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Praia Mole. Para os que gostam de detalhes. E de ler.

janeiro 22, 2007

Praia Mole, Florianópolis, alta temporada. O guia da cidade já trazia impresso: a maior concentração de gente bonita da ilha. E, de fato, ele não mentia. De todos os tipos e idades, para todos os gostos; garotos belos, malhados e sem camisa era o que não faltava lá. Isso fora os surfistas, claro: eram uma atração à parte. Para mim, um universitário paulistano de 21 anos, moreno claro e olhos castanhos, não ficava atrás dos garotões de prancha, fique-se claro, aquilo era um paraíso.
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Estava com um grupo de amigos da faculdade, todos eles acompanhados de suas namoradas, e mais uma amiga, que ficava comigo. Sim, nem mesmo eu reconhecia ter atração por homens. Mas aquela praia, como alguns dizem… Praia Mole, pau duro. Claro, podia disfarçar, ver as mulheres, mas em quem eu realmente prestava atenção, por debaixo de meus óculos escuros, eram os rapazes lindos que passavam pela areia.

Fui ao mar com meus amigos, mas a água um tanto gelada de Santa Catarina me desanimou. Resolvi sentar-me debaixo do guarda-sol e criar ânimo pra curtir as ondas. Reparei numa toalha, umas bolsas, cadeiras e isopor em frente às nossas cadeiras, que não estava lá antes. Algum grupo deveria ter se sentado lá…

De fato, chegou uma jovem com um rapaz, aparentavam ter mais ou menos minha idade, e se sentaram no tecido. Conversavam em espanhol. Argentinos, deviam ser. O homem, musculoso e bonito, com a pele se soltando em seus ombros (a falta de um guarda-sol me causou estranheza), passou um creme nas costas e deitou-se na cadeira para tomar (mais!) sol. A moça tirou um suco de caixinha do isopor e começou a tomá-lo. Parecia bem gelado. Mais um casal chegou. Depois, mais uma mulher. Minha nossa, cinco pessoas dividindo um pedaço de tecido e um par de cadeiras.. Opa. Cinco não, seis. Foi aí que ele chegou.

Lindo, de uma beleza estonteante, com uma bola de futebol nos braços.. Meu coração até acelerou. Trajando apenas um shorts cinza com estampas florais, ele tinha me hipnotizado. De um cabelo castanho, bem claro, quase loiro, e um par de olhos muito verdes, era sem dúvidas o homem mais bonito que eu já vira. Corpo perfeito, rosto maravilhoso; parecia ser mais jovem que os outros, mas era sua face (que parecia ter luz própria, vinda daqueles olhos) que dava essa impressão. Lembrou-me inclusive Gael García Bernal, com nariz mais afinado, e o Henri Castelli.

Postou-se bem na minha frente, sem me perceber, e abaixou-se para arrumar sua tornozeleira. Fiquei o tempo todo admirando a perfeição de seu abdômen, de seu peito, lisinhos, de seu cabelo curto, mas ao mesmo tempo comprido. Virou de costas (e que costas!) para pegar algo no isopor, e pude verificar que sua bundinha era também perfeita, parecia durinha, bem masculina. Acho que estava hipnotizado pelo garoto. Pegou uma cerveja e sentou-se mais à frente da toalha, um tanto longe de mim, mais longe do que eu desejava. Enquanto o observava tomando sua long-neck, pensava desesperadamente em como me aproximar dele.

Olá, qual o seu nome? Paulo. Você não é daqui, né, Paulo? No, soy de Argentina.. Ah sim, e fala português? Un “poquinho”, disse, fazendo uma indicação com os dedos e dando um sorriso fascinante. Você é muito bonito, Paulo. Ah, obrigado, você también. E assim a conversa começou. Descobri, além de seu nome e nacionalidade, que tinha 20 anos, adorava futebol e que estava no Brasil havia 20 dias, e que iria embora na semana seguinte. A hora era aquela, então. Sugeri uma caminhada pela praia, que ele aceitou prontamente.

De repente, estávamos numas pedras, sozinhos, com vista para a praia bombando ao som de trance. Houve um momento de silêncio propício, olhei em seus olhos – bem mais sedutores que os olhos de ressaca de Capitu, posso garantir – e lhe dei um beijo rápido nos lábios. Colocou a mão em meu rosto, e continuou a me beijar. Que delícia. Em instantes, estávamos deitados, com as mãos acariciando o corpo alheio. Despi-lhe o shorts, estava sem cueca. Te quiero, brasileño. Tirou minha sunga, quase a rasgou.

Seu membro era como todo ele, maravilhoso. Cabecinha rosada, comprido, apontando para o umbigo dele. O meu, inclinado para cima, mas não tanto quanto o dele, latejava. Comecei a lamber seu pau ereto e delicioso, começando pela cabeça, arrancando de Paulo um gemido afrodisíaco. Ele pegou o meu, e abocanhou. Começamos a nos chupar mutuamente, cheios de prazer, e nossos corpos jovens e sarados não paravam de se movimentar. Ele começou a fazer movimentos mais rápidos com suas musculosas pernas, eu apertava aquela bundinha durinha. Paulo começou a gozar. Aos jatos, aos jorros, espalhando sêmen pelas pedras, pelo meu rosto, pela minha boca. Gritou, disse algumas coisas que não comprendi, e voltou a me chupar.

Tirei seu membro de minha boca, e o olhei de forma sugestiva. Compreendendo, Paulo e eu ficamos de pé. Acariciei aquela bundinha à minha frente. Devagar, por favor. E, com dificuldades – era apertadíssimo – o penetrei totalmente. Ouvi gemidos de dor, mas ele me disse Puede seguir, e eu o obedeci. Comecei um movimento para frente e para trás, primeiramente devagar, e aos poucos fui aumentando a velocidade. Ele olhava para trás com uma expressão indescritível de prazer. E aquela paisagem belíssima, aquele mar azul, aquelas pessoas minúsculas, davam-me mais prazer ainda. Gozei olhando para as ondas, recheadas de surfistas e banhistas.

Todo lambuzado, Paulo sentou-se, com o pau duríssimo, e disse, Venga [venha], agora es tua vez. Aquele homem sentado, membro ereto, joelhos flexionados – não titubeei, atendi a seu pedido. Sentei-me naquela peça divina, que foi me preenchendo rapidamente. Irrigue-me, argentino. E comecei a subir e descer, gemendo a cada subida e descida. Paulo urrou de prazer ao me virar de frente a ele, sem retirar seu pau de mim. Estávamos entrelaçados, meu pau roçando no seu abdômen perfeitamente trabalhado. Sentia-me num filme, que não queria que tivesse fim. Ele gozou enquanto o olhava no fundo de seus olhos, que me tragavam a alma e o coração. Deitei-me em cima dele, e recomeçamos a nos beijar.

