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Continuando com um cara legal

setembro 10, 2006

segredo201@yahoo.com.br

No conto um cara muito legal, eu contei como eu comi o Dalton. É verdade que eu já tinha chupado, mas o mais importante foi a deliciosa foda que eu tinha dado no cu dele. O que eu vou relatar aqui é o que aconteceu depois que eu comi o cu dele, naquela mesma tarde de dezembro. Ainda me lembro tão claramente como se estivesse acontecendo agora, Vamos continuar de onde paramos:• Dalton – eu disse – Eu te acho muito lindo

Para dizer isso, eu tive que me afastar um pouco para contemplar a barba e os lindos olhos verdes dele. E quando minha boca descolou-se e meus olhos o viram, havia olhos magoados, lágrimas. Sem saber o que fazer, aproximei-me novamente e continuei o beijo, ele retribuiu ardentemente e eu recuperei imediatamente todo o meu tesão. Depois de um longo beijo, tão molhado que nos deixou os rostos completamente babados, eu senti as mãos dele me repelindo, empurrando-me gentilmente para longe. Novamente olhei nos olhos deles e vi o choro inequívoco. O Dalton estava chorando.

• O que foi? Eu perguntei
• Nada.
• Pode falar. Acho que depois de tudo, agente não precisa esconder mais nada.
• Eu nunca pensei que eu fosse tão bicha, cara. Eu dei tudo e gostei. Eu nunca senti tanto tesão na minha vida como quando você tava me comendo. Eu não queria ser viado.
• Eu acho que eu também preferia não ser, seria mais fácil não ter que esconder nada e nem ter que enfrentar a sociedade. Mas não tem jeito, não somos homossexuais, gostamos de transar com homens.
• Faz tempo que você sabe que você é viado?
• Desde criança. Eu sempre gostei de dar e de comer outros caras.
• Quando você deu pela primeira vez?
• Eu tinha onze anos, e dei pra um outro garoto da minha idade. Nós fizemos troca-troca.
• Eu também dava muito até os quinze anos, mas depois eu comecei a gostar de mulheres e pensei que aquilo havia sido só uma fase, que eu não ia ser viado, mas agora eu dei outravez e gostei.
• Eu acho que não tem esse negócio de fase. Eu também curto mulheres, pelo menos pra mim isso ocorre alternado. As vezes eu fico meses sentido tesão só por mulheres, mas as vezes eu também sinto tesão por homens, e pra ser sincero, apesar de eu ficar mais tempo sentindo tesão por mulheres do que por homens, quando vem a vontade de dar o cu, é o sentimento mais intenso que me vem. Nada no mundo é mais gostoso do que levar rola.
• Eu não queria que fosse assim.

Beijei ele novamente, ele quase permitiu, mas por fim, me recusou.

• Não! cara, eu não consigo. Passou o tesão, nós já gozamos e eu acho que nunca mais vou querer transar com outro cara

Pra ser sincero, aquilo me deixou puto da vida, pois eu ainda estava louco de tesão e queria mais, sobretudo por que eu ainda não havia sentido aquela pica deliciosa no meu rabo. Olhei para baixo e vi que ele tinha razão. O pau dele estava mole e minúsculo, nem parecia aquela obra de arte que eu havia chupado.

• Tudo bem! – eu disse – você não tem que fazer nada que você não queira, se você quiser a gente pode ir embora.

Quando eu disse isso, havia raiva, tristeza e vergonha na minha voz. Eu não estava chorando, mas acho que olhos estavam meio molhados. Segurei a onda, mas acho que ele percebeu.

• Pô cara! Eu não quero ser sacana com você, é que eu ainda queria ver se eu consigo escapar do homossexualismo- foi o que ele disse.

Devo dizer que eu não estava apaixonado por ele. Era um caso clássico de tesão, mas que puta tesão. Eu estava louco por aquele cara. Eu sabia que ele era homo, assim como eu, eu sabia que ele não conseguiria vencer. Sabia, porque eu já havia tentado e tinha falhado. Eu sabia que ele ia voltar a dar, então eu tomei a decisão de não desistir imediatamente, embora eu estivesse meio puto com a rejeição dele, eu entendia o que estava se passado na cabeça dele. Prometi a mim mesmo que seria respeitoso, mas que ainda tentaria continuar para ver se ele me comeria.

• Dalton, eu não sei se é possível dar e depois parar. Eu não sei se é possível desistir de ter prazeres tão intensos como esse que nós sentimos, eu sei que eu prefiro me esconder, mentir , fazer o que for preciso para poder ter um homem lindo como você colado na minha pele.
• Eu sei, eu adorei cada segundo da nossa transa. Eu não estou arrependido, só estou com vergonha.
• Vergonha de quê? Só estamos nós dois aqui. Não tem do que ter vergonha.
• Pra você é fácil dizer. Mas fui eu quem ofereceu o cu, fui eu quem pediu pra você me arrombar, fui eu que rebolei de calcinha, fui eu que pediu pra você enfiar com tudo. Eu fiz tudo que uma mulher faz e você foi tão macho. Mesmo quando você estava chupando você agia como macho. Se eu pudesse ser um homossexual masculino como você, acho que não teria problema, mas quando eu sinto tesão por homens, eu gosto de agir como um putinha.
• Bobo! Lindo! Eu também gosto de pertencer ao meu macho, gosto de ser vagabunda na cama.
• Sei lá, cara! Eu não consigo nem te encarar. Você é a única pessoa que sabe o que eu realmente gosto.
• Posso fazer uma coisa pra você?
• O quê?
• O quero te beijar.
• Não, eu não queria, por favor não chega tão perto.

Eu estava aproximando a minha boca da boca dele e mesmo enquanto ele dizia que não, eu já estava lambendo de leve os lábios dele e estava colocando a mão dele sobre a minha bunda.

• Por favor – eu disse – eu to implorando. Me beija, eu quera ser sua.

A mão dele não ficou na minha bunda, mas os lábios deles abriram-se e eu pude beijá-lo. Desta vez eu não senti aquele ímpeto que havia nos beijos que nós estávamos trocando um pouco antes. Ainda assim eu não perdi as esperanças. Acho que ele me deu aquele beijo, simplesmente para que a minha humilhação depois de implorar não fosse total. Mas mesmo assim eu sabia o que eu queria e sabia também que era a mesma coisa que ele queria.

• Desta vez você pareceu bicha pra caramba – ele disse.
• Eu sou bicha, meu querido. Eu só vidrado na sua pica, adoro seus pelos, suas coxas, quera sentir a sua língua. Não vejo a hora de sentir as suas mãos segurando os meus quadris enquanto eu fico de quatro. Isso é que eu acho que é ser bicha.
• Mas você nunca deu bandeira?
• Nem você. Mas você também é homo, não é?
• É! Acho que sou.
• Tudo bem! Não fica grilado.
• Eu acho que nós ainda vamos transar outravez – ele disse – um outro dia, mas hoje eu não consigo. Foi muita coisa pra mim. Tudo bem se ficar pra outro dia?
• Não tem problema. Mas será que não dava pra você me deixar pelo menos dar uma chupada?
• Mas ta mole cara!
• Tudo bem, eu chupo assim mesmo. Só um pouco. É que eu não queria sair daqui sem mostrar pra você que eu também gosto de me sentir meio puta.
• Ta legal. Mas não vai adiantar nada, porque hoje eu não consigo ter outra ereção.

Ele deitou-se de barriga para cima, seu corpo peludo estava completamente exposto para mim. Haviam pelos nas pernas, no peito e na barriga arrendondada. A barriga peluda é o que eu mais me lembro. Ele era meio gordo e o seu corpo era todo arredondado seu 1,75 devia ter uns 90 quilos.

Eu lambi ardentemente aquela barriga que me enlouquecia. Ele não disse nada nem emitiu qualquer som. Quando fui descendo a minha boca, cheguei às sua bolas absurdamente peludas, entre coxas grossas e macias. O seu pau estava completamente mole e ficava bem pequeno desse jeito. A cabeça do pau dele não ficava completamente recolhida pelo prepúcio. Mais da metade dela ficava pra fora, mostrando que mesmo mole, ele tinha um pau lindo. A pele do pau era mais escuro que as brancas pernas dele e a cabeça do pau era rosada.

Comecei lambendo as bolas e as coxas. Lambi da maneira mais descarada que eu sabia fazer, as vezes enfiava o pau dele inteiro na minha boca e chupava alternando a força. Ora mais suave, ora mais forte. Depois de chupar um tempo bem longo, o pau dele ainda estava mole. Pensei que talvez eu não fosse conseguir, mas pensei também que aquela chupada naquele pau, mesmo mole, já estava sendo uma delícia.

Depois de chupar de várias maneiras, tomei o pau dele na ponta dos dedos e afastei o prepúcio, expondo completamente a cabeça. Molhei os lábios com o máximo de saliva que eu consegui e comecei a chupar a glande dele. Lambia ao redor da cabeça. Colocava na boca. Guspia sobre o cacete dele e volva a chupar, usando a minha língua para espalhar a saliva pela pica e pelas coxas dele. Funcionou. Aos poucos fui sentindo a cabeça do pau dele ficando maior. Neste ponto voltei a enfiar e tirar a rola dele da minha boca lentamente. De repente, outra delícia: ouvi um suspiro dele. Enfiei tudo na boca e continuei chupando e usando a língua para massagear a cabeça daquele pau. Chupei com um pouco mais de força e então senti aquela rola crescer com tudo dentro da minha boca. Chupei com tanta felicidade que nem da pra descrever. Senti o quadril dele se movendo. Enfiando e tirando; fodendo a minha boca.

Depois de chupar ardentemente, ele mesmo tirou o pau da minha boca. Mandou-me pegar a calcinha que estava no chão e vesti-la. Sorri e fui imediatamente obedecer aquele macho gostoso. Peguei a calcinha e fui vesti-la no banheiro. Queria surpreende-lo com um atitude completamente efeminada da minha parte, queria que ele me visse sentindo o prazer de ser passivo.

Quando voltei do banheiro estava de calcinha e entrei rebolando, parei perto da cama, numa distância em que a mão dele pudesse me alcançar, virei-me de costas para ele e comecei a puxar a calcinha para dentro do rego, empinei a bunda o mais que pude e rebolei em movimentos circulares, completamente efeminados em contraste explícito com o meu corpo peludo (não tanto quanto o dele). Senti-me oferecer integralmente para aquele homem.

Enquanto eu rebolava, esperava ansiosamente a passada de mão na bunda que eu estava tentando obter ao rebolar tão perto da cama. Engano. Tomei um tapa forte,. Também estava esperando um elogio para a minha bunda e ouvi algo bastante diferente. Ele disse bem alto:

• Isso seu viado sem vergonha rebola esse bundão peludo. Mostra como você gosta de rola sua bicha. Cara. Eu nunca pensei que um homem podia ser tão viado.
• Eu posso ser tudo aquilo que você quiser que eu seja. Me dá outro tapa?

Eu nem terminei de falar e mão dele me bateu novamente na bunda,. acho que foi o tapa mais forte que um homem já deu na minha bunda, acho que até dava pra ouvir o barulho no quarto ao lado. Lembro que pensei isso naquela hora e fiquei ainda mais excitado.

• Ai meu homem, como você é forte e como sua mão me domina. Eu adora ser sua, faz de mim tudo o que você quiser.
• Fica de quatro que eu quero lamber o seu cu.

Ele imediatamente rasgou a calcinha, e começou a enfiar a língua com força dentro do meu cu. Eu rebolava e abria a bunda com as duas mãos. As vezes ele tirava a língua para me dar um outro tapa (ele adorava me bater na bunda)
• Ai que gostoso. Assim, vai. Meu cu é seu, sempre foi. Eu quero levar a sua rola no rabom desde a primeira vez que eu te vi. Me come. Eu to alucinada de vontade de dar. Vai, vai, por favor, come. Eu não agüento mais.

No instante em que eu me oferecia pra ele, eu sabia que teria que levar ferro do mesmo jeito que ele, ou seja, tudo de uma vez. Teria que sentir dor, e isso eu nunca tinha feito antes. Eu sempre dosei a dor, de modo que nunca era muito forte. Todos os caras que enfiaram na minha bunda fizeram isso devagar, ou depois de que eu já tinha arrombado o cu com alguma coisa. Desta vez eu teria que encarar a dor. Para ser sincero, aquilo me deixava ainda mais excitado. Foi quando ele me disse:

• Fica de quatro aí que eu vou enfiar o dedo.
• Não, a sua bichinha tem uma supresa pra você

Fui até o banheiro e peguei um pequeno sache de creme rinse e passei na pica dele, depois lubrifiquei o meu cu da melhor maneira possível, incluisive enfiei dois dedos dentro para alargar uma pouco e disse:

• Deita de barriga pra cima

Sentei-me sobre ele, meu soca estava esfregando no umbigo dele e minha bunda estava exatamente sobre aquela rola grande e deliciosa. E aí eu disse pra ele o que eu queria:
• Coloca as mãos em cima das minhas coxas. Eu vou sentar na sua rola e quero sentir entrar tudo de uma vez. Quando eu sentar, vai doer e pode ser que eu tente levantar. Não deixa. Me empurra pra baixo, forçando as minhas coxas. Eu quero levar a sua pica com toda a força, tudo bem?

Ele não disse nada, ficou ali me olhando quieto. Acho que ele já tinha superado a vergonha de ter sido tão ardentemente passivo. Eu estava fazendo por ele e também porque eu queria me sentir mais passivo do que nunca ( e olha que na maioria das vezes eu sou passivo).

Ajeitei a cabeça do pau dele na portinha do meu cu e comecei a sentar devagar, senti a cabeça do pau dele me abrindo aos poucos, mas não permiti que penetrasse muito fundo, deixei somente o suficiente para saber que estava bem encaixado. Soltei o peso do meu corpo sobre aquela rola. Entrou tudo (pelo menos eu pensei que era tudo) doeu muito. Senti uma dor insuportável e pensei que tinha me machucado. Nesse mesmo instante eu comecei a me levantar. Não deu tempo, as mãos do Dalton empurraram as minhas coxas para baixo com toda a força.. Aquilo que havia doído insuportavelmente ainda não era tudo. Quando ele me empurrou pelas coxas eu senti rola inteira enfiada no cu, a dor era tanta, mas mesmo assim ainda consegui perceber que as minhas nádegas estavam completamente apoiadas nas coxas dele, todo a peso do meu corpo estava sobre aquele caralho. Gritei despudoradamente

• Aaaaiiii! Tira. Doeu muito, não vai dar! Para por favor.

Ele não disse nada, simplesmente manteve a pressão sobre as minhas coxas e eu não conseguia me levantar. O pinto dele estava tão enterrado no meu rabo que eu sentia as bolas dele encostadas no meu próprio cu, não na bunda como eu já havia sentido tantas vezes. Ao mesmo tempo que eu ficava pensando um jeito de sair daquela posição, eu via os olhos fechados do Dalton, quanto prazer, quanto tesão, e era eu quem estava dando daquele jeito. Não havia o que fazer, eu tinha que agüentar a dor. Aquele era o meu homem e ele merecia em enrrabar daquele jeito.

Fiquei parado um pouco de tempo, e comecei a me mover em breve. Acho que fiquei menos de um minuto parado sobre a rola dele, quando eu comecei a me mover, ainda sentia dor, mas já não era tão forte. Quanto mais eu me mexia, menor dor eu sentia. Meu cu foi ficando aberto e o creme rinse foi ótimo, pois deixou tudo muito lubrificado.

Meu homem estava ali, parado e com os olhos fechados e eu já não sentia dor alguma. Meu cu já estava pronto pra dar todo prazer que aquele homem merecia, e eu dei. Ajeitei a posição das minha pernas e comecei a subir até que a rola dele praticamente saísse do meu rabo, depois descia lentamente até ficar quase na mesma condição que estava quando eu ficava com todo o meu peso sobre ele (se fosse até o fim doía uma pouco), fui aumentando o ritmo aos poucos ….

• Vai seu viado. Senta na minha rola. Você não tem vergonha, um homem do seu tamanho dando a bunda.
• Dou a bunda e gosto. Gosto de levar tudo no rabo (neste momento eu aguentei novamente um pouco de dor pra mostrar pro meu macho que eu gostava de rebolar com a rola enterrada até o fim)
• Vai viadão, senta na minha pica.
• Enfia com tudo (eu jogava todo o meu peso em cada descida), fode, fode tudo
• Bichona
• Eu quero pica
• Sua bunda é a mais gostosa que eu já comi em toda a minha vida.
• Aaai que delicia, fala outravez.
• Eu adoro o seu rabo. Quero te comer todo dia.
• E eu dou, dou tudo e se você quiser eu posso ser sempre passivo, vai fode tudo.

Nesse momento eu senti a porra inundando. Meu cu estava tão arrombado que a porra escorreu toda pra fora e lambuzou as nossas coxas

Nos beijamos e fomos embora. Nosso caso ainda durou uns três anos e foi uma delícia enquanto durou. Ele não exisgiu que eu fosse sempre passivo e nos alternávamos sempre. O grande barato de cada um era sempre ser completamente passivo (afeminado) na hora de dar a bunda e completamente macho na hora de comer. Até hoje eu gosto dessa brincadeira, mas não é todo mundo que curte.

A história é mais ou menos essa e já acabou. Poderia falar mais um pouco, mas agora eu vou dar o cu. Descobri que o vigia noturno do prédio onde fica o meu escritório é homossexual ativo (ele pensa que só eu é que sou gay. Deixa ele pensar assim) e adora me comer. Já deu pra perceber qual é o meu compromisso neste momento.

Beijos e chupadas
Cláudio

Um cara muito legal

setembro 2, 2006

segredo201@yahoo.com.br Conheci o Dalton há muitos anos atrás, eu era um jovem profissional recém contratado e ele era um estagiário. Apesar de eu já estar efetivado e ele ainda não, ele era um pouco mais velho (ele estava fazendo a sua segunda faculdade).

Dalton era um cara muito branco e levemente acima do peso, com 1,75m, seus olhos eram verdes apesar de ter ainda 27 anos, já era possível perceber entradas de calvície bastante pronunciadas. Dependendo da roupa que ele estivesse usando, era possível perceber que ele era do tipo radicalmente peludo (estilo Toni Ramos). O que mais chamava atenção no corpo dele era a bunda. Fantástica! Perfeitamente redonda, grande, arrebitada, as coxas eram muito grossas e era fácil perceber que eram muito mais musculosas que as outras partes do corpo (Ele costumava andar até 10 Km por dia). Os cabelos eram encaracolados e castanhos claros e a boca era mais carnuda do que devem ser as bocas dos brancos.

Desde que eu entrara na empresa eu não tinha tido interesse por nenhum homem e estava feliz com a minha namorada. O Dalton estava noivo e pretendia se casar em breve e ambos estávamos muito satisfeitos com esta situação. É verdade que ele tinha o tipo físico que eu gostava (levemente acima do peso), mas mesmo assim eu não pensava nele com desejo.

Do ponto de vista de comportamento, ele era muito extrovertido (eu também), adorava contar e ouvir piadas e tinha especial predileção por piadas de viados. Ele tinha o hábito de tirar uma onda imitando sexo oral fazendo um tipo de mímica usando a língua que era realmente muito engraçado. Uma vez cheguei a pensar que a obsessão dele por piadas de viados dava a impressão de que tinha alguma coisa de mal resolvido ali.

Eu, apesar de formado, ainda estava fazendo uma pós-graduação na faculdade e por este motivo, costumávamos sair do trabalho e irmos juntos de ônibus ou algumas vezes no velho carro do pai dele. Conversávamos sobre todos os assuntos e com o passar do tempo, fui percebendo que ele era mais culto, inteligente e sensível do que parecia. Ele tinha uma visão arrojada sobre política e comportamento e era capaz de enxergar e evitar preconceitos onde eu nem percebia. Aprendi muito com nossas conversas, mas sobretudo aprendi a admirar aquela inusitada figura, que parecia um carcamano típico a primeira vista, mas que com o tempo foi parecendo cada vez mais humano e legal.

Não vou dizer que o tesão pelo Dalton apareceu logo de cara, na verdade foi chegando aos poucos, mas depois de algum tempo eu não conseguia mais parar de pensar naquele cara. Minha maior diversão era olhar o volume no meio das pernas dele e tentar adivinhar o tamanho daquele pau, claro que eu sempre fui muito cuidadoso e ele nunca percebeu que eu ficava secando a pica dele. Punhetas e masturbações anais pensando nele tornaram-se freqüentes e uma vez eu armei um peque estratagema para mostrar a minha bunda pra ele.

Todos os dias, antes do almoço nós passávamos no banheiro da firma para lavar as mãos, ou o rosto ou para dar uma mijada. Como o nosso setor tinha poucos funcionários, era comum que não houvesse mais ninguém no banheiro na ora que lá estávamos. Uma vez, depois que todos já tinham saído para almoçar, eu deixei de propósito o meu vale refeição sobre a escrivaninha e saímos, quando estávamos quase chegando ao banheiro eu pedi que ele voltasse e pegasse o meu vale, porque eu estava apertado. Entrei no banheiro, deixei a porta aberta e verifiquei que estava vazio, fui até o mictório e abaixei as calças até o joelho e enterrei a cueca no rego, depois fiquei esperando com a bunda virada na direção da entrada. Quando ouvi passos chegando, prestes a entrarem no banheiro, arrebitei a bunda e fingi que estava tirando a cueca do rego. Rapidamente subi as calças e fingi que tinha sido pego de surpresa, quando ele disse brincando.

• Eh! Bundinha gostosa em!
• Pô cara, essa porra dessa cueca de merda fica subindo, hoje a noite eu vou jogar isso fora.
• Cueca subindo que nada! Você tava era mostrando a bunda!
• Que é isso meu chapa! Para de me tirar o sarro, a situação já é bem constrangedora mesmo que você ficar alugando.
• Ta legal. Desculpa. Isso acontece!
• Será que dá pra guardar segredo? Se isso se espalher vai ser uma tremenda gozação.
• Pode ficar tranqüilo, só eu é que sei que você tem uma bundinha gostosinha. Não vou contar pra ninguém!
• Pô cara! Sem gozação!

È claro que eu fiquei alucinado de tesão. Se ele tivesse me visto de frente, teria visto uma pica dura, mas eu consegui esconder direitinho, ou pelo menos pensei que tinha escondido.

No fim do expediente deste mesmo dia aconteceu algo diferente no ônibus. Quando ficamos sentados lado a lado, nossas pernas se tocaram, eu não forcei a barra e ele pareceu que também não forçou, mas nenhum dos dois se apressou muito em recolher a perna, isso aconteceu naturalmente, mas somente depois de alguns segundos de contato. Uau! Que perna dura e gostosa!

Fomos conversando normalmente até a faculdade e nada rolou. Com o passar dos dias, eu comecei a comprar a playboy para justificar alguma ocasião em que ele pudesse me pegar de pau duro, ele passou a comprar a revista status e na trocávamos ou ficávamos olhando juntos. Com o passar do tempo, fomos perdendo o medo de ficar de pau duro um na frente do outro. Quando estávamos folheando as revistas chegávamos a segurar o pau por cima da calça, a fim de ajeitá-lo, e eu achava que o pau dela ficava dura para a revista enquanto o meu ficava dura pra ele.

No ônibus era cada vez mais comum que permitíssemos que nossas coxas se tocassem e na véspera das férias coletivas deixamos que nossas pernas se tocassem e não recolhemos mais. Nem ele se afastou e nem eu. Para ser sincero, eu ia aproveitando o balanço do ônibus para que a pressão entre as nossas pernas fosse ficando cada vez mais forte e para minha felicidade, ele mantinha a pressão. Quase gozei, pois comecei a acreditar que ele também estava a fim. Naquela viagem, nossas pernas ficaram se tocando e nossas bocas ficaram fechadas, fizemos a viagem toda calados e não nos olhamos.

No dia seguinte ele veio de carro pois haveria a festa de despedida de fim de ano (antes das férias coletivas). Eu fiquei muito constrangido, pois já não tinha certeza se o que ocorrera no ônibus não era apenas assédio da minha parte, e se o silêncio dele não era apenas o constrangimento por descobrir que o amigo dele era viado.
Ele, por sua vez, não mostrou qualquer sintoma de preocupação, conversou normalmente comigo e com os demais. Brincou, contou piadas, bebeu, comeu churrasco. Tudo normal.

Eu passei o dia todo fingindo que estava alegre, e não sei se fingi bem, mas ninguém agiu como se eu estivesse dando alguma bandeira. No final da festa, ainda era meio dia e eu pedi uma carona para ele. Ele sabia que nós não teríamos aulas e que portanto nossos caminhos seriam diferentes, mas não fez qualquer objeção, simplesmente respondeu que sim com um sorriso.

Entrei no carro, já sabendo que teria que tocar no assunto, pois eu tinha dado muita bandeira e era preciso fechar aquele assunto. Saímos da firma em silêncio e cerca de dois quarteirões depois eu pedi para que ele parasse em um lugar meio deserto para que a gente pudesse conversar e ele respondeu:

• Pode ser num drive-in?
• Pode – eu disse boquiaberto
• Tudo bem. Eu sei sobre o que você quer falar

Demos uma longa volta e procuramos um drive-in longe de qualquer lugar. Lá chendo eu já estava de pau duro e olhei para ele e vi que eu estava sendo correspondido. Assim que a cortina do box foi fechada eu não me contive e coloquei imediatamente a mão sobre o pau dele.

• Calma! – ele disse – Eu quero conversar um pouco e não sei se agente devia continuar com essa brincadeira.

Nem sei como explicar o tamanho do meu constrangimento e da minha vergonha. Eu queria morrer ou sumir. Meus olhos encheram-se de lágrimas e eu já estava de olhos fechados tentando segurar o choro. Permaneci assim por um tempo que pareceu eterno. Nenhum dos dois disse nada

Depois de muito tempo abri os olhos e vi que ele estava chorando em silêncio. Seu rosto estava molhado por muitas lágrimas. Aquilo me deixou confuso, mas espantosamente me acalmou. Fiquei tentando imaginar porque ele estava chorando. Quando derrepente ele disse.

• Cláudio. Eu não sei se eu sou homossexual. – e prosseguiu
• “quando eu tinha uns 10 ou 11 anos, eu costumava me vestir com a calcinha da minha irmã e ficava olhando no espelho. Eu batia punheta pra imagem refletida da minha bunda. Um dia minha mãe me pegou dando o cu pro vizinho. Desde aquele dia eu estou fazendo terapia. Minha mãe pensa que a terapia vai fazer com que eu não vire bicha, mas tudo que eu quero com a terapia é entender o que eu sou. Eu estou apaixonado pela minha noiva, mas não consigo deixar de pensar em você comigo, na cama.”

Ele disse isso e fitou profundamente os meus olhos esperando que eu tivesse uma solução para o problema dele. Eu disse:

• “Eu sou bissexual, transo com mulheres e homens. Normalmente uma pessoa de cada vez. Já fui casado com a irmã do meu namorado e eu amava os dois. Naquele caso, ambos sabiam de tudo. Hoje eu namoro uma outra garota e também estou apaixonado por ela, mas ela é hetero pra caramba. Eu não posso revelar este meu outro lado.”
• Continuei – “Ser bissexual, não quer dizer que você não vai se apaixonar. Quando eu era mais jovem e percebi que gostava de transar com homens e mulheres pensei que só poderia me apaixonar por pessoas que também fossem bissexuais. Descobri que isto é impossível. Não dá pra obrigar o coração a se apaixonar somente por pessoas que tenham características que nós definimos. O coração é quem manda”
• Eu não quero dizer que estou apaixonado por você – ele disse
• Eu sei. Nem eu estou apaixonado por você, mas o tesão que eu estou sentindo não ta dando pra segurar.
• É. Eu também não to agüentando mais de vontade.

Não perdi mais tempo. Meti a mão na pica dele. Dessa vez ele deixou, fechou os olhos e relaxou. Senti o pau dele pulsando de tão duro. De repente eu lembrei da brincadeira que ele fazia com a calcinha e percebi que ele também queria ser passivo. Então permiti que a minha mão fosse deslizando pelo quadril dele até que tocasse a bunda. Olhei fundo nos olhos dele e encontrei uma permissão para seguir em frente.

Puxei ele com força, segurando a sua bunda. Nossos peitos se tocaram e eu continuei a puxá-lo. Jogando-o por cima de mim, de tal forma que ele sentou-se no meu colo, de frente para mim. Nossos paus estavam se apertando mutuamente, robolávamos para poder sentir os paus se atritando. Minhas mãos seguravam a bunda dele com força e ele tinha as mãos por trás do meu pescoço. Nesse momento ele me beijou. Nossas línguas estavam cheias de saliva e aquele beijo tinha a força dos beijos machos, quase uma mordida de tão fortes e intermináveis. Nossos corpos se contorciam ainda mais fortemente para podermos esfregar cada vez mais os pintos um no outro.

Retirei uma das mãos da deliciosa bunda dele e afrouxei o cinto muito apertado que ele estava usando, depois retornei até a bunda e fui lentamente enfiando a minha mão por dentro da calça.

Nesse momento ele interrompeu o beijo, afastou-se um pouco e ficou me olhando com uma feição safada. Eu fui enfiando a mão por dentro da calça e senti que o tecido da cueca dele era muito macio e fino. Senti que havia uma espécie de renda no cós da cueca. Coloquei a minha cabeça por cima do ombro dele e puxei com força a cueca para fora da calça, fazendo com que ficasse enterrada no rego dele. Não era uma cueca, era uma calcinha branca de algodão. Olhei novamente nos olhos dele e ele tinha um riso maroto. Beijei-o novamente e disse:

• Você já saiu de casa querendo transar comigo. Não é?
• É. Eu já tinha ido trabalhar assim várias vezes, mas você nunca percebeu.
• Pode deixar, de hoje seu cu não passa. Mas agora eu quero uma cama pra te foder. Vamos pra um motel.

Saímos do drive-in e fomos rapidamente para o motel mais próximo. No caminho ele ia dirigindo e eu ia batendo uma punheta para ambos.
Ao chegarmos no motel eu desci e fechei a cortina da garagem e pedi para que ele permanecesse no carro, sentado. Voltei, abri a porta do motorista, virei-me de costas e abaixei as minhas calças e cueca até o joelho, arrebitei a bunda, inclinei-me um pouco e abri as nádegas com ambas as mãos, e ordenei:

• Lambe o meu cu.

Senti imediatamente a língua dele tocando o meu ânus. Pouco depois senti que ele enfiava a língua com força, penetrando o meu cu. Minhas mãos continuavam abrindo as nádegas para facilitar a penetração da língua dele. As mãos deles seguravam o meu quadril e me puxavam com força. Quanto mais ele lambia e enfiava a língua, mais eu arrebitava e movia, aos poucos aquele ímpeto foi cedendo e depois de alguns minutos ele parou por cansaço, mas meu cu ainda queria mais.

• Pô cara! Eu não sei se eu vou conseguir fazer tudo o que você quer. Você é viado pra caramba.
• Não precisa se preocupar. Faz só aquilo que você quiser e eu já vou ficar muito satisfeito. E quanto a ser viado pra caramba. Eu adorei quando você me disse isso.

Terminei de tirar as calças e subi as escadas que levavam ao quarto do motel nu da cintura para baixo e aproveitei para subir na frente, mantendo a minha bunda bem na altura do rosto dele e rebolando descaradamente. Claro que ganhei a minha passada de mão. Era o que eu queria.

Quando trancamos a porta do quarto, tomei-o imediatamente em meus braços e comecei a beijá-lo novamente, ele é mais baixo que eu e permitiu-se aninhar em meus braços como se fosse uma moça delicada. Senti que ele estava completamente entregue, seus olhos estavam fechados e suas mãos acariciavam a minha bunda com uma suavidade que não se espera de um homem tão peludo e viril como ele é.

Nosso beijo foi lento e ao terminá-lo tirei a minha camisa rapidamente e comecei a despi-lo lentamente, acariciando o seu peito peludo em cada botão que eu abria. Depois que sua camisa saiu, comecei a descer a calça (ele ajudou retirando os tênis com os próprios pés), Tirei a calça, mas deixei a calcinha, eu queria ver o contraste entre aquele macho peludo e a calcinha branca de algodão, muito pequena e enterrada no rego.

Nem foi preciso pedir nada, ele imediatamente percebeu que eu queria olhá-lo, afastou-se um pouco para que eu pudesse contemplá-lo melhor, virou-se e rebolou como uma puta. Eu fiquei olhando e batendo punheta. Depois de algum tempo ele virou-se de frente e começou e esfregar o pau duro, ainda sob a calcinha para que eu pudesse admirar a grossura e o tamanho (o pau dele não era gigante mas estava acima da média, como o meu). Continuei batendo punheta para a visão daquele maravilhoso pinto que logo estaria dentro do meu cu.

Finalmente ele tirou a calcinha e foi andando de forma bastante provocante em direção a cama. Meus olhos o acompanharam e viram quando ele deitou-se de barriga para cima e ficou batendo uma punheta de leve. Deitei-me também e comecei a chupar, fiz tudo que a minha experiência de 13 anos de chupadas me permitia saber. Lambi, enfiei até o fundo, bati punheta com a boca, batia punheta com a mão e a cabeça do pau dele na boca. Quando eu menos esperava, as mãos dele seguraram minha nuca contra a pica e a porra começou a jorrar. Chupei ainda com mais força. Engoli cada gota daquela quantidade enorme do líquido gosmento, quente e salgado. Respirava fundo para sentir o cheiro do pau suado do meu macho.

Quando terminou eu não esperei nada, não dei tempo a ele para descançar e imediatamente comecei a lamber o cu dele, no comecinho ele ficou meio pasmado e paradão, então eu voltei um pouco pra pica dele e chupei até que ele endureceu outravez.

Com a pica dele novamente dura eu voltei a chupar o cu e desta vez ele rebolou na minha língua, e fez aquilo que aprendeu comigo, abriu as nádegas com as duas mãos para facilitar a penetração da língua. Fui colocando ele de bruços e perguntei:

• Faz tempo que você não dá o cu?
• Faz. Acho que a última vez que dei eu tinha uns 15 anos e mesmo assim foi uma vez só. Masturbação anal eu tenho feito desde que conheci você.
• Que delícia. Agora vamos deixar esse cu em ponto de bala novamente.

Deitei-me ao lado dele na cama e virei ele de lado, com a bunda virada na direção do meu pau. Nós dois ficamos de lado, sobre nossos ombros esquerdos, ele na frente e eu atrás. O cu dele ainda estava bem molhado de saliva e eu ainda passei um pouco mais no meu pau.

Encostei a rola no rabinho dele e mantive uma leve pressão enquanto a cabeça do meu pau percorria o rego procurando o cu. Enquando isso, enfiei de maneira mais ou menos brusca, o meu dedo no cu dele.

• Ai que delícia – ele quase gritou – enfia a rola, o dedo é muito pouco. Come meu cu. Me arromba.

Não tive dúvidas. Segurei firme a cintura dele, fiz pressão do pau e enfiei tudo de uma vez.

• Aaaaiii! Tira. Ta me machucando.
• Agüenta mais uma pouco, que você não vai se arrepender.
• Tira só um pouquinho. Ta doendo muito.
• Calma. Vamos ficar parados que a dor vai desaparecer.
• Ta bom, mas não mexe.

Eu fiquei ali parado, com a pica enterrada até as bolas dentro do cu do Dalton. O rosto dele expressava muita dor, mas aos poucos o seu semblante foi melhorando. Eu sabia que o Dalton era tão gay quanto eu e que aquela arrombada de uma vez só era dolorida mas deixaria ele muito orgulhoso de ter levado tudo de uma vez.

• Ainda ta doendo muito
• Ta melhorando. Vai mexendo bem devagarzinho

Eu comecei a bombar no rabo dele. No começo bem devagar e depois fui aumentando a velocidade. Nem precisa dizer como o bicha reagiu!
• Vai meu macho. me come! Fode com tudo. Arregaça o meu cu.
• Ai que delicia de rabinho sua piranha. Vai rebola, mexe essa bundona gostosa putinha.
• Mais, mais, mais força. Enfia com tudo.
• Você achava que eu era viado pra caramba? Você é mais que eu. Minha bichinha deliciosa.
• Ai que pau delicioso. Ai como é gostoso dar o cu.
• Rebola. Puta. Vai. Rebola viado.
• AAAhhhhh!

O cara encheu o lençol de porra. Eu morri de inveja. Eu nunca consigo gozar dando o cu. Mas mesmo assim eu não perdi tempo. Na hora que ele gozou e apertou o cu, eu fiquei ainda mais doidão. Bombei a toda velocidade e antes que a porra dele terminasse de sair eu já estava enchendo o cu dele. Eu estava urrando de prazer e ainda ouvi ele dizer

• Ai meu macho. Ta gozando na minha bunda, isso. Me enche vai me come. Ai que gostoso.

Enquanto ele dizia isto ele rebolava ainda mais e eu ficava completamente louco de tesão. Tirei o pau do rabo dele e nós dois estávamos completamente exaustos. Sabíamos que a transa ainda estava longe do fim mas precisávamos descansar um pouco. Viramos-nos de frente uma para o outro começamos a nos beijar outravez.

• Dalton – eu disse – Eu te acho muito lindo

Eu não costumo dividir os relatos, mas neste caso não vai ter jeito pois eu preciso ir embora. A minha transa com o Dalton, ocorrida em dezembro de 1982 ainda não está completamente descrita. Ainda falta descrever a deliciosa sentada que dei na pica dele. Por favor me perdoem por publicar isto antes do fim da história, mas logo eu coloco o resto.

Beijos
Cláudio