A HERANÇA DE RODNEY II

Capítulo II de V
Rodney entra na casa.
Uma casa imensa, bem cuidada, limpa e luxuosa.
Não parecia estar vazia há muito tempo. Não havia pó em cima dos móveis.
Um professor de academia de periferia jamais teria tanto dinheiro para pagar algo como aquilo. Mesmo um aluguel de apenas um final de semana.
Rodney decepcionou-se.
Seu cu ainda estava latejando por causa da trepada com os policiais… Mas ele ainda tinha alguma esperança de perder as pregas que restaram com o Everton, o professor da academia.
Subiu as escadas acarpetadas da mansão. A imensidão e o silêncio o incomodavam. Tinha a impressão de que ele estava sendo observado.
Não demorou muito para localizar o quarto com o baú. Todas as portas estavam abertas e a casa era muito bem iluminada.
O baú não era muito grande, mas por ser de madeira antiga, era muito pesado.
Seguindo as instruções dadas por sua tia, Rodney utiliza a chave que veio no pacote para abri-lo.
Abriu fácil.
Era uma fechadura estranha… Muito moderna para um Baú aparentemente tão antigo. Principalmente por ter uma chave com base feita em plástico…
Rodney levanta a pesada tampa com certa dificuldade. Malhara muito o braço na academia, mas ainda assim, o peso o surpreendeu…
Dentro do baú havia uma maleta, e encima desta, uma pedra.
A pedra era lisa e transparente como uma gema, assemelhava-se a um grande sabonete transparente. Em sua lateral havia um corte estranho, deixando a pedra parecida com uma peça de quebra-cabeças.
Na maleta que estava embaixo da pedra, havia mil dólares em dinheiro vivo e mais um bilhete:
“Querido sobrinho.
Espero que este dinheiro lhe sirva para algumas despesas que possa ter nesta cidade.
Mas espero que entenda que eu não poderia deixar todo meu dinheiro nesta casa, alguém poderia invadi-la e encontrar minha fortuna.
Deixei dentro deste baú apenas o suficiente para não despertar suspeitas…
Esta pedra deve ser levada até um campo de futebol de várzea que existe na colina da vila.
Veja o mapa abaixo.
Lá, existe uma cabana.
Nesta cabana, há uma abertura no chão, onde esta pedra pode ser encaixada, funcionando como uma chave.
Lá você encontrará mais uma quantia em dinheiro.
Tia Rute.”
Rodney ficou furioso.
“Caralho, com tanta gente com dinheiro neste mundo eu tinha que ter uma tia maluca!” Pensou. “Ela não podia deixar dinheiro aqui para não ser roubada, mas deixou esta pedra com as instruções, qualquer um poderia chegar e achar a pedra e as instruções.”
Apesar de estar com o rabo dolorido e latejando, Rodney preferiu não esperar mais.
Seguiria as instruções da tia maluca imediatamente, antes que mais alguém encontrasse a tal cabana…
Rodney saiu da casa. Entrou em seu carro. Colocou a chave na ignição do carro. Girou a chave.
Mas o carro não ligou.
Insistiu várias vezes. Nada.
Louco da vida, saiu xingando. O carro estava perfeito até poucos minutos atrás. O que acontecera de errado?
Abriu o capô, olhou, e olhou. Não encontrou nada de errado…
Não havia outro jeito.
Resolveu chamar um mecânico.
Por sorte, lembrou-se de um que havia na estrada. Após vinte minutos andando, chegou ao local.
Era uma oficina suja, simples e comum.
Lá havia um mecânico moreno, de pele cor de jambo. Corpo muito forte. Aparentava no máximo uns vinte e cinco anos. Tinha cabelos negros bem lisos e escorridos que quase lhe cobriam os olhos esverdeados, uma feição meio árabe, meio espanhol. Usava um cavanhaque que deixava sua boca fina e bem desenhada com aspecto rústico. Estava sentado sobre um balcão de madeira, nitidamente não tinha nada para fazer…
– Com licença, amigo. Disse Rodney, esboçando um sorriso. Estou tendo um problema com meu carro, você poderia dar uma olhada?
