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Um filminho com o meu cunhado

novembro 25, 2006

Hoje eu estou inspirado para contar as minhas aventuras. Não são fictícias. Eu realmente as vivi. Da outra vez, contei a minha aventura com o meu cunhado e com Daniel (outro amigo). Dessa vez, eu vou contar o que aconteceu quando o meu cunhado me chamou pra assistir um filme na casa dele.
Estava eu na minha casa, morávamos bem próximos um do outro. Antes mesmo de ele começar a namora a minha irmã, ele já era meu amigo. Sempre saíamos juntos, jogávamos vôlei, etc. Depois do que acontecemos entre eu e ele na cidade dele, nós passamos a ser mais companheiros um do outro. Certo dia, eu estava em casa, quando ele chega e me chama pra ir na locadora alugar um filme com ele. Aceitei e fui junto com ele. Lá chegando, ele logo pediu a pasta que tinha os títulos dos filmes pornô ao balconista. Enquanto isso, eu estava vendo os filmes de aventura que ainda não tinha visto. Foi quando ele me chamou pra ver um filme que ele já tinha visto a muito tempo e que gostaria de assistir novamente. Eu disse: de novo! Ele me falou que era um filme da porra e que eu iria gostar. Não relutei! Locamos o dito filme e fomos pra casa dele que não tinha mais ninguém. A mãe dele estava na Igreja e demoraria a tarde inteira.
Assim que chegamos, ele me disse que não queria pipoca, pois o filme dava outro tipo de fome. Eu só fazia rir. Como se não tivesse entendendo nada. Então fomos pro quarto dele, onde o vídeo já estava instalado e em frente a cama dele. Ao lado da cama dele tinha um bicama horrivelmente desconfortável. Mas fazer o que?! Ele colocou o filme e começamos a assistir. Me lembro como se fosse hoje. Ele tava sem camisa e com uma bermuda amarela estampada bem justa. Eu tava de camisa e com um calção de nylon. O danado do filme não tinha muita história, sempre as coisas começavam sem pé nem cabeça. Praticamente o povo começava a trepar e pronto. Mas o pouco de diálogo que tinha já era bom. Eu fiquei um tempo deitado do lado dele. Sendo um em cada cama. Só que a minha era desconfortável. Então eu me sentei na cabeceira pra descansar um pouco a coluna. Quando olho, vejo a rola dele quase saindo da bermuda de tão exitado que ele tava. Até brinquei dizendo: Esse filme ta é bom num ta velho? Ele respondeu: E como ta! Vê só! Eu gelei por um instante. Acho que nem da primeira vez, eu fiquei tão nervoso. Mas a coisa continuou. De repente ele fala que vai na cozinha buscar alguma coisa pra comer. Eu brinquei dizendo: Tu num disse que o filme dava fome de outra coisa! Ele então me disse mostrando o instrumento dele duraço: Olha só como Júnior está de tanta fome! Eu me fiz de desentendido.
Fomo então na cozinha procurar alguma coisa pra comer. Só achamos um bolo que a mãe dele tinha feito pela manhã. Ele então disse: Não ta com fome não? Eu respondi: Tô e como tô! Ele falou: Olha só o meu indicador de fome! E lá estava o danado duraço novamente. Quase pulando da bermuda. Eu cheguei perto e passei a mão de leve, só pra vê o grau de dureza da coisa. Ele estremeceu com isso. Falei pra voltarmos ao filme, senão a mãe dele voltaria e não terminaríamos de assistir. Ele voltou com um cara de safado da porra.
Quando voltamos pro quarto, resolvi ficar mais perto dele. Dessa vez, fiquei junto dele, mas sentado no chão entre a cama que eu estava e a dele. Ele perguntou porque ia me sentá ali. Respondi que o chão era mais confortável que aquela cama fulera. Ele riu e disse: Cabe mais um aqui. Mas tem que se espremer um pouco. Eu lhe disse: Relaxa! E o filme recomeçou. As cenas vão e vem e ele já devia está pensando que eu não faria nada. Ele não tomava atitude nenhuma. Eu então comentei uma cena em que uma mulher estava fudendo com um negão com uma rola enorme. E olhei pra ele dizendo que parecia com a dele. Do ângulo que eu estava dava pra pegar na rola dele apenas esticando o braço. E ela estava meio fora da bermuda. Já esta meio fora da cueca. Eu pirei quando vi. Olhei pra cara dele e disse:Pelo que vejo, faz tempo que tu não come eim velhinho! Ele riu e disse que desde a data da última festa que fomos. Aquela festinha da padroeira da cidade dele. Eu me espantei e disse: Então vamos matar essa fome logo. Pegue na rola dele por cima da roupa e e fiz pressão pra ela sair. Ela saltou como se fosse uma catapulta. Linda, grande e reta. Com um cheiro de entorpecer. Ele se esticou todo. Se colocou mais perto de mim e ficou passivo novamente. Parecia que ela iria estourar de tão dura que estava. Comecei a punhetá-la bem devagar. E de vez em quando, olhava por filme. Fiz menção de que a rola dele parecia com a do negão do filme. Ele riu dizendo que não era tão grande. Modesto. Ri também e comecei a subir na cama pra poder chupá-lo. Baixei a bermuda dele até os pés e deixei só a cueca. Ele dizia pra eu ir logo, pois já estava estourando de tesão. Aí é que eu ia devagar mesmo! Só pra matar ele de vontade. Massageava! Então baixei a cueca dele e comecei a chupar. Ele tremeu todinho. A rola dele era grossa, mas cabia na minha boca. Chupei, chupei, chupei. Até que ele disse que iria gozar. Dessa vez não quis beber a porra dele não! Queria vê a porra dele voar e melecar tudo. De repente, sai um jato tão forte que chegou a melar a cara dele e o peito. Eu fiquei admirado. Ele riu. Ainda estava em êxtase. Continuava punhetando ele quando parou de pingar gala. Mesmo não tendo penetração ainda, eu ficava estasiado. Ele parou o filme, que ninguém mais estava prestando atenção mesmo. E se levantou pra ir se limpar no banheiro. Fui junto. Lá, ele só fez limpar o pau, que estava todo melado, e o peito. A gala que bateu no rosto dele tinha desaparecido. Acho que ele lambeu em um momento em que eu não tava olhando.
Então, voltamos pro quarto pra frente da televisão. Ele ficou lá com uma cara de satisfeito e eu do lado dele. Ele então me perguntou como era que eu fazia pra lhe dá um prazer tão grande? Ele me falou que nunca tinha gozado tão bem. Eu falei então que era uma técnica fácil. Bastava matar ele de desejo. Não fazia nada muito afobado, que tudo sairia bem. Fui deixando ele com mais e mais tesão. De repente, ele já estava em ponto de bala de novo. Dessa vez, eu fiz diferente. Peguei naquele mastro fantástico, coloquei sobre a barriga dele e comecei a lamber de baixo pra cima. Ele começou a suspirar de novo. Daí eu disse: Ta vendo como é que se faz! É só fazer a coisa com um certo erotismo. Então peguei a rola dele e comecei a fazer um movimento de vai e vem na uretra. Nesse momento a rola dele estava encima da barriga dele, logo a posição foi facilitada. Foi como se fosse uma punheta localizada. Ele começou a se contorcer de novo. Chegou a virar a rola pro outro lado pra não sujá-lo de novo. Mas dessa vez, eu abocanhei ela. Ele gozou de novo, mas dessa vez em minha boca. Já estava ficando acostumado com aquele leitinho quente. Ele só faltou gritar de tesão. Ele riu e disse que adorava tudo aquilo.
Depois desse dia se sucederam outras aventuras. Vou contar algumas que aconteceram com uns amigos nossos. Sempre tive nele um porto seguro. Sou um pouco covarde pra tentar novas experiências. Mas a coisa está mudando. Já estou até tendo coragem de escrever as minhas aventuras aqui. Mas na verdade é até um prazer colocar as minhas aventuras pra que outros vejam. Espero que tenham gostado e aguardem que eu colocarei outros. Abraços.

