Continuando com um cara legal

segredo201@yahoo.com.br

No conto um cara muito legal, eu contei como eu comi o Dalton. É verdade que eu já tinha chupado, mas o mais importante foi a deliciosa foda que eu tinha dado no cu dele. O que eu vou relatar aqui é o que aconteceu depois que eu comi o cu dele, naquela mesma tarde de dezembro. Ainda me lembro tão claramente como se estivesse acontecendo agora, Vamos continuar de onde paramos:• Dalton – eu disse – Eu te acho muito lindo

Para dizer isso, eu tive que me afastar um pouco para contemplar a barba e os lindos olhos verdes dele. E quando minha boca descolou-se e meus olhos o viram, havia olhos magoados, lágrimas. Sem saber o que fazer, aproximei-me novamente e continuei o beijo, ele retribuiu ardentemente e eu recuperei imediatamente todo o meu tesão. Depois de um longo beijo, tão molhado que nos deixou os rostos completamente babados, eu senti as mãos dele me repelindo, empurrando-me gentilmente para longe. Novamente olhei nos olhos deles e vi o choro inequívoco. O Dalton estava chorando.

• O que foi? Eu perguntei
• Nada.
• Pode falar. Acho que depois de tudo, agente não precisa esconder mais nada.
• Eu nunca pensei que eu fosse tão bicha, cara. Eu dei tudo e gostei. Eu nunca senti tanto tesão na minha vida como quando você tava me comendo. Eu não queria ser viado.
• Eu acho que eu também preferia não ser, seria mais fácil não ter que esconder nada e nem ter que enfrentar a sociedade. Mas não tem jeito, não somos homossexuais, gostamos de transar com homens.
• Faz tempo que você sabe que você é viado?
• Desde criança. Eu sempre gostei de dar e de comer outros caras.
• Quando você deu pela primeira vez?
• Eu tinha onze anos, e dei pra um outro garoto da minha idade. Nós fizemos troca-troca.
• Eu também dava muito até os quinze anos, mas depois eu comecei a gostar de mulheres e pensei que aquilo havia sido só uma fase, que eu não ia ser viado, mas agora eu dei outravez e gostei.
• Eu acho que não tem esse negócio de fase. Eu também curto mulheres, pelo menos pra mim isso ocorre alternado. As vezes eu fico meses sentido tesão só por mulheres, mas as vezes eu também sinto tesão por homens, e pra ser sincero, apesar de eu ficar mais tempo sentindo tesão por mulheres do que por homens, quando vem a vontade de dar o cu, é o sentimento mais intenso que me vem. Nada no mundo é mais gostoso do que levar rola.
• Eu não queria que fosse assim.

Beijei ele novamente, ele quase permitiu, mas por fim, me recusou.

• Não! cara, eu não consigo. Passou o tesão, nós já gozamos e eu acho que nunca mais vou querer transar com outro cara

Pra ser sincero, aquilo me deixou puto da vida, pois eu ainda estava louco de tesão e queria mais, sobretudo por que eu ainda não havia sentido aquela pica deliciosa no meu rabo. Olhei para baixo e vi que ele tinha razão. O pau dele estava mole e minúsculo, nem parecia aquela obra de arte que eu havia chupado.

• Tudo bem! – eu disse – você não tem que fazer nada que você não queira, se você quiser a gente pode ir embora.

Quando eu disse isso, havia raiva, tristeza e vergonha na minha voz. Eu não estava chorando, mas acho que olhos estavam meio molhados. Segurei a onda, mas acho que ele percebeu.

• Pô cara! Eu não quero ser sacana com você, é que eu ainda queria ver se eu consigo escapar do homossexualismo- foi o que ele disse.

Devo dizer que eu não estava apaixonado por ele. Era um caso clássico de tesão, mas que puta tesão. Eu estava louco por aquele cara. Eu sabia que ele era homo, assim como eu, eu sabia que ele não conseguiria vencer. Sabia, porque eu já havia tentado e tinha falhado. Eu sabia que ele ia voltar a dar, então eu tomei a decisão de não desistir imediatamente, embora eu estivesse meio puto com a rejeição dele, eu entendia o que estava se passado na cabeça dele. Prometi a mim mesmo que seria respeitoso, mas que ainda tentaria continuar para ver se ele me comeria.

