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Aquilo que minha namorada não sabe

junho 17, 2007

zolthar@uol.com.brTenho 19 anos, e há pouco tempo comecei a ter relações anais com a minha namorada. Ela diz que eu faço muito gostoso, que é melhor do que quando eu faço na “chaninha” (apelido que demos pra bucetinha gostosa dela). Mas o que ela não sabe é como eu aprendi a fazer o que ela tanto gosta…
Aconteceu há pouco mais de um ano. Eu tinha acabado de entrar no banho, quando ouvi o telefone tocar na sala. Como não havia mais ninguém em casa, corri pelado até o telefone. Era minha mãe, avisando que um colega dela iria passar lá em casa, para pegar uma extensão de fio elétrico, para um evento que estava rolando lá na igreja que freqüentamos.
Eu pensei que ele ainda iria demorar algum tempo para aparecer, mas logo a seguir ouvi tocar a campainha. Só deu tempo de enrolar-me numa toalha, para não atendê-lo completamente nu. Como já nos conhecíamos há algum tempo, não vi nenhum inconveniente nisso, já que éramos homens (apesar dele ser cerca de 20 anos mais velho) e eu não queria fazê-lo esperar enquanto trocasse de roupa.
Ele riu ao ver-me enrolado na toalha, e eu ri de volta, meio sem graça…. e pedi que ele me acompanhasse até o quarto onde meu pai guardava suas ferramentas. Demorei um pouco a achar a tal extensão, e fui ficando nervoso, pois sentia que ele me observava calado, parado na entrada do quarto. Quando finalmente a achei, e a entreguei em suas mãos, ele me olhava fixamente. Pude perceber pelo volume em sua calça que ele estava excitado, e eu fiquei ali, estático, sem conseguir desviar o olhar daquela jeba endurecida. Tentei ainda passar por ele, mas ele bloqueou a saída do quarto com o corpo, e acariciou os meus cabelos ainda molhados. Senti sua mão quente deslizando em meu pescoço, e forçando minha cabeça para baixo. Percebi imediatamente as suas intenções: ele estava direcionando minha cabeça para um boquete. Instintivamente eu tentei reagir, mas a sua outra mão agarrou o outro lado do meu pescoço. Senti o meu corpo se desequilibrar, e pender para a frente. Para não cair, eu me ajoelhei diante dele. Com uma das mãos, ele abaixou o zíper da calça e colocou pra fora a piroca dura e avermelhada. Fiquei hipnotizado com o cheiro, com o tamanho, com a grossura, com a cor daquela piroca bem na minha frente. Por mais que eu quisesse, eu não conseguia tirar os olhos dela. Foi quando senti que ele a roçava em meus lábios, com a outra mão forçando o meu pescoço na direção dela. Resolvi entregar os pontos e abocanhei o piru dele. Eu não tinha prática nenhuma em chupar rola, mas parece que a Natureza me guiava, e comecei a gostar muito de ter o caralho daquele macho em minha boca, pulsando, com as veias quase explodindo de tão cheias.
Eu não sabia o quanto pode ser maravilhosa uma transa entre homens. Pensei que já tinha atingido o Nirvana só de ter aquela pica latejando em minha boca. Só que, de repente, ele me virou contra a parede, e começou a passar a língua deliciosamente no rego entre as minhas nádegas. Nossa…Eu me arrepiei todo, até o último pentelho do cu, que é praticamente liso. Escancarei a bunda pra que ele continuasse a enfiar aquela língua maravilhosa no meu buraquinho. Sentia que o sangue fervia em meu rosto, e enquanto eu estava entregue àquela carícia maravilhosa em minha bunda, comecei a imaginar o porquê dele estar fazendo aquilo. Lembrei da grossura do membro dele, e temi pelas minhas pregas. Mas, não conseguia parar de gemer baixinho a cada linguada, e sem acreditar no que eu mesmo dizia, eu me ouvi pedindo para que ele enterrasse aquela piroca toda em mim. Eu devia estar louco de tesão. Simplesmente não conseguia pensar, e as palavras, as obscenidades que dizíamos um ao outro eram frutos da loucura que tomou conta de nós.
