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Ele cresceu e apareceu

fevereiro 7, 2007

oi80cao@hotmail.com

O entregador de nossa loja foi embora, então meu pai resolveu contratar um novo, nem sabia eu o quão novo ele seria em relação ao anterior. Meu pai resolveu contratar o filho de uma amiga que tinha acabado de completar 18 anos e tirado a carteira de habilitação. Já o havia visto algumas vezes e por isso não me animei muito, ele era alto e loiro, mas era muito magro…. (Ah, deixa eu me descrever: sou alto, 1,84m pra ser mais preciso, peso 79 kg, não sou malhado mas tenho um corpo legal.) No entanto eu não sabia o que o destino me reservava. Com cerca de 1 ano e meio em que ele estava trabalhando em nossa loja, derepente olhei pra ele e não vi mais aquele garoto magrinho de antes, depois de tanto pegar peso ao fazer entregas ele havia adquirido um corpo másculo e viril… Então, claro, cresci o olho… 😛
Como durante esse tempo sempre conversávamos eu já sabia que ele não tinha namorada, e sequer jah havia namorado antes. Um sinal…
Resolvi investi, e criei um plano que embora mirabolante, poderia dar certo… Toda minha família costuma acampar de vez em quando. Então quando eles foram acampar a ultima vez aproveitei pra chamar o entregador pra ir lá pra casa pra assistir a alguns filmes, afinal muito tempo antes já havia prometido isso a ele, assim ele não estranhou que tenha coincidido com o fim de semana que eu teria a casa só pra mim. Pra não assustá-lo coloquei um filme de ação bem normalzinho, chamei-o pra jantar ao que ele negou dizendo que já havia jantado antes de ir pra minha casa, eu, que estava morrendo de fome, fui comer e aproveitei pra pegar um garafão de vinho que havia na geladeira, disse que ia aproveitar pra beber um pouco e ele teria que me acompanhar, enchi um copo pra ele e fiquei enrrolando ao beber o meu, depois coloquei mais pra ele terminei a janta e fomos assistir outro filme, estiquei as pernas de modo que meu pé enconstasse nele, mas de uma maneira bem dissimulada, a principio ele deixou mas depois tirou, dei uma pausa no filme e mais vinho, ehhehe.
Finalmente, ao término do filme, ele disse que ia embora, ao que eu disse que não deixaria ele ir pra casa zonzo e que ele teria que dormir lá em casa, fiz de um jeito que não sobrasse outra alternativa pra ele a não ser aceitar. Bebemos mais um pouco e o chamei pra dormir, mal pensando ele que essa era a última coisa que eu queria fazer… Falei que não teria como ele dormir no quarto de alguém pois todo mundo mantinha o quarto trancado, não daria pra ele dormir na sala pq o sofá eh muito desconfortável e também ele correria o risco do cachorro que eh manso lamber a cara dele. A única saída seria ele dormir no meu quarto, fomos pro meu quarto, que alias tem uma cama de casal, mas já exclareci que não daria pra ele dormir no chão pq eu não dispunha de um colchenete e nem de uma colcha grossa, teria que ser na minha cama e comigo…. Ele me olhou com uma cara, mas aceitou, só falou pra eu não contar pra ninguém que ele tinha dormido na cama comigo, no que eu repliquei dizendo que ELE eh que não era pra contar pra ninguém, afinal a cama e o quarto eram meus… ele ficou mais calmo e deitou. Comecei a tirar a roupa, ele perguntou que história era aquela, eu falei que era pq meu ar condicionado estava quebrado e fazia muito calor no quarto, dormiria de cueca e se ele fosse esperto, faria a mesma coisa, tirei a roupa e deitei na cama, ele disse que ia tirar a roupa no banheiro, quando ele volta, só com uma cueca branca bem fininha, e que eu pude comteplar aquele corpo lindo, sarado, sem pêlos e com aquela mala linda, eu fiquei atônito meu pau pulou na minha cueca, virei logo de bruços pra ele nao perceber e mandei ele apagar a luz e se deitar logo. Ao se deitar ao meu lado senti seu perfume, nossa, quase morro de tesão. Mas me segurei, esperei-o dormiir. Quando ele estava dormindo, meu olhos já acostumados a pouca luz que adentrava a janela de vidro puderam contemplar aquele corpo e boca a penumbra da noite. Fingindo que dormia e com os olhos entreabertos , como quem dorme passei as costas das mãos naquele abdomem definido e rijo. Embora meio sobre o efeito do vinho, ele acordou, e eu fingindo que dormia. Ele só olhou e olhou durante um tempo. Vendo a meia aceitação desci a mão a altura do seu umbigo, e pude ouvir um leve gemido enquanto em sua cueca subia um volume. O volume do tesão. Nisso coloquei a mão sobre aquele volume e o abracei enquanto mordiscava sua orelha, nisso ele se contorcia, beijei a sua boca. Para meu espanto ele retribuiu avidamente, nossa mas que beijo. Então falei que já o desejamva a muito tempo. Ele abriu os olhos, pulou da cama e acendeu a luz, então o vi que a cabecia de seu pau sai por sobre a cueca que não conseguia armazenar todo aquele cacete cerca de 18 ou 19 centímetros e muito grosso.
