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Fim de noite de amigos

outubro 29, 2006
Já passava das 4h30 da manhã de um domingo, depois da balada do sábado, de terem bebido todas e beijado e se esfregado em todas garotas fáceis da noite, Bruno e Filipe caminhavam pelas ruas desertas do centro da cidade, ambos moram perto e também perto um do outro. Bruno é hétero, não há sobra de dúvida, Filipe é um pseudo-hétero, fica hétero na frente dos amigos ou como gostam os homossexuais de dizer, Filipe ainda está no armário. Filipe gosta de homem mesmo, mas suas aventuras sempre são furtivas, tem medo que a família e os amigos descubram, morre de tesão por muitos amigos, sofre por isso, mas segura bem as pontas. Bruno é um dos melhores amigos e um dos principais alvos do seu desejo.
Caminham como dois jovens bêbados que voltam tarde da balada para casa rindo, brincando, lembrando das coisas feitas durante a noite. Bruno ainda carrega uma long neck de cerveja quase cheia, que pegou na saída, Filipe bebeu menos e já encerrou sua cota de bebida.
Beijei umas 10 meninas… diz Bruno.
Sabe aquela loirinha de vestidinho vermelho? Aquela é a mais safada, ele até pegou no pau… continua contando vantagem, Bruno sempre gosta de aumentar suas histórias, os amigos já estão acostumados.
Filipe ri e concorda com tudo que o amigo diz. Passam por uma praça, Bruno sobe num banco, abre os braços e faz pose de Cristo Redentor com a cerveja na mão direita. Filipe em pé, afastado uns cinco ou seis passos não consegue deixar de percorrer o corpo do amigo com olhos, ele não vai notar, tranqüiliza-se, afinal, está bêbado. Bruno pula desajeitado de volta para o chão quase perde o equilíbrio.
Porra. Cair, não. Segura. Ô, Filipe. Se eu caísse você me segurava nos seus braços?
Segurava. responde Filipe para concordar com o amigo bêbado.
Ô, Filipe. Você é amigão mesmo, cara. Você é brother. Cara, você é o cara, o meu melhor amigo. Filipe, eu te prezo muito, meu irmão, quando os caras dizem que você é viado eu fico puto…
Filipe não ouviu mais o que Bruno dizia, de repente ficou surdo, ouvir quando os caras dizem que você viado o fez gelar todo. Não sabia, não imaginava que seus amigos comentassem que era viado. Voltou em si quando recebeu um abraço desajeitado de Bruno que quase caia.
Cara, não fica chateado, não. Pra mim não importa, se você é homem, se você é viado, tanto faz, você é meu amigo…
Continuaram caminhando pelas ruas escuras e desertas do centro, Bruno ora cantava, ora gritava, às vezes chutava algumas coisas pelo caminho e quase caia por cima de Filipe que o amparava com todo cuidado para não dar impressão que estivesse se aproveitado para tocar o amigo.
Cara, tenho que mijar disse Bruno.
Estavam exatamente no meio de uma ruazinha que utilizavam para cortar caminho entre uma e outra rua, essa ruazinha era especialmente escura, quase um lugar próprio para mijar e fazer outras coisas.
Ô, Filipe. Me ajuda aqui, não consigo segurar a cerveja, abrir a calça e segurar o pinto pra mijar…
Dá a cerveja que eu seguro.
Ô, Filipe, eu quero continuar bebendo enquanto mijo, me ajuda de outro jeito…
