Archive for junho \22\UTC 2006

O tecnico de rede

junho 22, 2006

bem, trabalhamos com computadores em rede no escritório e todo mundo sabe que essa porra sempre tem lá seus probleminhas. Temos um tecnico que sempre vem fazer a manutenção. Sempre dei umas encaradas nele e ele sempre gostava de dizer sobre a esposa e filho o que me desanimava a esperança de um dia ter algo com ele.Mas um certo dia ao fazer uma solicitação de visita, ele não poderia vir e mandou outro tecnico no lugar dele.Um carinha assim: 1.67M, Moreno claro, barriguinha de tanquinho que me deixava louco quando ele esperava os programas baixarem e com a mão ficava alizando sua barriga.Já vi muitos contos de carinhas que transaram com tecnicos de computadores e esse era meu sonho.Fiquei pensando em como aborda-lo, mas na minha sala tem mais gente trabalhando, eu fiquei na minha.Ele foi embora e eu fui fazer o trabalho normal, quando vou entrar na MSN e vejo o seu nome de usuário lá na caixa de entrada. Anotei e levei pra casa. À noite entrei e o adicionei, ele estava on-line e me aceitou. Foi logo me perguntando quem eu era. Não contei a verdade, pois ele poderia me dar um vazare de cara. Mas disse que uma amiga dele tinha me passado, até então fui conversando com ele sem ele saber que se tratava de um homem, falei que achava ele um gatinho, perguntei sua idade (22 aninhos)e outras coisinhas basicas que gostaria de saber. Ele insistiu em saber quem eu era. Falei que se eu falasse ele não bateria mais papo comigo. Ele quis saber por que. E eu falei que era do sexo masculino. Ele deu mesmo um vazare e ficou off-line. Mesmo sabendo que ele não sabia quem eu era e nem estava me vendo, fiquei sem graça. Mas no outro dia entrei de novo e ele estava on-line. Ele mesmo puxou assunto me sacaneando: “E ai viadinho, ta procurando rola na net?” Daí eu disse que não, pois a rola que eu queria era a dele. Ele disse que não era a onda dele, mas ficou me perguntando um monte de coisa, tipo: O que eu via em outro homem, se eu dava a bundinha mesmo, Se eu engolia uma rola inteira. Só coisas deste nível. Perguntei pra ele se ele nunca tinha transado com outro homem e ele falou: “Deus me livre, tá louco?” Eu falei que o dia que ele transasse ele ia ver como era gostoso, disse que eu sabia fazer coisas que nenhuma mulher ainda tinha feito com ele. Ele duvidou e falou que ele já tinha a buceta da namorada dele e que ela sabia fazer sexo como ninguem. Ficou Off-line de novo.No terceiro dia, (Não desisto fácil), entrei de novo e parece que ele estava me esperando. Assim que entrei ele me chamou dizendo: “E ai viadinho, tô sabendo que vai fazer hora extra no natal, vai puxar o trenó do papai noel.” respondi que com certeza, e se o saco do papai noel furasse eu pegava o dele pra eu brincar.Ele gostou da brincadeira e perguntou: Como você é? eu dei os meus detalhes e ele respondeu: è comível. Notei que ele já estava mais vontade e parti pro ataque: Vamos marcar uma parada, se você não gostar não te imcomodo mais, mas acho dificil não gostar. Ele ficou fazendo cú doce e desligou de novo o pc.Viajei no dia seguinte e fiquei uma semana fora, quando voltei, no mesmo dia entrei na net e ele estava on-line. Ele falou: “levou a sério o trabalho com o papai noel heim? levei na brincadeira e ataquei de novo. Cara tava viajando e fiquei na maior fissura esta semana, bati altas punhetas no hotel pensando no teu pau, doido pra saber o tamanho dele. Ele mandou na lata: TÔ com ele na mão aqui agora, tem 17cm, cabeçudo e é meio torto pra esquerda. Fiquei louco. Ele ainda disse que pena que eu não ia conhecer de perto pois ele nem sabia quem eu era e se eu me revelasse ele podia pensar no meu caso. Não quis me arriscar e disse que se quisesse saber quem eu era era só marcar que ele descobriria. Ele disse que tinha que sair e desligou o pc.Eu já tava ficando piradaço, só pensava nele e no pau dele o dia inteiro, batia punheta no banho, na cama, no sofá. Enfim, virou desafio. (Não posso deixar de dizer que isso durou 1 mês e ele continuava a vir ao escritório fazer manutenção, mas eu ficava na miuda)Continuando, fiquei tão piradaço que comecei a fustigar a vida dele. descobri quem era a namorada dele e tudo. Foi nessa que eu me dei bem, pois um amigo dele me disse que a mina dele era evangelica e que sexo só depois do casamento. Fiquei só esperando encontra-lo e quando ele entrou já veio com as mesmas piadinhas de sempre. Eu falei: “E ai meu, vamos marcar a parada pra hoje?” e ele veio cheio de onda: “Acabei de deixar a minha mina em casa agora, acabamos de sair do motel agora”. E eu rebati, que nada, o que eu to sabendo é que tua mina é virgem até hoje e só fará sexo com você depois do casamento, ele ficou puto e queria saber que quem tinha me contado isso. Eu desliguei o pc e deixei ele louco. Passados 15 minutos entrei de novo na net e ele não estava mais. Mesmo assim continuei na net e em pouco tempo ele entrou. Ficou na dele e desta vez eu chamei ele: Ta com raiva de mim? ele veio meio dissimulado: Com raiva de que? Não me importo com o que dizem.Dai eu falei: Mas é verdade né? sei que você tá na fissura, vamos marcar essa parada logo, você fica sabendo quem eu sou e a gente faz um programinha legal. Esperei ele desliga o pc, mas notei que ele digitava uma mensagem e esperei. Dai a pouco aparece: Meu carro tá ruim e ta chovendo muito, se não eu saia mesmo hoje, mas só pra saber quem você é, não vai rolar nada.Eu mais do esperto ofereci pra pega-lo de carro, disse que eu iria até a casa dele, mas ele disse que não, ficasse pra outro dia, amanhã! disse ele, vou fazer um serviço na zona oeste e depois tô livre por volta das 17:00 hs. Legal, otimo, fiquei todo feliz. Mas eu trabalhava até às 18:00hs e sair era quase impossivel. Mas marquei assim mesmo. Por volta das 15:00 hs, fiquei doente e tive que sair mais cedo. (Fiquei até com a conciencia pesada, mas aquela chance eu não teria nunca mais).Horário e local combinado fui pra lá. Passou várias ves pela minha cabeça que ele nem sequer apareceria. Quando foi 17:15 hs vi ele descendo do predio, gelei todinho. Ele ficou ali esperando e olhando pro relogio. Passei por ele umas duas vezes e não parei. Quer saber, entrei num barzinho e falei pro garçon: Faz uma caipirinha de vodka pra mim. E voltei a olhar se ele ainda estava lá. De repente ele começou a andar em direção do ponto de onibus ai eu me desesperei, o garçon veio com a vodka eu paguei e virei de uma vezada só garaganta abaixo.Não demorou um minuto a coragem veio a tona.Entrei no carro e fui em direção ao ponto e parei devagar, meio sem graça, horario de pique o ponto cheio, ofereci uma carona a ele. Ele disse que estava esperando alguem que iria depois. Eu falei: entra ai meu, eu sei que você está esperando alguem. Ele apontou com o dedo em minha direção: é você? Eu só falei de novo: entra ai meu!Ele entrou meio sem graça e eu disparei a rir, ele ficou muito constrangido e falou: Cara por que não falou que era você? Eu sei lá, não queria te espantar. Parei o carro em uma praça e pedi pra ele dirigir, pois tava meio zonzo da vodka. Ele desceu passou para o lado do motorista e saiu com o carro. Eu já cheio de coragem falei: Você pode me levar pra onde você quiser. Ele ficou mais a vontade e começou com as brincadeiras: É viadinho, ta doido pra conhcer uma rola nova né?Entrei no tom da brincadeira e fui logo apertando a pica dele por cima da calça e perguntando: Tem coragem de ir pro motel comigo?Ele falou que podia rolar, mas antes queria tomar alguma coisa, aceitei e fomos a um barzinho e fiz questão de não demorar. Ele tambem criou mais coragem e fomos pra um motel.Entramos e logo já fui abraçando e tirando roupa dele, queria conferir tudo. cai de boca, ele gemia feito um louco. Sabia que a muito ele não transava e que estava na seca. Aproveitei e engoli bem a sua pica, as bolas, lambia a virilha, teus mamilos, mordia sua orelha. E ele me chamando de viadinho.Falei que o serviço tinha de ser completo, peguei uma camisinha e fui logo encapando o bicho e ele veio e me cravou aquele metal duro feito rocha. Agora quem gemia feito louco era eu. Ele fez de mim o que queira, despejou tudo em mim o que estava guardado a muito tempo e que a namorada dele não sabia o que estava perdendo.Perguntei a ele se ele tinha de ir embora naquele momento e ele disse que não tinha compromisso, mas não sabia se queria ficar. Disse a ele que dormissimos ali e no outro dia eu levaria ele em casa. Ele pensou bem e resolveu ficar. Noite maravilhosa, fiz realmente o que a namorada dele vai levar seculos pra fazer depois de casados. Ele gostou muito, pena que agora eu andei sabendo que não faz só comigo, agora ele cata outras mulheres e sei que andou fazendo umas coisinhas com outros carinhas. Mas tô nem ai, eu fui o primeiro e sei que o negocio quanto mais dificil é mais gostoso.

