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O namorado da minha amiga

julho 22, 2007

lins_rick@hotmail.com

Oi pessoal, o que vou contar agora aconteceu no primeiro dia deste ano(2007), mas so agora tive tempo compartilhar com vcs!

Eu fui passar a virada de ano na pousada do pai de uma grande amiga, como não foi fechado nenhum pocote com turista basicamente so estava a familia dela la.
No sabado ela me ligou avisando que eu poderiar ir pra ela que seria tudo free, e logico que adorei a ideia, ate mesmo pq faz um tempo ja que quero pegar a irmã dela que convenientemente tinha acabado de acabar um namoro. e tudo ficou ainda melhor quando ainda me ofereceu uma carona para ir com ele, o namorado e o irmão que tinha voltado a cidade para pegar algumas coisas que faltaram.
pois bem,fomos para a pousada, tudo na boa, a tarde no sabado sai para pescar com o irmã dela e o namordo, andamos de caiac, tamomos bainho de mar, e bebemos todas, mas nada da irmã dela me da bola, chegando na segundo, como eu tinha bebido um pouco alem da conta, resolvi voltar apenas na terça, mas varias pessoas iriam voltar por causa do trabalho, no fim das contas so ficaram, eu, ela, o namorado dela que vou chamar de Lucas, o seu pai e sua mãe. dormi um pouco no final da tarde e a noite ninguem conseguia dormir então ficamos conversando ate o sono chegar, o primeiro a subir pro quarto foram os pais dela, ficando apenas nois tres, conversamos por varias horas e sobre varios assuntos, e no meio da conversa que vim perceber como o namorado dela é gostosinho, ele é um pouco mais baixo que eu, deve ter por volta de 1,70m, branquinho, cabelo loirinho de topete, olhos cor de mel, corpo definido, lisinho, e pelo desenho da sunga com um pau na medida pra mim aheuheauahaeuhea, nem ela nem ele não sabem que sou bi, e tb nunca imaginei que algum dia poderia rolar alguma coisa entre mim e ele.
o tempo passou, o assunto acabou e bateu um pouco de sono em todos, eles subiram para o quarto, ela pro dela e ele pro dele, pois os pais dela não permitem que os dois durmão junto. e eu fiquei sosinho numa suite no terreo, pois queria dormir com ar condicionado, passou uns 15 mim, batem na minha porta, pensei que alguem tinha esquecido alguma coisa ou então avisar que horas sairiamos no dia seguinte, quando abri tomei ate um susto, era ele o lucas,falou , meio sem graça que esta ruim de dormi la no quato dele pois estava calor e o ventilador naum esta dando conta e perguntou se eu me incomodaria se ele dormisse la pra aproveitar o ar,eu disse que naum e que tudo bem, como o quarto tinha uma cama de casal e uma de solteiro, ele poderia ficar na de solteiro, pois eu ja estava na de casa, ele entrou e eu fechei a porta.
Ate esse momento ainda naum passava nada na minha cabeça, em relação a nois dois, ele deitou na cama de solteiro e eu continue na de casal sozinho, mas a cama de solteiro naum tinha sido forrada e estava no cochão cru, e ele so tinha trazido um lençol dele.

Continuei assistindo tv, e depois de um cinco minutos ele pergunta se pode vir pra cama de casal comigo pois a falta do lençol na cama tava pinicando ele, perguntou se eu naum me encomodava e disse que dormiria com a cabeça contraria a minha, eu concondei! ele veio e deitou ao me lado!

depois de umais um tempo assistindo tv, decidi dormir deliguei a tv, deixando o quarto em plena escuridão, foi quando lembrei que tinha um cara semi nu deitado do meu lado, me deu um tzão na hora, mas fiquei com medo de tomar a iniciativa e deposi ele sair falando de mim e ate mesmo perda a amizade na Fernanda.

tentei dormir de todas as formas, mas naum conseguia, nem consegui dormir, nem consegui que o meu pau dormisse tb, pois ele estava na posição de sentido. foi quando resolvi tentar uma estrategia, fingi que esta estava dormindo, para poder esbarra no pau dele, ate roncar eu ronquei, mas antes que eu podesse me aproveitar da situação ele se mecheu e encontou sua perna em mim, fiquei parado na hora e continuei fingindo que estava dormindo, mais um pouco ele se mecheu novamente e ele colou a perna em cima da minha, fiquei na duvida se ele tava dormindo mesmo ou estava tentando a mesma tecnica que eu.
o joelho dele estava na altura do meu saco, e tenteiroçar meu saco no seu joelho pra ver qual a sua reação, e ele se esquivou, então decidi, vira de costa, para ver se ele se aproximava novamente, foi dido e feito.
so que ele estava com a cabeça do lado contrario da minha, tipo posição de meia nove, mas continuei fingindo que estava dormindo, ele veio mais junto e encontou o pau duro na minha bunda sobre a cueca, nossa so de lembrar ja estou de pau duro, e eu focei a bonda um pouco pra traz e senti o pau dele pulsando atra de minha, nosssssa que tzão foi aquilo, e essa enrolação passou quase meia hora, e nem eu nem ele tinha coragem de tomar uma iniciativa, e nesse meio tempo me deu ontade de mijar, quando naum estava mais aguentando e levantei e fui ao banheiro
foi quando notei qe ele se assustou a notar que eu tava acordado, ao banheiro mas voltei pra cama na mesma posição no no mesmo, lugar, dai ele notou que eu estava afimentão virouse pra ficar de cabeça com cabeça comigo, dae ele me encoxou de verdade, eu como tambem ja tinha perdido a vergonha, abri minha bermuda, abaxei a ceuca e fique esfregando no pau dele por cima da sua cueca samba canção, mas acho que ele era inesperiente com homens, e ficou so no encoxamento mesmo.
eu ja estava querendo mais, baxei a cueca dele e peguei no pau dele, que parecia uma rocha de tão duro, vi que estava um pouco seco, cuspi na minha mão e passei na cabeça do pau dele e um pouco no meio da minha bunda e , coloquei o pau dele bem num meio comecei a pincelar no meio da minha bunda aquela pica deliciosa, quase mque eu colocava la dentro, e ele nesse momento naum disia nada nem contra nem a favor, quando me lembrei que estavmos sem camisinha e naum prosegui, mas tb naum iria ficar por isso mesmo.
virei pra frente delechei seu mamilos, fui decendo ate seu umbigo, dei uma mordidinha na sua barriga e naum resisti mais e abocanhei seu pau com uma gula voraz, engolia todo, emquanto beliscava seus mamilos de uma forma que le desse prazer, engolia seu pau todo de uma vez depois chupava apenas a cabeçona e fazia o maximo de pressão que eu conseguise com a boca, nessas horas ele ia ao delirio, e gemia gostoso, eu almentei o rito do boquete, e ele ficou ajundando fazendo moviemnto como se estivesse fudendo minha boca, ate que ele estremesseu um pouco empurrou o pau na minha gargante e gozou tudo la dentro senti dencendo e no final ainda limpou o restinho que tava sujo na cabeça do peu, na minha lingua pra eu poder sentir o delicioso gosto da sua porra. eu ainda dei uma lambidas no seu saco ate eu gozar e deposi nos vestioms e ele voltou pro seu quarto sem falar mais nada.

Depois disse naum mudou nada entre nois, e tb naum rolou nada, ate semana passada quando eu fui em uma festa na casa desse minha amiga e ele perguntou se eu queria dormir na casa dele… (isso eu conto na proxima).