Bichas devassas

novembro 25, 2006

Bichinha um
Da minha janela vejo a bichinha que mora no prédio em frente ao meu, o mesmo prédio em que mora o garoto do boné vermelho, chegando. A bichinha tem um namorado, um rapaz mais velho, funcionário público bem remunerado, de vida estabilizada, que parece ser apaixonado pela bichinha que mora numa república estudantil com mais três estudantes. A bichinha é acadêmica de artes cênicas. Até aqui tudo poderia ser perfeito, se a bichinha não fosse uma devassa.
Como das outras vezes, o namorado deixa a bichinha em frente ao prédio e ela nem sobe ao apartamento, espera na portaria mesmo o namorado dar partida no carro e ir embora, ela sai em seguida. Vai para o bar que fica na esquina debaixo para ferver um pouco e galinhar. Às vezes volta acompanhada por algum bofe disposto a sexo causal e animal. Talvez a culpa seja do namorado ou talvez ninguém mesmo tenha culpa.
Bichinha dois>
Ainda da minha janela assisto de camarote um churrasco que rola no prédio ao lado, nesse prédio mora um bofinho que quando está de bom humor se exibe pra mim, e eu babo. O motivo do churrasco é para a bichinha que mora nesse prédio comemorar o apartamento que ganhou do pai. O churrasco está acontecendo na piscina do prédio que fica nos fundos, atrás do prédio, a minha visão é privilegiada. Tenho que confessar que também fui convidado para esse churrasco, mas, compromissos da janela, cuidar da vida alheia, me impediram de ir, uma pena, porque bofes maravilhosos também foram convidados e compareceram ao festim licencioso.
A bichinha não deixou de convidar para festa do apê nem o ex-namorado, um bofe muito gostoso que atualmente não namora mais um gay, voltou a sua origem de hétero. Mas, não trouxe a namorada ao churrasco. E, conforme meu olhar aguçado de águia, estava sendo insistentemente assediado pela bichinha que deveria estar querendo relembrar farras do passado. O bofe tem fama de ser dotadão.
Bichinha um
No bar a bichinha que despachou o namorado para dormir cedo fervia com um michê que deixa fazer uma chupetinha por dez reais e mais algumas cervejas. As cervejas a bichinha já estava pagando, a chupetinha vem depois. O michê na verdade não era um garoto de programa, era um espertinho que se aproveita da situação para lucrar bebida free e uma gozada depois. E, claro, um trocado no bolso, nem que fosse pouco. O michê era adepto da filosofia antes pouco do que nada, sabia que não poderia tirar muita grana de um estudante.
Enquanto a bichinha servia mais cerveja no copo do michê, não conseguia deixar de descer os olhos até a mala do bofe, um exuberante volume era exibido entre as pernas, exprimia-se dentro do jeans justo, muito agarrado nas fortes coxas másculas. O bumbum do michê também chamava atenção, mas eram suas atitudes de macho um tanto quanto vulgar, principalmente as constantes pegadas na mala, que deixavam a bichinha cada vez mais excitada. Tanto é que numa das vezes que foi colocar mais cerveja no copo do bofe se perdeu entre as pernas dele e encheu o copo até derramar sobre o balcão.
Bichinha dois
No churrasco os olhares da bichinha sobre os bofes convidados não eram diferentes, olhares ardentes de desejo, tesão explícito em gestos e palavras. Só mesmo o namorado não percebia ou preferia fazer de conta que nada via. O amor tem dessas coisas, às vezes prefere não ver os defeitos da pessoa amada, outras não consegue suportar a idéia do que seus olhos vêem, preferindo imaginar que é melhor arranca-los da face do que ver a traição e perder o amor traidor.
A bichinha precisou tomar algumas providências junto à churrasqueira para orientar o bofe churrasqueiro que era preciso deixar a grelha num nível mais acima para não queimar a carne por fora deixando crua por dentro, também aproveitou para dar instruções sobre a lingüiça. Para falar da lingüiça a mão boba da bichinha esperta foi parar embaixo do avental do bofe churrasqueiro, indo de encontro ao esperto. Uma bela pegada atrás da mureta que separava a churrasqueira das mesas, ninguém poderia suspeitar da ousadia da bichinha, menos ainda o namorado que estava de costa, apoiado na mureta. Chifrudo.
Bichinha um
Depois de dividir com o michê a sexta garrafa de cerveja a bichinha convidou o bofe pra subirem, subir significava ir embora. Paga a conta, os dois deixaram juntos o bar. Sem cerimônia o michê pediu dez reais, a bichinha riu e propôs uma chupeta básica. Uma chupeta básica significava sexo oral rápido feito na rua mesmo. Já com os dez reais no bolso o bofe se deixou chupar encostado num muro, atrás de uma árvore que deixava o lugar meio escurinho. O bofe estava em pé com a calça aberta, o pau pra fora, muito duro servindo a bichinha que se deliciava com seu acepipe gigantesco que era ora enfiado quase inteiro dentro da boca e ora esfregado por todo o rosto como objeto de prazer. Quinze minutos depois um potente jato de porra atingiu a cara da bichinha espalhando o líquido branco e viscoso pela testa, nariz e queixo. Para aproveitar as gotas finais, uma última e forte chupada. A bichinha gozou na cueca de tanto tesão. Enquanto isso o namorado dormia o sono dos que confiam.
Bichinha dois
E no churrasco já rolou muita cerveja, a lingüiça já circulou como aperitivo e finalmente tinha chegado a hora da picanha. Enquanto o namorado da bichinha conversava com um grupinho, ela não teve dúvida que a hora era aquela. Enfiou o ex-namorado no banheiro aos olhos de alguns e trancou a porta. Primeiro uma breve ajoelhada para render homenagem ao gigante falo do ex e finalmente com um pé apoiado no vaso sanitário e as mãos espalmadas na parece, recebeu fortes estocadas do macho na bundinha insaciável. Gemeu baixo, mas a vontade era urrar de prazer pra todo mundo saber que ela estava sendo possuída pelo bofe pintudo. Enquanto isso o pobre namorado conversava com os convidados que imaginava fossem amigos, mas eram tão amigos assim, que riam da cara do otário.
Bichinha três, a da janela, ops…
Chega dessa vida de só contemplar da janela a sacanagem alheia. Chegou a minha vez, pego a minha agenda, procuro e felizmente acho o número desejado, ligo e marco uma visita ao meu apê para os gêmeos dominadores. Eles são uma delícia, um enraba com força e não solta por nada e o outro segura pelos cabelos enquanto enfia o pau até bater a cabeça na garganta. Podre? Quem? Eu? Imagina…

