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O GOSTOSÃO DO ÔNIBUS – SERÁ QUE ISSO MORDE?

dezembro 31, 2006

sandrogf@ig.com.br

Olá pessoal, o que relatarei aqui, é a mais pura verdade. E aconteceu comigo há 08 dias atrás.
Vinha eu saíndo do trabalho na sexta-feira, e queria logo embora, queria logo chegar em casa.
Quando no caminho, perco o meu ônibus. Que droga! Mas, não sabia que o melhor estava por vir.
Foi quando fiquei no ponto esperando o próximo ônibus. Demorou um pouco, mas, chegou. Bem, entrei no ônibus, e quando piso os pés no primeiro degrau, eu vejo o maior gato no fundo do ônibus. Parecia que estava me esperando. Pois, tinha um lugarzinho logo ao lado dele.
Na minha frente, ao entrar no ônibus,entraram dois rapazes e logo já foram procurando lugar no fundo. Eu, fiquei nervoso de imaginar que iria perder aquele lugar ao lado do gostosão.
Para aumentar a minha ansiedade, o cobrador, estava bem no caminho, empatando-me de seguir para o fundo do ônibus. Fiquei mais nervoso ainda. Eu estava com uma caixa, que no decorrer da história saberão o que aconteceu.
Bem, como estava com esta caixa, não tinha equilíbrio direito. Só tenho duas mãos, obviamente!
Bem, foi quando tentei passar na frente do cobrador e não conseguir. O ônibus estava em movimento e eu estava querendo logo sentar. Não tinha como. Foi quando eu pedir licença a ele e ele ao me ver, cedeu logo espaço para que eu passasse.
Fui logo em direção do gatão. Nisso, quando estava querendo passar, dava umas olhadinhas para o gostosinho e ele retribuía com ar sério.
Bem, finalmente conseguir sentar ao lado dele.
Não sabia o que fazer. Então resolvir sentar-se de pernas meio abertas, para que pelo ao menos tivesse algum contato com o corpo dele.
Devido ao movimento rápido do ônibus e as curvas, dentre os solavancos, eu caía em cima dele, ou seja, devido aos tombos acabava que meu ombro encostava no braço dele. E ele estava usando um perfume M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!E assim foi até um determinado tempo. Como os dois rapazes que entraram antes de mim, estavam também no fundo e tinha um outro na janela da direita dormindo, não sabia o que fazer naquela hora.
Foi quando baixei a cabeça e vir que ele estava disfarçando e me olhando. De repente, eu levantei a cabeça, o encarei e depois abaixei a cabeça novamente. Permaneci com as minhas pernas abertas na intenção de encostar nele. Nada acontecia além. Não resistir e olhei o volume dentre as pernas dele, estava normal. Já o das minhas, não poderia dizer o mesmo. Estava um pouco elevado. Bem, foi quando os dois rapazes que entraram resolveram então soltar do ônibus. Pra minha sei lá, nossa sorte eles desceram. Ufa! Que alívio!
Então só ficou ele, na janela da esquerda, eu , dois bancos vagos e o rapaz que estava dormindo na janela da direita.
Foi quando percebi que ele pegou no pau e começou a bolinar como se estivesse apertando o pau. Depois, afrouxou as calças para frente. No intuito de liberar mais o coitado do pau. Ele tinha umas coxas grossas… Foi quando me vir encarando aquela gostozura. Não me conti. Meu pau ficou logo duraço. Não cabia mais dentro da cueca. Foi quando ao tentar liberá-lo, por debaixo da caixa que citei anteriormente, a mesma caiu no banco ao lado que estava vago. Foi quando eu e ele notou o volume da minha calça que já não era o mesmo. Meus pés já não sentiam mais o piso do ônibus! Estava tão excitado que ali mesmo abrir a braguilha e ajeitei me pau para o lado, mostrando o volume pela cueca branca. E ele olhou disfarçadamente. Parecia que nada estava vendo ou acontecendo. Foi quando conseguir colocar ele de lado, para o lado esquerdo, já que ficava mais confortável. Quando de repente o meu pau parecia que iría sair do bolso! Eu fiquei alisando para provocar o gostosão, quando de repente eu me olhou e disse:
– Nossa o que é isso?
– Será que isso morde?
Fiquei nervoso, achei que ele fosse me condenar por aquele ato. Mas, ainda bem que foi o contrário, ele gostou e muito.
Eu então virei pra ele e disse, isso é por sua causa! E pra saber se morde ou não, só vendo! Pode pegar. Eu falei pra ele. Ele assustado e com muito medo de o cobrador ver aquela cena toda, eu então peguei a caixa e coloquei no meu colo, deixando que ele ficasse à vontade para tocar no meu pau que já estava transbordando de tanto tesão. Molhou a minha cueca e a minha calça com aquele líquido incolor que sai dos homens quando estão excitados.
Ele não resistiu e tocou. Ficou adimirado em ver o tamanho e a dureza, mesmo que por dentro da calça. Eu insisitir que ele alizasse. E virei pra ele e disse novamente, estou assim por sua causa! Imagine ele na sua boca?
Ele riu descaradamente e com um ar de assustado e excitado também. Já estava quase perto de eu soltar.
Eu disse a ele pega mais, aproveita enquanto há tempo! Foi quando eu perguntei a ele, você está indo pra onde? Ele disse ao Shopping. E eu disse a ele que pena, pois, estava indo para casa. Não poderia continuar.
Então, pedir-lhe o endereço de e-mail e ele escreveu na minha caixa que estava no meu colo. Dei o meu e-mail verbalmente. Tinha que soltar do ônibus, mas, o pau estava tão duro e em pé que estava muito à mostra. Eu virei pra ele e perguntei : – como farei agora para soltar? Ele com um ar de riso disse que não sabia. Eu pedir a ele que desse tchau ao meu pau e ele batei levemente nele e disse: Tchau!
Coloquei então a minha caixa na frente do pau, fui andando pelo corredor do ônibus e finalmente eu desci. Fiquei parado esperando o ônibus passar por mim e dei-lhe um adeus!
Fiquei na ânsia de chegar logo o outro dia para que eu pudesse enviar-lhe o e-mail. Quase não dormia! De tanta ansiedade! No outro dia, eu assim que cheguei no trabalho mandei a mensagem contando tudo isso que nos aconteceu no dia anterior e queria dar continuidade. Mas, até hoje, ele ainda não respondeu ao meu e-mail. Caso ele venha a me responder, voltarei a contar neste site, para que vocês fiquem sabendo do desfecho ou desenrolar desta história.

