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Aprendendo Com o Vizinho

novembro 16, 2005

Quando eles se mudaram para a casa do lado eu tinha acabado de completar meus 20 anos. Não era um cara tímido, mas era bem reservado. Acho que no fundo eu tinha medo que descobrissem o meu segredo, ou seja, descobrissem que eu sonhava em ter um macho me fazendo de “gato e sapato” nas mais diversas situações.

Os meus novos vizinhos eram um casal comum. Ela mais jovem e ele com uns trinta anos. Tinha um filho de quatro anos. Ajudei a descarregar a mudança e colocá-la no lugar. Daí em diante fiquei amigo deles. Ela comentou com minha mãe que seu esposo tinha dito que eu era um rapaz muito prestativo e sempre perguntava por mim.

Ela achava isso bom, pois era muito sistemático e tinha poucos amigos. Talvez fosse o fato de ser tão trabalhador e ter pouco tempo.
Ele sempre me chamava para ajudar em alguma coisa. Eu ia correndo, pois desde o primeiro fim de semana que o vi apenas de camiseta e bermuda nunca mais consegui deixar de bater uma punheta sem deixar de pensar naquelas pernas grossas e cabeludas, bem como naqueles peitos definidos e braços, ambos também repletos de pêlos, coisa que eu sempre adorei. Então chegou o fim de semana onde os meus desejos seriam realizados.

O universo contribuiu ao meu favor. Todos em minha casa foram passar o fim de semana na casa de meus avós e não podia ir, pois precisava terminar alguns trabalhos. E a minha vizinha também iria viajar para o interior em visita a uma tia doente. Era sábado à tardinha quando ele me chamou e disse que se eu quisesse poderia dormir na casa dele para eu não ficar só. Exultei de alegria com convite, mas disfarcei e disse que seria incomodo. Ele disse que seria um prazer e que nós teríamos muitas coisas para conversar e fazer.

Na minha ingenuidade e nenhuma experiência, nada imaginei. A verdade era que eu estava feliz em dormir perto do homem mais lindo que eu tinha visto e estava apaixonado.

Fui para casa dele por volta das vinte horas. Ele estava à vontade, usava um short bem curto e bem justo, deixando a vista todo seu corpo maravilhoso e bem delineado. Precavido, tinha eu colocado uma cueca bem justa e um short largo, o que disfarçou meu pau que logo ficou duro. Ele fez um chocolate quente, após eu ter dito que não queria lanchar e me convidou para escutar música.

A conversa começou sobre assuntos triviais. Sentado no sofá maior, ele deixou as pernas abertas e eu podia ver os seus testículos. Eu tremia de tanto de tanto tesão que não conseguia disfarçar. Então ele perguntou:

“Você está com frio?”

“Só um pouco, deveria ter trazido uma blusa”.

Baixei os olhos como medo que ele percebesse a minha mentira deslavada. O que eu não conseguia era segurar o meu tesão que me fazia tremer como louco a ponto de ajoelhar no meio das pernas dele e pedir para eu mamar aquele cacete que eu tanto desejava. Então ele falou com um sorrisinho nos lábios:

“Senta aqui perto de mim, vou te abraçar, assim você esquenta”

Ele arredou e fez sinal para eu sentar do lado dele. Eu não conseguia me mexer, aquilo era um sonho? Ele percebeu e disse: “Pode vir não tenha medo, vou te dar o que você quer”.

Sentei do lado dele e tremia como vara verde. Ele tirou minha camiseta, colocou minha mão no seu pau, abraçou-me e falou no meu ouvido:

“Você quer ser todinho meu hoje? Vou comer o seu cuzinho e vou te ensinar como se chupa e dá para o seu homem. Você quer?”

Quase sem voz respondi que queria, que ele podia fazer o que quisesse comigo. Ele me beijou e enfiou aquela língua gostosa toda na minha boca. Eu não sabia onde passar a mão. Não sabia se segurava aquele mastro enorme e grosso. Ele me levou para entre suas pernas depois de tirar o short e disse: “Agora é hora de você começar a agradar seu homem. Chupa essa pistola como se fosse um pirulito.”

Chupei desajeitado seu cacete, suas bolas, lambi suas pernas, sua barriga, entre um beijo e outro. Enquanto ele dizia: “Você é melhor do que eu esperava… vai! chupa gostoso.”

Ele me deitou no chão e começamos um 69. Ah! Quase gozei. Ele chupava meu pau e meu cu alternadamente, coisa que eu imitei. Metia a língua no meu rabo e me pedia para fazer o mesmo. Já estávamos loucos, quando ele me colocou de quatro e meteu aquela pistola no meu cu dizendo:

“Que cuzinho gostoso, vou te comer sempre! Vai dar esse cuzinho só para mim” e eu respondia: “Sim, quero esse cacete sempre no meu rabo! Eu te amo! Antes de gozar, ele tirou e ficou de frango assado, dizendo que era a vez dele de ganhar rola. Com o cu ardendo, pois era minha primeira vez, coloquei o meu pau, que não era assim tão pequeno e fino, dentro do rabo dele de uma vez só.” Gozamos litros de amor!
Foi o primeiro final de semana de prazer de muitos outros que tivemos em nosso troca-troca particular.