– Oq estamos fazendo? Pensei que era só um sonho. – Disse ele.
– É um sonho que se torna realidade. Eu falei.
– Mas isso está errado, minha famí… Deus não gostaria, – falava ele nervosamente.
– Para com isso, eu quero. A questão é vc gostaria?
Ele murmurou e nada respondeu, levantei, o olhei bem nos olhos em seguida levei meus olhos ao seu pau que jah espelia o pré-gozo, e o segurei, nisso ele gemeu. Então falei:
– Já obtive minha resposta.
Apaguei a luz e o joguei na cama. Comecei a passar a língua em seu abdomem sem pêlos e fui descendo ate a a cabecinha do seu pau que saia da cueca. Fui tirando sua cueca bem lentamente, com o pau dele na boca, com o gosto dele em minha língua enquanto ele só gemia, e pedia pra eu não parar… Ao terminar de tirar sua cueca, comecei a chupar seu saco, nisso ele se mordia pra não gritar, então como não queria acostumá-lo mal, dexando-o me comer primeiro, desci pra seu cuzinho, branquinho e virgem, e comecei a lamê-lo e fodê-lo só com a lingua…nesse momento ele se entrgou, estendi o braço até o criado mudo onde eu já tinha deixado o lubrificante e a camisinha, coloquei enquanto fazia o cunete, com a lingua fui subindo o seu corpo enquanto ele só ofegava. Encostei meu pau na portinha do seu rabo, quando ele sentiu ficou gelado, e disse que tinha medo de doer, ao que eu respondi que um cara que carregava o peso que ele carregava era macho o suficiente pra aguentar uma rola no cu, ele confirmou com a cabeça me pedindo pra ir com calma. Comecei a fazer como se bombasse bem devagariho, enquanto o beijava, até que entrou a cabecinha, nesse momento ele parou de me beijar ele deu um leve gemido, e continuou a me beijar, parei e perguntei pra ele se estava doendo, ele confirmou mas disse que uma dor daquele um macho tem obrigação de aguentar. Como estava lubrificado meu pau foi entrando, e entrando. Quando tinha uns dois dedos de fora ainda, soquei de uma vez, ele deu um grito abafado, enquanto ofegava colocou a mão pra ver se tinha entrado todo o meu pau mesmo. Ao confirmar mandou que eu o fodesse, ao que eu obedeci, mandei ver naquela possição de frango assado, enquanto via ele sofrendo com minha rola em seu rego. Quando vi q o seu cu já tinha se acostumado o colequei de costas e no quarto só se ouvia o barunho de minhas cadeiras batendo em sua anca e os nossos gemido quando isso acontecia, ele jogava a bunda pra trás. Estava pra gozar, e algo me dizia que ele tb. Almentei o ritmo e ao gritar de prazer, ele tb gemeu forte, quando olhei minha cama estava toda melada de gozo dele.
Fomos para o banheiro, agora eu queria sentí-lo comecei a chupá-lo no banheiro. Seu pa endureceu, peguei a camisiha e o lubrificante e vestí-o. Desliguei i chuveiro e me inclinei, ele encostou o pau no meu cu segurou com as mão fortes na minha cintura, eu falei pra ele que achava que não ia aguentar, que o pau dele era muito grande e grosso, ele falou que eu tinha mostrado que era macho ao comer a rosquinha irgem dele sem faze-lo sentir dor, então era macho pra dar tb, masque ele ia fazer com bastante carinho. Nisso foi forçando o pau pra vencer a resistencia de meu cuzinho nervoso, até que entrou a cabeça, pedi pra ele tirar, poís doia muito, ele tinha ido muito rapido, ele falou que o único caminho pra pau dele era mais pra dentro, setia todo o contorno do pau dele dentro de minha bunda, então ele começou a forçar mais ainda, até que senti seu pelos dourados do saco encostando em minha bunda, então ele começou a bombar… ele bombava forte, feito macho, feito cavalo. Sentia seu pau entrando em saindo de meu interior então senti um calor muito grande, olhei pro meu pau ele gozava, e gozava muito, nem parecia que eu já havia tirado leite dele, nisso senti que ele aumentava o rítimo, então passou a ir mais devagar, encostou seu corpo quente ao meu e gozou gemendo ao meu ouvido.
Depois de tudo nos limpamos e a cama tb e fomos dormir, abraçados e cançados, esperando pelo amanhecer.
Esse eh meu primeiro conto, se gostaram me escrevam… Bjuu