Beto Woicikieviz

Londrina, 28.02.2005

Os Gêmeos Dominadores

novembro 25, 2006

Gêmeos o quê? Dominadores. É, os Gêmeos Dominadores foram indicados a este escritor de contos pelo nobre autor de novelas, Aguinaldo Silva, que conhece as Gêmeas Tailandesas. Aquelas que deram atendimento ao ex-bicheiro Giovani Implota.
Conheci os Gêmeos Dominadores num dia de carência que estava precisando de atenção em dose dupla, requisitei os serviços dos gêmeos e fiquei satisfeitíssimo. Hoje conversando pelo telefone com meu amigo padre Heleno ouvia as queixas do celibatário que não suportava mais a falta de um bom trato dado por um macho de verdade.
Padre. falei O senhor está precisando conhecer os Gêmeos Dominadores.
Gêmeos Dominadores?!! pelo telefone percebi que não era apenas a voz do meu amigo padre que mudava de tom, imagina a expressão de satisfação e excitação tomando conta do rosto do religioso Meu caro amigo escritor, me fala mais desses tais gêmeos.
Expliquei que os Gêmeos Dominadores são de fato gêmeos, ou talvez não sejam, mas é impossível dizer que não são gêmeos idênticos. O que realmente importa é que são dois machos idênticos capacitados a oferecer tudo em dose dupla. De vinte e dois anos de idade, com corpos esculturais trabalhados em horas gastas em academia. Atitudes de machos dominadores. De beleza impar. Se, são bastasse ainda tantos predicativos, os gêmeos são bem dotados. Depois de ouvir atentamente a descrição da dupla e pintado um belo e erótico quadro na sua imaginação libidinosa de religioso acostumado a escapadelas, meu amigo padre pediu o número do celular dos gêmeos para requisitar os serviços sexuais desses profissionais do sexo tão bem preparados para oferecer satisfação garantida.
No dia seguinte convidei os gêmeos, que já são meus amigos por causa das tantas indicações que tenho feito deles aos amigos e outros clientes em potencial, para uma ceia regada a vinho e frios. Eles gostam de ser bem tratados. Depois dormimos juntos os três eu no meio da minha linda dupla de homens bonitos e carinhosos. Não sem antes saber exatamente como foi a aventura do meu amigo padre com os meus queridos gêmeos.
Primeiro o padre ligou, para acerta o horário da sessão de prazer e o custo. Ficou assustado com o preço de duas horas de prazer, pediu um desconto, regateou tanto que conseguiu um abatimento. Como iria recebe-los em sua casa, casa da paróquia, e revelar sua identidade, queria sigilo absoluto. Os gêmeos são profissionais, não seria problema guardar o segredo do padre como se fosse segredo de confissão, eles estão acostumados atender políticos, homens casados e outras pessoas públicas. O padre poderia ficar tranqüilo, sigilo absoluto. Claro, eu não entro nessa, pra mim eles relataram toda a safadeza envolvendo meu amigo padre com requinte de detalhes.
O Padre Heleno havia pedido que eles fossem vestindo calças de couro, daquelas de motoqueiro, e jaqueta também de couro. Numa mochila os gêmeos levaram uns brinquedinhos para deixar o padre mais feliz. O sacerdote os esperava na sacristia e vestia apenas uma batina preta sem nada por baixo.
Nem cueca, senhor padre? perguntou um dos gêmeos.
Nem cueca. Padre Heleno também tinha suas taras. Ajoelhado no genuflexório com a bunda branca arrebitada pra trás e a batina erguida levou chicotadas no traseiro até ficar vermelho, enquanto isso engolia o cacete do outro gêmeo que estava a sua frente, chupando e às vezes engasgando de tanta que era gula por rola.
Àquela hora a igreja estava fechada, o padre queria dar para os gêmeos dentro do confessionário, aquela casinha onde o padre ouve a confissão dos pecados dos fiéis e atribui penitências. Ali, nesse lugar de arbitrar penitências o padre Heleno iria receber a sua. Diga-se de passagem, penitência dobrada em tamanho grande. Pra começar o padre ajoelhou-se dentro do estreito compartimento e segurou um pau em cada mão e lambeu como se fossem duas imagens milagrosas. Sem batina o padre foi enrabado com força por um dos gêmeos enquanto mamava insaciavelmente no falo muito rijo do outro. Pelos menos naquelas duas horas de prazer acertadas com os gêmeos o padre foi ao céu, descobriu o paraíso, libertou-se por alguns instantes do inferno do dogma.
No dia seguinte dentro daquele mesmo confessionário padre Heleno ouvia a confissão dos pecados dos fiéis, mas sequer escutava uma palavra dos pecados alheios, só conseguia lembrar dos próprios e suspirar de prazer. Ficar sentado tanto tempo era desconfortável depois de ter levado tanto na bunda. Mas, ainda assim era uma dor prazerosa. Entre um suspiro e um gemido, o padre sorria lembrando que tinha o número do telefone dos gêmeos bem anotado na agenda particular para requisitar os serviços dos rapazes muito em breve.
Depois de ter ouvido toda a história contada pelos meus adoráveis Gêmeos Dominadores, dormimos juntos na minha cama, formando um sanduíche, sendo eu o recheio. Abracei um deles repousando meu rosto no peito musculoso e lisinho, enquanto o outro me abraçou por trás, pude sentir toda extensão do seu corpo junto ao meu e uma enorme protuberância enrijecida contra minha bundinha semivirgem e com pouco uso.

Beto Woicikieviz

Londrina 13.03.05

O golpista

novembro 25, 2006

Caio tinha conhecido Yago de uma forma inusitada. Yago era amigo de um garoto de programa profissional. Qual a diferença entre um garoto de programa profissional e outro que não é profissional? Bem, Yago é uma espécie de free-lance, complementa sua renda fazendo sexo com homens por dinheiro. Prostituí-se. Mas, Yago também gosta de transar com homem por prazer. Na verdade Yago gosta de transar, com mulher ou mesmo com homem. Caio conheceu Yago através de Daniel. Daniel sim é um profissional do sexo que se dedica exclusivamente ao trabalho de michê, vive disso. Caio normalmente não precisa se valer de garotos de programas porque é atraente, encantador e tem uma habilidade especial para atrair héteros para suas armadilhas sexuais. Caio tem uma predileção especial por héteros. Daniel precisava tirar fotos para divulga-se na internet, foi assim que conheceu Caio num chat. Yago estava sendo impelido por Daniel a fazer fotos e também divulgar na internet com o objetivo de ampliar os negócios de michetagem. Foi assim que Caio conheceu Yago, fotografando-o. No dia da sessão de fotos Caio transou com Yago aos olhos de Daniel. Daniel parecia ter um interesse todo especial por Yago. Depois desse dia não se viram mais. Mas, Caio continuou mantendo contato com Yago pela internet, pelo MSN. Ficaram amigos.O contato virtual entre eles acontecia quase que diariamente. Yago mora numa cidade distante de Caio uns cem quilômetros, numa pequena cidadezinha, enquanto Caio vive numa metrópole. Eles pretendiam um novo encontro já certo tempo, mas, Yago por causa do trabalho e de constantes dificuldades financeiras, nunca tinha disponibilidade para ir até Caio. Nas conversas virtuais Yago sempre falava do seu desejo de ir embora para a cidade maior, tentar um futuro melhor, onde pudesse estudar, ter um bom emprego e se divertir a valer. Caio, um hábil sedutor de héteros queria um novo encontro com Yago, apenas os dois sem testemunha, como foi com a presença de Daniel a outra vez. Caio teve uma idéia, poderia atrair Yago com a proposta de traze-lo para morar na cidade grande oferecendo um emprego em seus negócios.

Os negócios de Caio não iam bem há alguns anos. Caio vivia de aparência, na verdade estava afundado em dívidas. Contas vencidas e acumuladas, dívidas em bancos, cartões de créditos cancelados por falta de pagamento e outras faturas não pagas. Caio vivia a alguns meses de empréstimos de amigos. Ainda assim, conseguia viver muito bem de aparência e ainda impressionava jovens ambiciosos e fascinados com o prestígio de Caio, graças a decadência financeira devidamente maquiada. Yago era um deles.