A piroca dele estava completamente lubrificada, com a minha saliva, e com aquele líquido incolor que escorre dos pênis enrijecidos. Quando a jeba melada dele encontrou o meu cuzinho pra lá de molhado com o cunete recebido, a penetração teve início. Ele tinha um desses cacetes pontudos, que foi logo escorregando pra dentro de mim, sem maiores dificuldades…Ele ficou brincando de por e tirar a cabecinha de dentro do meu cu, me levando quase a gozar, a ponto de eu pedir que ele parasse com aquilo. Ele parou, e em seguida, enfiou a cabeça da pica toda e começou a forçar lentamente o resto do caralho em meu reto. Sem pressa, ele avançou milímetro por milímetro pra dentro de mim. Sentia as minhas entranhas se rasgando, mas não queria parar com aquilo. Ele começou um lento movimento de vai-e-vem, e a sensação de desconforto aumentou. Imediatamente eu pedi que ele parasse com aquilo, mas eu já não era dono de mim…Eu estava completamente entregue ao tesão daquele macho, que começou a bombar cada vez mais forte. Uma agonia imensa foi tomando conta de mim: uma mistura de dor, de tesão, de vontade de chorar… Desisti de fazê-lo parar. Instintivamente percebi que aquela doce agonia só teria fim quando ele esporrasse em mim. Então comecei a fazer movimento vigorosos com a bunda, engolindo aquele caralho com a mesma sofreguidão com que ele me enrabava. Senti que o meu gozo viria em alguns segundos, e gritei pra ele, alucinado: Goza, seu filho da puta, que eu estou gozando!!!! Aquilo fez ele enlouquecer de tesão, e ele começou a dar estocadas tremendamente violentas em meu cu. Senti o leite dele escorrendo pra dentro de mim, e alguns segundos depois foi a minha vez de soluçar com um orgasmo delicioso.
Depois daquele dia, temos sido amantes eventuais, pois ele é casado, e eu tenho a minha namoradinha. Quando como o cuzinho dela e a faço gozar feito uma putinha no cio, estou pondo em prática tudo o que tenho aprendido com o meu “tiozinho”, que me enraba como um deus grego, só que eu sinceramente acho que não chego nem aos pés da maestria com que esse colega da minha mãe me come.

Macho feliz irado na praia

junho 17, 2007

mrubiao@bol.com.br Continuo curtindo a vida do jeito que eu gosto, enrabando muito cara casado e até mesmo um virgem de vez em quando porque esses caras me dão muito tesão, só que hoje em dia a coisa tá tão fácil que a gente até perde a graça de ir a caça. Foi assim na semana santa que achei esse garotão surfista chamado Marcão, apesar do nome ele nem é tão alto, mas tem um corpo delicioso e muito sarado, todo liso e um contraste maravilhoso daqueles olhos verdes e cabelo claro com a pele morena do sol que ele toma todo dia. Eu tinha sido convidado pela tia dele pra passar o feriado na casa dela. Ela tem uma posada na praia, mas eu não tava muito afim porque minero quanto junta na praia só dá cachaçada e nego bêbado enchendo o saco, mas acabei que topei e fui pra lá na quinta-fera pensando que seria legal se eu achasse um cu novo pra arrombar. Só de pensar nisso meu pau já foi endurecendo e me incomodando dentro da calça. Cheguei a tardinha na casa da Mariana e ela veio toda fogosa me dar um beijo e falou que tinha uma surpresa pra mim, que o sobrinho dela estava morando com ela e ela e que ela queria que ele fizesse amizade com um macho de verdade pra ver se aprendia algumas coisas pra ficar sacana. A Mariana me conhece e eu percebi que ela tava era jogando o garoto na minha mão pra eu fazer sacanagem com ele. Ri e falei assim que eu ia pensar no caso depois de conhecer o rapaz. Perguntei como ele era e ela falou que era um gato, surfista, malhado, mas muito tímido e precisava de um cara adulto que fizesse ele dar uma mudada no jeito vergonhoso dele. Começamos