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Sou doido por um militar

março 24, 2007

Por claudiopintor@ig.com.br

Olá amigos do Mix, estou aqui para relatar mais uma das minhas aventuras. Há alguns anos estava num ponto de ônibus em uma rua aqui de Salvador quando percebi um rapaz parado no ponto e comecei a olhar para ele. Senti um tesão muito grande. Ele parecia estar longe com os pensamentos e não percebeu que estava sendo mirado. Ela tinha uma altura mediana, meio calvo, musculosinho, não muito bonito, mas uma coisa gostosa.

Quando chegou meu ônibus eu dei uma última olhada para ele e o mesmo percebeu e pelo susto que eu levei por ele ter percebido que eu olhava para ele, o mesmo começou a dar risada. Eu entrei no ônibus e percebi que ele também entrou pela porta da frente. Sentei junto à janela e ele veio sentou-se ao meu lado e eu comecei a tremer de nervoso. Ele puxou conversa, me disse que era militar, e estava indo pro serviço. Marcamos de nos encontrar no Shopping no dia seguinte.

Na hora marcada eu estava lá e fui a loucura quando ele chegou fardado; realmente era uma coisa linda. Ele me levou para o apartamento de um amigo do batalhão que quando viajava deixava as chaves com ele. Conversamos muito e eu falei para ele do meu feitiche por soldados e ele falou que tinha sentido muito tesão por mim e me agarrou e deu um longo beijo dizendo que naquele dia eu seria somente dele. Ele foi hiper carinhoso, me beijou, me chupou todo e eu só fazia gemer. Quando ele começou a tirar aquela farda eu disse que queria transar com ele fardado.

Então ele propôs um trato: eu fazer as vontades dele e ele fazer as minhas. Mandou que eu fechasse os olhos e colocasse as mãos no chão e abrisse a boca. Senti ele colocar o saco para eu chupar e em seguida seu pau grande e grosso. Comecei a ter ânsia de vomito e ele nem ligou e colocou todo o seu pau na minha boca, senti seu pau na garganta.

Ele me chamava de vadia e dizia que puta dele tinha que engolir todo o seu cacete. Eu delirava de prazer, quando eu senti a cabeça do seu pau crescer e os jatos de leite quente inundarem minha garganta. Paramos um pouco. Quando reiniciamos foi a vez dele fazer minha vontade.

Tirei sua roupa, pedi que ele deitasse de bruços, abri suas pernas, ele protestou dizendo que não era passivo pois achou que eu iria comê-lo; então disse a ele que passivo ali só tinha eu e puxei seu pau para trás e comecei a chupa-lo de novo como também seu buraquinho rosado. Ele urrava de prazer e dizia coisas tipo: eu vou te comer sua puta, vou te arrombar porque você está fazendo isso comigo seu sacana, eu vou lhe mostrar que sou muito macho.

Seu pau parecia que era uma rocha de dura. Não aguentando mais de tanto tesão coloquei a camisinha nele e sentei.

Ele não quis pois disse que as posições que eu seria comido quem iria determinar era ele. Fui comido das mais variadas e loucas formas, por último ele mandou eu ficar na janela do apartamento (6º andar) debruçado e recebendo pica. Quando estava próximo de gozar ele me colocou na cama e mandou que eu ficasse deitado e que eu chorasse.

Quando terminamos tomamos um banho, e ficamos conversando sobre a gente.

Só de brincadeira

março 24, 2007

Por t-como@hotmail.com

Bom, já publiquei um conto meu aqui. Vou contar uma experiência que aconteceu comigo. Antes vou me descrever novamente. Sou negro, 1,70 m e 65 kg, magro,  bem distribuído. O fato que vou narrar aqui aconteceu há uns cinco anos, eu nem me lembrava mais desta situação, mas hoje conversando com um amigo ele me pediu para contar minhas histórias, e eu achava que já tinha contado todas pra ele, foi quando lembrei desta situação e resolvi contar aqui. Eu nunca fui muito de ficar na rua, mas neste dia estava na rua com os colegas do meu irmão. Todos bem masculinos.

Tinha um que já tinha bebido um pouco, mas ainda estava sóbrio. E começaram falar várias coisas engraçadas e eu comecei a rir, e um momento eu estava mais afastado e um dos amigos do meu irmão começou a conversar comigo, dizendo que eu não tinha nada a ver com ele, que eu era mais quietão, coisas e tal. Papo normal. E eu sempre estou sorrindo, e ele olhou para mim e disse que eu tinha um sorriso muito bonito.

Eu pensei: isto não é coisa que um homem fala pra outro homem (eu sou bi). Mas levei de boa, mas meu pau não interpretou assim e ficou duro. Ai ele olhou para o meu pau e falou: tá de pau duro? Eu fiquei morrendo de vergonha, mas ele falou tipo de brincadeira. Eu estava de shorts, e como que de brincadeira ele começou a me empurrar para trás, falando: “de pau duro falando com um cara!”.

E entramos no meu quintal, ele então, ainda como se estivesse brincando falou: “deixa eu ver se tá duro mesmo” e eu levando na brincadeira, ele colocou a mão no meu pau e falou: “tá duro mesmo, pensei que era brincadeira”, ele disse.

Perguntou se era grande, e eu já com muito tesão falei: “não quer ver?”, ele botou a mão, mas caras estavam todos ali por perto e fiquei com receio, ai fui para trás do muro de onde dava para ve-los.

Ele ficou massageando o meu pau e a gente ficou como se estivesse conversando e ele batendo uma pra mim. De repente ele abaixou e falou: fica vendo se vem alguém. E começou a chupar meu pau, chupou gostoso.

Eu olhei para a janela e vi a sombra da minha vó vindo, falei pra ele: “para, para minha vó vem vindo”.

Ele levantou depressa e eu puxei o short pra cima, ela quase pegou. Fingimos estar conversando, depois que ela entrou ele foi embora.