Guardinha que me pegou

fevereiro 7, 2007

rocco22df@yaho.com.br

Mesmo tendo forte atração pelo mesmo sexo, jamais havia experimentado uma relação com outro homem. Trabalhando num órgão público e exercendo um cargo importante, isto de certa forma era um componente inibidor para realiação das minhas fantasias.
Momentos houve em que eu reprimi essa atração, aliviando-a em gozadas solitárias, masturbando-me “em intenção” a eterminados homens por quem me sentia atrraído.
Mas isso tudo finalmente veio à prática após um longo período de erotismo platõnico, quando comecei a observar um guardinha ( desses que cuidam da entrada e saída de pessoas nos prédios públicos) no meu trabalho. Quando ele começou a trabalhar lá onde estou, alguma coisa diferente me fez observá-lo, a insistir em olhares cada vez mais demorados e insinuantes. Mas ele, no princípio, nada sacava, apenas desviava sua atenção quando eu o mirava fixamente.
Um dia, casualmente ao entrar no banheiro, deparei-me com ele mijando, expondo total e descontraidamente o pênis, cujo tamanho e grossura pude rapidamente perceber disfaçadamente enquanto o cumprimentava.

Nunca havíamos conversado, exceto alguns cumprimentos ocasionais, mas nossos olhares, creio, já haviam insinuado muita coisa. Fiquei um pouco inseguro de que aquele guardinha, finalmente me houvesse “sacado”.Saí alí, daquele banheiro, onde só nós dois estávamos ( e onde, se fosse mais ousado, poderia até tê-lo abordado de fato) com uma vontade louca de sentir aquele cara, de beijá-lo, de pegar naquela pica e chupá-la. Sei, contudo que alguma coisa ficou ” no ar”….Tanto é que dois dias após, no final do expediente, ao aproximar-me do estacionamento, encontramo-nos, eu e André – enfim o nome dele! – E ali rolou um papo mais descontraído no qual ele perguntou se poderia ajudar-me, pois eu estava com uma pasta pesada e vários processos sob o braço direito. Sorri pra ele agradecendo, mas de repente Andre segurou minha pasta e me a companhou até o veículo.

Até amanhã, dr. Gilson, disse-me ele, enquanto eu o olhava fixamente, meio sério e meio ansioso. Perguntei se ele queria uma carona, pois já anoitecia e etava frio.
André aceitou prontamente e assim pude vê-lo ao meu lado, observar aquele corpo jovem, robusto, quase atlético, seu rosto rosado, abrindo um sorriso com dentes perfeitos.
Conversamos durante o percurso e foi tal a impolgação que passamos do local onde ia deixá-lo. Mas isso foi quase uma coincidência proposital, pois de repente vi-me encorajado para convidá-lo a sair, esticar a noite, ao que ele concorcordou de imediato. Vi quando André ajeitava o pau que se avolumava sob a calça… olhei-o sorrindo e disparei:

– Armadinho , hem? Precisa dar uma aliviada!…

Isso foi o suficiente para poucos minutos depois estarmos num motel, onde alí finalmente pude extravasar toda o meu tesão reprimido por aquele guardinha, um homem simples, humilde, mais de uma simpatia sem igual e, sobretudo, com uma pica extraordinária, grande, grossa, cabeça rosada, latejando de tesão, em minhãs mãos, no meu rosto, na minha boca que o chupava vorazmente enquanto André urrrava de prazer e me dizia coisas incríveis.
Foi uma noite e tanta em que, finalmente a fantasia se tornou realidade e finalmente vim a sentir uma pica dentro de mim e o tesão de um macho me saciando.
Deixei-me arrasar! fartei-me, lambuzei-me de esperma, senti aquele líquido viscoso escorrer em minha cara, exalei o cheiro da cabeça daquele pau lindo e gostoso. Fodemos muito. Jantamos e tomamos banho juntos. Depois fomos cada qual pra casa, felizes, contentes e certos de que dalí pra frente o silêncio e o anonimato não seriam impedimentos para outros encontros.
No trabalho, seriedade e cordialidade. Fora dele, muita tesão e muita foda, com este machão que deixava de ser.

Apenas um Garoto

fevereiro 7, 2007

perei_san@hotmail.com
Começo o ano presenteando a todos com contos inéditos, para que viajem na fantasia e quem sabe concretizem. Não existe nada mais delicioso do que uma fantasia, mas o importante é saber diluir e não deixa-la intervir no dia-a-dia. Bem vamos ao que interessa, pois tenho certeza de que vocês não curtem muito blá blá blá. Costumo escrever vários contos para o dubabadoNews e, por colocar meu endereço de e-mail para contatos, tenho recebido vários pedidos de permissão de desconhecidos para formar uma grande amizade. Entre os desconhecidos, comecei a teclar com um tal de João. Iniciamos aquele papo de sempre, como você é, o que curte, idade, etc. João era uma pessoa misteriosa e pela forma de teclar aparentava ser alguém maduro. Nosso papo foi se arrastando e eu me envolvendo cada vez mais ele, embora sem o conhecer, pois da mesma forma como ajo, ele também agia, não colocava uma foto dele. As coisas que escrevia iam me envolvendo e aguçando a minha curiosidade. Pela primeira vez, alguém havia saído de uma fantasia e se transformado em realidade. Não agüentei de curiosidade e decidi marcar um encontro com João, apenas para conhece-lo, nada além. Combinamos um encontro. Para a minha sorte, ele também era do Rio de Janeiro e morava numa cidadezinha próxima. Não acreditei que ele viesse ao meu encontro. Fiquei ansioso com a chegada daquele desconhecido que havia aguçado a minha curiosidade. Estava num quiosque em frente a praia, olhava a todos que passava, tentando geografar um perfil de João, mas tudo em vão. As horas voavam e o meu desespero aumentava. Já estava por desisti, quando subitamente estacionou uma moto e dois rapazes desceram. Falaram rapidamente e, logo um deles partiu. O segundo, tirou o capacete, colocou no braço e fez menção como que tivesse procurando por alguém. Era um loirinho, lindo, tipo capa de revista, olhos azuis, cabelos escorridos e corpo definido, de academia. Um verdadeiro Deus Grego, diga-se de passagem. Imediatamente, esse loirinho veio em minha direção. Com um sorriso discreto nos lábios, perguntou se eu era o cara da GLX. Fiquei embasbacado e respondi que sim. Daí ele se apresentou disse que era o João do msn. Quase cair de susto. Então, ele acomodou-se numa cadeira, pôs seu capacete sobre a mesa e perguntou o que eu havia achado dele. Fiquei sem respostas, eu estava vidrado, tamanho era a beleza que se destacava a minha frente. Começamos a conversar e ele me disse que tinha apenas 19 anos e que era fã da GLX e conseqüentemente meu fã, pois acompanhava todos os contos que escrevia. Disse que havia pedido ao pai para leva-lo ao meu encontro. Fiquei sem saber o que fazer. Sabe quando você fica sem ação diante de certos fatos? Pois aconteceu comigo. João percebeu a minha inquietação e começou a perguntar: “E aí?” Você faz realmente tudo o que escreve lá? Eu não tinha o que falar. Daí ele pediu para que olhasse por baixo da mesa. Não resisti e olhei. O pau de João estava duríssimo. Levantei a cabeça rapidamente e dei uma tragada na menta que estava no copo. Ele sorriu e disse: “O fato de está próximo a você já me excita”. Disse que nunca havia transado com um outro cara e estava curioso para saber como era, pois segundo ele, era virgem. Fiquei ainda mais assustado. João começou a investi em mim impiedosamente, lançando palavras e gestos alucinantes. Resolvi sair daquele barzinho e ir para algum lugar mais reservado. Seguimos para as dunas, um local na praia