Archive for março \26\UTC 2006

Comido pelo Tio

março 26, 2006

Nas minhas férias escolares pedi a meus pai para me deixarem passar o tempo na casa de um tio meu que mora no Rio de Janeiro. Um garoto do interior de São Paulo gostaria de conhecer as praias e tudo mais, além disto meu tio era solteiro e eu no auge de meus 14 anos gostaria de me divertir sem o olhar dos pais. Lá chegando meu tio me pegou na rodoviária.
Fomos até o seu apartamento que fica próximo à praia de Ipanema. Mais tarde um pouquinho saímos para ver a noite. Bebemos comemos e voltamos para casa. Ao chegar em casa meu tio se dirigiu para a sala de TV. Ligou o vídeo, e colocou umas fitas pornô. Me chamou para assistir. Fiquei com um tesão danado, pois nunca havia assistido aqueles filmes, muito mal tinha olhado revistas. Ao terminar o primeiro filme, meu tio me perguntou se queria ver outro mais forte. Respondi que sim. Ele colocou um filme gay. Quando começou eu disse “porra tio homem com homem é foda” ele me pediu paciência e disse que eu ia achar gostoso. Não é que o filho da puta tinha razão! Nós estavamos só de cueca e ele viu o volume da minha, e de repente ele arrancou a sua cueca e começou a se punhetar na minha frente. Porra meu tio se punhetando na minha frente. Eu olhava para o filme e para ele. A uma certa hora ele disse: – vem cá bate a punheta pro tio. – que é isso tio, tá me estranhando?- respondi – Não – ele me disse- só estou vendo teus olhos no meu pau. Vem ninguém vai saber de nada, serão férias incríveis. – Não sei não – Vem que eu sei que você está gostando do filme e da idéia. Não resisti ao apelo e sentei-me mais perto dele e coloquei a mão sobre o seu mastro quente e duro. Fiquei meio tímido mas depois comecei a mexer nele apertar segurar o saco e punheta-lo gostoso. Quando ele me disse – não é tão ruim? – não tio e até que eu estou gostando, e você, gosta do serviço que estou fazendo? – Poderia ser melhor- me respondeu ele – Como? Pede titio que eu faço direitinho – já estava agindo feito uma bichinha. – Chupa ele garoto, chupa meu pau com vontade, vai ser uma delicia para mim e para você. Olhei para ele meio assustado e, depois do susto, abaixei lentamente minha cabeça até meus lábios encontrarem a cabeça daquele pau que dei um beijo, passei a lingua em volta e logo em seguida comecei a engoli-lo bem lentamente, a cada centimetro da engolida eu para e chupava, como se um pirulito delicioso aquele membro fosse, só conseguia escutar meu tio gemendo, passando a mão em meus longos e loiros cabelos. Após engolir o que dava comecei a chupar naquela posição. Depois comecei a fazer um vai e vem gostoso como se ele estivesse fodendo minha boca, e estava. Depois lambia toda a extensão daquela pica. A esta altura eu já estava de joelho no sofá com a cabeça entre suas pernas e a bunda bem arrebitada, empinadinha. Enquanto eu chupava o saco dele e lambia o seu delicioso pau da base até a ponta ele arrancou minha cueca e começou a passar a mão na minha bundinha linda e virgem, ele colocou o seu dedo na portinha do meu cuzinho e ficou alisando sem tentar enfia-lo apenas fazendo movimentos circulares. Aquilo me deixava louco e eu engolia e chupava o seu pau com mais gosto, com mais tesão. De repente ele me puxa os cabelos me tirando de cima dele e me pede para esperar um pouco. Ele vai até o quarto e em poucos segundos volta com um pote de creme na mão. Senta-se no mesmo lugar e manda eu continuar. Agora eu já engolia aquela vara como um animal com fome. Ele começou a passar o dedo, da mesma maneira que antes, no meu cuzinho só que agora com um creme e alisava meus cabelos com a outra mão. De repente ele segurou firme meu cabelos e enfiou seu dedo em meu cu, quando tentei levantar-me sua mão me segurava ele dizia “calma, calma continua chupando,você vai gostar”. E mais uma vez o filho da puta estava certo, depois de algum tempo já estava gemendo com aquele dedo enfiado em meu cuzinho e fazendo movimentos deliciosos de vai e vem, movimentos circulares. O tesão meu era tanto que comecei a chupa-lo como um louco, tirando e enfiando o pau dele na minha boca. Com movimentos rápidos que eram correspondido pelo seu dedo no meu cuzinho. Quanto mais rápido o movimento de seu dedo em meu cu mais rápido, o movimento da minha boca naquela pica. Até que ele me agarou o cabelo novamente, fiquei a imagina o que ele iria fazer, quando ele disse: – vou gozar, porra! Eu não aguento mais segurar. Ai ! vou gozar você vai engolir tudo. Ao dizer isto segurou firme meus cabelos e começou a jorrar o seu leite na minha boca, no começo era uma sensação estranha e depois ficou deliciosa. Eu engolia com prazer toda aquela porra que ele soltava em minha boca. Quando ele gozou ele enfiou o dedo bem fundo no meu cú e diante daquela gozada e daquele dedo no cú acabei gozando sem nem sequer relar no meu pau. Depois disto tomamos banho e dormimos nus e juntos, de manhã antes de ele ir para o trabalho o fiz gozar na minha boca de novo, e ele me prometeu que aquela noite ele iria tratar bem do meu cuzinho, mas é outra história.

