Archive for abril \24\UTC 2007

O Inquilino

abril 24, 2007

Morávamos em Ribeirão Preto, aliás meus pais moram lá até hoje, tenho uma irmã e um irmão mais velhos do que eu e todos trabalhavam, exceto eu que estudava de manhã, e a tarde me ocupava com os deveres escolares e também limpava a casa e arrumava a cozinha do almoço para minha mãe.
Nossa casa era simples, mais espaçosa e no fundo do quintal havia uma edícula de três cômodos e um banheiro que meu pai alugava, para reforçar o orçamento da família, tinha entrada independente e também muro separando a edícula, mais a conta de água e luz era a mesma de minha casa.
Um dia na hora do almoço meu pai me pediu para entregar ao inquilino o valor dele das contas.
Nosso inquilino morava sozinho, era solteiro, tinha mais ou menos uns 30 anos, negro, alto devia ter 1,90 mts e também era forte, ele trabalhava como segurança de um prédio de escritórios no centro da cidade, durante a noite, como eu não queria acordá-lo, deixei pra levar a conta mais tarde e fui arrumar a cozinha, e depois fazer uns deveres escolares.
Quando terminei os deveres era mais ou menos 15:00 horas, então fui lá levar, pois ele já deveria estar acordado.
Entrei no portão e bati na porta da sala, como não ouvi movimento, chamei por ele:
– Seu Osvaldo!!!!………… Seu Osvaldo!!!!
Logo ouvi o barulho da porta sendo destrancada, ele abriu só um pouco e colocou parte do rosto pela abertura, dizendo:
– Oi Carlinhos
– Meu Pai pediu pra trazer o valor das contas de água e luz, pro senhor.
– Ahhhh…. você tá sozinho, é que eu só to de cueca!
– To sim, mais se quiser eu espero aqui!
– Não, que isso, entra ai!
Ele abriu a porta, eu entrei e fiquei admirado com o tamanho do negão, e realmente ele estava só de cueca branca, e com um volume considerável dentro da mesma.
– Aqui os papéis, eu fui logo me apreçando em entregar.
– Ahhh deixa eu ver, enquanto ele lia os valores, não pude deixar de olhar novamente para o volume na cueca dele, eu nunca tinha visto daquele jeito.
Ele percebeu, começou a rir, e me disse:
– Desculpa ai garoto, é que na hora que você chamou, eu tava vendo uma revista pornográfica que um amigo me emprestou!
– Ahhhh, não tem problema seu Osvaldo
– Carlinhos, só você me chama assim, eu até estranho, me chama de Vadão igual a todo mundo!
– Vou tentar Vadão!
– Vou pegar o dinheiro pra você entregar pro seu pai.
E entrou pro quarto, logo ele me falou do quarto:
– Quer dar uma olhada na revista?
Fiquei meio confuso na hora:
– Não tem problema?
– Tem não, entra aqui!
Entrei no quarto, ele estava mexendo no guarda-roupa e a revista estava sobre a cama, peguei-a e pude ver umas imagens bem sacanas de um Negão comendo uma mulher muito branquinha, o cassete do cara era enorme e eu não vi quando falei:
– Nossa o cassete do cara é enorme, como essa mulher agüenta?
O Vadão começou a rir, e disse:
– Ela agüenta e ainda pede mais!
Ele sentou na cama e pegou a revista da minha mão, dizendo:
– Olha essa foto aqui!
Na foto o Negão estava colocando o pinto no cu da garota, eu fiquei admirando, estava excitado, e o Vadão percebeu:
– Isso também me deixa muito excitado, se você quiser pode dar uma aliviada também!
Falou isso e começou a passar a mão no cassete por dentro da cueca, eu estava muita excitado, e disse:
– seu cassete deve ser do tamanho do cassete da foto!
– Olha aqui!
Falou isso e tirou o mastro pra fora, era entorne, tinha uma cabeça bem rosada e umas veias altas, exalava um cheiro forte, eu fiquei olhando sem piscar, então ele me disse:
– Quer pegar pra ver como é?
– Acho melhor não!
– Põe a mão só um pouquinho, e ai você mata sua curiosidade!
– Só um pouquinho então!!
– Tá!
Estiquei a mão e encostei pela primeira vez, minha mão num pinto, o maior que já tinha visto, aliás o único que eu já tinha visto ao vivo.Ele suspirou fundo e pediu falando bem baixinho:
– Pega com vontade!
Eu apertei aquele mastro negro, mais minha mão não conseguia envolve-lo completamente.
Nesse instante o Vadão colocou a mão dele sobre a minha e começou a punhetá-lo com minha mão por baixo da dele, ele respirava forte, e dizia que estava muito gostoso, eu pedia pra ele parar mais no fundo, estava tendo uma das melhores sensações que eu já havia experimentado.Ele tirou a mão e eu continuei sozinho, subia e descia, com os olhos vidrados naquele cassete, ate que ele se deitou na cama, eu despertei do meu transe, tirei a mão e levantei rapidamente.
– Tenho quer ir embora!
– Faz mais um pouco vai garoto!
– Não, tenho que ir!
Me afastei e fiquei na porta do quarto, ele se levantou, pegou o dinheiro e a revista e disse:
– Aqui está o dinheiro, leva a revista pra você ver mais um pouco e me devolve depois!
– Não pode deixar a revista, não quero ver mais!
– Que isso garoto, eu sei que você vai curtir muito!, pode levar!
– Tá bom, depois eu devolvo!
Sai de lá, meio aéreo, num misto de euforia, alegria, remorso, arrependimento, tudo junto e muito confuso.Em casa olhava as fotos da revista, mais só conseguia pensar no pinto do Vadão, tirei nem sei quantas punhetas, imaginando estar pegando outra vez nele, e também como nas fotos a mulher chupava, eu me imaginava chupando ele, e tentando adivinhar que gosto tinha?
Minha aventura com o inquilino não acabou por ai, mais o restante fica pro próximo conto!