Yago esperava mudar sua vida com a ajuda de Caio. Caio esperava apenas atrair Yago para uma noite de sexo intenso. O encontro foi marcado algumas vezes e desmarcado por causa das dificuldades de Yago. Finalmente o encontro aconteceu. Yago chegou ao apartamento de Caio num final de tarde, chegava para passar a noite e ficar até o dia seguinte.

O primeiro momento de um encontro é sempre estranho. Encontros casuais ou começam imediatamente ou correm o risco de não acontecer se houver muita conversa. É o – cala a boca e chupa! Tanto Caio como Yago estavam afim de transar.

Yago vestia uma camiseta baby look que moldava o tórax forte dele e uma calça extremamente justa marcando o pau em repouso do lado direito. Logo o pau começou a ganhar forma mais protuberante dentro do jeans, foi enrijecendo espontaneamente sem o auxílio de Caio. Caio foi ficando animadíssimo com esse sinal de tara do bofe. Caio adora ver uma barraca armada. Caio não esquecia a cena que tinha visto na rua o dia anterior, um garoto andando despudoradamente com uma enorme barraca armada ao sol do meio dia por rua movimentada. Andaram juntos por cerca de duas quadras, lado a lado, Caio não resistiu e abordou o garoto, quase tomou o soco na cara, o excitadíssimo garoto não curtia ser apreciado por viados. Agora Caio tinha Yago dentro do seu apartamento armando barraca exclusivamente para ele. Sentia a respiração ofegar, também estava excitado.

Antes que as coisas evoluíssem, Yago como todo garoto pobre que espera ajuda, chorou suas dificuldades, falou do desejo de vir para cidade maior e sacou do bolso da calça cem reais, duas notas de cinqüenta entre outras de menor valor, disse que tinha aquele dinheiro para pagar alguns dias num pensionato ou para dividir um lugar com alguém. Os olhos de Caio brilharam. Dinheiro. Dinheiro guardado tão descuidadamente, solto num bolso raso da calça. Fácil para perder. Cessadas as chorumelas, Yago ficou em pé diante de Caio que estava sentado no sofá da sala. Caio abriu a calça de Yago e deixou o membro rijo e grosso livre para ganhar mais tamanho. Yago estava usando uma sunga de ir a piscina azul turquesa com estampas brancas em um dos lados, os pelos pubianos estavam cuidadosamente raspados, inclusive os do saco. Ele explicou que tinha uma técnica para raspar o saco, bastava bater uma punheta, o saco encolhia e ficava fácil de passar a gilete sem perigo de cortes. Fazia essa raspagem sacal duas ou três vezes por semana. Dura a vida dos profissionais do sexo ou candidatos a.

Caio abaixou a sunga e meteu a boca no pau de Yago, ainda não estava de todo duro, conseguiu enfiar inteiro dentro da boca, sentiu as duas mãos de Yago afagarem seus cabelos carinhosamente e aos poucos o quadril dele ir fazendo movimentos lentos como se estive metendo. Por alguns minutos mamou naquele macho de coxas grossas e fortes, abdome sarado e pele morena. Os pelos do corpo de Yago eram incrivelmente macios. Suas mãos carinhosas. Depois Yago pediu para que Caio deitasse no sofá de bunda pra cima que ele queria meter na bundinha de Caio a seco. E foi mesmo, Yago conseguiu enfiar a seco no rabinho de Caio. Entrou tudo. Ao contrário do que se imagina nem foi tão dolorido assim, logo os movimentos de entrada e saída eram macios e intensos. Caio gemia gostoso, gostava na verdade de ser tratado como uma putinha. Yago ainda não sabia disso. Mas, estava começando a descobrir. Um sonoro tapa na bunda de Caio o fez gemer mais gostoso e o tesão de Yago aumentou. Meteram em várias posições, Caio em pé apoiado no sofá, no tape de quatro, em cima do sofá na posição de frango assado sentindo o saco de Yago bater forte na sua bunda enquanto Yago socava forte e colocava o pau inteiro dentro de Caio.

Quando Caio não agüentava mais levar cacete na bunda, foram para o banheiro, entraram os dois debaixo da ducha, Caio sentou no chão e ficou olhando Yago, o macho, em pé sobre ele. A água caindo sobre o corpo dos dois. Yago mijou na cara de Caio. Caio sentiu o mijo quente de Yago bater em seu rosto e escorrer pelo seu corpo, sentiu muito tesão. Depois que cessou o mijo Caio continuou mordendo o lábio inferior de tesão enquanto olhava para o pau não mais tão duro, mas ainda grande de Yago. Não gozaram, nenhum dos dois, mas estavam exaustos de tanto meter.

Yago estava cansado, Caio mandou que deitasse no sofá para ganhar massagem. Ele deitou de bunda pra cima, Caio sentou exatamente sobre a bunda dele, derramou hidratante sobre as costas e massageou, massageou as costas, as coxas, até a bunda. Depois percorreu com a língua as partes sensíveis do corpo de Yago, fazendo-o gemer. Muito de leve tocava com as pontas dos dedos toda a extensão do corpo de Yago, que ia adormecendo. Com a mão livre Caio procurou o dinheiro num dos bolsos da calça de Yago que estava jogada ao lado do sofá. Com muito cuidado, não poderia ser pego metendo a mão no dinheiro do michê, michê não, pseudo-michê. Achou, tirou lentamente o dinheiro e jogou embaixo da mesinha de canto que estava ao lado do sofá. Pronto. Com um pouco de sorte Yago iria embora no dia seguinte e só daria falta do dinheiro quando estivesse longe, já seria tarde, poderia ter perdido na rua. Depois disso Caio deitou-se sobre Yago e abraçou com as duas mãos, sobretudo com aquela que acabara de rouba-lo. Depois de descansarem um tempinho, Caio convidou Yago para irem até a cozinha comer uma pizza que ele tinha colocado no forno e que tinha acabado de ficar pronta. Yago comeu com apetite, a pizza.

De volta a sala, Caio deitou num dos sofás e Yago que estava só de sunga, começou dançar para Caio como se fosse um go go boy. Rendeu-se aos elogios de “gostoso” e “meu macho” que Caio fazia, aproximou-se e abaixou a sunga, colocou o pau pra fora, pegou Caio pelos cabelos e o fez chupar o pau que já estava muito duro e melado. Caio engolia até onde dava, sentia a cabeça ir lá na sua garganta, quase engasgava, não queria parar. Queria mais rola. Yago gozou na cara de Caio. Espalhou a porra com o próprio pau, pela testa, nariz e face de Caio. Caio que ainda não tinha gozado, enquanto Yago se recuperava na janela, se masturbava olhando para bunda dele dentro da pequena sunga azul turquesa. Yago sentou no sofá, colocou a cabeça de Caio no colo e disse palavras carinhosas – “goza gatinho”. Caio gozou, recebendo carinho na cara gozada, com porra ressecada de Yago.

Depois que Caio lavou o rosto e removeu a porra de Yago da cara, saíram. Antes quando estavam quase deixando o apartamento, Yago já vestido com a calça, deu por falta do dinheiro. Caio se fez de desentendido, sugeriu que ele procurasse no chão, deveria ter caído quando jogou a calça. Yago recuperou o dinheiro que estava de fato caído embaixo da mesinha e foram a um bar alternativo. Yago é o tipo apreciado por gays, não havia um que não desse uma boa olhada, medindo Yago dos pés a cabeça, Caio sentia-se muito satisfeito, aquele bofe era dele. Caio bebeu uísque, Yago Coca Cola, porque não bebe nada alcoólico. No bar, Caio reclamou de um negócio que deu errado e pelo fato de ter ficado sem dinheiro para saírem para dançar, mas se Yago emprestasse aqueles cem reais por dois ou três dias poderiam ir a uma boate dançar, claro, Caio bancaria tudo. Yago topou. Emprestou o dinheiro para Caio.