MEU AMIGO POLICIAL ME ESTUPROU

março 22, 2006

A alguns dias atráz, num domingo, recebí a ligação de um amigo, que é policial
civil, e namora com uma amiga da faculdade.
Ele estava meio triste, disse que precisava conversar, pois havia brigado com a
namorada que é muito minha amiga e queria que eu o ajudasse no reconciliamento.
Eles namoravam a quase um ano, e de vez em quando eles brigavam e sobrava pra
mim ter que fazer a cabeça da Juliana.
Confesso que sempre achei o Carlos um gato, moreno claro, 30 anos, 1.87m 83k,
com um corpo de deixar as mulheres malucas. Sou um cara super discreto, nao dou
bandeira, tenho 25 anos, também sou um cara bonito, e nunca tentei nada com ele,
pois sempre respeitei minha amiga.
Naquele dia estava em casa sózinho, e depois de uns 20 minutos o Carlos chegou,
estava visivelmente tonto, e me disse que tinha bebido a tarde toda, que estava
triste por causa da briga deles.
Começamos a bater papo assistindo um jogo que passava na TV, oferecí uma cerveja
e ele aceitou, papo vai, papo vem, o Carlos havia ficado mais alegre depois do
nosso papo.
Quando acabou o jogo, mudei de canal, e estava passando um comercial daqueles
Chats por telefone, e começamos a falar sobre o assunto. Ele disse que não
acreditava que pudesse ser possível conhecer mulheres bonitas pelo Chat, quando
eu disse, que não sabia se no telefone era possível, mas que eu sempre conhecia
algumas gatinhas pela internet.
Ele ficou curioso, e chamei ele para irmos ver as fotos das gatas que conhecia
pela net, ele ficou muito interessado e perguntou se podiamos entrar em alguma
sala para ver no que dava.
Entramos numa sala de bate papo do UOL, e logo algumas garotas começaram a
teclar com ele.
Depois começaram a pedir foto, mas ele dizia que não tinha, e como tenho câmera
digital, ele me pediu se tiraria uma foto sua para que ele pudesse mandar para
as garotas.
Eu logo atendí seu pedido, e tirei algumas fotos suas, e sugerí que ele tirasse
algunas mostrando o corpo.
Ele ficou meio receioso, mas disse que toparia, e foi logo arrancando a camisa,
no início ele ficou meio com vergonha, mas depois foi ficando mais a vontade.
Já tinhamos tirado fotos dele de rosto, depois sem camisa, e sugerí que tirasse
algumas de cueca, mas sem mostrar o rosto.
Como estávamos sozinhos em casa, meus pais haviam ido ao cinema, e voltariam
tarde, o convencí a ficar só de cueca na sala, onde poderia tirar umas fotos
legais.
Eu ficava olhando aquele Deus Grego na minha casa só de cueca branca, imaginando
o tamanho do pau que se escondia debaixo daquela tecido.
Nesse momento comecei a dar uma de fotógrafo, e pedia para ele fazer pose, e ia
clicando ele cada vez mais a vontade, a coisa foi esquentando, e num momento
pedí que fizesse de conta que estava tirando a cueca, ele atendeu prontamente, e
quando me dei conta, ele já estava totalmente nú.
Acabei zuando com ele, perguntando se ele ia mostrar aquela rola mole pras
gatas, que elas iriam rir dele.
Ele então me pediu que pegasse uma revista de sacanagem que logo eu iria ver o
tamanho da jeba dele.
Peguei, e para meu espanto, ele ia vendo a revista e seu pau ia ficando cada vez
maior, eu então comecei a fotografar de perto, de todos os ângulos, e quando ele
se deitou no sofá eu pegava na sua rola para colocar ela em outra posição.
Só sei que num determinado momento, ele pegou minha mão e colocou no seu pau,
então me puxou e me fez colocar a boca em seu pau.
No início recusei, mas acabei aceitando, ele me segurava pelo cabelo e fodia
minha boca como se aquilo fosse uma vagina.
Depois ele me jogou so sofá, arrancou minha camiseta e meu moletom, me deixando
só de cueca, enquanto roçava seu pau entre minhas coxas.
Eu não sabia o que fazer, ele me dominava totalmente, mordia minha nuca, beijava
minhas costas, e aquilo estava me deixando maluco.
Ele então, com toda sua força física, pegou minhas mãos, colocou pra tráz,
segurou firme, e com a outra puxou minha cueca de lado, cuspiu na minha bunda e
começou a me penetrar.
Eu não queria aquilo, afinal, estáva sem camisinha, mas ele não quis nem saber,
me segurava firme enquanto me penetrava, seus 21 cm entravam de forma tão
gostosa, que eu já nem sabia mais se queria que ele parasse ou não.
Ele me fodia muito gostoso, me colocou de quatro, deu mais uma cuspida, e
enfiava sem dó, sentia seu saco bater na minha bunda, sentia aquele macho viril
todo dentro de mim.
Ele dizia que nunca tinha comido uma bunda, nem de homem e nem de mulher, mas
que estava adorando comer meu cuzinho.
Ficou uns 10 minutos até derramar toda sua porra dentro de mim.
Eu não acreditava que aquele homem, hetero, lindo, e bem dotado tinha feito
aquilo.
Fomos tomar um banho, e dentro do box eu o chupei, o que deixou ele excitado a
ponto de querer me comer novamente.
Depois disso ele foi embora, e acabou se reconciliando com a minha amiga.
Mas o importante, é que sempre que eles brigam, ele acaba vindo falar comigo, e
sempre acaba rolando uma deliciosa transa. Tomara que eles briguem muito.
Se algum cara macho estiver afim de fazer o mesmo comigo, é só escrever.
Meu MSN: ariel_legran@hotmail.com

Colega de trabalho

março 18, 2006

lui_almeida2004@yahoo.com.br
O que vou relatar aconteceu comigo há alguns meses. Já escrevi outros contos para o Mix. Vou me reapresentar: sou branco, casado, tenho 48 anos, 1,65m, 67kg, olhos castanhos, cabelos grisalhos, braços e pernas peludos, uso bigode e tenho um pau de 18cm.

Este rapaz de 37 anos que trabalha comigo (sou médico e ele enfermeiro), é branco, mais ou menos 1,72m, 68kg, corpo peludo, usa barba e bigode e tem um pau de 17cm (muito gostoso).

Ele sempre olhou para mim com interesse, mas eu nunca notei, até que em um final de semana ele apareceu em minha casa. Moro no litoral, em Santos e fomos correr na praia. Ele teceu inúmeros elogios ao meu corpo e disse ser massagista e se eu não gostaria de fazer uma massagem completa. Aceitei no ato, pois sou louco por uma massagem e combinei de ir até sua casa em São Paulo, pois ele mora só.

Na segunda-feira seguinte, após sair do trabalho, lá estava eu pronto para a massagem. Ele mandou-me entrar, tirar a roupa, ficar só de cuecas e deitar-me de bruços na cama. Ele estava vestido com uma bermuda e camiseta. Começou a passar óleo e massagear minhas costas, braços, pernas e coxas.

De repente, suas mãos deslizaram para minha bunda por cima da cueca e como eu não pus resistência, ele retirou minha cueca e começou a massagear minha bunda e, em especial, meu cuzinho, que a esta altura já piscava de tesão.

Mandou-me ficar de frente e, vendo meu pau duro, não perdeu tempo e caiu de boca, me levando ao paraíso de tanto prazer. Confessou-me que sempre sonhara com este momento, desde o primeiro dia que me conheceu. Eu não pensava em mais nada e dizia para ele continuar me chupando, até que gozei em sua boca e ele engoliu tudo.

Depois de descansarmos um pouco, ele me beijou e foi correspondido prontamente. Como ele encontrava-se muito excitado, pediu para me comer. Não me fiz de rogado e me entreguei totalmente àquele homem que me deixava louco de tesão. Ele ficou deitado de costas, com o pau duro apontado para cima, devidamente encapado por uma camisinha e bem lubrificado.

Eu, após lubrificar meu cuzinho com bastante gel, sentei-me sobre ele, direcionando seu pau para meu cu, que o engoliu lentamente até o talo. Doeu muito no início, mas, quando estava com seu pau totalmente enterrado em meu cu, senti um prazer indescritível.

Ele iniciou com movimentos de vai-vem cadenciados e depois me virou de frente e me penetrou na posição de frango assado. Após algum tempo metendo, gozamos intensamente os dois juntos.

Descansamos e depois ele me pediu para lhe penetrar. Ele disse que, como seria a primeira vez para ele, gostaria de sentar no meu pau para controlar a penetração. Deitei-me de costas na cama, com o pau duro apontado para cima, já devidamente encapado com uma camisinha. Ele passou bastante gel em meu pau e em seu cuzinho e foi sentando lentamente.

Quando o pau passou pelo seu anel e a cabeça entrou, ele soltou um grito de dor, mas não parou e eu fui introduzindo com carinho. Ele disse que não estava mais sentindo dor, só prazer e pediu para eu enfiar tudo até o talo. Não fiz de rogado e terminei a penetração. Coloquei-o na posição de frango assado e lhe penetrei novamente com carinho, levando-o ao paraíso. Ele delirava de prazer e dizia:

– Me come. Mete esse pau gostoso no fundo de meu cu. Arrebente todas as minhas pregas. Faz-me de tua mulher. Gostooooso. Eu te amo.

Fiquei bombeando por alguns minutos e lhe beijando a boca com muito tesão, até que gozamos juntos. Eu dentro dele (na camisinha) e ele em sua barriga.

Tomamos um banho junto e voltei para o meu litoral, muito feliz e realizado. Até hoje nos encontramos ocasionalmente. Não temos nenhum envolvimento emocional, só de prazer. Se você que estiver lendo este conto, for casado, tiver entre 25 e 45 anos, e quiser uma transa legal como esta, sem nenhum envolvimento emocional ou financeiro, com muito sigilo e segurança, me escreva.