Matheus? Ô Matheus, acorda. Meu coração disparou, e ergui-me imediatamente. Tive tempo de esconder minha ereção, ou pelo menos acho que tive. Meu Deus, tinha adormecido, não sabia há quanto tempo, estava desnorteado. Vamos, Matheus, são quase nove horas da noite, está escurecendo. Acho que vai chover, vamos. Já vou, Ju, querida, vou pegar minhas coisas.

Ao irmos embora, olhei para trás, à procura do rapaz que tanto me fascinara. E estava lá, na beira do mar, com os amigos, sorrindo feito uma criança, jogando bola. Sim, de fato, era lindo.

Fim

PS: baseado em um cara real, das descrições do conto (falava espanhol, só sei disso dele), que vi na Praia Mole, a praia mais bela em que já estive

Indo à casa do meu amigo todo certinho

janeiro 22, 2007

thiaguinho_spc@yahoo.com.br

Essa aconteceu um dia desses, mais ou menos em março de 2006 conheci um rapaz num cyber, enquanto eu fazia uma declaração de imposto de renda, ele se aproximou e puxou assunto, disse que tinha uma pequena firma mas não entendia como fazer a DIRPF e DIRPJ, expliquei algumas coisas e minutos depois fomos para a frente do cyber, ele disse ter 24 anos, parecia um cara sério, responsável, daqueles que se vestem com camisa pólo, calça jeans discreta e sapato social, falamos sobre trabalho, família, ele me explicou que era evangélico praticante, cantava na igreja e tudo, logo disse que tinha que ir, trocamos telefones e eu disse que se tivesse mais algumas dúvidas sobre o imposto de renda podia me ligar. Ele ligou nos próximos dias, tinha algumas dúvidas que eu esclareci, ligou de novo, desta vez para conversar, e de novo, as ligações ficaram freqüentes, as vezes eu achava meio chato.

-“É apenas um rapaz reservado sem muitos amigou, e grudou em quem lhe deu atenção…”, pensei com uma certo senso se compaixão.

Foram se passando alguns meses, e eu falava com ele quase todo fim de semana, ele queria saber onde eu estudava, que horas saía do trabalho, eu sempre fugia desses assuntos, e ele voltava a falar de sua loja, seus planos, suas dívidas, bla, bla e bla.

De vez em quando eu falava algumas sacanagens sobre mulheres, mas e desta vez era ele que desconversava, dizia que não era muito namorador, que era muito fiel quando tinha alguém, eu falava sobre festas, que gostava de beber de vez em quando, mas ele dizia que nunca tinha ido e nem queria, pois era evangélico, parecia ter fortes princípios de ética e moral, sempre falando em honestidade, fazendo acordos para pagar fielmente as despesas de sua loja.

Eu sempre soube dar atenção para todos os tipos de pessoas, sei fazer com que se sintam queridas, e me mostro preocupado com que elas tem a dizer, com suas questões e causas, por causa disso, pensei que o cara tinha grudado em mim por isso, pois quem é muito certinho geralmente não é muito popular na sociedade.

Mas em algum tempo descobriria que não era só isso o motivo dessa amizade tão achegada por parte dele.

Um sábado eu fui a faculdade e sairia as 12:00hs, ele me ligou e disse se poderíamos almoçar, eu não queria muito, pois achava as conversas santas dele chatas, mas aceitei, não tinha o que fazer, ele passou em frente a facu de Kombi, usada em seu trabalho, fomos visitar sua loja, depois fomos almoçar em uma churrascaria, eu tentava diversificar a conversa contando minhas curtições e farras e bebedeiras, ele só dizia que não gostava disso, e se mostrava apressado em irmos em sua casa, o que fizemos logo.

Ao chegar (era um pequeno apartamento, típico de jovens que moram sozinho), ele se desculpou pela bagunça, ofereceu água, e se mostrou preocupado com meu bem estar, me mostrou algumas fotos de sua família, e a grande variedade de cds e dvds que possuía, a essa altura eu estava sentado no sofá ao lado dele, não me interessei por nada, e fiquei fingindo que tava gostando de um programa de tv, afim de ir embora.

Mas de repente o santo se aproxima um pouco, e como quem não quer nada coloca a mão perto da minha coxa, eu comecei a ficar meio vermelho, ele aproximou a mão um pouco mais.

-“Que diabo é isso que este cara ta querendo?! Não, é maldade da minha cabeça…” Não podia acreditar.

Ele continuava falando sobre os planos para a empresa, e aproximou mais ainda a mão, eu comecei a me excitar, meu pau ia endurecendo, eu numa súbita reação me levantei do sofá e pedi água, ele rapidamente foi à cozinha pegou e me deu um copo, que eu engoli sem vontade.

Voltei ao sofá e sentei do outro lado, ele sentou e novamente colocou a mão perto da minha perna, então eu vi que ele queria mesmo é rola, deixei, ele chegou mais a mão, conversando, logo sua mão subia pela minha bermuda jeans, devagar, eu não falava nada, olhos fitos na tv, ruborizado, ele começou a apertar devagar meu cacete, e esfregar em sentido de vai e vem, parece que uma descarga de hormônios foi solta em meu sangue, meu pau ficou duro como uma pedra, fazendo força contra minha bermuda, senti a cabeça saindo lado da sunga, o cara me olhou fundo nos olhos enquanto abria o zíper da bermuda, eu de tão excitado, não podia resistir, fui me esticando no sofá e dixando a perna mais aberta , para que meu cacete ficasse acessível, ele abaixou a bermuda e tirou meu pau pra fora, começou a acarinhar a punhetar-me, eu surpreso, mas o prazer já tomava conta de mim, de repente o carinha abocanhou minha rola e chupou com vontade, eu quase gemi alto, mas se o fizesse os vizinhos podiam escutar, pois as paredes eram coladas, abaixei mais a cabeça dele de forma que meu pau entrou tudo na boca dele, segurei-o pelo cabelo enquanto, me esparramava cada vez mais no sofá, ele lambeu meu saco, as vezes eu sentia contrações muito prazerosas na região pélvica, pareciam espasmos, ao mesmo tempo queria perguntar pq daquela atitude, mas as chupadas vigorosas em meu pênis me impediam de pensar com clareza, meu coração batia forte, ele me segurou forte contra o sofá, enquanto me punhetava e chupava meus mamilos, ele mostrava que queria dar o cu pra mim, pois dizia que tinha camisinha e perguntava se eu queria colocar uma, pra quê oras???? Mas eu não tava afim de comê-lo, estava muito surpreso, mas queria que ele continuasse a mamar daquele jeito, Eu pedia que ele chupasse mais, pois queria gozar na sua boca, ele lambia meu escroto com muita vontade, me punhetava um pouco, me chupava e me apertava mais no sofá, era delicioso ver meu pau veiudo aconchegado na mão dele, o cara suava e seu cheiro me excitava mais, aquele cheiro de muleke safado metido a santinho, o cheiro suado do meu cacete tbm encheu o recinto de prazer, tava muito bom.