Flagrei meu filho

abril 24, 2007

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 19 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai… E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra… Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado… Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou! Então Caio respondeu: É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.

Eu e meu Professor Orientador

abril 24, 2007

claudiomagalhaesjr@hotmail.com Olá, vou relatar uma situação que ocorreu comigo na época da faculdade, eu era um estudante de um curso da área de saúde, e como todo aluno de instituição pública eu me inscrevi para programas de iniciação científica, e passei, fui trabalhar num laboratório com um professor que eu achava lindo, seu nome era Paulo, desde quando eu o vi me apaixonei, achei que ele fosse gay, mas com o tempo descobri que era casado e tinha uma filha.

O tempo foi passando e ele foi tornando-se uma pessoa amiga, e o meu desejo foi diminuindo ao passo que a amizade aumentava, ele mostrava fotos da família, sua esposa era uma mulher muito bonita e sua filha também, as vezes eu ficava olhando para ele, admirando sua beleza e sua inteligência, achava uma pessoa muito boa, um grande ser humano. Até que um dia ele falou, vamos inscrever uma de nossas pesquisas em um congresso que iria ocorrer no sul, eu na época só recebia a bolsa de iniciação científica, falei com meus pais e eles pagariam as minhas despesas, e ele propôs que dividíssemos um quarto duplo, eu aceitei ficaria mais barato, compramos as passagens aéreas, e no dia da viajam no aeroporto minha família me levou e lá conheci pessoalmente a sua esposa e sua filha, faziam um belo casal, muito bonitos os dois, sua mulher mostrou-se ser uma pessoa muito inteligente e educada.

Pegamos o avião, a viajam foi rápida, chamamos à cidade em menos de 1 hora, pegamos um taxi até o hotel, e lá fomos informados que não haviam mais quartos com camas de solteiro, só com cama de casal, mas que tinha também uma poltrona e que seria possível dormir nela. Quando soubemos disse Paulo ficou meio puto com o cara do hotel, queria ver um outro lugar para ficarmos, mas a cidade estava lotada e não haviam mais quartos disponíveis, só os de hotel caríssimos. Disse a ele que eu ficaria no sofá e ele poderia ficar com a cama, que não haveria problema algum.

Deixamos as malas no quarto e fomos para a abertura do congresso, antes de voltarmos para o hotel ele me convidou para conhecer a cidade e jantar, ficamos conversando horas, ele falou da vida dele, que não era tão feliz no casamento, que já tinha traído a esposa algumas vezes, e me perguntou se eu tinha namorada ou coisa parecida, respondi que não, e ele deu um sorriso bem discreto, até ai tudo bem. Eu sou meio fraco para bebidas alcoólicas e confesso que já estava meio tonto, pedimos a conta que ele não quis dividir a pagou por completo e pegamos um taxi para o hotel.