Na barraca

março 15, 2006

betoville@yahoo.com.br

Aos 20 anos e pouco, formado no segundo grau, mudei de cidade, pois na minha não havia faculdade. Fui para uma metrópole, morar com parentes. Durante o primeiro ano de minha estada na grande cidade, o deslumbramento era grande o suficiente para me distrair do tesão interminável. Era tanta coisa para ver e fazer, que nem havia tempo para me preocupar com sexo. A masturbação era suficiente. Além disso, quase todos os meses eu viajava para minha cidade-natal, onde me encontrava com os amigos, velhos companheiros de trepadas e colegas de iniciação sexual. Varo e Naço, claro, continuavam sendo meus parceiros freqüentes. Mesmo morando muito longe agora, eu sempre dava um jeito de encontrá-los e colocar o pau em dia.
Zita, minha desvirginadora, casara-se e sumira de minha vida. Vi-a algumas vezes, quando ia visitar a família e eu estava combinando alguma sacanagem com meus amigos. Ela ainda era, a esta altura, a única mulher da minha vida.
No ano anterior, antes de me mudar para a cidade grande, acrescentei mais um parceiro constante na vida sexual. Renan era seu nome, tinha minha idade, estudávamos junto desde o jardim de infância, mas nunca tivéramos qualquer contato físico mais íntimo. Na verdade, começamos meio por acaso. Numa ocasião em que os pais e o irmão mais velho de Renan estavam em viagem, ele me convidou para dormir em sua casa, pois não queria ficar sozinho. Topei, pois isso era uma coisa que a rapaziada fazia muito, algo absolutamente normal.
À noite, no quarto, porém, um sentimento diferente começou a me dominar. Jamais eu havia sentido qualquer tesão por Renan, nem por outros colegas de escola. Naquela noite, contudo, ao vê-lo só de cuecas, um grande volume indicando um pau de bom tamanho, bateu o tesão. Fiquei, realmente, com vontade de transar com meu amigo. Mas, como jamais houvéramos insinuado uma eventual intimidade, eu não sabia como fazer para indicar meu desejo. Estava receoso de cometer alguma gafe.
Mas as próprias circunstâncias ajudaram. Nós estávamos sentados na cama do irmão de meu amigo, aquela onde eu dormiria. Jogávamos baralho, uma de nossas distrações preferidas (depois da punheta, acho). Como eu também estava só de cuecas, tive uma idéia: propus apimentar o jogo com uma aposta: quem perdesse deveria tirar a cueca.
Para minha surpresa, ele topou na hora. E ganhou o jogo! Fiquei muito puto, pois estava louco para vê-lo pelado. Em tantos anos de convivência, jamais vira meu amigo Renan sem roupa. E agora, estava perdendo a chance.
Mas não desisti. Pelado agora, mas com o pau ainda em “posição de descanso”, continuei o jogo, pensando em outro plano. Renan, aparentemente, não se tocara muito com minha nudez. Estava mais interessado no jogo. Recomeçamos, e pintou a idéia. Como eu estava ganhando por uma boa diferença de pontos (o jogo era canastra), e a partida se encaminhava para uma vitória fácil, provoquei:
– Dou o cu se perder essa partida!
Renan provocou:
– Ah é? Pois então se prepare, pois agora é que vou começar a jogar.
Ele, na verdade, tinha pouquíssimas chances de virar o jogo. Em mais duas mãos, eu faria uma pontuação suficiente para vencer com folga. Só que meu objetivo não era mais o jogo, e sim, ver o pau do meu adversário. Talvez custasse uma enrabada, mas era o único jeito.
Comecei, então, a jogar contra mim mesmo. Deixava de pegar mesas elementares, jogava “por engano” cartas absurdas, alimentava o jogo do meu amigo descaradamente. E, quando ele completava alguma canastra, me provocava, sem desconfiar da marmelada:
– Vou virar o jogo, prepare-se!
Eu, continuando a interpretar, devolvia:
– Dou o rabo se perder a porra dessa partida!
E continuava cometendo “erros” ridículos. O resultado foi o esperado: perdi por pouco. Hora de pagar a aposta.
Fingindo contrariedade, amaldiçoando minha sorte e resmugando, simulei um arrependimento pela aposta “impensada”. Só que agora, acho, ele sentira a picada da mosquinha do tesão. E já me mandava ficar de quatro e arreganhar o rabo pra levar ferro. Procurei disfarçar ao máximo minha satisfação com o que estava prestes a acontecer, e fui me preparando. Mandei que Renan tirasse a cueca e salivasse o pau, para facilitar a penetração.
Quando ele tirou a cueca, mal pude disfarçar o espanto com o que se apresentava aos meus olhos. Saltou de lá um pau enorme, grosso, comprido, algo que eu jamais imaginara ver no meu amigo Renan. Era realmente um fenômeno, ainda mais pelo fato de quase toda a nossa turma ter pau de pequeno a médio. Renan nunca mostrara seu pênis em público. Parecia ter vergonha. Mas agora eu via que ele estava escondendo o jogo. O danado era pauzudo que só!
Apesar de grande, o cacete estava meio flácido, necessitando de estímulo para ficar duro. Lembrei-lhe que pau mole não penetra nada. Mas, por mais que se esforçasse e manipulasse o grande instrumento, Renan não conseguia tirá-lo da posição de repouso. Percebendo que ele não iria conseguir mesmo, resolvi arriscar tudo, oferecendo-me para endurecer seu mastro. Eu não podia perder aquela oportunidade de maneira nenhuma, ainda que isso me custasse uma fama de veado, junto ao meu amigo. Sugeri, portanto, bolinar seu pau, até chupá-lo, se fosse necessário, para deixá-lo o mais duro possível. Pedi então que Renan apagasse a luz e fosse para sua cama, onde eu iria dar-lhe um tratamento completo. Aproveitei e disse que era assim que fazíamos, Varo, Naço e eu. Ele se mostrou agradavelmente surpreso em saber que tínhamos um clubinho da trepada. Já que havia começado, tratei de escancarar e contei tudo, sem entrar em muitos detalhes. Apenas lhe falei que transávamos há tempos, que já tivemos até uma cabana toda invocada, e que eu ainda encontrava Varo e Naço às vezes. Ele os conhecia bem, éramos todos bons amigos, companheiros de brincadeiras e de jogos. Renan ficou ainda mais surpreso ao saber que, durante nossas fodas, comíamos uns aos outros até gozar. Ele confessou que jamais passara por tal experiência. Contou-me de suas brincadeiras sexuais, esparsas, e garantiu que nunca chegara a gozar de outra forma que não fosse na punheta.
Animados agora, principalmente depois de colocar para fora nossas confidências, partimos para o que interessava. Renan apagou a luz e foi para sua cama, no lado da parede. Mesmo no escuro, a cortina aberta permitia que entrasse uma tênue luminosidade, dando ao ambiente uma atmosfera íntima e agradável. Além disso, como era a primeira vez que iríamos transar, e eu faria o papel passivo, preferi a segurança do escuro.
Passei para a cama de Renan e comecei a bolinar suavemente seu pau, a essa altura já se encaminhando para a ereção. Totalmente tomado pelo tesão, e fascinado com o tamanho daquela peça enorme enchendo minha mão, não resisti e caí de boca. Abocanhei o que era possível, pois agora o cacetão já estava cem por cento ereto, graças à minha manipulação. Era literalmente impossível engolir pouco mais que a cabeça. Mesmo escancarando a boca e sentindo a ponta do pau quase entrando na garganta, eu não conseguia passar da metade daquele mastro. Era um prazer, realmente, chupar aquela pica enorme. Antes, eu chupara apenas meus amigos da rua, e nenhum deles tinha o pau maior que o meu (tamanho M, diga-se). De Varo e Naço eu escondia o pau com a boca, chegando a roçar os pentelhos. Eles, igualmente, conseguiam abocanhar meu caralho todo.
