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A HERANÇA DE RODNEY

abril 28, 2006

Capítulo I de V
Rodney trabalha num estressante escritório de contabilidade.
E seu chefe, para ajudar, não vai muito com a cara dele, passa o dia inteiro pegando no seu pé.
A vida de Rodney é pura rotina.
Todo dia, assim que sai do trabalho, Rodney vai à academia. Quase se mata nos aparelhos para descontar a raiva que passou durante o expediente.
E assim que chega em casa, ele corre para o computador e vai conferir seus e-mails, esperando que um dos currículos que sempre envia para outras empresas seja respondido e o tire do inferno que é o escritório onde trabalha.
Para completar essa rotina, Rodney namora uma garota chamada Ritinha.
Ele tem muito carinho por ela, inclusive planeja tornar-se seu noivo em breve.
Tudo seguia neste ritmo tedioso.
Até que, certa vez, recebeu em seu e-mail fotos de sexo entre homens.
Eram fotos onde havia um clima de dominação muito forte entre machos.
Não era um sexo necessariamente violento, mas percebia-se pelas posições e fisionomias um clima de dominação muito forte.
A princípio ele ficou enojado e revoltado.
Mas não apagou o e-mail.
Alguns dias depois, ele resolveu olhar novamente o e-mail que recebeu.
Desde este dia, ao menos uma vez por dia, nem que fosse por alguns segundos, Rodney abria aquele e-mail e observava aquelas fotos.
Aquilo o assustava, não quis aceitar a princípio, mas estava fascinado pelas fotos.
Até que Rodney não conseguiu evitar dar um passo a mais:
Algumas semanas depois, clicou no link do e-mail que dava acesso a um site que continha muito mais fotos como aquelas.
E, aos poucos, habituou-se a visitar aquele site muitas vezes por semana, já que o mesmo era gratuito e atualizado diariamente.
A cada dia que passava, ficava mais excitado com aquelas fotos.
Sua relutância em gostar daquilo era tanta, que por muito tempo tentou resistir à vontade de se masturbar. Ele temia o óbvio, sentia uma atração doentia por aqueles homens e pelo modo como faziam sexo.
Seu conceito de homossexualidade era de homens frágeis e delicados.
Até aquele e-mail com fotos de sexo, sempre conseguiu enganar a si mesmo.
Achava que a atração que sentia por outros homens era superficial e passageira. Que era confusão da sua cabeça.
Aquelas fotos tornaram-se o verdadeiro refúgio para o estresse de Rodney.
Para ver aquelas fotos todos os dias, Rodney começou a ir menos à academia.
Na maior parte da semana, ia para casa, lia seus e-mails e em seguida, via novamente as fotos do site.
Até que seu instrutor da academia estranhou a diminuição da freqüência do aluno, e resolveu lhe perguntar:
– E aí Rodney, beleza? Desculpa me intrometer, mas você tá com algum problema pessoal? Você tá vindo menos nas aulas, meu! Justo agora que já tava pegando uma musculatura bem mais definida.
Rodney ficou encabulado.
Obviamente não ia dizer a verdade, que estava gostando mais de ir para casa e bater altas punhetas para os machos de seu site favorito, do que de se acabar naquela academia para agradar a mulherada.
Inventou uma desculpa:
– Ih Everton! O lance lá no serviço tá foda! Meu chefe tá pegando muito no meu pé… Já te falei dele…
– E nenhuma outra empresa te chamou ainda?
– Pior que não.
– É amigo, o mercado tá foda! Se pelo menos você estivesse num lugar que gosta…
– É, o melhor é trabalhar do que se gosta. Ou ainda, o melhor é nem trabalhar. Mas pra isso eu não dou sorte: não ganho aposta, não ganho na loteria e acho que nem tenho parente rico pra receber herança nenhuma…
– Ah, ah, ah! É verdade…
– Se pelo menos eu ganhasse bem… Te juro, cara! Eu toparia qualquer coisa pra sair daquele lugar. Contanto que pelo menos eu ganhasse mais… Eh, eh…
– Toparia qualquer coisa é? Falou Everton, o instrutor de academia, com um sorrisinho safado nos lábios, olhando fixamente para Rodney e erguendo um pouco a sobrancelha.
Rodney notou o sorriso malicioso de Everton.
E aquilo lhe deu um frio no estômago.
Rodney quase teve uma ereção com aquela indireta e aquela olhada.
Mas o medo era muito grande. Se o enorme professor resolvesse encrencar com ele, estaria frito.
Everton era o melhor exemplo de “bad boy”: Branco, 1,87 de altura, cabelos pretos curtíssimos, muito forte e musculoso, mãos e pés enormes, olhos bem negros, e pequenas cicatrizes no rosto.
E Rodney era o típico mauricinho: 1,78 metro de altura, corpo bem definido, sem barriga, pernas grossas, mas não era muito musculoso. Tinha a pele bem clarinha, cabelos pretos sempre com gel e espetados, barba sempre rasa, nunca feita nem grande demais, belos olhos castanhos claros, cílios fartos. O rosto de Rodney era impecavelmente belo: bem desenhado, sem uma única falha na pele, uma espinha, nada…
Rodney sempre admirou muito o corpo do instrutor Everton.
Mas achava que era somente admiração. Descobriu naquele olhar, que era desejo.
Mesmo com muito medo da reação de Everton, preferiu arriscar: se Everton resolvesse partir pra covardia, diria que era brincadeira…
– Pois é… Toparia qualquer coisa!
Mas Everton não deu em cima dele, nem quis quebrar a cara de Rodney, disse somente:
– É rapaz, cuidado com seus desejos, eles podem se realizar.
Everton deu mais uma risada safada e se afastou, voltando aos seus afazeres.