EMRABEI O GALEGUINHO EMPREGADO DO MEU PAI

julho 22, 2007

Anônimo

Digae galerinha… Eu sou o Víctor, tenho 25 anos, moro em Brasília (Taguatinga), já sou casado. Tenho 1,79 de altura, moreno claro, cabelos lisos, corpo travado e olhos claros. Eu nunca tinha tido uma experiência homo, até que…
Bom, moro na casa de meus pais com minha mulher. Meu pai é um micro empresário aqui em Brasília, ele fornece serviços de Buffe/Cofee e tem uma lanchonete… Na semana passada em um evento que ocorreu, ele convidou o filho de um amigo dele para ajuda-lo neste evento. Por um acaso o carinha veio dormir na minha casa durante seis noites, pois o evento era grandioso e rendeu muito serviço. O nome dele é Rafael, ele é bem branquinho, olhos verdes, 170 mais ou menos corpo todo travado, super comunicativo e com um comportamento acima de qualquer suspeita. Meu pai deixou ele num dos quartos extras que tem na casa, pois a casa é bem grande. Na verdade ele já esteve na minha casa outras vezes para o mesmo fim (trabalhar em eventos com meu pai), mas ainda era meio crianção e eu não tinha prestado muita atenção no corpo dele, mas desta vez o corpo dele já estava formado e eu percebi uma certa sensualidade no ar, mas fiquei na minha.
Na segunda noite em que ele dormiu lá eu tive uma discursão com minha mulher e ela me expulsou do quarto (pra variar). Ao passar pelo quarto do Rafa eu percebi que ele estava jogando no computador, então resolvi entrar e bater uma disputinha no need for speed enquanto a raiva da minha mulher passava, mas não tive êxito ao voltar ao nosso quarto. Ela manteve a palavra e disse pra eu sumir até a famosa “TPM” passar. Então voltei para o quarto e disse para o Rafa que ia dormir na cama auxiliar junto com ele no quarto. Ele concordou e continuou jogando. Tempo depois ele acessou a net e ficou no orkut enquanto eu lia um livro qualquer até que cochilei. Minutos depois eu acordei e me deparei com ele acessando um site pornô… Mas não quis assusta-lo, fiquei com os olhos meio abertos e percebi que era um site de travestis… Ele visualizou várias fotos, assistiu vídeos e o tempo todo passava a mão no pinto por cima da bermuda. Aquilo tudo começou a me excitar, sem falar que eu tava numa seca brava devido a minha esposa está na tpm a mais de três dias… Me levantei lentamente e fui até o micro… Ele levou um puta susto e começou a fechar as fotos todo sem graça… Eu, meio sacana disse pra ele que não ia contar pra ninguém se ele fizesse um negócio pra mim… Ele todo assustado, perguntou o que era… Eu disse que queria que ele batesse uma pra mim… De prontidão ele disse que não, mas eu ameacei contar pra meu pai e pra casa toda e para o pai dele que ele tava vendo sites de travestis e bla bla bla… Sem muita escolha ele ficou me olhando e pediu pra eu tirar a bermuda… Eu disse que ele é que ia tirar. Fui pra cama e me deitei com as pernas bem esparramadas… E nessa eu fiquei observando ele se levantar da cadeira e vir em minha direção… Naquela pequena caminhada eu pude ver que a bunda dele era bem volumosa e empinada… Aí já começou a passar umas merdas pela minha cabeça… Ele veio, se ajoelhou ao lado da cama, abriu o véolucro da minha bermuda, tirou meu pau e meio desajeitado começou a me punhetar… Aquilo tudo era novo pra mim, mas tava muito excitante… Comecei a passar a mão na cabeça dele e forcei pra ele me chupar e ele tentou se esquivar… Aí eu usei a minha super arma: Bem baixinho eu murmurei: Quer que eu conte pra galera e pra seu pai? Ele caiu de boca, mas engasgava o tempo e às vezes mordia… Aí eu avancei a mão por trás e comecei a pegar na bunda dele… Ele tava tão apavorado que nem ligou… Eu meti a mão, abri o véolocro da bermuda dele, arranquei a bermuda dele e vislumbrei algo que eu não imaginava… Uma bunda lisinha, branquinha, empinada e bem volumosa… Ele parou de me chupar e disse: Não cara! Já estamos passando dos limites, vamos parar por aqui, goza aí vai… Eu não disse nada, me levantei da cama, acabei de tirar minha bermuda, pedi pra ele se levantar, tirei a bermuda dele e pedi pra ele se deitar de bruços na cama… Pra minha surpresa ele obedeceu sem muitas resistências… Nossa! Ele ficou muito tesudo… Com uma cuequinha desta moderninhas da sete mares de cor sinza… Eu nem tirei a cueca e fui logo caindo de boca… Modisquei, beijei, lambi e tal… Dei uma afastadinha e vi o buraquinho dele todo rosinha e piscando pedindo algo que eu tava louco pra dar pra ele…. Tirei a cueca dele e ele se manteve bem quietinho, mas a respiração tava bem ofegante… Só que eu não tava muito preocupado… Puxei o pinto branco dele por entre suas pernas e comecei a fazer algo que eu tinha visto num filme pornô… Metia a língua no rabinho dele e alternava com os ovos e a glande dele que tava pulsando. Nessas alturas eu já tinha perdido a cabeça… Bem que percebi que ele não era mais virgem de rabo, pois era bem alargadinho, coloquei dois dedos e logo depois três e não houve nenhuma resistência. Na loucura do tesão, cuspi não mão, umideci meu pau e fui forçando aos poucos. Ele se agarrou nos lençóis e começou a gemer bem baixinho, mas segurou a onda na maior… Meu pau é normal pra minha altura, 18/19 cm, talvez seja um pouco grosso. Demorou pra cabeça entrar, mas quando entrou, fez um barulho engraçado e ele mordeu o próprio braço pra abafar o grito. O resto entrou mais tranqüilo e eu comecei a bombar… Metia com muito gosto… Tirava tudo e voltava de uma vez… Tirei meu pau e voltei a curtir aquele popozão de macho novamente… Voltei a morder de leve seu bundão e curti o buracão arrombado do meu gatinho lourinho. Coloquei ele de quatro encima da cama e voltei a penetra-lo com toda volúpia de um macho no cio… Frango assado, de lado, de bruços novamente e fiz ele gozar enquanto arrombava suas preguinhas num frango assado… Depois que ele gozou eu dei umas cinco bombadas no capricho e gozei abundantemente na entranhas do meu galeguinho.
No outro dia bem cedo ele foi pro trampo com meu pai, eu fiz as pazes com minha mulher, mas a putaria continuou todos os dias até ele ir embora. Foram seis noites de sexo selvagem. E todas às vezes eu batia o ponto no quarto dele e muitas outras com minha mulher. Na última noite eu quis algo mais excitante e resolvi aprontar: Liguei para um brother meu (o Bruno), este cara é bem famoso no meio da galera devido o seu super dote: São 22 cm e bem grossão… Pensem num cavalo em forma humana!! Liguei e contei a história do galeguinho. Antes de eu me casar eu e ele éramos parceitos fiéis, mas nunca tinha rolado com gays, embora o galeguinho era 100% machinho, mas tava se saindo muito bem como uma putinha. Não demorou muito e ele chegou. Fomos para o quarto na desculpa de jogar e tal… E jogamos pra valer… Mas logo eu tranquei o quarto e a ficha do Rafael caiu… Ele ficou com os olhos meio assustados, mas não deixei ele nem pensar; agarrei a cintura dele e fiz algo que eu nunca tinha feito antes: Dei um beijão na boca dele e já fui arrancando a bermuda dele com cueca e tudo… E o Bruno me olhou meio assustado, mas aproveitou e deu uma encarada no bundão do Rafa e já foi caindo de boca, mordendo a bunda daquele alemão safado como se fosse duas deliciosas maçãs. Quando o galeguinho viu a sucuri do Bruno em ponto de bla ele tentou fugir, mas seguramos ele e o colocamos na cama. Ma pau do muleque é algo discomunal mesmo. Não perdemos tempo em nada… Abrimos as pernas dele e enchemos o rabo dele com xilocaína em gel que eu havia pedido para o Bruno comprar numa farmácia… O brunão como um bom arrombador foi com toda calma do mundo e o galeguinho foi mudando de cor até acomodar aquele pedação de carne gigante dentro dele. Confesso que fiquei com pena, porque ele é muito lindo, mas muito gostoso também. Essa putaria durou uns 40 minutos… Eu e o Bruno alternando no rabão do Alemãozinho… Essa era a despedida, pois eu não sabia quando o veria novamente… Na hora de gozar eu tirei o pau do rabo dele e pedi pra ele me chupar… Esporrei muito! Voou porra pra todo quanto é lado, o rostinho dele ficou todo lavado de porra… O Bruno fez o mesmo… Nos despedimos, fui para meu quarto e o Bruno foi embora, mas confesso que mau vejo o dia dele voltar pra repetirmos tudo novamente. Caralhu! Eita galeguinho gostoso da porra!
Ae galerinha! Não curto viadinhos, mas se você é do tipo machinho, tem até trinta anos e curte uma trepada casual com outro macho; sem frescurinhas, é só me escrever que agente conversa, certo? Bjão na bunda!