O destino é meu amigo

junho 22, 2006

Pessoal, tem coisas que acontece mesmo e a gente não entende o por que.Conheci um carinha, não era um deus grego, um cara normal, moreninho, sorriso gostoso e safado, gosta de um sambinha no pé e cara de conquistador. Porém apaixonado com a mulher. Só dava umas olhadas e ele nem me dava bola. Mas nunca tinha criado nenhuma esperança.Em uma sexta feira tava tomando um chopp com os amigos e por volta das 23:00 hs um amigo liga e diz que tava rolando uma festinha na casa de uma amiga e era pra eu ir pra lá. Falei que não tava cansado e o carro tava na oficina e não rolava festa naquele dia. Agradeci e desliguei. Dei mais um tempo no barzinho e chega um amigo que diz ta indo a uma festa com a namorada e do nada fico sabendo que a festa é a mesma que eu fui convidado. Ele me chamou pra ir e eu disse que tinha de ir em casa tomar banho e talz. Ele disse que tudo bem, pois teria de fazer um tempo pra pegar a namorada dele. Daí animei e fui em casa, tomei banho, me arrumei e fui com ele.Chegamos a festa e de cara vi o carinha que sempre fui ligado nele. Mas não dei muita atenção pois ele era casado e tudo. Passou o tempo e minha amiga vem bater papo comigo e me diz que ele tava separado. A mulher deu o fora nele e ele tava correndo atrás do prejuizo. Mudou a situação agora. Fiquei naquela de olhada o tempo todo e as vezes jogava uma piadinha maldosa e ele ria. Por volta das 03:00 da manhã ele diz que tava cansado e se podia ir dormir. Fiquei maluco imaginando alguma forma de aproveitar a situação. Simulei um abri boca de sono e minha amiga notando a situação me mandou essa: “Vai dormir tambem, aproveita e fica a vontade, tem outra cama lá no quarto”. Ai meu Deus, era tudo que eu queria ouvir.Cheguei de mansinho, cumprimentei ele e disse que se não importasse eu iria descansar tambem. Ele falou tudo bem e deitou só debermuda na cama e ligou a tv.Fiquei olhando pra ele o tempo todo, visualizando a sua imagem ali deitado. Ele perguntou se eu gostava de filme porno, mesmo achando que ele tava entrando na minha, ainda assim fiquei com medo de atacar. Mas tesão tem limite, não aguentei e me ajoelhei na cama dele e comecei a tocar nas pernas dele e fui subindo até o seu pau. Ele ficou quetinho e olhando, mas seu pau começou a mostrar que tava gostando. Abaixei sua bermuda e comecei um boquete bem gostoso que o fazia gemer baixinho. Fui subindo bem devagar e ele delirando. Daí foi a vez dele mostrar a cara. Me puxou pra cima e me beijou de forma ardente que fiquei pasmo. Passou a lingua em meu pescoço, mamilo e me falou baixinho: “Ta preparado pra sentir prazer?”… Juro que me arrepiei inteiro e amoleci nos braços dele. Ele me virou e me pegando pela cintura e abraçando-me forte tentando enconstar sua pica bem na minha bundinha que a essa hora se falasse taria gritando: “Me come! me come!Aos poucos ele encontra o local certo e começa aos poucos a penetração, com delicadeza e maestria.Sentia o melhor dos mortais.Aos poucos sentia que estava todo atolado por aquele pau gostoso. Ai ele se transformou de novo. Começou um vai vem mais forte e cadenciado, parecia que estavamos numa escola de samba, ele mestre sala e eu porta bandeira com aquele mastro atolado em mim.Ele me mordia a orelha, me beijava o pescoço e dizia besteira nos meus ouvidos. Já não aguentava mais, meu tesão estava a ponto explodir e notei que ele tambem a qualquer momento ia explodir tambem. Ao ver meu macho num sussuro insandecido no gozo total, não aguentei e gozei junto. Ele ainda ficou indo e vindo de leve, como quem quer aproveitar uns ultimos segundos de prazer e depois caiu sobre mim. E ali dormimos colados um no outro.Por um momento passou pela minha cabeça como uma mulher pode deixar um cara assim.Acordamos pela manhã e fiquei sem graça, mas ele apertou o meu nariz num tom de brincadeira e me deixou mais descontraído. Levantei e fui embora. Nos encontramos poucas vezes, mas a cada encontro é cada vez melhor, parece que aos poucos nos encaixamos mais e mais.

