Archive for maio \13\UTC 2007

Consulta com um urologista

maio 13, 2007

Tenho 40 anos, sou moreno, olhos verdes, 1,79m, 77kg, porte atlético (faço físiculturismo), curso faculdade de Educação Física, e sempre tomo cuidado com a saúde, principalmente com relação a exames de próstata, que é nessa faixa etária que começam a aparecer problemas relacionados e o perigo de Câncer, então fui marcar uma consulta de próstata com meu convênio, e na hora a recepcionista falou, qual era a minha preferência, quanto ao atendimento? Eu não entendi e ela falou: do médico que iria me atender, era idoso ou mais jovem, e eu respondi que por mim tudo dava na mesma, tenho a mente aberta, o que importa é o resultado!
Marcada a consulta, fui no dia indicado, horário etc., e fui atendido por um rapaz de seus 29 anos, atlético , com cavanhaque, cabeça raspada tipo maquina 0, com óculos tipo intelectual, etc.
Me convidou para entrar e sentar, com um breve relato comecei falando de como estava meus últimos exames, dores rotineiras, próximo da virilha, pressão na bexiga e coisa e tal, aí ele me falou para levantar e subir em uma maca hospitalar, pediu para mim abaixar a calça e a cueca, colocou uma luva e passou um anestésico na ponta de seu dedo, médio para que eu relaxasse e respirasse gradativamente, então ele introduziu seu dedo indicador, e começou a apalpar o meu cú, depois perguntou se esta doendo, disse que não era dor, mas uma sensação de aperto, aí ele me falou para virar de lado. Quando fui me movimentar percebi que ele estava excitado, e ao colocar meu braço ao lado da maca para me apoiar, senti seu pau já duro roçando.
Ficou envergonhado, e logo em seguida me pediu desculpas, eu disse que tudo bem desde que ele me chupasse meu pau…aí ele começou a rir, e eu falei que era sério, então ele me deixou na maca e foi falar lá na recepção que eu era o último paciente em consulta, que logo após ele ia embora, e que a recepcionista remarcasse os pacientes daquele dia para a semana seguinte, depois ele entrou no consultório e fechou a porta trancando com chave, eu permaneci deitado de lado, foi quando ele falou para mim virar de costas para a maca hospitalar, e disse que iria massagear minha próstata com seu dedo, meu pau começou a endurecer, então começou um boquete gostoso e com volúpia começou a babar saliva, escorrendo pelo meu saco, lambendo minhas bolas e penetrando com outros dedos o meu cú, que começava a piscar de tesão.
Então me falou que queria ser chupado, e prontamente eu falei para ele estender o colchão da maca no piso do consultório, para realizarmos um 69 delicioso!!
Depois de uns 15 minutos de chupação, enfiamos cada um nossos dedos com o tal anestésico, no cú de cada um, frenéticamente começamos a gemer (o consultório ficava no fim de uma série de salas da clínica), e em seguida ele falou que queria ser penetrado com o meu pau, que já era um pauzão (22 cm po 5′) naquele momento, coloquei uma camisinha, lubrifiquei o danado e falei pro Dr. Plínio (nome inventado) pra sentar nele de frente pra mim, queria ver aquele doutor cavalgar meu pau e olhar seu jeito e sentir seu cú piscando, logo ele começou a gozar, parecia um misto de urina com porra, pois foi jatos de porra quente, que quase me acertaram na cara, em seguida foi a minha vez, mas antes falei que queria comê-lo de frango assado, antes de gozar – ele aceitou e já estava com o pau duraço (19 cm meio torto), comecei a bombar meu pauzão no cú dele e as suas pregas já recobriam meu pau, já amortecido com as estocadas, então falei que iria gozar e ele me pediu, pra mim aguardar ele gozar também, com muito esforço gozamos juntos, nos limpamos e nos vestimos.
Me passou seu cartão com sua matrícula e telefone de contato, e nos abraçamos! De novo a sensação de ereção de ambos, e fomos para um motel na Raposo Tavares…continuar nossos amassos!!!

Flagrei o Filho do Vizinho e depois comi

maio 13, 2007

Moro num predio que possui 2 torres e hoje a tarde fui até a area de serviço fumar um cigarro, pois minha mãe odeia cheiro de cigarro dentro de casa, estava lá eu quando escuto gemidos bem baixinhos vindo de baixo de nosso apartamento, cheguei na janela e vi uma cena muito interssante, o meu vizinho, Tiago, debruçado sobre a lavadora de roupas com um rapaz negro lhe segurando pela cintura e comendo seu rabo, de onde eu estava fica mais ou menos uns 3 metros, então eu tinha uma visão bem clara, Tiago gemia enquanto o negão enfiava seu pau no cu dele com vontade. Então ele se vira de frente, pude ver seu pau duro, e deita no chão abrindo suas pernas, e foi quando vi quem era o negão, simplesmente o porteiro de nosso prédio que trabalha a noite, Juarez que se ajoelhou, encaixou seu pau que é enorme e afundou no rabo de tiago que colocou a mão na boca para não gritar, logo Juarez bombava enquanto tiago se masturbava, foi quando vi que Juarez levantou-se e começou a bater punheta sobre a cabeça de tiago e logo vi jatos de porra saido do seu pau diretamente na boca de Tiago que bebia tudo, deu uma bela chupada limpando o cacete do Juarez. Levantaran-se e foram para dentro, notei então que tinha ficado de pau duro olhando a cena, dei risada e voltei para meus estudos. A cena não me saia da cabeça, liguei para minha namorada para ver se rolava uma trepada mas ela estava envolvida com seus parentes que estava visitando sua casa. Voltando da faculdade, quando fui pegar o elevador na garagem encontrei Tiago subindo tb, pois seu carro fica na garagem de baixo, nos comprimentamos e ele meio sem jeito me diz então que tinha visto eu olhando de tarde, fiquei sem responder nada e então ele perguntou se eu tinha gostado, falei que não, pois não havia sido convidado, ele riu e disse que não fosse por isso ja pegando no meu pau por cima do abrigo, meu pau endureceu na hora, pois estava com todo o tesão, foi quando então ele me chama para mostrar um lugar, descemos no seu andar e fui seguindo ele até as escadas, entramos pelas portas corta fogo, descemos um lance e chegamos numa porta, entramos e era um tipo de um deposito das faxineiras, pequeno e com cheiro de detergente, Tiago nem falou nada, se abaixou, baixou meu abrigo até os joelhos e abocanhou meu pau iniciando uma chupada memoravel, apertava meus bagos enquanto mordiscava a cabeça do meu pau que ja estava explodindo, não tenho um pau grande, mas tem seus 19cm bem servidos. Encostado num pequeno balcão, Tiago devorava meu pau até que enfiou a mão no bolso, pegou uma camisinha, colocou na boca e com muito profissionalismo abocanhou meu pau novamente ao mesmo tempo que vestia a camisinha nele, logo ja esstava preparado, Tiago, então baixa seu abrigo, pega um tubinho de Ky, lubrifica meu pau, passa um pouco no seu rabo e pede para que eu enfie tudo no seu cu, Tiago se vira de costas, abrindo sua bunda com as mãos deixou seu cuzinho rosado todo aberto, guiei meu pau até ele e quando ele sentiu que estava na portinha começou a sentar no meu colo, senti o calor do seu rabo no meu pau e fui vendo ele sumir dentro daquele cu, logo Tiago rebolava e sentava no meu pau, eu podia sentir seu cu mamar meu pau qdo entrava tudo, volta e meia ele chegava para frente deixando seu cu todo aberto a amostra e logo sentava novamente enterrando tudo, quase gozava. Tiago então pediu para trocar de lugar, sentando-se no balcão, levantou as pernas e eu agora de frente comecei a fudeu seu cu enquanto ele se masturbava, comecei a enfiar mais forte, logo senti Tiago apertar suas pernas na minha cintura e gozou, sua porra saltou sobre sua barriga e ele com a mão levou até a boca e lambeu tudo, avisei que estava gozando tb, tirei meu pau, a camisinha e Tiago se ajoelhou e começou a me punhetar e chupar, logo gozei na sua boca, senti que saia muita porra, pois chegou a escorrer pelo canto da boca de tiago, vi que ele engolia com maior gosto, nem minha namorada faz igual, ficou me chupando até meu pau amolecer, saboreou até a ultima gota. Nos vestimos e fomos embora, e ficamos combinados de que qq hora repetiriamos a dose. Cheguei em casa com a maior cara de sabão, fui direto ao banho. Ja estava deitado vendo tv qdo toca o telefone, era minha namorada dizendo que estava vindo dormir em minha casa, no fim, trepamos até quase de manhã, gozei muito na buceta, no cu, na boca. Ela até estranhou qua tanto tesão eu estava, falei que era saudade, mas na realidade tinha sido a experiência nova pouco antes.