De volta ao apartamento para trocarem de roupa e irem para a boate, Caio emprestou uma camisa para Yago, a calça que ele usava era perfeita, Caio sugeriu que fosse com ela. Antes de saírem rolou mais uma chupeta, Yago demorou, mas gozou algumas gotas de porra, dessa vez não houve porra para espalhar pela cara de Caio. Tomaram um táxi e foram para uma noitada. Yago logo tirou a camisa e dançou muito à vontade, exibindo seu corpo moreno e escultural na pista de dança de forma sensual e muito provocativa. Nem é preciso falar que Yago sofreu muitos assédios, mas estava acompanhado. Caio não tinha dúvida alguma que em outra circunstância Yago deixaria muitas bichas chupa-lo no dark room.

Chegaram em casa quando estava quase amanhecendo, cansados. Dormiram na mesma cama. Yago tinha prometido uma surpresa para Caio quando acordassem. Caio dormiu não vendo a hora de acordar. Acordou antes de Yago, ficou esperando a surpresa, viu que Yago estava com o pau extremamente duro dentro da sunga azul turquesa. Abaixou a sunga e chupou o pau de Yago, depois sentou em cima e cavalgou lentamente, depois mais rápido e por fim parecia uma amazona em fúria galopando com seu garanhão. Yago tomou uma atitude, segurou Caio forte, mudou de posição, colocou Caio de quatro e montou sobre ele, invertendo a situação, agora era Yago que cavalgava ferozmente sobre sua égua indomada. Tapas sonoros na bunda de Caio, puxões de cabelo e ordens para gemer mais forte. Caio estava sendo domando. Depois de meia hora enrabando, Yago notou que Caio tinha cagado no seu pau, de tanto que foi socado. Foram para o banheiro e continuaram metendo embaixo da ducha. Quando Caio não agüentava mais, deitou-se de costa no chão do banheiro e ficou vendo Yago se masturbar violentamente, os músculos do corpo inteiro se contraiam. Yago gemia. Finalmente o jato de porra, porra caiu sobre o corpo de Caio. Depois de mais um tempo Yago deu um banho de mijo em Caio. Tomaram banho juntos, se abraçaram, um longo beijo de língua. Estavam saciados. Yago sem saber tinha financiado uma noite de prazer intenso para Caio.

Beto Wocikieviz
08.04.2005

O garoto da academia ordinária

novembro 25, 2006

Por acaso o vi entrando na academia. Não tinha notado uma academia de musculação naquela rua. É uma rua movimentada, comercial, onde se concentram lojas de materiais elétricos, tintas e afins. A academia fica na sobreloja, uma porta estreita dá acesso à escada. Uma placa com o nome, indicando a academia.Estou dentro do carro, parado esperando o sinal abrir. Vejo um rapaz aparentando ter no máximo 20 anos chegando de bike. Foi aí que eu notei que ali era uma academia, porque quis saber onde ele tinha entrado. Já passava das 16 horas.

O rapaz usava jeans e regata branca. Os dois extremamente justos, a regata mais. Loiro bronzeado, uma pele irresistível. O rosto simplesmente lindo. Parecia um garoto saído de um editorial de moda, de revista importada. Real. Ele existe, pensei. Malha nessa academia ordinária.

Nesse mesmo dia passei varias vezes pela frente da academia na esperança de encontrar ele saindo. Se ele corresponder um olhar, posso parar o carro para conversar. Dizer que ele é o garoto mais lindo que meus olhos já viram. Nada. Já estava até chamando atenção de tanto que passava pela rua. Desisti.

Passei as horas pensando naquele garoto, até o dia seguinte. Lá estava eu de novo, agora parado em frente à academia. Queria ver ele chegando, tentaria uma aproximação. Dessa vez fui mais preparado para chamar atenção, estava com meu carro importado, quase não o uso por causa de uma tentativa de seqüestro sofrida. Sei que garotos gostam de carros.

Conseguir vê-lo vindo lá na esquina, desci rápido do carro e fiquei encostado. Olhando na direção dele. Vestia jeans e regata branca. Seriam as mesmas peças? Possivelmente. Ele já tinha notado que estava sendo olhado. Aumentei o descaramento e tirei os óculos escuros. Não queria que ele tivesse a menor dúvida que estava olhando para ele. Percebi que ele olhava para o carro, mais para o carro do que para mim.

– Bonita máquina. – foi ele que puxou conversa, quase cai, confesso que não esperava.

– É, também gosto dele, gosta de carros?

– E quem não vai gostar de um carro desse?

Agora ele aproximava para olhar o interior, abri a porta e fiz um gesto para que ele entrasse no carro.

– Ô cara, maneiro. É seu mesmo? – perguntou já sentado e segurando a direção do carro com as mãos.

– É. – respondi com certa apatia para tentar esconder meu interesse por nele. Na verdade estava babando mais do que o lobo mau por causa da chapeuzinho vermelho.

– Você está esperando alguém aqui da academia?

– É, não. Quer dizer, não exatamente.

Percebi que tinha sido muito confuso e ele começava a ficar meio desconfiado. Agora já estava na calçada, ao meu lado. A presença dele tão perto de mim fazia minha adrenalina fluir. Sentia o cheiro dele, devia ter tomado banho há pouco. Quase podia tocar a pele que mais parecia um efeito de photoshop. Desci meus olhos lascivos pelo corpo perfeitíssimo dele, impossível não admirar o que aquele jeans justo cobria. O que? Um volume de bom tamanho.

Não querendo piorar ainda mais com uma explicação sem pé nem cabeça, lancei um convite:

– Quer dar uma volta?

Indiquei o carro dando a entender que estava disposto até a deixar ele dirigir. Até que estava mesmo, se ele estivesse disposto a deixar eu manusear o câmbio, dele.

– Não, não. Agora não posso. Estou chegando, tenho que treinar…

– Tudo bem. Posso passar aqui mais tarde e te pegar para darmos uma volta, está afim? A que horas você sai?

Ele não tinha ficado tão surpreso com o meu convite, deveria estar acostumado a receber cantadas.

– Saio às seis.

– Te pego aqui às seis horas, sem furo, heim?!

– Beleza, seis horas, combinado.

Mal sabia o que fazer até às seis horas, quase tinha pedido para entra e ficar olhando ele levantar ferro. É claro que isso estava fora de cogitação.

Meu coração bateu mais forte, senti a calça apertar, as mãos tremerem. Ele estava saindo pela porta e procurava meu carro, não tinha conseguido vaga exatamente na frente da porta da academia como antes, estava estacionado há alguns metros. Ele avistou o carro e veio em direção. Abriu a porta e entrou.

Coloquei o carro em movimento antes que ele mudasse de idéia e quisesse descer.

– Você é veado, né?!! – ele perguntou na bucha, sem o menor constrangimento e ainda esboçou um risinho, como se quisesse dizer, sei que os veados gostam de mim.

– É, é isso aí, digamos que sou um cara que gosta de caras. Como você disse, um veado.

Pelo menos ficava mais fácil, poderia avançar o sinal tem ter que criar toda uma situação e ainda correr o risco de levar um murro na cara. Coloquei logo a mão na perna dele, para sentir aquela coxa forte, musculosa. Subi a mão para pegar o volume que se formava entre as pernas. Ele riu como um moleque safado, esticou-se no banco do carro para facilitar as coisas. Gostei dele. Bom menino.

– Você é bonito, interessante. Qual seu nome?

Ele riu, satisfeito com o elogio.

– Bruno. Os amigos me chamam de Brunão.

– Bruno… Posso te chamar de Brunão?

– Claro. Para onde você está me levando?