A HERANÇA DE RODNEY

junho 21, 2006

Capítulo FinalRodney, apreensivo e ansioso, segue o Doutor Rodrigo e seu assistente, o recepcionista com cara de surfista, Fábio.
Os três percorrem os corredores do andar e seguem para a escadaria.
No caminho, Rodney vê somente homens, e todos muito másculos e interessantes.
Ao abrir a porta que dá acesso à escada, Rodney vê uma cena inesperada e ao mesmo tempo extremamente excitante: Um negro muito forte e de dote descomunal, vestido de segurança, mete sem dó num executivo alto, branco e de cabelo raspado, que por sua vez, está chupando um rapaz jovem, branco e magrelo, que usa roupa de skatista.
Rodney fica encabulado e hesita em prosseguir.
Os três rapazes continuam a trepar, indiferente à presença dos outros três que acabaram de abrir a porta da escadaria.
Rodrigo segura Rodney pelo braço com suas mãos extremamente fortes e quentes e diz:
– Venha rapaz, isso é normal… Eles gostam disso… Você não?
Rodney, tremendo da cabeça aos pés, acena que sim com a cabeça, e os três passam ao lado da cena, como se não se importassem, subindo as escadas.
Alguns degraus acima, cruzam com dois homens, com cara de malvados, uniformizados de soldado da cabeça aos pés, nitidamente vigiando o local, que descem por esta mesma escadaria.
Rodney arrepia-se.
Os soldados passam pelos três transeuntes, dão um sorriso, como se os cumprimentassem, em seguida, ao subir mais alguns degraus, Rodney olha para trás e vê que os milicos passam pela cena de fudelância do trio da escadaria como se não estivesse acontecendo nada.
Rodney fica confuso.
Seria aquele prédio um gigantesco local para orgias masculinas?
Doutor Rodrigo abre a porta que dá acesso ao décimo segundo andar, o último.
O andar inteiro é uma imensa e fascinante sala.
O recinto praticamente não possui paredes, apenas colunas e janelas imensas, que dão vista para grande parte da cidade de São Paulo. Além das janelas, há no local inúmeros monitores de vídeo ocupando o espaço da gigantesca sala. E bem ao centro, há uma belíssima mesa, que aparentemente é toda de vidro.
Atrás desta mesa, uma poltrona que parece ser feita da mais nobre lã.
Dentro desta sala faz mais calor do que qualquer ambiente que Rodney visitara naquele dia. Mas não era um calor insuportável, e sim uma temperatura muito aconchegante.
Agora, meu amigo, você vai saber de tudo que precisa saber… – Disse Rodrigo, posicionando Rodney à frente e dando alguns passos para trás.
A poltrona de lã se vira e sentado nela, completamente nu, está um homem de corpo extremamente forte e bem feito, completamente nu.
Rodney reconhece aquele corpo e aquele rosto, o mais másculo e sexy que se lembra de ter visto quando ia à academia.
Era Everton, o “pit-boy” treinador da academia, de quase 1,90m de altura, com seu branco corpo malhado, com uma relva de pequenos, pretos e lisos pêlos por todas as partes de seu corpo.
Rodney estava sem palavras, branco e pálido.
Não só porque estava surpreso com a presença de seu treinador ali, mas por causa do “monumento” que o rapaz possuía entre as pernas: eram 27 centímetros de uma pica muito grossa. Rodney já percebera na academia que o volume era generoso, mas como nunca havia visto aquilo duro, parecia estar de frente com um ser com vida própria, de outro mundo…
Com muito custo, Rodney conseguiu falar algo:
– Mas, como?
– Rodney. Seja bem vindo à SHASM: Sociedade de Homens Amigos Saciadores de Machos. Disse Everton.- Fundada nos anos 1990 através da internet, ela reúne homens selecionados a dedo, que curtem transar com outros machos também selecionados.
– Eu? Perguntou Rodney. – Como você sabia que eu curtia isto?
– Bem meu amigo, eu observo você há muito tempo, e através de detetives, pessoas que fingem ser suas amigas, soube que você era virgem. Num belo dia, percebi você olhando para mim disfarçadamente na academia. Mas como eu não tinha certeza se você era chegado, uma vez lhe pedi seu endereço de e-mail para enviar um link de uma empresa que eu dizia estar oferecendo emprego, lembra-se?
– Sim, escrevi para esta empresa, mas ela nunca me escreveu…
– Bem, isto não foi algo previsto. Mas aproveitei que estava com seu endereço eletrônico em mãos e resolvi mandar umas fotos tiradas dos freqüentadores do SHASM.
– As fotos de caras fazendo sexo…
– Exato. E para minha sorte, você cadastrou-se no site que eu queria. E, através de uma tecnologia avançada, eu rastreei seu computador e descobri que você gostava muito daquelas fotos, e, melhor ainda, soube quais eram suas fantasias favoritas.
– Então, você inventou a “Tia Rute”?
– Eu precisava saber se aquela curiosidade era tão somente uma curiosidade, ou se você estava mesmo a fim de trepar com outros machos. Pedi para que o Doutor Rodrigo, sócio do nosso clube há cinco anos, lhe entregasse o pacote contendo o endereço de nossa vila secreta no interior de São Paulo. De lá, se você resolvesse fugir, não saberia como nos denunciar…
