O golpista

Caio tinha conhecido Yago de uma forma inusitada. Yago era amigo de um garoto de programa profissional. Qual a diferença entre um garoto de programa profissional e outro que não é profissional? Bem, Yago é uma espécie de free-lance, complementa sua renda fazendo sexo com homens por dinheiro. Prostituí-se. Mas, Yago também gosta de transar com homem por prazer. Na verdade Yago gosta de transar, com mulher ou mesmo com homem. Caio conheceu Yago através de Daniel. Daniel sim é um profissional do sexo que se dedica exclusivamente ao trabalho de michê, vive disso. Caio normalmente não precisa se valer de garotos de programas porque é atraente, encantador e tem uma habilidade especial para atrair héteros para suas armadilhas sexuais. Caio tem uma predileção especial por héteros. Daniel precisava tirar fotos para divulga-se na internet, foi assim que conheceu Caio num chat. Yago estava sendo impelido por Daniel a fazer fotos e também divulgar na internet com o objetivo de ampliar os negócios de michetagem. Foi assim que Caio conheceu Yago, fotografando-o. No dia da sessão de fotos Caio transou com Yago aos olhos de Daniel. Daniel parecia ter um interesse todo especial por Yago. Depois desse dia não se viram mais. Mas, Caio continuou mantendo contato com Yago pela internet, pelo MSN. Ficaram amigos.O contato virtual entre eles acontecia quase que diariamente. Yago mora numa cidade distante de Caio uns cem quilômetros, numa pequena cidadezinha, enquanto Caio vive numa metrópole. Eles pretendiam um novo encontro já certo tempo, mas, Yago por causa do trabalho e de constantes dificuldades financeiras, nunca tinha disponibilidade para ir até Caio. Nas conversas virtuais Yago sempre falava do seu desejo de ir embora para a cidade maior, tentar um futuro melhor, onde pudesse estudar, ter um bom emprego e se divertir a valer. Caio, um hábil sedutor de héteros queria um novo encontro com Yago, apenas os dois sem testemunha, como foi com a presença de Daniel a outra vez. Caio teve uma idéia, poderia atrair Yago com a proposta de traze-lo para morar na cidade grande oferecendo um emprego em seus negócios.

Os negócios de Caio não iam bem há alguns anos. Caio vivia de aparência, na verdade estava afundado em dívidas. Contas vencidas e acumuladas, dívidas em bancos, cartões de créditos cancelados por falta de pagamento e outras faturas não pagas. Caio vivia a alguns meses de empréstimos de amigos. Ainda assim, conseguia viver muito bem de aparência e ainda impressionava jovens ambiciosos e fascinados com o prestígio de Caio, graças a decadência financeira devidamente maquiada. Yago era um deles.

Yago esperava mudar sua vida com a ajuda de Caio. Caio esperava apenas atrair Yago para uma noite de sexo intenso. O encontro foi marcado algumas vezes e desmarcado por causa das dificuldades de Yago. Finalmente o encontro aconteceu. Yago chegou ao apartamento de Caio num final de tarde, chegava para passar a noite e ficar até o dia seguinte.

O primeiro momento de um encontro é sempre estranho. Encontros casuais ou começam imediatamente ou correm o risco de não acontecer se houver muita conversa. É o – cala a boca e chupa! Tanto Caio como Yago estavam afim de transar.

Yago vestia uma camiseta baby look que moldava o tórax forte dele e uma calça extremamente justa marcando o pau em repouso do lado direito. Logo o pau começou a ganhar forma mais protuberante dentro do jeans, foi enrijecendo espontaneamente sem o auxílio de Caio. Caio foi ficando animadíssimo com esse sinal de tara do bofe. Caio adora ver uma barraca armada. Caio não esquecia a cena que tinha visto na rua o dia anterior, um garoto andando despudoradamente com uma enorme barraca armada ao sol do meio dia por rua movimentada. Andaram juntos por cerca de duas quadras, lado a lado, Caio não resistiu e abordou o garoto, quase tomou o soco na cara, o excitadíssimo garoto não curtia ser apreciado por viados. Agora Caio tinha Yago dentro do seu apartamento armando barraca exclusivamente para ele. Sentia a respiração ofegar, também estava excitado.

