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A HERANÇA DE RODNEY III

maio 21, 2006

Capítulo III de V
vilser@gmail.comO sol daquele sábado estava vermelho, confortante.
Mas o vento frio aumentava aos poucos. A tarde começava a ficar fria, como sempre costuma ser na montanha.
Rodney chega ao local indicado em torno das três e meia da tarde.
Deixa o carro na rodovia, num local seguro e sobe um pequeno morro para poder chegar ao campo de futebol.
Mal termina de subir o morro, avista o campo de futebol e a cabana, que se encontra do outro lado. Teria que atravessar o campo de futebol improvisado naquela pequena montanha.
Mas o campo de futebol não estava desocupado.
Sete homens jogavam bola naquele local. Era tipicamente uma “pelada”, um jogo improvisado, até por causa do número de jogadores. Alguns jogadores estavam sem camisa, tamanha era a informalidade do jogo.
Rodney pensou em dar a volta pelo campo, para não atrapalhar o jogo.
Mas hesitou.
Pensou consigo: “Quem garante que estes homens são de boa índole?
E se a Tia Rute escondeu muito dinheiro neste casebre? Barras de ouro, por exemplo…
Se um deles me vir saindo com algo, eles podem tentar me atacar… E eles são muitos…”
Rodney agachou-se na relva do morro e resolveu pensar em como resolver aquele problema.
Não conseguia decidir o que era melhor fazer.
Provisoriamente, fingiria que assistia ao jogo para não dar bandeira.
Quem sabe, quando o jogo acabasse, a barra ficaria limpa para entrar na casinha abandonada.
Depois de algum tempo, um dos jogadores percebeu que estava sendo observado. Cochichou algo no ouvido de outro, e ambos olharam para Rodney, de longe.
E um deles, um rapaz branco, forte, boca carnuda e de cabelos castanhos, curtos e espetados, aproximou-se de onde Rodney estava.
Rodney levantou-se, pensou em ir embora…
Posicionou-se de modo a poder voltar ao seu carro caso fosse necessário.
Mas o rapaz que se aproximava tinha uma fisionomia simpática. De longe, deu um sorriso bem confortante e masculino, escancarou seus dentes perfeitos e sinalizou com as mãos para que Rodney esperasse.
Com tanta simpatia e beleza, o rapaz não poderia ter más intenções.
Mas Rodney preferiu manter distância. E aguardou o rapaz aproximar-se e dizer o que pretendia.
– Opa! E aí cara, tudo beleza? Perguntou o rapaz, um pouco menor que Rodney, e de belos e brilhantes olhos castanhos bem claros.
– Tudo. Rodney respondeu com certa frieza, mas sem ser indelicado.
– Seguinte, a gente reparou que você tá meio de bobeira, e resolveu perguntar se você não gostaria de participar do jogo.
Rodney riu.
– Desculpa cara, não posso jogar com esta roupa. Mas agradeço ao convite.
– Que é isso, meu! Roupa não é problema, a gente arranja uma pra você. Dá pra sacar que você tá a fim de entrar no jogo.
O convite era estranho. Mas era melhor participar do que bancar o difícil.
Como ele explicaria ficar ali agachado e assistindo aqueles homens fortes e suados correndo atrás de bola?
Beleza, cara. Eu topo. Respondeu Rodney, que ao menos teria o que fazer até aquele povo abandonar o campo.
Valeu, vambora! Disse o jogador, seguindo em direção do casebre.
Os outros rapazes não continuaram o jogo.
Permaneceram ali no meio do campo, parados, conversando. Aguardando o retorno do companheiro.
Quando o rapaz e Rodney passaram, os jogadores ficaram observando.
Cumprimentaram Rodney com a cabeça e com sorrisos.
Rodney cumprimentou-os, mas estranhou.
Todos os homens eram fortes e bonitos. Nenhum tinha cara de maloqueiro ou destes caras que se costuma ver em várzea jogando.
Todos eles eram bronzeados, de dentes perfeitos, pareciam mauricinhos de classe média.
Ao ver aqueles belos rostos e corpos suados, Rodney teve um estalo, caiu em si.
Desde que chegou naquela cidade, todos os homens comeram seu rabo, sem exceção.
Naquele instante, seu coração disparou.
Aquele papo de jogo era lorota.
Com certeza todos aqueles belos jogadores de futebol estavam envolvidos na trama que havia naquela cidade.
E todos o comeriam.
Apavorou-se com a idéia de ter que levar rola de tanto homem ao mesmo tempo…
E pelo volume da calça deles, a tarefa não seria fácil.
Naquele mesmo instante falou:
– Puta merda, cara! Esqueci um negócio no carro. Vou ter que ir buscar agora.
Um jogador que estava próximo da conversa, o mais alto e forte de todos, com suas pernas cheias de veias, e coxas grossas como tronco de árvore, aproximou-se de Rodney. Passou sua mão atrás de suas costas e apoiou a mão em seu ombro, dizendo:
– Que é isso, amigo! Não é nada que você não possa pegar depois não é mesmo?