Rodney estava feliz e frustrado ao mesmo tempo.
Pensou que talvez o instrutor fosse lhe propor algo, mesmo que por brincadeira.
Mas Rodney achou que foi melhor do que acharem que ele era gay…
Voltou para casa naquele dia, e pela primeira vez, masturbou-se pensando em um homem conhecido, sem receio. A olhada do professor preenchia sua imaginação.
Dois dias depois, numa sexta-feira, voltou à academia.
O professor, embora muito atencioso, não olhou para Rodney como fizera no outro dia. Nem nenhum tipo de brincadeira. Nada.
Rodney foi pra casa frustrado.
Entrou em seu prédio, subiu o elevador, e quando chegou ao seu corredor, o vizinho da frente, um médico chamado Rodrigo, estava saindo para trabalhar.
Rodney cumprimentou-o com um sorriso e com a cabeça.
Assim que terminou de trancar a porta de seu apartamento, Doutor Rodrigo virou-se para Rodney e falou:
– Rodney! Chegou um pacote para você, hoje à tarde. Como era um Sedex, e eu estava na portaria, assinei o recibo para você.
– Mas o porteiro não mencionou nada…- estranhou o rapaz.
– Deve ter esquecido.
Assim que terminou de falar, Doutor Rodrigo o cumprimentou e seguiu seu caminho para mais um plantão no hospital.
O Doutor Rodrigo, para ajudar a confundir nosso amigo, também era um homem atraente: Alto (1,84m), aproximadamente 35 anos, muito bem conservado, levemente calvo, cabelos louros curtíssimos, olhos verdes, braços fortes e peludos, corpo impecável e cara de safado. E como todo homem bonito, interessante, másculo e inteligente, era casado.
Rodney ficou observando enquanto o doutor se afastava. Aquela bunda perfeita se afastando num gingado másculo… “Se eu pudesse… Eu faria com um homem destes tudo o que aqueles caras das fotos fazem”, pensou.
Rodney correu para o apartamento e ligou o computador. Queria se masturbar pensando na bunda do Doutor Rodrigo.
Enquanto o aparelho não ligava, resolveu abrir o pacote do Sedex.
Dentro do pacote havia uma chave. Era uma chave grande, com base feita de plástico.
Também havia uma carta, com um mapa, que dizia:
“Querido sobrinho Rodney.
Após muitos anos consegui ter notícias suas.
Mas, infelizmente, notícias sobre você chegaram até mim tarde demais.
Talvez eu não mais esteja viva quando esta chegar às suas mãos.
Mas para amenizar minha ausência, venho lhe dizer que é com muita felicidade que deixo uma herança para você e seus irmãos.
Esta chave abrirá a porta da minha casa na vila de Oca do Sul, perto da cidade de Campos do Jordão. Siga o mapa, não há como errar.
Dentro da casa, há um baú, que se encontra no maior quarto do segundo andar. Lá, você encontrará sua herança.
Tia Ruth.”
Rodney nunca ouvira falar em nenhuma tia Ruth…
Imediatamente lembrou-se da conversa que teve com seu instrutor de academia, Everton.
Chegou a pensar que era uma espécie de gozação do professor.
“Será que Everton me faria ir até uma casa tão longe, só para zoar com a minha cara?”.
Mas concluiu que não tinha nada a perder…
Imaginou que se fosse um trote de Everton, havia a possibilidade do professor ter arranjado um lugar afastado só para dar uma trepada com ele.
Era a realização de um sonho que mantinha guardado em segredo de tudo e de todos. Inclusive de si mesmo: Transar com um homem.
E não seria qualquer homem, seria um professor de academia másculo e gostoso, e num lugar bem afastado pra ninguém desconfiar…
Iria ser um final de semana inesquecível.
Rodney ligou para Ritinha e avisou que iria num velório de um parente distante.
A menina até propôs acompanhar o namorado, mas Rodney, acreditando realmente ser uma oportunidade de transar com Everton, recusou-se a levá-la.
Alegou que precisaria levar muitos parentes em seu carro. Mas voltaria em breve para os braços de sua namorada.
Ritinha não questionou nada.
No sábado, bem cedo, Rodney partiu em seu carro, sozinho. Rumo a Campos do Jordão.
Perto de Campos do Jordão, conforme o mapa, havia um desvio que o levaria à vila de Oca do Sul.
Seguiu por aquela estrada mais alguns quilômetros, quando um carro da polícia militar rodoviária aproximou-se. Os policiais deram sinal para que ele parasse.
Rodney assustou-se.
Não estava fora dos limites de velocidade, nem andava com nenhuma parte do carro que estivesse sem revisão.
Que diabos os policiais queriam com ele?
Rodney parou o carro.
Os policiais desembarcaram de seu veículo.
Eram dois homens muito fortes e relativamente novos, no máximo 25 anos cada um.
Um era moreno, cabelos pretos encaracolados, braços fortes e peludos, rosto com traços de italiano, queixo largo, bem bronzeado. Usava óculos escuros.
O outro era loiro, olhos bem claros, cabelos finos e espetados. Cara de safado, braços fortes sem pêlos, também bem bronzeado. Parecia surfista.
Rodney estava apreensivo. Ficou com medo de ser alguma extorsão.
– Aí cidadão, retire-se do veículo, por favor. – Falou o moreno, calmo, mas em tom de ordem.
Rodney abriu a porta e saiu do carro, quase tremendo.
Conseguiu fingir certa tranqüilidade. Quase suando, mas conseguiu.
– Apóie suas mãos no carro. Continuou o moreno.
– Olha amigo. Eu não tenho nada comigo. Falou Rodney, puxando os bolsos de sua calça social para fora, temendo que os policiais pretendessem incriminá-lo colocando drogas em seus bolsos.
