Um filminho com o meu cunhado

Hoje eu estou inspirado para contar as minhas aventuras. Não são fictícias. Eu realmente as vivi. Da outra vez, contei a minha aventura com o meu cunhado e com Daniel (outro amigo). Dessa vez, eu vou contar o que aconteceu quando o meu cunhado me chamou pra assistir um filme na casa dele.
Estava eu na minha casa, morávamos bem próximos um do outro. Antes mesmo de ele começar a namora a minha irmã, ele já era meu amigo. Sempre saíamos juntos, jogávamos vôlei, etc. Depois do que acontecemos entre eu e ele na cidade dele, nós passamos a ser mais companheiros um do outro. Certo dia, eu estava em casa, quando ele chega e me chama pra ir na locadora alugar um filme com ele. Aceitei e fui junto com ele. Lá chegando, ele logo pediu a pasta que tinha os títulos dos filmes pornô ao balconista. Enquanto isso, eu estava vendo os filmes de aventura que ainda não tinha visto. Foi quando ele me chamou pra ver um filme que ele já tinha visto a muito tempo e que gostaria de assistir novamente. Eu disse: de novo! Ele me falou que era um filme da porra e que eu iria gostar. Não relutei! Locamos o dito filme e fomos pra casa dele que não tinha mais ninguém. A mãe dele estava na Igreja e demoraria a tarde inteira.
Assim que chegamos, ele me disse que não queria pipoca, pois o filme dava outro tipo de fome. Eu só fazia rir. Como se não tivesse entendendo nada. Então fomos pro quarto dele, onde o vídeo já estava instalado e em frente a cama dele. Ao lado da cama dele tinha um bicama horrivelmente desconfortável. Mas fazer o que?! Ele colocou o filme e começamos a assistir. Me lembro como se fosse hoje. Ele tava sem camisa e com uma bermuda amarela estampada bem justa. Eu tava de camisa e com um calção de nylon. O danado do filme não tinha muita história, sempre as coisas começavam sem pé nem cabeça. Praticamente o povo começava a trepar e pronto. Mas o pouco de diálogo que tinha já era bom. Eu fiquei um tempo deitado do lado dele. Sendo um em cada cama. Só que a minha era desconfortável. Então eu me sentei na cabeceira pra descansar um pouco a coluna. Quando olho, vejo a rola dele quase saindo da bermuda de tão exitado que ele tava. Até brinquei dizendo: Esse filme ta é bom num ta velho? Ele respondeu: E como ta! Vê só! Eu gelei por um instante. Acho que nem da primeira vez, eu fiquei tão nervoso. Mas a coisa continuou. De repente ele fala que vai na cozinha buscar alguma coisa pra comer. Eu brinquei dizendo: Tu num disse que o filme dava fome de outra coisa! Ele então me disse mostrando o instrumento dele duraço: Olha só como Júnior está de tanta fome! Eu me fiz de desentendido.
Fomo então na cozinha procurar alguma coisa pra comer. Só achamos um bolo que a mãe dele tinha feito pela manhã. Ele então disse: Não ta com fome não? Eu respondi: Tô e como tô! Ele falou: Olha só o meu indicador de fome! E lá estava o danado duraço novamente. Quase pulando da bermuda. Eu cheguei perto e passei a mão de leve, só pra vê o grau de dureza da coisa. Ele estremeceu com isso. Falei pra voltarmos ao filme, senão a mãe dele voltaria e não terminaríamos de assistir. Ele voltou com um cara de safado da porra.