E segurando Rodney pelo ombro, conduziu-o em direção ao casebre.
Era tarde.
Não havia como Rodney escapar.
Mais uma vez serviria de escravo sexual para homens imensos e sedentos de sexo selvagem.
Os três entraram no casebre, e em seguida, os demais jogadores também entraram.
O rapaz que convidara Rodney para o jogo, alertou-o:
Amigo, ninguém aqui quer te fazer mal. A gente só quer se divertir um pouquinho! tamanho sorriso e serenidade assustavam. – Você topa colaborar com a gente, ou vai ter que ser na marra?
– Olha, galera. Pelo menos eu queria pedir que vocês usassem camisinha… Rodney suplicou, ainda assustado, e de voz baixa.
– Seguinte cara, a gente é limpinho… Pode ter certeza de uma coisa: nada do que aconteceu, ou possa acontecer com você hoje, vai te fazer mal.
– E quem garante a vocês que eu não tenho doença alguma? Arriscou Rodney, numa tentativa de obrigá-los a usar camisinha.
O mais alto e forte aproximou-se bem, e sussurrou, falando com a língua roçando a orelha de Rodney:
– Cara, a gente te conhece muito mais do que você imagina.
Mal terminou de falar, segurou Rodney pelos cabelos e desceu sua cabeça até seu peito cabeludo.
A barba de Rodney, sempre rala, arranhava o peito do forte jogador de futebol.
Rodney sentia o calor daquele peito encharcado de suor. O líquido espalhava-se em seu rosto.
Sem que pudesse compreender com exatidão o que estava acontecendo, Rodney sente várias mãos grandes e fortes percorrerem seu corpo.
O grandão descia a cabeça de Rodney mais um pouco, em direção ao seu umbigo. Enquanto isso, alguém, que Rodney não conseguia ver, puxava sua cintura, empinando sua bunda para que ficasse bem posicionada para uma dominação total.
Muitas mãos o envolviam, algumas abriam seu cinto, outras desabotoavam sua camisa.
Rodney tremia de medo, e de tesão.
Ter seu corpo percorrido pelas mãos de vários homens o deixava maluco, era uma sensação que nunca imaginava poder sentir.
Aos poucos aquelas mãos famintas por seu corpo conseguiram despi-lo completamente.
O cheiro de homem e de sexo no ar era forte.
Todos estavam muito suados.
Mas como nitidamente todos cuidavam bem de sua aparência e de seus cheiros, o aroma não era de todo ruim. O cheiro no ambiente, era forte, de homens suados e sedentos por sexo. Mas não um cheiro de homens fedidos, e sim de homens perfumados cujo perfume começava a se misturar levemente com suor.
Rodney decidiu entregar-se àquela sensação.
As mãos enormes e fortes percorriam seu corpo tateando cada parte de suas pernas, braços, peito, e principalmente, a bunda. Seu pau ficou duro feito pedra.
Não demorou muito, e a mão do grandalhão empurrou a cabeça de Rodney ainda mais para baixo. E uma tora enorme saiu por debaixo da bermuda de futebol, que o grandão tirou de lado.
A boca de Rodney mal podia comportar um pau tão grande.
Mas ele fez questão de tentar engolir tudo.
Naquele instante, várias línguas começaram a explorar o corpo de Rodney ao mesmo tempo. Alguns caras arriscavam pequenas mordidas.
O prazer era tanto, que Rodney tremia a ponto de mal conseguir ficar em pé. Para resolver isto, o grandão abaixou até ajoelhar-se no chão, e deitaram Rodney sobre um monte de roupas. Estas roupas eram dos jogadores, que as usavam antes de vestir os trajes de jogadores de futebol.
O grandão virou Rodney de costas para o chão. Ele conseguia observar a cara de cada um dos jogadores que estavam naquela sala: um mais lindo que o outro, um mais forte que o outro. Dois levantaram as pernas do rapaz, colocando-as cada uma sobre seu próprio ombro. Expondo a bunda de Rodney para quem quisesse invadi-la.
Enquanto três bocas beijavam e lambiam o peito e barriga de Rodney, dois mordiam e lambiam suas pernas brancas, fortes e peludas; o grandão mantinha seu pau sobre o rosto de Rodney e um dos rapazes resolveu que era hora de invadir o rabo dele.
O rapaz, o mesmo que fora chamar Rodney para participar do jogo, preparou bem o orifício de Rodney com a língua e o dedo.
Rodney fazia caretas de dor… Seu cu fora arrombado duas vezes naquele mesmo dia, pelo policial e pelo mecânico. Mas nada poderia ser comparado à voracidade e o desejo daqueles sete jogadores de futebol…
E sem muita cerimônia, resolveu meter seu pau dentro do rabo de nosso amigo.