– Escuta aqui rapaz! Vai colaborar ou não? Perguntou o loiro, falando com uma voz bem mais agressiva e autoritária, encostando o cacetete no ombro de Rodney.
Rodney gelou.
Escolheu não forçar a barra, melhor sair vivo e incriminado a brigar com policiais armados.
Ele apoiou-se no carro.
O moreno começou a revistá-lo.
Apalpava firmemente as pernas de Rodney com suas mãos fortes e grossas. Bem devagar. Apertava muito cada parte da perna.
Rodney estranhou.
O policial o apertava tanto que parecia massageá-lo, não parecia procurar algo.
As mãos do moreno percorriam suas pernas, e subindo, chegaram à altura das grossas coxas de Rodney.
As mãos subiram mais um pouco e o policial começou a apalpar a bunda de Rodney. Com muita força e vontade. A calça social ajudou a sentir melhor cada pegada daquela imensa mão.
Aquele soldado era muito autoritário, forte e bonito.
Rodney sentiu-se como em uma das fotos que via na internet.
Tentando disfarçar, mas suando frio, começou a ter uma ereção.
De repente, o policial loiro puxou Rodney pelo ombro e virou-o de frente, bruscamente. Por causa da calça social de tecido mole, a ereção de Rodney ficou exposta.
O rosto de Rodney corou, ficou quente e vermelho.
O loiro riu.
– Rá! O viadinho tá gostando da bulinação! Falou em tom de satisfação.
O moreno e o loiro empurraram Rodney para o meio do mato, empurrando-o.
Rodney ficou branco. Tinha medo de ser assassinado.
O moreno disse:
– Aí cidadão! Relaxa que não vai acontecer nada demais. Se você colaborar, sai daqui de boa!
Rodney só acenou que sim com a cabeça.
Seguiram para o mato, até uma árvore de onde podia se ver ao longe.
Não havia ninguém por perto.
O moreno ordenou:
– Abaixa as calças e apóia aí nesta árvore! Colabora, que vai dar tudo certo!
Rodney sabia o que ia rolar.
Mas não se sentiu muito confortável com aquilo.
Gostava de ver as fotos com sexo e dominação. Mas tinha muito medo de não sair vivo dali.
Mas o que não tem remédio, remediado está… Posicionou-se e, de bunda desnuda, empinou-a, oferecendo aos policiais.
O loiro aproximou-se, posicionou-se ao lado de Rodney, e com suas mãos, abriu bem as polpas da bunda levemente peludinha dele, oferecendo-a ao moreno.
O moreno tirou sua pica grossa pelo orifício da calça e começou a esfregá-la no orifício de Rodney.
O loiro escarrava e cuspia. O moreno deslizava a cabeçorra do pau, para cima e para baixo, deixando o cuzinho de Rodney bem molhado e receptivo.
Aquilo continuou por mais algum tempo.
O coração de Rodney estava disparado, seu cuzinho piscava, ansioso. O loiro cuspia várias vezes e espalhava bem o cuspe com o dedo.
E o moreno forçava a entrada do seu pauzão. Forçava e tirava, e o loiro cuspia novamente.
Até que o rabo de Rodney não ofereceu mais resistência, e o membro começou a entrar.
Rodney gemia de dor.
O policial gritava:
– Relaxa caralho! Relaxa, senão vai ser pior!
Rodney suspirava fundo, gritava para amenizar a dor. Até que o moreno conseguiu enfiar seu pau totalmente dentro do rabo de sua vítima.
Rodney agarrava a árvore, quase quebrava seus galhos.
O loiro posicionou-se na frente da árvore e apoiou seu pesão num galho bem próximo ao rosto de Rodney.
Pegou a cabeça de Rodney pelas mãos e sem falar nada, começou a lamber sua boca.
Era uma língua muito quente e gostosa, não havia como Rodney achar ruim.
Depois, o loiro, ainda segurando a cabeça de Rodney, o fez lamber sua bota.
– Lambe, obedeça a seus machos! Agora!
Rodney lambeu.
O loiro abaixou as calças, mudou de posição e levou a cabeça de Rodney ao seu pau.
Fez com que ele chupasse, o que Rodney fez com muito prazer.
A vítima estava de pau duro, estava gostando daquilo. Resolveu aproveitar, apesar do medo.
Os policiais meteram freneticamente e gozaram dentro de Rodney até a última gota.
Tiraram os pênis de dentro dele, vestiram-se e sem falar nada, todos voltaram para onde estavam os carros.
Ao chegar no local, o moreno acendeu um cigarro, deu um trago. E falou, fumando e olhando para o chão:
– É o seguinte, cara! Segue seu caminho e não olha para trás, se tentar denunciar a gente, aí você tá morto, cara! Fica esperto!
Rodney, com o rabo e a boca dolorida, nem questionou.
Entrou no carro e procurou chegar ao seu destino o quanto antes.
Bem depois, perto do ponto indicado pelo mapa, viu um outro policial rodoviário. Diminuiu a velocidade e resolveu perguntar se estava chegando, apesar do trauma.
O policial, um senhor um pouco gordo e careca, puxou a pálpebra de baixo do olho com o dedo, como quem diz: “Eu sei de tudo. Fica esperto!”
Rodney gelou. Será que todos os policiais dali sabiam?
Por sorte, reconheceu a casa do mapa perto dali.
Ele concluíra seu trajeto.
O policial gordo se fora, mas Rodney estava com medo de estar naquele local.
Seu medo levantou muitas dúvidas em sua cabeça:
Que tipo de policiais eram aqueles? Que tipo de lugar era aquele? Será que Everton estava envolvido naquilo? Mas Everton era só um instrutor de academia. Teria ele condições de conhecer alguém naquela cidade? E ainda por cima, ter uma casa tão grande e bonita? Ou seria a Tia Ruth real?
Com um arrepio na espinha, Rodney entrou na mansão.
Continua…
E-mail: vilser@gmail.com
www.vilser.zip.net