– Eu caí como um patinho…
– Caiu porque estava gostando. Você nem pensou em ligar para a ouvidoria da polícia quando foi molestado pelos policiais, Rodney. E mesmo que tivesse ligado… Possuímos homens estrategicamente infiltrados em todos os departamentos do Brasil. Não o mataríamos, mas sairíamos do seu caminho. Testamos nossos sócios em potencial, e se eles aceitam serem usados para saciar nossos desejos, entram no time.
– Eu virei uma puta na mão de vocês! Disse Rodney, sentindo-se humilhado.
– Rodney, homens não engravidam nem esperam casamento. Com boa saúde, são os melhores buracos em que um outro homem pode gozar…
Rodney abaixa a cabeça. Sentia-se um idiota. Um depósito de porra.
– E se eu não quiser participar disto? Acho tudo isto muito perigoso…
– Você está livre para sair quando quiser… E voltar quando quiser. Só não pode nos denunciar. Senão, infelizmente você morre. Somente sócios podem saber da existência da SHASM. Mas quem participa, sempre sobrevive, já que não se sente muito a fim de se expor tanto. E eu ainda não conheço nenhum ex-sócio…
– Mas, e minha namorada?
– Ora Rodney. Eu sou casado, o Doutor Rodrigo é casado. Nossa sociedade secreta existe para que os homens possam gozar e viver sensações que não podem ser experimentadas lá fora. Não aos olhos de pessoas inexperientes…
– E todo o dinheiro que recebi?
– Pode ficar com ele. A maioria de nossos sócios são homens extremamente ricos que usam seu dinheiro para serem servidos com toda a descrição. Aqui trabalhamos somente com o que gostamos. Escolha uma profissão, e a terá!
Rodney olha para Everton. Sente-se feliz em poder realizar todas as suas fantasias com pessoas de absoluta confiança. E feliz em saber que do lado de fora, sua vida seria a mesma. Mas seria muito melhor.
– Dinheiro não nos fará falta.- Diz Everton, com sua cara de mal. O “pit-boy” começa a acariciar seu membro que em momento algum desanimou ou diminuiu de tamanho. – Mas essa sua bundinha, redonda e bem feita, faria muita falta… E acho que agora que está devidamente laceada, posso experimentá-la, não?
Rodney vira-se, na intenção de sair da sala. Ao ficar de costas para Everton, vê que Fábio e Rodrigo estão nus, com seus pintos em ponto de bala.
Rodney volta até a mesa de Everton. E começa a tirar sua roupa.
Desde que conhecera Everton, Rodney nutria o sonho de dar para ele. Queria ser somente dele.
Mas, definitivamente, se Rodney não tivesse dado pra tantos caras naquele dia, o gigantesco falo do instrutor nunca entraria dentro de seu rabo faminto.
Everton pede que ele feche os olhos.
Rodney ouve Everton sair da cadeira, dar a volta e sente o grandão se aproximar… Logo, o instrutor se ajoelha e enfia o nariz na bunda de Rodney. E em seguida, começa a lamber seu cú.
O cu de Rodney ainda estava largo e com gozo do Fábio. De repente, Rodney abre os olhos e vê que Rodrigo está sentado sobre a mesa de vidro, oferecendo seu pau, masturbando-o na cara de Rodney, que, sem pensar duas vezes, cai de boca no falo do belo médico.
Rodney sente algo novo desta vez… Fábio começa a chupar seu pau, dando-lhe um prazer que ele ainda não sentira naquele dia…
Rodney se deliciava com a sensação de chupar um pau e ser chupado ao mesmo tempo que nem percebeu quando Everton parou de lamber seu cú e começou a enfiar outra coisa em seu rego…
Após uma boa dose de um gel anestésico, um enorme mastro de 27 centímetros começou a explorar as entranhas do nosso amigo… Mas devido ao tamanho, Rodney sentia náuseas… Mas tendo tanto prazer em ter seu pau sendo chupado com tanto profissionalismo por Fábio o fez esquecer da dor e da sensação estranha… E Everton conseguia ir cada vez mais fundo, metendo e arregaçando aquele rabo, que como muitos poucos, conseguia agüentar tamanhas proporções…
O Doutor Rodrigo goza depois de seu pau ser muito bem tratado. Em seguida, Rodney goza dentro da boca de Fábio, que sem dificultar engole todo o leite de Rodney.
Quando Everton goza, o ânus de Rodney o expulsa, tamanha a pressão que causa o gozo do gigantesco pau…
Everton oferece seu quarto dentro do prédio para Rodney, e os dois dormem na mesma cama, abraçados.
Curiosamente, depois daquele dia, nasceu um estranho caso de amor…
Everton e Rodney começaram a se amar, e só faziam sexo com outros homens da sociedade quando um dos dois estava presente…
Rodney estava prestes a se casar com Ritinha, mas num determinado momento, sua vida não fazia mais sentido ao lado dela. Preferiu continuar solteiro e aproveitar a sociedade secreta e o corpo de Everton.
Everton divorciou-se e optou por viver ao lado de Rodney, mesmo fora da sociedade.
Depois de muito aprontarem e se satisfazerem, resolveram sair da sociedade e mudaram-se para o Sul do Brasil, onde viveram felizes durante muito e muito tempo…

