devagar e em seguida começou a estocar. Ele sussurrava, gemia e metia bem forte em mim. Foi um sexo demorado e gostoso até chegar ao orgasmo. Em seguida, ele ajeitou meu short, levantou, foi ao banheiro, fez sua higiene e acomodou-se ao meu lado. Eu estava feliz e realizado, pois nunca havia passado pela minha cabeça transar com o meu primo que abominava gay. Logo pela manhã, fui o primeiro a sair da cama. Fui á padaria comprei pão, leite e queijo. Ao retornar, meu primo já estava de pé. Perguntei como tinha sido a noite, se havia dormido bem, enfim. Ele, muito animado respondeu que tinha sido a melhor noite que já tivera em toda a sua vida. Coloquei a mesa do café e durante o mesmo comecei a falar que havia tido um sonho interessante. Ele demonstrou interesse em saber que sonho tinha sido. Comecei a relatar. Disse que parecia ter sido real, pois transava com um cara, só que não lembrava a cara e nem o jeito dele. Ele sorriu cinicamente e disse que esses sonhos eram perigosos. Falei que sentia inclusive uma dor no ânus de tão real que parecia o sonho. Meu primo levantou da cadeira, dizendo-me que ia ao banheiro tomar um banho, pois teria que sair para o tal campeonato. Vi que estava de pau duro, mas me controlei. Ele ficou algum tempo no banheiro, após tomar banho, saiu enrolado na toalha e resolveu se arrumar diante de mim. Ao tirar a toalha, ainda brincou comigo, pedindo para que virasse para outro lado, pois para a gente não valia, já que éramos primos. Sorri e disse que não tinha nada a ver, pois eu era inofensivo e respeitava os parentes. Quase não me contive ao ver a enormidade da piroca dele e o que eu havia enfrentado na noite anterior. Então ele se arrumou e, antes de sair, disse-me que de vez em quando faria algumas visitas surpresas, pois adorava a minha companhia. Pediu que me cuidasse e que não desse confiança aos caras. Abraçamo-nos fraternalmente e em seguida ele foi embora. Nossa! Não consegui esquecer aquele momento inesperado com meu primo, afinal são coisas da vida e quem somos nós para evitar? Espero que tenham gostado desse meu conto. Um grande e carinhoso abraço a todos e o meu e-mail é perei_san@hotmail.com. Até um próximo encontro!