a conversar na sala da casa dela e daí um pouco chega o Marcão todo molhado e com os pés sujos de areia, ela nos apresentou e na hora que eu vi aquele cara fiquei admirado com a beleza dele. É um garoto muito lindo e com um jeito de macho tímido que me deixou irado de tesão. Ele me cumprimentou e pediu licença dizendo que ia tomar banho. A Mariana me levou pro quarto e falou que eu podia ficar a vontade que ela ia ter que sair pra resolver um lance com uma amiga dela e que voltava daí a umas duas horas. Deu um riso sacana e falou que era melhor eu aproveitar pra conhecer melhor o seu sobrinho. Foi o sinal verde da minha amiga. Ela saiu daí um pouco e eu fui tirando a roupa enquanto andava pro banheiro. Entrei e dei de cara com aquela visão maravilhosa, o Marcão tava pelado, moreno e gostoso debaixo do chuveiro, nem pedi licença e fui logo entrando no box. Ele ficou meio grilado na hora mas eu falei assim com ele que eu tava muito suado e precisando tomar um banho, que não se importasse que eu não ia incomodar ele não. Mas ele sacou que não era só banho que eu queria não, porque meu pau começou a ficar aceso com a visão daquela bunda jambo na minha frente. Toda hora eu esbarrava nele com o cabeção e ele tava ficando todo vermelho e sem graça. Daí eu falei assim que ele é o garoto mais tesudo que eu já tinha visto e que meu pau tava daquele jeito por conta dele e pedi pra ele dar uma pegada pra sentir como é difícil suportar um cara gostoso como ele perto da gente. Ele saiu do box me olhando sem graça, se enrolou na toalha e foi pro quarto. Terminei de me enxaguar e fui atrás, já que ele não tinha liberado na boa eu ia ter que apelar e foi isso mesmo que eu fiz. Quando entrei no quarto dele, peladão e com o cacete armado ele tava vestindo uma cueca branca que eu falei assim, pode ficar pelado que agora cê vai aprender como é que dá esse cu gostoso. Ele tremia e falou assim que não curtia aquilo, mas eu agarrei ele com vontade e enfiei minha língua naqueles lábios carnudos e taquei a mão naquele traseiro duro de macho. Era bem firme, socado, pedindo pra ser enrabado, sabendo que precisa uma pica bem dura enfiada nele mas ainda sem admitir que queria. Ele resistiu, tentou escapar, mas eu sou bem forte e obriguei ele a ficar quieto. Joguei ele na cama e montei em cima dele e fui fazendo carinho nele, falando assim que eu queria ele e que ia comer seu cu de qualquer manera, que não adianta resistir não que eu como todo cara que me dá tesão e com ele ia ser desse jeito. Ele tava apavorado e aquilo me deu muito tesão. Olhei ele bem no olho e perguntei se ele ia colaborar ou se eu ia ter que comer ele na marra. Ele fez uma expressão de medo e disse que eu sou maluco. Eu falei assim que sou mesmo, tava maluco por ele e ia comer a bunda dele naquela hora, que se ele colaborasse ia ser mais gostoso pra ele, senão ele ia sofrer um pouco mas depois ia gostar do mesmo jeito, que ele tinha a escolha do jeito que ia ser. Porra, o cara tava quase chorando. Parei com a tortura, peguei nele e virei ele na cama deixando ele mais assustado. Peguei umas meias que tavam no armário e amarrei os pés e as mãos dele deixando ele de lado na cama prontinho pro abate. Ele começou a gritar pedindo socorro. Dei uma porrada nas costas dele só pra constar e ele soluçou de dor. Enfiei aquela cueca branca na boca dele e falei assim que ele tinha escolhido o jeito mais difícil, mas que por mim tudo bem, depois que ele exprementasse o cacetão no rabo não ia querer outra coisa na vida e ia até me dar cansera. Ele tava ali indefeso e eu não perdi tempo, resolvi acabar com o sofrimento dele logo. Dei uma série de tapas bem fortes naquela bunda maravilhosa pra despertar o tesão e depois