• Dalton, eu não sei se é possível dar e depois parar. Eu não sei se é possível desistir de ter prazeres tão intensos como esse que nós sentimos, eu sei que eu prefiro me esconder, mentir , fazer o que for preciso para poder ter um homem lindo como você colado na minha pele.
• Eu sei, eu adorei cada segundo da nossa transa. Eu não estou arrependido, só estou com vergonha.
• Vergonha de quê? Só estamos nós dois aqui. Não tem do que ter vergonha.
• Pra você é fácil dizer. Mas fui eu quem ofereceu o cu, fui eu quem pediu pra você me arrombar, fui eu que rebolei de calcinha, fui eu que pediu pra você enfiar com tudo. Eu fiz tudo que uma mulher faz e você foi tão macho. Mesmo quando você estava chupando você agia como macho. Se eu pudesse ser um homossexual masculino como você, acho que não teria problema, mas quando eu sinto tesão por homens, eu gosto de agir como um putinha.
• Bobo! Lindo! Eu também gosto de pertencer ao meu macho, gosto de ser vagabunda na cama.
• Sei lá, cara! Eu não consigo nem te encarar. Você é a única pessoa que sabe o que eu realmente gosto.
• Posso fazer uma coisa pra você?
• O quê?
• O quero te beijar.
• Não, eu não queria, por favor não chega tão perto.

Eu estava aproximando a minha boca da boca dele e mesmo enquanto ele dizia que não, eu já estava lambendo de leve os lábios dele e estava colocando a mão dele sobre a minha bunda.

• Por favor – eu disse – eu to implorando. Me beija, eu quera ser sua.

A mão dele não ficou na minha bunda, mas os lábios deles abriram-se e eu pude beijá-lo. Desta vez eu não senti aquele ímpeto que havia nos beijos que nós estávamos trocando um pouco antes. Ainda assim eu não perdi as esperanças. Acho que ele me deu aquele beijo, simplesmente para que a minha humilhação depois de implorar não fosse total. Mas mesmo assim eu sabia o que eu queria e sabia também que era a mesma coisa que ele queria.

• Desta vez você pareceu bicha pra caramba – ele disse.
• Eu sou bicha, meu querido. Eu só vidrado na sua pica, adoro seus pelos, suas coxas, quera sentir a sua língua. Não vejo a hora de sentir as suas mãos segurando os meus quadris enquanto eu fico de quatro. Isso é que eu acho que é ser bicha.
• Mas você nunca deu bandeira?
• Nem você. Mas você também é homo, não é?
• É! Acho que sou.
• Tudo bem! Não fica grilado.
• Eu acho que nós ainda vamos transar outravez – ele disse – um outro dia, mas hoje eu não consigo. Foi muita coisa pra mim. Tudo bem se ficar pra outro dia?
• Não tem problema. Mas será que não dava pra você me deixar pelo menos dar uma chupada?
• Mas ta mole cara!
• Tudo bem, eu chupo assim mesmo. Só um pouco. É que eu não queria sair daqui sem mostrar pra você que eu também gosto de me sentir meio puta.
• Ta legal. Mas não vai adiantar nada, porque hoje eu não consigo ter outra ereção.

Ele deitou-se de barriga para cima, seu corpo peludo estava completamente exposto para mim. Haviam pelos nas pernas, no peito e na barriga arrendondada. A barriga peluda é o que eu mais me lembro. Ele era meio gordo e o seu corpo era todo arredondado seu 1,75 devia ter uns 90 quilos.

Eu lambi ardentemente aquela barriga que me enlouquecia. Ele não disse nada nem emitiu qualquer som. Quando fui descendo a minha boca, cheguei às sua bolas absurdamente peludas, entre coxas grossas e macias. O seu pau estava completamente mole e ficava bem pequeno desse jeito. A cabeça do pau dele não ficava completamente recolhida pelo prepúcio. Mais da metade dela ficava pra fora, mostrando que mesmo mole, ele tinha um pau lindo. A pele do pau era mais escuro que as brancas pernas dele e a cabeça do pau era rosada.

Comecei lambendo as bolas e as coxas. Lambi da maneira mais descarada que eu sabia fazer, as vezes enfiava o pau dele inteiro na minha boca e chupava alternando a força. Ora mais suave, ora mais forte. Depois de chupar um tempo bem longo, o pau dele ainda estava mole. Pensei que talvez eu não fosse conseguir, mas pensei também que aquela chupada naquele pau, mesmo mole, já estava sendo uma delícia.