clube de machos

julho 22, 2007

noschang@hotmail.com

Sou representante laboratorial e com isso viajo muito em meu estado, bom gosto muito de meu trabalho especialmente pelas viagens, me chamo Marcelo, sou moreno claro, olhos verdes, malhado, tenho 35 anos e tambem sei que todo restaurante de beira de estrada que tem caminhoneiros a comida e boa e barata.
Parei num restaurante que ate entao nao havia tido, entrei e fui recebido muito bem pelo dono, um cara de seus 50 anos, simpatico e muito bonito, corpo malhado de trabalho e bronzeado de sol se chama Giovanni, fiz o pedido e realmente a comida excelente, estava no cafezinho quando ouco muito barulho e alguns gritos, fiquei curioso, seria briga?
_Viemos comer nessa porra de restaurante e esperamos que dessa vez sejamos bem atendidos…
Fiquei surpreso mas, logo percebi que se tratava de amigos chegando e pegando no pe dos outros, eram quatro caminhoneiros entre 25 e 50 anos, rudes, bonitos e muito simpaticos, abracaram o dono do restaurante e sentaram na mesa ao meu lado, me chamou a atencao que apesar de rudes eram delicados e machos, corpos bonitos e masculos.
_ Hei pessoal, educacao hoje porque temos um doutor entre nos, disse Giovanni se referindo a mim.
_Que doutor que nada cara sou so representante comercial, disse eu um pouco envergonhado.
_Mas, vestido assim e bem tratado pra nos e doutor, falou o mais jovem deles, dando muito gargalhada.
Um deles de nome Victor levantou e veio ate mim com um enorme sorriso e se apresentando…
_Oi sou Victor, aquele mais jovem e festivo e Vinicius, Marcus e Pedro…
_Oi muito prazer Sou Marcelo.
_Senta aqui doutor disse Vinicius, um homen de seus 40 anos e um sorriso encantador…
_Sento mas parem com esse negocio de doutor ok?
Sentei com eles e me senti em casa falamos sobre tudo, politica, futebol, mulher e o Giovanni junto toda hora, e tudo isso embalado por cerveja.
Passado algumas horas estavamos todos sem condicoes de dirigir e Giovanni disse que atras do restaurante havia alguns pequenos quartos e que nos poderiamos ficar la pois os rapazes ja sabiam e gostavam desse relax, falou isso com uma cara mais safada do mundo e eu percebi que algo rolava ali e fiquei muito curioso para saber o que rolava.
Fomos para um quarto com tres camas, grande e arejado, eu estava tonto cai numa cama e acho que apaguei por uma meia hora, acordei com uns gemidos muito gostosos que , me encheu de tesao, alguem esta trepando no quarto ao lado pensei, me levantei e fiquei louco com a cena que vi, o dono do restaurante de quatro no pe da cama chupava o pau do Victor enquanto Pedro o mais calado deles trabalhava com a lingua o cuzao do Giovanni.
Pensei, porra estraguei tudo deveria ficar deitado e fingindo um sono assim poderia curtir mais mas, para minha surpresa eles nao se importaram e me convidaram pra participar, nao disse nem que sim nem nao so senti uma mao em meu pau que ja estava duro como pedra, era Vinicius e parecia um plovo pois apatolava meu pau e acaricia meus mamilos me beijando a nuca, fiquei doido quando, ele comecou a abrir minha camisa e tirar minhas calcas.
_Ai doutor benvindo ao clube dos machos, falou Marcos ja com o pau pra fora e metendo na boca de Victor que, por sua vez se deliciou com aquela jeba dura.
Estava ainda atordoado e sonolento mas cheio de tesao por ver e sentir aqueles machos se entregando ao prazer total, Giovanni veio e comecou a chupar meu pau, que chupada, a boca dele parecia uma buceta de quente e macia, enquanto Pedro continuava o trabalho no cuzao dele.
Num momento todos resolveram vir ate mim e me deitaram na cama, tirando totalmente minha roupa e me beijando, chupando, cheirando, os cinco estavam me dando um prazer louco pois, eram cinco bocas me chupando, lambendo e acariciando.
Estavamos loucos de tesao, seis homens nus em cima de duas camas totalmente livres, as bocas se beijavam, os paus se rocavam e quando percebi tinha um cu maravilhoso ao alcance de minha boca, era Victor o mais macho deles, cai de lingua dentro daquele rabo, arrancando gemidos de animal do meu macho, o cara rebolava com o cu na minha boca e falava..
_Ai Marcelao mete essa lingua no cu do macho aqui, mete doutor que louco pra te dar meu!
Marcos e Pedro ja estavam na maior foda, Marcos metia a vara em Pedro sem do nem piedade esse gritava de dor e prazer e so calava a boca quando chupava os paus de Giovanni e Vinicius, que se beijavam enlouquecidamente.
Nao aguentando mais de tesao puxei Victor pra mim e meti vara no seu cuzao, que delicia o cara era apertadinho e contraia o cu mastigando meu pau e falava:
_O pauzao bom doutor, fazia muito tempo que nao tinha um macho pra me foder assim, mete com vontade nessa buceta de macho…
Giovanni veio e abocanhou o pau de Victor que rebolava sem parar no meu pau, Vinicius sem perder tempo meteu no cu do amigo sem do, arrancando um grito que foi sufocado pelo pau na boca, estava no ceu vendo aquela cena de machos fodendo, eu fodia Victor, Giovanni chupava seu pau e Vinicius fodia Giovanni e na cama ao lado, Marcos e Pedro na maior putaria, ficamos fodendo assim por algum tempo ate que Vinicius parou tudo e falou…
_Hei pessoal, minha vez, e se posicionou deitado em uma mesa que havia, todos sabiam o que deveriam fazer, fiquei parado aguardando, formou uma fila e um por um comecou fuder o cu do moleque, cada um chegava e metia sem cerimonia, o moleque urrava, chorava mas estava feliz, com os outros fudendo seu rabo, ate que chegou minha vez e ele so olhou nos meus olhos e falou…
_Ai doutor mete sem medo esse pauzao no meu cu, tu e o maior pau aqui e to largo pra aguentar, cheguei junto pois ja havia percebido que era um verdadeiro clube de machos fodedores e meti com forca naquele cu que ja estava arregacado mas ainda era macio e quente, fodia o Vinicius quando vi a melhor cena da minha vida os outros caras num trenzinho onde Giovanni era a locomotiva seguido de Pedro, Marcos e Victor por ultimo.
Nao aguentei e gozei no cuzao do Vinicius e esse so estava esperando por mim pois comecou a jorrar porra do pau sem ele tocar, gritava, urrava e todos se esvairam em porra, caindo um pra cada lado exausto, dormimos e fui acordado com uma boca me chupando o pau, era Giovanni dizendo que queria o meu pau dentro dele agora, os outros caras se acordaram e comecamos denovo uma foda incrivel mas, isso e pra outra hora, so sei que fui aceito e bem aceito no clube de machos!