– Claro meu irmão? Onde é que tá o carango? O mecânico respondia seco, sem sorrir. Era nitidamente grosso.
– Ali na vila de Oca do Sul.
Longe, hein? fez cara de quem diz:”Que merda!”. Mexeu em algumas gavetas imundas, sem olhar para o cliente, e depois disse:- Beleza, aqui tá meio parado, mesmo!
O mecânico saiu da oficina. Rodney o seguiu.
Então o mecânico fechou a porta corrediça da oficina, pendurou uma placa com letras tortas onde estava escrito: VOLTO LOGO, com o “G” do lado contrário…
Entraram dentro do carro do mecânico: um Fusca velho e apertado, que parecia andar por milagre.
Seguiram em direção da mansão. O mecânico não falava nada, de vez em quando passava o nariz na jaqueta velha, limpando-o.
O homem parecia um diamante bruto. Seco, grosso, mas um corpo forte e um rosto muito atraente.
Chegaram na casa.
O mecânico saiu do Fusca levando as suas ferramentas. Levantou o capô do carro do Rodney e ficou olhando. De vez em quando, afrouxava e conectava novamente cada cabo com sua mão imensa, dedos grossos e unhas sujas.
Rodney observava, queria entender o que estava errado em seu carro.
Até que num determinado momento, o mecânico perguntou, com sorriso na voz, mas não nos lábios:
– Ô amigo! Tem jeito de me arrumar um gole de água?
Rodney pensou que poderia ser um golpe qualquer… Provavelmente o mecânico arrumaria algo e estragaria outro…
Mas recusar um copo de água é crueldade demais.
– Beleza. Falou Rodney, quase resmungando. E seguiu em direção da cozinha.
Mas Rodney não conhecia bem a casa.
E levou uns bons minutos, para encontrar copos naquela cozinha tão grande, cheia de detalhes e peças desnecessárias.
Curiosamente, os copos estavam guardados em um armário na parte inferior, num local de difícil acesso. Rodney teve que se esticar, e ficar numa posição muito complicada para alcançar alguns.
– E aí amigo? Ta difícil o copo de água? Falou o mecânico, que apareceu do nada, e enfiou um pano no rosto de Rodney. O pano estava embebido em algum líquido dopante, e quase imediatamente, Rodney desmaiou.
Acordou algum tempo depois, estava amarrado a uma cadeira que era bem fixada ao chão.
O mecânico estava à sua frente, como se esperasse o momento em que Rodney acordasse.
– O que quer de mim? Perguntou Rodney. Estava mais apreensivo do que jamais esteve. Não dissera a ninguém que estava naquela casa, e agora, estava à mercê de um mecânico estúpido e grosso, talvez um bandido.
– Relaxa amigo! Seu carro está tinindo. Só quero o pagamento pelo meu serviço.
– Cara, quanto você quer? Eu te arranjo! Eu pago! falou Rodney num momento de desespero.
Eu não quero dinheiro. Quero comer seu rabo! O mecânico falou, quase gritando. Num tom mais estúpido que o normal. E acho bom você colaborar! Ou vai ficar preso aí até que um dia alguém ouça seus gritos de dentro desta casa.
Rodney ficou mais branco do que costumava ser. Seria sodomizado novamente, e mais uma vez, à força. Seu pau ficou duro imediatamente. E odiou a si mesmo por causa disto.
O mecânico vestia macacão cinza e estava de meias. Por isso, Rodney não ouvira seus passos quando ele se aproximou.
O mecânico não fez cerimônia alguma, nem falou mais nada: Abriu a barguia e liberou seu pauzão moreno que latejava e babava. Agarrou os cabelos encaracolados de Rodney com suas grandes mãos sujas e posicionou a cabeça dele em direção ao seu pau.
– Abre a boca!
Rodney o obedeceu.
– Abre bem, desgraçado!
Rodney tentou.
O mecânico posicionou seu pau entre os lábios de Rodney, enfiou e tirou de uma vez, e foi repetindo e aumentando a velocidade. Metia na boca de Rodney como se mete numa buceta.