Depois de chupar de várias maneiras, tomei o pau dele na ponta dos dedos e afastei o prepúcio, expondo completamente a cabeça. Molhei os lábios com o máximo de saliva que eu consegui e comecei a chupar a glande dele. Lambia ao redor da cabeça. Colocava na boca. Guspia sobre o cacete dele e volva a chupar, usando a minha língua para espalhar a saliva pela pica e pelas coxas dele. Funcionou. Aos poucos fui sentindo a cabeça do pau dele ficando maior. Neste ponto voltei a enfiar e tirar a rola dele da minha boca lentamente. De repente, outra delícia: ouvi um suspiro dele. Enfiei tudo na boca e continuei chupando e usando a língua para massagear a cabeça daquele pau. Chupei com um pouco mais de força e então senti aquela rola crescer com tudo dentro da minha boca. Chupei com tanta felicidade que nem da pra descrever. Senti o quadril dele se movendo. Enfiando e tirando; fodendo a minha boca.

Depois de chupar ardentemente, ele mesmo tirou o pau da minha boca. Mandou-me pegar a calcinha que estava no chão e vesti-la. Sorri e fui imediatamente obedecer aquele macho gostoso. Peguei a calcinha e fui vesti-la no banheiro. Queria surpreende-lo com um atitude completamente efeminada da minha parte, queria que ele me visse sentindo o prazer de ser passivo.

Quando voltei do banheiro estava de calcinha e entrei rebolando, parei perto da cama, numa distância em que a mão dele pudesse me alcançar, virei-me de costas para ele e comecei a puxar a calcinha para dentro do rego, empinei a bunda o mais que pude e rebolei em movimentos circulares, completamente efeminados em contraste explícito com o meu corpo peludo (não tanto quanto o dele). Senti-me oferecer integralmente para aquele homem.

Enquanto eu rebolava, esperava ansiosamente a passada de mão na bunda que eu estava tentando obter ao rebolar tão perto da cama. Engano. Tomei um tapa forte,. Também estava esperando um elogio para a minha bunda e ouvi algo bastante diferente. Ele disse bem alto:

• Isso seu viado sem vergonha rebola esse bundão peludo. Mostra como você gosta de rola sua bicha. Cara. Eu nunca pensei que um homem podia ser tão viado.
• Eu posso ser tudo aquilo que você quiser que eu seja. Me dá outro tapa?

Eu nem terminei de falar e mão dele me bateu novamente na bunda,. acho que foi o tapa mais forte que um homem já deu na minha bunda, acho que até dava pra ouvir o barulho no quarto ao lado. Lembro que pensei isso naquela hora e fiquei ainda mais excitado.

• Ai meu homem, como você é forte e como sua mão me domina. Eu adora ser sua, faz de mim tudo o que você quiser.
• Fica de quatro que eu quero lamber o seu cu.

Ele imediatamente rasgou a calcinha, e começou a enfiar a língua com força dentro do meu cu. Eu rebolava e abria a bunda com as duas mãos. As vezes ele tirava a língua para me dar um outro tapa (ele adorava me bater na bunda)
• Ai que gostoso. Assim, vai. Meu cu é seu, sempre foi. Eu quero levar a sua rola no rabom desde a primeira vez que eu te vi. Me come. Eu to alucinada de vontade de dar. Vai, vai, por favor, come. Eu não agüento mais.

No instante em que eu me oferecia pra ele, eu sabia que teria que levar ferro do mesmo jeito que ele, ou seja, tudo de uma vez. Teria que sentir dor, e isso eu nunca tinha feito antes. Eu sempre dosei a dor, de modo que nunca era muito forte. Todos os caras que enfiaram na minha bunda fizeram isso devagar, ou depois de que eu já tinha arrombado o cu com alguma coisa. Desta vez eu teria que encarar a dor. Para ser sincero, aquilo me deixava ainda mais excitado. Foi quando ele me disse:

• Fica de quatro aí que eu vou enfiar o dedo.
• Não, a sua bichinha tem uma supresa pra você

Fui até o banheiro e peguei um pequeno sache de creme rinse e passei na pica dele, depois lubrifiquei o meu cu da melhor maneira possível, incluisive enfiei dois dedos dentro para alargar uma pouco e disse:

• Deita de barriga pra cima

Sentei-me sobre ele, meu soca estava esfregando no umbigo dele e minha bunda estava exatamente sobre aquela rola grande e deliciosa. E aí eu disse pra ele o que eu queria:
• Coloca as mãos em cima das minhas coxas. Eu vou sentar na sua rola e quero sentir entrar tudo de uma vez. Quando eu sentar, vai doer e pode ser que eu tente levantar. Não deixa. Me empurra pra baixo, forçando as minhas coxas. Eu quero levar a sua pica com toda a força, tudo bem?