A Espera

setembro 22, 2007

rlpassport@hotmail.com

A Espera…
Sou paulistano, descendente de italianos, moro, desde a infância, numa vila de sobrados num bairro tradicional de origem italiana. É um lugar aprazível, diria um pequeno oásis de tranqüilidade dentro desta mega cidade.
Estou só desde os 20 anos, quando perdi meus pais num acidente aéreo. Naquela ocasião cursava matemática e com muita dificuldade consegui meu diploma. Hoje leciono para alunos do segundo grau e de faculdade, adoro o que faço, sou apaixonado pela matemática!
Sete anos atrás vagou um sobrado defronte ao meu, alguns meses depois veio morar um casal com um filho de 10 anos, garoto sorridente; prestativo principalmente com os mais idosos que moram no conjunto, sempre pronto a ajudá-los, em pouco tempo conquistou a simpatia e o bem-querer de todos.
Seus belos olhos negros emanam meiguice e alegria de viver…
Todos os dias, quando saio para o trabalho ele está lá cuidando do jardinzinho e me acena desejando “Bom Dia”, fica-se impregnado pelo seu sorriso e o dia parece ser muito melhor.
Certo sábado, de muito calor, saio de camiseta regata e uma bermuda apertada, que colocava em evidência a minha “mala”, modéstia à parte fui agraciado pela natureza…
Vem o garoto ao meu encontro, sorridente como sempre, porém, a alguns passos, dá uma estancada e fixa o olhar no meu “montículo”, seu semblante se transforma e seu olhar fica perdido…
Juro, por um momento fiquei sem chão!
Imaginem! Eu, então, um homem de 33 anos perdendo o fôlego diante de um rapazinho…
Um turbilhão se abateu sobre minha cabeça, tratei de dar-lhe logo um “tchauzinho”, enfiei-me, apressadamente, no carro e fugi…
Sequer espiei pelo retrovisor…
Meu Deus! Sempre fui extremamente contrário e repudiei veementemente, qualquer forma de pedofilia e, no entanto, caíra no seu engodo, estava sendo posto à prova…
O olhar daquele garoto fez-me perceber quanto o desejava e, por outro lado, quanto isto conflitava com meu escrúpulo sexual. Num misto de culpa e frustração, mas reconciliando-me comigo mesmo, fiz uma promessa que, se um dia acontecesse algo entre nós, não seria antes dele completar os 18 anos!
Esta promessa acalmou meu estado de ânimo e pude tocar minha vida bastante em paz.
Outras vezes aconteceu aquele olhar furtivo do Ricardo – esse é seu nome – contudo, fiel à minha promessa, conseguia manobrar sempre com bastante espontaneidade e, a fim de evitar estas situações, passei a usar roupas mais largas, que disfarçassem ao máximo a sexual protuberância.
Sucederam-se as semanas; os meses e os anos, nunca traí meu propósito, mas ansiava tanto que “acontecesse”, que nunca mais saí para transar: masturbava-me e pronto!
Numa bela manhã de terça-feira… Ah, que dia lindo!
Com um sorriso, como nunca, ele veio ao meu encontro e disse: -“Olá, Paulo, sexta-feira completo meus 18 anos e, então, estarei livre”…
Um silêncio de morte se abateu naquele momento!
Qual recado estava me mandando?
Juro, fiquei atônito.
Recompondo-me o melhor que pude efusivamente lhe disse: -“Parabéns garoto, o tempo passa, não é mesmo?
-“É, sim… Custou a chegar, mas estamos bem perto”… Disse sorrindo e em tom malicioso.
Bem, caro Paulo, mas o que eu queria mesmo, é convidá-lo para uma pizza, lá em casa, na sexta-feira.
Sabe, meus pais gostariam de fazer-me uma festa, mas como eles precisam viajar no sábado, por enquanto será apenas uma pizza.
-“Você, vem, não”? perguntou com certa sofreguidão.
-“Claro! Ricardo, você sabe que o admiro muito, aliás como todos aqui da vila”…
-“Sim, eu sei, porém, só vc e dois casais amigos de meus pais são convidados, a vizinhança ficará para a festa”.
-“Ah! Obrigado pela distinção, pode estar certo que lá estarei para te dar meu abraço”. Disse-lhe com um certo entusiasmo.
-“Ótimo, faço questão absoluta da sua presença, mas”…
Interpelei:-“mas”…
-“Mas espero mais que um abraço”, completou com um sorriso provocador.
Caramba! Seria mesmo uma cantada?
Como? Pensei, eu nunca falei nada a ninguém, muito menos prá ele sobre o que se passava em meu íntimo e ele parecia saber exatamente de tudo…
Chegou a sexta-feira, volto prá casa do trabalho com uma bela camiseta e um belo papel de presente, fiz o pacote mais lindo que já fizera em toda minha vida, visti-me com uma calça bem justa – queria ver qual efeito surtiria – coloquei no bolso um segundo presentinho e lá fui eu…
Não precisei tocar a campainha, lá estavam os belos olhos negros à minha espera.
Sem muito escrúpulo, forço minha virilha para a frente, expondo, o quanto podia, a minha “mala”…
Numa troca “despudorada” sinto seu olhar lânguido “devorá-la”, o sorriso que lhe era peculiar dera lugar à fisionomia de sedução e desejo…
Putz! Era a confirmação. Sim! Agora tinha certeza: Aconteceria…
Entregando-lhe o presente, dei-lhe um abraço apertado encostando bem meu sexo na coxa dele, que, discretamente, o pressionou com a mão…
-“Verá que não foi em vão essa longa espera”, sussurrou sorrateiramente.
Danado! Então é verdade, ele havia “beliscado” tudo.
-“Pelo amor de Deus, Ricardo, não me coloque em má situação”!
-“Sim, sim, perdoe-me, é que a longa espera não foi só sua”…
Entramos logo, antes que o circo se armasse por completo!
Apesar da intensa emoção, a noite transcorreu serena e muito legal. Por volta da meia noite despedi-me de todos, oferecendo-me para levar seus pais ao aeroporto, entretanto um dos casais já se prestara a isso, então, desejando uma ótima viagem, disse a seus pais que partissem em paz, que eu cuidaria bem do filho deles…
O meu Adonisinho me acompanhou até o portão, saquei do bolso o segundo pacotinho, passei a ele recomendando que não o mostrasse a ninguém e usasse seu conteúdo no dia seguinte…
Esforçando-me para parecer o mais natural possível, lhe dei um abraço e sussurrei em seu ouvido: -“Não deixe, que seus pais esqueçam alguma coisa”… Ao quê, recebi um largo e maroto sorriso.