Que jeito?
Ah!!!, abre minha calça…
Ficou louco, cara. Pra depois você sair dizendo que eu sou viado…
Filipe. Espera aí, não seja injusto comigo que sou seu amigo, seu brother, cara. Eu não falo de você. Cara, sou eu que te defendo quando alguém diz uma treta estranha sobre você. Fica frio, brow, me ajuda aqui…
Filipe estava morrendo de vontade de atender o pedido de Bruno e ao mesmo tempo com muito medo e se fosse uma armadilha pra descobrir se ele era viado?
Cara. Me ajuda aqui, vai. Abre minha calça…
Muito nervoso, com as mãos tremulas, Filipe chegou ao lado de Bruno, sentiu seu corpo mole de bêbado encostar-se ao seu. Com uma mão ele segurava a cerveja que levava sempre aos lábios para dar um gole e com a outra se apoiava no muro. Os olhos de ambos estavam voltados para baixo, exatamente para parte do corpo de Bruno que Filipe iria desvelar. Relutante, quase a ponto de voltar atrás, Filipe abriu o botão da calça, depois abriu os demais botões, a calça era de botões e não de zíper.
Pronto. disse Filipe.
Pronto nada, cara. Agora põe pra fora.
Não vou pegar no seu pau, não. Tira você.
Ah!!!, Filipe, estou com a cerveja, estou me segurando aqui… Ah!!!, Filipe, chegou até aqui, termina o serviço…
Por termina o serviço, o que Bruno queria dizer. Sugeria que fosse além de apenas ajuda-lo a mijar? Filipe estava nervoso, morrendo de tesão, sentia a respiração de Bruno bem no seu pescoço, o cheiro dele, uma mistura de perfume, cheiro natural e de fumaça de cigarro da noite.
Está bem, vou fazer isso, mas ninguém…
Cara. Está louco. Acho que vou contar pra alguém, isso é entre nós, coisa de irmãos, cara. Irmãos.
Filipe abaixou a cueca branca de Bruno, puxou o pinto flácido do amigo pra fora e ficou segurando, esperando que ele mijasse. Jamais conseguiria mijar assim, mas Bruno parecia que conseguiria. E conseguiu. Logo o mijo veio, no começo meio tímido, depois correu pela calçada. Bruno mijou litros.
Chacoalha bem. pediu Bruno.
Filipe chacoalhou meio desajeitado.
Mais. Chacoalha mais pra não molhar a cueca. Faz como se estive batendo uma punhetinha que daí não fica nenhuma gotinha…
Filipe obedeceu. O pau de Bruno estava endurecendo. Parou de chacoapunhetar.
Não. Continua, cara. Pra não ficar nenhuma gotinha de mijo. Mijo deixa cueca branca amarelada, fica feio.
Filipe voltou a punhetar Bruno lentamente e o pau de Bruno ficou totalmente duro.
Aí, cara. Olha o que você fez. Me deixou de pau duro. E agora?
Filipe que já sabia disso, afinal o pau de Bruno estava em sua mão, apenas deu risada.
Malando. Aproveitou pra me deixar de pau duro. E agora?
Filipe continuou brincando com o pau do amigo, puxou o saco pra fora e acariciou. Enquanto isso sentiu que a mão de Bruno, aquela que estava livre, que não segurava a cerveja, empurrava sua cabeça para baixo. Ele queria uma chupeta. Filipe abaixou e abocanhou. Engoliu inteiro o pau do amigo. Depois lambeu o saco. Bruno fazia carícias no rosto de Filipe.
Peraí… Bruno derramou cerveja no seu pau e puxou Filipe de volta chupa com gostinho de cerveja…
Londrina, 12.05.2006.