Torçam por mim, por favor!!!!!

O Caminhoneiro e um Amigo

dezembro 31, 2006

lust69lust69@hotmail.com

Das muitas aventuras sexuais que eu tenho para contar, as com o caminhoneiro do posto de gasolina foram umas das que eu mais senti prazer. Não é a toa que eu voltei mais algumas vezes para encontra-lo, sendo que algumas vezes ele me comia muito gostoso e outras eu fiquei apenas num boquete rápido mas que me enchia de tesão do mesmo jeito.
Mas para não estender muito com esse assunto em vários contos vou relatar um ultimo que inclui minhas trepadas com o caminhoneiro.

Sempre que o caminhoneiro me via chegar no posto ele já sorria com malicia para mim, a não ser algumas vezes que ele estava com algum amigo e fingia que não me via, eu também disfarçava e ia embora, só ia até ele quando estava sozinho. Chegamos a ir a um motel fuleiro próximo ao posto de gasolina, a emoção não era tão grande quanto nossas trepadas dentro do caminhão ou do banheiro do posto, mas lá podíamos aproveitar mais sendo que ele me comia até a exaustão.

Certo dia disse para ele que eu estava com vontade de dar para ele e mais um homem, e perguntei se ele não arrumava um amigo para isso. Ele ficou meio relutante mas disse que ia pensar. Um dia marcamos de nos encontrar em outro posto de gasolina, chegando lá vi um homem na companhia do meu caminhoneiro favorito. Parei o carro e ele veio até mim, ele falou que tinha trazido um amigo e se eu queria transar com os dois mesmo, eu dei uma rápida analisada no homem, que também não era muito alto, tinha uma aparência razoável e tinha o mesmo estilo rude do caminhoneiro. Eu disse que tudo bem e fomos para o motel.