Agora, porém, era algo inédito. Aproveitei o que pude, chupando com sofreguidão e aproveitando cada momento daquela transa. Percebi que Renan também estava gostando e se deliciando com a chupada. Ele até fazia ligeiros movimentos de vaivém, tentando enfiar o pau todo em minha boca. Mas era, como disse, impossível. A metade do picão era suficiente para me encher a boca.
Chegara a vez da enrabada. Numa última chupada, lambi o pau e deixei-o bem umedecido. Muito bem umedecido, diga-se de passagem. Nessa hora, confesso, eu temia pela integridade física do meu cu. Seria um risco tremendo agasalhar aquela trolha. Por isso, não economizei na saliva.
Fiquei então numa posição de costas para Renan, lado a lado, e orientei seu pau para minha abertura. Procurei arreganhar ao máximo o buraco, e pedi-lhe que fosse com calma. E comecei a sentir a penetração do maior pau que meu rabo já experimentou. Aos poucos, ele foi enfiando até esconder tudo. Senti quando seus pentelhos me roçaram a bunda.
Naquela posição confortável, ficamos ali um tempão. Acho que mais de uma hora! Renan, porém, não conseguia ejacular. Como nunca gozara sem ser batendo punheta, tinha dificuldade em esporrear sem manusear o pênis. Ele já estava ficando cansado e contrariado por não conseguir gozar. Mas não teve jeito. Para mim, sem problema. Estava confortavelmente deitado, sem me esforçar, gostando muito de sentir aquele poste indo e vindo no meu rabo… Mas Renan, coitado, já suava de tanto esforço.
Acabamos desistindo. Muito puto da vida, Renan teve de admitir que não conseguiria ejacular. E já nem tinha mais forças. Resolvi, então, inverter os papéis. Pedi-lhe o rabo, completando o troca-troca. Ele topou, mas avisou que seria difícil, pois tinha o buraco extremamente apertado.
Dito e feito: devo ter gasto toda a saliva possível, mas nada, simplesmente nada fazia com que aquele cuzinho abrisse um milímetro sequer. Meu pau deslizava para todos os lados, lambuzando a bunda de meu amigo, mas entrar que era bom… Nada. Incrível, mas parecia que aquele cu tinha uma válvula de retenção: só saía coisa, nunca entrava. Resignado, fui obrigado a admitir a derrota. Não conseguiria comê-lo.
Resultado final da noite: fomos ambos ao banheiro, bater punheta. E depois dormimos.
A partir daí, Renan passou a fazer parte da minha vida sexual com certa assiduidade. Sempre que podíamos, arrumávamos algum lugar escondido e transávamos. Chupar era o que mais fazíamos. Renan, particularmente, adorava ser chupado. O fim das transas, sempre, era na punheta. Renan não conseguia gozar me comendo. E eu não conseguia comê-lo.
Mas nosso relacionamento também serviu para que incrementássemos as transas com Varo e Naço. Um dia, contei a eles que transava com Renan. Pouco tempo depois, marcamos um encontro a quatro. Foi numa noite de verão de sábado.
Renan tinha uma barraca de camping, das pequenas, para duas pessoas. Uma das diversões preferidas da nossa turma (incluídos os colegas de escola) era o acampamento. De vez em quando reuníamos uma meia dúzia e acampávamos no sítio de um dos amigos. A barraca de Renan também era usada nessas ocasiões; como apoio, já que era pequena.
Pois bem: naquele sábado, depois de esconder a barraca nas proximidades do local onde iríamos “acampar”, Renan e eu fomos até a residência de nossos amigos. A justificativa oficial era que iríamos jogar baralho na casa de Renan. O local escolhido para montar a barraca era perto da casa dos irmãos, no mesmo bairro. Nas proximidades havia uma propriedade, por onde passava um rio, e muito mato para nos esconder. Como era noite, não havia qualquer movimento nas redondezas. Foi fácil pular a cerca e encontrar uma clareira à beira do rio, onde montamos a barraca. Não fizemos fogo ou coisa parecida, pois não tínhamos a intenção de passar a noite. Seriam apenas algumas horas.
Aquela transa não seria exatamente uma suruba, pois os irmãos, como eu já disse, não transavam entre si. Fizemos, então, parcerias. As duplas se formaram naturalmente, sem precisar combinar: Renan e Naço de um lado, Varo e eu no outro. O pequeno tamanho da barraca obrigava a um contato bastante próximo. Era um equipamento para duas pessoas, e nós estávamos em quatro.
Concentrei-me na transa com Varo. Nós nos esfregávamos e bolinávamos um ao outro. Ocasionalmente, nos beijávamos rapidamente; não havia entre nós, naquele tempo, a transa homossexual com entrega total. Os beijos, portanto, não eram parte obrigatória das transas. Enquanto me divertia com Varo, percebi que Naço e Renan faziam a mesma coisa. De vez em quanto eu sentia a bunda de Renan roçando na minha, e aproveitava para passar-lhe a mão. Sua bunda era lisinha, roliça, deliciosa de acariciar. Percebi, então, que Renan começava o ritual de enrabar Naço. Eu sabia que a coisa iria demorar.
Mudei de posição, e coloquei-me num 69 com Varo. Depois, voltamos a nos abraçar e acariciar. Renan, a essa altura, já suava no vaivém dentro de Naço. E nada de gozar, claro. Eu até imaginei que, com um cu diferente, ele conseguisse ejacular. Nada!
Depois de uma meia hora de fuque-fuque, Renan desistiu e pediu que Naço lhe batesse uma punheta. Os dois saíram da barraca e ficaram em pé, na beira do rio. Naço, agora, enchia a mão com a trolha de Renan, batendo-lhe uma vigorosa bronha. Enquanto isso, na barraca agora só nossa, eu chupava Varo. Chupei durante vários minutos, dando-lhe um tesão imenso. Depois, trocamos. Deitei-me e ele passou a me chupar. Foi nessa chupada que, por pouco, não experimentei uma sensação nova.
Varo caprichava na mamada, e eu senti os primeiros sinais de um orgasmo iminente. Tinha certeza que iria gozar dentro de instantes. Mas não queria fazê-lo dentro da boca de meu amigo. Isso jamais passara pela cabeça de qualquer um de nós. Gozar na boca do companheiro? Era demais!
Sem dizer nada, tirei o pau da boca do meu amigo e dei-lhe a entender que gostaria de terminar numa punheta. Juntamo-nos aos nossos amigos, fora da barraca, em pé, um masturbando o outro. Gozamos quase juntos, espirrando longos jatos em direção ao rio. Aproveitamos a água do rio para nos lavar e terminamos nossa transa. Do outro lado, Renan finalmente conseguira ejacular. Naço deve ter ficado com o braço doído, pois nem sequer tentou masturbar a si mesmo. Foi o único que saiu sem gozar.
Algum tempo depois, durante uma transa com Varo, contei-lhe que quase gozara em sua boca, na barraca. Para minha surpresa, ele contou a mesma coisa, e também disse que interrompera a chupada, receoso ante a possibilidade de me encher a boca. Não falei nada pra ele, mas confesso que a eventualidade de ele ter gozado não me assustava. Não sei se eu teria engolido a porra, mas certamente não tiraria a boca. Penso que, se ele tivesse ido até o fim, eu receberia o esperma e depois cuspiria. Se bem que a possibilidade de engolir não era descartável. Afinal, a essa altura da vida eu já sabia muito mais sobre sexo. E sabia que o esperma é um fluido humano inofensivo, ingerível sem risco. Mas as minhas transas juvenis estavam prestes a terminar, sem que jamais eu tivesse sentido o gosto de esperma.