Ao chegar ele disse que eu poderia tomar banho primeiro, e assim eu fiz, levei minhas coisas para o banheiro, tranquei a porta e quando sai, ES que tenho uma visão do paraíso ele só de cuecas, nossa aquilo me deixou louco, aquele homem lindo de cuecas na minha frente, tinha um volume alucinador, no mesmo instante desviei o olhar . E ele me perguntou se eu já tinha acabado, respondi que sim, e ele entrou para o banho, nisso eu fui me ajeitar no sofá, me deitei e ele demorou no banho, tipo uns 30 minutos ou mais, já estava quase pegando no sono quando ele saiu só de toalha, meu deus o que era aquilo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ele olhou para mim e perguntou, esse sofá vai deixá-lo com dor nas costas, porque não deita no chão, respondi que estava bom, que não precisava se preocupar comigo. Nisso ele tira a tolha e vejo o pau dele, meu deus do céu, era o pau mais lindo que eu vi na vida, grande e grosso, branquinho, lindo, tava mole.

Ele se deitou e depois de uns 20 minutos ele me chama, e diz que estava com pena de mim e que não era correto ele ficar na cama e eu todo torto num sofá, e me chamou para dividir a cama com ele. Na hora disse que não era preciso, mas ele insistiu, e eu aceitei.

Deitei-me ao seu lado, meu deus meu coração parecia que iria sair pela boca, meu pau nessa hora tava duríssimo, louco de vontade pensando milhões de coisas, mas ele virou-se para o lado e dormiu, e ai eu dormi também, lá pelas tantas da madrugada senti um peso sobre as minhas pernas e uma coisa dura na bunda, quando percebi ele dormindo havia me agarrado e tava de pau duro, meu coração acelerou, imaginei milhões de coisas, na hora pensei, vou deixar e aproveitar o memento, quando será que eu vou ter essa oportunidade novamente.

Eu já estava louco, e ai pensei vou empinar mais a bunda para sentir esse pau melhor, ai comecei a me esfregar e tava tudo muito bom, pura adrenalina, quando pensei, vou segurar a rola dele, me tia mão e peguei, era muito grande e grossa tava toda babada. Eu apertava e sentia ela pulsar, até que em um dado momento sinto os braços dele me apertarem junto ao seu corpo e sua língua a passar pela minha nuca, nossa eu tremi, morri de medo, nisso ele me vira e me beija na boca, nossa que beijo era aquele?

Nisso ele sobe em cima de mim e começa a me lamber os mamilos e cai de boca no meu pau, depois de um tempo ele me coloca para chupar o dele, que gostinho bom que tinha. Fizemos um 69 espetacular, até que ele começa a passar a língua no meu anus, nossa, o que era aquilo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Sinto meu anus piscar e ele coloca a cabeça do pau na entradinha, e sinto aos poucos meu anus se abrir lentamente, nossa quando percebi já estava tudo dentro de mim, e ele foi bombando, bombando, nossa que coisa boa, nisso ele disse a primeira frase, vou gozar.

Putz, eu não resisti e gozamos juntos, ele me virou e começou a me beijar, por pelo menos 20 minutos, até me diz, e ai meu aluno, gostou da aula de hoje, cara eu dei um abraço nele, e dormimos agarradinhos, foi tudo tão lindo.

Quando amanheceu, acordei com ele me beijando e pedindo para eu levantar, pois já estava na hora das palestras e a nossa apresentação seria naquele dia.

A partir daí começou uma linda história de amor entre um aluno e seu professor, viajamos muitas outras vezes juntos.

Espero que tenham gostado.

Pedro, um amigo e um amor

abril 24, 2007

Foram nos treinos para o campeonato de férias que nos tornamos amigos. Eu participava da equipe de natação e Pedro fazia parte do time de futebol do nosso colégio. Treinávamos diariamente e na volta gostávamos de ficar na porta de uma academia de dança, onde as garotas da escola ficavam, só para azará-las.