Uns 20 minutos depois eu senti que ia gozar, ele encostou seu tórax no meu, e suas mão me manipulavam abaixo, comecei a ter as primeiras contrações, eram muito fortes, parecia que minha barriga, costas, tudo se contraía, ele respirava forte, veio o primeiro jato de porra, o segundo, sujando a sunga, a mão dele e o sofá, ele abaixou-se rápido e chupou meu saco, enquanto vinham outros jatos de sêmen quente, es estava em êxtase, esticado no sofá, entregue aquele indivíduo com cara de santo, ele me olhava com cara de satisfação, fazia feliz seu amigo tão atensioso. Ele retiros a porra restante dando uma gostosa apertada no meu pau, jogando e gala no sofá, limpando com a mão minha sunga suja.
Me levantei, pedi pra me lavar e uma toalha, tomei banho, me vesti, quando saí ele já tava arrumado, todo discreto, parecia um sonho. Não comentamos nada sobre o assunto,.
Ele me levou até a parada de ônibus em sua Kombi, sem falar uma palavra. Me ligou depois de uns dias, com as mesmas conversas bobas de sempre.
Assim que der eu vou voltar na casa dele, e desta vez vou comer seu cuzinho sem pena, aquele boquete foi o 2º mais gostoso que recebi, digo 2º porque o 1º eu já contei aqui.

(78)93341435

Macho feliz enrabando o cana machão

janeiro 22, 2007

 mrubiao@bol.com.br

A vida é boa e a fila vai andando. Quem já leu meus contos aqui sabe quem eu sou e pra quem não conhece a única apresentação que faço é que sou um cara normal, dotado e comedor de cu de macho, que é o que me dá mais tesão. A última vez foi inesperada mas muito legal. Fui num mela cueca que tem aqui perto de casa pra dançar e beber. As meninas lá todas já me conhecem e de vez em quando aparece uma galinha nova que elas me apresentam. A noite tava bem agitada e começou uma briga. Acabei entrando no rolo sem ter nada a ver com a história e saí dando porrada pra todo lado. Acertei um cara no talo do nariz que até quebrou e daí o inevitável, polícia na parada e muita gente em cana, eu também. Depois de umas duas horas de delegacia e aquelas merda, tinham me deixado por último porque eu tinha machucado uns dois caras além daquele que quebrei o nariz. Na hora que eu entrei no escritório tava lá um tenente e uma escrivã com a maior cara de cansada. Tomaram meu depoimento e o tenente casca grossa que nem eu falou que eu sou muito encrequeiro e ia acabar complicando a minha vida por causa disso. Tava a ponto de falar umas merda com ele mas achei melhor ficar na minha. Fiquei reparando naquele cana. Era um cara novo, dos seus 25, 26 anos, malhado e com cara de macho, ele me fez ficar de pau duro na hora. Tirei a camisa da calça e coloquei por cima pra disfarçar, mas não tava dando. A escrivã percebeu e começou a me paquerar, mas o meu tesão ali era mermo por aquele cana gostoso. Me fizeram assinar o depoimento e ele falou assim que eu ia ser intimado pra aparecer na barra da justiça e responder pelos meus atos. Saí dali e parei no buteco da esquina pra tomar a última antes de ir embora, eu tava com muito tesão e meus bago até doía. Fiquei pensando naquele cana e pra minha alegria daí a pouco ele entrou no buteco, já tinha terminado o horário dele e ele tinha vindo ali pra tomar umas pra relaxar. Ele se aproximou de mim e falou que queria levar um papo, puta que os pariu, nem precisei chegar no cara. Ele me falou assim que o irmão dele trabalhava comigo e ele já me conhecia de nome, quando leu meus dados no bo sacou logo quem eu era e ficou preocupado porque esse irmão dele era meu considerado. As coincidências da vida. Ele me deu alguns conselhos e pediu que eu esquecesse o jeito que ele me tratou na delega, que só falou daquele jeito porque tinha que cumprir o papel dele de autoridade e tals. Fizemos amizade mesmo, mas eu tava afim era de comer aquele rabo gostoso e num deu otra. Fomos bebendo e fazendo amizade e meu pau tava que tava uma rocha aí eu falei assim que precisava dar um mijão porque tava apertado e ele acabou que foi comigo. Na hora que eu tirei meu pau pra mijar ele tava do meu lado, olha que o meu pau é grande assim e o cara ficou intimidado pelo tamanho e falou que eu tenho uma ferramenta e tanto. Dei uma risada e pesquisei melhor o terreno. Olhei praquela bunda e fiz a coisa que devia, levei a mão no trasero do tenente e dei aquela apertada gostosa que o cara ficou todo sem graça e falou assim quequeéilsso meu? Daí eu falei assim que ele era muito gostoso e tinha uma bunda maravilhosa, que eu tava doido pra meter nela e fazer ele gozar gostoso com o meu cacete enfiado nela. O cara horrorizou e quase que deu mais briga, mas eu fui mais esperto que ele e juntei nele tascando um beijo gostoso que enfiei a língua dentro da garganta dele e deixei ele todo sem fala. Ele gostou, o sacana. Voltamos pra mesa e falei assim com ele que eu precisava dele e eu ia fazer o que ele quisesse pra isso. Ele ficou me olhando com uma cara de raiva e disse assim que ele não era viado e que eu não tinha direito de ter aquela intimidade com ele. Comecei a tesar o filé da puta passando a mão nas coxa dele e ele parecia que ia me dar uma porrada mas foi o contrário. Falei com ele assim que eu tinha que chegar em casa e se ele quisesse a gente bem que pode se divertir um pouco. Ele não disse nada mas acabou que ele foi comigo com aquela cara toda sério e meio sem jeito. Quando a gente entrou na minha casa eu apertei ele na parede e dei aquela encoxada que ele não resistiu, joguei ele em cima do sofá e fui rancando as ropa dele e passando o caralho no rabo dele. Era uma bunda de macho bem peluda e gostosa, com um botão vermelhinho e peludo, não tive dó dele não, tasquei uma linguada que fez ele gemer todo e ficano arretado. O pau do cara tava duro e aí eu vi que ele era virgem mermo porque eu meti o cabeção no cu dele e não deu passagem. Mais eu gosto é assim. Fui metendo com força e entrou que foi delícia. Ele começou a chorar de dor, de tesão, sei lá. Dei uma metida violenta no cu do cana e já tava com os bago colado no rabo dele.Entrou meu bem, relaxa que eu vou te fuder bem gostoso. Ele não tava entendo nada e eu continuei metendo e dando tapão na bunda do puto. Aí ele caiu na real e começou a colaborar com a foda. Foi que ele começou a rebolar no meu cacete e eu metendo sem parar naquele rabo apertado. Gozei meu, gozei pra caralho que até escorreu da bunda dele nas minhas perna. Ele tava sem ar, sem jeito, mas agasalhando minha pica bem legal. Fiquei assim dentro dele por um tempo e depois cai de lado pra descansar que aquela foda foi bem ardida pro meu cacete. Ele tava chorando por conta do cabaço que perdeu mais aí eu fui fazendo um carinho nele e foi dez porque ele pegou meu cacete e começou a mamar. Porra meu, foi mais um cuzinho pra me dexar um macho bem do feliz.