O pau tinha quase o mesmo tamanho do pau do mecânico e do policial. Mas o estado das pregas arrombadas, que tentavam se recompor, fazia com que o pau deste jogador fosse o que proporcionasse mais dor ao rabo de Rodney…
Mas o tesão, o medo e o prazer eram tão grandes, que Rodney recepcionava aquele pau com muita boa vontade…
O cara meteu com gosto e força… Socou com vontade. Até gozar…
Depois, tirou imediatamente. Rodney sentia até a porra escorrer pela sua bunda e atingir as costas.
Logo em seguida, o rapaz troca de lugar com o outro que segurava uma das pernas de Rodney, e este começa a meter no rabo. E repete os mesmos atos de seu antecessor:
Mete com gosto e força… E soca com vontade. Até gozar…
Todos fazem o mesmo, revezando as posições. E todos metem e gozam no rabo de Rodney.
Num certo momento, seu rabo já estava habituado. Já não sentia mais as penetrações e só sentia que os caras estavam gozando pelos gritos deles… Nem conseguia mais sentir os pintos latejarem dentro de seu cu como no começo daquela putaria… Estava bem laceado.
Até que chegou a vez do grandão com seus 21cm de um pinto bem grosso…
O cuzinho de Rodney já não oferecia resistência… Mas mesmo assim a grossura daquele pau era algo incomum. Não tinha como passar desapercebido.
Rodney sentiu cada contorno daquele pau imenso, seu ânus conseguia distinguir a cabeça e cada veia que ultrapassava seu anel.
Sem dó nem piedade, o grandão atolou todo seu descomunal membro dentro de Rodney, e em seguida começou a se movimentar dentro dele.
Rodney urrava de desconforto.
Já sentira vontade de ser fodido daquela forma muitas vezes nos últimos dias, mas nunca imaginou que algo tão grande um dia passasse por seu buraquinho…
Preocupado em amenizar o sofrimento de sua vítima para que pudesse ter mais prazer em foder alguém, o grandão mandou que um dos jogadores ali presentes chupassem o pau de Rodney.
Um rapaz de lábios finos e bem desenhados, que usava um cavanhaque bem ralo, caiu de boca no pau de Rodney. Rodney estava tão maluco de tesão que gozou litros de esperma em poucos segundos de chupada.
E seu cu, revigorado pelos espasmos do gozo, apertou fortemente a tora do enorme jogador que o comia. Que gozou loucamente.
Após gozarem, Rodney perguntou de onde os jogadores eram e porque fizeram isto com ele.
O belo rapaz de cavanhaque ralo disse:
– Ah meu amigo. Isto é por sua conta! Se vira! Ninguém aqui está autorizado a lhe dizer nada.
Pediram para que Rodney se levantasse.
Eles recolheram as roupas que estavam embaixo de Rodney. Vestiram-nas gozadas do jeito que estavam. Embora sujas de porra, percebia-se nitidamente que eram roupas caras, de acabamento perfeito, muito provavelmente importadas.
Cada um vestiu-se e saiu da casa com a roupa amassada e gozada mesmo.
Rodney observou-os e acompanhou-os com os olhos até o momento em que cada um entrou dentro de seu próprio carro importado.
Despediram-se com sorrisos e acenos com o polegar.
Mas não pronunciaram uma só palavra.
Rodney estava confuso.
Porque aqueles rapazes tão bonitos e nitidamente ricos saíram com as roupas sujas e amassadas? E por que cargas d’água o comeram? Qual seria o interesse de tantos homens fortes, másculos, bonitos e ricos na sua pessoa? No seu corpo?
Aquilo era muita loucura… Não fosse a imensa dor que sentia em seu ânus, jamais acreditaria que aquilo acontecera realmente.
Rodney voltou ao seu carro e pegou a pedra.
Voltou ao casebre e com a pedra abriu a fenda que escondia um pequeno porão.
Lá dentro havia uma pequena caixa.
Dentro dela, muitos e muitos dólares, em notas de cem.
Havia mais de cem mil em dinheiro vivo, aproximadamente.
E mais um bilhete:
“Espero que esteja satisfeito.
Empenhei-me em trazer a felicidade a você meu sobrinho.
Mas se ainda precisar de mais, sabe que pode contar com o Doutor Rodrigo, seu vizinho.
Um grande beijo.
Tia Rute.”
“O Doutor Rodrigo?” pensou Rodney. “O que poderia ter o Doutor Rodrigo, um homem muito boa pinta, lindo mesmo, bem sucedido e muito bem casado a ver com aquela história toda? Com todo aquele dinheiro, com aquela trepação danada e com a Tia Rute?”
Rodney entrou em seu carro e dirigiu a toda para São Paulo.
Queria descobrir o que o Doutor Rodrigo tinha a ver com este mistério.