Pedro era um sedutor nato, havia algo nele que provocava a lascívia de todas as garotas. Outros caras eram mais bonitos, mas era ele o que ficava com as melhores meninas nas festas. Eu, ao contrário dele, não era tão atraente, mas conseguia sem muitas dificuldades alguém para ficar comigo. Em meu quarto o espelho refletia as mudanças do meu amadurecimento, o corpo esguio de adolescente lentamente dava lugar a um corpo forte e másculo, definido pelos treinos de natação.

Faltava uma semana para começar as férias de 2003, quando, pela primeira vez, cogitei beijar um homem. Nessa época do ano, em nosso colégio, havia uma festa beneficente para o patrocínio dos jogos interclasse.

Pedro e eu íamos a essa festa. Cheguei a sua casa e chamei por ele:

– Pedro! Tá pronto, cara? Vamos!!! Gritei do portão
– Não tô pronto ainda, Dan! Entra aí… Respondeu-me da janela do quarto.

Entrei em seu quarto e ele ainda estava de toalha, me sentei na cama e comecei a folhear uma revista.

– Dan… Será que a festa vai tá boa?
-Ah! Não sei… Por quê? Disse a ele.
– Ah? É que… Olhou-me e:
– … Não, não é nada…

Ele estava diferente, olhava-me o tempo todo como se estivesse escondendo algo. De repente me perguntou:

-Hei…Como você gosta de ser beijado?

Eu ainda estava tentando entender o porquê daquela pergunta quando Pedro, ainda de toalha, sentou-se ao meu lado, se aproximou do meu rosto e me questionou:

– O que você faria se eu e o beijasse? Olhava-me fixamente e mantinha um certo sorriso malicioso enquanto eu perdia minha concentração todas as vezes que sentia sua respiração sobre meus lábios.
Antes mesmo ter compreendido o que ele havia me dito senti suas mãos tocando-me no ombro em direção ao meu pescoço. Eu podia ouvir meu coração bater desesperado, ar se esvaziava de meus pulmões e meus olhos não conseguiam se desviar do olhar dele.

Enquanto suas mãos subiam lentamente eu tinha a sensação de esmorecer. Já não era mais dono de minhas ações, tinha me entregado como uma presa encantada se entrega a um vampiro.

Meu corpo era transpassado por cada segundo do relógio enquanto Pedro se aproximava de minha boca. A dúvida e o medo de estar cometendo algo proibido me deixavam atordoado e ainda mais excitado. Aquela sensação de estar se aproximando do limite da inocência já havia me dominado e estava disposto a ultrapassá-la.

O calor de seu corpo já tocava minha pele quando senti seus lábios tocarem os meus. Seu beijo era com uma explosão, sentia cada canto sendo percorrido como por uma espécie de corrente elétrica.

Seus lábios iam gentilmente abrindo minha boca enquanto sua língua quente e macia acariciava a minha. Suas mãos passeavam sobre meu corpo tirando os restos de inocência que teimavam em se manter junto da minha consciência.

Todos os segundos, minutos ou qualquer medida temporal perdia seu efeito enquanto ele me beijava. O quarto tinha se transformado num silêncio tranqüilizante enquanto, prezo a seus lábios, Pedro deitava-me em sua cama. Ele aninhava sua boca em meu pescoço, percorria minhas mãos e meus braços, arranhava-me levemente na barriga, no peito e voltava a beijar-me. Cada beijo suscitava uma sensação nova, uma descoberta.

Desejava que aquilo nunca terminasse.

Já tinha parado de ouvir meu coração bater quando Pedro, com os olhos marejados, me disse:

– Daniel! Você é o meu melhor amigo! Quero ficar ao seu lado…pra sempre.

Hesitou um pouco e me disse as palavras mais importantes de minha vida:

– Dan…eu te amo!