Vizinhos safados

janeiro 22, 2007

 juninho.juju@bol.com.br

Moro no interior de São Paulo e vou contar oque aconteceu comigo 6 meses atrás. Me chamo Juninho, 14 anos, loiro, 1,66 de altura, pareço mais novo, pois não comecei a me desenvolver ainda e por isso sou completamente sem pêlos. Desde meus 11 anos sinto atração por meninos e ficava na bronha imaginando ser comido. Tudo começou em uma tarde de sábado, era um dia muito quente e eu estava na calçada sentado, observando os meninos da rua soltando pipa, ficava sentado abservando seus corpos suados, cada movimento de seus músculos, quais já tinham pêlos nas axilas e pernas e os que ainda não. Ás vezes ficava com uma certa inveja dos meninos novos de 11 e 12 anos que já estavam se desenvolvendo, tinham pêlos e tudo mais e eu ainda nem sinal. Depois de algum tempo sentado, meu vizinho ao lado chamado Fabinho saiu para rua, (ele tem um corpo com músculos muito definidos, com um peitoral de por inveja a muito muleque de academia, 1,75 de altura, moreno queimado de sol, pêlos apenas nas axilas, o corpo lisinho e as pernas depiladas pois treina futebol e diz que os pêlos atrapalham) ele sentou ao meu lado, e puxou papo, dizendo que estava muito quente o dia estas coisas, a gente sempre se deu muito bem, apesar de ele ser um pouco mais velho que eu, ele tem 16 anos, ficamos ali conversando uns 15 minutos até que apareceu um outro vizinho o Diego, ele morava na rua atrás da nossa mas sempre aparecia em nossa rua para soltar pipa e conversar, como o bairro é pequeno quase todos se conhecem, o Diego também era um dos muleques pra que já tinha tocado muita bronha, (17 anos, tem uns 1,80, negro, corpo definido com um abdômem tipo tanquinho, com alguns pêlos que formavam o “caminho da felicidade”, mas no geral também não tinha muitos pêlos) ele se juntou a nós na conversa e ficamos alí jogando conversa fora, como os dois estavam apenas de shorts de futebol e um par de havaianas, facilitava para eu admirar seus corpos lindos. O Diego convidou o Fabinho pra sair e zuar à noite, mas o Fabinho disse que não ai pois tava sem grana. _ Pô meu, ninguém vai sair hoje, tá foda, vou ter que ficar em casa, quando eu tava com minha mina era mais fácil, eu pegava ela e a gente saia. – disse o Diego (fazia 3 meses que a namorada tinha terminado com ele) _ Esquenta não, logo, logo você acha outra, se eu tivesse grana a gente sai mais tô duro. – disse o Fabinho tentando consolar. _ Nossa falando em duro, eu que tô seco sem minha mina, três meses sem dá uma fincada, tô ficando lôco meu, tô no maior atraso, e na punheta não é a mesma coisa, quase que nem bato. _Cê tá doido, quando tô afim e não tem mina vai punheta mesmo, direto meu. – disse o Fabinho Nós três rimos, e o papo continuou rolando, até que o Fabinho disse: _ Ó Diego, tô sozinho em casa, minha mãe vai trabalhar até umas 20h hoje, e se a gente pegasse um filme só para tirar o atraso? _ Sei lá meu… áh quer saber, vâmos pega, não tem nada melhor pra fazer mesmo… eu vou na locadora busca, e já volto… Nesse momento percebi que era minha oportunidade de ver eles batendo punheta e disse: _ Posso assistir também? _ Cê é muito novo pra essas coisas. – disse o Diego Então eu insisti para eles deixarem e o Fabinho perguntou rindo: _ E você, já sabe bater punheta? _ Claro que sei, seu tonto… – respondi O Diego ria, e acabou dizendo que eu podia assistir também, e foi buscar o filme, eu e o Fabinho entramos na casa dele e esperamos o Diego chegar. Quando ele chegou foi logo entrando e entregando o filme para o Fabinho colocar no DVD, tirou o shorts ficando só de cueca e sentou no sofá de frente para a TV, o Fabinho fez o mesmo, os dois estavam de cueca branca, fiquei observando seus volumes, cada um tinha uma bela mala, podia ver o desenho do pau mole do Diego descansando para o lado, e do Fabinho um ponto mais alto, que percebi ser a cabeça do seu pau também mole, nenhum dos dois estavam excitados ainda. Eu já estava de pau duro. Sentei ao lado do Fabinho no sofá, os dois me olharam e perguntaram se eu não ia tirar a roupa, respondi que ficaria de roupa mesmo então o Diego falou: _ Não, não. Todo mundo vai ficar igual, pode ir tirando a roupa aí… você não queria ver o filme com a gente, essa é a regra, pode tirar… _ É mesmo, fica de cueca também. – disse o Fabinho Eu disse que não queria, (tenho um pouco de vergonha) e o Diego disse: _ Se não tirar a gente tira a força Eu me neguei novamente, então, os dois levantaram e vieram em minha direção, o Fabinho me segurou pelas costas enquando o Diego tirava meu short, depois tirou minha camiseta me deixando só de cueca, e me mandou sentar no sofá. Os dois riam e diziam que tinham avisado, quando o Diego disse: _ Fabinho, nem começou o filme e o Juninho já tá de pau duro. Sentei no sofá e o filme começou, não demorou muito para as cenas de sexo rolarem, eram dois caras comendo uma menina, eu espiava o Diego e o Fabinho, seus paus não demoraram a dar sinal de vida, depois de uns 5 minutos o Fabinho disse: _ Nossa, olha o tamanho do pau do cara, tá louco, deve ter uns 20 cm… O filme continuou rolando, e os dois já estavam pegando em seus paus por cima da cueca, depois de mais uns 10 minutos, o Diego falou: _ Vamos bater uma então? _ Beleza, vâmo porque eu não tô mais aguentando. – disse Fabinho Os dois tiraram suas cueca e então pude ver seus paus duro. O Fabinho tinha um pau que apontava para cima, com uma cabeça vermelha e grande, seu saco era redondo como uma laranja e lisinho e tinha apenas uma faixa de pêlos acima do pau, já o Diego tinha um pau preto bem grande, com uma cabeça roxa, tinha bastante pêlos pubianos, mas com o saco liso e grande que caia entre suas pernas, onde se podia ver o contorno das bolas, os dois me olharam e perguntaram se eu ia tirar a cueca ou ele iam ter que tirar na marra também, eu imediatamente tirei a cueca e fiquei peladinho ao lado do Fabinho. _ Pôxa Juninho, quantos anos cê tem? – perguntou o Diego _ 14 – respondi _ E não tem pêlos ainda? – perguntou novamente _Não, não comecei a desenvolver ainda… _ Nossa, com 11 eu já tinha pêlos e você Fabinho? – disse o Diego _ Eu com 13, é que começou. – respondeu Fabinho E então do Diego perguntou: _ Quanto mede seu pau? 10 cm? – e o dois riram Eu respondi que não sabia, (mas já tinha medido antes e tinha 12 x 3 cm) então o Fabinho disse que ia pegar uma fita pra medir, foi até o quarto dele e voltou com uma fita de costura, e entregou e disse para eu medir. Medi enquanto eles observavam e disse: _ 12 x 3 cm _ Nossa com a sua idade o meu já tinha 15 tranquilo. – disse o Diego O Fabinho pegou de