Aquilo que minha namorada não sabe

zolthar@uol.com.brTenho 19 anos, e há pouco tempo comecei a ter relações anais com a minha namorada. Ela diz que eu faço muito gostoso, que é melhor do que quando eu faço na “chaninha” (apelido que demos pra bucetinha gostosa dela). Mas o que ela não sabe é como eu aprendi a fazer o que ela tanto gosta…
Aconteceu há pouco mais de um ano. Eu tinha acabado de entrar no banho, quando ouvi o telefone tocar na sala. Como não havia mais ninguém em casa, corri pelado até o telefone. Era minha mãe, avisando que um colega dela iria passar lá em casa, para pegar uma extensão de fio elétrico, para um evento que estava rolando lá na igreja que freqüentamos.
Eu pensei que ele ainda iria demorar algum tempo para aparecer, mas logo a seguir ouvi tocar a campainha. Só deu tempo de enrolar-me numa toalha, para não atendê-lo completamente nu. Como já nos conhecíamos há algum tempo, não vi nenhum inconveniente nisso, já que éramos homens (apesar dele ser cerca de 20 anos mais velho) e eu não queria fazê-lo esperar enquanto trocasse de roupa.
Ele riu ao ver-me enrolado na toalha, e eu ri de volta, meio sem graça…. e pedi que ele me acompanhasse até o quarto onde meu pai guardava suas ferramentas. Demorei um pouco a achar a tal extensão, e fui ficando nervoso, pois sentia que ele me observava calado, parado na entrada do quarto. Quando finalmente a achei, e a entreguei em suas mãos, ele me olhava fixamente. Pude perceber pelo volume em sua calça que ele estava excitado, e eu fiquei ali, estático, sem conseguir desviar o olhar daquela jeba endurecida. Tentei ainda passar por ele, mas ele bloqueou a saída do quarto com o corpo, e acariciou os meus cabelos ainda molhados. Senti sua mão quente deslizando em meu pescoço, e forçando minha cabeça para baixo. Percebi imediatamente as suas intenções: ele estava direcionando minha cabeça para um boquete. Instintivamente eu tentei reagir, mas a sua outra mão agarrou o outro lado do meu pescoço. Senti o meu corpo se desequilibrar, e pender para a frente. Para não cair, eu me ajoelhei diante dele. Com uma das mãos, ele abaixou o zíper da calça e colocou pra fora a piroca dura e avermelhada. Fiquei hipnotizado com o cheiro, com o tamanho, com a grossura, com a cor daquela piroca bem na minha frente. Por mais que eu quisesse, eu não conseguia tirar os olhos dela. Foi quando senti que ele a roçava em meus lábios, com a outra mão forçando o meu pescoço na direção dela. Resolvi entregar os pontos e abocanhei o piru dele. Eu não tinha prática nenhuma em chupar rola, mas parece que a Natureza me guiava, e comecei a gostar muito de ter o caralho daquele macho em minha boca, pulsando, com as veias quase explodindo de tão cheias.
Eu não sabia o quanto pode ser maravilhosa uma transa entre homens. Pensei que já tinha atingido o Nirvana só de ter aquela pica latejando em minha boca. Só que, de repente, ele me virou contra a parede, e começou a passar a língua deliciosamente no rego entre as minhas nádegas. Nossa…Eu me arrepiei todo, até o último pentelho do cu, que é praticamente liso. Escancarei a bunda pra que ele continuasse a enfiar aquela língua maravilhosa no meu buraquinho. Sentia que o sangue fervia em meu rosto, e enquanto eu estava entregue àquela carícia maravilhosa em minha bunda, comecei a imaginar o porquê dele estar fazendo aquilo. Lembrei da grossura do membro dele, e temi pelas minhas pregas. Mas, não conseguia parar de gemer baixinho a cada linguada, e sem acreditar no que eu mesmo dizia, eu me ouvi pedindo para que ele enterrasse aquela piroca toda em mim. Eu devia estar louco de tesão. Simplesmente não conseguia pensar, e as palavras, as obscenidades que dizíamos um ao outro eram frutos da loucura que tomou conta de nós.
A piroca dele estava completamente lubrificada, com a minha saliva, e com aquele líquido incolor que escorre dos pênis enrijecidos. Quando a jeba melada dele encontrou o meu cuzinho pra lá de molhado com o cunete recebido, a penetração teve início. Ele tinha um desses cacetes pontudos, que foi logo escorregando pra dentro de mim, sem maiores dificuldades…Ele ficou brincando de por e tirar a cabecinha de dentro do meu cu, me levando quase a gozar, a ponto de eu pedir que ele parasse com aquilo. Ele parou, e em seguida, enfiou a cabeça da pica toda e começou a forçar lentamente o resto do caralho em meu reto. Sem pressa, ele avançou milímetro por milímetro pra dentro de mim. Sentia as minhas entranhas se rasgando, mas não queria parar com aquilo. Ele começou um lento movimento de vai-e-vem, e a sensação de desconforto aumentou. Imediatamente eu pedi que ele parasse com aquilo, mas eu já não era dono de mim…Eu estava completamente entregue ao tesão daquele macho, que começou a bombar cada vez mais forte. Uma agonia imensa foi tomando conta de mim: uma mistura de dor, de tesão, de vontade de chorar… Desisti de fazê-lo parar. Instintivamente percebi que aquela doce agonia só teria fim quando ele esporrasse em mim. Então comecei a fazer movimento vigorosos com a bunda, engolindo aquele caralho com a mesma sofreguidão com que ele me enrabava. Senti que o meu gozo viria em alguns segundos, e gritei pra ele, alucinado: Goza, seu filho da puta, que eu estou gozando!!!! Aquilo fez ele enlouquecer de tesão, e ele começou a dar estocadas tremendamente violentas em meu cu. Senti o leite dele escorrendo pra dentro de mim, e alguns segundos depois foi a minha vez de soluçar com um orgasmo delicioso.
Depois daquele dia, temos sido amantes eventuais, pois ele é casado, e eu tenho a minha namoradinha. Quando como o cuzinho dela e a faço gozar feito uma putinha no cio, estou pondo em prática tudo o que tenho aprendido com o meu “tiozinho”, que me enraba como um deus grego, só que eu sinceramente acho que não chego nem aos pés da maestria com que esse colega da minha mãe me come.


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