-“Paulo, e você acha que eu já não me preocupei com isso”?
Retribuindo-lhe o sorriso e sentindo-me um garotinho de 15 anos fui prá casa pisando nas nuvens…
Quase não dormi a noite toda, felizmente, logo cedo, chega o casal de amigos, corro ajudá-los com as malas e partem…
Enquanto o carro não saiu do portão principal, não tive coragem de trocar, sequer, um olhar com ele…
O portão eletrônico estancou!
Voltei-me então para ele.
Estava lindo com a camiseta que lhe dera…
-“Que tal um café – entremeou uma piscadela – ainda está quentinho na cafeteira”? E juntou bem baixinho: -” Assim você pode conferir no “manequim” o segundo presentinho”…
-“Ric_a_a_ardo! Será que eles não esqueceram nada mesmo”? Balbuciei.
-“Fique tranqüilo, repassei a lista três vezes”…
Gente, Tivemos que entrar rapidinho para não dar vexame: Meu pau já estava a fim de furar minha bermuda!
Entramos, assim que fechei a porta, ele parou dando-me as costas e jogando a cabeça um pouco para trás, aceitei rapidinho o convite e passando meus braços sob os seus, abracei-o fundindo meu corpo ao dele. Meu pau “duraço” cravava suas nádegas…
-“Ah, quanto esperei por isto, que cacete delicioso”! Disse extasiado.
Saquei sua camiseta, desci sua bermuda.
Que maravilha! Que corpinho encantador, tudo em cima e como era voluptuoso vê-lo metido naquela cuequinha semi-transparente…
-“Paulo, quero ser seu, pegue-me no colo e leve-me até minha cama, quero fazer com você tudo o que sempre sonhei. Quantas vezes me masturbei e fui abrindo caminho, para você, com um “brinquedinho” de látex, agora quero o verdadeiro, quero sentir o calor e a força das rajadas de seu esperma”…
Quanto mais ele falava, mais duro eu ficava, se é que dava para ficar mais duro! Agarrei-o forte, beijei-o intensamente, passei meu braço sob seu, dando apoio às suas costas e o
outro sob seus joelhos e o trouxe de encontro a meu peito. Levei-o para o quarto, deitei-o na cama, beijei cada centímetro de seu corpo, mordisquei suas tetinhas rosadas, lindas, com seu mamilos durinhos como duas mini cerejinhas, lambi todo seu torso, seu ventre, umbigo, belisquei seus pêlos púbicos com meus lábios, beijei mordiscando a planta do seu belo cacete, beijei seu escroto engolindo suas bolas. ele gemia de prazer, subi até sua glande e abocanhei todo seu mastro, não muito grande, mas uma perfeição…
Ele levantou meu rosto e, fitando-me, foi arrastando-me em direção ao seu e selamos um beijo etéreo, onde as salivas se misturavam num mítico cocktail.
Segurando-me pelas nádegas puxou-me para cima, na subida friccionei meu pau e meu saco pela sua barriga, peito e pescoço, então ele começou a sugar minhas bolas, mordiscou-me toda a região púbica, conduzindo meu baixo ventre um pouco mais para cima, esfregava seu rosto no meu pinto como se estivesse em transe e a cada gota seminal que eu orvalhava, apressava-se a sugá-la para não perder nem uma molécula, fez-me subir um pouquinho mais e me deu um banho de língua no rego e no ânus… Que delícia!
Então, virando-se, para ficar de costas, foi esfregando seu pescoço e sua nuca no meu sexo, até estar com o peito todo esparramado no lençol e pediu para eu possuí-lo.
Num movimento contrário à subida, voltei friccionando toda minha parte mais erógena pelas suas costas, quando meu pau atingiu seu rego ele começou a contrair suas nádegas e relaxá-las realimentando meu tesão, mas continuei minha descida esfregando todo meu torso nas suas costas, seguido do meu queixo; lábios e nariz, quando o queixo se encaixou no lindo encontro de suas nádegas, então com leves movimentos em zig zag fui abrindo suas nádegas acomodando-o mais e mais, massageando sua portinha, tão linda, rosadinha; sem o menor resquício de pêlos, meus lábios tocaram sua entradinha e minha língua começou a massageá-la e penetrá-la, preparando-a para o enlace final…
Ele estava doidinho de tudo, já não se continha e implorava para eu transpassá-lo, subi novamente, ato contínuo ele foi empinando, o quanto pôde, aquela estupenda bundinha, meu pau estava melado, quando encostei a cabeça molhadinha na sua entrada, ele suspirou fundo e, para minha surpresa, “rasgou o verbo”: -“Vai, meu macho, meu homem, arrebenta minhas pregas, vai fundo, deflora meu cuzinho, quero sentir tuas bolas batendo nas minhas, esse caralho me rasgando, me fodendo,vai meta tudo, parta-me em dois, soca fundo”… O quê dizia só aumentava meu tesão e eu obedecia em êxtase. Incrivel, meu pau grosso como é, deslizava com facilidade naquele cuzinho guloso, ele meneava a bundinha, adstringia a portinha laceava e voltava à manobra, minhas bolas doíam de tanto tesão, dentro de mim um vulcão se preparava para eclodir, nunca imaginara que pudesse existir tamanho prazer, agarrei o garoto pelos ombros comecei a socar “violentamente” enquanto ele gritava: -“Isso, isso, me arrebenta, cara, deixe esse caralho explodir e me encher o cu de pôrra”…
Grunhindo, babando e arfando atingi o clímax, injetando-lhe sete ou oito jatos do meu sêmen; sêmen, que havia mais de sete anos, não era projetado em ninguém…
Semi-desfalecido abandonei-me sobre seu corpinho todo suado, profundamente emocionado e feliz ele me pedia para deixar todo meu peso sobre seu corpo.
Minutos depois, um pouco refeito, disse-lhe: -“Agora é você, é tua vez de gozar”.
Não! Meu tesão, eu gozei junto com você, lambuzei todo o lençol”…
Agora! Imaginem vocês o que foi aquela semana…
Trepamos de tudo quanto foi jeito, ficava com o pau e as bolas doendo, mas tão logo o “brinquedinho” despertava… Era mais uma! E… Mais uma!!!
Depois daquela semana, vieram outras e outras…
Apesar de tanto tesão; volúpia; foda e libidinosidade, fluía e crescia, entre nós, um amor sublime. Hoje vivemos juntos, seus pais relutaram, a princípio, mas acabaram aceitando nosso relacionamento e, até com bom humor, me chamam de genro querido.