Quando voltamos pro quarto, resolvi ficar mais perto dele. Dessa vez, fiquei junto dele, mas sentado no chão entre a cama que eu estava e a dele. Ele perguntou porque ia me sentá ali. Respondi que o chão era mais confortável que aquela cama fulera. Ele riu e disse: Cabe mais um aqui. Mas tem que se espremer um pouco. Eu lhe disse: Relaxa! E o filme recomeçou. As cenas vão e vem e ele já devia está pensando que eu não faria nada. Ele não tomava atitude nenhuma. Eu então comentei uma cena em que uma mulher estava fudendo com um negão com uma rola enorme. E olhei pra ele dizendo que parecia com a dele. Do ângulo que eu estava dava pra pegar na rola dele apenas esticando o braço. E ela estava meio fora da bermuda. Já esta meio fora da cueca. Eu pirei quando vi. Olhei pra cara dele e disse:Pelo que vejo, faz tempo que tu não come eim velhinho! Ele riu e disse que desde a data da última festa que fomos. Aquela festinha da padroeira da cidade dele. Eu me espantei e disse: Então vamos matar essa fome logo. Pegue na rola dele por cima da roupa e e fiz pressão pra ela sair. Ela saltou como se fosse uma catapulta. Linda, grande e reta. Com um cheiro de entorpecer. Ele se esticou todo. Se colocou mais perto de mim e ficou passivo novamente. Parecia que ela iria estourar de tão dura que estava. Comecei a punhetá-la bem devagar. E de vez em quando, olhava por filme. Fiz menção de que a rola dele parecia com a do negão do filme. Ele riu dizendo que não era tão grande. Modesto. Ri também e comecei a subir na cama pra poder chupá-lo. Baixei a bermuda dele até os pés e deixei só a cueca. Ele dizia pra eu ir logo, pois já estava estourando de tesão. Aí é que eu ia devagar mesmo! Só pra matar ele de vontade. Massageava! Então baixei a cueca dele e comecei a chupar. Ele tremeu todinho. A rola dele era grossa, mas cabia na minha boca. Chupei, chupei, chupei. Até que ele disse que iria gozar. Dessa vez não quis beber a porra dele não! Queria vê a porra dele voar e melecar tudo. De repente, sai um jato tão forte que chegou a melar a cara dele e o peito. Eu fiquei admirado. Ele riu. Ainda estava em êxtase. Continuava punhetando ele quando parou de pingar gala. Mesmo não tendo penetração ainda, eu ficava estasiado. Ele parou o filme, que ninguém mais estava prestando atenção mesmo. E se levantou pra ir se limpar no banheiro. Fui junto. Lá, ele só fez limpar o pau, que estava todo melado, e o peito. A gala que bateu no rosto dele tinha desaparecido. Acho que ele lambeu em um momento em que eu não tava olhando.
Então, voltamos pro quarto pra frente da televisão. Ele ficou lá com uma cara de satisfeito e eu do lado dele. Ele então me perguntou como era que eu fazia pra lhe dá um prazer tão grande? Ele me falou que nunca tinha gozado tão bem. Eu falei então que era uma técnica fácil. Bastava matar ele de desejo. Não fazia nada muito afobado, que tudo sairia bem. Fui deixando ele com mais e mais tesão. De repente, ele já estava em ponto de bala de novo. Dessa vez, eu fiz diferente. Peguei naquele mastro fantástico, coloquei sobre a barriga dele e comecei a lamber de baixo pra cima. Ele começou a suspirar de novo. Daí eu disse: Ta vendo como é que se faz! É só fazer a coisa com um certo erotismo. Então peguei a rola dele e comecei a fazer um movimento de vai e vem na uretra. Nesse momento a rola dele estava encima da barriga dele, logo a posição foi facilitada. Foi como se fosse uma punheta localizada. Ele começou a se contorcer de novo. Chegou a virar a rola pro outro lado pra não sujá-lo de novo. Mas dessa vez, eu abocanhei ela. Ele gozou de novo, mas dessa vez em minha boca. Já estava ficando acostumado com aquele leitinho quente. Ele só faltou gritar de tesão. Ele riu e disse que adorava tudo aquilo.
Depois desse dia se sucederam outras aventuras. Vou contar algumas que aconteceram com uns amigos nossos. Sempre tive nele um porto seguro. Sou um pouco covarde pra tentar novas experiências. Mas a coisa está mudando. Já estou até tendo coragem de escrever as minhas aventuras aqui. Mas na verdade é até um prazer colocar as minhas aventuras pra que outros vejam. Espero que tenham gostado e aguardem que eu colocarei outros. Abraços.


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