Chegando no motel os dois homens pareceram estar mais envergonhados do que eu. O caminhoneiro sentou na cama e disse para eu ir conhecer o seu amigo melhor, como essas minhas aventuras são sempre objetivas eu não fiquem perdendo tempo e cai de boca logo no que me interessava, o pau do outro homem. Aquele pau não era tão grande quanto o do caminhoneiro, era um pouco torto mas servia para minha diversão. Logo chamei o caminhoneiro que veio e colocou o cacete à minha disposição, eu alternava o boquete entre um pau e outro.

Pedi para que o outro homem se deitasse na cama, então comecei a chupar seu pau com vontade enquanto pedi que o caminhoneiro me comesse gostoso. A sensação de chupar uma pica enquanto outra arregaça seu cu é uma delicia, para melhorar só se tivesse alguém chupando o meu pau, mas aqueles homens só queria me foder e a idéia de um deles me chupar era nula. Sem problemas, pois meu intuito era mesmo levar rola.

Logo pedi que trocassem de lugar, enquanto um me fodia gostoso eu chupei o outro até ele gozar na minha boca, continuei chupando e lambendo aquele pau amolecido e cheio de porra. Nisso gozei batendo uma punheta, mas o rapaz não conseguiu gozar me comendo. Prontamente me pus a chupar sua rola até ele gozar na minha boca também.

Essa foi a única aventura com esses dois homens, mas com o caminhoneiro ainda levei muita rola no cu e porra na boca. Faz um bom tempo que não vejo esse homem, mas ele despertou em mim um tesão muito grande por caminhoneiros e homens rudes.

Até Mais!!!

Padrasto gostoso e safado!

dezembro 19, 2006

Depois que minha mãe se separou de meu pai, nossa relacao sempre foi maravilhosa, uma amigona mesmo, apesar de ser filho unico fui criado muito sem frescuras e com total liberdade, minha mãe e maior gata (não tenho complexo de Edipo não…) e sempre teve namorados, nunca me importei e um belo dia estava em casa relaxando curtindo um jogo de futebol na televisao, quando minha mãe entra em casa e me apresenta seu novo namorado, novo mesmo pois o cara tem mais ou menos minha idade, tenho 23 anos e o cara tem 28 anos, Rodrigo e o nome dele, sou muito brincalhao e safado logo tirei o maior sarro:
_Porra mãe tu me traz um guri pra dentro de casa!
Rodrigo ficou meio sem jeito pois e meio “Mauricinho”, minha mãe me conhece e logo caiu na brincadeira e explicou pro Rodrigo que eu estava tirando sarro, papo vai e vem logo ficamos amigos o cara era bem legal.
_Senta ai meu, tu tá a fim de uma ceva?
_Pô meu so se for agora!
Como eu e minha mãe moramos sozinhos e não temos algum problema estava só de cueca pois o calorão tava grande, quando levantei senti que o carinha me devorou com os olhos, achei estranho mais possívelmente estava achando diferente o fato de estar tão a vontade.
_Fala ai Rodrigão pra que time tu torce?
_Grêmio toda vida!
_Porra meu tu e dos meus então, gente boa!
Minha mãe é medica obstetra e seu celular tocou, era uma paciente que estava pronta pra parir o moleque, minha mãe pediu desculpas mas deveria ir ate o hospital, me beijou, beijou o Rodrigo e saiu nos deixando sozinhos.
_O cara pode tirar a camisa meu, ta muito quente, fica na boa ai, pega outra ceva se tu tá a fim!
_Com certeza!
O cara tirou a camisa, os sapatos e foi buscar outra ceva, que corpão o cara tinha, coxão, bundão e um peitão louco.
_Ai Joao, gostei de ti cara e muito obrigado por não criar situação nenhuma pelo fato de ser mais jovem que tua mãe!
_De boa cara, so faz ela feliz e não sacaneia que tá tudo dez!
_O meu que baita peitoral tu tem heim? Malha todo dia?
_não, so três vezes por semana, é que sou do time de remo do meu clube e tu? perguntei.
_Todo dia!
_E ta malhado mesmo, brinquei.
Conversa vai e vem nos conhecendo melhor, ficamos cada vez mais relaxados e eu reparava que o cara não tirava os olhos do meu pau que, a certa altura estava quase todo pra fora da cueca, isso comecou a me dar um tesao doido e não pude mais disfarcar o tesao, Rodrigo percebeu e falou:
_Pelo visto não e so teu peitoral que é grande!
_O cara tu fica olhando pro meu pau e quer o quê ? Ninguém é de ferro, respondi.
_Deixa eu te ajudar e resolver esse problema!
_Que isso cara, que viadagem e essa meu?
_não e viadagem meu é só tesão entre caras!
_Pois pra mim é nunca curti cara! Falei puto da vida porque nunca tinha transado com outro cara nem pensava, achava legal quando ia mijar nos banheiros da balada e os outros carinhas ficavam olhando, até me excitava mas dai transar?
_O João na boa sou um cara sem preconceitos e fiquei com puta tesao em ti meu!
Falando isso começou a chegar mais perto e pegou no meu pau que apesar de estar indignado estava duraço e pulsando, deixei pra ver que rolava, o carinha tinha uma mão gostosa, forte mas delicada e me olhando no olho, foi punhetando meu pau, deixei porque estava muito gostoso.
_Isso ai meu relaxa que vai ser legal, disse ele, caindo de boca na minha jeba começou um boquete que há muito tempo não sentia, nem minha gata faz melhor, engolia todo meu cacete, que não é pequeno, engasgava mas continuava o trabalho, me boquetou por um bom tempo e eu nas nuvens!
_Vem aqui no teu padrasto vem chupa aqui vai!
_Porra meu nunca fiz essa merda de chupar pau não!
_não é difícil, é só fazer como fiz em ti!
Cai de boca no pauzão do Rodrigo, no começo me perguntava, que merda estava fazendo mas logo estavamos num 69 bom pra cacete, ate que resolvi investir no cuzinho dele, sempre fui tarado por cu, arrancando um suspiro do carinha que entregou todo jogo.
_Ai João, me amarro num macho chupando meu cu, fico louco mesmo meu!
Chupei aquele cuzinho quente, sem pelos e rosado como se fosse uma buceta virgem, enfiava minha lingua até o talo, o cara gemia e se contorcia.
_Vem botar no cuzinho do pai vem!
Fiquei louco com isso e perdi toda resistência e fiquei muito sacana, botei o carinha no sofa e fui metendo de frango assado, que tesão ver aquele carinha me olhando, gemendo e pedindo pau, aqueles peitos, meti mesmo até o cara me puxar e mesmo com o pau entalado no rabo mudou de posição ficando de quatro com o rabão todo empinado e rebolando, o cara gemia, chorava, gritava de tesão e eu também, gozamos feito loucos e comemoramos nossa nova amizade, que dure um bom tempo pois, é muito bom e gostoso meu padrasto!