– Por enquanto para lugar nenhum, só estou dando um volta com você como combinamos. Depois vamos para onde você quiser.

Ele parecia estar gostando da aventura. Eu estava adorando ter um garotão safado, sarado, com um pau no meio das pernas que começava a mostrar sinal de vida, comigo dentro do carro dando liberdade para eu fazer o que quisesse.

– Essa calça é apertada. – disse ele – Acho melhor você ir abrindo para ver ele melhor.

Ele nem precisava pedir, eu já estava pronto para abrir o zíper daquele jeans com a boca. Com uma mão segurava a direção do carro e com a outra acariciava meu bofe. O carro era automático, não precisava de muita atenção.

Tirei para fora. Não era um pau muito grande, algo em torno de 18 cm e espessura normal. Muito duro, reto, em pé. Delicioso. Começava a soltar aquele líquido transparente e melado que o deixava mais apetitoso. Na minha boca também se acumulava água. A cueca dele era branca.

Pego, seguro, de vez em quando levo a mão até o nariz para sentir o cheiro do sexo dele. Bom. Num sinaleiro não resisti e cai de boca. Deu uma chupada deliciosa. Os outros carros? Os vidros do meu carro eram escuros, e depois, a essa altura do campeonato, meu cu para eles. Eu queria mesmo que todo mundo visse que eu estava chupando a rola daquele bofe lindo. O sinal abriu, eu demorei arrancar, o carro de traz começou a buzinar. Eu não estava nem aí.

Só queria acariciar aquele cacete maravilhosamente duro, com veias saltando, que babava na minha mão. Brunão respondia minhas carícias com gemidinhos, que me deixavam enlouquecido. Não me cansava de acariciar o abdome saradérrimo dele, o tórax forte. Os braços de macho. Foi quando furei um sinal vermelho…

Lá estava eu em meio ao cruzamento tentando montar o triângulo de acidentes para colocar atrás do carro. Foi quando dei por falta do Brunão. Cadê o meu bofe? Olhei para todos os lados e não o avistei, somente curiosos que paravam para olhar a batida. E o motorista do caminhão, um senhor de uns 50 anos, furioso. Por causa de um bofe sarado e malhado, que estava oferecendo o pau que eu bati meu Audi A8 de quase meio milhão num caminhão.

Escritor de Contos “eróticos”

escritordecontos@hotmail.com

Estudante de direito realizou minha fantasia…

novembro 25, 2006

guto_esfer@hotmail.com

Meu nome é Juliano, sou advogado e namoro há três anos com uma loira linda que amo mais do que tudo.
Apesar desse amor, de uns dois anos pra cá comecei a ter vontade de experimentar um homem. Sempre fui hetero, e continuo adorando mulheres, porém queria algo diferente.
Entrava sempre em bate-papos gay, e percebi que minha fantasia era ser totalmente passivo, pois a idéia de ser ativo com um homem não me atrai de forma alguma.
Tenho 26 anos, sou branco, 1,79m e 78kg, bunda grande e quase não tenho pêlos.
Em março deste ano, numa festa da faculdade de direito onde estudei, conheci um rapaz, Stefano, que estava no quarto ano, eu já era formado há um ano. O local da festa era um ginásio enorme, com cenários grandes, e era muito escuro. Um cenário perfeito para o que se seguiu.
Stefano é muito bonito, cerca de 1,86m, musculoso, é o cara “pegador”, sempre com mulheres bonitas.
Ele começou a falar as putarias que fazia com mulheres, que adora surubas, e achava que no sexo valia tudo.
Aproveitando a deixa, provoquei, respondendo: “aposto que não vale tudo, não”.
Ele repetiu que som, eu retruquei, “tudo menos transar com homem né!”
Pra minha surpresa, ele, sério, respondeu: “pra mim vale tudo mesmo!”
Eu questionei: mas você comeria a bunda de um cara? Ele disse que sim, inclusive quase havia feito isso uma vez, mas a namorada do cara atrapalhou, e desde então ele tem esse desejo.
Nessa hora, um tesão enorme percorreu meu corpo, ainda mais porque notei que ele estava de pau duro por baixo do bermudão.
Esse tesão me deu a coragem, e eu disse trêmulo: “e se eu disser que minha vontade é dar a bunda prum macho gostoso como você?”
Acho que ele já havia desconfiado das minhas intençoes, porque respondeu apenas com um “vem comigo”.
Sem pegar na mão nem nada, pois havia muitos conhecidos na festa, segui Stefano até debaixo de um dos palcos, àquela hora já vazio porque a banda que tocara lá já havia ido embora.
O palco tinha uma armação de metal, e cobertura de lona, era quase uma “cabana” escura e, portanto, discreta.
Debaixo daquele palco senti mais liberdade para realizar minhas fantasias, e apliquei um tremendo beijo em Stefano, que correspondeu prontamente, inclusive pegando firme na minha bunda.
Em instantes eu já estava totalmente pelado, Stefano permaneceu vestido.
Abri o velcro de sua bermuda, e comecei a punhetá-lo. Instantes depois, resolvi cair de boca, e confesso que adorei a sensação de um pinto na minha garganta.
Perguntei se poderia ir até o fim, ele respondeu que sim, pois costumava gozar bem mais de uma vez.
Então chupei aquele caralho grande e grosso, acho que cerca de 19cm, muito cheiroso. Me surpreendi com minha própria habilidade de causar prazer num homem; eu procurava chupá-lo como algumas de minhas namoradas me chupavam, e surtiu muito efeito minha dedicação.
Stefano me segurava pelos cabelos, e gritou quando ia gozar. Abri bem minha boca e recebi toda aquela porra quente, deixei escorrer um pouco pelo canto da boca, só pra me sentir uma putinha e provocar aquele homem delicioso.
Depois de ele gozar, durante cerca de 10 minutos ficamos nos beijando, Stefano apertava forte minhas nádegas, e introduziu o dedo médio no meu cu.
Fiquei de pé, segurando num dos canos da armação metálica, com minha bunda empinada, e o rapaz lindo agachou-se e começou a me lamber o cu.
Senti um frio na barriga, meu pau subiu na hora, e após lubrificar meu buraco, ele enfiou um, dois, três dedos, eu gemia de prazer.
Percebendo que seu pau já estava enorme de duro novamente, pedi: “Vem, tesudo, come minha bundinha com seu pauzão, vem!”
Ele respondeu levantando-se e beijando minha nuca, ao mesmo tempo em que posicionava seu pinto no meu anel que piscava.
Agarrou minhas ancas e começou a pressionar. Ele era realmente muito carinhoso e isso só aumentava meu tesão.
Eu falava coisas que sempre imaginara mas nunca tivera coragem.
“Que delícia meu gatinho… que pau gostoso… isso, me come assim mesmo… come sua cadelinha… quero ser sempre seu…”
Ele s´´o respondia dizendo o quanto eu era gostosA(isso, como se eu fosse a mulherzinha dele), tesuda, que bunda era aquela.
Nessa altura todo o cacete dele já havia encontrado a ccarne de meu cuzinho, e ele bombava a pica cada vez com mais força.
Vinte minutos depois, ele gozou dentro de mim, conforme eu supliquei em meio a gemidos. Foi simplesmente a sensação mais fantástica que eu já tive até hoje. Beijei-o sofregamente, e limpei seu pau com minha língua.
Ficamos conversando mais um pouco sobre a experiência, eu já vestido mas ainda debaixo do palco.
Ele disse que ia embora, antes disso eu quis chupá-lo mais uma vez, e ele deixou. Dessa vez demorou mais, pois ele já havia gozado duas vezes, e mesmo sendo a terceira me impressionei, pois ainda saiu bastante porra, da qual engoli um pouco, e o resto passei pelo meu rosto, pois naquela altura eu já incorporava a puta que havia dentro de mim.
Depois dessa noite, ficamos meses sem nos falar, até que, súbito, Stefano me ligou, há cerca de quatro meses, dizendo que não me tirava da cabeça.
Eu respondi que sentia também muito a falta dele, mas não ligava por medo que atrapalhar, já que ele também namora firme.
Na conversa resolvemos voltar a nos ver, e isso tem acontecido uma vez por semana. Eu e ele dissemos às nossas respectivas namoradas que temos um “curso” uma vez por semana na faculdade, quando na verdade nos encontramos toda quarta-feira em um apartamento que Stefano ganhou do pai, já falecido, e cuja existência sua namorada desconhece.
Portanto, uma vez por semana, sou a putinha do Stefano, considero-o meu amante, pretendo casar-me com minha namorada, mas continuar com ele.
Nestas quartas-feiras, realizo minhas mais secretas fantasias, e o apartamento guarda as roupas que Stefano compra para eu usar, como cintas-ligas, tangas, shortinhos e mini-saias.
Estamos estudando montar um escritório juntos, quando ele se formar, e é claro que farei sempre hora extra com meu “sócio” gostoso!