Garoto Perdido. Mas Bem Acompanhado. final

julho 8, 2007

josuemandrade@hotmail.com

Tomaram banho juntos outra vez.
Adriano não tinha mais desculpas, viu que estava todo arrombado, aguentaria qualquer tamanho de pau a partir daquela noite, e que era disso que ele gostava.
Estavam moídos, corpos cansados e famintos. Adriano teria um longo dia amanhã. Ver e anotar tudo sobre o sítio, cada detalhe minuciosamente, para avaliar e dar seu parecer ao cliente, era um trabalho demorado.
O Cabo parecia insaciável, queria mais, tentou agarrar João, mas este se esquivou, mesmo estando com o pau já meio duro.
– Não cara, chega!
– O que tem, vamos continuar?
– Mas não na minha bunda, qual é?
– Vocês disseram que valia tudo, regulando agora João?
– Se eu tiver que dar meu rabo pra alguém a primeira vez, não será prum cara jumento feito você. Sua rola é tamanho família, eu hein!
– Pois eu dou, quem quer me comer?
Todos riram, acharam que Cabo estivesse brincando.
– Primeiro você Adriano, que tem a rola menor, vem…
Adriano rindo respondeu.
– Deixa pra próxima Cabo, por hoje não aguento mais,nem cu e nem rola.
– Qu’é isso, vão me deixar na saudade?
– É melhor a gente ir, falou Arão.
– Você mora onde Cabo? Adriano quis saber.
– Do outro lado, próximo da pracinha da matriz, vai me dar uma carona?
– Qual é Cabo, você veio de bicicleta! João respondeu.
– Tem nada não, eu posso levá-lo.
– Mas você vai dormir lá em casa, é aqui do lado.
– Acho melhor não, sabe, estive pensando, vai dar trabalho. Eu sou estranho, nem conheço sua família. Você tem irmãos e eu vou ficar sem jeito. Nem daqui sou, de repente chego lá e…
– Que é isso Adriano, não tem isso não, você vai gostar?! Não precisa ficar com vergonha, minha família não tem frescura não, vamos…
– Não estou falando disso, sou eu mesmo. É que vou me sentir mais à vontade no hotel, sem incomodar ninguém. E depois tenho que fazer algumas anotações, dar uns telefonemas. Não leve a mal. Agradeço demais o que vocês já fizeram, e amanhã será um dia de muito trabalho, e indo dormir em sua casa, vou acabar ficando acordado, dormindo pouco. E eu tenho de descansar. Sabe-se lá o que ainda pode rolar, uma transa, não quero me arriscar João, por hoje basta!
– Rolar pode mesmo, disse Arão. Nesse caso é melhor você ir pro hotel.
– Está vendo?!.. Mas amanhã vou precisar de você. Se puder vir aqui me dar uma ajuda João, estarei chegando cedo, pode?
– Claro que sim.
– Então vou ganhar uma carona?
– Só uma carona Cabo, mais nada. Respondeu Adriano.
Põe a bicicleta no porta-malas, deve caber?
– Cabe, é infantil, Arão brincou…
Ainda trocaram uns beijos e pegações ao se despedirem. Arão deu umas mordidinhas no pescoço de Adriano ao abraçá-lo por trás. João veio pela frente e cochichou ao seu ouvido.
– Amanhã estarei cedinho aqui esperando, se você sentir saudade esta noite, amanhã a gente acaba com ela.
– Com certeza…
Adriano ía devagar, Cabo pediu para dar uma paradinha pois queria mijar. Era uma estradinha escura, de terra, totalmente deserta. Cabo desabotoou todo o macacão, tirou seu cacetão pra fora que foi ficando duro assim que acabou de urinar. Olhou para o pinto de Adriano que também já estava duro e segurou com tesão.
– Não Cabo, já transamos demais. E não é quantidade que conta, apesar de hoje ela está aliada a qualidade, estou quebrado.
– Mas seu pau tá duro, vai me dizer que não está afím?
– Não é isso, estou morto mesmo, e está duro por causa…
Cabo nem esperou terminar de falar, agarrou seu rosto e deu-lhe um beijo daqueles, chupando sua língua. Depois se abaixou e colocou o pau do Adriano na boca. Assustado tentou afastá-lo.
– Não aqui! Nós estamos na rua.
– Numa estrada vazia, respondeu sem largar do seu pau. E nesta hora, aqui, já disse que não passa nem fantasma, só estamos nós. Se você quiser, podemos entrar no mato, há um atalhozinho aí que dá pra gente curtir numa boa!
– Não…vamos ficar aqui mesmo, então…
Cabo tirou toda a roupa, mostrando bem sua excitação.
– Tira a sua também Adriano, vem, só nós dois agora, vem…
Adriano foi.
Cabo sussurrava de tesão, gemendo sentado no pau de Adriano. Subia e descia com rapidez, apertando o cu como querendo que o outro demorasse dentro dele e torcendo para que não gozasse logo. E se gozasse, poder reter toda porra dentro dele. Mesmo sendo na camisinha.
Adriano tirava proveito, já que o Cabo estava sentado de frente pra ele. E o pau dele por ser enorme, ficaria fácil se curvar um pouco e tê-lo em sua boca. Enquanto o seu sofria deliciosas pressões enterrado todo no cu do Cabo…
– Vou gozar Cabo, vou gozar…
– Eu também Adriano, goza!
A boca de Adriano se encheu de porra outra vez, e o cu do Cabo sentia o calor da sua. Deitaram saciados no banco do carro, um sobre o outro. Adriano não tinha mais força nem para se mexer.
Cabo com sua tora insaciável e melada de porra, virou-o de lado e empurrou pra dentro do cu do Adriano, deixando lá as últimas gotas do seu leite…
Adriano acordou moído e atrasado, mas mesmo assim estava feliz. Toda aquela aventura havia valido a viagem. Valeu se perder.
Tinha se encontrado, era o que ele queria, com certeza voltaria na próxima semana, e sempre que pudesse.
– Mas agora ao trabalho, ele e João me esperam!
Quem sabe Arão também?

FIM.