Porém, antes de largar definitivamente os paus de meus amigos, tive uma última transa, inesquecível, com Renan. Claro que, na época, nem imaginávamos que aquela seria a última trepada entre nós. Era só mais uma. Mas foi legal.
Renan estava me visitando na cidade grande onde agora eu morava. Ele passou um feriadão comigo, enquanto meus parentes viajavam. Ficamos três dias sozinhos no apartamento. Claro que não transávamos o tempo inteiro, pois havia muita coisa a fazer naquela metrópole. O cinema era nossa diversão preferida. Na verdade, trepamos apenas uma vez, na última noite de Renan na cidade. Estávamos no meu quarto, onde havia duas camas (uma para visitas), batendo papo e ouvindo música. Cada um numa cama, ambos só de cueca. Não faláramos nada em trepada, mas o tesão me bateu quando vi o contorno da roliça bunda do meu amigo. De supetão, pulei sobre ele, puxando-lhe a cueca para baixo.
Ele reagiu, na brincadeira, mas permitiu que lhe tirasse a cueca. Tirei a minha também e fui avisando:
– Hoje eu te como o rabo, pode se preparar!
Ele nem se tocou, já antevendo a dificuldade que eu teria. Mas exigiu que, antes, eu lhe desse uma chupada das boas. Fi-lo, com vontade e prazer. Quando abocanhei seu pau, ele ainda estava mole, e consegui enfiá-lo quase todo na boca. Mas, à medida que o tesão fluía, o caralho crescia e endurecia. Logo ficou em posição de ataque, totalmente duro e mal cabendo em minha boca escancarada.
Chupei durante bastante tempo, para deixá-lo com o máximo possível de tesão. Aí mandei que ficasse de quatro, com o rabo bem arreganhado. Enchi-lhe o buraquinho de saliva, gastei mais um tanto encharcando meu pau e comecei a penosa tarefa de tentar comê-lo. Fui com calma, pois sabia que seria difícil. Delicadamente, também para não machucar meu amigo, eu empurrava a cabeça do pau no buraco apertado. Aparentemente não estava machucando, nem doendo, pois ele não reclamou. Continuei a tarefa, agora sentido que a resistência enfim começava a se quebrar.
De fato, senti a cabeça do pau sendo espremida. Ele finalmente desbravava a mina do tesouro de meu amigo Renan. Apliquei mais uma generosa camada de saliva e comecei a forçar a entrada. Funcionou. Totalmente encharcado e liso como quiabo, o pau abria caminho e penetrava mais fundo. A sensação era ótima, pois o buraco apertado comprimia o pau, como a bater-lhe uma punheta. Aos poucos, consegui enfiar tudo, sentido meus bagos batendo contra a bunda de Renan. Passei então a estocar com mais severidade, tirando quase tudo e enfiando de novo, com força. A grande quantidade de saliva que eu aplicara fora a salvação. Não há lubrificante melhor. Foi exclusivamente graças à saliva que eu conseguira desvirginar aquela bundinha deliciosa.
Agora, o vaivém do meu pau fazia um barulho gostoso, socando toda a saliva nas paredes e no fundo do cu do meu amigo. O orgasmo foi fantástico, poderoso, inebriante… Gozei como poucas vezes gozara antes, saboreando cada momento daquela trepada inesquecível. Quanto tirei o pau, saliva e porra se misturavam, escorrendo pelo buraco agora já nem tão apertado e descendo pela perna de Renan. Rapidamente, para não sujar a cama, ele se levantou num pulo e correu para o banheiro, se lavar. Quanto a mim, deitei-me gostosamente, de costas, deixando que o resto de porra e saliva pingasse do meu pau para a barriga. Fiquei curtindo, com um sorriso de prazer, aquela verdadeira desvirginada.

Depois de uma transa hetero

março 15, 2006

franios@ibest.com.br Sempre fui machão e nunca tinha pensado em transar com outro homem.
Eu estava com 26 anos e curtia bem as garotas. Eu tinha um primo que tambem era bem safado e sempre saíamos juntos para pegar a mulherada.
Estavamos em uma balada, quando encontramos com uma menina muito safada que todo mundo comentava que era muito galinha. Como não tinhamos conseguido nada, fomos falar com ela. Ela logo estava dando mole pra gente. Mas o que mais me surpreendeu foi ela sugerir que saíssemos nos 3 juntos. Realmente era muito safada. Topamos de cara, claro, todo homem tem tara por uma transa meio que suruba.
Fomos para meu apartamento e logo a putazinha tava sendo fodida pelo meu primo enquanto eu enrabava aquele cuzinho.
Aquilo me dava um tesão danado, mas algo aconteceu que me surpreendeu me dar tanto tesão. A menina me colocou de frente com meu primo que estava deitado na cama e juntou nossos paus e começou a chupar os dois juntos. Ela tinha muita prática naquilo, pois conseguia engolir os dois ao mesmo tempo.
Aquilo me deu um tesão enorme, não por a boca dela pressionar muito as nossas picas para que coubessem na boca dela, mas o que me dava uma tesão que eu não aguentava era sentir o pau do meu primo ali grudadinho ao meu. Podia sentir aquele membro pulsar ao longo do meu pau.
E meu primo sentiu o mesmo. A menina não percebeu mas enquanto ela nos chupava desse jeito nós dois nos olhávamos e no nosso olhar dava para perceber o tesão que sentíamos em estamos ali como nossos paus colados.
Do jeito que estávamos nossos paus e sacos se encostavam, me dando arrepios de prazer, tanto que eu não aguentei e gozei na boca daquela putinha, logo sendo seguido por meu primo. A nenina continuou chupando-nos daquele jeito lambendo toda nossa porra e deixando nossos paus limpos.
Ficamos um tempo deitados na cama, e meu primo e a putinha se vestiram e foram embora, meu primo foi levá-la em casa.
Bem os dias passaram normais, mas algo tinha mudado em mim, cara eu não podia ver meu primo que me dava um tesão tremendo. Eu ficava louco para sentir o pau dele no meu novamente.
Aquilo me pertubava, parecia que eu tinha virado gay, estava com tesão em outro homem.
Passaram-se umas duas semanas, quando meu primo veio ao meu apartamento, devolver uns filmes que tinha me emprestado a um bom tempo e que eu nem me lembrava que estava com ele.
Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas tinha algo de diferente no ar, eu juraria que ele também estava tesudo em mim. Mas disfarcei, não ia dar bandeira, para que ele saísse dizendo que eu era viado.
No meio dos vídeos tinha um porno que eu gostava bastante. Daí eu comentei:
– Puts, fazia tempo que eu queria ver esse filme de novo, ele é fera!
Meu primo confirmou:
– É cara, ele é foda.
Sem nem pensar pus a fita no vídeo e comecei a assistir, nem perguntei se meu primo iria embora ou se assistiria comigo, mas ele ficou.
Em pouco tempo, estavamos de pau duro, no maior tesão, as nossas calças pareciam que iam estourar. Eu não aguentei falei que ia bater uma ali mesmo, pus meu pau pra fora e comecei o serviço. Meu primo não se fez de rogado e também fez o mesmo. Logo estávamos os dois pelados sentados cada um em um sofá, mandando ver na punheta.
Foi quando me peguei olhando fixamente pro pau dele, mas percebi que ele fazia o mesmo comigo, não tivava os olhos do meu pau.
Nossos olhos se cruzaram, o tesão estava estampado. Só ouviamos os gemidos da fita que aida rolava.
fou quando o Ricardo falou:
– Quero bater uma com meu pau roçando o seu!!!
Em qualquer outro momento eu teria no mínimo expulsado meu primo do meu apartameno, mas naquelas circunstâncias, eu apenas me deitei de costas no sofá e abri bem as pernas. O Ricardo veio por cima de mim e colou nossas rolas. Que delícia, ficamos ali uns dez minutous naquela briga de espadas, eu sentia como se tivesse uma putinha cavalgando em mim, e ele como se tivesse fodendo uma putinha de franguinho.
Nosso tesão só aumentava, até que eu ergui minha cabeça em direção do Ricardo e ele prontamente veio em minha direção e nós dois nos beijamos ardentemente.
O Ricardo então, levantou minhas pernas, arreganhando e empinando minha bundinha, me deixando literalmente na posição de frango assado.
Na hora pensei em dar uma porrada nele e acabar com aquilo, pois eu não era viado, mas o tesão falou mais alto.
Só senti o pau dele que escorregou pelo meu, passou por meu saco e seguiu caminho até se posicionar na porta do meu reguinho.
Meu primo olhou nos meus olhos e forçou a entrada, aquilo doeu demais, mas me deu um tesão incrível que eu quase gozei na hora. Eu só relaxei e deixei aquele macho me foder com toda força.
Eu não acreditave que tava sendo fodido por um pau de 17 cm e tava adorando. Me senti uma putinha, mas estava adorando.
O Ricardo fazia questão de meter tudo e tirar novamente até ficar só a pontinha da cabeça e de novo meter tudo sem dó. A cada estocada eu sentia uma dor que percorria todo meu corpo mas que me fazia tremer de tesão.
Então ele deu uma estocada forte e soltou um urro e começou a estremecer. Eu sabia, ele tava gozando e me inundando com sua porra. Eu sentia seu pau totalmente atolado em mim pulsando.
Ele ficou ali uns dois minutos parado, gemendo e se recompondo.
Foi quando, sem eu pedir ou ele falar nada, ele saiu de dentro de mim, abaixou minhas pernas se posicionou e foi descendo devagar em minha rola.
Cara nunca tinha fodido um cuzinho, e aquele era maravilhoso, apertadinho que até fazia meu pau doer enquanto entrava.
Meu primo parou quando entrou a cabeça, vi pelo sua careta que tava doendo muito. Então eu segurei em sua cintura e puxeio-o para baixo, fazendo meu pau entrar de uma vez até o saco. Segurei firme em sua cintura não permitindo que ele tentasse sair, ele se contocia e rebolava. Sentia bastante dor, mas percebi que sentia tesão pois seu pau já estava duro como pedra novamente.
Aos poucos ele foi relaxando e ele mesmo começou a cavalgar na minha pica, enquanto se punhetava frenéticamente.
Eu não aguentei mais e esporrei naquele cuzinho, enchendo- o de porra, meu primo continuou a rebolar e se punhetar até que esporrou em meu peito e barriga.
Ele ficou ainda uns instantes ali em cima de mim, depois depressa se levantou pos sua roupa e saiu sem falar nada, mas como eu, completamente saciado.