Consolando o caminhoneiro

outubro 19, 2006

Tudo começou na minha saída da casa de um amigo. Meu amigo não é gay e também não saca nada em mim pois sou muito discreto. Fomos para sua casa para assistir a trilogia do senhor dos aneis. A sessão de filmes demorou mais que eu esperava e sai da casa dele falatando uns 15m para uma da matina. A rua estava deserta e meu bairro é muito escuro por causa da quantidade de arvores. Em uma destas ruas escuras estava um caminhão e ao me aproximar do veiculo notei que havia um homem encostado da cabina.
Começei a me esgueirar para o lado contrario da rua pois ainda não sabia de quem se tratava. Ia passando sem nem olhar para o lado quando ouvi o cara falando:”não conhece mais os amigos”. Tomei um susto e olhei para ver quem era. Pro meu espanto era o Sidney, um conhecido que costumava bater uma bolinha com o pessoal do bairro. Jogamos algumas vezes no mesmo time e estas foram as unicas vezes que tivemos contato.
Respondi ao chamado dizendo que ele tinha sumido. Ele veio explicando que estava viajando demais e que estava sem tempo para jogar. A medida que fui me aproximando não pude notar que ele estava muito perfumado, parecia que tinha acabado de tomar banho. Não pude também deixar de notar o seu belo corpo, já que ele estava apenas de calção de nylon (tipo jogador de futebol). Sydney era um galego de uns trinta e dois anos, olhos verdes, descendente de italiano, com a pele clara, mas levemente bronzeada.
Ele era muito forte e musculoso, não porque fazia academia, mais porque pegava mesmo no pesado já que era caminhoneiro. O que mais me chamava atenção eram seus braços musculosos, totalmente másculos e também seu peitoral grande e peludo. Perguntei o que fazia ali parado e ele começou a me explicar a situação. Disse que tinha chegado de viagem e que por motivos bestas a sua esposa havia brigado com ele e o colocado pra dormir fora de casa. A história dos problemas do casamento foram continuando quando de repente ele parou o assunto e perguntou se eu gostava de musica. Disse que sim. Ele então me convidou para entra para a cabina do caminhão pra me mostrar o CD novo do Zeze de Camargo e Luciano. Não gosto de musica sertaneja mais o cara tava numa pior mesmo. E a conversa continuou dentro do caminhão com aquela musiquinha como fundo.
Eu já estava achando tudo um saco e tava morrendo de sono. Para mudar de assunto eu perguntei a se ele costumava dar muita carona. Ai ele disse: depende, se carona tiver cara que vai dar pra mim. Na mesma hora aquela conversa chata começou a mudar de rumo. Eu meio assustado com sua resposta tentei engajar um papo de macho. Então vc deve pegar muita putinha de asfalto. Pego sim, mas não precisar ser só mulher. não. Neste instante notei que seu pau estava duro e seu calção estva volumoso. eu olhei pra cara safada dele e olhei para o calção. Ele deu uma mexidinha com o cacete e perguntou se eu não queria. não pude resistir. Fomos para a parte de tras da cabina onde o cara tinha um motel ambulante. era pequeno mais ideal. Ele fechou o vidro e a cortininha ao redor da cabina. Ele voltou tirando a minha camisa e beijando meu peitinho.
Sua rola já estava pra fora estava quente e que rolão. Não era grande demais, deveria ter um 17cm, mais era grossa e branquinha com uma cabeçona avermelhada. Cai de boca naquele caralhão. Enquanto chupava fui tirando minha bermuda. Ele gemia baixinho e começava a suar de prazer.
Ele tirou a rola da minha boca e me colocou deitado de barriga para cima. Deitou em cima de mim e começou a me sarrar forte e beijar meu pescoço. A rola dele era incrivelmente quente. Sua barba roçava em mim e suas mãos aperatavam minha bunda. Eu procurei o seu cuzinho e comecei a dar dedada. Ele gostou e pediu para eu não parar. Aquelas mãos de homem passeavam por todo meu corpo e derepente ele e virou de costas.
Fiquei com medo do cacete dele me machucar, pois era grosso. Ele foi até meu cuzinho e me lambeu todo por alguns minutos. Eu quase delirei de tanto tesão. Sem demoras ele começou a me penetrar e bem devagazinho ele foi me envadindo. No inicio doeu mais depois fui me acostumando com a Jeba dele. Quando ele conseguiu colocar tudo começou a bombar forte. Que homem gostoso era aquele? Depois de alguns instantes ele se levantou e pediu para eu sentar de frente para ele. Abri meu cuzinho e engoli tudo novamente. Agora eu rebolava e ele gemia sem parar.
Ele disse: “Cara sua rebolada é mais gostasa que a da minha mulher”. quando ele falou isso ai que eu caprichei. o Loirão não aguentou. urrou que nem um cavalo e esporrou dentro de mim. Na mesma hora eu comecei a bater minha punheta e num instante a porra jorrou até a cara dele. Ele riu e me chamou de vulcãozinho. foi delicioso. Depois coloquei minha roupa e sai prestando atenção se não tinha ninguem na rua.
Ele olhou da janela e disse se podiamos fazer outra vez. mandei ele me ligar e marcar e estou esperando uma nova aventura.