Continua…

Fim de noite de amigos acaba em putaria

maio 13, 2006

escritordecontos@hotmail.comJá passava das 4h30 da manhã de um domingo, depois da balada do sábado, de terem bebido todas e beijado e se esfregado em todas garotas fáceis da noite, Bruno e Filipe caminhavam pelas ruas desertas do centro da cidade, ambos moram perto e também perto um do outro. Bruno é hétero, não há sobra de dúvida, Filipe é um pseudo-hétero, fica hétero na frente dos amigos ou como gostam os homossexuais de dizer, Filipe ainda está no armário. Filipe gosta de homem mesmo, mas suas aventuras sempre são furtivas, tem medo que a família e os amigos descubram, morre de tesão por muitos amigos, sofre por isso, mas segura bem as pontas. Bruno é um dos melhores amigos e um dos principais alvos do seu desejo.Caminham como dois jovens bêbados que voltam tarde da balada para casa rindo, brincando, lembrando das coisas feitas durante a noite. Bruno ainda carrega uma long neck de cerveja quase cheia, que pegou na saída, Filipe bebeu menos e já encerrou sua cota de bebida.Beijei umas 10 meninas… diz Bruno.Sabe aquela loirinha de vestidinho vermelho? Aquela é a mais safada, ele até pegou no pau… continua contando vantagem, Bruno sempre gosta de aumentar suas histórias, os amigos já estão acostumados.Filipe ri e concorda com tudo que o amigo diz. Passam por uma praça, Bruno sobe num banco, abre os braços e faz pose de Cristo Redentor com a cerveja na mão direita. Filipe em pé, afastado uns cinco ou seis passos não consegue deixar de percorrer o corpo do amigo com olhos, ele não vai notar, tranqüiliza-se, afinal, está bêbado. Bruno pula desajeitado de volta para o chão quase perde o equilíbrio.Porra. Cair, não. Segura. Ô, Filipe. Se eu caísse você me segurava nos seus braços?Segurava. responde Filipe para concordar com o amigo bêbado.Ô, Filipe. Você é amigão mesmo, cara. Você é brother. Cara, você é o cara, o meu melhor amigo. Filipe, eu te prezo muito, meu irmão, quando os caras dizem que você é viado eu fico puto…Filipe não ouviu mais o que Bruno dizia, de repente ficou surdo, ouvir quando os caras dizem que você viado o fez gelar todo. Não sabia, não imaginava que seus amigos comentassem que era viado. Voltou em si quando recebeu um abraço desajeitado de Bruno que quase caia.Cara, não fica chateado, não. Pra mim não importa, se você é homem, se você é viado, tanto faz, você é meu amigo…Continuaram caminhando pelas ruas escuras e desertas do centro, Bruno ora cantava, ora gritava, às vezes chutava algumas coisas pelo caminho e quase caia por cima de Filipe que o amparava com todo cuidado para não dar impressão que estivesse se aproveitado para tocar o amigo.Cara, tenho que mijar disse Bruno.Estavam exatamente no meio de uma ruazinha que utilizavam para cortar caminho entre uma e outra rua, essa ruazinha era especialmente escura, quase um lugar próprio para mijar e fazer outras coisas.Ô, Filipe. Me ajuda aqui, não consigo segurar a cerveja, abrir a calça e segurar o pinto pra mijar…Dá a cerveja que eu seguro.Ô, Filipe, eu quero continuar bebendo enquanto mijo, me ajuda de outro jeito…Que jeito?Ah!!!, abre minha calça…Ficou louco, cara. Pra depois você sair dizendo que eu sou viado…Filipe. Espera aí, não seja injusto comigo que sou seu amigo, seu brother, cara. Eu não falo de você. Cara, sou eu que te defendo quando alguém diz uma treta estranha sobre você. Fica frio, brow, me ajuda aqui…Filipe estava morrendo de vontade de atender o pedido de Bruno e ao mesmo tempo com muito medo e se fosse uma armadilha pra descobrir se ele era viado?Cara. Me ajuda aqui, vai. Abre minha calça…Muito nervoso, com as mãos tremulas, Filipe chegou ao lado de Bruno, sentiu seu corpo mole de bêbado encostar-se ao seu. Com uma mão ele segurava a cerveja que levava sempre aos lábios para dar um gole e com a outra se apoiava no muro. Os olhos de ambos estavam voltados para baixo, exatamente para parte do corpo de Bruno que Filipe iria desvelar. Relutante, quase a ponto de voltar atrás, Filipe abriu o botão da calça, depois abriu os demais botões, a calça era de botões e não de zíper.Pronto. disse Filipe.Pronto nada, cara. Agora põe pra fora.Não vou pegar no seu pau, não. Tira você.Ah!!!, Filipe, estou com a cerveja, estou me segurando aqui… Ah!!!, Filipe, chegou até aqui, termina o serviço…Por termina