Dando cano no policial

dezembro 16, 2006

charles_xavierxx@hotmail.com

Oi gente… Eu adoro fazer relatos ficticios pornos… Então eu tenho um bocado de histórias, e resolvi postar essa aqui, é sobre um policial, que ao visitar a casa de paulo, teve uma tarde maravilhosa… espero que gostem… Se alguem comenta aqui eu posto outras das minhas histórias…

Campainha toca, Paulo. Um homem, malhado, e um pouco queimado de sol, estava apenas com um calção e segue para atender a porta…. Era um policial de mais o menos 1,70, fardado, e com óculos escuros…

-Sim… – Diz Paulo…
-Você é Paulo Rocha? – Fala o policial com um papel na mão
-Sim sou eu mesmo… O que posso ajudar policial… Tony… – Diz lendo em sua farda.

O policial que ate então não tinha reparado no moço, começa a examina-lo… Olha o peitoral do rapaz e fica um tempo a apressiar seus mamilos e seu corpo bem definido… Depois fita as cochas do rapaz, e o volume que estava dentro do calção…

-Tenho uma multa para o Sr. Rocha… – Diz nun tom irônico o Policial…
-Multa… Mas não pode ser… – Ele pega o papel das mãos do policial… – O que??? Quinhentos Reais???
-Você cometeu várias infrações sabe moço… Ai deu nisso… – Diz passando as mãos no ombro de Paulo…
-Mas eu não tenho esse dinheiro…
-Bem… Agente pode entra para conversar sobre o dinheiro… Hoje é minha folga mas eu tinha que ter feito isso ontem… Então estou exausto… Se me deixar entrar podemos discutir uma forma de pagamento…
-Claro… Claro… – Diz saindo da frente da porta pro policial passar… Ao ver o policial passando, da uma boa fitada na bunda do oficial, E quando Tony percebe, ele tenta disfarçar…