O amigo

março 11, 2006

No dia internacional da mulher, eu e meu amigo de farda ficamos sozinhos, pois nossas esposas resolveram tirar um dia de folga. Como não somos bestas, mandamos as crianças passearem também.

Ficamos na casa do Orlando, pois lá tem uma piscininha. Compramos cerveja, carne e fomos pra lá descansar um pouco. O sol estava super quente e, depois de algumas biritas, o Orlando perguntou se eu me importaria que ele tomasse banho de piscina e sol pelado, pois sempre fazia isso em casa. Disse pra ficar a vontade e disse que também ficaria, para ele não ficar constrangido. Tiramos a roupa, coisa normal, já que nos víamos sempre nos banhos coletivos.

Tudo estava legal, até o Orlando, se agachar pra olhar o que tinha no fundo da piscina e ficou de costas pra mim. O cara se arreganhou todo e eu vi o cu dele. Caralho, merda feita, fiquei de pau duro, nem dava pra disfarçar. Quando ele se virou e viu, fez uma cara de surpresa e deu uma risada.

Disse que foi mal, mas ele tinha ficado numa posição foda ali. Daí ele perguntou:

– E aí, o que você viu?
– Seu cu, cara. Ele é bem lisinho, parece que nem tem pêlos.

Ele sorriu novamente, se aproximou e disse:

– Quer ver de perto?

Ele ficou de costas, se abaixou e, olhando pelo meio das pernas, perguntou se eu tinha gostado. Disse que sim claro, mas que ele era foda, pois se ele continuasse daquele jeito, iria cair de boca naquele cuzão. Caralho, ele então começou a piscar o cu, e me mostrou como era. Cara, o cu dele, quando piscava, se abria todo, ficando um buraco. Ah, não aguentei e disse:

– Caralho, velho, tu é arrombado, tu dá o cu?

Disse a ele que ele deveria agüentar um cacete, pois já era aberto. Ele disse que cacete não sabia, mas já tinha enfiado até 3 dedos. Cara, meu pau latejava e babava e perguntei se eu poderia enfiar meus dedos. Ele disse que tudo bem, para que eu tentasse. Comecei alisando, cuspi no cu dele e comecei a enfiar um dedo, depois dois e três. Ele piscava e o cu se arreganhava mais.

Disse a ele que era foda aquilo, mas que estava a fim de meter era meu cacete no cu dele. Ele, de pronto, disse:

– Cara, vai lá, tente aí, mas se doer ou eu não gostar, você pára.

Na hora me levantei e fui, mas fui com sede mesmo e meti. O bicho entrou de uma tacada só, ele deu um gemido e eu fiquei parado, mas todo atolado. Perguntei se estava legal e ele disse que estava normal. Comecei a bombar e, quando comecei a tirar totalmente meu pau e meter novamente, ele começou a dar umas reboladinhas. O pau dele endureceu e eu me assustei: o pau do cara era enorme e grosso pra caralho. Nisso, escutamos um carro entrando na garagem e nos recompusemos.

Meu primo ainda era virgem…

março 3, 2006

fa_littleboy@hotmail.com

Meu pai possuía uma chácara no interior de São Paulo, onde normalmente realizavamos muitas comemorações em família e amigos. Era um lugar agradável, muito verde, uma bela piscina, um laguinho escondido entre as árvores, uma casa simples, porém grande e arejada. Uma bela varanda onde tínhamos uma rede. Um pequeno refúgio muito bem cuidado, um zelo de meu pai.

Num certo final de semana fomos todos para lá, inclusive meus tios e primos, uma perfeita festa em família. Dentre esses primos, um que fazia um certo tempo que não via, o Rodrigo. Um moreno muito forte, quadril definido, belas coxas e uma bunda maravilhosa, dessas que a gente fica de pau duro só de olhar de longe. O cara era muito gostoso. Só que fazia um certo tempo que não nos viamos, devido a diversas circunstâncias da vida.

A chácara ficava perto da cidade e normalmente no final da tare, iamos dar um passeio para comprar alguma coisa. Nesse dia, meus tios queriam ir até a cidade para conhecer melhor, pois se tratava de uma cidade histórica e com muitas curiosidades. Eu que já conhecia bem o local, resolvi ficar na chácara, além do mais naquela semana tinha estado lá quase todos os dias.

Todos foram ao passeio cultural, com exceção de mim e de Rodrigo. Durante o almoço, tinhamos conversado bastante, assuntos banais, tais como faculdade, música, um show que tinha acontecido em São Paulo naquela semana. Rodrigo tinha um papo muito dez, uma pessoa boa de prosa (como se diz no interior), nossos assuntos sempre batiam. Isso não era comum na infância, pois sempre escondia meus brinquedos quando ele nos visitava.