o serviço, o que Bruno queria dizer. Sugeria que fosse além de apenas ajuda-lo a mijar? Filipe estava nervoso, morrendo de tesão, sentia a respiração de Bruno bem no seu pescoço, o cheiro dele, uma mistura de perfume, cheiro natural e de fumaça de cigarro da noite.Está bem, vou fazer isso, mas ninguém…Cara. Está louco. Acho que vou contar pra alguém, isso é entre nós, coisa de irmãos, cara. Irmãos.Filipe abaixou a cueca branca de Bruno, puxou o pinto flácido do amigo pra fora e ficou segurando, esperando que ele mijasse. Jamais conseguiria mijar assim, mas Bruno parecia que conseguiria. E conseguiu. Logo o mijo veio, no começo meio tímido, depois correu pela calçada. Bruno mijou litros.Chacoalha bem. pediu Bruno.Filipe chacoalhou meio desajeitado.Mais. Chacoalha mais pra não molhar a cueca. Faz como se estive batendo uma punhetinha que daí não fica nenhuma gotinha…Filipe obedeceu. O pau de Bruno estava endurecendo. Parou de chacoapunhetar.Não. Continua, cara. Pra não ficar nenhuma gotinha de mijo. Mijo deixa cueca branca amarelada, fica feio.Filipe voltou a punhetar Bruno lentamente e o pau de Bruno ficou totalmente duro.Aí, cara. Olha o que você fez. Me deixou de pau duro. E agora?Filipe que já sabia disso, afinal o pau de Bruno estava em sua mão, apenas deu risada.Malando. Aproveitou pra me deixar de pau duro. E agora?Filipe continuou brincando com o pau do amigo, puxou o saco pra fora e acariciou. Enquanto isso sentiu que a mão de Bruno, aquela que estava livre, que não segurava a cerveja, empurrava sua cabeça para baixo. Ele queria uma chupeta. Filipe abaixou e abocanhou. Engoliu inteiro o pau do amigo. Depois lambeu o saco. Bruno fazia carícias no rosto de Filipe.Peraí… Bruno derramou cerveja no seu pau e puxou Filipe de volta chupa com gostinho de cerveja…
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A HERANÇA DE RODNEY II

maio 7, 2006

Capítulo II de V
Rodney entra na casa.
Uma casa imensa, bem cuidada, limpa e luxuosa.
Não parecia estar vazia há muito tempo. Não havia pó em cima dos móveis.
Um professor de academia de periferia jamais teria tanto dinheiro para pagar algo como aquilo. Mesmo um aluguel de apenas um final de semana.
Rodney decepcionou-se.
Seu cu ainda estava latejando por causa da trepada com os policiais… Mas ele ainda tinha alguma esperança de perder as pregas que restaram com o Everton, o professor da academia.
Subiu as escadas acarpetadas da mansão. A imensidão e o silêncio o incomodavam. Tinha a impressão de que ele estava sendo observado.
Não demorou muito para localizar o quarto com o baú. Todas as portas estavam abertas e a casa era muito bem iluminada.
O baú não era muito grande, mas por ser de madeira antiga, era muito pesado.
Seguindo as instruções dadas por sua tia, Rodney utiliza a chave que veio no pacote para abri-lo.
Abriu fácil.
Era uma fechadura estranha… Muito moderna para um Baú aparentemente tão antigo. Principalmente por ter uma chave com base feita em plástico…
Rodney levanta a pesada tampa com certa dificuldade. Malhara muito o braço na academia, mas ainda assim, o peso o surpreendeu…
Dentro do baú havia uma maleta, e encima desta, uma pedra.
A pedra era lisa e transparente como uma gema, assemelhava-se a um grande sabonete transparente. Em sua lateral havia um corte estranho, deixando a pedra parecida com uma peça de quebra-cabeças.
Na maleta que estava embaixo da pedra, havia mil dólares em dinheiro vivo e mais um bilhete:
“Querido sobrinho.
Espero que este dinheiro lhe sirva para algumas despesas que possa ter nesta cidade.
Mas espero que entenda que eu não poderia deixar todo meu dinheiro nesta casa, alguém poderia invadi-la e encontrar minha fortuna.
Deixei dentro deste baú apenas o suficiente para não despertar suspeitas…
Esta pedra deve ser levada até um campo de futebol de várzea que existe na colina da vila.
Veja o mapa abaixo.
Lá, existe uma cabana.
Nesta cabana, há uma abertura no chão, onde esta pedra pode ser encaixada, funcionando como uma chave.
Lá você encontrará mais uma quantia em dinheiro.
Tia Rute.”
Rodney ficou furioso.
“Caralho, com tanta gente com dinheiro neste mundo eu tinha que ter uma tia maluca!” Pensou. “Ela não podia deixar dinheiro aqui para não ser roubada, mas deixou esta pedra com as instruções, qualquer um poderia chegar e achar a pedra e as instruções.”