volta a fita e mediu o dele, que deu 16 x 5 cm e passou para o Diego que mediu sua tora 19 x 6 cm. Ficamos nos punhetando um olhando o pau do outro e o Fabinho falou: _ Você já tinha batido punheta com alguém Juninho? Respondi que não, que era a primeira vez, então eles perguntaram se eu tava gostando e eu respondi que sim. O Diego quis saber se eu já tinha visto outros caras pelados e tal, também respondi que não. _ Com 12 anos eu já batia com dois primos e com o Diego. – disse o Fabinho Eu para provocar eu disse: _ E não rolou nenhum troca-troca entre voceis? Tenho certeza que já… _ Não seu cuzão, mas se tá sabendo das coisas hein? – disse o Diego _ É tá mesmo né… – completou o Fabinho Ficamos rindo até que o Diego disse pra alugar o Fabinho: _ E com seus primos, não rolou nada…. _ Claro que não, só punheta… – respondeu o Fabinho Então o Diego disse que ia contar uma coisa mas a gente não podia contar pra ninguém, nós concordamos, e ele começou a contar que com 14 anos tinha dormido na casa de um vizinho nosso que se chama Jonatas na época com 12 anos, e a noite eles ficaram vendo revistas e batendo punheta, então o Jonatas tinha pedido para fazer troca-troca e ele não aceitou, daí o Jonatas pediu pra ele comer ele e o Diego acabou comendo. O Fabinho começou a rir e disse: _Cara o Jonatas é viadinho… deixa ele pra mim vou zuar… quantas vezes você comeu ele? _ Comi direto até eu começar a namorar… sei lá dois anos comendo ele… comi um primo meu também… _Ô loco… – disse o Fabinho _ …mas tem uma coisa, cuzinho de muleque é melhor que de mina, é mais apertadinho e quentinho… eu fiquei viciado… só parei pra namorar e comer a Letícia – continuou o Diego _ Fala sério, então quando a gente batia punheta junto, cê já comia o Jônatas e tava tentando me comer? – disse o Fabinho _ Pra falar a verdade se você pedisse eu ia comer… – respondeu Diego _ Tô fora… mas fiquei com vontade de comer um muleque pra ver como é, mas dá o cuzinho não… – falou o Fabinho _ Você não deu nenhuma vez Diego? – perguntou o Fabinho _ Não só comi… – respondeu o Diego Eu fiquei escutando a conversa e vendo que minha chance de dar pra eles tinha aumentado, fiquei batendo punheta e imaginando… então o Diego disse para o Fabinho chegar no Jônatas e falar que sabia que o Diego comia ele e que ele teria de dar para ele também, assim ele não contaria pra ninguém. O Fabinho concordou, mas depois disse: _ Pô, mas você já arrancou todas as pregas dele com essa pica sua aí… O Diego riu, e concordou dizendo que era verdade, disse que quando ele começou a comer o Jonatas, ele pedia para por bem devagar, mas depois seu cú ficou acostumado e ele enfiava tudo de uma vez e ele nem reclamava. Nós continuavamos na punheta, nossas picas estavam totalmente inchadas e com aquelas gotinhas saindo, o Diego ora punhetava, ora alisava seu saco e o Fabinho punhetava em um rítimo mais lento, foi aí que o negócio esquentou. O Fabinho olhou para mim e disse: _ Juninho, bem que você podia tirar nosso atraso hein…dá pra gente… Eu pra não dar bandeira, respondi rapidamente: _ Sai fora, não tem essa não… fica na punheta voceis… que tá bom… O Diego entrou na conversa também dizendo: _ É mesmo Juninho, dá pra gente, ninguém vai ficar sabendo, a gente não conta pra ninguém… Eu continuei falando que não, mas estava louco para concordar, mas deixei eles insistirem mais, pra não perceberem. _ Libera aí Juninho, a gente não conta não, ninguém vai saber, é segredo nosso. – disse o Fabinho Eu fiquei quieto como se estivesse pensando, e eles continuaram insistir. _ Pô vâmo aí Juninho, você vai gostar. – disse o Diego Comecei a fazer de conta que estava com dúvida, e o Diego disse: _ Fica de pé, pra gente ver seu corpo. Fiquei de pé e eles pediram pra eu dar uma voltinha, diziam que eu tinha corpo de menina e minha bunda era gostosa, que eu ia gostar de dar ela pra eles, eu continuei negando, os dois levantaram também e ficaram perto de mim, o Diego pegou minha mão e tentou por no pau dele, mas eu puxei de volta, e ele disse: _ Calma, só põe a mão pra você ver como é… vê se você gosta, ninguém vai saber… (nisso pegou minha mão e pois em seu pau de novo, dessa vez eu deixei, e peguei) Ele falou: _ Viu, bate um pouco pra mim… isso… você não quer sentir minha pica dentro de você?… não precisa ter vergonha ninguém vai saber… pega na do Fabinho pra você ver. Soltei a do Diego e peguei na rola do Fabinho, comecei a punhetar e ele suspirou, dizendo: _ Isso tá vendo… você vai gostar… dá o cuzinho pra nós, vai… ninguém vai saber… Então eu disse: _ Voceis não vão contar mesmo? Os dois disseram que não e se aproximaram mais de mim, passando a mão na minha bundinha. Então eu continuei dizendo: _ Então tá… eu dou pra voceis. _ Isso mesmo, você vai gostar muito. – disse o Diego O Diego pegou meu braço e falou para eu sentar no sofá no meio deles, mandou eu punhetar ele e o Fabinho ao mesmo tempo, e eu fiz, eles gemiam de prazer, eu estava adorando poder sentir aquelas rolas na minha mão, estavam quentes e pulsavam, passei a mão no saco deles, sentindo as bolas. O Fabinho mandou eu levantar e ajoelhar na frent do sofá e pagar um boquete pra eles, comecei chupando o Fabinho, depois fui para o Diego e me segurava pelos cabelos me guiando, e dizia: _ Nossa que chupetinha gostosa… isso mama nas nossas picas… tira nosso atraso… hum delícia… chupa minhas bolas… só as bolas… isso Fiquei chupando as bolas do Diego e o Fabinho pediu pra chupar a dele também, vi que enquanto chupava as bolas do Fabinho, o Diego pegou o pau do Fabinho e começou a punhetar, o Fabinho fez uma cara de assustado, mas depois sorriu e pegou no do Diego pra punhetar. Ficamos assim uns 5 minutos até que o Fabinho disse: _ Deita no nosso colo, quero ver seu cuzinho, suas pregas. Deitei no colo dos dois, o Fabinho afastou minha bunda revelando meu cuzinho virgem, ele disse: _ Nossa!