FIM

Autor: Vilser Vaittim

Sexo entre seguranças – fato real

junho 15, 2006

dulcam81@yahoo.com.br
Eu trabalho com segurança em uma grande loja de são paulo e sou um homem negro, 1,85m, 82kg, bem dotado, cabelo raspado e frequento sempre uma academia para manter meu corpo musculoso e forte pois eu gosto e minha profissão exige, sempre tenho um parceiro em todas as noites que trabalho e geralmente são morenos e negros, nós temos que ter sempre uma “sintonia” em todos os sentidos como por exemplo estudar como um ou o outro age para um dia se sair fora da “rotina” desconfiarmos de que há algo errado.Eu sempre fui hetero, gosto de mulher mas nem sempre as coisas estão legais em casa e a gente deve procurar carinho fora, se envolver com mulher é furada na certa, então procuro homens sem preconceito para que role algo gostoso entre a gente, mas isto não acontece somente comigo, muitos dos seguranças que conheço rola sexo, isto é clássico tanto que na hora da carência somos bastantes diretos e chegamos junto.Eu conheci o Miguel há duas semanas, negro como eu, não houve nada que impedisse um contato mais pessoal, eramos muito de ficar junto, de conversar e nos pegarmos até que um dia ele me pegou pela cintura e me puxou forte para perto, senti seu hálito no meu pescoço e logo estávamos trocando um beijo, sua mulher não gostava de sexo oral e ele me pediu uma chupada, tirei seu uniforme e o meu entre um beijo e outro e fui lambendo seu peito e sua barriga até chegar no seu pau semi duro e babado. Lambi a glande e limpei aquele pau deixando sequinho e logo fui enfiando ele inteiro na boca tentando ao maximo engoli-lo, tarefa difícil já que o pau imenso dele mal cabia em minha boca, ele gemia aumentando os movimentos fudendo minha boca até que num urro ele gozou em minha garganta, ainda com a boca melada dei outro beijo e ele passou a lingua em meu rosto para deixá-lo limpinho, neste mesmo instante eu gozava e aí foi ele que se baixou e sugou bem meu pau para não deixar nenhum resquício de porra, uma norma entre os seguranças fodões para não despertar desconfianças em casa…Naquele dia saí satisfeito do serviço e cheguei bem calmo e feliz em casa, minha esposa nem desconfiava, eu mal podia esperar para chegar a noite e encontrar meu parceiro, o dia passou rápido pois eu durmi praticamente a maior parte do tempo, chegando no serviço a rotina continuou como se nada tivesse acontecido até que de madrugada sozinhos foi minha vez de chegar junto, o abracei por trás e falei que com minha mulher também tinha um probleminha e ele me perguntou qual era e respondi que ela não gostava de sexo anal, ele deu uma risadinha e me deu um beijo de tirar o folego, nos despimos e me deitei encima de um banco, ele me lambeu todinho e quando chegou a minha pica ele se revelou um profissional, que boca gostosa cheguei a temer que iria gozar na boca dele mas não era isso que eu queria, me levantei e o coloquei de quatro, que bunda carnuda e gostosa, macia com um cu apertadinho envolto em pêlos que se moviam as constantes piscadas daquele anel cheio de pregas, dei umas boas cuspidas e enfiava meus dedos, ele gemia e pedia pra eu ir mais fundo, botei uma camisinha que eu sempre comprava quando a foda era certa, tive que cuspir muito no pau para lubrificá-lo bem e encostei minha glande naquele anel apetitoso que no toque se abriu quando forcei a glande para dentro abrindo suas pregas, ele me pediu para ir com calma porque fazia já algum tempo que não dava. Fui paciente mas fui enterrando centimetro a centimetro naquele cu, bombei devagar mas na ânsia do tesão aumentei o ritmo, foi demais ver aquela bunda engolindo meu pau inteiro, eu tirava e enfia sem dó, ele gemia e fazia cara de dor o que me deixa com mais fogo ainda, eu o virei e ele ficou na posição de frango assado, meti num golpe só e para abafar seus gemidos eu beijava sua boca, que fogo no rabo, ele gozou levando ferro, gozei logo em seguida, quando meu pau saiu restou o rombo que eu tinha deixado, depois de uma hora de banho tomado ele ainda encontrava dificuldade para se sentar mas ao nos despedirmos de mais um dia de trabalho o beijo que trocamos selou que teriamos muitas transas ainda pela frente.