Uma consulta médica

setembro 22, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.com

Não é a primeira vez que relato neste site alguma situação que tenha ocorrido comigo, é estranho, mas tudo de inusitado acontece comigo, essa história aconteceu na semana passada. Faziam alguns dias que eu estava me sentindo estranho, tudo o que eu comia, me dava uma “queimação” no estômago, então resolvi marcar uma consulta comum gastroenterologista, como não tinha referência de nenhum, escolhi aleatoriamente um no meu guia médico do plano de saúde.

Liguei para o consultório, e a secretária disse que não haviam mais horários para essa semana e que a agenda estava lotada para a próxima semana também, mas mesmo assim ela anotou meu telefone e disse que caso houvesse alguma desistência ela me ligaria para poder me encaixar, agradeci, mas não estava afim de ficar esperando por encaixe, necessitava logo ir ao médico, foi quando eu liguei para um hospital e lá tinha um na emergência.

Ao chegar à emergência logo fui atendido, o médico se chamava Marcelo, era um cara muito bonito, deveria ter uns 35 a 40 anos, muito elegante, muito bem vestido, e com uma aliança de noivado no dedo, conversamos sobre os meus sintomas e ele pediu para me examinar, fez a apalpação torácica e não havia nenhuma anormalidade, porém em um dado momento ele esbarra seu pau sobre o jaleco na minha mão, que estava segura a maca, achei aquilo normal, afinal ele estava muito próximo a mim. Nisso ele me pede que vire de bruços na maca, achei estranho, pois também sou profissional de saúde e sei que não era necessário examinar as minhas costas.

Fiz o que ele havia solicitado, virei-me de bruços, e fiquei com o rosto virado para a parece, e ele encostou o estetoscópio nas minhas costas, fazendo a ausculta, nisso a minha outra mão estava na lateral da maca, e foi quando eu me dei conta da situação, ele novamente esbarrou o pau na minha mão, sendo que nessa momento percebi que o pau dele tava durasso, aquilo me agradou e deixei a mão, dava para sentir as veias dele pulsando, nisso meu pau também começou a ficar duro, e diga-se de passagem, meu pau é muito grande e quando fica duro faz o maior volume sobre a calça.

Terminada a ausculta ele solicita que eu me vire, nisso eu pensei, agora vai ser foda, vou me virar e ele vai perceber que meu pau ta duro, virei-me e não dava para disfarçar o quanto eu estava excitado, ele ainda disfarçava pois estava de jaleco e não dava para ver nada. Eu confesso que estava meio sem graça, mas sabia que o pau dele também estava duro, ele continuou a ausculta, sendo que agora no meu peito, e é claro que ele percebeu que eu estava excitado, nisso ele vai colocando o estetoscópio em varias partes, de cima para baixo, quando ele colocou o esteto próximo ao meu umbigo o cotovelo dele começou a roçar no meu pau, ai foi foda, não dava mais para fazer cara de Poliana, deixei ele esfregar o cotovelo no meu pau, tava muito bom. Nisso ele de diz para sentar-me na maca.

Ao me sentar fiquei de frente para ele de pernas abertas, com o Médico entre elas, e ele novamente me examinando pedindo para respirar bem fundo, nisso ele foi se aproximando cada vez mais de mim, até que o pau dele encostou-se no meu, putzzzzzzzzzz ia confesso que foi foda, não dava mais para agüentar, cruzei as minhas pernas sob a cintura dele, e o puxei com as mão para cima de mim.

Nisso ele me tascou-lhe um beijo delicioso, uma coisa enlouquecida, o médico beijava muito bem, eu que já estava sem camisa, foi mais fácil ele começou a lamber os meus mamilos e a mordiscá-los, nossa era bom D+, nisso ele vai descendo até chegar no meu umbigo e abre a minha calça e começa a chupar meu pau, nossa aquela boca era de fato tudo de bom, me chupava enlouquecidamente , até que em um dado momento, ele abaixa as calças por debaixo do jaleco e vira-se de costas para mim e começa a esfregar meu pau no rego dele, que era uma gracinha com uns cabelinhos bem pequeninos, eu mordiscava a sua orelhe e ele rebolava no meu pau, foi quando perguntei se ele tinha camisinha e KY, disse que sim, abriu uma gaveta e tirou o KY e a camisinha.

Pegou na minha mão e me colocou sentado em sua cadeira de médico, novamente me chupou, vestiu uma camisinha no meu pau, e sentou de uma vez só no meu pau, vocês não fazem idéia do que era aquele cu, era a coisa mais deliciosa que eu já comi na minha vida, era bom de mais. Nisso ele fazia um vai e vem alucinante, até que ele começou a contrair o ânus, ai o que já era bom ficou melhor ainda. Trepamos por uns 20 minutos, até que eu disse para ele que eu iria gozar, e ele começou a cavalgar mais e com mais intensidade, até que gozei, não demorou muito e ele gozou em seguida sem encostar a mão no seu pau, ele gozou tão forte que a porra dele jorrou sob a sua mesa de trabalho. Sujando todos os seus papeis, nisso ele levantou-se pegou um pouco de papel toalha e limpou-se e me limpou. Subiu as suas calças e eu me vesti, olhou nos meus olhos, me deu um abraço bem apertado e um longo beijo e me disse que eu precisaria fazer alguns exames, mas que a minha saúde estava muito boa, e pediu para que assim que os exames ficarem prontos, é para eu procurá-lo novamente.

Eu que não sou bobo, já estou fazendo os exames e louco de vontade para ter novamente uma consulta com o meu médico.

Espero que tenham gostado dessa história,gozem por mim.