Meu professor

abril 14, 2006

qmaduro1@hotmail.com
Bem, tenho 23 anos, 1,76m, 70kg, másculo, branco e nada afeminado. Tenho voz grossa, sou somente passivo e muito a fim de levar rola. Tudo aconteceu em um sábado que fui fazer um curso próximo da cidade em que moro, no interior paulista. Como os cursos anteriores, percebi pelas aulas que esse também seria estressante.Cheguei meia hora antes no local que seria ministrado o curso e fui procurar a sala. Me informaram a tal sala e entrei. Quando entro, vejo o professor sentado na mesa preparando a aula. Ao me ver entrar na sala, ele me olhou e cumprimentou. Fui ao seu encontro e pude conferir tudo de perto… Um homem de 38 anos, olhos claros, forte embora baixo, com coxas grossas e bundinha redondinha (embora seja totalmente passivo, olhei para a bundinha quando ele virava para o quadro), bíceps perfeito e aparentemente peludo, além de um pouco grisalho.Já fiquei doido para ter aula com ele. Nos falamos rapidinho e fiquei sabendo que ele morava em Osasco. Logo, os outros alunos foram chegando, a classe foi ficando completa e ele iniciou a aula. Logo no fim do período da manhã, paramos para o almoço e, como ele não conhecia a cidade, me procurou na saída da sala pra saber onde iria almoçar. Disse a ele que iria a almoçar em casa (na cidade ao lado), já que tinha deixado algo pronto (moro sozinho). Perguntei a ele se não queria ir junto, mas pedi para não reparar no almoço que seria servido. Ele disse que tudo bem e fomos em meu carro.Fomos conversando sobre trabalho e ele foi me contando como é ser professor. Chegando, fui mostrar-lhe a casa e ele ficou entusiasmado com minha cama de casal, já que moro sozinho. Sem perceber minhas revistas de homens nus em cima da cômoda ao lado da cama, fui a cozinha preparar o almoço e percebo que ele não veio comigo. Ele ficou olhando e, quando fui ao seu encontro, encontrei-o deitado na minha cama olhando as revistas, já todo excitado.Quando entro em meu quarto, ele já me puxa ao seu encontro e começa me dominar. Até então, nenhum macho tinha me dominado e mandado em mim daquele jeito, mesmo porque, até esse dia, eu só tinha dado para três homens e todos não passavam de 15, 16cm. Ao tirarmos a roupa, embora o professor fosse baixinho, pude ver sua rola que tinha por volta de 20cm. Fiquei doido, porque era tudo que sempre tinha sonhado.
Ele me pegou a força e me mandou chupar sua rola. Comecei a chupá-lo e, nisso, o tesão era tão grande que ele disse que ia me alimentar com todo seu leite. Não demorou muito e ele me segurou pela cabeça contra a sua rola e meteu na minha garganta toda sua porra, que disse estar acumulada há três semanas. Só então fui sentir o gosto de um macho. Adorei.Depois disso, sem muito tempo, já que o curso se iniciaria novamente duas horas depois, ele resolveu meter no meu cuzinho. Encapou a rola e meteu fundo, estourando todas minhas pregas. Ele me pegou de quatro, segurando pela minha cintura e foi me puxando para trás. Ele me deitou de barriga para cima no canto de uma mesa que tenho e colocou minhas pernas em seu ombro. Ele me puxava contra seu pau e pediu alguns travesseiros para colocar embaixo da minha cintura (eu estava deitado de bruços) e ficar todo empinado.
Ele meteu sem dó por uma hora e, depois de gozarmos, fomos tomar banho e voltamos para o curso. No fim, não almoçamos e comemos uma barra de cereal no caminho de volta. Esse dia foi inesquecível, já que, sem imaginar, rolou uma transa com um homem maduro (adoro essa idade entre 34 e 48 anos) que me dominou e teve atitude de macho. Se você tem atitude, me escreva. Podemos bater um papo para ver se rola. Abraços.