Garoto Perdido. Mas Bem Acompanhado. cap.3

julho 8, 2007

josuemandrade@hotmail.com

– Vamos lá pra sala, aqui é apertado? Tenho uns colchonetes lá no carro, sempre ando previnido, a gente nunca sabe o que pode acontecer, tá no porta-malas.
– Eu vou lá buscar, cadê a chave? João se ofereceu.
– Mas vai assim nu lá fora?
– O que é que tem Adriano, ninguém vê nada não? E nesta hora não passa ninguém na estrada…
Estenderam os colchonetes no chão, já que o sofa era muito velho e não aguentaria o tranco.
Arão tirou a lâmpada da sala e pos no corredor, abriu uma das janelas. E depois que a chuva rápida passou sem que eles notassem, a noite se fez clara com uma bela lua no céu e o cheiro de terra molhada, daria um toque romântico a aventura…
Ainda estavam nas preliminares da segunda trepada, mãos se alisando, pegando, apertando rolas e bundas. Dedos penetrando em uns e tentando penetrar em outros. Lábios macios e carnudos, bocas se unindo em beijos molhados, lambidas e mordidas nas orelhas, e pelo corpo todo. João era o único que não curtia muito essa de beijar na boca. Lembrança de um machismo tolo, arcaico. Porém mesmo assim, permitia uns ou outros lábios molhados encostarem nos seus, e retribuía…
Quando de repente a porta que estava só encostada se abre, levaram susto. Diante deles parado, segurando a rola por cima do macacão, estava o frentista do posto, Cabo.
– Sabia que iria rolar alguma coisa quando eu vi o João só de cueca dentro do carro com a rola quase de fora. Eu vi vocês vindo nessa direção e assim que terminou meu horário no posto, vim voando atrás de vocês, mas pensei que estivessem lá no riachinho.
– E como achou a gente aqui? Perguntou João.
– Eu vi o carro do moço aí, e a carroça parados aqui na frente. E quando fui chegando, João estava pelado lá fora pegando um troço, então pensei, a festa deve estar boa, também quero entrar nela!
-E não me chamou?
– Quis fazer surpresa!
– Você veio como? Quis saber Adriano.
– De bicicleta, deixei aí fora…Posso tomar um banho?
– Já que está aqui, pode. O banheiro é alí, apontou Adriano.
– Tomo um banho rápido. E depois posso participar da brincadeira?
Todos olharam para Adriano esperando a confirmação. Ele estava assustado, não sabia o que dizer, tinha medo. Afinal já estava sendo ousado demais com os outros dois, e agora mais este. E ele nem os conhecia. Foi tudo muito inesperado para um dia só…
Teria de ser rápido, Cabo já estava terminando o seu banho, precisaria de mais coragem.
Resolveu enfrentar mais esta. Tinha curiosidade, João fez propaganda do pau do outro, queria ao menos ver se era verdade.
– Tudo bem, disse Adriano, logo que Cabo entrou na sala, molhado. Fique à vontade, seja bem-vindo.
Arão e João sorriram aliviados por Adriano ter aceito.
– Só que aqui Cabo, nós estamos curtindo de tudo, sem frescura, o que acontecer fica entre nós, falou Arão.
– Tudo bem caras, vocês me conhecem.
– Então vem!..
Cabo é um daqueles moleques com quem Arão trocou quando garoto, mas não chegaram a consumar nada. Ficaram muito tempo no roça-roça, um com medo do tamanho do pau do outro, pois já eram bem dotados desde meninos. E quando resolveram encarar a foda, chegaram outros garotos, então eles pularam nas águas do riachinho. Depois nada mais rolou.
Cabo era um rapaz de estatura mediana, o menor dos quatro, porém forte, pernas grossas, coxudo, braços musculosos, barriga retinha, peito definido, bunda arredondada, carnuda. Clarinho, entre o moreno e o louro, de cabelos crespos também louros, olhos claros, esverdeados. Aquele tipo de pessoa em que alguma região do país é chamada de “galego” ou “sarará”.
Charmoso, sorridente, sensual, um frentista delicioso…
– Não tenha medo Adriano, o Cabo é super legal, gente fina, vai gostar dele, cochichou João em seu ouvido.
– Não estou com medo, só receio de encarar sua jeba, você disse que ele é um jumento! Sei lá! Depois ele pode não gostar de jeito que estamos transando.
– Que é isso? Ele é o maior papa-cu da cidade e outras coisas mais. Nem chega a comer direito quem quer dar pra ele, não entra tudo. E de nós , é quem mais gosta da fruta, come até o caroço, curte tudo. Viu como ele sentiu o cheiro e nos encontrou aqui?
– Mas sei lá João, sinto-me irresponsável também transando aqui, não vim pra isso.
– Aqui tem poucos caras que gostam da brincadeira. E quando aparece alguém como você, vira festa! Todo mundo quer, vai gostar Adriano, já está gostando né?
João e o Cabo deitaram nas beiradas, os outros dois ficaram no meio. Sendo que ao lado do Cabo ficou Arão e Adriano como estava, ao lado do João. Ficaram quietos, sem ação, talvez com vergonha uns dos outros.
Até que alguém sugeriu que apagasse a luz e deixasse somente uma janela aberta para que a sala fosse iluminada pelo luar…
-Não tem perigo? Adriano quis saber.
– De jeito algum, aqui nesta hora não passa nem fantasma, Cabo respondeu já louco de tesão.
– Mas ainda é cedo.
– Aqui é assim mesmo, e esse lado da cidade só tem sítio, e o mais próximo é onde mora o João…vamos lá, olha como estou!
Falando isso Cabo se encostou em Arão, metendo sua cacetona entre as pernas dele. Arão aproveitou e puxou Adriano pra mais perto e deu-lhe um beijo com vigor, com muito mais tesão que antes. João veio por trás dele, já que ele estava de frente para seu primo, e fez o mesmo que Cabo, enfiou seu pau entre as coxas de Adriano.
Adriano e Arão esfregavam suas rolas, se beijavam enquanto o Cabo e João se ocupavam de suas bundas.
Cabo foi deslizando pelo corpo do Arão até chegar no seu cu e enterrou a língua. João não resistiu vendo aquilo e quis ser um pouco mais ousado e tentou fazer o mesmo com Adriano. Só que não chegou a botar a língua, ficou só mordiscando sua bunda.
Arão e Adriano eram o recheio de um saboroso sanduiche. Seus lábios sequiosos numa tara louca. Bocas e línguas se beijavam, mordiam, se chupavam e lambiam tudo o que tinham direito. Adriano chupava Arão com loucura. A rola preta e grande dele, deixava o outro fora de si, era o que ele sonhava há tempo.