… que cuzinho bonito… rosinha hein… hum que delícia… O Diego elogiou também e disse que era mais fechado que do Jonatas quando ele comeu pela primeira vez, o Fabinho cuspiu no meu cú e começou a acariciar, nisso o Diego sentou mais à frente e mandou eu chupar ele mais. O Fabinho começou a brincar com meu cuzinho, molhou bem e ficou cutucando, tentando enfiar o dedo, e disse: _ Nossa, Diego… esse é cabaço mesmo, não entra nem o dedo, vou pegar creme. Ele foi até o quarto e voltou com um hidratante, passou em minha bunda e voltou a brincar, o creme facilitou e ele enfiou um dedo, de ficou fazendo vai e vem, eu fui ás núvens, sentir seu dedo dentro de mim era muito bom. O Diego pediu para ver meu cuzinho e mudei de lado, ele passou minha camiseta na minha bunda pra tirar o creme e começou a chupar meu cú, nunca havia imaginado que aquilo era tão bom, ele chupava, e enfiava a língua e sugando, enquanto eu chupava o Fabinho. Fabinho então disse que queria me comer primeiro, pois ele queria tirar meu cabaço, o Diego concordou, então o Fabinho mandou passar creme hidratante no pau dele, eu lambusei bastante para não doer pois o pau dele é grosso, depois ele mandou eu deitar no chão de bruços, e colocou uma almofada para minha bunda ficar mais alta, passou creme no meu cuzinho e dedou, mandando eu relaxar, deitou em cima de mim, sentia seu corpo suado e quente, senti quando ele ajeitou a cabeça do pau na portinha do meu cuzinho, e disse: _ Agora vou comer teu cuzinho… vai perder o cabaço e virar meu viadinho… sente isso… tá gostando? Senti ele forçando a entrada, meu anel foi se abrindo e senti a cabeça começar a entrar, nisso o Diego disse: _ Deixa eu ver mais de perto você tirar o selinho. Ele se aproximou e ficou vendo, quando a cabeça entrou doeu um pouco mas tentei aguentar, pedi para ele esperar um pouco, mas ele disse pra eu ficar calmo, me segurou pelos ombros e puxou enfiando mais um pouco, eu dei um grito e ele tapou minha boca com a mão, tentei sair dalí mas ele não deixou e disse: _ Calma falta pouco, você disse que ia dar… vou por tudo… toma… isso que gostoso… viadinho… sei que você sempre quis dar o cuzinho pra mim… tá gostando? Ele enfiou tudo e me segurou, ficou imóvel, a dor era grande, eu tava com lágrimas nos olhos, ficou esperando eu acostumar, sentia meu cú preenchido pela sua rola, ele perguntou se já tinha parado de doer e eu disse que sim, então ele começou um vai e vem lento, tirava deixando só a cabeça, depois voltava, ficou assim um tempo, depois acelerou, quando me acostumei, comecei a sentir prazer, estava adorando seu pau entrando e saindo do meu cú, o Diego deitou na minha frente e mandou eu chupar ele enquanto o Fabinho me comia. O Fabinho tirou seu pau do meu cú, e enfiou de uma só vez, meu anel já tinha acostumado, ele fez isso várias vezes, depois começou a me comer mais rápido, me chamando de viadinho, de menininha, até que senti ele gozar, foram uns 5 jatos de porra quente dentro de mim, percebi que era muita porra porque me senti molhado por dentro, ele gemeu muito me chamando de viadinho e depois ficou parado descansando com o pau dentro de mim, enquanto eu chupava o Diego. Ele tirou o pau de dentro de mim, e mandou o Diego ver como tinha ficado, o Diego riu e disse que ele tinha caprichado. Fabinho mandou eu chupar seu pau para limpar, chupei até ficar limpo. Diego mandou eu virar de costas, que era a vez dele, seu pau era maior que do Fabinho e eu fiquei com um pouco de medo, ele disse que já tava bem arrombado, que não ia doer tanto, passou creme no pau e foi me comendo na posição frango assado, o Fabinho tava sentado no sofá com o pau mole assistindo, o Diego começou a enfiar mas como seu pau é um pouco mais grosso ele teve que forçar um pouco, enfiou tudo e eu senti suas bolas baterem na minha bunda, fiquei feliz por aguentar os 19 x 6 dele, ele começou um vai e vem frenético, suas bolas faziam barulho ao bater na minha bunda me comeu assim uns 5 minutos e me virou de lado, segurando uma perna minha para o alto e continuou me comendo, eu adorava sentir entrar e sair sua pica do meu cuzinho que não era mais virgem, ele também me chamava de viadinho, boyzinho, putinha e dizia: _ Você é o viadinho mais gostoso que já comi! Que bundinha gostosa, melhor que buceta… Estávamos de frente para o Fabinho que de ver o pau do Diego entrar e sair da minha bunda, se excitou novamente e deitou mandando eu chupar seu pau de novo, eu atendi e chupei, o Diego parou e mandou eu ajoelhar, e disse: _ Chupa minha vara, que vou gozar na sua boca… Comecei a chupar e ele fodia minha boca, como se ela fosse meu cú, o Fabinho ficou de lado olhando, quando o Diego sentiu que ia gozar disse: _ Tá chegando, sai atraso… sai atraso… engole tudo, seu viadinho… E começou a gozar, foram uns 7 jatos de porra, o Fabinho até soltou uma risada de exclamação quando viu, era tanta porra que começou a escorrer no meu pescoço, e o Diego mandava eu engolir, engoli tudo, percebi que ele estava atrasado mesmo pela quantidade de porra, depois chupei sei pau para limpar, quando ficou limpo nós três deitamos no chão para descansar. O Fabinho desligou o filme e disse: _ Melhor que filme, hein!? Eles começaram a me perguntar se eu tinha gostado, eu disse que sim, o Fabinho quis saber se eu já tinha pensado em dar a bundinha alguma vez, e eu contei toda a verdade, eles disseram que também tinham armado aquilo, que tinham combinado de falar em assistir filme pra tentar me comer, demos muita risada e disseram pra eu não me preocupar que era assim mesmo que começava, primeiro dava o cuzinho, depois eu ia achar um muleque pra comer, era só fazer esses jogos de ver filme e punheta, que a maioria da mulecada quer fazer troca-troca mas tem vergonha e contaram que eles também já tinham levado ferro no cú, eu quiz que eles contassem como foi e o Diego disse: _ Comigo foi quando eu tinha 12 anos, meu primo tinha 15 e me convenceu a dar pra ele, ficou me comendo direto até eu mudar pra cá, quando conheci o Jonatas fiz o mesmo com ele. E o Fabinho contou sua história depois: _ Eu tinha 13, o filho da empregada que trabalhava aqui tinha uns 17 e também me convenceu, tinha pau grande, acho que maior que o seu Diego…sofri eu lembro, mas gostei, enquanto a empregada trabalhou em casa eu fui viadinho dele, ele vinha e me comia toda semana, quando ela foi embora ele aparecia de vez enquando pra me comer e falava se eu não desse pra ele, ele contaria pra todo mundo… a última vez que ele passou aqui foi o ano passado disse que ia casar e que era despedida de solteiro. Então eu perguntei pra eles a verdade entre eles, se já tinha feito troca-troca, e confessaram que que sim quando eram mais novos que tinham mentido para se caso eu não desse pra eles eu não contasse deles pra ninguém. O Diego disse que eu ia ser o viadinho deles daquele dia em diante, já que ele tava sem namorada, e que sempre eu teria de dar pra eles quando eles quisessem, eu concordei,. Ele falou para eu tentar xavecar o Rafael (irmão dele de 12 anos) pra dar pra mim, e que ele ia tentar ajudar, se eu conseguisse comer o irmão dele, depois eles iriam armar um esquema pra que ele e o Fabinho pegasse o irmão dele e eu juntos metendo, porque eles também queriam comer o irmão dele. Mas isso é outra história que conto como foi depois, se você gostou vamos trocar idéia – juninho.juju@bol.com.br