Os dois se sentam no sofá…. E o policial faz uma cara tentadora… E fica se movendo lentamente…
-Como sugere que eu pague isso policial? – Dizia Paulo sacando as intenções de Tony…
-Pode ser de várias maneiras… – O policial se aproxima um pouco de Paulo e põe sua mão sobre a cocha grossa do rapaz…
-Acho que sei como você quer que eu pague… – Ele pega a mão do policial e a põe sobre seu calção fazendo-o sentir seu membro que pulsava mais e mais…

Tony, com a mão livre passou sobre a nuca de Paulo, e o beijou intensivamente… Sua lingua percorria todo o queixo de paulo, ate chegar a sua boca, e quando chegava, ele o beijava como se aquilo fosse vital para sua sobrevivência… paulo, apenas deixava tony conduzir a situação, e passava as mãos pelo corpo do policial com uma vontade imensa de rasgar aquele uniforme…
-Eu quero ser sua… – Gemia o policial e depois voltava a passar a língua pelo rosto de Paulo…
Paulo com muito esforço tirou Tony de cima dele, e começou a desabotoar a camisa do policial…
-Quero ver você peladinho… – Dizia Paulo mordiscando a orelha de Tony ate retirar o ultimo botão…
Depois dos botões abertos, Tony retira sua camisa, e arranca sua calça o mais rápido que consegue… E fica apenas com uma cueca muito pequena… E por Tony ter uma bunda grande e deliciosa fazia a mesma ficar com uma boa parte aparecendo… Paulo não agüentou aquela tentação… Puxou Tony pelo pescoço e o beijou com muito voracidade… Depois colocou sua mão no cabelos de Tony, e fez o mesmo chupar todo o sue pescoço, e foi descendo cada vez mais… Fazendo ele lamber seu abdômen e chupar seus mamilos …

Depois de Tony percorrer toda a parte superior do corpo de Paulo… Paulo com a mão ainda nos cabeços de Tony… Fez a boca dele parar no enorme volume no calção… Onde Tony chupava com muita vontade o pinto de Paulo ainda no calção… Tony chupava com cada vez mais vontade… Adorava sentir aquele volume pertinho da sua boca… Ate que Paulo abaixou o calção e pois aquele pau para fora… Tinha apenas uns 18 cm, mas era bem grosso… Tony… Chupava aquele pau com muito vontade… Ficava chupando e chupando sem parar… Ele chupava, ate engasgar… Depois tirava da boca e chupava ate chegar as bolas, e mamava nas bolas por um tempo E depois começava de novo… Ate que Paulo, tirou seu pênis da boca de Tony, e enfiou sua língua dentro da boca de Tony… E deu um beijo muito gostoso…

-Quero a sua bundinha… – Dizia na orelha de Tony…
-Ela vai ser toda sua… – Tony abaixa sua cueca… E esfrega ela pelo corpo de Paulo… ate que ele sobe em cima de Paulo, ficando de frente para o mesmo… E bota seu cuzinho bem perto do pau de Paulo… Que pulsava de tanto prazer… – Me faz seu… Me faz…
Nisso Paulo segurou na cintura de Tony, e o empurrou com tudo para baixo, fazendo seu pau entrar por inteiro de uma só vez…
-Ahh… Isso Minha putinha… Agora rebola vai…
A dor foi tanta que Tony foi levantar… Não conseguia nen falar… Mas Paulo o segurou com força e continuou estocando cada vez mais e mais na bunda de Tony… Tony gemia de dor e prazer… Mas não conseguia sair dali… Ate que foi se acostumando a dor… E foi rebolando devagar sobre a tora de Paulo…
-Ahhh… Delícia… – Diz Tony rebolando cada vez mais agilmente…
-Isso sua putinha rebola vai… Vou te enraba o dia todo… – Dizia empurrando a cintura de Paulo bem pro fundo…
Tony rebolava mais e mais… E de cada rebolada, dava um beijo quente em Paulo… Ate que ele conseguiu sair dos braços de Paulo… E se jogou no sofá…

-Quero que me coma de 4
-Vai se um prazer… – Ele chega perto da bunda de Tony, da um tapão nela com toda a força que possui…
-Ohhhh – Gemia Tony
-Agora você vai aprende sua puta…