Aula particular

setembro 22, 2007

perei_san@hotmail.com

Aula particular

Nunca fui amante da tal matemática, contudo somos sabedores de que essa matéria é a base da nossa vida, pois nos acompanha por toda vida. Justamente essa matéria que me persegue desde o primário. Bem, faço faculdade e por incrível que pareça continuo sofrendo os golpes da terrível matéria. Precisava de pontos para passar de período e não vi outro recurso a não ser partir para algumas aulas de reforço. Certo dia, passando por uma determinada rua quando avistei uma placa anunciando: “Dá-se aula particular de matemática” e em seguida o número para informações. Não perdi tempo, anotei o bendito número e ao chegar ao trabalho tratei logo de ligar. Do outro lado uma voz grave e tenra masculina atendeu. Fiquei alguns segundos em silêncio, deixando aquele som me dominar. A pessoa insistia em perguntar o que eu desejava. Suspirei fundo, esqueci as fantasias e falei sobre a minha dificuldade com a matemática, como seriam as aulas e custo. O cara, muito simpático disse se chamar Anderson (fictício) e que costumava ir á casa do aluno. Falei que tinha uma vida agitada, que fazia faculdade á noite e que só poderia aos finais de semana. Anderson disse que para ele não havia o menor problema, que eu ficasse a vontade. Perguntei se havia algum espaço na agenda dele para sábado. Ele disse que só á noite, pois estava com a manhã e tarde lotada. Concordei. Combinamos horário e agendei com ele duas horas de aula. Forneci endereço, referências para chegar até minha casa e número de telefone. Finalmente chegara o dia. Fiz os afazeres de uma pessoa que mora sozinha: organizei livros, cadernos calculadora, enfim, deixei tudo de acordo com a aula que teria. A noite estava chegando, quando o telefone tocou. Atendi e novamente aquela voz grave e tenra perguntando se podia antecipar o horário, pois um dos alunos dele havia furado e que ele estava livre. Respondi que tudo bem. Não demorou muito e logo a minha campainha soou. Ao abrir a porta, quase enfartei. Era um moreno jambo, musculoso, olhos caramelados, dentição perfeita, bigode, aproximadamente 1,85 cm, enfim, um verdadeiro Deus Grego estava diante dos meus olhos. Abriu um largo sorriso dizendo que era Anderson e perguntou se eu já estava preparado para um embate com a coitada da matemática. Procurei disfarçar o impacto do encontro, convidei para entrar, apontei para a mesa, pois queria que visse o quanto era organizado. Nossa, o cara usava um perfume maravilhoso. Ele era todo envolvente, muito gostoso mesmo. Acomodamo-nos e logo começou com aquele discurso sobre a matemática. Disse que também teve alguns problemas, porém superou e por vingança resolveu lecionar exatamente a matemática. Disse-lhe de minha aflição quanto á faculdade e a possibilidade de levar pau exatamente por causa da matemática. Novamente ele sorriu e disse em tom de brincadeira que era um exemplo de pau que ninguém gostava de levar. Aproveitei o gancho e mandei a letra. Falei que gostava de outros paus e não aquele. Ele limitou o sorriso e iniciou a explicação da matéria. Com aquele cara ali pertinho de mim e todo aquele clima estava difícil se ligar a qualquer explicação que fosse. O pulso dele era grosso, do tipo que tenho fetiche. Adoro caras de pulsos grossos, pois quanto mais grosso o pulso maior é a piroca. Os dedos dele eram grandes e grossos também. Devia ter uns 28 ou 29 anos, era um gato. Ele percebeu o meu olhar fixo para sua beleza. Voltou a sorrir sem graça e continuou explicando a matemática. Não contive o ímpeto e o elogiei. Disse que era muito bonito e que devia ter várias namoradas. Ele disse que era casado, amava a esposa e era fiel. Sorri sem graça também e desconversei. De alguma forma eu haveria de transar com aquele Deus. Prosseguimos com a matemática. Novamente dei outra investida perguntando se ele já havia levado alguma cantada de homem. Mais uma vez ele sorriu e disse que sim, principalmente na academia em que malhava. Aproveitei a chance para perguntar se já tivera alguma experiência homo. Sempre sorrindo disse que não, mas que nada era impossível, pois a vida sempre reservava gratas surpresas. Foi quando ele mandou na minha cara a pergunta bombástica: Você é gay? Fiquei desconcertado, porém sem perder a pose respondi que sim e que o tinha achado um tesão. Ele deu uma risada e em seguida perguntou o que eu seria capaz de fazer caso ele concordasse transar comigo, pois para ele seria uma experiência, já que nunca transara com outro cara. Disse que preferia não responder e sim praticar. Ele silenciou. Abandonei a cadeira que estava e me aproximei mais dele, já me posicionando entre suas pernas. O olhar dele era de espanto. Comecei a alisar seu pênis por sobre a calça. O mesmo ia endurecendo gradativamente. Minha respiração ofegava e meu coração batia num descompasso louco. Logo segurei o zíper, abri e enfiei a mão, sentindo um volume maravilhoso por sob a cueca que usava. Nisso, ele segurou minha mão, tirando-a de lá, dizendo que não era legal. Pedi que tivesse calma e que não era nada demais. Ninguém saberia de nada, era apenas eu e ele ali. Anderson disse que estava nervoso e que talvez não fosse corresponder a minha expectativa. Voltei a minha investida. Novamente enfiei a mão, já aliviando o pau dele da cueca. Era simplesmente imenso e grosso. Um pau cheiroso, magnífico e apetitoso. Novamente ele tentou tirar o pau de minha mão e guardar. Não deixei. Levei