De vigilantes a amantes

abril 14, 2006

charmedmsm@bol.com.br
Isto que vou relatar aconteceu há algumas semanas. Já fazia uns cinco meses que eu me despedi da unidade onde trabalhava há cinco anos, na qual havia um serviço terceirizado de vigilância e segurança. A empresa tinha um grupo fixo de vigilantes com os quais eu pouco conversava para não atrapalhá-los, porém admirava o uniforme que usavam. Era algo que valorizava e muito suas formas masculinas.
Eu estava em casa, arrumando a bagunça deixada pelos filhos de minhas amigas que vieram me visitar, quando tocou o telefone. Era o encarregado da empresa de vigilância que me pedia para entrar em contato com minha antiga unidade, pois, haviam entregado uma encomenda para mim. Estranhei, mas agradeci e retornei a chamada. O vigilante que atendeu meu telefonema já era um conhecido, Giovani, e eu pedi para saber o que havia chegado e o porquê do recebimento. Eles me disseram que era um presente deixado por uma antiga cliente e que eles poderiam vir me entregar se eu autorizasse ainda naquela noite.
Não suspeitei de nada e autorizei, passando-lhes o meu endereço. Eles ficaram de aparecer dali umas 2h e me pediram apenas uma cerveja pelo favor. Ri e concordei, pois eram sempre muito prestativos e amistosos. Passaram-se as 2h e tocou a campainha. Fui ver e eram os dois com uma caixa de papelão nas mãos. Abri o portão e pedi para ambos entrarem, agradecendo-lhes a gentileza e encaminhando-os para a sala. Pedi para ficarem à vontade, pois estava sozinho e iria pegar as cervejas prometidas e uma caixinha.
O A. queixou do calor e eu disse para ficarem à vontade, pois éramos homens e não havia nada demais em ficarem sem camisa. Quando voltei, os dois estavam sem camisa sentados e bem tranqüilos. Eu servi a cerveja e fui abrir a caixa. Qual não foi minha surpresa ao abrir a caixa e ver que havia várias caixas, uma dentro da outra e, no final delas, um tubo de lubrificante íntimo, uma caixa de preservativos e um bilhete dizendo que era hora da festa.
Eu me viro para os dois, que estavam ao meu lado por trás, e eles estavam com suas calças desabotoadas e suas ferramentas armadas. O G. me diz que ninguém forçaria nada, mas que há muito tempo ele era vidrado em minha bunda e o A., sem essa ou mais aquela, me agarra e tasca um beijo daqueles em mim, me deixando zonzo e, ao mesmo tempo, excitado.
A seguir, os dois começaram a me acariciar e, em minutos, estávamos os três nus. O A. tinha a fama de pezinho de mesa e, ao conferir o material, vi que a fama procedia. Ele é dono de um membro de 27x17cm de diâmetro, rosado e reto e o G. não ficava atrás. Tinha uma ferramenta de 25x14cm, cabeçuda. Ambas as picas eram bem carnudas e cheirosas.
Sem me dar conta de mais nada, caí de boca nas duas, revezando minhas mamadas enquanto os dois se beijavam. O A. foi para meu rabo e começou a trabalhá-lo com sua língua e dedos, enquanto eu e o G. curtíamos um 69. Quando estava bem lubrificado, A. me penetrou com muita calma e começou a me dilatar. Ele pediu para eu sentar em sua rola e, quando o fiz, G, veio por trás de mim e, sem me dar espaço, forçou sua vara com tudo, o que, de imediato, me causou uma dor alucinante e quase me fez desmaiar.
Após os dois mastros entrarem, ambos ficaram calmos até eu relaxar, pois não os tiravam de dentro de mim. Eu comecei a sentir uma coisa molhada no meu ânus quando relaxei e, apesar da dor, comecei a vivenciar a experiência de ser possuído por dois homens e gozei a valer sem me tocar.
Os dois mudaram de posição várias vezes e me fizeram gozar muito, além de gozarem em mim a valer. Quando terminamos, eles me ajudaram a ir ao banheiro e precisei ficar em um banho de assento por uma hora, com água gelada, para conseguir reduzir meu ânus ao tamanho normal e também para poder avaliar o tamanho do “estrago”. Quando me refiz, A. já estava indo embora, mas G. pediu para pernoitar comigo, me enchendo de carinhos e me pedindo desculpas pelo estratagema usado.
Bem, por hora é isso. Depois contarei o que rolou nesta noite e na visita do encarregado que me ligou.

Ela me deixou na mão e eu paguei o pato!

abril 13, 2006

Às vezes a vida pega cada peça na gente que parece que era combinado, mas o acaso acontece sempre e talvez seja isso que faz de nossa vida os dias melhores… eu na minha tara para fazer sexo com casal vou armando situações possíveis, mas sempre com objetivo claro de dar e receber prazer. Alguns meses atrás marquei uma farra com um pessoal em Goiânia, eu, uma mulher casada e um militar… Coisa seria, de gente responsáveis e muito interessadas em ménage… Vou muito a Goiânia a trabalho, tenho uma fazenda naquela direção, então fica mais fácil fazer uma festinha discreta… Eu já tinha transado com Márcia, uma mulher de 40 anos, casada, esposa de um medico, ela não é gata, mas uma das melhores fodas que já tive com mulher, apertadinha, fogosa, safada e muito quente, ela estava afim de uma DP, ela hoje é minha amiga… Eu tinha conhecido um cara no chat, chamado Thiago, casado, legal, discreto, militar graduado, de 36 anos, boa pinta, com o pau de uns 18 a 19cm grosso, ele estava afim de sair com um casal… Estava tudo armado… Mas na ultima hora a filha da Márcia teve uma crise de saúde e ficamos na mão… Estávamos esperando ela no apart hotel… Ele estava muito afim, tarado, era a primeira foda dele com um casal… Quando ela ligou falando que não podia ir… Foi uma broxada geral… O cara já estava de rola dura com muita tezão… Ele pegava o pau e mostrava por cima da calça e fala: olha como estou… Aquilo foi me dando uma tezão, eu não tinha pensado em transar com ele, nao estava afim de sexo com outro cara, o desejo era ela… Márcia não sabe de nada do meu lado bi, nem sonha, nem tinha passado pela minha cabeça, não era isso que estava armado. Com a tara dele acabei ficando de pau duro também… Tirei minha calça e fiquei só de cueca, já estava sem camisa, estava um pouco quente, ele também tirou sua camisa e ficamos bebendo cerveja e falando de mulheres… Depois que tinha-nos bebido acho que uns 3 latas cada… Eu levantei e fui mijar deixando a porta do banheiro aberta, como estava só de cueca, abaixei e fiquei com a bunda por lado dele… Thiago levantou e foi ate o banheiro e pegou na minha bunda e disse: que bunda gostosa… E ficou pegando, passando a mão… Meu pau ficou super duro na hora, eu fiquei parado esperando para ver o que ele iria fazer, ele abaixou e ficou pegando com as duas mãos em minha bunda… Eu tirei a cueca que estava no joelho e foi para o sofá nu… Ele tirou a roupa também… Ai ele ficou mais um tempo pegando em minha bunda, apertando… Eu em pe na frente dele ele sentado no sofá… Depois eu debrucei sobre a mesa de modo que minha bunda ficasse mais exposta, ele começou a beijar ela e a dar pequenas mordidelas e a me chamar de putinha safada… Falava: rebola putinha rebola para seu macho… Aquilo foi me dando uma tezão… Ele foi ficando louco de tezão também… Ele começou a passar o dedo no meu cu, a enfiar o dedo, depois ele abiu minha bunda com as duas mãos e ficou passando a língua em meu cu… Estava quase gozando… Eu disse vamos para a cama… Ele mandou eu pegar o gel… Quero lhe enrabar aqui mesmo. Falou. Peguei o ky e ele colocou um preservativo e ficou pincelando meu cu com o pau… Falei para ele meter logo… Come logo cara, fode… Ele sorriu e disse: que rola em putinha, pede para seu macho fuder você, pede… fode cara fode logo… Fode meu macho… Ele perguntou: o que eu sou cara? Fala!… Meu macho gostoso, fode meu cu cara… Fode… Demorou muito para entrar todo, tivemos que trocar a camisinha mais de uma vez… Doía muito… Mas aos pouco meu cu foi acostumando com o pau dele, que era grosso e grande… Quando entrou tudo, ficamos parados um pouco, ate eu relaxar legal… Ai ele começou a bombar devagar… A falar coisa no meu ouvido… Logo eu estava delirando de tezão e desejo… E ele começou a bombar mais e mais… Foi me dando um fogo no corpo, na alma… Meu cu ardia e puxava o pau dele para dentro… Fui sentido uma tezão muito louca… Disse: cara vou gozar… Ele disse: goza safado no pau de seu macho, goza… Vou gozar também e ficou bombando com mais força… Comecei a gritar e gozei muito… Só ai percebi que não tinha tocado ou pego em meu pau? Gozamos junto… Depois tomamos um banho, tomamos mais cerveja e fomos para a cama… Chupei-o um pouco… Uma rola muito legal… Ele me comeu de 4… Dei com mais tezão e menos dor… Gozamos muito, ele foi embora… Só depois deter encontrado com ele mais duas vezes que comemos a Márcia, ficamos transando com ela uma tarde, dois caras macho fudendo uma vadia louca e tarada. Hoje ela é minha amiga e topa uma fará, esta morando em Goiânia e ele esta na fronteira com o Mato Grosso com a Bolívia trabalhando… E eu aqui relatando esse fato… Uma coisa legal com o Thiago que era dois homens, machos, sem frescura fudendo, ele era só ativo e eu passivo, tudo com respeito, seriedade e amizade… Coisa de macho como ele gosta de dizer quando me liga. Somos bons amigos… Ele me espera para uma visita em sua cidade… E hoje sempre que encontro um cara legal, dotado, responsável e que gosta de uma fará com uma mulher casada, ligo para Márcia e fazemos uma festa discreta num hotel de luxo em Goiânia.