Ele mira no cu de Tony, e enfia com tudo, vai enfiando e enfiando, põe suas mãos no ombro do rapaz, e traz o corpo dele todo para seu pau…. Tony gemia, era forte a dor, mais o prazer o tomava por um todo… Ele ia pra trás, e rebolava enquanto Paulo o fida e dava fortes tapas na bunda de Tony… Até que ele empurrou a cabeça de tony pro sofá, fazendo a mesma colar lá, e sua bunda ficar mais alta, ele se levantou e começou a fode-lo mais e mais… Ele pulava, e dava uns tapas na bunda de Tony a cada estocada, como se tivessi nun rodeio, e o Tony fosse o touro, e ele o montador querendo o prêmio, gozar dentro de Tony…
-Ta na hora do leitinho… Sua puta…
-Me dá… Me dá… – tony tirou a bunda da tora de Paulo, e começou a chupar o pinto dele de novo, e a bater uma para si próprio, até, que Paulo gozou na cara de Tony e esparramando aquela goza pelo rosto do policial… Que lambia sem desperdiçar nenhuma gota… Depois Paulo, bateu uma pra Tony, Que depois de pouquissimos segundos, ja estava gozando…

Depois disso, o Policial, levanta com voracidade, e pede para tomar um banho… Paulo ainda ofegante, balança a cabeça, e fica la deitado no sofá, acariciando seu pau…

Intantes depois, tony chega ja vestido, e com o cabelo molhado, e espetado para cima…
-Ja tomo banho? – Dizia com cara safada Paulo
-Ja sim… Valeu pela ducha… E pelo dia divertido que tivemos…

Paulo, ainda tava cheio de tesão, mas percebeu que por hoje ja tinha dado o suficiente pra Tony… E principalmente ao ver Tony saindo pela porta…
-Tony…
-Sim… Há… Ja tinha me esquecido – Ele pega a multa do bolso, rasga no meio, e joga no chão, manda um beijo pra Paulo, e sai para sua viatura. 

Eu e meu professor descobrindo coisas novas juntos

dezembro 10, 2006

gostoso_d2@hotmail.com

Para muito gente ser gay é como a cor da pele, ou você é branco, preto, amarelo, ou albino. Não há meio termo. Se nasceu de um jeito, jamais ficará de outro. Minha opinião sobre esse assunto é totalmente diferente. Claro, esse fator “gay” pode ser ligado ao nascimento, talvez em alguns casos isso já nasça junto com o indivíduo, mas em outros casos pode ser que ocorra ao longo da vida. Esse é meu caso…

Moro em Curitiba-PR, para quem não sabe, uma cidade fantástica. Muito gente diz que o povo daqui é ignorante e chato, mas não é totalmente verdade. É um povo curiossísimo e muito acolhedor. Basta alguém cair em algum lugar ou precisar de qualquer outro tipo de ajuda que surge muitas pessoas dispostas a ajudar.
Eu me chamo João Vítor (nome verdadeiro tá, não tenho nenhum medo, existem mihlões de João Vítor por aqui)… Tenho 19 anos… Já me considero meio velho, imagine quando eu tiver 40?!
Não sou muito bonito, e sempre admiti isso. Algumas pessoas concordam comigo, mas outras, amigas minhas e outras garotas, dizem que eu tenho cara de safado e que deixo elas de pernas bambas. Interessante, elas realmente não me acham bonito, mas me acham atraente… Oo
Eu sou loiro, com um cabelo finíssimo que parece de bebê. Minha avó sempre me disse que vou ficar careca cedo como meu falecido avô. Meus olhos são castanhos esverdeados, meio loucos, pois dependendo do meu humor ficam verdes. Tenho 1,74 de altura (considero-me muito baixo) e 64 kilos… Sim, sou magro.
Lógico que aconteceu algo comigo, pois se não eu não estaria aqui nesse site contando tudo isso a vocês. O mais estranho, contudo, é que, como muitas pessoas, eu não estou com medo, magoado ou tentando esconder tudo de mim mesmo, muito pelo contrário.
Como trabalho o dia todo num shopping como vendedor, tenho que estudar à noite. Estudo perto do meu serviço mesmo, num cursinho pré-vestibular. Lá tenho muitas amigas… Sim, tenho muito mais amizades com mulheres do que homens. Muita gente por lá acha que eu sou gay… Nunca fui afeminado e nunca tive atração por homens… Minhas amigas me defendem, mesmo por que já fiquei com todas elas, mas mesmo assim todo mundo me enche o saco…
O mais estranho, contudo, é que não me irrito quando me chamam de gay. Eu viro e falo com a maior naturalidade do mundo: “infelizmente eu não sou gay não, e não preciso provar isso a ninguém”… É, isso quebra muita gente. Para que todos querem me ver chorando, desmunhecando, brigando ou sei lá o que mais…
Meu primeiro “caso” homessexual não foi bem um caso e eu não considerei-o como homossexual. Estranho, não é?!