a cabeça em sua direção com o intuito de abocanhar, ele brecou. Segurou minha cabeça, pedindo para que não continuasse, pois não curtia e nem achava legal. Eu estava a tempo de explodir. Sempre que deparo com essas barreiras fico mais excitado. Gosto de coisas difíceis e Anderson era o tipo do cara difícil. Ele realmente não queria, mas algo o empurrava, talvez a curiosidade ou até mesmo a minha excitação em transar com ele. Arranquei uma força do outro mundo e consegui abocanhar o pau dele. Anderson não mostrou resistência. Comecei a lamber a cabecinha, depois passeei a língua por toda a sua extensão e em seguida engoli. Ao mesmo tempo em que chupava, beijava com todo carinho. Anderson foi se entregando, já soltava leves gemidos de prazer e sua mão alisava-me a cabeça. Era tudo o que eu queria. Consegui arriar a calça dele e a brincar com as bolas. Mordia de leve e chupava suas bolas levando-o ao extremo do prazer. Nisso, nos levantamos, tirei a camisa dele, nossa o peito dele era tudo de bom, todo peludo e gostoso. Passeei a minha língua entre seus pelos e mordi suavemente seus mamilos. Sem se conter, Anderson me pegou firme pelos braços e aplicou-me um beijo ardente na boca. Era como se naquele momento eu tivesse me transformado numa linda mulher. Após o demorado beijo, ele implorou para que eu voltasse a mamar gostoso. Estávamos os dois completamente entregues. Eu acariciava suas bolas e engolia sua vara com o maior prazer. Ele gemia e respirava ofegante, perguntando se eu estava gostando. Anderson pediu para que eu tirasse a roupa, pois queria ver o meu corpo. Obedeci e fiquei completamente nu. Ao ver, ele soltou um “puta que o pariu” e disse que eu tinha uma bundinha arrebitada e gostosa. Passou a alisar e apalpar a minha bunda. Pedi que enfiasse o dedo, pois eu estava tarado por aquele dedo grosso e comprido dele. Bem devagarzinho, Anderson foi me penetrando com seu dedo. Eu rebolava e soltava “ais” de prazer. Anderson então sentiu proprietário, meu macho e algoz. Dava leves palmadas em meu bumbum e em seguida enfiava o dedo. Só faltava ir ao céu e voltar. Implorei para que me fodesse o cú com a língua. Ele atendeu. Fiquei numa posição confortável, ele ajoelhou-se e passou a me comer com a língua. O contato daquele bigode em minha nádega me alucinava. Era duro resistir a tanta tentação. Ele perguntava se estava gostando. Sim, sim e sim, era o que respondia. Sem me conter pedi para que me metesse, enfiasse aquela vara maravilhosa em meu rego, pois não dava para resistir, eu queria ser comido por ele. Queria sentir a dor da penetração e gozar gostoso. Ele perguntou se eu tinha preservativo. Sou uma pessoa preparada, imediatamente peguei a camisinha e coloquei na piroca de Anderson. Ele ficou alguns minutos admirando a minha bunda, acariciando e beijando. Logo, segurou com firmeza as minhas partes, lambuzou meu reguinho com saliva, deu uma bela cuspida lá dentro e em seguida foi enfiando bem devagar. Não resisti e chorei, pois tamanha era a dor. Relaxei quando estava tudo lá dentro. Ele ficou alguns minutos deitado sobre o meu corpo e logo começou o movimento do vai e vem. Como Anderson sabia fazer bem. Em dados momentos ele pincelava com a cabecinha o meu rego e depois enfiava. Botava e tirava. Tanto que a dor inicial já não sentia mais, ele fizera de tal forma que eu me acostumara com o seu caralho. Ficamos por um longo tempo naquela brincadeira magnífica. Sentei-me sobre a mesa na qual estudava, Anderson suspendeu as minhas pernas e enfiou sua pica por baixo. Cada movimento dele era como se a sua vontade de gozar estivesse aquém do prazer que procurava. Saí daquela posição e fui para o banheiro. Sob o chuveiro a gente continuou se amando. Anderson encostado na parede e eu o chupando freneticamente. Depois, eu apoiado na parede e ele me estocando. Nossos gemidos eram simultâneos. Anderson era de fato um excelente fudedor. Decidimos sair do banheiro. Fiquei de joelhos sobre o sofá. Anderson veio por trás e meteu. Era muito tesão para apenas uma noite. Fomos para o chão. Deitei de barriga para o ar. Anderson, abaixou, jogou as minhas pernas sobre seus ombros e mandou vara em meu cu. Fui percebendo nitidamente que ele estava prestes a explodir. Por coincidência, eu também. Implorava para não parar as estocadas. Ele acelerava. A gente enlouquecia. Ele gritava que ia gozar e eu repetia o mesmo. Anderson soltou um uivo animal, acompanhado por mim. Finalmente chegamos ao extremo do prazer. Foi um gozo maravilhoso. O corpo suado de Anderson desfaleceu sobre o meu. Era notório ainda o seu perfume maravilhoso. Logo ele abriu um sorriso, deu umas tapinhas carinhosas em minha face e disse: Você não é fácil, hein. Anderson tomou um banho, se arrumou, pegou sua pasta e perguntou-me quando seria a próxima aula. Não tive coragem de remarcar, pois com certeza não ia aprender nada da bendita matemática com a assessoria de Anderson. Era difícil resistir a tamanha tentação. Decidi fazer as aulas com uma mulher, bem menos arriscado do que com um cara. Ele passou a me ligar constantemente procurando saber se eu havia desistido de aprender matemática. E eu sempre desconversando. Não sou destruidor de lares e costumo me apaixonar com facilidade. Anderson foi uma história inesquecível, porém, só por aquela noite. Esse foi o meu conto. Espero que tenham gostado. Contatos é só me add perei_san@hotmail.com. Um forte abraço a todos e até uma próxima e deliciosa aventura.