Meu amigo bem dotado

abril 7, 2006

m2526@hotmail.comm2526@hotmail.com
Marcelo era meu amigo desde a infância. Daqueles que soltava pipa junto, puxava carrinho e andava de bicicleta.Quando entramos na adolescência, nas nossas idas até os laguinhos próximo da casa, foi inevitável perceber como ele estava ficando com um pau grande. Maior que de todos os meninos que também nadavam conosco, pois éramos varios amigos que nadavam pelados, quando estávamos sós. Quando fizemos uns 16 anos, Marcelo já apresentava um pau descomunal, que ficava maior ainda quando iámos bater punheta atrás dos matinhos perto do lago. Adolescente adora bater punheta com os amigos no meio do mato. E era difícil para mim disfarçar para olhar aquele cacete grosso e enorme. Que vontade eu tinha de pegar nele.Mas sempre virava o rosto e fingia que estava concentrado em outra coisa.O tempo foi passando e Marcelo arrumou uma namorada. Não perdemos o contato mas nos víamos menos.Quando eu estava com uns 23 anos e trabalhando o dia todo, nos encontrávamos quando muito nos finais de semana. Eu não esqueci aquele cacete lindo e grande, mas ele nunca desconfiou de nada. Era o que eu achava.Um dia encontrei Marcelo na rua.- Marcelo, quanto tempo!- Cláudio! Cê tá sumido, véi.- Pois é. Temos que marcar uma ida ao boteco pra botar a conversa em dia. – Eu disse.- Tenho uma idéia, que tal você ir hoje lá em casa? Meus pais viajaram e só voltam semana que vem. Tenho umas cervas geladinha lá pra gente. Ai a gente conversa à vontade. Você vai fazer algo hoje à noite?É claro que eu tinha algo pra fazer. Mas desmarquei na minha cabeça na hora e respondi:- Não. Não vou fazer nada.- Então, passa lá em casa. Eu também não vou fazer nada, a Pati vai ficar em casa estudando e nem sair com ela eu vou poder. Você lembra da Pati, né?Como esquecer. Era a sortuda que estava chupando aquela vara enorme. Se bem que ela era muito chata, metida a religiosa, nem sei se eles transavam, pra dizer a verdade. Acho que ela era do tipo que só dava depois do casamento. Pior pra ela, não sabia o que estava perdendo.Marcamos então e fui pra casa esperar a hora pra ir na casa do Marcelo.Às 18 horas mais ou menos, fui até lá. Marcelo foi abrir o portão para eu entrar. A cena que vi me deixou com tesão. Ele estava de short de academia, daqueles meio aberto na coxa, do lado. Não sabia que, além da rola invejável ele também estava com um belo par de pernas grossas.Ficamos bebendo e lembrando das histórias até tarde da noite. Rimos muito lembrando do que aprontamos na nossa infância e adolencência.Quando já ia dar umas 11 da noite, fiz que ia embora pra ver se ele insistia pra que eu ficasse. Dito e feito. Ele até me convidou pra dormir lá, já que estaria sozinho.Eu aceitei sem nem pestanejar. E continuamos a nossa bebedeira.À 1 da manhã, já cansados e bêbados feito gambás, foi que a coisa esquentou. Introduzi a história das nossas idas ao lago pra nadar pelados. Marcelo riu muito lembrando disso.E eu falei que ele devia se sentir o rei do pedaço, já que era visível que tinha o maior pau entre os meninos.- Há, há, há. Eu realmente ficava vendo que os meninos me olhavam com inveja, mas o único que olhava com desejo era você.Eu não sabia onde me enfiar. Ele sabia de tudo! Devia ter me visto encarando seu pau e fingia que não via.Fiquei mudo. Marcelo pra quebrar o gelo falou:- Mas não se preocupe. Eu gostava de ver que você gostava de olhar. Me dava até tesão. Aliás, já bati muito imaginando você olhando pra minha rola.- hmmm, estou com uma idéia. – Marcelo continuou – Topa bater uma punheta? Você olhando pro meu pau me dá mais tesão.Marcelo era mais sacana do que eu imaginava. Ele queria que eu ficasse olhando pro pau dele? Eu não sabia se ia conseguir só olhar…Fomos pro quarto dele e ele já foi arrancando o short e ficando nú em pelo. Eu não demorei pra tirar minha bermuda. Ele sentou na cama dele e me mandou ficar numa cadeira ao lado.Quando vi o tamanho daquele pau duro, apontando pra cima, me lembrei que tinha esquecido como era enorme!!A rola era tão grossa que a mão dele não fechava toda. Nessa altura eu também já estava de pau duro de tanto tesão, mas meu pau não chegava aos pés daquele monstro. Fiquei olhando sem temer mais nada enquanto Marcelo acariciava aquela pica grossa e tesuda. E eu não tocava o meu pau, só fiquei com ele duro e me deliciando com a cena.Quando Marcelo olhou para mim, viu que eu só o encarava, e isso lhe dava mais prazer.Após uns 5 minutos, ele olhou nos meus olhos e disse:- Você não vai bater também? Vai ficar só olhando mesmo? A cobra te deixou hipnotizado?E deu uma gargalhada mas não parava de acariciar a jeba.- Já que não quer bater pra você que tal bater pra mim? Tem vontade de pegar nela também?Meu coração foi a mil. Não precisei pedir nada e ele estava oferecendo pra eu tocar no seu cacete. Pulei feito um gato.Por mais que eu já tivesse batido punheta e imaginado como a rola dele se encaixaria na minha mão, só tocando realmente pra ter noção da grossura. Que delícia! Que delícia!Eu punhetava para ele e ele gemia. Eu estava já babando de tesão. Meu pau parecia que ia explodir de tão duro.A cada descida de minha mão ele urrava de prazer, e pedia pra que batesse mais rápido.Sua rola já exalava o perfume do gozo, e minha mão já estava toda melada. No ápice do prazer, Marcelo só conseguiu pronunciar:- Chu… Chup…chupaaaa..Nem esperei ele pedir de novo para chupar aquele cacete, cai de boca. O urro que Marcelo deu até me assustou, tamanho o tesão. Depois disso imaginei que ele devia ter esperado esse momento tanto quanto eu. A cabeça de sua rola era tão grande e vermelha que mal cabia na minha boca. Mas tamanho era o tesão que quase entrou goela a dentro.E chupei! Chupei, chupei e chupei. Fiquei chupando por uns bons 10 minutos até ele explodir em gozo na minha boca. SOnhei muito imaginando seu leite quente invadindo minha boca. Sentir sua porra em minha boca quase me fez desmaiar de tesão. E meu tesão era tanto que engoli toda sua porra. Era como mel para mim naquele momento.Fiquei chupando ainda até seu pau amolecer na minha boca. Quando, infelizmente, larguei sua rola, ele só deixou o corpo cair para o lado e ficou deitado de pau mole para cima. Aproveitei e matei meu prazer batendo agora para mim enquanto via aquele macho vencido pelo prazer largado na cama.Quando nos recuperamos daquilo tudo, conversamos e Marcelo me confessou que desconfiava que eu tinha tesão por ele, e aquilo foi para realmente me testar. Como ele tinha confirmado tudo, me tranquilizou que o segredo seria só nosso, mas com uma condição:- Agora quero comer seu cuzinho.Mas essa história fica para o próximo conto.