Ladrão, me come que eu te passo um cheque

novembro 4, 2006

Não faz nem dois meses que Ricardo mudou para capital (que capital? Ah… qualquer metrópole perigosa e violenta onde as pessoas são assaltadas nas ruas e dentro de suas casas, onde o cidadão de bem não pode andar armado, só ladrão que pode, gente honesta anda com o cu na mão, encontra o ladrão e se borra…), morre de medo de ser assaltado nas ruas escuras da vila que mora quando volta do cursinho pra casa tarde da noite. Ele deixou a casa dos pais lá no interiorzão, lá nos grotões do estado onde o diabo perdeu suas havaianas treck vermelhas, e se mudou para capital em busca de uma vida melhor. Trabalha e estuda. Trabalha oito horas por dia e sai correndo para aula num cursinho pré-vestibular, Ricardo quer fazer faculdade, é o sonho dele, quer ser publicitário, viu na televisão que o Duda Mendonça ficou rico com publicidade. A propósito, antes de tudo acontecer, Ricardo votava no PT. Agora só pensa em anular o voto nas próximas eleições. Desse tipo de sacanagem que o PT faz, ele não gosta, gosta de outras, gosta quando os caras esfregam o pau duro na bunda dele dentro do ônibus lotado levando a working class para seu ofício de ganhar o pão de cada dia. Ricardo está desapontado, desde que mudou para cidade grande ainda não rolou nenhuma foda, antes pensava – Ah!!!, quando me mudar para a capital, vou ralar o cu de tanto levar na bunda, vai ter sexo todo dia. Que nada, coitado. Está na seca há dois meses. Só na punheta, na vontade e nas lembranças. O cuzinho até pisca quando lembra das enrabas com o Orelha. Orelha é um amigo de infância que ganhou esse apelido em razão das orelhas de abano. O Orelha não é feio, é judiado. Começaram aos 10 anos com um ingênuo troca-troca (a propósito, lugar bom pra arrumar macho é no troca-troca.com do meu amigo André…) e não pararam mais. As vocações se definiram, Ricardo descobriu que tinha pra levar no rabo e o Orelha para mandar rola no rabo de Ricardo. É claro que depois que se tornaram marmanjos criados a coisa passou a rolar de outro jeito, o Orelha se achando homem e cheio de graça com as putinhas da cidade, mas sempre procurando Ricardo para dar um finco.Cansado. Tarde da noite. Cheio de tesão, Ricardo olha pra cada macho que encontra na rua, dá uma encarada, desce os olhos gulosos e dá uma conferida no volume entre as pernas e volta para os olhos, para ver se o galalau sacou a sua. Má sorte. Alguns até olham de um jeito diferente, tipo – topo, cai de boca bichinha, te como sim, vem que é tua, viadinho… Mas nada se concretiza. Já está a ponto de enlouquecer, vê-se surtando pelas ruas, gritando a pleno pulmões, enlouquecido – EU QUERO ROLA, CARALHO!!! QUERO DAR O CUUUUUUU!!! No metrô um cara ficou olhando, deu uma pegada no volume, que deu sinais de aumentar de tamanho, mas nada. Cacete. Que dificuldade para dar o rabo. A rua está escura, fica cada vez mais escura e deserta à medida que se aproxima da sua casa. Ele mora numa dependência de três cômodos e banheiro alugada de uma parente da madrinha dele. No interior todo mundo conhece alguém na capital ou tem algum contato com alguém que conhece. A velhota tem meia dúzia de dependências ordinárias nos fundos de um ponto comercial que também é dela, cujos alugueis são sua única renda de viúva. Ricardo mal vê seus vizinhos, todo mundo trabalha e fica fora o tempo todo, quando ele volta para casa, eles já estão dormindo porque também levantam cedo para cumprir quase a mesma jornada de Ricardo, com a diferença que talvez não estudem. Que vida!, pensa. Como a vida pode ser melhor desse jeito? Se pelo menos…

Ricardo percebe que um sujeito quase o acompanha agora. Está escuro, mas percebe que o tipo é interessante. Talvez tenha uns 25 anos, é moreno, barba por fazer, veste jeans surrado e jaqueta de couro, botas, por baixo da jaqueta uma regata branca. Parece ter um físico legal, talvez trabalhado em academia, talvez não. É mal encarado. Está fumando. Percebe que Ricardo o está avaliando. Os dois andam no mesmo ritmo, lento. Hora de entrar. O estranho pára junto ao portão que Ricardo vai entrar.

Você mora aqui?

Moro. – responde Ricardo.

Sozinho?

É!!! – a bichinha louca pra dar, já está pronta pra convidar o estranho para entrar.

Nem foi preciso. O cara enfiou a mão dentro da jaqueta, Ricardo só viu o brilho de um objeto prateado e em seguida sentiu o objeto gelado contra seu rosto, foi quando identificou que o objeto era uma arma, um revólver.

Então vamos entrando meu irmão, vou te fazer uma visitinha… E, sem graça, pra eu passar fogo em mais um mané não custa…

As pernas de Ricardo ficaram moles. Achou que iria desmaiar. Não desmaiou mas não conseguia mover-se. O cara não parecia estar brincando. Como um sujeito tão bonito e gostoso podia ser um bandido?!!

Qualé mermão. Tá de graça. Colou no chão? Acho que você quer ficar aqui mesmo…

Ricardo ouviu o barulho do gatilho. Era evidente que o bandido não estava de brincadeira. Tomou coragem e caminhou para o portão. Com as mãos trêmulas, tirou as chaves do bolso. Não conseguia abrir o cadeado, não conseguia enfiar a chave no buraco. Deixou as chaves caírem no chão. Antes que o bandido tivesse tempo para dizer qualquer coisa, abaixou-se e pegou e com a mesma rapidez abriu o portão. Entraram. Passaram pelo corredor, entre um muro alto e várias portinhas, até chegar a de Ricardo. Agora o bandido não apontava a arma para a cabeça de Ricardo, mas ia colado a ele. Ricardo podia sentir o cano nas suas costelas, vez ou outra roçava a bunda no bandido gostoso e o pior (ou melhor) de tudo era sentir a respiração dele na sua nuca. Que homem!