linguei aquele cu apertado com bastante força. Dor e prazer se completam pra um macho que dá o cu pela primeira vez e pelo estado daquele vi que era mais um cabaço pra minha coleção, totalmente fechado, lacrado e com as pregas intocadas. Lubrifiquei ele bastante com a minha língua, lembrei da segurança e fui buscar umas camisinhas, quando voltei ele tava chorando e eu falei assim que ele é que tinha escolhido, mas que ele ia gostar muito. Encapei a pica e ajeitei o garoto pra perto de mim, encostei o cabeção no seu cu e fui metendo bem devagar e com força fazendo ele gemer de dor, ele tava bem lubrificado mas foi o cu mais difícil que eu já penetrei devido o medo dele que não queria se soltar de jeito nenhum. Fiquei puto com aquilo e falei assim que era melhor ele relaxar pra doer menos, ele não fazia, aí eu fui na cozinha, pequei um pote de manteiga na geladeira, enfiei bastante no rabo do Marcão e voltei a meter nele, dessa vez foi com jeito, com a força que eu fiz e a lubrificação entrou até a metade. Não queria meter tudo mas não teve jeito, ele chorava e seu cu apertando meu caralho me enlouqueceu e enfiei o resto rasgando ele todo até o talo. Ele não reagia mais porque agora eu tava todo dentro dele e fui metendo com vontade, descabacei ele total. Tirava e metia até os bagos e cada bombada que eu dava ouvia um gemido fraco. Acelerei as estacadas enquanto lambia e mordia a nuca dele, queria terminar logo porque ele estava sofrendo muito e chorava sem parar. Fui acelerando mais e esporrei tudo urrando. Minha ira por ele ter me obrigado a estuprar ele tinha passado. Fiquei enterrado nele até recuperar o fôlego, tava todo suadão e ele também. Tirei o cacete do rabo dele e vi que a camisinha tinha sangue. Fiz maldade com o garoto. Desamarrei ele e carreguei ele pro banheiro. O cara era pesado e tava todo mole, cheio de marca dos chupão e dos tapa que eu dei nele sem nem perceber. Dei um banho nele sem falar nada. Massageei o cu dele com cuidado pra voltar ao normal e falei assim que ele tinha passar um gelo pra aliviar e se preparar pra próxima por que eu queria levar ele pra um motel e ficar a noite toda com ele. Ele tava sem reação e falou assim que eu sou um tarado, um estuprador e que ele ia chamar a polícia pra mim. Eu ri muito daquilo e falei que não tinha isso não, que se ele fizesse isso eu ia dizer que ele tinha me seduzido e que foi ele quem quis que eu comesse ele. Disse mais, que eu tinha filmado tudo no meu celular que eu deixei perto da cama e que os amigos dele iam ver ele me dando o rabo, com isso a moral dele ia pro espaço. Ele nem acreditou mas era verdade. Fui no quarto pegar o cel e mostrei pra ele a cena perfeita dele sendo enrabado. Ele ficou passado e eu consolei ele enfiando a língua na boca dele, malhei e beijei ele muito e disse assim que eu ia tratar bem dele e que ele ia ficar viciado no meu caralho. Aos pouco ele se acalmou e já parecia aceitar a idéia. Mandei ele enfiar minha pica na boca e me ordenhar pra ganhar um leite de macho pra ficar saudável, ele era muito inexperiente mas fui ensinando até ele pegar o jeito, arriei no box com as suas chupadas e me acabei naquela garganta fazendo ele engolir toda a minha porra, foi demais. Nesse fim de semana comi muito o cu do Marcão até ele se acostumar a levar pistola sem reclamar. Também comi o cu dum amiguinho dele que parecia totalmente hetero mas que virou uma puta na minha rola. Comi os dois na casa da Mariana, na praia e no motel, sei é que fiquei um macho muito do feliz com esses dois caras que se encontraram me dando o rabo. Eles me ligam direto dizendo que tão com saudade e o Marcão já marcou de passar uns dias comigo aqui em casa, acho que nem vou sair nesse fim de semana.