Marco
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Meu carteiro gostosão

abril 2, 2006

Tudo aconteceu há seis anos atrás, quando eu tinha 20 anos.
Eu sempre sonhei em encontrar um gostosão que tirasse minha virgindade. Isso mesmo! Eu era virgem ainda com os meus 20 anos e não sabia o que estava perdendo. Vou contar como aconteceu:
Uma vez por semana meu pai costumava receber encomendas entregue pelos Correios. Certo dia, eu estava sozinho em meu lar quando tocaram a campainha. Levei um susto! Não era o carteiro que tradicionalmente entregava as encomendas, mas um outro gostosão. E que gostosão!Aparentava ter de 30 a 35 anos. Ele era alto de aproximadamente 1.80m. Pesava os 90 kg. Braços fortes típico de uma pessoa que pratica alguma atividade física. Coxas grossas como a de um jogador de futebol dentro de uma calça justa que bem delineava um volume maravilhoso e indicava que era bem farto. Cara de macho com belos olhos verdes, cabelos negros e com a barba para fazer tipo de um cafajeste. Mãos grandes e com uma aliança, o que indicava que era casado.
Acho que dei pinta, pois não tirava os olhos de seu volume entre as pernas. Ele ficou me olhando com uma carinha de safado e disse: “Encomenda para assinar, assine aqui.” “Que voz deliciosa! Voz grave, de macho mesmo. Esse é o tipo de cara que eu gostaria de perder minha virgindade”. – Pensei eu.
Enquanto eu assinava, ele virou-se para pegar a encomenda no carro e dessa forma eu pude contemplar a mais bela bunda que eu vi em toda a minha vida. Era grande e durinha. Não agüentei e fiquei excitado. Quando ele retornou para entregar a encomenda, percebeu minha excitação. Deu aquele sorriso safado, entregou a encomenda e retirou-se. Eu não resisti. Corri para o banheiro e bati a minha primeira punheta pesando nele. Pensei como seria gostoso ser penetrado por um homem gostoso como ele.
Os dias se passaram e eu não parava de pensar nele.
Certo dia, quando eu estava novamente sozinho em casa, tirando aquele cochilo da tarde em meu quarto, tocaram a campanhia. Corri para atender. Era ele novamente para entregar outra encomenda registrada. Pedi para que ele entrasse, pois eu estava apenas de cueca. Usava uma cueca box branca, bem justa e que deixava a minha bunda tentadora. Não tinha hétero que a resistisse.
Eu já estava um pouco excitado só por vê-lo e ouvir sua voz. Por isso virei-me para um balcão com espelho que ficava num canto da sala de jantar, para que ele não percebesse minha excitação e enclinei-me para assinar a lista que tinha me entregado.
Quando terminei de assinar e olhei para o espelho, vi ele atrás de mim com os olhos fixos em minha bunda e tão excitado que não vi a hora de sua calça arrebentar-se, não suportando todo aquele volume lá dentro. Ele era realmente avantajado!
“Viu como você me deixou?!” – disse ele.
“Se você quiser, eu posso ti aliviar.” – disse eu já babando, louco para introduzir tudo aquilo na minha boca.
“Então se aproxime e chupa aqui, vai!”
Eu aproximei-me dele, abaixei-me e comecei a abrir sua calça. Quando abaixei a calça junto com a cueca, pulou um pau imenso de 22 cm x 6 cm. Pau de macho mesmo! Ele estava tão ereto que chegava a encostar-se à barriga. E suas bolas então!Duas bolas enormes, cobertas por uma camada fina de pêlos. Eu não resisti, segurei com as duas mãos e comecei a chupar aquele pauzão. Era tão grande e grosso que só entrou até um pouco abaixo da sua grande em minha boca. Depois comecei a chupar suas bolas, uma a uma. Dava mordida de leve e comecei a aplicar tudo que tinha aprendido nos filmes pornôs.
“Não pára não, continua vai! Como você chupa gostoso! Você chupa melhor que minha mulher!” – dizia ele.
Fiquei nisso durante uns 20 min. Depois ele me pediu para que eu me levantasse e encostasse a mão no balcão do espelho. Ele retirou a camisa e o resto da calça. Encanto isso, eu o contemplava pelo espelho.
“Quê carteiro gostoso!” – pensava eu. Tórax definido, braços fortes, barriga sarada, coxas grossas e bunda maravilhosa. Tudo isso coberto por uma camada fina de pêlos. E seus olhos! Quê belos olhos verdes ele tinha! Além daquela cor de pele bronzeada