Fui encoxado e depois desvirginado

junho 14, 2006

Sou um rapaz do interior e desde moço tive atração por homens, no entanto, por excesso de timidez nunca tive coragem de me relacionar sexualmente, apenas algumas encoxadas e pegadinhas em alguns colegas de vizinhança, até o dia da história que passo a narrar. Quando tinha 18 anos fui convidado por uma tia para passar férias em uma fazenda a 40 km da cidade onde moro. A fazenda era bastante simples, mas bastante acolhedora. Só quando cheguei lá fiquei sabendo que o filho do atual marido da minha tia, um rapaz chamado Ricardo estava morando com eles na propriedade, ele era um rapaz de 20 anos bastante atraente: moreno claro, coxas grossas, 1,79 de alturas, aproximadamente 80 kg, barba feita mas cerrada, alto e com uma boca que me tirava do sério. Desde os primeiros dias nos demos muito bem e nada indicava que ocorresse algo entre nós. O Ricardo me tratava muito bem, conversávamos sobre vários assuntos e jogávamos baralho até altas horas da noite, pois a tv tinha uma péssima recepção, e nada mais. Apenas uma tarde quando estava chegando de um passeio à cavalo, não sabia como descer do animal, então ele me ajudando quando escorregava do arreio me senti encoxado por ele, pude sentir até o calor de sua mala encostando em mim. Achei que foi apenas um acidente até que certa noite, fui me deitar, estava apenas de cueca, la fora chovia, quando então o Ricardo entrou no quarto com uma garrafa de vinho perguntando se eu queria. Sentei na cama e começamos a tomar vinho. Quando olhei para o Ricardo tive um arrepio de tesão, pois ele vestia um short daqueles de tecido brilhante que denotava perfeitamente o tamanho se sua pica morena. Em determinado momento ele me mostrou um anel que havia ganhado no bingo, achei lindo e pedi que ele desse o anel para mim, coloquei no dedo e brinquei: _ Agora é meu ! O Ricardo falou que não e tentou tirar a jóia da minha mão e eu resisti. Ele me agarrou tentando me segurar e então por ele se muito mais forte que eu, deitei de bruços e ele veio por cima de mim, naquela brincadeira gostosa, nesse momento sentindo os 80 Kg dele em cima de mim, percebi que estava tendo uma ereção e nesse momento entrei em pânico pedindo que parasse com aquela brincadeira que eu não estava gostando nada, pois estava me desrespeitando. Ele abaixou a boca até a minha orelha e falou: _ Vai me dizer que vc não está gostando de sentir o meu pintão encostadinho na sua bundinha ? Morrendo de medo de ser estuprado, tentei sair debaixo dele, no entanto, quanto mais fazia força mais o seu talo se encaixava na minha bunda, mais eu ficava indefeso com aquele peso encaixado em mim, seu pau estava duro como pedra e minha cuequinha fina parecia que estava rasgando diante de tamanha investida. Pedi a ele clemência e que me poupasse, mas ele então revelou: _ Já descabacei vários amiguinhos de infância e vc será o próximo. Comecei a chorar e o Ricardo me consolou dizendo que se eu ficasse quietinho ele iria apenas dar uma gozadinha no meu reguinho. Dizendo isso, sem tirar aquele peso de cima de mim, arriou minha cueca e arremeteu-se por cima de mim, agora apenas de short e sem camisa. Pouca coisa pude fazer nessa hora, com aquele homem forte e moreno esfregando aquele volume enorme em minha bunda e quase me penetrando de short e tudo, apenas pedia para ele parar, que eu nunca tinha feito aquilo e que tinha medo. Ele indiferente começou a passar a barba em minha nuca ao mesmo tempo em que mordiscava minha orelha, o que me deixava cada vez mais relaxado e entregue aos caprichos daquele selvagem. Aproveitando-se de minha entrega, Ricardo sorrateiramente abaixou seu calção e fez com que seu mastro todo lambuzado de gala encostasse em meu reguinho. Apesar de estar adorando a sensação, o medo de uma penetração ainda me fazia relutar e tentar fugir de debaixo daquele macho musculoso. Ricardo me tranqüilizava dizendo que não iria me comer e queria apenas encher meu reguinho de porra. Arregaçou a cabeça de seu enorme pinto e passou a esfregar a cabeça no meu cu que resistia bravamente aos seus ataques, mas como seu pau começou a soltar grande quantidade de gala, meu buraquinho começou a ficar lubrificado, quando em determinado momento Ricardo me prendeu com tórax musculoso e encaixou-se em meu cuzinho, empurrando o pau para dentro, me fazendo sentir até o baque da passagem da enorme cabeça. O seu peso me segurou e seu pau encaixado em mim me fez soltar um grito de dor e tentar fugir daquela emboscada. Ele ficou parado com a cabeça de seu mastro atolado, falando em meu ouvido: _ Fica paradinho que dói menos, não vou colocar mais, fica tranqüilo que dói só no começo… Apesar do tesão a dor era descomunal, então contraindo a musculatura procurava evitar que a penetração se completasse e ele então sem tirar a cabeça, passava a barba em meu pescoço e sussurrava com aquela voz grossa em meu ouvido: _Agora eu sou seu macho, seu cabacinho ficou na ponta do meu cacete, agora vc é minha fêmea e vou te atolar todas as noite nesse cuzinho apertadinho. Aquelas palavras fizeram com que eu baixasse a guarda e descontraísse um pouco o cuzinho, ele aproveitando-se disso começou a bombar, só que em cada bombada penetrava um milímetro a mais em minhas entranhas até que senti aquela arremetida fatal que me descabaçou de vez e permitiu que ele atochasse aquela vara até o cabo no meu cuzinho, encostando seu enormes bagos em minha bunda, me arrancando protestos e gritos de dor. Ele ficou uns dez minutos parado dentro de mim para que eu me acostumasse com seu talo, quando começou a socar impiedosamente, me arrancando gemidos. Ricardo agora possuído pelo tesão esfregava aquele tórax forte em minhas costas e me comia impiedosamente até que num gemido esporrou dentro de mim, contraindo e dilatando a vara para esguichar o sêmen quente dentro de mim. Depois de gozar, retirou a vara de dentro de mim, o que me fez quase desmaiar. Abraçado em mim pedia desculpas pela brutalidade, mas que se não fosse daquela forma eu não teria deixado que ele me comesse e que ele era um descabaçador por natureza. Fiquei uma semana com o cuzinho igual a uma couve flor e sem conseguir sentar direito por causa daquela noite. Hoje tenho vinte anos, sou louro, tenho olhos claros e detesto afeminados e frescuras. se vc é macho, tem cara de macho e me quer para ser seu envie fotos para meu e-mail. posso viajar.