Cabo na traseira de Arão, continuava a brincar nas suas coxas, às vezes esfregava a rola no cu já bem lubrificado de tanta saliva, resultado de sua língua.
Do mesmo modo que ele fazia quando João estava atrás do Arão lá no banheiro, cada vez que a picona do Cabo vinha em sua direção, Adriano lambia e tentava chupar a cabeçona. Jamais havia visto uma coisa tão grande e carnuda assim. Realmente era um cabo de enxada, calculou no mínimo uns 26cm. Chupava Arão e lambia o Cabo. João aproveitou que ele se distraía com os outros dois e fez a festa, enterrou sua vara no cu de Adriano, sem intervalo, direto.
– Ai, tira João, doeu!…
– O que é isso cara, relaxa, eu faço com carinho, olha só, sente!
– Mete devagar João…assim…
Cabo doido de tesão, pegou seu pau que já estava pra lá de melado, lubrificação natural e salivado, forçou uma penetração no cu do Arão que estava disposto a encarar. Mas quando sentiu a cabeçona rasgando seu rabo, ele se retraiu.
– Não vou aguentar essa jeba, é grande demais Cabo.
– Deixa só um pouquinho, passando a cabeça, você se acostuma com o resto… Foi forçando a entrada, porém Arão, por mais vontade que tinha de ser enrabado de vez e liberar tudo, não suportou a dor e apertou o cu.
Não permitindo a penetração, isso deixou o outro mais irado.
– Abra, relaxa, como o rapaz aí fez.
– Não Cabo, não estou acostumado com rola tão grande.
– Vai Arão, deixa, você se acostuma, vamos lá …
Arão não decidia, mas Adriano chupava com gula o pau dele, e tinha a rola do João toda enterrada no cu. João acelerou falando que não dava mais pra segurar e que gozaria de novo no seu cu.
– Goza João, mas goza fora, na minha bunda…
– Deixa Arão, vamos terminar o que deixamos de fazer na infância…
– Ai Cabo, tá doendo, não…
João que já havia gozado, se afastou um pouco olhando os outros três. Cabo desistiu de comer Arão, muito apertado para o tamanho do seu pau.
Adriano puxou a cabeça do Arão até sua pica e enfiou na sua boca.
Cabo percebeu e veio por trás dele. Com o cu de Adriano bem dilatado, foi fácil para penetrar nele. Arão também quis sentir Adriano e encostou sua bunda no pau dele.
– João, pega umas camisinhas na minha mochila e um gel, pediu Adriano…
Vestiu uma no seu pau e tentou enfiar a outra todinha no Cabo, mas não deu, ficou pequena e apertada, faltou camisinha e sobrou rola. Colocou Arão de bruços, abriu bem sua bunda e calmamente foi penetrando no seu cu, que por ser apertado, fazia pressão em seu pau.
Arão abria mais a bunda, facilitando a foda. A rola de Adriano era a menor, aguentaria tudo, até o saco…
Cabo então com a mão cheia de gel, deixou bem untado seu pau e o cu do Adriano. Os dedos dele no seu cu, deixava Adriano com muito mais tesão. O cu de Arão piscava na sua rola. Cabo então pressionou a cabeça da sua pica no cu de Adriano, com calma para não machucar. Mas sentiu facilidade, o cu dele já estava bem arrombado. E sem dificuldade para penetrar a cabeça, o resto da mala era questão de jeito e tranqüilidade, que tudo se acomodaria lá dentro.
Adriano também pensou que não fosse suportar, mas a única dor que sentiu, foi uma ardência, pois o João trouxe o gel errado. O que ele pegou foi o de barbear e não o outro, lubrificante… Com o cabo enfiado no seu rabo, ele entrou com tudo no cu do Arão que pedia mais. Ficaram de lado para facilitar as coisas.
Depois de um ligeiro banho, João que observava tudo um pouco afastado, ainda com tesão, seu pau foi endurecendo outra vez. Veio pra frente de Arão e deu a rola pra ele chupar. Arão não se fez de besta, meteu aquela pica na boca e chupou como se desejasse tê-la há muito tempo . Depois o saco , deixando João com um tesão daqueles. A mão do Adriano punhetava Arão. A rolona do Cabo atolada no seu cu, não sobrando nada pra fora, só as bolas, rompendo suas últimas pregas, se é que ainda as tinha. Se deliciava com a sua no cu do negro, quando o Cabo ligeiramente retirou a dele do seu, arrancou a camisinha que se rompeu e meteu de novo no seu cu, dessa vez sem dó.
Entrou tudo numa só estocada. Ele gemeu alto e no embalo da penetração e do vai e vem, sua rola foi toda e mais para dentro do Arão que acabou gozando em sua mão.
João ainda quis gozar na boca do primo, só que ele o afastou, dizendo não aguentar mais. Adriano também quis gozar no seu cu, a camisinha retardava o orgasmo, e Arão tirou o pau dele de dentro. Foi tomar banho, deixando Adriano com a pica do Cabo enterrada no cu.
Adriano tirou sua camisinha, João que queria gozar de novo, meteu sua rola na boca dele. O Cabo entrava e saía, tirava tudo e enterrava de uma vez. Adriano nem sentia mais qualquer dorzinha, só curtia o prazer, já estava todo aloprado mesmo…
Arão voltou do banho, vendo que eles ainda estavam engatados, seu pau deu sinal de vida novamente. Querendo experimentar o amigo, se aproximou do rosto do Cabo e esfregou seu cacetão em sua boca. que não se fez de rogado, deixou entrar, enfim todos eram amigos, e amigo é pra essas coisas também. Meteu o pau do Arão todo na boca, enquanto o seu ainda no entra e sai, já havia descoberto quase todos os segredos do cu de Adriano.
João estava em extase vendo tudo aquilo e fazia da boca do Adriano o lugar ideal para derramar seu leite que não demorou a ferver, ao ouvir Cabo gritar que estava gozando no melhor cu do mundo. Agarrou Adriano com força e se derramou dentro dele. Exageradamente litros de porra que sua boca ficou cheia e transbordava e seu cu também.
E perdendo todos os pudores e vergonha, João caiu de boca no pau do Adriano para que ele gozasse também.
Arão não demorou e gozou o que ainda restava dentro da boca do Cabo, que engoliu e se lambia enquanto seu pau ainda latejava e expelia as gotinhas finais de esperma no cu do Adriano, que também já sem força no cu, tentava pressionar seu pau enquanto chegava ao orgasmo, derramando seu porra quente no rosto do João.
Tombaram os quatro extasiados e axaustos com a melhor foda de suas vidas. Adriano ainda tinha a pica do Cabo meio dura dentro do cu. Aos poucos foi relaxando e o pau dele foi saindo como quem quisesse mais…
(continua)