Ele aproximou-se de mim, pôs suas grandes e quentes mãos em minha bunda e começou a abaixar minha cueca box até retira-la por completo. Abriu minha bunda e começou a cheirar meu buraquinho.
“Como seu cu é cheiroso!” – disse ele.
Depois ele começou a lamber o meu buraquinho. Eu dei um gemido bem gostoso. Então ele falou:
“Calma rapaz! Eu só passei a língua!”
Então ele começou a introduzir um dos seus dedos. Foi quando ele falou:
“Como você é apertadinho!”
“Vá com calma cara! Eu nunca dei o cu antes! Eu sou virgem, mas quero perder minha virgindade com você!” – disse eu.
Nesse momento seus olhos brilharam sabendo que ele seria o primeiro homem da minha vida.
Então ele retirou o dedo do meu cu e introduziu na boca para deixa-lo bem molhadinho. Em seguida, voltou a introduzir novamente em meu cu. Depois mais um… logo após mais outro… Ele tinha introduzido três dedos grossos e quentes em meu cu, para deixa-lo bem larguinho e poder me introduzir com mais facilidade. Eu não agüentava mais tamanho era o meu tesão que comecei a gritar:
“Vai cara! Eu não agüento mais! Enfia esse seu pauzão gostoso no meu cu! Por favor!”
Então ele retirou os dedos e cuspiu no meu buraquinho já alargado. Em seguida levantou-se, cuspiu em sua mão e passou em volta do seu pauzão par deixa-lo bem umedecido. Então começou a introduzir-lo em meu buraquinho.Começou a entrar a cabeçona do seu pauzão.Eu não aquentei e comecei a gritar:
“Aiiii!!! Tá doendo!!!”
Ele me pediu para relaxar, pois assim seria mais gostoso. Ele começou a me tratar com mais carinho.Começou a beijar meu pescoço e morder minha orelha enquanto forçava aos poucos para que eu não sofresse tanto.Até que entrou tudo. Ele esperou um pouco para que eu pudesse me acostumar com todo seu pauzão dentro de mim. Então começou a movesse lentamente, me provocando um prazer que até então eu nunca tinha sentido. Como era gostoso sentir tudo aquilo dentro de mim! Era tão quente! Parecia que estava pegando fogo! Então ele começou a movimenta-se com mais intensidade
“Como seu cuzinho é apertadinho e gostoso! Nunca mais vou ti deixar! Vou comer sempre este cuzinho!” – disse ele sussurrando em meu ouvido.
Em seguida, ele segurou em meu pau e começou a me masturbar.
“Quero que você goze enquanto eu como seu cuzinho. Quero sentir seu cuzinho se contraindo, apertando o meu pauzão.” – disse ele.
Nesse momento eu olhei para o espelho em nossa frente e vi uma sena que jamais esquecerei:
Seu corpo grudado no meu. Aquele contraste de pele. Minha pele branquinha e a sua bronzeada do sol. Seu corpo suado. E seu cheiro! Um cheiro de macho de verdade. Sua barba a fazer esfregando em meu rosto liso e sua grande mão me masturbando.
Não aquentei e comecei a gozar. Gozava como nunca tinha gozado antes. Meu gozo chegou a atingir o espelho. Logo em seguida, ele me abraçou com força, deu um alto gemido e começou a gozar também. Como foi gostoso sentir seu gozo quente escorrer dentro de mim!
10 minutos após o gozo, ele desgrudou-se de mim. Foi quando viu um pouco de sangue em seu pau. Ele sorriu e deu-me um selinho. Pediu meu telefone e disse que voltaria novamente. Vestiu-se e retirou-se.
Já se passaram 6 anos e nos encontramos até hoje. Ele ainda é casado, mas disse que eu o faço gozar melhor que sua mulher.

Juan.