O Marido da minha tia

setembro 22, 2007

chupacueca@hotmail.com

Minha vida sexual começou quando eu ainda era adolescente.
Eu era um jovem muito ingênuo, meio CDF e medroso, fazia de tudo pra não arrumar encrenca com ninguém.

Não sabia nada de sexo.
Até tive umas namoradinhas na escola, mas ficava só em inocentes beijinhos.
Até que, certa vez, passei umas férias na casa do meu tio, no interior de São Paulo.
A casa do meu tio era grande, tinha muitos quartos. Mesmo assim, na época, havia muita gente na casa, a maioria, mulher.

De homem, na casa, naquela época, só havia eu, meu tio e um irmão da mulher do meu tio, um rapaz chamado Gerson.
Gerson era bem alto, tinha uns 1,90, forte, branco, seus olhos e cabelos eram bem pretos, e ele andava sempre com cabelo bem curtos, quase raspados.
Ele era um rapaz novo, tinha seus vinte e poucos anos, mas já era casado, e tinha uma filha recém-nascida.

Pelo que me lembro, sua esposa estava com espécie de crise pós-parto. E queria dormir somente com a filha no quarto.
Como todos os quartos estavam ocupados por mulheres, minha tia (esposa do meu tio), me perguntou se eu me incomodaria em dividir o quarto com o Gerson.
Sempre dividi as camas com meus primos e outros amigos naquela casa. Como nunca aconteceu nada, não tinha como eu imaginar coisas, não vi nada demais na situação… Topei numa boa, embora nunca tivesse trocado uma palavra com o tal Gerson. No máximo trocamos alguns cumprimentos com a cabeça…

Logo no primeiro dia, depois de muito passear pela cidade do interior, cheguei em casa cansado e fui dormir. Gerson não estava no quarto.
Tinha saído com os amigos.
No meio da noite, ouço ele abrir a porta do quarto. Neste momento eu desperto, mas permaneço com os olhos fechados e imóvel, fingindo que estou dormindo.

Eu dormia vestindo somente um shorts, sem camiseta. Estava calor, e eu estava coberto somente por um lençol.
Gerson arranca a roupa de qualquer jeito e a joga no chão.
Pelo barulho e pelos tropeços, deduzi que ele estava meio bêbado.

Em pé, provavelmente após me ver na cama, ele faz um barulho com a língua como quem diz: “Puta merda! Tem gente na cama onde eu estava dormindo sozinho!” Depois, ele deita na cama, e vira de costas para mim. Por cima do lençol.
Deixei ele e a frescura dele pra lá e acabei pegando no sono novamente.

Permaneci deitado de lado, de costas para o Gerson. Acordei sentindo seus dedos grandes e fortes acariciando de leve minhas costas. Percebi que o lençol já não cobria mais meu corpo.
E que o abajur estava aceso.
Senti um arrepio na espinha.

Pensei em me virar e brigar com ele: “O que pensa que está fazendo?” – eu falaria.
Mas embora nunca tivesse me passado pela cabeça em estar com outro homem, eu estava gostando de ser acariciado daquela forma, com aquela ternura. Era estranho, diferente, mas era excitante. Permaneci mudo, imóvel e de olhos fechados.

Ele ficou longos minutos naquele movimento.
Aos poucos seus dedos foram subindo pelas minhas costas e ele começou a passar a ponta dos dedos sobre meu pescoço.
Vendo que eu não reagia, resolveu aproximar mais seu corpo do meu.

Sentia através do calor do seu corpo que ele se aproximava de mim.
Senti um bafo quente aquecer minha nuca. No ar, um forte odor de cerveja. Ele ainda devia estar meio bêbado.

Continuava a passar o dedo sobre meu pescoço. Eu arrepiava.
Pelo cuidado e pela demora, parecia que não queria me acordar. Ele avançava bem devagar, querendo descobrir até onde podia chegar.

E eu não reagi.

E eu queria ver até onde ele iria. Como eu estava curtindo, passaria o resto da vida fingindo que estava dormindo.
Ele pôs a mão sobre minha cintura e parecia tentar me virar, bem lentamente, para expor melhor minha bunda para olhá-la sob a luz do abajur. Eu virei de bruços, virando o rosto de lado, e deixando minha bunda para cima. Eu sabia o que poderia acontecer.
E estava dando sinal verde.

Gerson não falou nada.
Percebeu que eu estava acordado, mas que ainda fingia estar dormindo somente para que ele não parasse…

Ele deslizou suas duas mãos por sobre as minhas coxas, passou-as sobre a minha bunda, e com as mãos debaixo dos meus shorts, foi descendo pelas laterais. Afastou do meu corpo o elástico que fixava a bermuda na cintura, e desceu o shorts até meus pés.