No meu cursinho eu me destaco entre os demais alunos nem tanto por notas, mas pela amizade com os professor. Meio estilinho puxa-saco, sempre tive muitas amizades com professores. SOu daquele tipo de aluno que sempre estã com um sorriso quando o professor entra na sala, sempre tem uma piadianha na ponta da língua… Pois bem…
Como já deve estar sendo previsivel, o “caso” que citei acima tem algo haver com um professor meu. O nome dele é Ricardo (esse nome sim é fictício). Tenho aulas com ele desde que estava na sétima série… Quando cheguei ao terceiro ano, o ditocujo continuo a me dar aulas… E o pior é que eu gosto dele, da matéria, história, que amo… Ele é muito bacana, sabe, um professor amigo, que ajuda os alunos, tem um bom papo… Mas falando agora fisicamente… Ele tem vinte e oito anos, sei exatamente por que em quase todos os anos minha classe fazia uma festinha de aniversário para ele… É loiro, com um cabelo meio esquisito, tipo americano… Pra ser sincero ele tem mais cara de aluno do que professor…
Eu nunca percebi nada de estranho nele, assim como não percebi em mim. Sempre fomos amigos e simplesmente isso. Até falávamos sobre mulheres, as namoradas dele e minhas e talz… Mas nesse ano tudo começou a mudar…
Esse tudo começou a mudar teve início num dia em que eu voltava da aula de educação física (sim, aqui graças a Deus tem essa divina matéria, mesmo no cursinho)… Como adoro jogar volley (outro motivo para acharem que sou gay), fui ao banheiro no fim da aula me lavar e voltei para a sala como a maioria das pessoas que praticavam esportes: todo suado, com a camiseta nas costas para chamar a atenção das garotas da classe antes dos professores ralharem com a gente e termos que vestir as camisetas…
Eu não tenho um corpo lindo, musculoso, como já disse sou magro. Sou bem peludo, puxei isso do meu pai, e minha amigas acham minha barriguinha peluda “sexy”… Realmente não entendo isso… Quando entrei na sala o professor Rodrigo já tava explicando algo sobre a guerra fria… Ele olhou pra mim direto nos olhos, e em seguida desviou o olhar pra minha barriga, rapidamente disfarçando… Olhei a isso sem achar nada de mais, afinal professores não gostavam quando os garotos chegavam assim dentro da aula.
– Vítor… Põe logo essa camiseta e sente!
Obedeci, tudo estava como sempre. Sentei ao lado das minhas amigas e comecei a assistir a aula. Foi a partir daí que comecei a perceber algo estranho… Uns vinte minutos depois de eu ter entrado o professor passou algumas coisas no quadro e sentou em sua mesa. Às vezes eu percebia ele claramente me olhando, e já estava começando a achar a coisa meio estranha… Ele olhava para mim, disfarçava, olhava de novo… Mexia-se na cadeira meio incomodado com sei lá o que… No fim da aula ele saiu normalmente, mas não sem antes me dar mais uma olhada.
Eu achei que tava ferrado. Achei que ele ia se queixar de mim na diretoria por eu ter entrado na sala daquele jeito. Fiquei preocupado… E somente dois dias depois, em outra aula dele, foi que me aliviei em ver que ele não havia feito nada daquilo…
Era a quarta aula e quando esta acabou saímos para o intervalo. Como de costume minhas amigas saem se quebrando para ir até a lanchonete e não enfrentarem a fila, por isso fiquei para trás. Estava saindo do corredor quando o professor me chamou lá de trás, quando acabava de fechar a porta da sala.

– Vítor…

– ahn… Fala professor.
Eu fui até ele e então voltamos a fazer aquele caminho que eu estava fazendo. Ele segurava como de costume muitos materiais, e parecia meio arcado sob o peso destes.

– Pode me ajudar? – pediu ele com a voz meio sufocada pelo esforço.