Garoto Perdido. Mas Bem Acompanhado. cap.2

julho 8, 2007

josuemandrade@hotmail.com

Arão virou Adriano de frente e antes que ele retrucasse alguma coisa, tapou-lhe a boca com um beijo. Seus cacetes duros se roçavam com muito tesão, num duelo de espadas, um melando o outro sob o chuveiro. As línguas se debatiam passando de um para o outro, o seu sabor de desejo. Arão segurou a cabeça de Adriano e foi forçando para baixo, fazendo com que ele linguasse seu corpo até chegar na sua rola.
Foi quando viu que notavelmente era grande, duvidava que caberia em sua boca aquela baita tora preta, exitou. Mas o seu tesão e aquele cheiro de pica que acabou de mijar, aumentou sua excitação.
Abriu bem a boca para dar passagem à cabeça, passou a língua sentindo o gosto das últimas gotas de urina que restavam. Ele sabia bem o que aconteceria. Mas depois de um dia estressante, nada mais relaxante que uma foda com dois homens rústicos e deliciosos.
E curtir todo o orgasmo do mundo. Estava alí perdido porém bem acompanhado, se entregou ao prazer e fosse o que fosse, toparia, iria se dar bem!
Arão fechou a torneira do chuveiro, seu corpo molhado reluzia mais com o pouco reflexo da luz que vinha da sala. Adriano não se conteve, passou a lamber e chupar as bolas de Arão.
– Chupa mais, chupa, aperta um pouco com os lábios…assim…que boca gostoso, quente!.. Segura na minha bunda e chupa meu pau, ah!
Adriano agarrou firme na bunda do Arão, e com os dedos molhados, brincava de tentar enfiar no cu dele…
João na sala começou a ouvir os gemidos, e como seu primo demorava no banheiro, deduziu o que se passava. Tirou a cueca e se masturbou, mas não dava pra ficar só na fantasia, quis participar.
Encontrou Adriano de joelhos com a língua enfiada no cu do outro, que enlouquecia de tesão. Nunca alguém havia feito isso com ele. Arão se arrepiava e sua rola endurecia mais, dando a impressão que crescia a cada linguada.
João foi pela frente e agarrou o primo, era primeira vez que fazia isso com ele, embora já tivessem saído juntos para curtir. Porém naquela noite tudo era válido, tudo seria possível, as libidos estavam em alta. E foram se permitindo a tudo.
Quando teriam outra oportunidade?
O pau do João roçava entre as coxas de Arão, que por ser mais alto, o seu esfregava na barriga do João.
Adriano por trás, ainda brincava com a língua no cu do negro, que quando abria um pouco as pernas, deixava ver a rola do João que ía e vinha entre elas. Ele não perdia tempo, aproveitava quando vinha em sua direção e passava a língua, às vezes dava uma chupada só na cabeça.
A rola do João era grossa e cabeçuda, mas menor que a do primo. A do Adriano também não ficava a dever, porém não se comparava em tamanho e nem em grossura. Do tipo cabeça pequena, mas que vai avolumando, ficando carnuda até chegar na base.
Mudaram de posição, dessa vez era Adriano que tinha o cu possuído pela língua do Arão enquanto ele chupava com sofreguidão a rola do João.
João batia com a rola no rosto e na boca dele, fazendo um som característico como se fodesse um cu… Arão ergueu a bunda do Adriano, este segurou firme na cintura do João que estava em pé, sem tirar a rola da sua boca. Às vezes chupava as duas bolas juntas o que fazia João soltar gritos de tesão.
Deixou o seu cu à mercê do negro gato, nem quis saber o que aconteceria, não estava em condições de raciocinar. Aliás, nenhum dos três. Era desejo demais, doido ” tresão”!
Só percebeu o que acontecia quando sentiu o cacetão do Arão rasgando seu cu, abrindo tudo. Quis gritar, mas um outro cacete invadia sua boca quase sufocando-lhe, arrombando a garganta. Não dava mais para fugir da situação e decidiu aguentar tudo como um verdadeiro macho. Sentiu a rola do Arão entrar inteira e lá dentro, aumentar de volume, não acreditava…
Cansado por se encontrar há muito tempo na mesma posição, curvado pra frente, pediu pra mudar. O banheiro parecia pequeno para os três. João deitou-se no chão molhado e disse ao Adriano que sentasse no seu pau, pois queria experimentar seu cu insaciável.
Arão tirou de dentro dele para que seu primo também se deliciasse. Lavou seu pau enquanto o do João sumia no cu do Adriano já alargado pelo caralhão dele.
Após alguns minutos, João pos Adriano de lado, seus movimentos se tornaram mais brutos. Acelerou o vai e vem. Adriano ajudava rebolando a bunda e apertando o cu, jogando-se de encontro ao pau dele.
Arão veio pela frente de Adriano em posição de 69 e deu sua rola pra ele chupar,
– Chupa Adriano…chupa meu saco, enfia o dedo no meu cu…assim! Ele mesmo abocanhou a rola do Adriano e chupou com voracidade, pressionando no céu da boca e apertando com os lábios.
João vendo aquilo, não resistiu mais, não podia mais esperar. Nunca tinha visto Arão agir daquela maneira, era muita surpresa, jamais pensou que seu primo caísse de boca no pau de alguém, fazer uma foda completa… O tesão só aumentou tomando todo o seu corpo, agora sim. Acelerou ainda mais o rítmo da foda, socava com tudo o cu do Adriano, dizendo que iria gozar.
Foi daí que Adriano lembrou que eles estavam sem camisinha, mas agora já era tarde demais, não dava para parar.
– Vou gozar Adriano…gozar nesse cuzinho de branco gostoso…me deixa gozar, deixa Adriano?.. Tô gozando meu branquinho…
Ele mesmo de lado, fazia movimento como se estivesse pulando no pau do João. Agarrava na bunda do Arão para que o pau dele não saísse da sua boca, e enterrava o seu fortemente na boca dele. Arão sentia prazer engulir a rola do Adriano por inteira.
Sentiu uma quantidade enorme de porra encher-lhe o cu, enquanto levava tapas na bunda que João lhe dava.
João não parava de gozar e Adriano implorava que não parasse.
– Quero gozar com a rola no meu cu, não tira João, não…
Porém num movimento mais brusco, o pinto do João saiu. Arão aproveitou a oportunidade e pulou sobre Adriano, enterrando até o talo, outra vez em seu cu, agora melado da porra do João. Começou a se mover furioso e rápido. Agora estava bem mais fácil, aberto e lubrificado.
Adriano gritava, chorava, esmurrava o chão, alucinado queria gozar, pedia mais. Masturbava-se.
– Vem João aqui na minha frente, bata com seu pau na minha cara, mela meu rosto, mije em mim, faça o que você quiser, vem!
João foi e esfregava seu caralho na cara do Adriano que com isso se punhetava com violência. Quando Arão anunciou que estava gozando, e com agilidade tirou do seu cu, virou Adriano de frente, escanchou em sua barriga e gozou no seu rosto cobrindo todo de porra, chegando a atingir também a rola e a barriga do João.
Adriano suspirava aliviado gozando também nas costas do Arão…
Banharam-se juntos, um lavando o outro, numa brincadeira sensual. Adriano fez sua higiene sem sentir nenhuma vergonha. Demoraram sob o chuveiro entre beijos e abraços.
Foi durante o banho que ele soube que Arão já havia morado na capital por uns 3 anos, e que foi lá que descobriu as delícias do sexo entre homens, com um tio e um primo legítimos. Até então só tinha comido algum moleque que gostava da coisa alí mesmo na cidade onde mora. Mas que é difícil por ser uma cidade pequena, geralmente algumas pessoas ficam sabendo e pega mal para os garotos, é preciso ter cuidado quando se trata de alguém da mesma cidade. Mas que com ele ainda bem que ninguém soube de nada.
Falou também que João passou a curtir mesmo depois que passou umas semanas com ele na capital. Mas que nunca os dois transaram. Certa vez na volta de uma festa, embriagados, ao entrar no mato para mijar alí na estrada, se esfregaram um no outro, e acabaram batendo punheta, depois não falaram mais nisso…
– Com a conversa e um toque aqui, outro alí, acabaram se excitando de novo.
(continua)