Dentro do pequeno cubículo que Ricardo mora o bandido fica visivelmente passado. Não há nada de valor para se levar. Nem DVD, nem um aparelho de telefone moderno, daqueles sem fio com identificador de chamada. Um aparelho de televisão de 14” nem vale a pena. No quarto apenas um colchão no chão e roupas empilhadas sobre duas cadeiras e algumas caixas. Com Ricardo na mira da arma, o bandido procura uma peça de roupa que tenha algum valor, se detém por alguns instantes num jeans sem marca, o preferido de Ricardo, desiste, joga no chão. Na cozinha, a geladeira nova. Um modelo simples, mas novo.

Só essa geladeira vale alguma coisa aqui. Como vou levar sua geladeira?

Ricardo arregala os olhos. Ele não pode levar sua geladeira comprada em 24 prestações nas Casas Bahia, a loja daquele pentelho que anuncia na televisão. Ricardo tem tesão por Fabiano Augusto, o garoto-propaganda-pé-no-saco da rede de lojas.

A geladeira não. Por favor…

O ladrão volta, encosta a arma na cara de Ricardo.

Nessa merda de barraco não tem nada de valor, vai esvaziando os bolsos que eu não vou perder meu tempo… Tirando esse relógio vagabundo e o celular, se tiver.

Ricardo não está mais com tanto tesão assim, tira a carteira, coloca sobre a pequena mesa de plástico, o relógio que ganhou quando fez primeira comunhão…

Não vou levar sua carteira e nem seus documentos… Bosta, só 20 reais? Cara, tu é o maior durango que já roubei… Acho que vou ter que dar uma lição…

O bandido junta Ricardo pelo colarinho, puxa para junto de si, entre o rosto deles apenas o revólver prateado, empunhado com o cano voltado para a cara da vítima. Isso é fálico, excitante. Ricardo gosta da situação. Sente medo, sente tesão. Sua respiração está ofegante, seu coração bate a mil e quase sai pela boca. Seus braços estão abaixados, com uma das mãos toca entre as pernas do bandido. Segura o volume compacto e firme que se forma entre as pernas dentro do jeans surrado. O bandido faz cara de safado.

Ah!!!, então o viadinho tem outra coisa pra me dar…

Ricardo leva um tabefe na cara, do lado esquerdo, que quase o derruba.

Já demoro. Abaixa e chupa ou vai começar apanhar igual mulherzinha de bandido, o que eu acho que você ser…

O bandido liga a televisão. Ricardo acha que é para os vizinhos não ouvirem o barulho… Na TV William Waack fala da prisão de Maluf e Flávio Maluf que estão dividindo a mesma cela na Polícia Federal, do bispo dom Luiz Flávio Cappio está no nono dia da greve de fome por causa da transposição do rio São Francisco… Boa noite!, acaba o jornal e Ricardo continua mamando. Começa o programa do Jô, o gordo egocêntrico e suas viadagens…

Isso, chupa… Engole tudo, quero sentir a sua garganta. Vai, vai… engole, engole ou apanhar. Lambe meu saco, isso… Coloca ele inteiro dentro da boca. Vai, coloca. Abre bem a boca que cabe. Vai apanhar na cara, bichinha. Tô avisando.

Se não fosse pelos 20 reais e pelo relógio, que foi presente da primeira comunhão, Ricardo poderia dizer que tirou a sorte grande. O cara é muito gosto. Quando abriu o jeans surrado o pau já estava duro, saltou para fora como aqueles brinquedos surpresa, de mola, que saltam para fora da caixa, ele não usa cueca. Sem frescura Ricardo abocanha, lambe a cabeça melada, sente o gosto do queijinho do pau do bandido. Leva uns puxões de cabelo e engole tudo. O pau não é muito grande e nem muito grosso, mas é retinho, duro como ferro. É ferro que Ricardo quer.

Chega. Já babou muito no meu pau. Agora vou foder seu rabão. Espero que não esteja muito fedido. Ah!, se cagar no pau, morre. – aponta o revólver para cabeça de Ricardo. Em momento algum ele soltou a arma. Bandido que é bandido não vacila.

Ricardo tira a calça, a cueca e fica de apenas de camiseta e tênis. Igual em filme pornô (já reparou que em filme pornô os atores dão a bunda e comem sempre de tênis e meia?). Fica de quatro sobre uma velha poltrona que está com o acento queimado, na hora pensa que alguém sentou ali com o rabo pegando fogo e queimou a poltrona.

Hum!!! Esse cuzinho parece que está meio apertadinho. Vou arregaçar ele.

Ricardo sente o cano gelado do revólver no seu cuzinho. Isso o deixa excitado. Quase goza. Sente o cano sendo pressionado, o cu está seco, arde, dói. Com uma das mãos o bandido segura a arma que tenta enfiar no cu de Ricardo e com a outra está se punhetando. Ele desceu a calça até o meio das coxas, contrai a bunda máscula e faz cara de tarado, diz algumas palavras que Ricardo não entende. Ele também está cheio de tesão.

Pronto, viado. Está preparado pra levar rola? Vou te foder gostoso.

Coloca uma camisinha…

Fiquei preso quase um ano, comi muito viado na cadeia sem camisinha e sem nada, você me parece mais limpo que qualquer cara que eu enrabei… Só que se cagar no meu pau vai limpar ele com a boquinha…

Cara, sem camisinha não. Tem uma na minha carteira…

Cara boca ou meto bala no teu rabinho, vai morrer semi-virgem…

Por favor, coloca uma camisinha…

Assim que eu gosto, implora, chora… E cala a boca.

Ricardo ganhou o segundo tabefe na cara. Não ia ter conversa. Sentiu seu cu ser umedecido com cuspe e o dedo médio do bandido abrindo seu buraquinho. Mais cuspe. Dedada. Cuspe. Agora ele abaixou e deu uma lambida no rabinho piscante de Ricardo.

Não é pra acostumar, viado. – um tapa até carinhoso na bunda e a cabeça do pau se posicionou.

Ricardo sentiu-se segurado pelo quadril por duas mãos firmes, numa delas a arma gelada, que estava encostada na sua bunda. Já nem lembrava mais que estava preste a ser fodido sem camisinha por um estranho que passou um ano na cadeia comendo bichas sem camisinha. Ricardo sabia que jamais devia fornecer o rabinho sem camisinha, ainda mais para um bandido (Escritor de Contos adverte – nunca dê ou coma sem usar preservativo).

Bandido… – foi o grito que Ricardo deu, quando a pica do bandido entrou com tudo, rasgando, cortando, metendo-se dentro dele como uma bala de revólver.

Bombadas fortes. Muito fortes. Dor. A dor indo embora. Prazer. Só prazer agora. Bandido gostoso. O caralho deslizando num interminável entra e sai, quase leva Ricardo a loucura de tanto tesão.

Um movimento brusco e não avisado assusta Ricardo. Quando dá por si não está mais dando a bunda de quatro, mas está de frente para o bandido tendo o caralho dele junto a sua cara. Parece que o pau vai explodir. As veias saltam. Finalmente explode. Porra quente atinge o rosto de Ricardo em golpes fortes. Ele geme enquanto ejacula. Agora tem as duas armas na mesma mão, o caralho e o revólver. Com o rosto sujo de porra, Ricardo ganha um tapinha na cara, diferente dos outros dois que recebeu antes.

Relaxa bichinha, nunca estive na cadeia e você é o primeiro viadinho que eu como. Esse tipo de foda só vi na internet e sempre tive muita vontade de fazer igual.

O bandido dá um passo para trás, ergue a calça, recolhe o pau melado, sem limpar, e fecha o zíper com dificuldade. Guarda o revólver na cintura. Ajeita a jaqueta. Olha para mesa onde estão os 20 reais e o relógio. Olha para Ricardo, aponta o dedo indicador simulando uma arma e com a boca faz o som de um tiro. Vai embora e não leva o dinheiro e o presente da primeira comunhão.