Antes que as coisas evoluíssem, Yago como todo garoto pobre que espera ajuda, chorou suas dificuldades, falou do desejo de vir para cidade maior e sacou do bolso da calça cem reais, duas notas de cinqüenta entre outras de menor valor, disse que tinha aquele dinheiro para pagar alguns dias num pensionato ou para dividir um lugar com alguém. Os olhos de Caio brilharam. Dinheiro. Dinheiro guardado tão descuidadamente, solto num bolso raso da calça. Fácil para perder. Cessadas as chorumelas, Yago ficou em pé diante de Caio que estava sentado no sofá da sala. Caio abriu a calça de Yago e deixou o membro rijo e grosso livre para ganhar mais tamanho. Yago estava usando uma sunga de ir a piscina azul turquesa com estampas brancas em um dos lados, os pelos pubianos estavam cuidadosamente raspados, inclusive os do saco. Ele explicou que tinha uma técnica para raspar o saco, bastava bater uma punheta, o saco encolhia e ficava fácil de passar a gilete sem perigo de cortes. Fazia essa raspagem sacal duas ou três vezes por semana. Dura a vida dos profissionais do sexo ou candidatos a.

Caio abaixou a sunga e meteu a boca no pau de Yago, ainda não estava de todo duro, conseguiu enfiar inteiro dentro da boca, sentiu as duas mãos de Yago afagarem seus cabelos carinhosamente e aos poucos o quadril dele ir fazendo movimentos lentos como se estive metendo. Por alguns minutos mamou naquele macho de coxas grossas e fortes, abdome sarado e pele morena. Os pelos do corpo de Yago eram incrivelmente macios. Suas mãos carinhosas. Depois Yago pediu para que Caio deitasse no sofá de bunda pra cima que ele queria meter na bundinha de Caio a seco. E foi mesmo, Yago conseguiu enfiar a seco no rabinho de Caio. Entrou tudo. Ao contrário do que se imagina nem foi tão dolorido assim, logo os movimentos de entrada e saída eram macios e intensos. Caio gemia gostoso, gostava na verdade de ser tratado como uma putinha. Yago ainda não sabia disso. Mas, estava começando a descobrir. Um sonoro tapa na bunda de Caio o fez gemer mais gostoso e o tesão de Yago aumentou. Meteram em várias posições, Caio em pé apoiado no sofá, no tape de quatro, em cima do sofá na posição de frango assado sentindo o saco de Yago bater forte na sua bunda enquanto Yago socava forte e colocava o pau inteiro dentro de Caio.

Quando Caio não agüentava mais levar cacete na bunda, foram para o banheiro, entraram os dois debaixo da ducha, Caio sentou no chão e ficou olhando Yago, o macho, em pé sobre ele. A água caindo sobre o corpo dos dois. Yago mijou na cara de Caio. Caio sentiu o mijo quente de Yago bater em seu rosto e escorrer pelo seu corpo, sentiu muito tesão. Depois que cessou o mijo Caio continuou mordendo o lábio inferior de tesão enquanto olhava para o pau não mais tão duro, mas ainda grande de Yago. Não gozaram, nenhum dos dois, mas estavam exaustos de tanto meter.

Yago estava cansado, Caio mandou que deitasse no sofá para ganhar massagem. Ele deitou de bunda pra cima, Caio sentou exatamente sobre a bunda dele, derramou hidratante sobre as costas e massageou, massageou as costas, as coxas, até a bunda. Depois percorreu com a língua as partes sensíveis do corpo de Yago, fazendo-o gemer. Muito de leve tocava com as pontas dos dedos toda a extensão do corpo de Yago, que ia adormecendo. Com a mão livre Caio procurou o dinheiro num dos bolsos da calça de Yago que estava jogada ao lado do sofá. Com muito cuidado, não poderia ser pego metendo a mão no dinheiro do michê, michê não, pseudo-michê. Achou, tirou lentamente o dinheiro e jogou embaixo da mesinha de canto que estava ao lado do sofá. Pronto. Com um pouco de sorte Yago iria embora no dia seguinte e só daria falta do dinheiro quando estivesse longe, já seria tarde, poderia ter perdido na rua. Depois disso Caio deitou-se sobre Yago e abraçou com as duas mãos, sobretudo com aquela que acabara de rouba-lo. Depois de descansarem um tempinho, Caio convidou Yago para irem até a cozinha comer uma pizza que ele tinha colocado no forno e que tinha acabado de ficar pronta. Yago comeu com apetite, a pizza.