O motorista do taxi foi fundo…

janeiro 14, 2007

pedropauloprado@hotmail.com 

Trabalho como mecãnico de motores numa empresa de manutenção. Esta semama, recebemos um serviço para ser realizado em carater de emergência o que nós obrigou a criar um horário noturno. Concluido o sercivo e despachado a motor ao contratante. Fui selecionado para fazer a instalação cujo local esta a 180km do Rio.
Como a empresa não dispõe de uma frota de carros, contrataram um taxista para fazer a corrida.

Tudo estava indo normal, o motorista era gente boa, 25a, branco, casado, boa pinta e muito bom de papo. fomos conversando sobre assuntos diversos até que eu toquei no tema sexo. Primeiro falamos de mulheres até que toquei no assunto de sexo entre homens. Digamos que joguei a corda pra ver se o taxista se enforcava.
Ele falou que já tinha feito. Ao 16 anos, um vizinho casado fez uma gostosa boquete em sua pika.
Mas ele não tinha ficado só nessa, o primo da mulher dele também costumava se diverdir com a ferramenta dele.
Uma vez que o terreno era fertil, falei que eu também adorava sexo com homem e passei a mão sobre a pika dele. Ele riu de leve e pergutou se podiamos nos diverdir durante a viagem, concordei. Ele botou pra fora já bem duro, mas uma coisa é ser divertir e outra e ser impludente. Falei que fazer enquanto ele dirigia era arriscado. Rodamos por agum tempo ate que ele viu uma estrada de terra que dava sinais de pouco uso visto que a vegetação tomava conta da pista.
Paramos o carro um pouco fastado da estrada, abrimos os vidros para possibilitar ouvir qualquer barrulho estranho. Comecei mamando aquele material que tanto me delicia. Engolia, lambia, chupava… mas a possição no carro esta desconfortável e ele propoz passamos para o banco de traz. Feito isso, começamos a nos despir e a trocar abraços apertados, caricias, beijos. Lambiamos nossos corpos que suados tinha gosto de sal. Mas o tesão era maior e nada importava.
Fiquei de 4, olhando para o vidro trazeiro e com meu cuzinho devidamente linguado e umecido com gel, foi aos poucos recebendo aquela pika durrissimo. Pedi para ir devagar pois sou apertado. Ele atendeu e eu pude sentir cara pedacinho entrado dentro de mim. Com ele todo agasalhado, cu devidamento alargado, pudemos partir para a festa. Ele socada com força alternando com metidas bem suaves. Falei que queria cavalgar e mudando de posição, sentei com vontade e desejo.
Segurando meu corpo junto ao dele, e com muito embaraço, fui colocado na possiçao de franquinho.
Ele metia com prazer e força e seguia assim ate que anunciou que iria gozar. Gemidos foram coroados com um forte e contido grito. O Pulsar de sua pika dentro de meu cú confirmou o gozo. Estamos suados e meio ofegantes. Mas tinhamos que seguir viagem. Por sorte ele tem papel higienico no carro. Nos limpamos, e nos vestimos. E fomos ate o destino. na volta, paramos num posto de gasolina e no banheiro fizemos uma bela foda. Quando saimos do box, demos de cara com um caminhoneiro que fingiu não perceber o que ocorreu.
Voltamos ao Rio, e ao me deixar em casa ele me deu o cartão com o numero de seu cel, já ligamos um, para o outro e marcamos algo pra esté fim de semana. 