onde rola de tudo. João foi logo tirando a camisa, deixando a amostra o seu peitoril. Suspirei fundo e segurei a onda. Sentamos na areia e voltamos a conversar. Nisso, João silenciou, passou a me fitar e, num ímpeto, roubou um beijo meu. Nossa! Que beijo. Correspondi ao beijo daquele garoto. Em seguida começou a me acariciar e pediu para que eu também tirasse a camisa, pois queria ver o meu peito. Atendi ao pedido dele. Eu estava inerte, diante de toda a situação. Ele começou a me lamber o peito e beija a minha boca. Deitei na areia. João deitou sobre mim e prosseguiu com a investida. Sempre me beijando. Decidi tomar uma atitude. Inverti a posição. Joguei João para a areia e fiquei por cima dele. Comecei a lamber seus ouvidos, sua boca, chupando a língua, mordendo seus peitos e livrando-o da bermuda. Ele se contorcia de tesão e implorando para que eu não parasse. Ele estava completamente nu. Lindo, lindo e lindo. Seu pau já expelia um liquido oleoso. Com o nariz, passeava pelos pentelhos dourados de João. Ameaçava abocanhar a pica, mas não dava continuidade. Ele implorava: “Chupa essa porra, cara!” “Chupa essa porra!” Eu não obedecia. Suspendi as pernas dele e passei a lamber o cuzinho. Que delicia!!! João gemia, batia na areia e se contorcia. Uma das minhas mãos segurava a vara dele e com a língua desfrutava o sabor daquele reguinho. Por ser mais forte que eu, João conseguiu desvencilhar-se e inverter a posição. Arrancou a minha bermuda também e passou a repeti o que fiz com ele. Lambia meu cu, chupava o meu pau e beijava a minha boca. As gaivotas sobrevoavam lá no alto, enquanto eu e João vivíamos um tórrido momento de prazer. As vezes eu era dominado e outras vezes dominador. João deitou-se, tocando uma punheta implorou por mim. Percebi que ele estava tomado de tesão e que o seu caralho carecia de uma boa chupada. Acatei..Posicionei entre as pernas dele e iniciei um boquete. Primeiro, passei a língua entre o saco e o reguinho. Depois fui subindo com a língua bem lentamente, passando pelo pau, cabecinha.até atingir o umbigo. Quando ele mencionou segurar novamente no pau para se masturbar, tirei a mão dele e abocanhei. João soltou um: “puta que pariu” imenso. Ia sugando bem lentamente até senti-lo todo em minha boca, depois tirava e beijava o corpo dourado dele. João estava alucinado, pedindo para meter em meu cu. Ele tinha 17 cm de pica e era bastante grossa. Então ofereci uma camisinha a ele. Fiz um morro de areia, fiquei numa posição que a minha bunda ficava bastante arrebitada. João ficou de joelhos a olhar para a minha bunda. Pedi para me dá alguns tapinhas. Assim ele o fez. E repetia a todo instante: “Caralho, você é demais!” E deu a primeira estocada. Senti uma dor imensa e uma lágrima saiu dos meus olhos. João então começou a fazer um vai e vem dentro de mim. Eu correspondia a todos os movimentos. Percebi então que ele ia explodi em gozo. Consegui me livrar. João quase gritando, pedia: “Fica, porra” Vou gozar, caralho! Coloquei uma camisinha em meu pau, joguei João de bruços. Ele se debatia feito uma fera selvagem. Empurrei meu pau no cuzinho de João. Em minha primeira estocada, João uivou de dor e prazer. Simplesmente conseguiu gozar como nunca. Ao perceber que ele havia gozado, tirei o pau do reguinho de João. Livrei da camisinha e pedi para que tocasse punheta em mim. João então passou a acariciar o meu pau, beijar a minha boca e de repente, abocanhou-me. Começou a me chupar. Não resisti e explodi de prazer. Sujei o rosto e todo o peitoril daquele príncipe loiro com o jato de minha porra. Desfalecemos na areia. Um olhando para a cara do outro e sorrindo de felicidade. Algum tempo depois, João disse que a partir daquele momento seríamos amantes e que não gostaria de saber que estou com outra pessoa. No momento disse que tudo bem, mas infelizmente, a nossa natureza é essa. Vivemos e realizamos fantasias, mas sem envolvimentos. Não posso garanti o mundo a ninguém, já que ninguém me garante. Na cama, na hora do prazer, a gente fala e ouve muita coisa, porém na prática é bastante diferente. Amei ser o primeiro cara na vida daquele garoto. Espero que ele consiga ser feliz e conheça outras pessoas para viver momentos prazerosos e inesquecíveis, não igual ao que vivemos, pois cada momento vivido por nós é um milagre que jamais será repetido. Um grande beijo para todos e estou aí para novas amizades e quem sabe…(rs) Viver é o que nos basta, amar não tem limites e amor não tem limitações e nem distância. Um beijo e até um próximo conto. O meu msn é perei_san@hotmail.com é só me add. Beijos e aguardo comentários e notas!!!!