A partir daquele momento nunca mais fui o mesmo. Creio que naquele dia descobri o profundo de meus desejos mais secretos, um lado que jamais havia sentido: o amor…

O esbarrão

abril 6, 2007

perei_san@hotmail.com

Tudo bem galera legal da GLX? Dei uma pausa nos meus contos, mas agora estou retornando com novidade para a turma. É difícil a gente ficar distante dessa página tão interessante e deliciosa. Vamos ao que interessa? Bem, tudo ocorreu numa superagitada quarta-feira à tarde. Estava na correria do dia-a-dia com serviços bancários e de cartório. Nessa minha correria, estava muito distraído e sem querer esbarrei com um carinha, um mulato sarado, desnudo da cintura para cima, cabelo estilo “Ronaldinho” e óculos escuros. Ele não gostou muito do esbarrão e soltou um palavrão. Fiquei sem graça e pedi desculpas pelo ocorrido. O desconhecido seguiu o seu trajeto e eu o meu, porém me deu uma vontade de olhar para trás com o objetivo de dá uma olhadinha mais naquele monumento. Para o meu espanto, o sujeito também olhou no exato momento que eu. Nisso ele parou. Meu coração disparou. Decidi parar também. Ele caminhou ao meu encontro. Ao aproximar-se foi perguntando qual era a minha, por que eu o estava olhando e se estava a fim de levar porrada. Fiquei confuso e disse que não tinha nada a ver, pois já havia pedido desculpas. Ele parecia irado. Fiquei nervoso e, buscando saída, chamei para tomar um sorvete, refrigerante ou suco. Ele deu um sorriso sarcástico e disse que aceitaria tomar uma cerveja. Não entendi direito, mas decidi pagar a cerveja. Bem pertinho, o cara era um sonho. Um senhor Deus Grego. Todo maravilhoso, tudo de bom. Sentamos num barzinho, pedi a tal cerveja e fiquei a observa-lo. Perguntou se eu não bebia. Disse que em horário comercial não costumava fazer isso, só após o expediente. Daí ele retrucou que caso não o acompanhasse na cerveja que não aceitaria a minha desculpa pelo esbarrão. Soltei um sorriso amarelo e enchi o meu copo. Ele perguntou no que eu trabalhava. Falei o que fazia e perguntei também a ele. Ele disse que trabalhava como auxiliar num caminhão de bebidas. Perguntei se ele malhava. Ele disse que os engradados de cerveja eram responsáveis pelo físico que tinha. Disse-me que já havia trabalhado em obras e agora trabalhava como ajudante de caminhão. Perguntou se eu havia gostado do seu corpo. Apenas o olhei e sorri. Disse-me que estava de folga, havia ido dá uma volta na praia e estava puto por ter levado um bolo de uma mulherzinha que ele estava a fim de pegar. Começou a criticar as mulheres, dizendo que nenhuma prestava. De repente, ele virou e perguntou se eu era casado e se já havia passado por isso. Sorri novamente e disse que estava fora. Ele perguntou se eu não gostava da fruta. Dei uma golada em meu copo de cerveja e silenciei. Ele levantou-se e dirigiu-se ao banheiro. Ao voltar, percebi que estava de pau duro. Olhei sutilmente. Ele percebeu. Veio apalpando aquele volume imenso. Sentou-se novamente e disse que estava cheio de tesão, pois há algum tempo estava sem despejar um leitinho. O papo estava esquentando. Pedi outra cerveja. Ele disse que não gostava de bater punheta, o negócio era gozar numa boquinha quente ou num buraquinho apertado, lisinho e cheiroso. Disse que tinha 18 cm de pica e costumava ser carinhoso com as parceiras. De repente, disse que era melhor parar com o assunto, pois estava com a pica a tempo de furar a bermuda. Nesse instante eu já estava completamente molhado, tamanha era a excitação que me circundava. Disse a ele que ia ao banheiro. Levantei e segui em direção ao mesmo. Não conseguia mijar de forma alguma, pois estava agitado e meu pau endurecido. Fiquei bastante tempo tentando fazer minha necessidade. Subitamente, ele entrou também. Sorrindo, disse que também havia sentido vontade de tirar uma água do joelho. Abriu o velco e colocou o instrumento para forma. Sempre ponderando sobre as mulheres. Nisso chamou a minha atenção pedindo para que visualize o estado do seu pau. Disse-me que estava a fim de gozar de qualquer maneira. A minha vontade era de segurar aquela coisa maravilhosa e cair de boca. Mas, me controlava o máximo. Ele percebeu que o