Estudante de direito realizou minha fantasia…

guto_esfer@hotmail.com

Meu nome é Juliano, sou advogado e namoro há três anos com uma loira linda que amo mais do que tudo.
Apesar desse amor, de uns dois anos pra cá comecei a ter vontade de experimentar um homem. Sempre fui hetero, e continuo adorando mulheres, porém queria algo diferente.
Entrava sempre em bate-papos gay, e percebi que minha fantasia era ser totalmente passivo, pois a idéia de ser ativo com um homem não me atrai de forma alguma.
Tenho 26 anos, sou branco, 1,79m e 78kg, bunda grande e quase não tenho pêlos.
Em março deste ano, numa festa da faculdade de direito onde estudei, conheci um rapaz, Stefano, que estava no quarto ano, eu já era formado há um ano. O local da festa era um ginásio enorme, com cenários grandes, e era muito escuro. Um cenário perfeito para o que se seguiu.
Stefano é muito bonito, cerca de 1,86m, musculoso, é o cara “pegador”, sempre com mulheres bonitas.
Ele começou a falar as putarias que fazia com mulheres, que adora surubas, e achava que no sexo valia tudo.
Aproveitando a deixa, provoquei, respondendo: “aposto que não vale tudo, não”.
Ele repetiu que som, eu retruquei, “tudo menos transar com homem né!”
Pra minha surpresa, ele, sério, respondeu: “pra mim vale tudo mesmo!”
Eu questionei: mas você comeria a bunda de um cara? Ele disse que sim, inclusive quase havia feito isso uma vez, mas a namorada do cara atrapalhou, e desde então ele tem esse desejo.
Nessa hora, um tesão enorme percorreu meu corpo, ainda mais porque notei que ele estava de pau duro por baixo do bermudão.
Esse tesão me deu a coragem, e eu disse trêmulo: “e se eu disser que minha vontade é dar a bunda prum macho gostoso como você?”
Acho que ele já havia desconfiado das minhas intençoes, porque respondeu apenas com um “vem comigo”.
Sem pegar na mão nem nada, pois havia muitos conhecidos na festa, segui Stefano até debaixo de um dos palcos, àquela hora já vazio porque a banda que tocara lá já havia ido embora.
O palco tinha uma armação de metal, e cobertura de lona, era quase uma “cabana” escura e, portanto, discreta.
Debaixo daquele palco senti mais liberdade para realizar minhas fantasias, e apliquei um tremendo beijo em Stefano, que correspondeu prontamente, inclusive pegando firme na minha bunda.
Em instantes eu já estava totalmente pelado, Stefano permaneceu vestido.
Abri o velcro de sua bermuda, e comecei a punhetá-lo. Instantes depois, resolvi cair de boca, e confesso que adorei a sensação de um pinto na minha garganta.
Perguntei se poderia ir até o fim, ele respondeu que sim, pois costumava gozar bem mais de uma vez.
Então chupei aquele caralho grande e grosso, acho que cerca de 19cm, muito cheiroso. Me surpreendi com minha própria habilidade de causar prazer num homem; eu procurava chupá-lo como algumas de minhas namoradas me chupavam, e surtiu muito efeito minha dedicação.
Stefano me segurava pelos cabelos, e gritou quando ia gozar. Abri bem minha boca e recebi toda aquela porra quente, deixei escorrer um pouco pelo canto da boca, só pra me sentir uma putinha e provocar aquele homem delicioso.
Depois de ele gozar, durante cerca de 10 minutos ficamos nos beijando, Stefano apertava forte minhas nádegas, e introduziu o dedo médio no meu cu.
Fiquei de pé, segurando num dos canos da armação metálica, com minha bunda empinada, e o rapaz lindo agachou-se e começou a me lamber o cu.
Senti um frio na barriga, meu pau subiu na hora, e após lubrificar meu buraco, ele enfiou um, dois, três dedos, eu gemia de prazer.
Percebendo que seu pau já estava enorme de duro novamente, pedi: “Vem, tesudo, come minha bundinha com seu pauzão, vem!”
Ele respondeu levantando-se e beijando minha nuca, ao mesmo tempo em que posicionava seu pinto no meu anel que piscava.
Agarrou minhas ancas e começou a pressionar. Ele era realmente muito carinhoso e isso só aumentava meu tesão.
Eu falava coisas que sempre imaginara mas nunca tivera coragem.
“Que delícia meu gatinho… que pau gostoso… isso, me come assim mesmo… come sua cadelinha… quero ser sempre seu…”
Ele s´´o respondia dizendo o quanto eu era gostosA(isso, como se eu fosse a mulherzinha dele), tesuda, que bunda era aquela.
Nessa altura todo o cacete dele já havia encontrado a ccarne de meu cuzinho, e ele bombava a pica cada vez com mais força.
Vinte minutos depois, ele gozou dentro de mim, conforme eu supliquei em meio a gemidos. Foi simplesmente a sensação mais fantástica que eu já tive até hoje. Beijei-o sofregamente, e limpei seu pau com minha língua.
Ficamos conversando mais um pouco sobre a experiência, eu já vestido mas ainda debaixo do palco.
Ele disse que ia embora, antes disso eu quis chupá-lo mais uma vez, e ele deixou. Dessa vez demorou mais, pois ele já havia gozado duas vezes, e mesmo sendo a terceira me impressionei, pois ainda saiu bastante porra, da qual engoli um pouco, e o resto passei pelo meu rosto, pois naquela altura eu já incorporava a puta que havia dentro de mim.
Depois dessa noite, ficamos meses sem nos falar, até que, súbito, Stefano me ligou, há cerca de quatro meses, dizendo que não me tirava da cabeça.
Eu respondi que sentia também muito a falta dele, mas não ligava por medo que atrapalhar, já que ele também namora firme.
Na conversa resolvemos voltar a nos ver, e isso tem acontecido uma vez por semana. Eu e ele dissemos às nossas respectivas namoradas que temos um “curso” uma vez por semana na faculdade, quando na verdade nos encontramos toda quarta-feira em um apartamento que Stefano ganhou do pai, já falecido, e cuja existência sua namorada desconhece.
Portanto, uma vez por semana, sou a putinha do Stefano, considero-o meu amante, pretendo casar-me com minha namorada, mas continuar com ele.
Nestas quartas-feiras, realizo minhas mais secretas fantasias, e o apartamento guarda as roupas que Stefano compra para eu usar, como cintas-ligas, tangas, shortinhos e mini-saias.
Estamos estudando montar um escritório juntos, quando ele se formar, e é claro que farei sempre hora extra com meu “sócio” gostoso!


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