Apesar de estar com o rabo dolorido e latejando, Rodney preferiu não esperar mais.
Seguiria as instruções da tia maluca imediatamente, antes que mais alguém encontrasse a tal cabana…
Rodney saiu da casa. Entrou em seu carro. Colocou a chave na ignição do carro. Girou a chave.
Mas o carro não ligou.
Insistiu várias vezes. Nada.
Louco da vida, saiu xingando. O carro estava perfeito até poucos minutos atrás. O que acontecera de errado?
Abriu o capô, olhou, e olhou. Não encontrou nada de errado…
Não havia outro jeito.
Resolveu chamar um mecânico.
Por sorte, lembrou-se de um que havia na estrada. Após vinte minutos andando, chegou ao local.
Era uma oficina suja, simples e comum.
Lá havia um mecânico moreno, de pele cor de jambo. Corpo muito forte. Aparentava no máximo uns vinte e cinco anos. Tinha cabelos negros bem lisos e escorridos que quase lhe cobriam os olhos esverdeados, uma feição meio árabe, meio espanhol. Usava um cavanhaque que deixava sua boca fina e bem desenhada com aspecto rústico. Estava sentado sobre um balcão de madeira, nitidamente não tinha nada para fazer…
– Com licença, amigo. Disse Rodney, esboçando um sorriso. Estou tendo um problema com meu carro, você poderia dar uma olhada?
– Claro meu irmão? Onde é que tá o carango? O mecânico respondia seco, sem sorrir. Era nitidamente grosso.
– Ali na vila de Oca do Sul.
Longe, hein? fez cara de quem diz:”Que merda!”. Mexeu em algumas gavetas imundas, sem olhar para o cliente, e depois disse:- Beleza, aqui tá meio parado, mesmo!
O mecânico saiu da oficina. Rodney o seguiu.
Então o mecânico fechou a porta corrediça da oficina, pendurou uma placa com letras tortas onde estava escrito: VOLTO LOGO, com o “G” do lado contrário…
Entraram dentro do carro do mecânico: um Fusca velho e apertado, que parecia andar por milagre.
Seguiram em direção da mansão. O mecânico não falava nada, de vez em quando passava o nariz na jaqueta velha, limpando-o.
O homem parecia um diamante bruto. Seco, grosso, mas um corpo forte e um rosto muito atraente.
Chegaram na casa.
O mecânico saiu do Fusca levando as suas ferramentas. Levantou o capô do carro do Rodney e ficou olhando. De vez em quando, afrouxava e conectava novamente cada cabo com sua mão imensa, dedos grossos e unhas sujas.
Rodney observava, queria entender o que estava errado em seu carro.
Até que num determinado momento, o mecânico perguntou, com sorriso na voz, mas não nos lábios:
– Ô amigo! Tem jeito de me arrumar um gole de água?
Rodney pensou que poderia ser um golpe qualquer… Provavelmente o mecânico arrumaria algo e estragaria outro…
Mas recusar um copo de água é crueldade demais.
– Beleza. Falou Rodney, quase resmungando. E seguiu em direção da cozinha.
Mas Rodney não conhecia bem a casa.
E levou uns bons minutos, para encontrar copos naquela cozinha tão grande, cheia de detalhes e peças desnecessárias.
Curiosamente, os copos estavam guardados em um armário na parte inferior, num local de difícil acesso. Rodney teve que se esticar, e ficar numa posição muito complicada para alcançar alguns.
– E aí amigo? Ta difícil o copo de água? Falou o mecânico, que apareceu do nada, e enfiou um pano no rosto de Rodney. O pano estava embebido em algum líquido dopante, e quase imediatamente, Rodney desmaiou.
Acordou algum tempo depois, estava amarrado a uma cadeira que era bem fixada ao chão.
O mecânico estava à sua frente, como se esperasse o momento em que Rodney acordasse.
– O que quer de mim? Perguntou Rodney. Estava mais apreensivo do que jamais esteve. Não dissera a ninguém que estava naquela casa, e agora, estava à mercê de um mecânico estúpido e grosso, talvez um bandido.
– Relaxa amigo! Seu carro está tinindo. Só quero o pagamento pelo meu serviço.
– Cara, quanto você quer? Eu te arranjo! Eu pago! falou Rodney num momento de desespero.
Eu não quero dinheiro. Quero comer seu rabo! O mecânico falou, quase gritando. Num tom mais estúpido que o normal. E acho bom você colaborar! Ou vai ficar preso aí até que um dia alguém ouça seus gritos de dentro desta casa.
Rodney ficou mais branco do que costumava ser. Seria sodomizado novamente, e mais uma vez, à força. Seu pau ficou duro imediatamente. E odiou a si mesmo por causa disto.
O mecânico vestia macacão cinza e estava de meias. Por isso, Rodney não ouvira seus passos quando ele se aproximou.