Abraços a todos

A feira de informática

maio 5, 2007

fofo@hotmail.co.uk 

Acordei assustado com o telefone tocando e recebi ordens de meu gerente para me preparar para ir ao Rio fazer a instalação da rede e hardware na Feira de Informática. Eu iria substituir um colega que amanheceu com hepatite. Nada mal, uma semana no Rio com mordomias vinha numa boa hora. Preparei minha bagagem, peguei um taxi que deixei esperando na porta do escritório, enquanto recebia as últimas instruções e pegava o material necessário. Desci no Santos Dumont e recebi aquele bafo quente do calor do litoral. Peguei minha bagagem e fui de taxi para o hotel que estava reservado. Muita mordomia. O Hotel era em Copacabana, de frente para a praia. Na recepção entreguei o vauche e um mensageiro se encarregou da minha bagagem. Quando estávamos dentro do elevador um sinal fez o mensageiro interromper o fechamento da porta e às pressas veio um outro mensageiro com outro hóspede. Estávamos sendo hospedados no mesmo andar. Ele era um mulato alto, uns 30 anos, corpo atlético e vestia terno e gravata impecáveis e um sobretudo pesado, daqueles que se usam no sul em época de frio. Trocamos um olhar rápido com um aceno de cabeça. O elevador parou, aguardei que os mensageiros saíssem com as bagagens, me despedi com mais um olhar e segui o meu mensageiro. Estávamos sendo hospedados no mesmo corredor em apartamentos que ficavam um de frente para o outro. O ar condicionado do apartamento deixava o ambiente acolhedor. Liguei para o Gerente da Filial do Rio e em instantes estava entrando num taxi na porta do Hotel me dirigindo para a Feira de Informática. Já havia feito diversas instalações de máquinas, redes e software, conhecia bem o meu trabalho, embora o tempo disponível e as condições nesse caso eram ruins. O stand estava sendo terminado, o cabeamento teve que ser feito por mim, as máquinas estavam nas caixas, a força estava sendo ligada, a telefonia estava atrasada. Tudo parecia ir mal e meu serviço ficava cada vez mais sufocado. Acabei meu último teste às 22:30 horas e o gerente da Filial me trouxe de carro até o Hotel. No trajeto veio falando sobre o Rio e, principalmente, sobre a noite excitante que poderia desfrutar. Não dei muita importância, demonstrando que estava trabalhando e tinha que deixar os prazeres de lado. Marcamos que ele viria me buscar no dia seguinte às 14:00 horas para fazer o último teste e aguardar a inauguração da feira às 18:00 horas. Estava exausto, o serviço tinha sido feito mas a pressão sobre resultados foi muito grande. No meu apartamento, desfiz minha bagagem e comecei a ler os folhetos do hotel. Era um cinco estrelas e oferecia diversas opções de lazer e descontração. Resolvi tomar uma sauna e um banho de piscina para relaxar. Com minha sunga e um roupão de executivo me dirigi ao último andar. A piscina era enorme, protegida por um teto solar (que se viam somente estrelas naquele horário), e no fundo, ficava a sauna. Entrei numa ante sala, deixei meu roupão e minha sunga, peguei uma tolha branca que estava num pilha enorme e entrei na sauna à vapor. Passei por uma ducha e fui me sentar num dos degraus intermediários. Aos poucos meu corpo foi relaxando e o suor aflorando da minha pele. Tenho 23 anos, um pouco gordinho em função da falta de exercícios e da minha vida sedentária, mas não sou de jogar fora. A porta da sauna se abriu me trazendo para o mundo presente. O mulato que chegou junto comigo no hotel entrou, mais uma vez nos olhamos e nos cumprimentamos com um aceno de cabeça. Enquanto ele passava pela ducha não pude deixar de olhar o seu corpo. O cara era um tesão. Ombros largos, músculos definidos sem ser exagerado, poucos pêlos pelo corpo, pernas bem torneadas, bundinha arrebitada e um cacete maravilhoso. Era grande com um saco comprido que delineava bolas enormes. Ele sentou-se no degrau debaixo, um pouco para o lado e fiquei observando suas costas e, confesso, esticando o pescoço para ver seu cacete nos meio das pernas. Em instantes estava de pau duro, muito duro. Resolvi sair da sauna antes que acontecesse alguma coisa desagradável. Peguei minha toalha, passei rápido pela ducha, procurando ficar de costas para os degraus e não passar nenhum vexame, me enrolei na toalha e passei para a ante sala. Vesti minha sunga, respirei fundo, peguei meu roupão e saí. Deixei meu roupão do outro lado da piscina e dei um mergulho. A água morna me fez cair na realidade e meu cacete ficou mais sossegado. Saí da piscina, vesti o roupão e deitei na espreguiçadeira, fechei os olhos e fiquei repousando. Estava mais relaxado mas o cacete que eu tinha visto não saía da minha cabeça. Despertei com alguém falando comigo. “Boa noite, meu nome Carlos”. Despertei de meus sonhos com uma mão estendida para mim. Era o mulato, muito sorridente e gentil. Apertei sua mão e ele se sentou na espreguiçadeira ao meu lado. Trazia na mão uma toalha e vestia uma sunga muito pequena que mal escondia seu cacete. Seu corpo estava cheio de gostas de água, demonstrando que ele tinha passado pela ducha. Elas escorriam pelo seu peito formando caminhos pelos pêlos ralos e desciam pelo seu abdome até chegar na sua sunga. Carlos muito gentil disse ser diretor de uma empresa de informática em Caxias do Sul e que estava no Rio para participar da feira de informática como expositor e palestrante. Sua especialidade era comunicação de dados por satélite. Falei que estava lá pelo mesmo motivo e que a empresa que representava era responsável por um software de administração de bancos de dados. A conversa ficou girando em torno do nosso trabalho e das dificuldades que encontramos para fazer a montagem dos equipamentos para feira. Carlos me convidou para conhecer o sistema de sua empresa e, depois de muita insistência, fomos para o apartamento dele. Ele montou rapidamente um notebook sobre a mesa e carregou o sistema. Mandou que eu sentasse na cadeira em frente ao equipamento e disse que ia passar pelo chuveiro. Não acreditava no que estava acontecendo. Fiquei uns 15 minutos rolando telas e analisando o sistema. Carlos saiu do banheiro, enrolado numa toalha. Veio por trás de mim e, de pé, encurvando o corpo foi me orientando sobre os recursos do sistema. Não conseguia acompanhar sua exposição. Sentia uma pressão no encosto de couro da cadeira que sabia ser o seu cacete; o cheiro do seu corpo envolto por sabonete estava me deixando excitado. Seu braço tocava meu ombro cada vez que ele me apontava alguma coisa na tela. Com o roupão entreaberto nas pernas, meu cacete parecia explodir dentro da sunga. Comecei a suar frio. Carlos, calmamente, segurou meus ombros me fazendo levantar e girar. Estava hipnotizado, meu rosto bateu no seu peito e senti o cheiro de perfume da sua pele penetrar minhas narinas. Seu cacete estava duro e saltava na toalha fazendo pressão na minha barriga. Comecei a beijar seu peito, lambendo seus mamilos, mordiscando, brincando. Seus braços me apertavam contra o seu corpo e eu acariciava suas costas. Suas mãos tocaram meu ombro me forçando a descer e fui beijando sua barriga, circundei seu umbigo, fui soltando sua toalha, beijei seu ventre e enfiei meu rosto nos seus pentelhos ralos e de cheiro adocicado. Seu cacete estava duro, era enorme, grosso, com veias laterais que pulsavam a cada toque. Comecei a beijar a base, levantei seu caralho e lambi seu saco sentindo as bolas volumosas, fui subindo beijando e mordiscando aquela vara. Abocanhei a glande escura e brilhante. Segurava aquela vara na base e tentava engolir tudo. Era impossível. Com movimentos lentos ele fodia minha boca como se fosse uma buceta me presenteando com gotas de lubrificação adocicadas. Sugava com delicadeza e aumentava os movimentos repentinamente sentindo seu corpo estremecer a cada investida minha. Carlos tocou meus ombros me fazendo levantar. Pressionou seu cacete na minha barriga e senti aquele instrumento quente e vibrante, desejando-o cada vez mais. Começou a me dar pequenas chupadinhas no pescoço, brincou com o lóbulo da minha orelha me provocando arrepios, foi baixando e mordiscou minhas tetinhas, desceu pela minha barriga, tirou minha sunga e começou a chupar meu cacete que estava latejante e todo melado. Eu gemia de tesão e me controlava muito para não gozar. Suas mãos apertavam minhas nádegas e seus dedos tocavam de leve meu anelzinho me fazendo gemer e ir à loucura. Carlos me mandou virar e apoiar minhas mão na mesa. Pegou um preservativo no bolso do sobretudo que estava sobre a cama e colocou no seu mastro. Lambuzou seus dedos com cuspe e começou a dedilhar meu cuzinho. Eu estava nas nuvens e rebolava feito uma cadelinha no cio. Senti seu dedo entrar no meu rabo e relaxei me preparando para mais. Agora dois dedos me laceavam sem dor. Fiquei aguardando mais. Seu cacete quente encostou no meu cú e, bem devagar, foi entrando. A dor inicial da penetração me fez recuar, relaxei mais e, suportando a dor fui sendo penetrado por um cacete quente e macio. Com movimentos de vai e vem, lentos e compassados, a dor foi dando lugar a um prazer sem limites. Sentia aquela rola entrando e saindo do meu rabo com facilidade. Meu cú estava totalmente dilatado e aceitando aquela vara. Dentro de mim sentia minhas entranhas sendo arregaçadas e um friozinho percorrer minha barriga e meu cacete. Fui me masturbando bem devagar para prolongar ao máximo aquele momento. Gozei loucamente e Carlos se manteve parado sentindo minhas contrações durante o gozo. Em seguida, com movimentos mais rápidos e profundos, senti seus pentelhos tocando minhas nádegas e uma explosão de gozo com enterradas certeiras no meu rabo. Carlos se debruçou sobre mim beijando minhas costas e me apertando os mamilos. Senti aquele corpo másculo e quente sobre mim. Fomos para a ducha e tive a oportunidade de passar minhas mãos pelo corpo de Carlos, sentindo seus músculos, seu abdome, seu membro viril e semi amolecido. Era quente e volumoso. Com sabonete nos corpos, ficamos nos esfregando e sentindo o tesão do contato de nossa pele. Sentados na cama, senti meu rabinho sensível depois da tora que havia recebido. Conversamos um pouco e Carlos me disse que havia gostado de mim no momento que nos encontramos no elevador. Estava cansado e fui para o meu apartamento descansar. Meu sono foi perturbado por sonhos excitantes e não consegui me recuperar do dia anterior. Acordei tarde com a campainha tocando. Carlos estava vestido, sempre impecável, marcando um novo encontro à noite. Meu dia foi agitado com os testes e a inauguração da feira. No final da noite procurei o stand onde Carlos estava com sua empresa e vi que estava ocupado com atendimento de clientes. Vi seu vulto imponente deslizando entre as mesas e sempre sorrindo para as pessoas que o interpelavam. Carlos era um mulato muito bonito e atraente. Cheguei no Hotel depois da meia noite e quando retirei a chave na portaria recebi um bilhete. Excitado li a mensagem enquanto subia de elevador. Carlos me aguardava na sauna. Apressado, tirei minha roupa, vesti a sunga e vesti meu roupão, indo ao encontro do meu macho. Carlos já estava na sauna bastante suado. Quando cheguei tinha um outro coroa junto com ele. Passei pela ducha e Carlos me apresentou o coroa que logo saiu. Ficamos sozinhos. Sentei a seu lado deixando minha perna encostar na dele. Meu cacete já estava duro e o dele já estava a caminho do ponto máximo. Comecei a pegar no seu cacete apertando sua base e vendo até onde chegava. Realmente era muito grande e entendi porque meu rabinho tinha reclamado a penetração. Carlos pegou no meu cacete, que não é de se jogar fora e ficamos nos masturbando um pouco, mantendo nossos corpos sempre colados. Já estávamos muito excitados. Resolvemos descer para o meu apartamento. Passamos pela ducha, colocamos apenas o roupão e descemos. No elevador trocamos diversos carinhos e nos esfregamos muito. Era excitante correr o risco de sermos pegos por qualquer outro hóspede. Mal entramos no apartamento e cada um de nós se livrou do roupão e reiniciamos a sessão de carinhos. Carlos se deitou na cama na posição de frango assado e pediu para que eu lhe fizesse uma bela chupeta. Enfiei minha cabeça no meio das suas pernas e chupei gulosamente aquele mastro. Me concentrei na glande deixando-o excitadíssimo, em ponto de bala. Fui descendo, chupei suas bolas mantendo minha mão sempre apertando a base daquele cacete que jorrava gotas de lubrificação. Comecei a lamber seu cuzinho. Primeiro de forma circular, sentindo suas preguinhas e contrações e logo em seguida, tentando colocar minha língua no ponto de penetração. Carlos gemia a cada toque da minha língua e contraia seu ânus. Pediu que eu o penetrasse. Peguei uma camisinha que já estava estrategicamente deixada no criado mudo, coloquei no meu cacete que estava duro como pedra, lubrifiquei e, ajoelhado entre suas pernas encostei no seu cú. Carlos gemeu e pediu que eu fosse devagar. Atendi seu pedido e fiquei brincando com seu anelzinho, introduzindo a cabeça do meu caralho e tirando logo em seguida. Em instantes Carlos estava implorando para eu o penetrasse. Ainda com muita calma, fui enterrando bem devagar até chegar ao fundo daquela gruta de prazer. Era quente e as contrações do meu parceiro apertavam meu cacete me deixando cada vez mais excitado. Segurei firme sua vara que estava melada de tanta lubrificação e comecei a masturbá-lo. Carlos cruzou suas pernas nas minhas nádegas fazendo pressão para que eu enterrasse cada vez mais meu caralho no seu rabo. Ele, muito excitado, começou a gozar espalhando porra para todos os lados. Com as contrações do seu cú não consegui me controlar e, com movimentos quase que animalescos, fui socando meu cacete naquele rabo quente e gozei dando urros de prazer. Deitei no seu peito e deixei que meu cacete amolecesse dentro dele, sendo expulso lentamente. Senti seu coração batendo forte e seu peito arfando. Mais uma vez passamos pela ducha nos tocando e trocando carinhos. Naquela noite dormimos juntos. A Feira de Informática durou sete dias e todas as noites nos possuímos intensamente. Atualmente nos encontramos regularmente em feiras e congressos mantendo nosso relacionamento sempre ativo e amoroso. Mande comentários para fofo86@hotmail.co.uk todos os e.mail’s serão respondidos.