A HERANÇA DE RODNEY IV

junho 13, 2006
Capítulo IV de V

Rodney chegou ao seu prédio e preferiu tomar um banho antes de dirigir-se ao apartamento do Doutor Rodrigo.
Seu ânus ainda latejava.
De virgem a arrombado por grandes picas, num intervalo de poucas horas, não é tarefa fácil.
Saiu do banho, colocou uma nova roupa social e foi procurar Rodrigo.
Tocou a campainha do apartamento.
Em poucos segundos, a esposa de Rodrigo, uma bela moça de pela clara, olhos escuros e cabelos negros, compridos e encaracolados abriu a porta.
Rodney conhecia Rodrigo e sua esposa Gisele somente de reuniões de condomínio, mas raramente se falavam. Quando se viam pelo corredor do andar, cumprimentavam-se com um sorriso. Mas este relacionamento estava longe de ser uma amizade entre vizinhos.
– Olá, Rodney. Tudo bem? Disse a moça, sorridente.
Rodney gelou. Ficou com vergonha de falar algo para a mulher do rapaz.
Será que ela sabia de algo? Mas agora era tarde para fingir que não estava ali.
Rodney precisava falar alguma coisa…
– Olá. Boa noite, Gisele. Por favor, o Doutor Rodrigo está?
– Olha, Rodney. Ele está de plantão no hospital. É urgente?
Rodrigo coçou a cabeça. Não conseguia disfarçar sua ansiedade.
– Não, urgente não é… Mas é muito importante… Em todo caso, peça para ele entrar em contato.
– Tudo bem, eu peço…
Rodney começou a virar as costas para ir para sua casa… Mas a garota, notando o nervosismo do rapaz, disse:
– Rodney. Olha, faz o seguinte… Entre um pouquinho. Vou ver se tenho como falar com ele, ou ao menos deixar um recado no hospital.
Rodrigo fica tenso…
Sentiu medo.
Foi o doutor Rodrigo que lhe entregara o pacote da “Tia Rute”. Havia uma imensa possibilidade do médico ser o responsável direto pelo descabaçamento de seu virgem rabinho…
Rodney ficou pensando como o médico reagiria do outro lado da linha…
Mas talvez Rodrigo nem tivesse nada a ver com isto. Neste caso, alguém estava jogando Rodney contra o seu vizinho. Rodney confundia-se a cada minuto mais e mais…
Os pensamentos de Rodney foram interrompidos por Gisele lhe oferecendo o telefone:
– Rodney, fale com ele…
Rodney atendeu, estava tremendo.
Mas tentou disfarçar naturalidade.
– Olá, Doutor Rodrigo? perguntou Rodney, tentando ser simpático.
– Rodney. – Falou o médico do outro lado da linha. Me encontre no hospital, no endereço que vou lhe passar. Não se assuste, mas pode haver um pequeno risco depois de passar por tudo o que passou… Precisamos ver se está tudo bem com você. Pode anotar?
Agora Rodney tremia mais ainda.
Não sabia o que pensar…
Pediu caneta e papel à Gisele, e, apavorado, anotou o endereço para onde deveria ir.
– Está tudo bem Rodney? Precisa de ajuda? pergunta Gisele.
– Não Gisele. Obrigado. Eu só preciso resolver um problema de família. Eu dou um jeito.
Rodney não queria que ninguém soubesse o que tinha passado na vila do interior.
Muito menos uma quase desconhecida.
Até porque gostou de grande parte do que aconteceu…
Entrou em seu carro e seguiu para o tal hospital, que ficava numa travessa da Avenida Paulista.
Chegando ao endereço mencionado, Rodney percebe que nada indicava que ali poderia ser um hospital.
Era um prédio muito bonito e luxuoso, parecia ser um prédio de escritórios muito nobre.
Enquanto observava o edifício, um belo segurança moreno, de cabelo liso, e nitidamente, muito forte, se aproximou.
– Amigo, pode estacionar por ali. Falou o belo homem.
O portão automático do prédio de luxo se abriu, e Rodney pôde adentrar o carro.
Ao estacionar, viu que havia vários carros naquele estacionamento.
O local estava bem cheio apesar do horário, já passava das dez da noite.
Rodney entrou no elevador, e apertou o botão do décimo andar. Havia doze andares no total.
No trajeto, executivos muito bonitos e bem vestidos, e de idades variadas, muitos casados, entravam e saíam do elevador, distribuindo-se pelos andares.
Rodney não viu uma mulher sequer naquele prédio. Mas havia homem para todos os gostos…
Chegando no andar, seguiu para a sala.
Na recepção estava um garoto loiro, típico surfista, piercing na sombrancelha, barba e cabelos bem finos e jeito e voz de malandro. Aparentava ter no máximo dezenove anos.
Vestia social como todos naquele prédio, mas demonstrava estar nitidamente desconfortável com aquela roupa.
– Sr. Rodney? O rapaz perguntou.
– Sim.
– O Doutor Rodrigo o aguarda, pode entrar na sala.
Aquele dia continuava muito bizarro em cada detalhe…
Rodney entra na sala do médico.
Rodrigo mexe numas gavetas de sua mesa.
– Rodney! Sente-se!
– Doutor, o que está acontecendo? Rodney pergunta, demonstrando um pouco de pânico.
– Calma meu amigo! Todas as respostas lhe serão dadas no devido momento. Mas, de imediato, precisamos ver em que estado está sua saúde física.
Rodrigo levantou-se, e pediu a Rodney:
– Por favor, amigo, abaixe as calças e deite-se nesta maca.
Rodney estava assustado e envergonhado. Conhecia Rodrigo superficialmente, mas de longa data. Ficar nu diante dele, naquela condição, naquela situação, era algo assustador.
Mas não havia escolha.
Rodney desapertou o cinto, abaixou as calças sociais e sua cueca boxer, e deitou-se na cama, de costas para Rodrigo.
Deitado, ouvia Rodrigo abrir um pacote e colocar luvas.
Ouviu também um pote ser aberto.
Rodrigo aproximou do ouvido de Rodney e perguntou-lhe, sussurrando, com sua voz bem grave e masculina:
– Aprontou muito hoje com este rabinho lindo?
Rodney suava.
Pensou em levantar-se, acabar com aquela palhaçada.
Só que Rodney acalentou durante muito tempo desejo pelo Doutor Rodrigo.
Se masturbou pensando em seu vizinho inúmeras vezes.
Havia chegado a oportunidade do destino. Mesmo com o cú em chamas, queria ter o médico dentro de si.
O médico passou uma espécie de gel em torno do ânus de Rodney.
Acariciava com carinho e cuidado. E enfiava o dedo lá dentro lentamente, várias vezes.
Abaixou e respirando no cangote de Rodney, disse:
– Pronto, sua putinha… Agora você vai ficar bem segura e relaxadinha…
Rodrigo massageia mais um pouco, e de repente grita:
– Fábio! Faz o favor!
O rapaz da recepção entra pela porta.
Rodney, envergonhado, tenta levantar-se e sair daquela situação vexatória.
Rodrigo segura Rodney deitado na maca com sua mão forte.
– Calma, amigo! Ninguém aqui vai fazer nada que você não queira… Você quer ir embora? Quer me abandonar, Rodney?
Rodney estranha o tom do médico, mas fica tão excitado com a forma dele falar que volta a posição original, deitado e de costas para o doutor.
– Rodney, fique tranqüilo. Diz o Doutor em seu ouvido. Tudo foi calculado. Todas as pessoas que transaram com você foram cuidadosamente selecionadas. Você está seguro.
– Doutor, e aí, o que você acha? pergunta o surfista da recepção.
– Pode meter Fábio… Rodrigo fala. Em seguida, vira-se para Rodney e diz: – Ele pode meter, não pode?
Rodney faz sim com a cabeça.
Em seguida, Rodrigo afasta as carnes da bunda de Rodney, e grita com Fábio:
– Vai moleque! Vem logo e enche este rabo de carne!
Rodney sente algo muito grosso adentrar em seu rabo.
O médico passara um anestesiante, mas o pau do garoto provavelmente era algo imensurável.
– Tudo bem Rodney? Perguntava o médico, sussurrando carinhosamente em seus ouvidos.
Rodney só sinalizava que sim com a cabeça…
O médico dava um tapa na cabeça do garoto da recepção e gritava:
– Que porra, moleque! Não sabe fazer nada direito não? Tira o pau para eu dar uma olhada…
O garoto se afastou e o médico enfiou os dedos com luvas mais uma vez dentro de Rodney…
– Tá quase no ponto… Vem de novo Fábio, manda ver…
O garoto enfiava sua vara de uma só vez… Tirava e enfiava novamente…
De repente, Fábio perdeu o controle e começa a gozar antes de enfiar…
Ele goza muito.
Foi gala para tudo que é lado. Caiu nas costas de Rodney, sobre a maca no chão e até no rosto de Rodrigo.
Mas Fábio fez questão de dar uma enfiadinha e terminar seu gozo dentro do rabo de Rodney…
Rodney só respirava fundo. Queria chorar. Tinha vergonha de ainda querer tanta penetração depois de tudo que já passara naquele dia.
– Calma, rapaz.
Rodrigo o abraçou e começou a acariciar sua cabeça.
– Nós sabíamos que você queria isso… E tomamos todos os cuidados para que você realizasse este desejo da maneira mais segura possível… Com os homens da nossa sociedade secreta.
– Sociedade secreta?
– Venha, vou limpá-lo, dar um banho em você, e você poderá descobrir toda a verdade sobre sua Tia Rute.
Rodrigo e Fábio seguram Rodney pelos braços e o levantam.
Fábio dá uma risada e diz:
– Tem porra na sua cara, doutor!
Rodrigo passa a mão, tira o esperma com seus dedos e os lambe. Com cara de macho safado.
– Vamos Rodney. Hora de saber toda a verdade…
Continua no último capítulo