De volta a sala, Caio deitou num dos sofás e Yago que estava só de sunga, começou dançar para Caio como se fosse um go go boy. Rendeu-se aos elogios de “gostoso” e “meu macho” que Caio fazia, aproximou-se e abaixou a sunga, colocou o pau pra fora, pegou Caio pelos cabelos e o fez chupar o pau que já estava muito duro e melado. Caio engolia até onde dava, sentia a cabeça ir lá na sua garganta, quase engasgava, não queria parar. Queria mais rola. Yago gozou na cara de Caio. Espalhou a porra com o próprio pau, pela testa, nariz e face de Caio. Caio que ainda não tinha gozado, enquanto Yago se recuperava na janela, se masturbava olhando para bunda dele dentro da pequena sunga azul turquesa. Yago sentou no sofá, colocou a cabeça de Caio no colo e disse palavras carinhosas – “goza gatinho”. Caio gozou, recebendo carinho na cara gozada, com porra ressecada de Yago.

Depois que Caio lavou o rosto e removeu a porra de Yago da cara, saíram. Antes quando estavam quase deixando o apartamento, Yago já vestido com a calça, deu por falta do dinheiro. Caio se fez de desentendido, sugeriu que ele procurasse no chão, deveria ter caído quando jogou a calça. Yago recuperou o dinheiro que estava de fato caído embaixo da mesinha e foram a um bar alternativo. Yago é o tipo apreciado por gays, não havia um que não desse uma boa olhada, medindo Yago dos pés a cabeça, Caio sentia-se muito satisfeito, aquele bofe era dele. Caio bebeu uísque, Yago Coca Cola, porque não bebe nada alcoólico. No bar, Caio reclamou de um negócio que deu errado e pelo fato de ter ficado sem dinheiro para saírem para dançar, mas se Yago emprestasse aqueles cem reais por dois ou três dias poderiam ir a uma boate dançar, claro, Caio bancaria tudo. Yago topou. Emprestou o dinheiro para Caio.

De volta ao apartamento para trocarem de roupa e irem para a boate, Caio emprestou uma camisa para Yago, a calça que ele usava era perfeita, Caio sugeriu que fosse com ela. Antes de saírem rolou mais uma chupeta, Yago demorou, mas gozou algumas gotas de porra, dessa vez não houve porra para espalhar pela cara de Caio. Tomaram um táxi e foram para uma noitada. Yago logo tirou a camisa e dançou muito à vontade, exibindo seu corpo moreno e escultural na pista de dança de forma sensual e muito provocativa. Nem é preciso falar que Yago sofreu muitos assédios, mas estava acompanhado. Caio não tinha dúvida alguma que em outra circunstância Yago deixaria muitas bichas chupa-lo no dark room.

Chegaram em casa quando estava quase amanhecendo, cansados. Dormiram na mesma cama. Yago tinha prometido uma surpresa para Caio quando acordassem. Caio dormiu não vendo a hora de acordar. Acordou antes de Yago, ficou esperando a surpresa, viu que Yago estava com o pau extremamente duro dentro da sunga azul turquesa. Abaixou a sunga e chupou o pau de Yago, depois sentou em cima e cavalgou lentamente, depois mais rápido e por fim parecia uma amazona em fúria galopando com seu garanhão. Yago tomou uma atitude, segurou Caio forte, mudou de posição, colocou Caio de quatro e montou sobre ele, invertendo a situação, agora era Yago que cavalgava ferozmente sobre sua égua indomada. Tapas sonoros na bunda de Caio, puxões de cabelo e ordens para gemer mais forte. Caio estava sendo domando. Depois de meia hora enrabando, Yago notou que Caio tinha cagado no seu pau, de tanto que foi socado. Foram para o banheiro e continuaram metendo embaixo da ducha. Quando Caio não agüentava mais, deitou-se de costa no chão do banheiro e ficou vendo Yago se masturbar violentamente, os músculos do corpo inteiro se contraiam. Yago gemia. Finalmente o jato de porra, porra caiu sobre o corpo de Caio. Depois de mais um tempo Yago deu um banho de mijo em Caio. Tomaram banho juntos, se abraçaram, um longo beijo de língua. Estavam saciados. Yago sem saber tinha financiado uma noite de prazer intenso para Caio.

Beto Wocikieviz
08.04.2005


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