NA COMPANHIA DE LOBOS

maio 5, 2007

marco.grecco@bol.com.br

“Pai?”, a palavra lhe é estranha, porém, agradável e bonita. Até sua mãe lhe apresentar aquele homem desconhecido e falar que era seu pai, ele nunca havia percebido que pronunciá-la provoca uma pequena explosão nos lábios e que o amor – seja qual for – é a pior coisa que pode acontecer a alguém.

“E agora o quê vamos fazer?”, o homem pergunta, encarando a mulher e o rapaz como a mesma tranqüilidade com que acaricia sua barba bem-feita. Eles estão em sua elegante sala de estar. Mãe e filho, em um sofá branco de três lugares. Ele, em uma bela poltrona reclinável de couro escuro.

“Acho que vocês precisam passar um tempo junto!”, a mulher sugere.

“Ah, você acha!?”, ele ri, ironicamente, “Você acha?”

“Acho!”, ela confirma e, no mesmo instante, os dois começam a discutir aos gritos.

Acostumado com as brigas de sua mãe, sobretudo com os ex-namorados, o rapaz levanta-se e caminha até a sacada para olhar a cidade e cuspir em quem passa pela calçada. É um jeito legal de passar o tempo e de não se meter nas confusões de ninguém. Dez ou quinze minutos depois, a mulher aparece na sacada e o chama para ir embora. Na porta, o homem não diz nada quando mãe e filho saem. Também não diz nada quando o rapaz volta sozinho, dias depois, para morar com ele. A mãe tinha indo embora acompanhando um novo namorado.

Durante as primeiras semanas, eles quase não conversaram. Esbarravam-se pela casa de vez em quando e só. Cada um na sua. Para o rapaz, era quase como viver com a mãe. A diferença é que seu pai não sai cedo de casa para fugir do mundo nem para perseguir e esmurrar as pessoas com que se relaciona como sua mãe faz. Ele sai cedo para trabalhar. Algo que sua mãe nunca levou muito a sério. Mesmo trabalhando com artes, que, diz, adorar, ela nunca foi incapaz de fazer uma exposição individual ou de concluir qualquer um dos muitos cursos que criava e formava turmas.

Diferente de sua mãe, seu pai é dedicado e bom naquilo que fazia. É um dos melhores advogados da cidade, as pessoas do prédio falam. Ele trabalha para políticos, artistas e endinheirados de modo geral. Todos os dias, saia cedo, apressado e cheio de compromissos. Quase nunca toma café. Aparece na sala, ajeitando o nó da gravata, fala alguma coisa para a empregada e sai, deixando um rastro de perfume forte e agradável.

“Tchau!”, o rapaz fala, ao vê-lo saindo.

“Tchau…”, ele responde, sempre contrariado. Desde que o filho se mudara para o seu apartamento, vive incomodado com sua presença. Já não pode mais entrar em casa tirando a roupa nem receber ninguém. E o pior é que rapaz quase não sai. Pela manhã, vai para o cursinho. Três vezes por semana, faz aulas na auto-escola. Fora isso, mais nada. Prefere ficar em casa vendo TV, ouvindo música, lendo gibis e conversando com a empregada na cozinha. Nesse ponto, não se parece nada com ele nem com a mãe, que é a mulher mais louca que já conheceu. Na faculdade, ninguém bebia, cheirava e dava tanto quanto ela. É um milagre que ainda esteja viva.

“Sua mãe está onde mesmo?”, o pai pergunta, em um dia dos poucos que parou para tomar café.

“Não sei direito. O novo namorado dela é ator. Eles vivem de cidade em cidade…”

“Ator de teatro?”

“É, mas de teatro de rua!”

“Teatro de rua…”, o homem fala, rindo. O rapaz também.

“Minha mãe já namorou de coroas engravatados a entregadores de pizza! Até outra mulher!”

“Outra mulher também?!”, o homem se faz de surpreso. “E você?”

“Eu, o quê?”

“Está namorando alguém?”

“Eu?! Não. Ninguém”, ele desconversa, “Fico algumas garotas do cursinho. Nada sério! E você?”

“Também nada sério!”, ele fala, levantando-se, “Agora, preciso ir!”

“Mas já?!”

“Já!”, ele responde, ajeitando os cabelos grisalhos e ralos em frente ao espelho retangular da sala de estar. Como de costume, veste um terno escuro, bem cortado e usa camisa de punho duplo com abotoaduras. “Não vai se atrasar para a aula!”, recomenda, secamente.

“Não, não vou. Pode ficar tranqüilo”, ele responde, vendo-o abrir a porta e sair. Recostando-se na cadeira e tomando seu leite sem pressa, o garoto percebe o quanto sente orgulho do pai e como gostaria de ser como ele. A empregada não cansa de falar que eles já são muito parecidos e que apesar dele ser menor, andar de cabeça baixa e com os ombros caídos, coisa que o pai jamais faz, de vez em quando, eles olham e falam do mesmo jeito.

Seu pai tem quase sessenta anos, ele descobriu vendo a carteira de identidade dele. Ficou surpreso e não. Às vezes, ele parece que tem mais. Outras, menos. Mas, de todo jeito, é um homem bonito e interessante. É o que acha como também a empregada e as garotas do prédio, com quem, às vezes, conversa.

“Sou do mesmo jeito!”, o rapaz fala e as garotas do prédio concordam, rindo, “Sei…”

“Verdade!”, ele insiste.