O mecânico não fez cerimônia alguma, nem falou mais nada: Abriu a barguia e liberou seu pauzão moreno que latejava e babava. Agarrou os cabelos encaracolados de Rodney com suas grandes mãos sujas e posicionou a cabeça dele em direção ao seu pau.
– Abre a boca!
Rodney o obedeceu.
– Abre bem, desgraçado!
Rodney tentou.
O mecânico posicionou seu pau entre os lábios de Rodney, enfiou e tirou de uma vez, e foi repetindo e aumentando a velocidade. Metia na boca de Rodney como se mete numa buceta.
Socou, socou e Rodney com as mãos presas não podia fazer nada. Mas apesar do medo, sua vontade era de se masturbar, seu pau estava duro como pedra.
Rodney tentava tirar a cabeça, pois, às vezes lhe faltava fôlego.
Mas o mecânico não permitia. Segurava firme os cabelos de Rodney e mandava ver.
Num determinado momento, segurou a cabeça de Rodney pelo cabelo com uma mão e apertou seu pau com a outra, de modo a mirar na direção da garganta de Rodney, e gozou muito leite, que escorria pela garganta de Rodney, que não estando acostumado, engasgou e tentou cuspir um pouco.
Ainda assim, o rosto de Rodney estava melado de porra.
O mecânico espalhou esta porra pelo rosto de Rodney com suas mãos sujas.
Rodney suspirou internamente: “Agora que o cara gozou, ele vai me deixar em paz”.
Mas o pau do mecânico ainda estava lá, duro e melado.
E o mecânico abriu o cinto e o zíper da calça social de Rodney e em seguida, puxou-a para baixo, deixando o rapaz de cuecas, meias e sapatos.
Em seguida, levantou uma das grossas pernas de Rodney e enfiou a mão por debaixo da cueca. E enfiou o dedo no cuzinho do prisioneiro.
– Hum… Este rabinho vai levar fumo. E vai ser agora!
Rodney estava impressionado com o pau do mecânico que não diminuía de tamanho.
– Eu vou te soltar, panaca! Mas se tentar alguma gracinha, meus amigos policiais te catam… Você sabe do que estou falando.
Rodney gelou.
Provavelmente todos por ali estavam envolvidos naquela putaria.
Todos estavam empenhados em comer seu cu.
O mecânico o soltou e mandou que ele sentasse em cima da pia.
Rodney tirou sua cueca, colocou-a em cima da pia e sentou-se sobre ela.
O mecânico tirou toda a roupa e ficou somente de meias sujas.
Sem falar nada, levantou as pernas de Rodney. Apoio-a sobre seus ombros, expondo aquele belo rabão levemente peludo. O mecânico segurou seu pau e foi forçando-o dentro de Rodney.
Aquela baba que sempre saía, foi molhando o cuzinho da vítima.
E, mais grosso que o calibre dos policiais, o pau do mecânico invadiu as entranhas de Rodney, rasgando-o.
O mecânico nada falava.
Só metia e apertava o corpo de Rodney com suas mãos.
Socava e apertava. Apalpava e socava.
Rodney fazia cara feia. Mas estava gostando.
De repente, o mecânico agarra bem a cintura de Rodney e o faz rebolar.
Dá uns urros de prazer, e logo enche o rabo de sua vítima com mais gala.
O mecânico tira seu pau de dentro de Rodney e veste seu macacão, sem limpar nada.
Sai da cozinha, sem pronunciar uma só palavra.
Rodney levanta-se rapidamente, sente seu rabo latejar de dor e prazer.
Veste-se rapidamente e segue o mecânico.
O cara nem olha para trás.
O mecânico entra dentro do Fusca, acende um cigarro. Com cara de irritado, cospe no chão, faz sinal de positivo com o polegar, e pela primeira vez, esboça um sorriso.
– Aí, colega! Seu carango já ta beleza! Pode cair fora se quiser!
Rodney fica ali, na porta da mansão, estarrecido e apreensivo.
Entra dentro do carro, vira a chave e o carro realmente funciona como se nada tivesse acontecido.
Tudo naquela cidade estava muito estranho: ali só havia homem musculoso e fodedor de macho?
Nas casas ao lado parecia não morar ninguém, e pelo visto, depois dos policiais e do mecânico, provavelmente em breve alguém apareceria ali e o foderia novamente…
A idéia até o agradou.
Mas teve medo de pegar alguma doença. Embora fosse tarde para ter medo disso, já que fora inundado de porra de tudo quanto é jeito.
Mas já que não tinha mais nada a perder, e já eram umas três da tarde, seguiu em direção do campo de futebol para pegar o dinheiro escondido na cabana, antes que ficasse muito tarde.