Primeira do Ano com o Segurança no RJ

fevereiro 7, 2007

vou compartilhar com vocês uma experiência que tive após receber vários e-mail de pessoas interessadas em trepar comigo após o conto do motorista e trocador da van e do mecânico. Fiz uma rigorosa seleção de pessoas e resolvi me corresponder com o Zeca. Ele tem 38 anos, casado, tem 1,90m, 86kg muito bem distribuídos, pele morena clara, cabelos lisos e pretos, olhos castanhos claros, 18cm de rola e trabalha como segurança de um banco no centro do Rio. Após sair do trabalho as 18:00 resolvi marcar com ele, pois eu estava doido pra dar a bunda, meu tesão no rabo estava me deixando doido, liguei para o seu celular para confirmar e como ele tem carro, fomos conversando e de cara notei que rolou uma química seguimos para um motel próximo a lapa. Lá dentro ele já foi tirando sua roupa e eu fiquei enlouquecido com o tamanho da vara dele, que mesmo mole era imensa. Ele mandou eu tirar a minha roupa, e me abraçou por trás esfregando aquela pica já meia bomba no meu rabo. Ele então me forçou para baixo, bateu com a pica várias vezes na minha cara que ficou toda molhadinha com o seu pré-gozo, após comecei a mamar aquela rola.
Como era gostosa, chupava e sentia-a crescendo na minha boca até o ponto onde eu não conseguia colocá-la toda sem que me engasgasse.

Zeca pediu para ficar de quatro sobre a cama e continuar a chupar sua rola. Obedeci satisfeito. Chupei seu pau, suas bolas, passava a língua na cabeçona e engolia de uma vez, deixando ele doido com meu boquete. Zeca então tirou o pau da minha boca e começou a chupar meu cuzinho. Aquele ato me arrancava suspiros de prazer, pois ele literalmente enfiava a língua dentro do meu rabo. Parece que foram horas, meu cuzinho já começava a piscar de tanto o Zeca fudê-lo com a língua. Ele dizia que iria preparar meu cú para agüentá-lo. Como meu cuzinho já estava completamente úmido pela saliva deixada pela sua língua, ele enfiou um dedo com tranqüilidade. Colocava e tirava tudo, rodando-o dentro de mim, dizendo que meu rabo era gostoso, e ele iria fuder minha bundinha de macho (minha bunda realmente é bonita, moreninha empinadinha e bastante gulosa de rola, tenho uma bunda completamente masculina).

Tirou então o dedo e cuspiu no meu cú, me dizendo que gostava de tudo muito bem lubrificado. Nem precisaria, pois seu segundo dedo teria entrado de qualquer jeito, pois meu rabo estava abertinho de tesão e ainda molhado de suas lambidas.
Então repetiu o processo, cuspindo e enfiando três dedos no meu cu. Os dedos, por serem grossos, começaram a ter de abrir passagem, ao que eu dei um gemido mais profundo. Zeca mandou ficar mamando seu pau enquanto ele terminava de me preparar. Fiquei eu lá, de quatro, mamando um cacetão preto, grande, grosso e duro, e rebolando em três dedos que ele tinha enfiado em mim, abriu minha bunda, olhou meu cuzinho já meio aberto e cuspiu de novo. Eu ia pedir pra ele me comer, mas antes que eu tivesse tempo ele me disse pra ter calma, pois queria deixar meu rabo em ponto de bala pra poder meter em mim sem problemas. pegou um tubo de ky que eu nem tinha visto ainda e lambrecou meu rabo. Então foi enfiando os dedos novamente. Com a lubrificação entrou tudo e eu rebolava e gemia de dor e tesão, sem poder falar nada, pois aquele cacetão ocupava todo o espaço da minha boca. Ele então começou a brincar com meu cu. Enfiava dois dedos de uma mão e dois de outra e ficava me abrindo, socando na minha boca e me abrindo, e dizendo que agora sim eu estava pronto pra dar pra ele.