Ele não disse nada, ficou ali me olhando quieto. Acho que ele já tinha superado a vergonha de ter sido tão ardentemente passivo. Eu estava fazendo por ele e também porque eu queria me sentir mais passivo do que nunca ( e olha que na maioria das vezes eu sou passivo).

Ajeitei a cabeça do pau dele na portinha do meu cu e comecei a sentar devagar, senti a cabeça do pau dele me abrindo aos poucos, mas não permiti que penetrasse muito fundo, deixei somente o suficiente para saber que estava bem encaixado. Soltei o peso do meu corpo sobre aquela rola. Entrou tudo (pelo menos eu pensei que era tudo) doeu muito. Senti uma dor insuportável e pensei que tinha me machucado. Nesse mesmo instante eu comecei a me levantar. Não deu tempo, as mãos do Dalton empurraram as minhas coxas para baixo com toda a força.. Aquilo que havia doído insuportavelmente ainda não era tudo. Quando ele me empurrou pelas coxas eu senti rola inteira enfiada no cu, a dor era tanta, mas mesmo assim ainda consegui perceber que as minhas nádegas estavam completamente apoiadas nas coxas dele, todo a peso do meu corpo estava sobre aquele caralho. Gritei despudoradamente

• Aaaaiiii! Tira. Doeu muito, não vai dar! Para por favor.

Ele não disse nada, simplesmente manteve a pressão sobre as minhas coxas e eu não conseguia me levantar. O pinto dele estava tão enterrado no meu rabo que eu sentia as bolas dele encostadas no meu próprio cu, não na bunda como eu já havia sentido tantas vezes. Ao mesmo tempo que eu ficava pensando um jeito de sair daquela posição, eu via os olhos fechados do Dalton, quanto prazer, quanto tesão, e era eu quem estava dando daquele jeito. Não havia o que fazer, eu tinha que agüentar a dor. Aquele era o meu homem e ele merecia em enrrabar daquele jeito.

Fiquei parado um pouco de tempo, e comecei a me mover em breve. Acho que fiquei menos de um minuto parado sobre a rola dele, quando eu comecei a me mover, ainda sentia dor, mas já não era tão forte. Quanto mais eu me mexia, menor dor eu sentia. Meu cu foi ficando aberto e o creme rinse foi ótimo, pois deixou tudo muito lubrificado.

Meu homem estava ali, parado e com os olhos fechados e eu já não sentia dor alguma. Meu cu já estava pronto pra dar todo prazer que aquele homem merecia, e eu dei. Ajeitei a posição das minha pernas e comecei a subir até que a rola dele praticamente saísse do meu rabo, depois descia lentamente até ficar quase na mesma condição que estava quando eu ficava com todo o meu peso sobre ele (se fosse até o fim doía uma pouco), fui aumentando o ritmo aos poucos ….

• Vai seu viado. Senta na minha rola. Você não tem vergonha, um homem do seu tamanho dando a bunda.
• Dou a bunda e gosto. Gosto de levar tudo no rabo (neste momento eu aguentei novamente um pouco de dor pra mostrar pro meu macho que eu gostava de rebolar com a rola enterrada até o fim)
• Vai viadão, senta na minha pica.
• Enfia com tudo (eu jogava todo o meu peso em cada descida), fode, fode tudo
• Bichona
• Eu quero pica
• Sua bunda é a mais gostosa que eu já comi em toda a minha vida.
• Aaai que delicia, fala outravez.
• Eu adoro o seu rabo. Quero te comer todo dia.
• E eu dou, dou tudo e se você quiser eu posso ser sempre passivo, vai fode tudo.

Nesse momento eu senti a porra inundando. Meu cu estava tão arrombado que a porra escorreu toda pra fora e lambuzou as nossas coxas

Nos beijamos e fomos embora. Nosso caso ainda durou uns três anos e foi uma delícia enquanto durou. Ele não exisgiu que eu fosse sempre passivo e nos alternávamos sempre. O grande barato de cada um era sempre ser completamente passivo (afeminado) na hora de dar a bunda e completamente macho na hora de comer. Até hoje eu gosto dessa brincadeira, mas não é todo mundo que curte.

A história é mais ou menos essa e já acabou. Poderia falar mais um pouco, mas agora eu vou dar o cu. Descobri que o vigia noturno do prédio onde fica o meu escritório é homossexual ativo (ele pensa que só eu é que sou gay. Deixa ele pensar assim) e adora me comer. Já deu pra perceber qual é o meu compromisso neste momento.

Beijos e chupadas
Cláudio


%d blogueiros gostam disto: