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Fim de Semana I

julho 31, 2006

Era fim-de-semana:

Ele chegou sexta-feira após o jantar. Já tarde e após uma viagem de 3 horas de automóvel. Vinha cansado, como habitualmente às sextas-feiras. Tomámos uma bebida, vimos um pouco de televisão, pusemos a conversa em dia já que apenas estamos juntos habitualmente ao fim de semana, e deitámo-nos.

Já de luz apagada ele começou-me acariciar carinhosamente o cabelo, abraçou-me, empurrou-me carinhosamente cabeça para o seu peito. Deixei-me ir. Comecei a acariciar o seu peito, a sua barriga e fazendo-lhe festas e cócegas como ele tanto gosta. Continuou a mexer no meu cabelo e levando-me a cabeça cada vez mais para baixo. Deliciava-me acariciando aquele corpo atlético e moreno como de qualquer mulato. A minha cabeça ia descendo lentamente até chegar ao ponto sempre tão desejado por ele. Calmamente tirei-lhe as boxeurs. Comecei a mexer naquele instrumento de prazer ainda meio murcho, beijei-o o pu-lo na minha boca, começando a chupá-lo deliciosamente e a senti-lo lentamente crescer dentro da minha boca. Mudei de posição para melhor dar prazer ao meu amigo activo. Ouvi a gaveta da mesa-de-cabeceira a ser aberta e passados uns instantes um creme, que eu já bem conhecia, foi sendo aplicado carinhosa e consistentemente no meu rabo bem no buraquinho após ter sido despido. Continuava chupando o seu brinquedo, estava já bem grande, grosso pronto para tudo, Salivava-o bem pois sabia e desejava o passo seguinte. Apenas uma dúvida tinha, qual seria a posição pretendida? Momentos depois o meu crioulo activo de membro em riste puxava-me para cima dele para eu cavalga-lo. Ele deitado de barriga para cima, eu de costas para ele introduzi o seu membro no meu ânus e fui lentamente descendo, habituando-me ao seu tamanho e dando um bom prazer ao meu amigo. Como ele tanto gostava. Primeiro e lentamente vai entrando tudo e depois e só após ter tudo entrado começo os exercícios de sobe e desce. Ele ia delicadamente mas igualmente decisivamente controlando os meus movimentos com as mãos na minha cintura impondo o ritmo e profundidade que ele desejava. Os movimentos e a excitação aqueciam já aquele quarto naquela primavera. Os meus movimentos e velocidade foram aumentando gradualmente com algumas paragens súbitas bem sentado no seu colo. Tirou-me do seu colo não sem antes ter-me obrigado a vários daquele agradável exercício de levantar a minha cintura até o seu membro sair e ficar á portinha e depois puxar-me com brusquidão até eu me sentar bem escarranchado ao ser colo. Virou-me e fiquei de quatro. Ajoelhou-se atrás de mim e recomeçou as suas entradas ora lentas ora rápidas mas sempre o mais profundo que conseguia. Tentava-me abrir o mais possível para lhe estimular e facilitar os movimentos. O ritmo começou a acelerar e numa última mas triunfal investida nas minhas entranhas senti o seu liquido me invadir. Cada jacto era um estremeção e após alguns estremeções parou, descansou e saiu de dentro de mim deitando-se satisfeito. Deitei-me a seu lado aguardando o seu agradecimento que não demorou. As suas festas na minha cabeça mostravam-me que estava ele estava satisfeito e pronto para dormir. Fui-me lavar e deitei-me a seu lado para mais uma noite de sono.

Sábado, é sempre sábado, acordar mais tarde, sem despertador. Ele acorda sempre mais cedo, por isso tal como habitualmente só acordei quando senti estar a ser preparado para as suas espreguiçadelas matinais. Tesão matinal, KY no meu cuzinho e aqui vai ele de ladinho entrando por mim adentro até mais não conseguir. Quatro ou cinco grandes entradas, pára, repete as entradas e saídas, enterra o mais possível dentro de mim como que se espreguiçando e repete as entradas e saídas. Passa assim algum tempo e eis que sai sorri levanta-se e vai-se arranjar. Ritual de quase todas as manhãs de sábado. É o seu bom dia, e o meu treino de abertura.

Já vestidos e de pequeno-almoço tomado combinámos o programa para o dia, compras necessárias, tarefas domesticas que diga-se de passagem ficam quase todas sempre a seu cargo para minha alegria. Apenas cozinho pequenas coisas.

Assim se passou a manha entre supermercado, cozinha e outras tantas pequenas coisas.

O almoço foi de peixe fresco bem grelhado que é sempre uma delícia permeado de muita conversa sobre a semana que tinha passado.

Numa tarde de sol numa casa isolada da rua que melhor fazer que estender as toalhas na relva e bronzear o corpo. Vai uma caipirinha? Pergunto. Sabendo de cor a resposta levanto-me e preparo duas a preceito. Apreciadas a bebidas propõe-me ele sorrindo: Eu de barriga para cima tu de barriga para baixo e cabeça entre as pernas. Assim fazemos eu deito-me entre as suas pernas e coloco o seu membro na minha boca. Logo ele passa as pernas sobre os meus ombros e relaxa ao sol de olhos fechados. Vou-me deliciando com aquele membro na minha boca. Lentamente para não o despertar muito tal como ele ia pedindo. Ás vezes até somente parado. Eis senão quando ele levanta-se e diz-me que vai buscar a “caixa dos brinquedos”. Caixa essa que contem um plug anal de 3,5cm que chamamos de manutenção, um dildo de 5,5cm talvez apenas um pouco mais avantajado que a do meu activo intitulado de abridor e um outro plug de 6,5cm com buraco tubo e funil para “outras brincadeiras”. Tal significa que lhe apetece bolinar comigo.

Ainda me encontrava na relva quando ele diz: barriga para baixo, pernas abertas. Primeira introdução foi de manutenção. Lubrificou-me introduziu-o. Deitou-se de novo ao sol e continuamos na posição anterior. A minha boca no seu pénis. Assim fomos passando a tarde estando eu ora de barriga para baixo de boca ocupada ou de barriga para cima e mão ocupada. Alguns minutos de silêncio, alguns de conversa e o sábado iam passando ronceiro mas prazenteiro.

Final de tarde e o meu comilão resolveu substituir o plug pelo dildo e iniciar movimentos calmos de entrada e saída para “ir abrindo”, diz ele. Eu de barriga para baixo e pernas bem escancaradas com a cintura um pouca arqueada para facilitar a visão e movimentos que o meu activo ia fazendo. De quando em quando saia o dildo e entrava ele mesmo. Duas a três investidas saía e voltada o dildo. Algum tempo assim eis que sai o dildo e entra o “outras brincadeiras” Sem grande esforço e o meu rabo encaixou bem o referido plug. Pediu-me para mudar para de cócoras e com o funil junto ao seu pénis começou a urinar deliciadamente para o funil que descendo pelo tubo acabava bem dentro de mim pois sentia o calor ir invadindo os meus intestinos. Acabado o chichi (pareceu-me uma boa quantidade) disse-me: comprei mais um brinquedo para nos divertirmos. Chamemos-lhe o demolidor. Assim ia ganhando tempo para o seu mijo ir fazendo efeito desejado que era de lavar bem o meu intestino. Fiquei curioso. Levantei-me e fui conduzido com o “outras brincadeiras” até a um canto agachei-me tirei o plug e deitei tudo fora. Parecia uma menina a fazer chichi, só que pelo rabo. Reintroduzido o outras brincadeiras fomos até a cozinha debruçou-me sobre a mesa, abriu a lata de leite evaporado e açucarado e despejou uma boa parte novamente pelo funil. Sentiu-o todo a entrar. Pediu-me para aguardar naquela posição que ia buscar o novo brinquedo. A limpeza ia continuando. O novo brinquedo não era senão um enorme dildo com 7 cm de largura e um comprimento de “kms”. Voltamos ao cantinho do jardim onde deitei todo o leite fora. Agora estava limpo. A cor do leite não tinha alterado.
Como a hora de jantar se ia aproximando começou então verdadeiramente o exercício para o meu já limpo rabinho. Ora entrava o abridor que era todo bombeado em mim ora era o belo membro do meu activo que entrava mas rapidamente era substituído pelo abridor enquanto eu fazia um “ass to mouse”. Algum tempo neste brincadeira que confesso que me estava a saber deliciosamente quando o abridor e o destruidor são colocados cada um no seu banco para fazer a dança das cadeiras. Competia-me sentar ora num banco ora noutro ora no colo de meu activo que já se tinha sentado.

Assim comecei no abridor com umas 25 bombadas, mudei para o activo, tornei a bombear, mudei-me novamente para o abridor enquanto ele se levantava para mais um ass to mouse. Até certo ponto receava o demolidor pois embora seja já experiente em relações onde sempre faço de passivo porque assim gosto a sua largura pareceu-me demasiada e receava que uma brincadeira prazenteira se tornasse dolorosa. Após bombear bem o abridor e depois bem bombeado ora pelo meu activo fui empurrado para o banco do demolidor. Comecei-me a agachar lentamente sobre o monstro, enquanto já minha boca era ocupada e com duas mãos nos meus ombros era empurrado para baixo. A primeira dificuldade foi a cabeça (7 cm é obra), desci lentamente sentindo que aquilo tudo abria. Com lentidão ele foi entrando abrindo-me completamente. Parei para respirar profundamente enquanto o meu activo se debruçava para ver como era. Tentei bombear mas não consegui e sai. Fui logo virado sobre a mesa e penetrado em profundidade “ah que delicia diz ele” Sai e volto ao abridor que tinha sido lubrificado de novo onde dou mais umas quantas e muitas bombadas. De novo debruçado sobre a mesa sou bombeado pelo activo que logo sai e leva-me para o demolidor também novamente lubrificado. Empurra-me os ombros para baixo sinto aquela cabeça a entrar de novo e logo a minha boca é ocupada. Após uma pausa sinto novamente uma força nos meus ombros e começo a descer lentamente naquele monstro. Cada centímetro era uma vitória. Comecei num lento vai e vem e após algumas investidas já conseguia sair e entrar sem muito esforço. A suar pelo esforço dispendido saí debrucei-me sobre a mesa e fui investido primeiro com a mão para ver bem o estrago depois fui penetrado com sofreguidão. Bastantes bombadas depois o meu intestino era presenteado de novo com a segunda injecção de esperma desse fim-de-semana. Estava precisado de um banho, sentia tudo a escorrer pelas minhas pernas, esperma e creme.

Fui ao meu banho enquanto o meu amigo ficou a limpar tudo na cozinha e a preparar o jantar.

Nessa noite um bom filme que ele tinha trazido do vídeo entreteve-nos até ser hora de deitar. A noite foi sossegada, o meu namorado estava satisfeito e dormimos ambos repousados. Sei que, para ele, aqueles fins-de-semana só são óptimos com bastante sexo, para mim também gosto deles assim. Não somos apaixonados, não gostamos de beijos, apenas o deleite de um bom prazer ele activo eu passivo. Sempre assim foi desde que começámos a nossa relação e já lá vão uns quantos meses. Os brinquedos foi uma inovação mais recente, ideia dele, novidade para mim, mas que tenho aceitado bem.

A manhã de domingo correu mais ronceira, ele apesar de ser o activo é também um exímio dono de casa e faz-me algumas tarefas que odeio como tratar da roupa, minha e da casa sobretudo de engomar. Nessa amanhã durante um bocado “ajudei-o” lambendo e chupando o seu pénis. Sei que gosta. Como “castigo” fui plugado quase a seco. Não doeu porque o quase é uma expressão forte apenas saliva mas muita. Nestas brincadeiras foi passando o tempo até ao almoço.
Um almoço de bife com batatas fritas e um doce de ovos da sua autoria que era delicioso. Já nem sentia ou lembrava que continuava plugado. Cozinha arrumada.

É rara a tarde de domingo com o meu amigo sem actividade para a minha boca, meu rabinho ou mais frequentemente para ambos. Ele há-de sair à noite para mais uma semana de trabalho e gosta de sair bem vazio e deixar-me bem rebentado.

Assim essa tarde não foi diferente e após algumas actividades dirigimo-nos ao quarto. A caixa dos brinquedos já lá estava. Foi substituindo o plug pelo “outras brincadeiras” lembrando-me que hoje ainda não tinha havido limpeza à retaguarda. Introduzido o referido debruçou-me sobre a cama e o chichi do mulato começa a ouvir-se a cair pelo funil e eu imediatamente a sentir um liquido morno a invadir-me. A quantidade fez elogio às duas cervejas que ele tinha bebido. Acabado o chichi virou o resto da agua que restava no copo sobre a mesa de cabeceira. Enquanto eu sentia os 1º espasmos anais resultantes de introdução dos líquidos ele despe-se e senta-se na cama de pernas abertas mesmo sobre a minha cabeça e empurra-me para seu pénis. Comecei a chupá-lo com prazer enquanto ia crescendo. Minutos depois e como já não aguentava mais fui fazer o meu “chichi” anal. Segui quase de gatas para a casa de banho com o plug enfiado no rabo e funil bem levando pelo meu amigo para não sujar a casa.

Intestino bem limpo e voltamos para o quarto. Continuei chupando o meu activo enquanto sentia o rabo a ser bem lubrificado. Mudei de posição para de frango assado e ele começou a introdução. Sempre em frente até as suas bolas tocarem no meu rabo. Começou o vai vem lento mas profundo. Com frequência quase sai e volta a entrar com tudo. Com o alargar do meu ânus, resultado destes movimentos é para ele fácil de sair lenta mas completamente e depois entrar todo de repente. Ele gosta e a mim dá-me prazer ver a sua cara ora fechando os olhos ora olhando para seu pénis entrando todo em mim.

Estava a ficar bem quente o meu amigo mas como ainda me queria por muito mais tempo sai de mim senta-se na cama põe-me de joelhos para um “ass to mouse” devagarinho como ele pedia e aproveitou introduziu-me o a abridor pelo rabo. Aproveitando o facto da cabeceira da cama ter uma superfície metálica lisa segura lá o abridor com a ventosa e empurra-me de rabo para lá. Entrou todo. Estava de quatro com o rabo a ir e vir contra o espaldar e o chupar o seu pénis em simultâneo. De quando em quando ele puxava-ma para cima de si, entrava e bombeava. Depois voltava a mesma posição Chupava-o enquanto ele me empurrava e puxava de encontro ao dildo. Para quem tem experiência anal sabe que com isto o rabo vai abrindo e relaxando cada vez mais e já não oferece nenhuma resistência a estas investidas. Pelo contrário ficam prazenteiras. Bastantes minutos depois (talvez quinze, talvez vinte) e depois de vários “ass to mouth” no meio de mais um senta-se na cama e sem deixar o seu pénis sair da minha boca desencaixa o dildo abridor da cama e encaixa o demolidor. Eu sentia que estava bem aberto, bem lubrificado, etc mas aquele monstro era de qualquer maneira um imponente dildo de 7cm de diâmetro. Senti o meu corpo ser empurrado na direcção da cabeceira da cama, aquele monstro a encostar ao meu rabo a fazer pressão no meu lubrificado e já aberto ânus, e como continuava a ser empurrado senti-me a ser aberto pela cabeçorra do demolidor. Não parou e foi entrando “metros de pica”. A minha boca nem mexia, apenas tinha um pénis lá encaixado. Começou um lento vai e vem e embora incomodativo era igualmente prazenteiro após os primeiros movimentos. Alguns minutos e eu já fazia bem o vai e vem e chupava em simultâneo.
Puxou-me para cima dele e entrou com a facilidade que se impunha. Bombeou com prazer o meu rabo até que me devolveu à posição original. O monstro entrou sem dificuldade e eu recomecei a chupá-lo com prazer enquanto o meu corpo era novamente empurrado para o vai e vem. Os movimentos foram sendo cada vez mais pronunciados e agora eu já sentia o dildo a entrar e sair com facilidade. Todo o meu corpo foi acelerando os movimentos enquanto os 7cm de diâmetro já dominavam o meu rabo com facilidade. Fui novamente puxado para cima dele e bombeado com gosto. Este jogo foi–se mantendo durante algum tempo até que com o monstro enfiado no meu rabo num vai vem imposto pelos braços do meu activo onde já sentia a facilidade com que entrava e saia a ritmo cada vez mais acelerado e profundo a minha boca ia indo igualmente cada vez mais rápido até que sentir ser em simultâneo o meu rabo empurrado com força contra o monstro e a minha boca quase até às bolas do meu crioulo. O seu sémen invadiu a minha boca e sem parar fui tudo engolindo e limpando. Só quando ele começou a murchar os meus buracos foram libertos.

Ele deitou-se satisfeito e eu a seu lado bem de rabinho para cima pois sentia atrás tudo melado.

Não passou muito e o “abridor” foi empurrado para dentro de mim, diga-se que com toda a facilidade entrou todo. Não era de estranhar depois daquele tempo todo a ser exercitado com o “demolidor”.

Puxou-me a cabeça para o seu pénis murcho e recomecei a chupá-lo com a calma que se impunha. Ele tinha os seus olhos fechados e sorriso nos lábios. Fui chupando sem parar até aquilo começar a despertar e ficar de novo duro. Desimpediu-me o rabo do dildo e bem de ladinho penetrou-me ele. Foi entrando e saindo vezes sem conta. Mudou-me para a posição de bruços abriu as minhas pernas o máximo que conseguia e recomeçou o seu vai vem mas agora com mais determinação. Sentia o buraco do rabo bem aberto, o que não era de estranhar depois de tanto tempo sem repouso, mas ele assim o queria para bombear o seu pénis nele durante mais tempo. Mudei para “frango assado” e agora sentia bem as investidas que iam desde sair a empurrar tudo com força. Assim continuámos até que se deitou e me pediu para cavalgá-lo. Encaixei-me nele e comecei um delicioso sobe e desce enquanto ele com as suas mãos me mantinha as nalgas afastadas para a entrada ser mais profunda. Fui acelerando os movimentos ao ritmo da sua respiração, ele retira as mão das minhas nádegas e inicia a mexer no meu pénis num vai vem conjugado com os meus movimentos de sobe e desce. A minha excitação foi aumentando e consequentemente a velocidade e amplitude do vai vem. De súbito puxa-me com determinação para me escarranchar e o seu pénis brinda-me de novo com um banho de esperma. Ele não parou os seus movimentos e pouco tardou sujei-lhe eu a mão com todo o meu sémen.

Estava a terminar o fim-de-semana. Estávamos satisfeitos com o nosso fim-de-semana e fomos conversando enquanto ele fazia a sua mala e arrumava o resto das coisas.

Na despedida já com ele a entrar no carro pergunta-me se no próximo fim-de-semana, que por acaso são de 3 dias com o feriado que se aproxima, poderia trazer um amigo de infância pois gostaria de me partilhar com ele. Diz-me que ele é Senegalês vive lá, foi seu colega de curso e vem durante uma semana.
Fui apanhado de surpresa pois nunca “fui partilhado” nem nunca estive com 2 em simultâneo. Hesito um bocado, sei que sou bicha mas não sinto assim. Despede-se dizendo que vamos falando sobre isso durante a semana.

Regresso a casa. Lentamente. O meu rabo e intestinos estão afectados de tanto dar. Todas aquelas brincadeiras cumpriram a sua intenção. Relembrando, penso que passei algumas horas de cu aberto e que aquele monstro de 7 cm no meu rabo, que acabei por me habituar e até gostar deixou uma “ressaca” para vários dias. Sei que amanhã mal vou conseguir segurar as fezes e passarei 2 dias a largar gazes. Por agora sei porque o sinto que escorre um líquido viscoso do meu rabo que vai sujando as cuecas e que nada consigo fazer para evitar pois não consigo me fechar. Mas não estou arrependido. Gosto de me sentir assim. Sinto-me satisfeito interiormente, por ter dado e sentido tanto prazer.

O menino que queria dar

julho 25, 2006

Autor: Escritor de Contos

Meu pai sempre me dizia: Meu filho, há três coisas que ninguém segura, são elas água ladeira abaixo, fogo morro acima e uma bicha quando quer dar o cu. Na época eu era um púbere ingênuo, por isso não entendia muito bem o que papai queria dizer. Depois, com o tempo, fui ficando mais espertinho e hoje, já com mais horas de vôo que urubu, sei perfeitamente o que esse sábio provérbio que meu igualmente sábio progenitor dizia significa.
Douglas é um pubescente que está caindo na vida como todo garoto da idade dele faz quando descobre que é bichinha, quer dar todo dia, até várias vezes ao dia, e para quem quiser comer. Naquele dia, o pequeno libertino já tinha tentado todos os seus contatos, nenhum estava disponível às quinze horas de uma quinta-feira. Primeiro Douglas ligou para o carinha da semana anterior, o celular estava desligado. Outros não podiam naquele horário, ainda, outros não estavam afim e uns nem queriam lembrar quem era Douglas, o carinha daquele dia, lembra?! Os contatos pelo MSN também não deram em nada. Nos chats da internet ninguém disposto a uma foda e com local àquela hora da tarde. Os sites só o deixavam mais louco de desejo, olhar para fotos de caras metendo, fazia Douglas arder de desejo, já tinha até batido uma punhetinha com dedo médio, aquele de mandar os outros se foderem, enfiado no cuzinho semi-virgem. Mas, não foi suficiente para aplacar o tesão. Precisava de sexo. Decidiu sair, pegar um ônibus, ir para o centro, no shopping Curitiba talvez o banheiro rendesse um pouco de prazer, como foi da última vez.
Os banheiros do shopping Curitiba são locais de pegação, os seguranças às vezes até flagram, mas a pegação nunca pára, bicha não tem medo do perigo. Da última vez Douglas viveu a emoção se der enrabado dentro do banheiro. Um cara forte que não tinha jeito de gay, mas era, empurrou o para dentro de um reservado, segurando forte pelos cabelos que crescidos quase chegavam ao ombro, deu um beijo forte de língua e fez com que sentasse no vaso sanitário para que chupasse. Quando o zíper da calça jeans soltou o cacete duro, Douglas quase saiu correndo, o pau do cara parecia um mostro, de tão grande. Não tinha jeito, o cara era forte e parecia determinado a fazer com ele o que quisesse. O neófito na arte da felação chupou como se estive sendo fodido pela boca, ora quase se afogava com a cabeçona do caralho lá na garganta comprimindo suas amídalas enquanto sentia o saco grande batendo no seu queixo. Sentia também o cheio de sexo do macho, era muito bom. De repente o sujeito dominador parou de meter na boca, fez um sinal para que esperasse, tirou a carteira do bolso de trás da calça e de dentro uma camisinha, daquelas compradas em sexy-shop, tamanho maior que as normais e com bolinhas que faziam a camisinha parecer uma lixa. Enquanto isso Douglas ajeitou o cabelo e enxugou as lagrimas do rosto, não estava chorando ainda, mas sabia que ia chorar de verdade com aquela pica no rabo. O sujeito era bem preparado para enrabar em lugares públicos, do bolso da frente da calça tirou um sache de gel lubrificante e besuntou o enorme caralho que parecia um mastro. Douglas já sentia o cuzinho arder, talvez saísse dali rasgado de verdade, partido em dois pedaços. Era melhor pedir para o cara não fazer aquilo, quem sabe fosse melhor terminar na boca e pedir para ele gozar na cara. Mas, pela determinação do cara parecia que não haveria acordo. Gritar. Poderia ser salvo pelos seguranças do shopping e arrumaria uma tremenda encrenca, vexame e ter que se explicar à família. Melhor não. Mas na verdade queria mesmo era se desgraçar naquele cacete. Com os dedos contendo um pouco de gel o sujeito fez um sinal para que ficasse em pé, virasse e abaixasse a calça. Com as mãos espalmadas na parede sentiu dedos procurando seu cuzinho que já piscava de tesão. Um dos dedos deslizou para dentro, o prazer já começava. Depois de uma leve palmada, era o sinal que o melhor estava por vir, sentiu uma coisa forte pressionando para entrar e seu cu foi abrindo-se, não tinha outra alternativa a não ser receber aquela rola dentro de si como se fosse a garagem, mas era uma garagem de carro de passeio querendo abrigar uma jamanta. Parecia que todas as pregas do cu de Douglas tinham chegado ao extremo, dali em diante elas iriam se romper uma a uma. O suor corria pelas faces, sentiu uma dor horrível, parecia que iria vomitar de dor. Bombadas rápidas e muita dor. Douglas tinha decidido, e agora jurava por tudo que há de mais sagrado, nunca mais faria aquilo se conseguisse sair vivo dessa.
Dentro do ônibus, indo novamente se aventurar pelos banheiros do shopping, Douglas notou um rapaz bonito em pé quase no fundo do ônibus que estava cheio. Foi se aproximando do rapaz até conseguir ficar ao lado. Olhava nos olhos, descia e conferia a mala. Além de bonito o rapaz usava uma calça justa, muito justa e marcando a mala, a calça realmente delineava o membro, ainda em estado de repouso. Tanto olhou que o rapaz percebeu e resolveu brincar. Desceu uma das mãos da barra em que estava se segurando e deu uma leve pegada, como se estivesse conferindo se estava ali, o precioso. Douglas gostou daquela intimada. Deu um sorrisinho safado que foi retribuído com um olhar sério e uma generosa pegada. Agora o pau do cara não parecia estar em estado de repouso, o volume tinha aumentado. O pequeno safado queria pegar. Ficou louco de tesão. Desceu a mochila que estava segurando e encostou a mão contra o membro duro e rijo, não podia pegar, apertar, como gostaria, mas podia sentir a rigidez encostando a mão bem firme. No ponto seguinte uma grande quantidade de pessoas desceu do ônibus, precisaram se afastar um pouco, o cara teve que enfiar a mão no bolso para disfarçar. Douglas continuou encarado o macho que continuava de pau duro. Douglas também estava excitado. Desceram na mesma estação tubo, o rapaz faria uma conexão ali e Douglas também, seguiriam no mesmo ônibus? O cara encostou-se numa lateral e ficou com as mãos na frente, era visível para quem quisesse ver que caralho dele estava duro. Um ônibus parou, Douglas viu o seu precioso entrar nele, mas não foi junto, seu destino era outro, os banheiros do shopping Curitiba.
Douglas entrou no shopping e desceu pelas escadas rolantes até o piso inferior onde ficam os banheiros. Entrou. Foi para o mictório, já tinham três caras lado a lado. Todos os paus estavam duros. A lugar era um falódromo. Também estava excitado, se bem que interessado no pau dos outros. Um deles gozou. A porra bateu contra a parede escorreu, o cara gemeu baixo. Chacoalhou, gotas ainda saiam. Enfiou rápido o pau para dentro da calça e saiu fechando o zíper, olhando pelo espelho para conferir se estava tudo certo. Os demais tinham assistido tudo sem piscar, sem perder nenhum lance da gozada. O cara que estava à direita de Douglas aparentava ter uns trinta anos, era bonito, bem vestido e perfumado, tinha um pau bonito. Olhou para Douglas e fez um leve sinal, convidando-o para sair do banheiro. Saíram juntos. O nome dele era Renato, convidou Douglas para ir até o apartamento dele. O pequeno libertino aceitou o convite.
No carro, enquanto iam ao apartamento, Douglas já ia segurando o pau de Renato, que dirigia com a calça aberta, o membro de tamanho médio muito faceiro parecia querer olhar para fora do carro e ser visto. Douglas estava indo para mais uma foda. Indo para o apartamento de um sujeito que conhecera a menos de dez minutos, um convite que tinha sido aceito enquanto olhavam um cara gozar na frente de outros três no banheiro público de um shopping. Ia transar com alguém que talvez nunca mais voltasse a ver.

Dando abrigo ao policial

julho 4, 2006

keenbot@hotmail.com Há alguns anos atrás, eu trabalhava num restaurante na Zona Sul de São Paulo.Como estes estabelecimentos costumam encerrar seus expedientes bem tarde, era comum eu sair do serviço depois das duas da manhã.Como eu não possuía carro, precisava tomar um ônibus, que rodava a noite toda, para dormir na casa de um amigo, que morava num bairro próximo, já que não há ônibus a noite toda para o bairro onde moro.Eu fazia toda noite este mesmo percurso, do serviço para a casa do meu amigo, onde eu dormia, e de manhã, tomava o rumo de casa… Mesmo tentando evitar a rotina, até para não ficar vulnerável a assaltos, quase sem querer passei a pegar o ônibus no mesmo horário todos os dias. Depois de um certo tempo fazendo este caminho, mais uma pessoa começou a tomar o mesmo ônibus que nós: Um policial, que aparentava ter um pouco mais de vinte e cinco anos. Ele era bem claro, um pouco menor que eu. Nariz bem feito, olhos negros, grossas sobrancelhas, fartos cílios, e vários pontos pretos de barba por nascer em seu rosto, que o deixavam bem rude… Além de ter braços fortes e peludos.Além disso tudo, tinha um volume impressionante entre as pernas. Talvez esse volume era por causa do uniforme ou por causa de sua postura de homem mau. Talvez fosse até por causa do tamanho do saco, ou mesmo por causa do meu sono naqueles horários, que me fazia sonhar acordado…Nunca fui de alimentar fetches por policiais. Na minha cabeça, eles sempre me pareceram tão ou mais cruéis que qualquer bandido… Eu acreditava que todos eles seriam estúpidos, traiçoeiros e cheios de si, o que me impedia de ter coragem de arriscar com estes caras…Logo nesta primeira viagem que eu fiz com este policial em questão, tentei evitar olhar pra ele, pra não entrar em fria. Mas o policial era muito interessante pro meu gosto, eu o considerava bonito. Ele sorria o tempo todo, conversava com o motorista, com o cobrador… Surpreendiam-me as atitudes dele, parecia até ser simpático o tal rapaz…A casa do meu amigo não era muito distante de onde eu trabalhava, portanto, em menos de dez minutos, dei o sinal para descer.O policial desceu no mesmo ponto que eu.Aquilo me deu medo. Tinha medo de que o policial resolvesse encrencar comigo, ele podia ter percebido meus olhares. Mas confesso que, no fundo, tinha a esperança de que ele tivesse muito a fim de dar uma boa trepada…Mas preferi não pensar nisto. Afinal, a vida não é um conto erótico, e a maioria dos caras é heterossexual.Alguns metros depois do ponto, quase tremendo, eu entrei na casa do meu amigo, e o policial nem sequer olhou pra mim.Senti-me aliviado, embora ele não tenha realizado minha fantasia de transar com ele, pelo menos não me agrediu. Mas senti-me frustrado, também não quis trepar comigo…Em muitas outras noites, a cena se repetiu, embora ele não aparecesse no ônibus todo dia…Ele sempre descia no mesmo ponto que eu, e eu nem sequer sonhava se ele estava indo pra casa ou pro batalhão…Quase um mês depois, assim que descemos no mesmo ponto, habituado a me ver com freqüencia ele puxou assunto:- Trabalhar até tarde é foda, né não? – É… – Concordei. Se pra mim já é foda, imagino pra você que é policial, ficar andando sozinho de ônibus, no meio da rua, uniformizado, deve ser embaçado.- Eu moro ali em frente. Do batalhão até aqui é rapidinho, nem vale a pena ficar estressando…Eu já estava chegando na casa do meu amigo, e imaginando: Pô caramba, este guardinha é gostoso pra caralho! Bem que eu queria inventar uma desculpa e pedir pra ele entrar.Mas eu já estava tão conformado com a idéia de que estas coisas só rolam na imaginação, que não via a hora de chegar em casa e me acabar na punheta pensando nele. Foi quando ele falou:- Puta merda! Meu, saí tão desesperado da delegacia pra não perder o ônibus, que esqueci a chave de casa! Deve ter ficado no armário…Meu coração começou a bater mais acelerado. Fosse verdade ou não, era minha deixa de poder olhar praquele uniforme um pouco mais.- Aí, cara. Eu moro com um amigo meu, mas como ele é enfermeiro, esta noite ele está fazendo plantão no hospital, se você quiser, você entra e liga pra sua casa pra alguém abrir a porta pra você…- O pior é que ninguém vai abrir a porta pra mim, eu tô sozinho em casa… e deu uma risada com o canto da boca, de um jeito sacana de macho.- Bem, então você liga pra delegacia, pede pra trazerem sua chave, ou se preferir, descansa um pouco até de manhã…- Pô cara, sério mesmo? Valeu, hein…Eu podia era estar fazendo a burrada da minha vida. Eu nem sabia se aquele guarda era de confiança mesmo, e fui mandando entrar.Mal entramos, e ele me perguntou se podia usar o banheiro. Falei pra ele ficar à vontade…Ele tirou o boné cinza, jogou em cima do sofá, e foi pro banheiro chacoalhando aquele cinto com coisas penduradas. Liguei a televisão e fiquei sentado no sofá, apreensivo, sem saber se tinha feito a coisa certa…Quando ele saiu do banheiro, estava segurando umas revistas na mão, e veio falando:- Pô meu! Você e seu amigo sabem mesmo aproveitar a vida, né não?Fiz uma cara de quem não estava entendendo nada quando ele jogou as revistas no sofá.Revistas de mulher pelada, revistas de anúncio de sexo e também revistas de homens pelados…- Vocês parecem curtir de tudo, hein? Pra você e seu namorado não tem tempo ruim, você parecem trepar com qualquer coisa…Eu comecei a rir. Estava com medo da reação dele, mas quis levar na brincadeira. “Agora fudeu tudo” – pensei. Não sei qual era o lance dele, mas comecei a falar:- Não cara, o rapaz com quem eu moro não é meu namorado. Descobri agora o que ele faz quando eu não estou aqui…- E você? – Perguntou o policial, segurando o cinto com as mãos, numa pose de quem tava a fim de arrumar confusão. – Não é chegado numa pica não?Fiquei sem saber o que falar. Meus olhos ficaram esbugalhados. Eu queria dizer que sim. Mas não sabia o que ele queria que eu respondesse.Desviei minha cabeça do rosto dele, e comecei a olhar mais pra baixo, com ar de confuso.Fiquei ali, paradão, e o pior é que, sem perceber, meus olhos estavam olhando na direção do pinto dele.- Quer saber de uma coisa – ele disse – eu não vou ligar pra lugar nenhum. Eu tô sacando que nesta casa tem um viado que precisa tomar um trato… Comecei a suar frio. A frase tinha um duplo sentido que me dava calafrios.- Olha cara, não é nada disso que você tá pensando… eu falei, tremendo.Ele empurrou e apoiou minhas costas no sofá, colocou seu pé direito bem de frente para mim, alojou seu pé debaixo do meu saco, me levantando um pouco.Tirou o cinto e a arma, colocou em cima da televisão.- Fica de boa, cara, que tudo vai correr legal. Pensa que eu não saquei suas encaradas pro meu pau ? Agora tu vai levar surra de rola…Nem tive tempo de respirar fundo, ele abriu sua calça e subiu no sofá. Eu mal consegui ver o pintão rosado que veio rápido na minha direção, e já foi socado na minha boca.Aquele caralho babava e latejava de tão duro…- Ah seu viadinho… Ele falava – Agora você vai me fazer feliz…Rápido, desceu do sofá, me levantou, puxando pelo braço e me mandou ficar de joelhos no chão.Tirou a camisa e, com o canto dos meus olhos, vi que o peito e o abdômen era coberto por muitos pêlos finos, que o deixavam mais másculo e viril.Segurava-me pelos cabelos e me forçava contra seu pinto enorme, mas eu mal conseguia engolir a cabeça daquela monstruosidade grossa.- Não consegue engolir minha rola? Engole, cara! Vamos, que eu quero esporrar…Ele me deixava sem ar de tanto que empurrava seu pinto em direção à minha garganta. Seu pinto babava tanto que escorria pela minha boca. Percebi que ele não ia parar enquanto não gozasse. O cara era um animal no cio…A cada baba que saía do pinto dele, eu achava que ele já estava gozando. Mas não.Quando ele gozou mesmo, o pinto dele inchou de tal forma que parecia que não ia mais caber na minha boca. E saiu muita porra daquele caralhão…Eu engasgava.Percebendo que eu não queria engolir, ele tentava forçar mais ainda o pinto dentro da minha boca. Lambuzou toda minha cara e a minha roupa. Caiu até na botina dele.- Viado dos infernos! Sujou meu coturno…Começou a puxar minha camisa.- Vai, tira a camisa!Limpou minha cara com a parte da minha camisa que estava limpa. Depois se afastou, e colocou seu pé em cima da mesinha de centro da sala.- Agora vem, lambe, sua puta! Limpa meu coturno…Eu estava assustado. Eu sempre fui a fim de transar com um cara dominador. Mas o fato de ele ser um policial me deixava atordoado. Eu não sabia se era só cena, ou se ele podia querer acabar com a minha vida.Lambi a bota dele até tirar a mancha que havia.Ele permaneceu naquela posição. Nem sequer subira as calças.Não consegui me conter de curiosidade em ver o pinto dele pós-gozo.Fiquei mais uma vez espantado: O pinto dele ainda estava duro!Ele percebeu meu espanto, e disse:- Quer mais uma viadinho? Tudo bem, acho que eu tô a fim de gozar de novo mesmo… – Pô cara, pega leve. Pedi pra ele.- Tira as calças, chegou a hora de dar um trato nesta bundinha…O pior é que eu tava a fim daquilo, se no fim das contas fosse pra morrer, eu preferia morrer depois de ter experimentado daquela tora.Tirei meu sapato, e as calças. – Não tira a cueca não… ele ordenou.Fiquei ali, só de cuecas, olhando pra cara dele, de pau duríssimo.Ele puxou o sofá até o meio da sala, e me levantou, me apoiando de bruços, na parte de cima do sofá.Pegou meus braços e puxou-os para trás, colocando uma mão sobre a outra e segurando meus punhos com sua imensa mão esquerda. Desviou minha cueca, apenas o suficiente pra expor meu cuzinho às suas vontades…Tentando virar a cabeça para poder ver alguma coisa, apenas pude perceber que ele abaixou suas calças até os pés, e depois começou a se masturbar.Aquela expectativa de senti-lo dentro de mim me deixava extremamente aflito. Meu coração pulsava como se fosse sair pela boca…Ele se masturbava e passava a baba que saía do pinto dele no meu buraco.Impaciente, ele começou a cuspir na mão e lambuzava minha rosca com muito líquido, e socava o dedo, e meu pau doía de tão duro que estava.Posicionou a cabeçona no anel do meu rabo, e começou a mexer os quadris para frente e para trás. – Pô cara, assim não, assim você vai me arregaçar! Eu implorei.- Cala a boca. Relaxa que entra. – Não meu, se for pra ser assim é melhor parar!- Fica na sua, ô viadinho! Vai ser do jeito que eu gosto! Não do jeito que a madame quer…E ele forçou, até que meu anel quase rasgou de tanta carne que entrava em mim, de uma só vez.Eu comecei a gritar de dor.Ele tampou a minha boca com aquela mão que mais parecia um cacho de bananas.- Calma, rapaz, calma que agora eu que vou te fazer feliz…Eu tentava me masturbar, mas ele segurava firme as minhas mãos:- Não vai por mão no pinto, não. Você é minha mulher, esquece que tem pinto!E ele socava cada vez mais forte. Aquilo me queimava por dentro. Parecia que aquele caralho vinha até a barriga.- Cara, como é bom arrombar um cuzinho! Ainda bem que achei um esta noite…Era muito bom sentir aquele policial dentro de mim.Mas eu achava que ia desmaiar. E estava morrendo de medo de gozar no sofá, o meu amigo ia chegar e ver o sofá dele todo esporrado.Num determinado momento, ele soltou as minhas mãos, e me levou até o chão, me deixando de quatro.Segurou a minha boca com as duas mãos enquanto socava seu pinto imenso dentro de mim. Foi quando senti meu rabo ainda mais dilacerado com o pinto dele latejando, e ele tirou sua rola de dentro de mim quase me rasgando devido ao tamanho da cabeça.Chegava a escorrer o esperma. O pau dele ainda saiu de dentro de mim esporrando um pouco.Ele sentou-se no chão, com o pinto ainda pingando porra.- Meu, que loucura cara! Eu nunca fiz isso na minha vida. – Disse ele. – Meu, foi mal! Fiquei cego de tesão.Eu sentei de frente pra ele, mal conseguindo encostar a bunda no chão.- Eu que o diga, você me assustou.- Ah meu, vai dizer que você não curtiu? Fez cara de macho sacana de novo…- Vou levar um mês pra voltar ao normal, mas acho que valeu a pena… E comecei a rir.- Acho que nem vou dormir, daqui a pouco amanhece. Aí eu passo na delegacia e pego a chave, vou estar de folga mesmo. Acho melhor a gente dar um trato na sala senão seu amigo vai ficar puto com você…- Beleza…Depois deste dia, a gente ainda se encontrou algumas vezes, só que na casa dele… Mas as coisas começaram a rolar mais pacificamente.Acabou virando uma amizade legal. Não virou namoro porque ele era noivo. Depois que se casou, não rolou mais. Ficamos só na amizade.

Meu vizinho hétero

julho 4, 2006

franklinqb@uol.com.brTenho 21 anos e resolvi morar sozinho. Depois de procurar um bom apartamento, optei por morar em um prédio de três andares. Eu me mudei e, todo o dia, ao chegar e ao sair, notava um cara que morava no segundo andar. Eu moro no terceiro. Um cara muito lindo, nos seus 40 anos, muito forte e com corpo bonito. Eu secava o cara. Em um sábado à noite, toca a campainha. Vou abrir e é o cara. Com uma garrafa de vinho, ele adentra meu apartamento e pergunta se eu estava a fim de um tomar um bom vinho. Lógico que aceitei o convite. Ele entrou em meu apartamento com uma camisa em malha, calças jeans e descalço. Abrimos o vinho, servirmos e conversamos. Ele me contou sobre sua vida, que é hétero, que estava sozinho agora e perguntou sobre a minha vida. Eu disse que era homo e que estava procurando iniciar a minha vida e encontrar alguém que gostasse. Ele, então, me disse que o sonho dele era ter um relacionamento homo. De repente, diante de minha surpresa, chegou mais perto e me beijou na boca. Foi um beijo maravilhoso e demorado. Caricias e beijos e estávamos pelados. Ele, com um corpo sensacional, muito malhado, e mostrando uma pica dura que nunca tinha visto igual. Media uns 24×7 cm. Fiquei aterrorizado. Eu, virgem, ali com aquele cara.Senti que ele, hétero, queria comer. Conversei com ele mostrando minha situação, mas ele foi irredutível. Ele me disse que queria me comer e que seria naquele momento. Começou as preliminares, tentando enfiar um dedo, depois enfiou dois e depois três. Eu gemia de dor e de prazer. Quando ele sentiu que tinha me relaxado, veio em cima. Enfiou o cacete e eu gemi alto. Ele, sem dó, foi enfiando até que conseguiu enfiar a cabeça. Eu gemia de dor. Ele enfiou o resto até o saco de uma vez. Eu gritei de dor. Aí pedi que ele não tirasse mais. Ele tirou de uma vez e enfiou tudo de uma vez só. Delirei. Com o saco encostado na minha bunda, ele começou o movimento alucinante e rápido de ir e vir. Eu, de quatro, fiquei recebendo aquela pica arrombando meu cu por uns 20 minutos até que ele gozou. Foi tanta porra que jorrava para fora do meu cu. Deitamos, um ao lado do outro, e ele me disse que tinha sido a melhor trepada dele. Ele me beijou muito, me fez caricias, me apertou junto ao seu corpo e enlaçou suas pernas nas minhas. Descansamos um pouco e, logo, seu pau estava duro de novo. Ele me virou de lado e introduziu sua pica no meu cu de uma vez, bem rápido. Depois, ele subiu em cima de mim, me colocou de quatro e fodeu novamente. Demorou uns 30 minutos até gozar novamente. Tirou o cacete do meu cu e pediu que eu o lambesse. Assim o fiz. Passamos a noite juntos e ele trepou comigo mais três vezes. Fiquei cheio de porra. Ele descobriu que adora homens de paus grandes, de coxas grossas com cabelos finos nas pernas e que me deixam louco dormindo comigo entrelaçado entre suas pernas. Ele sabe que foi o primeiro e quer ser dono do meu traseiro. Eu adoro esse homem que me come e que sente prazer dentro de mim. Bebo da sua porra e quando ele goza dentro, faz questão de ver a porra sair. É o meu homem e eu sou sua putinha, como ele mesmo diz. Somos felizes, já estamos casados e, cada dia que passa, mais louco de prazer fico pela sua pica e ele pelo meu cuzinho, que ele sabe aproveitar tão bem.