“A gente vê o quanto, seu viadinho!”, uma delas fala, querendo briga.

“Só porque não fiquei com você não quer dizer que sou viado, mas que tenho bom gosto!”, ele responde, nervoso. A conversa acaba. Ele sai da piscina. A garota que o provocou, assobia e grita, afetadamente, “Uiuiuiuiu!” As outras riem, mandando-a parar.

Em casa, ele tira a sunga no banheiro, abre o box e toma banho. Não está com raiva. Não com a de sempre. E, apesar de quase não ter notícias da mãe e de perceber, pelos seus poucos telefonemas, que ela voltou a beber e a cheirar tanto quanto antes, sente-se em paz e quase feliz. Gosta e se orgulha do pai, mesmo que quase nunca conversem ou saiam juntos. Só de tê-lo em casa e de não estar sozinho, sente-se bem.

Na mesma noite, porém, tudo mudou. Voltando furioso do trabalho, o pai afrouxa o nó da gravata, pega o litro de uísque e, sentando-se no sofá branco de três lugares, promete a si mesmo que só vai se levantar quando esvaziá-lo e arrebentá-lo na parede.

Encharcado de suor e trêmulo de raiva, ele liga o ar-condicionado no máximo. Minutos depois, ainda com calor e irritado com a falta de liberdade que tem na própria casa, tira os sapatos, chutando-os longe. Tira também o paletó, a calça, abre todos os botões da camisa e acaricia o pau por cima da cueca samba-canção listrada, como fazia antes do garoto chegar. Desta vez, pensa, apertando os olhos, está perdido, fodido, acabado e tudo mais.

Saindo do seu quarto, o rapaz vê o pai no sofá, tomando uísque direto do litro, com a camisa aberta, de meias e samba-canção. Ele está com a cabeça jogada para trás. Uma das mãos segura o litro e a outra, aperta o pau por cima da cueca. Percebendo-se olhado, ele abaixa a cabeça, franze as sobrancelhas e pergunta, seco, “O que está olhando?”

“Nada…”, ele fala, saindo.

“Espera, aí! Eu falei que você podia sair?”

“Não…”

“Vem cá! Sente-se aqui!”, ele chama, batendo a mão no sofá.

“Bebe um pouco!”, oferece o litro já pela metade, quando o filho se senta onde mandou. Eles estão próximos com nunca estiveram. As pernas quase roçando uma na outra. Apertando as mãos, o garoto olha para os próprios pés, evitando olhar o pai nos olhos ou em qualquer parte do seu corpo, embora tenha visto que a barriga dele curve suavemente sobre o cós da cueca e que os pêlos do seu peito são brancos, longos e abundantes.

“Obrigado, mas não que-ro…”, ele responde, trêmulo.

“E não quer por quê?”

“Porque é tarde… O senhor quer jan-tar?”

“Eu falei que queria jantar, seu viado?”, o homem pergunta, colocando o pé sobre o do garoto, fazendo-o olhá-lo nos olhos, assustado.

“Não, se-nhor…”, ele responde, abaixando a cabeça novamente.

“Então, fica quieto, seu viado!”, o homem repete a palavra viado bem devagar, saboreando-a. E vira o litro na boca outra vez.

Os olhos do garoto ficam marejados e seu rosto, quente e muito vermelho. O homem ri e continua:

“Não se preocupe. Não sou o único que sabe. Aliás, devo ser o último. Todo mundo aqui, no prédio, sabe. Até no meu escritório, sabem.”

O rapaz tenta se levantar e o homem o segura pelo braço, com força. “Não mandei que você se levantasse? Mandei?”, pergunta, mordendo os lábios de raiva.

“Não…”

“Então, fica aqui…”, ele ordena, arrastando a mão do filho para seu pau. “E disso que você gosta, não é?”, pergunta ao garoto, que começa a chorar. Com outros namorados da sua mãe aconteceu do mesmo jeito. Ela saia, ele ficava sozinho e os caras aproveitavam. Um o último foi o ator de rua. Sua mãe os flagrou na cama quando ele começava a chupá-lo. A reação dela foi se livrar dele. Não do namorado. Agora, tudo se repete e ainda pior, porque o homem que tampa sua boca para que não grite e o ameaça, não é qualquer um. É seu pai! Alguém que deveria protegê-lo e não arriar sua bermuda e cueca nem virá-lo de bruços no sofá e entrar nele com tanta força e raiva. Também não deveria espancá-lo como faz depois que goza e arrebenta o litro de uísque vazio na parede.

Depois daquela noite, houve muitas outras parecidas. Seu pai havia se tornado outra pessoa. Passou a beber ainda mais e deixou de ir ao escritório diariamente. Se antes era quase impossível fazê-lo tomar um simples café pela manhã, agora o impossível é que termine o dia sombrio e que atenda o telefone ou deixe que alguém o atenda.

Quase todos os dias, ele se senta no sofá com dois litros de qualquer bebida bem forte e só pára quando os esvazia até a última gota e os espatifa na parede. Também dorme fora de casa e chega em casa pelas onze da manhã, arranhado e com pequenos hematomas no corpo e pescoço.

Em uma das muitas manhãs que não assistiu a todas as aulas do cursinho e voltou mais cedo para casa, o rapaz encontra a porta da frente aberta e um caminho de roupas femininas espalhadas pelo chão que termina no quarto do seu pai. Aproximando-se da porta, ele ouve gemidos abafados. Preocupado, curioso e também excitado, empurra a porta apenas encostada e vê o pai com duas mulheres. Mas não como esperava que estivessem. Elas estão em pé e vestidas com estranhas roupas de vinil. Ele, deitado na cama sem roupa. Porém algemado com as mãos para trás e com uma amordaça de bola na boca, que o impede de falar. As mulheres colocaram prendedores no bico dos peitos dele como os de roupa, entretanto, maiores e inteiramente de metal.

“MMMMNNNNNNOOOOOOOO!”, ele geme de excitação e dor, amordaçado. As mulheres mordiscam seu pau duro.

Uma delas abre uma embalagem de preservativo e, usando a boca, coloca-o no pau do homem, que se contorce e geme de tesão. Depois, ela senta-se sobre seu corpo e, pegando o pau dele, o enfia dentro de si. Ajoelhada na cama, a outra mulher abre as pernas dele e, usando um cinto que tem um enorme pênis de borracha, começa a penetrá-lo devagar e cuidadosamente. Ele geme alto, de olhos fechados. As mulheres estão de costas para a porta e seus corpos e movimentos impedem que ele veja que seu filho está ali, sem ação e excitado. Dentro da calça, seu pau pulsa, duro.

Absurdamente excitadas, elas gritam e xingam alto. É a primeira vez que o rapaz vê pessoas fazendo sexo e é também a primeira que vê o pai pelado sem ter medo. Quando não tinha motivos para temê-lo, gostava de vê-lo, de madrugada, andando de cuecas pela casa. Depois, quando as coisas mudaram, fechava os olhos toda vez que o via se aproximando e apalpando o pau por cima da calça. Um pau grande e grosso como o de nenhum dos outros namorados da sua mãe.

Quando seu pai finalmente goza, a mulher que estava em cima dele, tira o preservativo cheio e o fecha com um nó na ponta. A outra também “goza” e retira o pau de borracha dele e, quando se inclina sobre a cama para pegar o litro de vodka no chão, vê o rapaz na porta.

“O que está olhando!?”, ela grita, ficando em pé. Está histérica. Seus seios e vagina estão à mostra, pois sua roupa de vinil é cheia de fendas. Nervoso, o pai levanta a cabeça para ver o que está acontecendo e começa a gemer e a se debater furiosamente quando descobre que é seu filho que os atrapalha.

“Caiam fora ou chamo a polícia!”, o rapaz fala trêmulo, mas decido.

“Chamar a polícia?!”, ela desdenha, se aproximando dele, “E vai falar o quê?”

“Que duas vagabundas prenderam meu pai e invadiram nossa casa!”

“É seu pai?!”, a outra mulher se preocupa, cobrindo os seios com as mãos e também saindo da cama, “Vamos embora!”, ela pede à amiga, que balança a cabeça contrariada, mas acaba concordando e se afasta do rapaz.

“Ok, garoto! Vamos soltá-lo e ir embora…”

“Não, saiam agora!”

“Mas, ele?”, a mulher que convenceu a outra a ir embora pergunta, apontando para o homem algemado e amordaçado.

“Eu o solto e peço para ele devolver suas coisas…”

“São dele, querido!”, a que usa o cinto com o pênis de borracha fala, tirando-o e deixando-o sobre a cama. E tão logo elas apanham as roupas espalhadas pelo apartamento, se vestem e saem, o rapaz tranca a porta e volta para o quarto.

Exausto de gemer e se debater para ser solto, o homem fecha os olhos e respira, pesadamente. As mulheres foram embora e, pelos passos que ouve, sabe que seu filho está voltando para o quarto. Quando ele o soltar, vai arrebentar sua cara de murros e também vai acabar com aquelas duas vagabundas que saíram sem soltá-lo.

Encostado na porta do quarto, o rapaz cruza os braços sobre o peito, vendo o pai amordaçado, algemado e pelado de barriga para cima. Ele ainda está com as pernas entreabertas e seu ânus, mergulhado em um emaranhado de pêlos grisalhos, brilha bem lubrificado. Curvado, o pau dele ainda lateja e goteja. A barriga peluda e branca sobe e desce acompanhando a respiração. O rapaz sabe que poderia ficar vários dias olhando-o sem se cansar ou perder a excitação. Mas sabe também que, agora, seus desejos são outros. Bem mais intensos do que o de ficar olhando. Apalpando o pau duro como seu pai faz, ele se aproxima da cama, agacha-se perto dele, acaricia seus cabelos brancos e encorpados de gel e sussurra, tentando parecer raivoso e vingativo, “Agora é minha vez!”

“GGGGGGGGGMMMGOOODDDDDMMMM!”, o homem geme e se debate incapaz de impedir que o garoto cubra seus olhos com a fronha de um travesseiro e que abocanhe e chupe seu pau com gula.

Em poucos minutos, a boca do rapaz é invadida pelo gozo quente do seu pai, que solta um gemido longo e forte. Nos lençóis, o rapaz cospe o gozo que salga sua boca e virando o homem de bruços, afasta suas pernas e começa a penetrá-lo sem prática e desastradamente. Antes mesmo de entrar direito, goza. Amordaçado e vendado, o homem esboça um sorriso de alívio, que, muda rapidamente, quando sente o dedo do garoto entrando em sua bunda, já bem besuntada de lubrificante. Primeiro entra um depois dois, três e no quarto dedo, o homem já não agüenta mais de dor. Chora e suplica, amordaçado. O rapaz pára, levanta-se e, tocando o rosto do seu pai, choraminga ao vê-lo tão suado, cansado e distante da pessoa que está acostumado a ver e a admirar, apesar de tudo.

O rapaz tira os prendedores que as mulheres colocaram nos mamilos do seu pai e também o pano que usou para vendá-lo. No mesmo instante que abre os olhos e vê o filho chorando, o homem torna-se novamente agressivo e assustador. O garoto sabe que tão logo seu pai seja solto, vai lhe arrebentar de porradas. Talvez, até lhe mate, como sua mãe jurou que ia fazer, mas não fez. Bem diferente dela, ele faz tudo o que se propõe a fazer. Se decidir que vai matá-lo, sem dúvida nenhuma, o fará.

Assustado e trêmulo, o rapaz se afasta sem saber o que fazer. “Preciso fugir!”, pensa, olhando para os lados. Mas para onde? Sua mãe não o quer e ele não tem dinheiro nem conhece ninguém que possa lhe ajudar. Sequer sabe onde a empregada mora para pedir ajuda.

Mesmo amordaçado, o homem consegue rir do desamparo do garoto. Todos sempre riram. As pessoas sempre riem de quem pode. E dele, todos podem rir. Revirando o quarto com os olhos à procura de uma saída, ele vê as roupas do pai jogadas perto do closet. No chão, ele vê o paletó, a gravata no colarinho da camisa branca e a cueca samba-calção de bolinhas azuis. As meias estão no corredor, dentro dos sapatos. Ele as viu antes de abrir a porta do quarto e flagrar o pai com aquelas mulheres.

Agachando-se e juntando aquelas roupas amassadas, ele sente o cheiro forte e masculino do pai. Como gostaria de ser forte e homem como ele. Mas como poderia? Ninguém nunca lhe ensinou isso nem nada mais. Sua mãe sequer consegue cuidar de si mesma e seu pai, fecha-se no orgulho de ser homem e de não se importar com nada nem ninguém. Só com a própria pele. E se, ao vestir aquelas roupas, pudesse entrar na pele dele e ser como ele?

O garoto veste as roupas do pai e olha-se no espelho do banheiro. Todas as peças ficam enormes nele, mas o cheiro forte e masculino delas parece migrar para seu corpo jovem e confuso. E ele pensa que se fosse seu pai, chegaria em casa todo final de tarde, abriria o zíper daquela calça bem devagar, tiraria o pau para fora da cueca e faria quem encontrasse no caminho chupá-lo. Depois, colocaria essa mesma pessoa de bruços e entraria nela com raiva e vontade de esquecer do mundo.

“Raiva e vontade de esquecer do mundo!”, é o que o rapaz sente. É o que seu pai e todo mundo sente quando decide viver sem se importar com ninguém, exceto consigo mesmo. Voltando ao quarto e se aproximando da cama, o rapaz encara o pai, que, vendo-o engolido por suas roupas, ri pelos olhos. E continua rindo até o rapaz lhe virar de bruços novamente e, desta vez, entrar nele com força, segurança e desejo de fazer tudo bem-feito e devagar. O homem se debate e geme, mas nada pode fazer além de fechar os olhos quando o rapaz o penetra forçadamente e o imunda com seu gozo. Depois, o rapaz esfrega o pau melado na cara do homem e o esmurra até cansar e fazê-lo chorar de verdade.

Sentando-se na barriga do homem, o rapaz se inclina, afrouxa e abaixa a mordaça dele e, antes que ele fale qualquer coisa, enfia o pé dentro de sua boca e ordena, “Chupa gostoso!”

Furioso, o homem crava os dentes no pé do garoto e berra, “Vai se foder, seu viado bastardo!”. O rapaz reage chutando a boca dele até fazê-la sangrar e ele concorda em chupá-lo. Não é fácil para ele vencer o próprio nojo e a humilhação de chupar os pés do filho, mas, quando os supera, chupa-os com volúpia e esmero. Mete a língua entre os dedos antes de sugá-los como faria com ostras graúdas. E o sal! Os pés dele são salgados, brancos e grandes. O cheiro é de quem usa muito tênis. Uma mistura saborosa de suor, algodão, sola e tecidos sintéticos.

“Mais!”, o homem pede, de olhos fechados e o garoto se ajoelha na cama, apóia uma mão na parede e com a outra empurra o pau para dentro da boca do seu pai, que o chupa com a mesma gula que chupava seus pés. O rapaz goza rápido na boca e no rosto do homem, que fecha os olhos, em êxtase. Mas nenhum dos dois está satisfeito. O prazer nunca se contenta com nada menos do que o excessivo. E, entre um gozo e outro, o rapaz penetra o pai com o pênis de borracha e a si mesmo. O homem fala que quer meter a língua na bunda dele e o garoto faz o contrário: mete a sua na dele.

Pela manhã, o homem acorda o rapaz dizendo que a empregada está em casa e que precisa soltá-lo. Abrindo os olhos, o garoto boceja, veste a calça sem cueca e fala, “Eu se fosse você ficava quieto…”. Atordoado e sem alternativa, ele balança a cabeça, concordando. O rapaz sorri e sai. Minutos depois, a empregada vai embora, trancando a porta e o garoto volta ao quarto.

“O que você fez?”, o homem pergunta, baixo.

“Dei o dia de folga para ela!”

“De novo!? Mas ela folgou ontem!”

“Mas não terminamos ainda!”, ele fala, pegando o cabo que liga a TV ao DVD e, amarrando-o no pescoço do homem, faz uma coleira improvisada, “Agora, anda!”, fala, arrastando pela casa, pelado, algemado e encoleirado.

Conforme o homem caminha pelos cômodos a esmo seu pau e barriga balançam livremente. O rapaz acha engraçado e, quando o pai começa a reclamar, ele o cala com a amordaça de bolinha.

“MMMMNNNNNNOOOOOOOO!”, de bruços encima da mesa de jantar, o homem suplica gemendo para que o filho não o filme com a câmera digital sem roupa, algemado, amordaçado e com um o pênis de borracha enfiado na bunda. Mas o garoto não o ouve, filma-o e envia o arquivo para o seu e-mail. Embora duvide que as coisas possam ser diferentes a partir de agora, ele sabe que aquele vídeo de poucos minutos pode evitar que seu pai o espanque ou mesmo o mate.

“Minha mãe tem a senha do meu e-mail e mesmo tendo raiva de computador e sendo maluca, se alguma coisa acontecer comigo, ela vai abrir minha caixa de e-mails ou a polícia vai abrir e aí, você se complica, entende?”, o garoto mente com tamanha segurança que o homem, amordaçado, responde que sim balançando a cabeça.

O rapaz só o solta à noite e, quando o homem tenta esmurrá-lo, recebe um chute no saco, é derrubado no chão e, tendo o braço torcido, ouve o filho falando bem próximo aos seus ouvidos, “cuidado, da próxima vez, eu não só te bato de verdade como vou à delegacia de polícia!”

“Desculpa…”, ele pede e o rapaz o solta, senta-se no sofá e fala, “a gente podia pedir uma pizza, não é?”

“Claro!”, o homem sussurra, pegando o telefone para pedir uma,“Qual você gosta?”. O garoto ri, satisfeito. Desde então, eles se entendem muito bem. Claro, são mais impulsionados pelo desejo do que por qualquer espécie de amor.

Ele e eu sozinhos (só poderia em nudez e sacanagem)

maio 5, 2007

Ainda lembro bem, eu tinha 18 anos, estava no último ano do segundo grau era tido como o exemplo da classe: só tirava notas boas. Me destacava no time de volley e na equipe de natação. Vivia cercado de amigos e até com as meninas eu tinha sorte; elas é que corriam atrás de mim.

Só tinha problemas com uma professora de química, que vivia pegando no meu pé. As provas de final de ano estavam chegando e ela afirmando que iria me ferrar. Pela primeira vez eu fiquei com medo de não conseguir media para passar de ano e não poder fazer o vestibular. E quanto mais pressão ela fazia, menos eu conseguia me concentrar para estudar. Estava tão desesperado que resolvi roubar a prova final.

Naquela época (1981), as provas eram mimeografadas e as matrizes iam parar no lixo. Acompanhei o movimento na secretaria da escola e vi quando eles estavam reproduzindo as provas de Química. Naquela noite eu voltei na escola e vasculhei o lixo até encontrar o que eu queria. Resolvi as questões e decorrei todas as respostas e no dia da prova não deu outra, tirei nota máxima e nem a professora acreditou. Mas passei de ano e já me preparava para a prestar os exames da cesgranrio

Como eu passei no vestibular, minha mãe fez uma festa surpresa para mim em fevereiro e convidou todos meus amigos da escola. Durante a festa, levei um colega para o quarto para mostrar uma revista pornográfica que tinha ganho do meu primo. Uma vez ele tinha me emprestado uma Playboy que quase me deixou com calo na mão de tanta punheta que eu tinha batido. Depois, ficamos conversando um pouco e ele, que estava mexendo nas minhas coisas, acabou encontrando a cópia da prova de química. “Então é assim que você garante suas notas?” Ele perguntou com a cara mais sacana do mundo. Eu estava sem reação. “Já pensou o que todos vão dizer de você quando descobrirem a verdade?”

Eu pedi para que ele não contar para ninguém e em troca eu faria o que ele quisesse. Ele pegou minha revista pornô, dobrou, colocou no bolso e saiu do quarto. Eu estava em pânico… O que seria de mim agora. A noite foi uma verdadeira tortura e quando ele se despediu, agradeceu pela revista e disse que a gente tinha muito o que conversar.

Quase não dormi naquela noite. Cleber era um cara legal, mas muito sacana. Gostava dele porque era esperto e estava sempre no meio das gatinhas, além disso, fazíamos uma boa dupla no time de volley. Mas algo me dizia que eu iria entrar bem com aquela história da prova. E não deu outra.

Na manhã seguinte, ele ligou cedo querendo conversar. Tentei despistar mas não deu, tive que ir à casa dele. Quando cheguei lá ele me contou que passara a noite toda pensando em mim, folheando a revista e batendo punheta. Disse que havia gozado três vezes mais ainda continuava de pau duro. E nisso tirou toda roupa, e me mostrou o pau, que de tão duro apontava para cima. “Segura na minha rola e aperta!”, disse o sacana. Eu virei as costas para ir embora e ele me ameaçou. “Ou você pega o meu pau agora ou vou contar para todo mundo o que você faz para garantir boas notas”. Eu pedi para ele parar de brincadeira mas ele nem ligou. “Deixe de ser besta e pega logo, ninguém vai saber de nada, vc não vai deixar de gostar de mulher por isso”. Vou comer teu cu e depois eu é que serei a tua mulher…Fique tranquilo vai ser uma suruba a dois…um troca troca entre machos.

Como eu fiquei parado, ele se aproximou, me despiu e encostou o pau na minha bunda (o caralho tava quente e melado). Eu não tinha escolha, virei e meio que sem jeito peguei no pau dele, que encheu minha mão. Era quente e um pouco maior que o meu. Continuei parado e ele iniciou um vai e vem como se estivesse metendo na minha mão. Aos poucos, fui me envolvendo pela situacão. Só então eu percebi que também estava de pau duro. Ele segurou o meu pau e começou a me masturbar. Então ele mandou eu chupar o seu pau. Eu me abaixei e pela primeira vez senti o cheiro gostoso de um cacete duro. Eu passei a língua e também gostei o sabor daquela vara. Passei a chupar com vontade mas ele não estava satisfeito. Mandou eu ficar de quarto que queria comer meu rabo. Levantei-me, dizendo que isso eu não ia deixar ele fazer, e tentei sair do quarto. Ele me puxou pelo braço e disse que a escolha era minha, ou eu dava pra ele ou ele contaria minha história para todo mundo. Eu não sabia o que fazer… Ele se aproximou, me abraçou por trás encaixando o seu pau na minha bunda, e no abraço recomeçou a bater uma punheta no meu pau. Aos poucos, foi me empurrando, me forçando a ficar de quarto, o que fiz sem reclamar desta vez. Ele abriu bem minha bunda e passou a língua no meu rego, causando enorme prazer. Quase gosei quando ele enfiou o dedo no meu curzinho ainda virgem. Ele brincou um pouco para meu cu se acostumar, passou saliva no pau e se aproximou. Senti as pregas se rompendo quando a cabeça entrou, doeu muito e pedi para ele ir mais devagar. Ele foi rebolando e enfiando bem devagar, enquanto falava palavrões. Eu sentia com um prazer indescritível cada centímetro daquele pau entrando no meu cu. Ele começou a me comer de cachorrinho e não demorou muito gozou, enchendo meu rabo de porra.

Então ele mandou eu pegar minhas roupas e ir embora, que sua mãe já estava chegando. Eu reclamei, dizendo que agora era minha vez de comê-lo. Ele riu na minha cara e me provocou,dizendo que além de viado eu era um bobo, pois tinha acreditado no “troca-troca”.

Fui embora calado, puto da vida, estava com o cu esfolado e doendo. Cheguei em casa meio confuso e fui tomar banho… Não conseguia esquecer o que acontecera e, apesar de ter sido humilhado, ainda sentia o tesão tomar conta. Bati um deliciosa punheta e acabei relaxando. No dia seguinte, minha mãe me bem acordou falando que o Cléber havia ligado me chamando para passar o final de semana na fazenda do seu pai. Eu não tinha como recusar… Apesar de saber que novamente ficaria nas mãos e acabaria sendo enrabado por aquele sacana, levantei-me e comecei a arrumar minha mochila. Confesso que estava até ansioso por aquele final de semana e já arquitetava um plano para reverter a situação e comer o cu daquele chantagista, o que acabei fazendo dias depois, mas isso já é outra história….

Os quatro amigos

maio 5, 2007

A gente cresceu no mesmo bairro de Goiânia e estavávamos sempre juntos, na escola, no futebol e nas brincadeiras de adolescentes. Queria saber de um, bastava procurar pelos outros. Quando eu estava só, me sentia fraco, abandonado… Mas na companhia de meus amigos era impossível ficar quieto, eu sentia minhas energias se multiplicarem. Eu creio que eles também se sentiam assim.
Isso aconteceu na metade da década de 70 quando tudo era diferente (gírias, virgindade, namoro, brinquedos, correspondencia, programas de tv)…

Nós quatro tínhamos entre 19 e 18 anos, e sempre nos reuníamos no nosso próprio “clubinho”, um antigo quarto de empregada que ficava nos fundos da minha casa e que por um tempo meu pai usou de depósito. Gostávamos de imaginar que lá era nosso esconderijo e que éramos mosqueteiros: “um por todos e todos por um”. No clube a gente brincava de jogar futebol de botão, guardávamos nossos coleções (de gibi, de latinha de refrigerante e cerveja e bolinhas de gude) e passávamos horas jogando conversa fora.

Um dia meus pais viajaram para curtir uma segunda lua-de-mel e pediram para meus amigos ficarem em casa comigo. Minha mãe deixou tudo preparado para a bagunça que inevitavelmente iríamos fazer. Ainda no final da tarde eles apareceram com suas mochilas cheia de jogos e pequenas surpresas. Bill, o intelectual, pegou o Banco Imobiliário e começamos uma partida que nunca chegamos a terminar. Pouco depois que meus pais saíram, deixamos o jogo de lado e atacamos a geladeira. Comemos na cama de dos meus pais assistindo televisão, alternando guerra de comida com guerra de travesseiro.

Julinho, que gostava se exibir, buscou uma revista de sacanagem que tinha roubado de seu irmão. Ficamos loucos e pulamos em cima dele, cada um querendo ver primeiro. Depois de muita bagunça, resolvemos que veríamos ao mesmo tempo. Sentamos na cama e Julinho, que conhecia a revista de cor e salteado, passava as folhas vagarosamente. Em cada página, uma sacanagem ainda maior, uma novidade para mim, Bill e Guto. Estávamos ficando excitados e Julinho falou que toda vez que seu irmão pegava a revista e ia para o banheiro ele batia uma punheta.

Guto falou que estava com vontade de bater uma e começou a alisar o pau ainda em cima do short. Eu estava meio sem graça, mas não tinha como esconder o tesão. Quando eu percebi, Julinho já tinha tirado sua calça e alisava seu pau. Sem tirar os olhos da revista, fomos relaxando e tirando nossa roupa. Bill fez cara de reprovação e saiu do quarto, sob nossas vaias.

Começamos então a comparar o tamanho de nossos paus: Julinho se esforçava, esticando o quadril para a frente… Seu pau até que era grosso, mas era o menor de todos. Dos três, o meu pau era o maior, mas o pau do Guto chamava a atenção pelo tamanho da cabeça, que mais parecia um cogumelo. Estávamos na maior punheta quando vimos Bill espionando da porta do quarto… Partimos para cima dele e o agarramos. Esfregamos nossos pau nele, que tentava reagir. Mas foi fácil subjugá-lo, afinal, era três contra um.

Depois voltamos a atenção para nossa punheta coletiva e, novamente, convidamos ele a se juntar aos “mosqueteiros”. Ele que já estava sem camisa, começou a tirar seus jeans e qual foi a nossa surpresa ao ver o tamanho do pau que o moleque tinha: era grande e grosso, cheio de veias… Para um garoto de 14 anos, aquele monstro de 19 centímetros parecia até ser maior que o dos caras da revista.

Juninho perguntou se era de verdade e Bill, abrindo um sorriso bem sacana, disse que ele quisesse conferir podia pegar para ver. Pulamos novamente na cama, onde retornamos nossa “brincadeira”. Só que desta vez ninguém prestava mais atenção à revista, só tínhamos olhos para o pau do Bill. Estávamos tão próximos que por várias vezes um esbarrava no pau do outro. Guto foi o primeiro a gozar. Após melar sua mão de porra e ele se esticou todo na cama. Julinho levantou ficando por cima dele e quando gozou lançou jato de porra na barriga e no peito de Guto. Eu estava quase gozando quando Guto passou sua mão melada na minha bunda. Nem tive tempo de reagir, pois o gozo veio como um vulcão…

Bill se masturbava violentamente mas nada de gozar. Nós três não tirávamos os olhos daquele pequeno “mastro”. Até que Guto sugeriu que o ajudássemos… Bill se aproximou um pouco mais e Guto fez o que todos estávamos com vontade de fazer: segurou aquele cacete nas mãos e começou a friccioná-lo com força. Eu abracei Bill por trás, encaixando meu pau na sua bunda, fazendo movimentos de vai-e-vem mas sem penetrá-lo. Julinho só olhava… Guto acelerou ainda mais e Bill não conseguiu segurar um grito de prazer enquanto gozava.

Depois de um pequeno descanso, recomeçamos a sacanagem partindo para cima do Julinho, que foi o primeiro a perder o cabaço. Um a um, todos acabamos sendo invadido por um dos “mosqueteiros”, reforçando ainda mais a cumplicidade existente entre nós. Naquela noite apenas o Bill não comeu ninguém, pois ficamos com medo de ser arrombado por aquela tora. Para não deixá-lo na mão, acabamos chupando ele até gozar…

A partir daquela noite, o nosso clubinho passou a ser lugar de nossos encontros e de punhetas coletivas, sempre embalada por revistas eróticas importadas e muita sacanagem.

Condissípulo do pós-graduação

maio 5, 2007

rocco22df@yahoo.com.br

Esta é a segunda vez que ouso publicar uma de minhas experiências. Na primeira, (Guardinha que me pegou), faltaram detalhes importantes no próprio contexto, bem como sobre o meu perfil que, se para alguns não é necessário, para outros deve ser interessante. Nasci e moro em Brasília, tenho 27 anos, sou claro, cabelos e olhos castanhos claros, 1,80m de altura, 76k, corpo em forma( mas sem exagero), advogado, trabalho na consultoria jurídica de um órgão público. Gosto de cinema, teatro, boa música, bebo muito raramente; não fumo. Signo escorpião.

Após aquela aventura com o belo e gostoso guardinha, nossos caminhos se desencontraram. Ele foi prestar serviço noutra empresa, enquanto eu começava um curso de pós-graduação em processo civil, à noite. Ali, naquele ambiente de pretensos magistrados e promotores, onde o assunto predominante eram leis, doutrinas, jurisprudência e assenção à carreira jurídica, quem está fora dele pouco pode imaginar que haja tempo ou imaginação para fantasias sexuais, breves comentários picantes e até mesmo “uma real” após longas horas de aulas e estudos. Assim, naquele clima austéro de preparatórios, era impossível uma descontração mais relaxante, pois que a faixa etária entre alunos e alunas não ia além dos trinta anos. Isto implica juventude, adrenalina e muita tesão, tudo somado a inteligência e, sobretudo beleza que se distribuíam em rostos e circulando no pátio, nos corredores, nos intervalos.
Essa coisa de estudar tem mesmo tudo de positivo. Além do ganho intelectual, o conhecimento de pessoas. E foi assim que eu e Wendell, de meros desconhecidos, tornamo-nos colegas de estudos e daí amigos dentro e fora do âmbito acadêmico. Íamos estudar em bibliotecas,saíamos para lanchar ou para nos divertir, éramos quase inseparáveis.
Houve uma alteração no horário do curso e fomos dispensado uma noite antes das 10h. Havia, porém, uma série assuntos a serem estudados e questões a serem resolvidas. Wandell convidou-me a ir ao apartamento dele para “por tudo em dia”, inclusive para pesquisarmos na internet o tema da última aula.
Fomos, então.
Wandel morava com os pais, que naquela semana estavam em viagem a São Paulo. De modo que ali podemos ficar a sós, para estudarmos, conversarmos e nos discontrairmos a vontade, sem a disciplina do curso nem a “serimônia” da família.
Wandel me deixou a vontade naquele apartamento de bom gosto, mostrando-me as dependências, brindando-me com gentilezas.
Fizemos todo o trabalho em menos de uma hora. Depois, conversa variada, boas risadas e , invariavelmente uma piada picante por parte dele…. Acho que foi esse o caminho mais curto e fácil para o meu amigo me olhar sorrindo, quase com ternura e me dizer:
– Edy, há dias que não gozo, cara! Ando numa tesão incontrolável, essa coisa de estudar me deixa em atraso e eu preciso aliviar.

Dei uma risada quase irônica e respondi-lhe:
_Que fazer amigão, estou igualmente “seco”…. como resolveremos esse caso que não é jurídico? Demos uma gargalhada, quando, de repente Wandel aproximou-se de mim, abraçou-me e me disse quase sussurrando:

-Eu te resolvo, tu me resolves!….

Fiquei um tanto extasiado com aquele imprevisto, pois jamais imaginei que meu condissípulo da pós-graduação,
tão CDF, tão másculo e tão asssediado pelas mulheres, tivesse uma queda por essa preferência. Seu tipo físico é o oposto do meu. Wandel é moreno claro, cabelos pretos e lisos, rosto bem desenhado, olhos negros e olhar profundo, boca carnuda e rosada que se abre num sorriso fascinante mostrando dentes perfeitos. Um discreto e bem cuidado bigodinho que particularmente me atrai.

Vi-o ali, perto de mim, insinuante, fazendo-me perceber que estava em ereção e não espererou qualquer atitude minha. Fez-me pegá-lo, apalpá-lo sob a calça….. e seu corpo se cololou no meu num abraço mais íntimo em que o seu cheiro me desnorteou.
Correspondi aos seus carinhos, nossas bocas se uniram num beijo alucinante emquanto nos despíamos. Comtemplamo-nos um ao outro, excitadíssimos, duas picas rígidas, dois corpos vibrantes, dois machos sedentos de gozo e que ali faziam tudo valer por força da amizade, da confiança, do tesão e do aconchego daquele apartamento só para nós dois.
Wandell deslizou seu membro sobre o meu rosto, senti-o latejando, exalando um aroma que só uma pica bonita,
grande, grossa, deixa qualquer um enlouquecido com a glande rosada e cheirosa.
Chupei-o vorazmente, com arte e gula; ouvia os seus gemidos ofegantes, suas palavras desvairadas, externando o seu prazer, suas mãos, passeando em minhas costas, acariando-me todo o corpo, seus braços me enlaçando, seu tórax sobre o meu.. E naquele frenesi meu amigo gozou fartamente, jorrou em minha boca, no meu rosto, no meu peito.

Depois fomos ao banheiro, tomamos uma duxa e so ela houve o clímax da penetração. Wandel fez-me penetrá-lo com carinho os meus 19cms. Foi uma loucura.
Dormimos depois abraçados, e lá pelas seis da manhã, repetimos a dose.

Valeu? -perguntou-me ele.
Claro que valeu, disse-lhe abraçando-o.

Continuamos estudando, terminamos o pós-graduação.
Nossa amizade continua. E só nos dois é que sabemos o que as paredes não confessam.

A primeira mamada a gente nunca esquece!

maio 5, 2007

cavs04@ig.com.br

Sempre fui um cara muito reservado, razão pela qual acho que perdi várias aventuras em minha vida. Tenho 1,75m 70kg, moreno jambo, praticante de esportes e muito, mais muito discreto mesmo.Então, sou daqueles que você nunca imagina mesmo (embora esteja longe de ser o único, afinal, há muitos outros assim…). Eu sou bi. Curto caralho e corpo de macho sarado também.
Hoje tenho 27 anos e já fui noivo. Comecei a ter consciência que também sentia esse tesão por machos vendo fotos na Internet com uns 20 anos. Estava lá na punheta, vendo as fotos das vadias se exibindo. De repente, abro umas fotos dos caras. \”Putz, maior corpaço que o cara tem… Porra, ele deve malhar muito para o peito ficar daquele tamanho, e o braço então? Que caralhão, puta que pariu, maior que o meu!\”. E por aí vai. E o pau endurece. E a fantasia fica na cabeça.
Foram três ou quatro anos até eu realizar a fantasia. Com a cabeça mais aberta já tinha sacado que gostava muito de homens. Era hora de partir para o real. Olhando sites de anúncios pela Internet (com fotos, claro), alguns me chamaram a atenção. Um deles em especial: um cara moreno, quase mulato, saradão, 28 anos, bi, totalmente ativo e procurando um cara completamente másculo para dar uma mamada nele. As fotos do caralhão do sujeito eram impressionantes. Trocamos uns e-mails, mandei umas fotos de corpo e partimos para o MSN. Feitas as apresentações, mostramos umas fotos de rosto e ficou claro: o tesão era mútuo. Marcamos a real.
Ele tinha um apartamento vago à disposição. Me deu o endereço e fui para lá, meio nervoso. Toquei a campainha e ele abre a porta. Era mais alto e também mais forte do que eu, tinha cara de sério e estava de bermuda e sem camisa. Entrei, sentamos e falamos qualquer bobagem. \”Putz, acho que vou travar e não vai acabar rolando nada\”, pensei. Já estava quase pensando em desistir e o cara deve ter percebido. Ele levantou, ficou bem na minha frente, abaixou a bermuda com violência e deixou o caralhão meio mole meio duro saltar no meu rosto, enquanto falou: \”Brother, já sei qual é a tua. Cai de boca, logo, cara!\”.
Fiquei com muito tesão com aquele cacetão a poucos centímetros da minha boca. Segurei, dei uma punhetada e ele era impressionante. Ficou todo duro muito rápido. E era muito grande. Pelas fotos, já sabia que era mais ou menos assim, só que, ao vivo, aquele pirocão era puro tesão. A grossura era assustadora. Minha mão não fechava em torno dele, de tão rombudo. E o cabeção era enorme e começava a babar.
Dei uma linguada no buraco de onde saía o líquido. Fiquei de pau duro na hora e o cara rosnou: \”Isso, bro, mama gostoso essa minha rola grossa…\”. Tirei a camisa e caí de boca com vontade. Eu comecei a mamar forte. Ia e voltava com a boca na pica e depois lambia o saco, punhetava e voltava a cair de boca, com a língua lambendo forte o cabeção, especialmente embaixo da cabeça. Eu nem pensava mais, só sentia meu pau duro e me punhetava enquanto o cara gemia alto com a minha mamada.
Fiquei mamando por um bom tempo e estava adorando. O cara parecia enlouquecer. Rosnava: \”Aí, brother, adoro um machinho assim que nem tu, com a boca no meu pirocão. Vai, mama gostoso. Isso…\”. Depois de quase 20 minutos de mamada, quando meu maxilar começava a cansar, senti que o sujeito começou a respirar diferente.
Senti o pirocão inchar ainda mais na boca e ouvi o cara começar a grunhir. Sabia bem o que estava vindo e agora não tinha mais volta: eu ia sentir porra jorrando na minha boca pela primeira vez. E veio, em jatos fortes, farta, enchendo a boca. Foi tesão demais. Gozei na hora, ao mesmo tempo. Quando ia tirar o caralhão da boca, o cara segurou a minha cabeça, meteu a pica mais fundo e ordenou: \”Não, engole o leite todo! Eu sei que é isso que tu quer!\”. E fiz. Depois, fiquei lambendo o cabeção que amolecia na minha boca. Ele arrancou fora a piroca e se sentou exausto. \”Bro, foi demais! Tu mama gostoso pra caralho…\”.
Levantei, coloquei a roupa e falei: \”Qualquer hora a gente marca outra\”, então saí fora. Voltando para casa, ainda sentia o gosto de porra do cara na boca. Com isso, fiquei de pau duro na rua, tive que dar uma ajeitada e colocar o pau para o lado. Agora, não tinha mais volta: gosto de HOMEM mesmo. Ainda dei umas olhadas para os caras na rua pelo caminho de volta para casa. E o gosto da porra aumentava ainda mais meu tesão. Era o melhor dos dois mundos! Caso tenha vontade de realizar as minhas fantasias, é saúdavel, totalmente ativo e curte outro brother é só entrar em contato…um grande abraço para todos e quem sabe para realizarmos fantasias mil…

Gostosão da Favela – entrando com tudo

maio 2, 2007

O meu gostosão da favela me ligou. Ele está precisando de grana, propôs me dar um finco pela grana. Topei, é claro. Adoro as correntes prateadas que ele usa. Duas. Uma é mais grossa, bem grossa e à outra um pouco mais fina. Rosto rude, ele não sorri. Mas demonstrou sentir um puta tesão da outra vez que eu só o chupei.

Ele entra e eu o empurro contra a parede, caio aos seus pés e acaricio a parte do corpo dele que mais me interessa e que nessa posição fica à altura do meu rosto. Imediatamente ele corresponde ao toque da minha mão ainda por cima do jeans. Abro a calça e solto o pau que praticamente me cumprimenta com seu intumescimento e cheiro próprio de um pau de macho. Lambo da base à cabeça. Ele geme baixinho. Gosto de ouvir um macho gemer de prazer, prazer provocado por mim. Engulo. Ele segura a minha cabeça como da outra vez, mexe o quadril como se estivesse fodendo minha boca. Sinto os pelos pubianos dele no meu nariz e a cabeça do pau lá na garganta, me sufocando. Penso que um dia posso morrer assim, afogado com um pau.

Fico de quatro sobre o sofá da sala com as pernas bem abertas. Ele olha meu rabinho que deve estar piscando de desejo de rola, da rola dele. Ele acaricia minha bunda, dá um tapa de leve e brinca com o dedo médio no meu cu. Cospe na ponta dos dedos e umedece meu buraquinho, enfia um dedo, enfia dois dedos. É minha vez de gemer. Ele surra alguma coisa, acho algo como – “está gostando, viadinho”. Sim, o vidianho está adorando, mas vai gostar mais ainda quando a rola entrar inteira e o saco bater na bunda.

Ele coloca a camisinha, o faz com calma e meticulosamente, uma espécie de ritual que parece estar muito acostumado fazer. Unta o pau com gel lubrificante, enfia o dedo cheio de gel no meu cu. Posiciona o pau no meu cu com uma das mãos, força um pouquinho para sentir que está no lugar certo, mas não coloca ainda. Ele me segura com as duas mãos, prevejo que o pau vai entrar com tudo, agarro-me no sofá. Ele mexe um pouco o quadril e enfia tudo de uma vez.

Uauhhh!!! É o finco da minha vida. É o finco do século. Não sei como não fui parar no teto. Não fui porque estou bem seguro pelas duas mãos fortes dele que apertam minha carne. Se meu cu não foi rasgado dessa vez, acho que nunca mais será. Depois de um instante dentro sem se mexer como se estivesse deixando eu me acostumar com o calibre do instrumento, ele começou a tirar e colocar com movimentos bem lentos, lentos, mas ritmados. Umas bombadas gostosas mesmo, o pau saindo quase inteiro do meu cu e entrando inteiro novamente. As bombandas foram ganhando intensidade e ele foi empregando mais força. Socando forte. O som da virilha dele batendo na minha bunda me dá tesão, as mãos dele me segurando forte me dão tesão, a respiração ofegante dele me dá tesão, o suor que escorre do rosto dele e cai da ponta do queixo e bate nas minhas costas me dá tesão. Caralho, é muito tesão. Ele soca forte e gostoso. Estou amolecendo na mão dele, sinto minhas pernas fracas. Mas o cu arde gostoso e parece que vai pegar fogo. Com isso já estou acostumado, vivo com fogo no rabo.

Não agüento e gozo. Minha porra espirra pelo sofá. Ele percebe que eu gozei, ri e continua socando. Agora já acho que não vou agüentar. Ele soca mais forte ainda e dá uns tapas na minha bunda e diz – “toma sua putinha, já gozou com meu pau no seu rabo?, acho que vou continuar metendo por mais umas duas horas, é bom agüentar…”. É claro que eu agüento. Ele soca assim por mais uns cinco minutos, tira o pau do meu cu e arranca a camisinha, me empurra de lado sobre o sofá e monta em cima de mim, um jato de porra atinge minha face e o restante da porra ele vai despejando nas partes do meu rosto ainda não contempladas com a porra quente. Depois que ele deixa cuidadosamente à última gosta cair na minha cara, ele esfrega a mão no meu rosto e pela primeira vez ri e sorri com certa simpatia. Pede para tomar banho, indico a porta que vai para meu quarto, para o banheiro. Dá porta ele se virá e diz – “vem também, vem me dar banho…”.

Pegando o Gostosão da Favela

maio 2, 2007

…senti os gomos do abdome dele sob a camiseta de tamanho PP que realça os músculos definidos. Ele me olha com o mesmo jeito de bad boy da primeira vez que o vi. Deslizo a mão mais para baixo em direção à cintura, sinto a camiseta acabar o jeans começar. Toco em algo frio, é uma arma. Ele faz uma expressão de mais macho ainda quando toco arma. Armas são objetos de poder fálico. Desço mais até chegar entre as pernas, toco a outra arma – o volume do pau que vai endurecendo ao meu contato é fascinante. Isso me dá muito tesão. Sei que é o bandinho é erótico e libidinoso, o perigo me excita, penso se já atirou com aquela arma, se já matou alguém. Talvez. Ele usa uma corrente prateada bem grossa, prata ou qualquer metal barato mesmo. É indiferente para mim. Ele é o típico gostosão da favela. Gosto desses.

Com voz entrecortada ele manda que eu o chupe o pau dele, que já está duro como aço. Obedeço. Ajoelho-me diante dele. Enquanto abro o jeans ele tira a arma e coloca-a atrás, acho que presa na cueca, sei lá. O pau está duro. Sinto o cheiro do sexo dele. Isso me dá tanto tesão que penso que vou gozar. Esfrego meu rosto contra o pau dele ainda dentro da cueca. Ele gosta, tanto é que segura minha cabeça com as mãos e se esfrega na minha cara. A cueca é branca, sinto o volume cilíndrico e intumescido. A pele escura dele, os músculos firmes e aquele enorme volume cheirando sexo ao alcance dos meus lábios, é para delirar. A primeira vez que o vi foi num posto de gasolina, eu abastecendo meu carro e ele uma moto. Ele percebeu o que eu o olhava, quando saiu do posto, fui atrás e dei sinal de luz, ele parou. Conversamos, passei o número do meu celular e esperei que ele me ligasse. Três semanas depois ele me liga.

Sinto a cabeça do pau na minha garganta. É grosso e está bem duro. Ele geme um pouco, adoro isso, causar prazer. Ele faz movimentos ritmados com o quadril como se estivesse metendo na minha boca. Sussurra algo que entendo como – “sua boca é melhor que uma bocetinha”. Não sei se quero ter uma boca melhor que uma bocetinha, queria mesmo que ele estivesse curtindo o meu cuzinho. Ofereci. Ele apenas respondeu – “hoje, não, talvez na próxima”. Vai ter próxima? – quase perguntei, mas não o fiz, já aprendi como lidar com esses tipos, poucas perguntas e casualidade é a melhor forma de manter contato. Contento-me em chupar o pau dele até fazer que ele goze. Sim, ele gozou na minha boca, encheu minha boca de porra e depois tirou o pau e me mandou ficar de boca aberta para ele depositar as últimas gotas de porra na minha boca. Guardou o pau sem limpar e nem nada, fechou o jeans, pôs a arma na frente outra vez e disse que precisava ir nessa. Foi. Talvez volte qualquer dia desses para me foder o cu, espero.