Garoto Perdido. Mas Bem Acompanhado. cap.1

julho 8, 2007

josuemandrade@hotmail.com

Era a primeira vez que ele viajava para aquela cidade.
O roteiro do mapa que lhe deram, fez com que se perdesse, alguma coisa estava errada. Ou ele confundiu os nomes das ruas. O desenho era mal feito e a letra horrível, quase não se entendia o que estava escrito.
Por fim foi parar numa estrada de terra e totalmente deserta, com mato de ambos os lados.
Havia rodado muito, estava cansado, e seu carro parecia querer dar problemas.
– Era só o que me faltava, eu numa cidadezinha do interior, perdido no meio do nada, um celular que não dá sinal, o carro querendo parar, sozinho…Ah meu Deus, faça com que apareça alguém!..
Adriano resolveu esperar um pouco até resolver o que fazer. Se não aparecesse alguém, tentaria voltar ao centro da cidade, que nem sabia mais ao certo como chegar de tantas voltas que deu.
Chegou a perguntar, se informar, porém as pessoas não souberam informá-lo direito e por isso acabou perdido…
Mas Deus ouviu suas súplicas.
Vinha em sua direção, uma pessoa numa carroça, que com um leve sotaque do interior se didigiu a ele.
– Tarde, o moço tá perdido?
– Boa tarde, estou sim, e o pior é que o meu carro já está quase sem gasolina.
– Como é que ‘cê veio parar aqui, tão longe da cidade?
– Vim procurando este endereço.
Adriano explicou o que veio fazer e mostrou o mapa que lhe fizeram.
– Xiiiiiiiii! O senhor tá muito longe, esse sítio é lá do outro lado e é perto de onde moro, quase vizinho.
– (Pensou)- Ai meu Deus, se perto de caipira já é distante, imagina quando diz que é longe, deve ser lá pro fim do mundo?!
– Mas é muito longe, como faço pra chegar lá?
– Ó, o senhor só vai chegar lá de noite, isso se a chuva que vem logo aí deixar.
Adriano olhou pro céu e perguntou:
– Mas que chuva, não estou vendo nada, nem uma …
– Já vi que o senhor não conhece nada daqui. Olha vamos fazer o seguinte. Eu levo o senhor até lá, mas vai ter de me esperar aqui. Só vou levar essas coisas que ‘tão aqui na carroça pro meu padrinho, é bem aculá, e volto já já por aqui e aí o senhor me acompanha, espera eu voltar, certo?
– Não tem outra alternativa! Está certo, espero. Mas você vai demorar?
– Até que nem! Espera aqui que volto já, o senhor espera…
– Não precisa me chamar de senhor, somos muito novos pra isso, e qual é o seu nome?
– João.
– Me chamo Adriano…Tá certo João, fico te esperando.
João voltou para carroça e seguiu seu caminho da mesma maneira que havia chegado, sem pressa.
– Espero que esse matuto volte logo, não quero passar a noite aqui.
Adriano entrou no carro, ligou o som baixinho e esperou, esperou…Adormeceu. Só restava esperar.
João, um mulato forte, jovem, não muito alto, talvez 1.73m, de feições rudes, porém bonito, educado.
Ao contrário de Adriano, moreno de pele clara, olhos claros, quase escondidos atrás dos óculos, aparência fina. Corpo normal, não tão mais alto que João. Os cabelos pretos e curtos, bigode fino e um discreto brinco na orelha esquerda. Esse seu visual de rapaz bem comportado, aos 25 anos.
Viera àquela cidade fazer uma vistoria num sítio que um cliente pretendia comprar. Sua família é dona de uma imobiliária na capital e sócia de uma pequena construtora. E seu parecer seria muito importante para o fechamento do negócio. Já estava habituado a isso, viajar a negócio desde menino quando ía com seu pai e/ou seu irmão. Agora já adulto, às vezes com outros corretores. Mas nessa, era a primeira vez que fazia uma viagem sozinho e a cidade para ele desconhecida…
Nem reparou direito em João, queria mesmo era sair dalí, fazer seu trabalho e voltar o mais rápido possível para casa…
Acordou umas horas depois assustado, meio aéreo, sem noção do tempo. Foi se refazendo aos poucos, preocupado, pois já escurecia e a chuva se aproximava.
– E se esse caipira mentiu, me fez de bôbo ao ficar aqui esperando por ele, e não voltar mais? Mais de uma hora que espero e nada do João, quer saber, vou dar uma mijada e depois me mandar… Só não sei em que direção seguir! Seja o que Deus quiser!..
Voltou ao carro, e quando foi dar a partida, João bateu na janela.
– Oi moço, já ‘tava indo embora, cansou de esperar?
Adriano se assustou e ao mesmo tempo que ficou com medo, se sentiu aliviado.
– É João, já está anoitecendo, e confesso que fiquei com um pouco de medo sim, sozinho aqui, mas ainda bem que você chegou, vamos?
– Vamos, mas eu trouxe meu primo também, ele vai levando a carroça e eu vou no seu carro com você pra ensinar direito…
Foi então que ele percebeu que João estava acompanhado.
– Seu primo?
– É.
– E ele vai levar a carroça pra você, e depois voltar sozinho?..
– Ele dorme lá em casa, e amanhã a gente vem.
– Então vamos, entra aí, está ficando tarde e escurecendo, ainda tenho que ver um hotel pra ficar, vamos!.. É seu primo mesmo, diferente?
– A gente se trata por primo, mas é filho do meu padrinho, sabe como é? O nome dele é Arão.
– Então tá! Tudo bem Arão?
– Tudo.
Arão respondeu olhando Adriano de cima a baixo, talvez pensando o que aquele branquinho fazia alí perdido?
Adriano também encarou firme o olhar, tentando aparentar segurança, mesmo que por dentro estivesse morrendo de medo. Sozinho num lugar isolado com dois desconhecidos. Estendeu a mão para ele. Arão segurou com força, depois alisou discretamente, dando-lhe um sorriso maroto, passando a língua nos lábios.
João sacou a do primo e sorriu também cúmplice, passando sua mão no pau.
Adriano ficou gelado, um suor frio desceu-lhe do rosto e imediatamente, entendeu o que eles pretendiam.
Não era nenhum inocente, já havia tido transas assim, algumas desastrosas. Outras, experiências agradabilíssimas. Lembrou certa vez, ao sair de uma “rave”, onde 3 caras o seguiram e forçaram uma transa com ele. Mas daquele vez, ele estava no seu habitat, agora não, o ambiente é outro, totalmente desconhecido e com 2 estranhos, fora do seu meio.
Se alguma coisa acontecesse, certamente não saberia como agir… Segurou a emoção, respirou fundo e seco, fingiu não ter entendido a insinuação, e controlou a insegurança.
– Vamos João, já está tarde!
Olhou mais uma vez Arão que já estava na carroça. Um negro alto, esguio, afilado, boa aparência, com jeito de quem sabe o que quer. E pela maneira que segurou sua mão e lhe sorriu, Adriano sacou muito bem o que ele queria.
João era bem diferente do primo, mulato e o outro bem negro. Ele tinha as mãos calejadas, enquanto Arão parecia nunca ter trabalhado no pesado, sua mão era macia, porém numa coisa eram parecidos, na gentileza, na educação… Enfim Adriano pensou, o que tiver de ser, será, a sorte foi lançada!..
João de vez em quando, roçava propositalmente sua perna na do Adriano, só para ver sua reação.
Adriano ainda fingindo não entender a dele, sorría. João então segurava o próprio pau e apertava, fazendo com que Adriano desviasse o olhar para ele.
Durante o trajeto, ele foi inventando desculpas para tirar a roupa, dizendo estar calor, que a bermuda estava apertando, até Adriano dizer pra ficar à vontade.
Foi o que ele fez tirando a camisa e abrindo a braguilha, deixando visível o volume sob a cueca. Exalava um cheiro agradável do seu corpo, misto de sabonete e sexo, deixando Adriano perturbado e excitado…
Pisou no freio com força ao parar num posto, deixando não só o frentista assustado, como João também.
Encheu o tanque, e ao sair o frentista segurando a rola, deu um sorriso sem vergonha pra ele e cumprimentou João com uma piscadinha cúmplice também, pois o tinha visto de braguilha aberta, o pau quase de fora da cueca. E tem mais, ele conhecia bem os dois primos, desde criança.
Arão passou por eles, acenou e fez discretamente um gesto com a mão e os lábios para Adriano que pensou.
– Parece que todos os homens dessa cidade gostam disso, de foda!
– Conhece o frentista João?
– Aqui, quase todos se conhecem. O Cabo é gente fina, cara legal, vai gostar dele… Já respondendo como se tudo estivesse sido planejado, mas não.
– Cabo? Ele era militar?
– É só apelido, desde criança, cabo de enxada.
– Engraçado! E qual o motivo?
João riu.
– Dizem que ele é um cabo de enxada, ninguém aguenta.
– Ah, entendi.
Riram juntos.
– Quero distância , disse Adriano só pra si.
– Que foi?
– Nada, pensei alto… falta muito?
– Não, quase chegando, entra nessa estradinha.
Passaram outra vez por Arão, sorriram.
Ao chegarem, Adriano que tinha cópias das chaves, foi abrindo o portão, depois a porta e entrando. Tropeçou em alguma coisa, estava escuro. João o segurou para que ele não caísse, e ao segurar, seu pau roçou na mão de Adriano de propósito, que gostou do toque.
João acendeu a luz, pois conhecia bem o lugar desde criança. A sala era o único cômodo que tinha lâmpada, não havia jeito de fazer uma vistoria naquela hora, no escuro.
– É melhor eu voltar amanhã cedo, no escuro não vai dar pra trabalhar. É um trabalho demorado, minucioso, tem de ser no claro, durante o dia, e eu estou muito cansado e louco pra tomar um banho, estou empoeirado, trocar de roupa, descansar. Vou voltar pra cidade e ver um hotel pra ficar, jantar e dormir. Amanhã cedo estarei aqui, já sei onde é mesmo, não tem erro. Nem sei como agradecer você…
– Ó, se for pra tomar banho, aí no final do corredor tem um banheiro, é muita água. Dormir, você pode dormir lá em casa, comer alguma coisa. Pai e mãe não acham ruím não, é só alguns metros daqui!
– Estou tão cansado, acho que vou aceitar sim. Mas pago pela hospedagem, e mesmo voltar pra cidade agora, vai levar um tempo. Ao menos aqui fica mais próximo, só vou pegar umas coisas no carro. Obrigado.
– Ó, precisa pagar não, que é isso, assim ofende?!
Depois você vai ser nosso vizinho.
Adriano explicou outra vez o que veio fazer naquela cidade, qual é seu trabalho e que não seria ele o vizinho do João, mas se desse certo, voltaria para fazer uma visita…
Deixou a porta do banheiro aberta, para que a luz da sala pudesse clarear um pouco o seu banho, mas pouco adiantou…
Arão chegou e pelo visto achou que os dois estivessem transando, pois já entrou excitado, sem camisa , massageando seu pau. Viu João só de cueca sentado num sofa velho que o antigo dono do sítio deixou. Ele também estava de pau duro.
– Pensei que vocês estivessem transando João, cadê o rapaz?
– Tomando banho, depois nós vamos pra casa, ele aceitou dormir lá.
– Quer dizer que hoje vamos ter um franguinho de granja branquinho, só pra nós? Acho que vou dar uma espiada nele, tô até com vontade de tomar banho também. Arão falou já ficando nu e dirigindo-se ao banheiro.
Adriano levou um susto vendo-o entrar nu mesmo esperando por isso. Mas pensou que seria João a fazer e não o primo, mas gostou da idéia. E de ver um homem bonito, de pele tão escura, negra mesma e que brilhava como pedra preciosa, ônix.
Nas poucas experiências com homens, ele só curtiu uma vez com um mulato e mesmo assim era mais claro do que João. A primeira vez que via um negro mesmo de verdade, e ainda mais nu… Nem olhou direito para a rola do Arão, não quis nem saber o tamanho, embora de antemão soubesse que era grande…
– Não precisa ficar assustado Adriano, eu só vim mijar, e tomar um banho, tá calor, tirar um pouco o pó da estrada.
– Fique à vontade, já estou terminando, só me assustei, não esperava.
Nem deu tempo dele terminar direito a frase, Arão veio por trás e o agarrou.
– Não esperava mesmo? Pois eu esperava por isso!…
(continua)