Então, ainda de quatro, fiquei com a bunda virada pra ele. Ele se posicionou e, lentamente enfiou a cabeçona do pau no meu rabo foi uma delicia Zeca chegou perto de meu ouvido e perguntou se eu queria sexo de verdade. Ao responder que sim, ele já pôs a mão na minha boca e meteu o restante do pau dele todo no meu cú. Estava lubrificado, mas a violência da metida aliada ao tamanho da vara me fizeram ver estrelas e tentar berrar. Ele, após fazer seu saco encostar na minha bunda, ficou imóvel, me fazendo acostumar-me com a caceta dele em mim. Zeca então começou a bombar, e eu gemendo ele ficou mais calmo e disse que ele adorava brincar com um cú e que agora ele iria começar a brincar com o meu, tirou então seu pau todo e me disse que meu cuzinho que já estava arregaçado, mandou eu piscar e eu piscava meu cú de tesão, enquanto ele passava os dedos nele dizendo que aquilo sim é que era bunda boa de foder. Eu quase gozei de tesão, ele vendo que eu estava muito excitado, mandou eu deitar na cama, colocou minhas pernas em seus ombros e me deixou na posição de frango assado, completamente arreganhado para ele. Então vi o que ele queria dizer com brincar, para Zeca o gostoso era sentir seu cacete enorme sair inteiro do meu rabo e vê-lo entrar todo de novo junto com a minha expressão de prazer e dor e foi isso que ele fez comigo sem dó. Tirava tudo, punha a cabeça na beiradinha e enfiava tudo de novo. Começou com movimentos rápidos, tirando e pondo aquele pau, fazendo aquele barulho abafado de cú sendo alargado (blof, blof).

Comecei a gritar e a gemer na rola dele pedindo para ele parar um pouco pois estava doendo, disse para ele cara você tem uma piroca muito grossa está me arrombando todo. Ele falou você não é viado, não gosta de pica? Então cala a boca e toma vara sua putinha sei que tudo isso é manha sua, dizia pra eu apertar com o meu rabo seu pinto grosso. Mudamos de posição várias vezes, falei para o Zeca deitar de barriga para cima, ergui seu mastro e fui sentando em cima, bem devagar, aos poucos rebolava, pra dar espaço e penetrar mais fundo. O pau dele entrou de uma só vez, o cara deu um gemido de macho que me deixou mais ainda com tesão. Eu galopava em cima como uma vadia, ele socava muito forte e me xingava de todos os nomes, e dizia que queria me entupir com sua porra, fazer a porra dele sair pelo meu pau, o cara era difícil de gozar. E dizia tá vendo só como você agüenta rola sua putinha manhosa, derrepente ele tirou seu pau, arrancou a camisinha e gozou litros de porra na minha cara. Eu fiquei lá, com a cara coberta de porra e aquele pauzão amolecendo na minha cara. Não resisti e pus aquele pau meio mole e meio gozado na boca, e comecei a punhetar-me. Ele vendo que eu queria gozar ajudou-me, metia seu pau gozado na minha boca, enfiou dois dedos no meu cú e eu gozei em cima da cama. Já era quase 20:00hs e no decorrer desta noite ele me fez pagar mais um boquete até gozar, zeca falava sacanagens para mim enquanto isso ele dizia que sempre quis uma companhia assim, e me pediu para dar para ele sempre que tivesse oportunidade. Foi uma noite prazerosa disse para ele, e que fogo pra isso temos de sobra para repetir a dose, isso deu pra perceber disse Zeca
rs. Tomamos um banho ele pagou a conta e nos despedimos, Ele pagou a conta e cada um seguiu para a sua casa.

Se você é Ativo, saudável, e sem frescuras, acima de 30 anos e se tiver afim de repetir a dose comigo me envie um e-mail a minha preferência são aos ativos do Rio. Só responderei e-mail´s de pessoas ativas, simples e discretas como eu 32 anos 1,75, 75kg.

rmrj32@gmail.com