Assim que todos sairam , continuamos a conversar na rede para fazer a digestão do almoço. Nisso, Rodrigo perguntou – me se queria ir pra piscina, pois tava muito calor. Aceitei na hora, afinal, era mais uma oportunidade de eu ver aquele ébano de sunga. E por falar em sunga, o cara foi usando uma branca, quando molhada transparecia todo o volumoso argumento que tinha. Dava pra notar que ele era bem dotado. O que também dava pra notar, era a minha empolgação, meu pau continuava duraço e fiquei receioso de sair da piscina. O que notei também, era que Rodrigo também estava animadinho e devia estar percebendo minhas secadas.

Continuamos n´água, até que Rodrigo resolve sair e foi se secar. Levantou –se e do nada, tirou a sunga, pendurando numa cadeira, se secando com a maior naturidade. Eu fiquei de boca aberta e meu priminho percebendo, perguntou se havia gostado do que estava vendo. Na hora percebi o seu joguinho e saquei o desejo do cara. È claro que respondi que estava gostando e gostaria mais se ele estivesse mais perto de mim. Ele aproximou – se e eu agarrei aquela jeba, enjoelhado aos pés de Rodrigo. Chupei muito aquela picona, devia Ter uns 20 cm, mas fazia questão de engoli – la toda. Sentia o ardor na minha garganta. Fazia aquilo meu brinquedo, me deliciando todo. Caímos na piscina e nos beijamos. Eu segurava aquela bunda com força, deslizando minha mão por todo aquele corpo malhado e molhado. Deitamos naquele piso da piscina, forrado por uma toalha e continuamos nossa agarração, agora fazendo um 69 delicioso. Ele me punhetava enquanto eu flautava aquele pau. Também me chupava e mordia meu saco, apertando meus quadris e eu no mesmo compaço. Ficamos nessa esfregação por mais uma meia hora e resolvemos parar por ali, pois nossa família podia chegar a qualquer momento. Encerramos aquela hora com um belo banho de porra, gozando os dois juntos, molhando nossos rostos.

Voltamos para casa esperar o pessoal, eis que meu telefone toca, era meu pai perguntando se estava tudo bem e que iriam demorar mais um pouco, pois iam na casa de um amigo dele, numa outra chácara, comprar umas mudas de algo que não me lembro. Nossa, aquilo foi uma felicidade, pois tinha mais um tempo pra desfrutar do meu priminho gostoso. Contei pra ele e continuamos nossa brincadeirinha, agora ali memo na rede.

Arrancamos nossas camisetas e nos beijamos. Rodrigo começou a me beijar, desde a nuca, seguindo por meu peito, barriga (adoro que me beijem a barriga, ainda mais daquele jeito), seguindo em direção ao meu pau. Chupou mais um pouco e interrompeu com uma pergunta, dizendo que ainda era virgem, tanto de homem como de mulher e queria que sua virgindade total terminasse naquele dia. Fiquei meio sem jeito, como aquela gostosura ainda era virgem, devia assistir muito filme pornõ, pois tinha uma atuação perfeita. Perguntei o que ele queria e só me disse que queria tudo. Pois bem, tivemos tudo. Comecei a beijar todo seu corpo, seguindo para a sua bunda. Comecei a beijar aquele cuzinho, muito apertado. Os pelinhos clarinhos daquela bunda me deixava louco. Brinquei bastante com aquele buraquinho, enfiando um dedo, dois, três… até perceber que o priminho não tava aguentando mais de tesão. Peguei um a camisinha, visti e delicadamente coloquei aquele macho de quatro e fui enfiando de vagarzinho, mordiscando aquela nuca. Vi que não ia entrar, peguei um creminho, lambuzei tudo e coloquei só de uma vez, sem dó. Rodrigo deu um grito e comecei a bombar sem parar, já com pressa, pois podia chegar alguuém. Metia e ele rebolava, gemendo com aquela voz grosso de homenzão, até que não suportando mais, disse que ia goar. Tirei a camisinha e punhetei até jorrar porra naquela bunda, o que sobrou, meu primo fez questão de mamar. Nos lavamos e não demorou muito todos chegaram. Tudo continuou normalmente e um belo sorriso em nossos rostos.

Não pude realizar o desejo do meu primo de deixar de ser virgem totalmente, pois ninguém mais saiu eu não tive a oportunidade de sentir aquela delícia de pica dentro de mim. Nunca mais tivemos outra oportunidade, nem nos vemos mais. Anceio o dia dele poder voltar à chácara, para podermos continuar nossa brincadeira. No mais, fico só sonhando e imaginando. Quem sabe um dia…

Clube do Bolinha

março 2, 2006

Meu nome é André, sou carioca, estou curtindo as putarias de Brasília. Eu que pensava que o Rio era quente. Aqui o povo nem se fala direito, mas já vivi muita coisa inesperada. Moro só numa mansão do Lago Sul, bairro muito bom, mora-se bem aqui, a cidade é segura, limpa, ainda sou privilegiado com uma vista para o lago e a ponte nova, maravilha. Aqui tem um parque público que é uma festa de sexo, é como o jardim das delícias do Dan Brown.

Vim trabalhar com meu tio que é político, mas nem trabalho. Vivo então para malhar, nadar, correr e ir ao clube. Meu programa preferido é jet-ski no Paranoá. Tive também umas aulas de pilotagem de avião, mas não foram longe. Perdi o ânimo. Um amigo me convidou para pular de pára-quedas em Anápolis, acho que vou.

Estou lendo alguns livros sobre sexo, que me deixam com idéias mais livres ainda. Minha namorada é meio travada, mas vai acabar cedendo ou então “ponho a fila pra andar”. Falaram que aqui tem muita mulher gata que topa a minha proposta: namoro aberto para gente bonita, hedonismo, prazer pelo prazer. Além de que minha namorada, apesar de freqüentar a Perpétuo Socorro todo domingo, é muito putinha, mas tem uma moral cristã que estraga tudo, quer fazer bonito para a mãe ver.

Esse meu amigo pára-quedista é muito gostoso. Sempre flagrava minha namorada olhando, mas ficava na minha, eu já tinha transado com ele, fazíamos de tudo. Começou tudo aqui em casa depois de um churrasco. Estávamos na hidro bebendo. Já era noite, outros amigos já haviam saído. Quando me levantei pra pegar cerveja, ele elogiou minha bunda. Fiquei sem graça e voltei com as cervas. O volume da sunga estava maior. Mas o bicho já estava pelado na piscina. Resolveu tomar banho nu. Vi aquele macho na minha piscina, holofote iluminado-o, aquele corpo deslizando na água, a marca da sunga gritando na sua bunda, a bebida inflamou-se em mim. Resolvi tirar a minha e nadei com a estranha sensação do pau duro resistindo à água. Daí começou: comi aquele cara delicioso. Foi minha primeira vez com um homem, sentia todo o poder daquela transa percebendo meu narcisismo, éramos dois exemplares de machos humanos nos consumindo em porra.

Percebendo as olhadas de minha namorada para ele, deixei os dois a sós numa tarde. E mandei ele dar em cima dela. A vadia caiu. Ele deu um toque no meu celular e eu cheguei com ele comendo ela. Ela ficou toda sem graça. Senti pena. Sem mais nem menos, comecei a chupar o pau dele, ela ficou mais doida ainda, se enfezou e saiu de casa. Rolou um stress de leve. Depois fizemos as pazes. Ela sabe que trepo com ele e com ela.