Continua…
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Site: www.vilser.zip.net

OBS: Gostarámos e muito de saber sua opinião sobre a série A HERANÇA DE RODNEY. Para isso precisamos saber sua opinião. Por Favor Comente…

O saco do meu padrasto

maio 6, 2006

Como era gostosão o meu padrasto! Trinta e quatro anos, cabelos levemente grisalhos, corpo magro e normal, com belas, grossas e peludas pernas e um pau que sempre mexeu com minhas fantasias. Sua mania de ficar só de cueca boxer em casa mexia comigo. Muitas vezes, ele se trocava na minha frente, me deixando ver aquela rola grossa, enorme, com uma chapeleta grande, roxa e semi-descoberta. Porém, era por seu saco que minha boca salivava. Nunca vi saco mais lindo e apetitoso, com bolas generosas e bem acomodadas naquela bolsa de pele, trazendo pentelhos bem-aparados, que denotava ser muito macia ao toque. Às vezes, ele dormia no sofá de casa só de calção, deixando o saco sair e ficar dependurado por uma das pernas. Que vontade de acariciar, apertar e chupar aquelas bolas enormes!Um dia, não agüentei vê-lo assim, dormindo seminu, na sua cama, com aquele volume em riste dentro da boxer. Pude ver seus quase 20x6cm em sua plenitude, quase furando o tecido branco da cueca. Fui devagar e, com panos, o amarrei na cama pelos braços e pernas. Comecei a apertar seu pau por sobre a cueca com força, o que lhe fez acordar assustado pela dor. Ele não acreditou ao ver seu enteado, zagueiro do time do bairro e pegador das gostosinhas da rua, agarrando seu jebão. Sua expressão detonava seu espanto. Amordacei-o mandando ficar calado. Arranquei com força aquela cueca, exibindo todo o meu objeto de desejo. Acariciei suas coxas e peguei gostoso em seu pau que já estava meia-bomba pelo medo. Ordenei meu querido padrasto a deixá-lo duro. Do contrário, o deceparia. Mostrei-lhe a faca de açougueiro por sobre a cabeceira. Ele suava frio, exalando o seu delicioso cheiro. Esta era a minha fantasia: abusar de um dotadão.Passei a lamber toda a extensão daquela jeba. Acomodei-a todinha em minha boca. Chupei aquela chapeleta roxa com gosto. Brinquei com minha língua, pelos cantinhos de pele do cabresto. Aos poucos, ele foi liberando, ficando relaxado e gemendo. Seu pau pulsava ora em minha mão, ora em minha boca. Eu o punhetava devagar, olhando para aquele saco que tanto almejava. Agarrei-o e arranhei aqueles bagos, fazendo-o contrair-se de agonia. Enfiei-o todinho em minha boca, chupando as duas bolas ao mesmo tempo. Trocava-as com a língua, o fazendo sentir um misto de dor e prazer. Passei a mordê-las, como sempre desejei, sem me importar com os gritos abafados pela mordaça. Era lindo ver meu padrasto se contrair de dor nos bagos e ver seu pau babando em riste. Não sabia como era bom morder. Aproveitei e bebi aquele mel gostoso enquanto quase esmagava suas bolas com minhas mãos. Eu dei algumas palmadas naqueles bagos e puxava sua pele para mim, deixando-o estirado ao extremo e fazendo seu pau ficar a 90º. Deslizei com meus dentes pela chapeleta, fazendo-o quase desmaiar de aflição, prazer e dor. Mamei gostoso no rolão do meu padrasto até ser brindado com aquele leite fértil, quente e saboroso que minha mãe deveria saber muito bem como era bom. Bebi tudo, saboreando cada gota de olhos fechados. Achei que ele iria me bater, contar para minha mãe ou me entregar para a polícia pela tortura genital que lhe proporcionei. Porém, ele me disse que, se queria mamar, era só ter pedido e não precisava judiar tanto de sua mamadeira. Desde então, passei a chupar as bolas e tomar meu leitinho, todo dia, direto da imensa fonte do meu padrasto. Um dia, ele não agüentou e me colocou sentado em sua vara. Eu, um molecão sarado de 19 anos e 1,84m de altura, tive o que mereci por ter judiado das bolas do meu padrasto. Ele me fez sentar naquele troço imenso e foi me rasgando de fora a fora. Fui empalado por ele de 4 e de frango assado. Cavalgar foi muito doloroso, até porque, ele quase esmagava as minhas bolas com uma mão e, com a outra, controlava meus movimentos, para que não sobrasse nenhum centímetro daquela jeba para fora do meu cuzinho, até então virgem. Eu gritei muito, mas meu lamento fora abafado pela mesma mordaça que usei com meu algoz. Meu cu ardia muito. Sentia uma vontade enorme de cagar, fazendo força para aquilo sair, porém entrava cada vez mais. Sentia suas bolas, que tanto chupei e judiei, batendo agora em minha bunda, que era espancada por suas mãos pesadas. Porém, se for para ter aqueles bagos em minhas sádicas mãos e aquele delicioso leite em minha boca, aceito qualquer doloroso castigo.