– Claro…
Dividimos os materiais e eu o acompanhei até a sala dos professores, recebendo minha vaias por supostamente estar puxando o saco dos professores. Ele guardou tudo no armário e me agradeceu.

– Graças a Deus essa é minha última aula da semana… Tô quebrado…

– Idem… Então eu vou indo, a Josi foi comprar lanche pra mim…

– Espera Vítor, quero falar uma coisa com você.

Novamente fiquei com medo. Ele não era do tipo de pessoa que dizia que precisava falar alguma coisa. Falava e pronto.

– Pode falar…

– Aqui não, vem comigo.

Assustado, segui ele sem saber para onde estávamos indo. Quando percebi, estávamos indo para a garagem, que fica no subsolo do prédio. Não falei nada, mais assustado do que nunca, até chegarmos ao carro dele: um gol bola branco.

Sem falar também, ele abriu a porta do motorista, e em seguida abriu a porta do passageiro para eu entrar. Entrei e esperei a bomba cair sobre mim.

– É meio confuso falar sobre isso…

– Isso o que?!

– Nao quero que você fique bravo comigo mas…

– Fala logo, se for notícia ruim diga! – eu falei com nervosismo. Por que ele me levara até lá para contar aquilo?

– É que… Bem…
Ele estava hesitando… E isso não era muito normal para ele… Como já falei, ele era bem direto.

– Vítor… É que eu estou me sentindo atraído por você…

Se ele tivesse dito que eu estava reprovado eu teria ficado menos surpreso. Arregalei os olhos e continuei olhando para ele, sem palavras.

– Você é gay? – perguntei sem rodeios.

– Nãããão… – disse ele arrastando a negativa. – Nunca fui… E nem nunca senti atração por homens… mas agora…

Era estranho, mas eu estava começando a sentir uma coisa fiderente naquele momento. Além da incredulidade e da surpresa, uma coisinha começava a aumentar. Eu encarava aquele homem sentado ao meu lado, respirando meio rapidamente, sinal de nervosismo.

– Desculpa Vítor, mas vou ficar louco se não fizer isso…
Sem mais nem menos ele colocou a mão em cima da minha perna e subiu-a suavemente até chegar ao meu pau. ele não estava duro, ainda não… Senti um fogo se apoderar de mim, como se eu estivesse a ponto de explodir… Pouco tempo depois meu pau já estava duríssimo.
– Não fale nada… – disse ele quando eu abri a boca para falar.
Lentamente ele abriu o zíper da minha calça jeans e tirou meu pau para fora. Comecei a tremer de medo, surpresa e tezão. Como o carro estava fechado aquele cheiro de pau (o normal, sem nada de sebo) invadiu meu nariz.

– Prof…
Mas antes que eu terminasse a frase ele já encostava lentamente a lingua na cabeça do meu pau. Quase gritei de tezão. Eu era virgem, ainda não contei, e o único contato sexual que já tive foi com uma ex-namorada, mas não passava de contatos manuais…
Ele começou a chupar meu pau… Confesso que estava uma delícia… Olhei para os lados para ver se não vinha ninguém… Não, estava tudo muito calmo.

– Tá gostoso? – eu ouvi ele falar enquanto estava de olhos fechados apreciando aquela boca.

– Táááá… Continua…
Ele continuou chupando meu pau por algum tempo até eu começar a dar sinais de que ia gozar. Não queria gozar na boca dele… Não… Mas não deu tempo…
Eu gozei muito. E ele aparentemente engoliu. Ainda com meu pau na boca, ele tirou o pau dele para fora e bateu a punheta mais rápido que já vi na vida, melando além da roupa o banco e o volante do carro.
Muito rápido ele enfiou o pau dentro da calça e analisou toda a sujeira.

– Posso ir? – perguntei assustado com a expressão dele.
Ele não respondeu.

– Posso ir? – repeti.
Qaudno ele me olhou com uma cara de raiva senti medo, abri a porta do carro e sai rapidamente dali. Por sorte ainda não havia tocado o sino e não cheguei atrasado na aula…
O mais estranho é que a imagem daquele pau grande e peludo dele soltando porra não saía da minha cabeça. Será que eu estava virando gay?!!?!?!?!?! Não… Não podia… Ninguém iria ter razão ao ter achado isso de mim…
(Continua)