O que ela não sabe é que existe um “clubinho do bolinha”, uma comunidade que se reúne aqui em casa todos os sábados pela tarde. O ritual é chegar e ficar pelado, só os melhores da academia. Somos seis, malhamos na mesma academia, exceto o para-quedista que muitas vezes está em Anápolis. Chamamos ele de sétimo elemento. Temos um pacto de culto ao homem, é muito gostoso. Só um não tem namorada, é mais delicado, o Márcio, mas ninguém zoa o cara, porque ele é gente boa e os bichos fazem ele de escravo. Ás vezes é obrigado a ficar olhando a galera fudendo amarrado, tenho pena, mas parece que o bicho curte. Ele é gato, mas já como é dengoso, mandam ele virar homem, principalmente o F., um loiro nadador, bocona, machão e machista, mas dá e come rabo de homem. Se eu for contar a história de como cada um entrou, dá vários contos a parte.

O que vim contar hoje foi que a reunião de sexta foi muito louca. Trouxemos seis caras gostosíssimos. Quatro eu trouxe do Rio e dois o Ermes trouxe de Sampa. Pagamos as passagens e hospedagem. Valeu a pena! Primeiro fizemos uma roda, deitados, que a gente chama de Estrela Fértil e tomamos um a porra do outro. Nessa brincadeira, não pode parar de mamar enquanto todos não tenham acabado. É muito engraçado ver o nervoso de quem goza rápido sendo chupado até o fim da parada. Depois, chamei os caras que estavam esperando a hora da ação na casa do caseiro, eles foram sorteados, eram muito bons. A gente inventou de ficar batendo papo com a rola deles no nosso rabo.

Eu tive vontade de beber água e fui até a cozinha com o cara engatado atrás de mim. E o calor estava muito forte. Isso aumentava o tesão. Planejamos isso por causa desse calor de quinta, deixou todo mundo maluco. Fizemos um vídeo amador. No vídeo nós gozamos dentro de uma taça de champanhe. Ficou muito excitante a cena. Os caras de fora queriam gozar lá também, mas não deixamos. É quase que um namoro a seis e só abrimos exceção pro para-quedista, que é dos nossos.

T. é um negro lindo, uma rola enorme e faz um contraponto legal com minha pele, sou branco e liso, igualmente gostoso e safado. P. é a mistura, parece espanhol, moreno com olho claro, cabelo bem preto, também é lindo, o melhor é seu pau, ele nem precisava ser tão bonito, o pênis é cinematográfico, só de pensar já salivo. M. e F. são loiros, F. malhado de tanto nadar (como já disse ele nada muito) e M. joga futebol, tem perna e bunda de jogador, além de um cabelo muito massa, que não se segura, muito lisinho, o cara é massa. Não falei ainda de G. nem do E., não por falta de assunto. São igualmente gostosos. O E. é o mais magro, mas tem um corpo maneiro, sarado, cabelo castanho claro, quase loiro, pica grossa e reta. O G. é lindo, pica grande, bundão, joga futevôlei. Embora eu não curta muito pêlos, os dele são muito bonitos, bem distribuídos, não há quem ache feio.

Ele tem o cabelo crescido, é o mais charmoso. Eles são os que começaram tudo, assim que cheguei os conheci, eles tinham namorada e eu não. Daí conheci minha gata. Eles estão tramando de colocar a mulherada na parada. Não sei se vai dar certo. A minha fica se fazendo de santa. Trepou com F. mas não admite que estava afim, muito hipócrita. As namoradas dos caras já estão na reta, sábado que vem vai ser com mulher. Acho que o M. nem vai, penso que ele não trepa com mulher. Minha namorada tá pensando no assunto, nada que uísque com energético não resolva.

O boy bi

março 2, 2006

marcos.sampa@uol.com.br

Essa tem uns 5 anos. Muito raramente vou ao Autorama lá no Ibirapuera – São Paulo, mas numa noite eu estava voltando de uma reunião de amigos e resolvi dar uma entradinha só pra sentir o movimento. Parei o carro e fiquei admirando alguns caras. Estava pensando em ir embora quando começou a olhar pra mim um moreninho claro com uma pele cor jambo (parecia pele de surfista), olhos escuros, corpinho todo certinho e aparência de uns 25 anos.
Como sou um cara normal, branco, 38 anos, 1,77m, 74kg, preferi sair do carro e ver se rolaria algo ou não. Daí a pouco começamos um papo gostoso e ele me disse ter namorada e até um filho com ela. É claro que essa história me deixou morrendo de tesão. Quando menos espero, ele me ataca e me dá um beijo de tirar qualquer um do sério. Entramos no carro, trocamos uns amassos, mas, como detesto transar em carros, pois acho muito desconfortável, convidei-o para irmos num motel. Ele me disse conhecer um hotelzinho tranqüilo na Rua Senna Madureira e lá fomos nós. Tão logo entramos no quarto, perdemos totalmente a noção de tudo. Ele me atirou sobre a cama e veio me dando um banho de língua enquanto arrancava minha roupa. Pra não deixar barato, arranquei a roupa dele também enquanto saboreava cada detalhe daquela pele de seda. Paramos para um banho rápido enquanto nos esfregávamos mutuamente e voltamos correndo para a cama. Voltei a beijar aquela boca gostosa e fui descendo pelo peito, barriga, umbigo, até chegar a um lindo pau à minha total disposição. Como não gosto de chupar sem camisinha (tenho receio), dei um jeito de encapar aquela beleza e caí de boca fazendo o rapaz urrar como se estivesse sendo torturado. Ele se mexia tanto que até me atrapalhava.
Aos poucos fui descendo pela base do pau, mordi um pouquinho as bolas e, é claro, admirei aquele cuzinho moreninho e sem pêlos. Não resisti, levantei as pernas dele e comecei a me deliciar naquela bunda enquanto ele dizia que queria ser o ativo na nossa brincadeira, pois havia dado o cuzinho uma única vez, mas depois de várias linguadas, ele mesmo segurou as pernas bem abertas (frango assado) e disse: “Pode vir, essa bunda é toda sua”. Bem, sem dar tempo a ele de mudar de idéia, encapei meu pau e mandei ver naquela bundinha quase virgem. Ver o rosto dele expressando dor e prazer ao mesmo tempo era o meu deleite. É claro que eu ainda aproveitava pra fazer um carinho no peito dele (liso) e ainda beijava aquela boca que arfava o tempo todo. E aos beijos e abraços atingimos um orgasmo perfeito.
Ficamos abraçados um tempo até que resolvi tomar banho. Quando menos espero ele entra no box e começa a me esfregar de novo, lava meu corpo, desce pelo meu peito me dando um super banho de língua e cai de boca no meu pau. Depois da chupada, voltamos ao quarto e ele me fez encostar na parede enquanto dava um super trato na minha bunda. Ele sabia se vingar direitinho de tudo o que fiz com ele. Quando eu estava quase subindo pelas paredes, literalmente, ele encapou aquele cacete delicioso, sem dúvida maior que o meu, e com todo carinho do mundo começou a me comer. É fantástico como ele sabia trabalhar minha bundinha com lentidão pra que eu sentisse o mínimo de dor possível e o máximo de prazer.Prazer esse que veio numa torrente de gozo sem igual. Depois disso tomamos outro banho, trocamos mais beijos e eu o levei até sua casa. Não é que uma semana depois eu o vejo entrando numa boite GLS acompanhado de uma linda gatinha? Muito discretamente eu fingi que não o vi, mas lá dentro, tão logo ele me viu, veio me cumprimentar como se eu fosse um velho amigo. Aproveitou o momento pra me dar um rápido esfrega e disse: “Cara, tô com saudade!”.
Se interessou, escreve pra mim. Não curto drogas e não sou bem dotado, mas bastante carinhoso e não acho beleza fundamental.