Quando um velho encontra um novo

outubro 18, 2006

heitor@ig.com.br

Eu conheci Joneiton em meu último emprego. Trabalhávamos em uma empresa de transporte urbano. Éramos de idade bem diferentes, eu com 42 e ele com pouco mais de vinte.Ele, embora jovem, já tinha uma filha pequena e já tinha encomendado outro, e vivia com a companheira, ser sem casado oficialmente. Eu já era casado há mais de dez anos com minha esposa. Ele tinha um tipo físico atlético (tentara ser jogador de futebol, mas uma lesão no joelho não permitiu….e ainda trazia o corpo esculpido pelas longas horas de treinamento). Eu sempre detestei qualquer tipo de exercício físico, mas ainda assim tinha o corpo esbelto para um coroa, e quando digo coroa é em relação à idade dele.Sentia-me atraído por ele, embora ele tivesse um perfil bastante másculo, e em minhas fantasias homossexuais eu sempre sonhava em ser o ativo. Os seus olhos verdes, o seu corpo liso, as suas nádegas durinhas (que eu observava no vestiário), os seus cabelos encaracolados na altura do pescoço, a sua voz grave, e o seu temperamento de pavio curto me diziam que eu não deveria ter a menor esperança. Eu tinha certeza que nada aconteceria entre nós, e se acontecesse, a probabilidade de eu ser o passivo da história era maior….e isso sempre me desencorajou qualquer aproximação mais íntima. E oportunidade para isso não faltava. Tomávamos banho juntos no vestiário, e nos turnos da madrugada, tirávamos uma soneca bem juntinhos num cubículo apertado, onde mal cabia uma pessoa, na garagem da empresa, entre uma viagem e outra, numa linha de ônibus que liga a zona oeste e o centro da cidade do Rio de Janeiro. E foi justamente nesse cubículo que tudo aconteceu, mas de uma maneira inesperada e maravilhosa.Numa certa madrugada, eu tinha que acordá-lo no tal cubículo, onde eu sabia que ele estava cochilando, para a sua próxima corrida. Não acendi a luz do pequeno aposento, pois não queria acordá-lo da maneira abrupta. Ao me aproximar do colchonete onde ele estava deitado, pude perceber que ele dormia sem a parte de cima do uniforme, de bruços. Chamei seu nome várias vezes, com a voz quase num sussurro…Ele não acordava. Ajoelhei-me perto dele e hesitei em tocar seu corpo. Onde tocá-lo? No braço, no ombro, nas costas? Fiquei alguns momentos paralisado entre a dúvida e contemplação daquele belo adormecido. Tremendo da cabeça aos pés, nem me dei conta que estava acariciando seu corpo…E foi nesse misto de medo e tesão que eu vi seu corpo esboçar alguma reação aos meus toques. Não sabia ao certo qual seria a reação dele, e me preparei para o pior…algum tipo de agressão física, ou verbal. Mas o que vi foi ele dirigir ambas as mãos para a região da virilha, desabotoando a calça do uniforme e arriando-a, juntamente com a cueca, até a altura dos joelhos, permanecendo de bruços, virando o rosto para o outro lado, como se não quisesse ver o que eu iria fazer com o seu belo traseiro exposto.O que aconteceu em seguida vem à minha mente em flashes loucos, numa seqüência de imagens selvagens, de sexo animalesco, de dois homens se entregando ao prazer sem medir as conseqüências. As chances de um outro motorista da empresa aparecer ali eram grandes, mas simplesmente ignoramos isso. Eu pulei em cima dele, e acabei de arriar suas calças, e tentei penetrá-lo de uma vez só, até que nos lembramos finalmente da utilidade lubrificante da saliva. Éramos ambos virgens naquele tipo de relação, mas a natureza seguiu o seu curso, e em poucos instantes eu estava inteiramente dentro dele. A loucura daquele momento não me impediu de notar que ele sentia uma dor incrível, que ele suportava heroicamente, e aquilo me fez o macho mais feliz na face da Terra. Senti o gozo vindo numa avalanche e ele parece ter pressentido, pois seu corpo se empinou como que para recebê-lo. Com os dedos crispados, senti minhas unhas cravarem no seu quadril, enquanto meus braços puxavam com toda força o seu corpo para junto do meu. Um jato de esperma saiu de mim com tal força, que parecia que a vida em mim se esvaía. No torpor daquela morte, ainda percebi os movimentos frenéticos do seu quadril, numa tentativa de ejacular junto comigo. Reuni todas as minhas forças, e voltei à carga, e mesmo sem uma gota de esperma dentro de mim, continuei a ir e vir dentro dele, segurando firmemente o pênis dele, que latejava feito uma serpente estrangulada, a ponto de sentir o fluxo do sêmen quando ele gozou, como quando se sente a água fluindo por um cano pouco espesso.Só então nos demos conta do risco que corríamos….Não sabíamos por quanto tempo ficamos naquela selvageria sexual, que durou poucos minutos, é verdade, devido à tensão e o tesão que ambos sentíamos, mas decerto alguém na garagem poderia desconfiar de nós. Sem dizer praticamente nada um ao outro, nos vestimos rapidamente, um tanto quanto envergonhados, porém incrivelmente saciados. É difícil de descrever a sensação de poder que um macho sente ao enrabar um outro macho, e aquele garoto me proporcionou isso.Não consegui raciocinar direito durante as horas que se seguiram, pensando em como iríamos nos encarar dali pra frente. E se ele quisesse, de uma próxima vez, ser o ativo? Um monte dessas besteiras ficaram me atormentando até que voltamos a nos cruzar na garagem, entre uma viagem e outra.Para minha surpresa, ele agiu com muita naturalidade. Tinha um sorriso meio Monalisa (indecifrável) no olhar, que só nós dois podíamos entender. Nós nos tornamos amantes e ele continuou a me surpreender com a doçura e passividade com que ele se comportava entre quatro paredes, em oposição ao seu temperamento habitualmente rude, quase intimidador, para quem não o conhecia como eu. Nosso lance durou até a época de sua transferência para uma outra linha da mesma empresa, em outro bairro. Eu, pouco tempo depois, arrumei um emprego como vigilante num shopping da zona oeste da cidade.Hoje, ainda nos vemos, esporadicamente, e nos mantemos a par das aventuras um do outro. Somos agradecidos um ao outro pela iniciação mútua. Não, não somos apaixonados. Acho que nunca fomos. Nossa relação não tem a carga dramática à la Brokeback Mountain.Nunca entendi direito o que nos uniu, e da maneira que nos uniu…mas, o fato é que aprendi, depois de velho a curtir um cuzinho de garoto novo, e ele aprendeu as delícias de uma pica experiente.