Aconteceu com o meu instrutor na academia

janeiro 14, 2007

cavs04@ig.com.br

Olá pessoal, vou contar um fato que ocorreu comigo e espero que gostem… Por gostar de praticar esportes e querer me encorpar mais, resolvi entrar numa academia. O instrutor da noite que se chamava Jorge, tinha uns 38 anos, forte de academia, com um corpo muito bonito… a academia ficava aberta até às 23:00hrs, e como trabalho em outro municipio, resolvi freqüentar a academia das 21:30 às 22:40, pois era um horário mais vazio. Bom, vamos ao acontecido… essa rotina eu fazia quase todos os dias e quando ia tomar banho, às vezes, passava algumas fantasias na minha cabeça naquele vestiário, principalmente pelos chuveiros, onde havia um Box com mais ou menos 2 metros e meio de comprimento com 2 chuveiros juntos… cheguei a tomar banho com alguns carinhas lá e imaginei um monte de coisas. Sempre tive a bunda apetitosa, acredito eu devido ao fato de várias vezes sempre pegar alguem olhando para ela, tanto homens quanto mulheres..risos, e me imaginava às vezes dando ela pra alguém. Na academia muitas vezes ficava só eu e o Jorge (instrutor), sempre era um dos últimos a ir tomar banho e um dia estava no vestiário saindo do banho quando entrou o Jorge, já éramos amigos e conversávamos bastante, então ele foi tirando a roupa para tomar banho e tomei um baita susto quando vi seu pau pela primeira vez… era um pauzão, ainda mole, deveria ter uns 18cm, mole. Não sei se ele percebeu, mas fiquei meio sem jeito… Assim foi por alguns dias e eu não tirava aquele pinto da minha cabeça. Comecei a ir tomar banho quando ele descia pra passar a chave na porta e subir para o vestiário. A 1º vez que eu estava tomando banho e ele entrou no Box pelado, quase tive um troço… tentei me controlar o maximo possível para não ficar excitado, mesmo assim fiquei, e ficava com a bunda virada pra ele, quase que o banho todo. Um dia, estávamos no banho, conversando e rindo, quando ele disse: “meu, pára de ficar de costas pra mim que eu já estou na seca, faz uma semana que não vejo a minha namorada, e vc fica assim… com esse bundão virado pra mim, olha como já estou…” Gente, o pau dele estava crescendo e não estava totalmente duro, mas já era enorme… eu ri com suas palavras e disse: “caramba! onde vc vai com tudo isso?”. Ele me disse: “Sua bunda me deixa assim, cara”. Respondi: “Cara, eu não sou viado”, ele disse: “Eu tb não…essa sua bunda merece ser explorada, vc não vai deixar de ser homem, deixa eu só passar um pouco meu pau nela, vc vai me ajudar a tirar a minha seca, e olha como eu estou”.
O pau dele estava completamente duro e era grande demais, fiquei hipnotizado com “aquilo”, ele insistia e eu disse: Vc só vai passar?”, fazendo um pouco de charme, pois na verdade estava louco pra sentir aquele pau no meio da minha bunda. Então ele fez, começou a passar as mãos na minha bunda, massageava, dizia que era muito gostosa, etc… qdo ele abriu a minha bunda e colocou o pau no meio, nossa! Estava muito gostoso… ele falava: Ta gostoso? e eu não tinha como dizer ao contrário… saiu até mais: “está muito gostoso, uma delícia!”. Ele começou a punhetar o pau esfregando na minha bunda e logo gozou, lambuzando-a inteirinha, nunca tinha visto tanta porra, foi uma sensação muito gostosa aquela porra quentinha esguichada na minha bunda.
Ele me agradeceu: “Valeu cara, que bunda gostosa”, ficamos uns dias sem tomar banho juntos, com certeza estávamos meio enbaraçados, mas logo voltamos a tomar banho juntos e na segunda vez aconteceu o que eu e ele queríamos, meu cuzinho sendo enrabado. O clima rolou novamente e naquela esfregação, ele disse: “Cara, deixa eu comer essa bunda, ela é muito gostosa, vc vai adorar meu pau dentro dela”… Eu disse: “Vc ta louco, vc vai me arrombar, olha o tamanho do seu pau!”. Não vou não, vai ser muito bom, trouxe camisinha e um gel na mala que vai deixar seu cuzinho relaxado”… fiquei pensando e essa foi a deixa pra ele sair do Box e ir até a mala. Trouxe um potinho com um gelzinho e foi passando no meu cuzinho e ele foi esquentando e me dando um tesão enorme, depois passou uma outra pomada e colocou a camisinha…Gente, quando aquela cabeça encostou no meu cuzinho e começou a forçar pra dentro, foi uma dor terrível, pedi para ele parar e ele ficou parado com metade da cabeça do pau no meu cuzinho. Meu anelzinho foi acostumando com aquele invasor e aos poucos ele foi colocando o resto, ficou mais ou menos metade pra fora e eu me sentia todo preenchido. Ele começou a bombar devagar e aquilo foi se tornando muito gostoso… eu gemia feito uma putinha e ele me comia gostoso… “Que delícia de bunda”,” que cu maravilhoso”,” nem o da minha namorada é tão gostoso assim”, eu de 4 ali, sendo fudido por um macho daquele, forte, com um pauzão daqueles, estava me sentindo muito realizado…
A sensação era estranha, parecia que eu iria gozar pela bunda, ou pelo pau, não sabia direito o que era. Acho que só quem já deu bastante poderia me explicar… Comecei a pedir pra ele me fuder, e ele gemia como um macho pegando sua fêmea, senti seu pau inchar dentro do meu cu, e ele começou a gritar: “que gostoso!” “que delícia!” “caralho!” e senti a camisinha encher, ele estava gozando gostoso… foi tirando o pau devagar do meu cuzinho e me senti arrombado, porém muito satisfeito. Dei mais uma vez para ele e infelizmente depois de um mês, tive que sair da academia. Depois soube que ele também saiu. Se algum instrutor, dono de academia ou aluno,seguranças e fardados em geral tiver essa fantasia e que sejam ativos, entrem em contato comigo, ou outras pessoas tb… prometo responder a todos. Meu e-mail: cavs04@ig.com.br, um abraço à todos.