Uma festa inesquecível

junho 4, 2006

Como sempre leio as histórias aqui postadas resolvi postar uma minha.
Bom me chamo Jefersson sou bi sexual e um dia, mais preciso num sábado estava em uma festa na casa de um amigo meu, amigo esse que vou chamar de Bruno, Bruno e eu somos muito amigos desde pequenos, eu sempre tive um tesão por ele, aquele muleke branquinho dos olhos castanhos claros e cabelos castanhos claros e lisos, com seus 1,79 m e bem fortinho, bom maravilhoso, uma boca bem desenhada, bom eu sou assim 1,78 m cabelos castanhos claros e lisos também uma boca bem desenhada dos olhos castanhos claros também, só que eu sou meio fofinho.
Era a festa de aniversario dele e ele faria 20 anos, e eu tinha 21 anos, bom bebemos e comemos muito bem, festa regada a cerveja, churrasco e todas as bebidas quentes que alguém possa imaginar, um verdadeiro bar na verdade, uma maravilha mesmo tanto que faria o Bruno beber bastante e ficar bêbado para eu poder pelo menos tocar no pau dele, bom me ferrei pois foi ele que me deixou bêbado, por volta de umas 3:30 da manhã todos tinha ido embora e eu iria também contra minha vontade mais iria sem problema.
Quando fui saindo o Bruno me chama e agradece por eu ter ido na festa dele e que gostaria que eu ficasse e dormisse na casa dele eu disse que ficaria assim ajudaria a arrumar toda aquela bagunça, o bom de tudo era que o pai dele e a mãe estavam em Minas Gerais e somos de São Paulo, Bruno e eu começamos a recolher tudo e reparei que o Bruno estava olhando com muita vontade a minha bunda, e como era calor ele falou se eu não queria tirar minha calça e colocar uma bermuda, falei que tudo bem ele disse pra gente entrar pra se trocar, entramos e foi lá dentro da casa do Bruno que minha felicidade de ver aquele Deus pelado na minha frente tanto que até tremia, pois minha vontade desde criança era de comer aquela bunda maravilhosa e de dar também, quando eu olhei que rola linda e grossa, não era tão grande mais era perfeita.
Fiquei pelado também e quando menos espero Bruno me beija e diz que é apaixonado por mim e que daquela noite ele iria me contar isso, disse pra ele que também o amava, nos beijamos muito até eu falar que queria comer o cu dele, nossa que cu maravilhoso, bem rosadinho e gostoso, fui logo chupando aquele cuzinho que tanto me seduzia, ele gemia muito com um prazer que ele jamais teria sentido antes.
Comi com força aquele cu, e ele pedia mais e eu dando mais foi quando não agüentei mais e anunciei o gozo ele sem medo algum pediu pra jorrar na boca dele gozei gostoso e gozei como nunca gozei na vida.
Depois eu dei pra ele também e gozou muito também.
Bom espero que gostem
Até a próxima
Quem quiser entrar em contato comigo me mande um email
Há ele namora hoje com uma menina e ainda transamos muito