Sentou-se ao meu lado, e passou a acariciar minha bunda com suas grandes mãos.
Suavemente, seus dedos exploravam minhas nádegas. Ele acariciava e parecia se deleitar.
Ouvi um ou outro gemido. Mas não tive coragem de olhar para ele.
Provavelmente ele estava se masturbando.

De vez em quando, passava de leve seu indicador no meu cuzinho.
Era quando ele gemia mais alto.

Logo depois, seus dedo começou a ficar somente por ali: Levava a mão à boca e depois espalhava a saliva no meu cuzinho. De vez em quando ele parava, e eu sentia ele se aproximar do meu rosto para ver minha reação…
Eu tentava ficar inalterado, mas tudo aquilo era muito gostoso.

De repente, ele pára e se levanta.
Ouço ele ir até a porta do quarto e trancá-la.

Em seguida ouço ele tirar sua cueca samba-canção e subir em pé em cima da cama.
Ele se ajoelha sobre mim e eu sinto seu saco peludo encostando nas minhas coxas. Percebo que ele está se posicionando para encaixar seu pinto na entrada da minha bunda. Não olho em nenhum momento para ele, continuo a fingir que durmo.
Sinto uma coisa quente, pulsante e molhada encostar na carne da minha bunda.
Aquele troço quente e gostoso é esfregado no caminho do cofrinho.

Ele sobre e desce com o pau sobre meu rego, cuspindo várias vezes na mão e no pau, espalhando a saliva.
Até que ele encaixa a ponta do seu pau na portinha do meu cuzinho, ficando alguns segundo parado ali.
Logo depois ele força um pouco e a cabeça se encaixa.

Até ali, como a sensação era boa e diferente, permaneci imóvel, apenas meu pau estava duríssimo sobre o colchão…
Mas quando ele força mais um pouco, parece que uma faca corta meu cu.
Eu afasto minha bunda, quase pulo de tanta dor.

Gerson se levanta e sai da cama. Mas não se afasta.
Eu deito de lado…

Abro os olhos, me viro pra ele, mas não falo nada.
Vejo ele ali, parado. Na minha frente, com cara de assustado, enorme, forte e de pau duro.

Sem abrir a boca, fecho os olhos.
De lado, ergo um pouco a minha perna, deixando minha bunda bem exposta para ele. Deixando ele consciente de que, se quisesse, poderia terminar o serviço.

Até aquele dia, nunca havia feito sexo na vida, gostava de mulheres e na minha cabeça, tinha certeza que casaria e teria filhos. Assim como também tinha plena consciência de que Gerson era casado, tinha sua pequena filha e indiretamente, era da minha família.
Mas nenhuma moral ou razão me impedia de fazer aquilo. O prazer físico e psicológico daquele ato proibido deixava a situação mais excitante, impossível de ser evitada…

Gerson subiu novamente na cama e deitou-se ao meu lado.
Não falou nada.
Passou a mão no meu reguinho novamente, espalhando novamente a saliva e reforçou a lubrificação cuspindo mais, e desta vez, ele enfiava o dedo indicador, tentando lacear um pouco as paredes do meu reto.

Novamente, encaixou o pau na portinha do meu cu e voltou a forçar sua entrada.
Ele forçava e chegava o rosto perto da minha cara, para ver minha reação. Eu ficava de olhos fechados. Somente sentindo aquele monstro tentando me invadir.

Até que, depois de mais alguns movimentos de vai e vem, sinto algo me invadindo, uma dor horrível, uma sensação inédita, um estranho prazer, e uma vontade alucinante de ir ao banheiro.
Eu abro os olhos e vejo aquele homem enorme atolado dentro de mim. Sinto seu saco batendo na minha bunda. Vejo suas pernas molhadas de suor batendo nas minhas e vejo seu enorme e forte pé encostar nos meus calcanhares… É uma sensação indescritível de dor e prazer.

Ele me segura pelos ombros e me aperta contra seu corpo.
Seu pau parece cada vez maior dentro de mim.
Sinto algo saindo do meu cu, mas o pau dele ainda está enfiado e se mexendo dentro de mim…
Ele aperta bem meu corpo e depois, me solta. Pára de se mexer.

Ele puxa seu pau de dentro de mim. Quando sai a cabeça, a dor é grande.

Sinto meu rabo todo molhado e com algo escorrendo.
Fiquei assustado.

Sinto uma cólica tremenda, e corro pro banheiro do quarto, que felizmente, é uma suíte.
De dentro de mim sai muita gosma, durante um bom tempo, fico expelindo a porra de dentro de mim.
Era muita.

Ele entra no banheiro, dá uma lavada no pinto com água e sabão.
Em seguida se aproxima de mim, sério. Acende um cigarro.
Dá uns tapinhas no meu ombro, e diz: “Valeu, meu chapa! Tava precisando!”.

Depois, volta para o quarto, veste sua cueca samba canção, e se deita novamente como se não tivesse acontecido nada. Dorme.
O dia já estava clareando.

Voltei para a cama, eu precisava dormir um pouco também…
Gerson ficou de costas o resto do tempo. Como se eu não estivesse ali.

No outro dia, não tive como esquecer a trepada daquela noite, meu cu ardia e latejava durante todo o dia, e tive que ir várias vezes ao banheiro por culpa daquela gozada dele.
Gerson não passou a me tratar melhor, nem pior, por causa daquela noite.
Parecia que não tinha acontecido nada. Ele era só atenção para sua mulher e filha.
Mas as férias estavam somente começando…