Socou, socou e Rodney com as mãos presas não podia fazer nada. Mas apesar do medo, sua vontade era de se masturbar, seu pau estava duro como pedra.
Rodney tentava tirar a cabeça, pois, às vezes lhe faltava fôlego.
Mas o mecânico não permitia. Segurava firme os cabelos de Rodney e mandava ver.
Num determinado momento, segurou a cabeça de Rodney pelo cabelo com uma mão e apertou seu pau com a outra, de modo a mirar na direção da garganta de Rodney, e gozou muito leite, que escorria pela garganta de Rodney, que não estando acostumado, engasgou e tentou cuspir um pouco.
Ainda assim, o rosto de Rodney estava melado de porra.
O mecânico espalhou esta porra pelo rosto de Rodney com suas mãos sujas.
Rodney suspirou internamente: “Agora que o cara gozou, ele vai me deixar em paz”.
Mas o pau do mecânico ainda estava lá, duro e melado.
E o mecânico abriu o cinto e o zíper da calça social de Rodney e em seguida, puxou-a para baixo, deixando o rapaz de cuecas, meias e sapatos.
Em seguida, levantou uma das grossas pernas de Rodney e enfiou a mão por debaixo da cueca. E enfiou o dedo no cuzinho do prisioneiro.
– Hum… Este rabinho vai levar fumo. E vai ser agora!
Rodney estava impressionado com o pau do mecânico que não diminuía de tamanho.
– Eu vou te soltar, panaca! Mas se tentar alguma gracinha, meus amigos policiais te catam… Você sabe do que estou falando.
Rodney gelou.
Provavelmente todos por ali estavam envolvidos naquela putaria.
Todos estavam empenhados em comer seu cu.
O mecânico o soltou e mandou que ele sentasse em cima da pia.
Rodney tirou sua cueca, colocou-a em cima da pia e sentou-se sobre ela.
O mecânico tirou toda a roupa e ficou somente de meias sujas.
Sem falar nada, levantou as pernas de Rodney. Apoio-a sobre seus ombros, expondo aquele belo rabão levemente peludo. O mecânico segurou seu pau e foi forçando-o dentro de Rodney.
Aquela baba que sempre saía, foi molhando o cuzinho da vítima.
E, mais grosso que o calibre dos policiais, o pau do mecânico invadiu as entranhas de Rodney, rasgando-o.
O mecânico nada falava.
Só metia e apertava o corpo de Rodney com suas mãos.
Socava e apertava. Apalpava e socava.
Rodney fazia cara feia. Mas estava gostando.
De repente, o mecânico agarra bem a cintura de Rodney e o faz rebolar.
Dá uns urros de prazer, e logo enche o rabo de sua vítima com mais gala.
O mecânico tira seu pau de dentro de Rodney e veste seu macacão, sem limpar nada.
Sai da cozinha, sem pronunciar uma só palavra.
Rodney levanta-se rapidamente, sente seu rabo latejar de dor e prazer.
Veste-se rapidamente e segue o mecânico.
O cara nem olha para trás.
O mecânico entra dentro do Fusca, acende um cigarro. Com cara de irritado, cospe no chão, faz sinal de positivo com o polegar, e pela primeira vez, esboça um sorriso.
– Aí, colega! Seu carango já ta beleza! Pode cair fora se quiser!
Rodney fica ali, na porta da mansão, estarrecido e apreensivo.
Entra dentro do carro, vira a chave e o carro realmente funciona como se nada tivesse acontecido.
Tudo naquela cidade estava muito estranho: ali só havia homem musculoso e fodedor de macho?
Nas casas ao lado parecia não morar ninguém, e pelo visto, depois dos policiais e do mecânico, provavelmente em breve alguém apareceria ali e o foderia novamente…
A idéia até o agradou.
Mas teve medo de pegar alguma doença. Embora fosse tarde para ter medo disso, já que fora inundado de porra de tudo quanto é jeito.
Mas já que não tinha mais nada a perder, e já eram umas três da tarde, seguiu em direção do campo de futebol para pegar o dinheiro escondido na cabana, antes que ficasse muito tarde.
Continua…
E-mail: vilser@gmail.com
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