meu pau estava duro. Daí sorriu e perguntou se eu estava de pau duro por causa do pau dele. Fiquei sem graça, coloquei o pau para dentro das calças e mencionei sair do banheiro. Ele segurou meu braço e disse: “Dá uma pegadinha, sei que você está afim disso…” Era tudo o que eu queria ouvir. Com as mãos trêmulas, segurei aquela coisa grande e grossa que latejava incisivamente. Ele soltou um sussurro chamando-me de viado. Pediu para que o chupasse. Quando me preparava para ajoelhar aos seus pés, fomos surpreendidos por um dos clientes do bar. Disfarçamos. Saí imediatamente do banheiro com o coração quase saltando pela boca. Ele saiu em seguida. O pau estava mais duro ainda, dava para ver o volume pela bermuda. Acomodou-se na cadeira, bebericou a cerveja, deu um sorriso sacana e disse sorrateiramente: “Você curte não é mesmo?” ”Safado”. Não disse nada. Daí ele disse entre os dentes que estava indo ao banheiro novamente e que estaria no reservado, para que eu fosse em seguida, sem levantar suspeitas. Assim fez. Disfarcei com o copo de cerveja, marquei cinco minutos no relógio. Eu estava muito nervoso, havia um medo em meu interior e uma vontade louca de participar daquela aventura. Fui para o banheiro. Lá, havia um cara mijando. Ao me ver entrar, veio com aquele papo de que cerveja era foda, bastava beber um pouquinho e logo tinha de mijar. O sujeito levou um bom tempo mijando. Enquanto isso eu via a sombra do meu futuro comedor no reservado. Assim que o sujeito saiu, imediatamente entrei no reservado. O mulato estava com o short arriado e acariciando o cacete. Foi logo ordenando para que eu o chupasse. Não me fiz de rogado, caí de boca naquela pica deliciosa. Ele fodia a minha boca enfiando o cacete até a minha garganta. Do lado de fora, podia ouvir o movimento das pessoas entrando no banheiro. Eu tentava fazer o menor barulho possível. Até que dado momento o banheiro ficou completamente vazio. O mulato então perguntou se eu tinha camisinha. Disse que sim. Antes de colocar o preservativo em sua rola, baixou a minha calça e começou e esfregar a pica na entrada do meu cu. Perguntava baixinho se eu queria ser comido por ele. Já estava fora de controle. Nisso ele colocou o preservativo, cuspiu na mão e melou meu cu com sua saliva. Em seguida, deu a primeira estocada. Porra, foi uma dor tamanha, mas tive que me segurar, pois estava num local público. Tirou a pica do meu cu. Voltou a brincar com o meu reguinho e logo em seguida a segunda estocada. Começou um vai e vem bem lento. Mexia e apertava as minhas nádegas pedindo para eu rebolar. Obedecia. Rebolava bem devagarzinho. Ele foi acelerando o movimento. A dor era muito grande que cheguei a senti lágrimas nos olhos. Percebi que ia explodi em gozo. Não deu outra. Algum tempo depois ele gozou tal um animal no cio. Tirou o caralho do meu cu, arrancou a camisinha e jogou no sanitário. Deu um tempo, saiu do reservado como se nada houvesse acontecido. Meu coração estava completamente descompassado. Ajeitei minhas vestes e saí do reservado também. Lavei as mãos, o rosto, suspirei fundo e saí do banheiro. Notei que as pessoas me olhavam estranhamente. Ao me dirigi para a mesa, vi que o meu algoz já não se encontrava lá. Sentei, pedi outra cerveja, bebi sozinho. Paguei a conta e retornei para o trabalho, ainda dolorido pela foda relâmpago. Fiquei com a imagem daquele sujeito na cabeça. Três dias depois, estava no bar onde costumo almoçar, quando encostou o caminhão da entrega de cerveja. O dono muito meu amigo, reclamou, dizendo que os caras só entregavam a droga da cerveja em horário de almoço. Primeiro entrou o motorista com a nota fiscal e em seguida o auxiliar com um engradado no ombro. Qual foi a minha surpresa? Era o cara que dias atrás havia me enrabado num banheiro de bar. Ao me ver, soltou um sorriso sarcástico e me cumprimentou perguntando se estava tudo bem. Respondi que sim. Ele fez a tarefa dele, retornou para o caminhão, de lá ficou me observando e sorrindo. Espero que tenham gostado dessa aventura. Abraços.

Faça o Downlod, puxe a Série e Bom Proveito!

abril 1, 2007

Queer as Folk – As 5 Temporadas Completas, todas com legendas. Aproveite!!!
queer_as_folk.txt