Segredo entre amigos

Contato
Bom ja desconfiei logo de cara que boa coisa não ia virar aquela convivência com o Edival no mesmo quarto da república. Quando alugamos a casa de dois quartos em Belo Horizonte, os quatro amigos fizemos um sorteio e acabei tendo de morar no mesmo aposento com ele. Toda noite, antes de dormir, a gente brincava que estava tarado perguntando se o outro queria dar o rabo, mas era tudo na piada. Até mesmo quando a gente fazia luta simulada, os dois de cueca, e os dois sempre ficavam de pauzão duro roçando na coxa um do outro. Tomávamos o cuidado de parar na hora que percebia que “a coisa ia pegar…”. Afinal, no auge dos meus 20 e ele dos seus 21anos estávamos sempre com tesão à flora da pele. Acontece que ele tinha uma namorada e sumia nos finais de semana. Meu tesão por ele, porém, ia crescendo cada vez mais até que entrou a época de verão e a gente nem ventilador tinha no quarto. Não deu outra: prá provocar, comecei a dormir completamente pelado prá ver a reação do Edival. Ele ria e fazia piada que ia comer meu cu mas continuou dormindo de cueca e ficou tudo por isso mesmo.
Só que aí aconteceu. Teve um final de semana em que ele ia ficar em casa. Tudo começou já na noite de 6a. pra sábado. Os outros caras tinham viajado e íamos ficar sozinhos na república. Depois de beber umas cervas, fomos para a cama. Como estava fazendo muito calor, claro que eu tirei a cueca. Só que nesse dia nem esperei a luz do quarto apagar e ainda fiquei andando pelado pela casa com a desculpa de ir tomar água na cozinha. Vi que o cara não despregava o olho do meu corpo, principalmente da minha bunda, que é bem redonda, branca e lisa. Aí ele falou que ia experimentar dormir pelado também pra ver se era gostoso, mas que eu ficasse na minha e não ousasse querer “agarrar” ele. Demos muita risada na hora que apagamos a luz e deitamos em silêncio. Entretanto, eu não conseguia pegar no sono de imaginar meu amigo peladão ali a um palmo da minha cama. Apesar do escurinho, pude perceber que, como ele estava deitado de barriga pra cima e com o corpo descoberto, aparecia o contorno do pauzão dele que estava meio duro e acomodado em cima da barriga peluda. Depois de encarar bastante, tirei a colcha com que estava coberto e deitei de bruços, deixando meus quadris bem empinados pra que, mesmo naquela penumbra, ele pudesse enxergar as curva das minhas nádegas, pos sabia que ele ainda estava acordado.
Não demorou muito para eu começar a ouvir sua respiração alterada e ele se mexendo na cama de um jeito que parecia estar dando certo meu plano. Ele devia ter começado a bater uma punheta nessa altura. Fingi que estava dormindo, com a cabeça virada para o lado da parede para ver o que ia acontecer. Continuei com a bunda pra cima, agora empinando mais ainda os quadris e deixando as coxas meio separadas. Passados uns dez longos minutos nessa situação, percebi que ele tinha sentado na cama que ficava bem próxima da minha. Era só estender a mão e ele podia alcançar meu corpo com facilidade. Adivinha. Num instante sinto o calor daquela mãozona dele ir esfregando na minha nádega esquerda, de levinho, depois deslizar pela parte de trás da coxa e aí subir de novo com um dedo encostando bem no meio de meu rego peludo. Senti um arrepio de prazer. Em seguida, as duas mãos já agarravam os músculos glúteos do meu traseiro e ficavam massageando carinhosamente. Depois de alguns minutos assim, ele foi ficando mais ousado: abria as duas abas da bunda e com uma das mãos, ia massageando sem medo as pregas do meu cu totalmente relaxado àquela altura. Chegou a lascar uns beijões estalados na minha bunda. Aí aconteceu o que eu estava querendo tanto: meu amigão debruçou-se, com cuidadosa e silenciosamente, sobre meu corpo, apoiando as mãos na cabeceira da cama e encaixou a pirocona dura bem no rego, pelo lado de fora do meu cu ansioso e ficou esfregando pra frente e prá trás. O calor do corpo do meu amigo e a rigidez de seu membro encostando nas minhas costas e na bunda fez com que meu anus ficasse num estado incontrolável. Piscava sem parar, abrindo e fechando furiosamente, por causa da expectativa do que ia acontecer. E aconteceu. Nem sei como mas quando percebi quase metade da piroca tinha afundado pra´dentro de mim depois que ele deu uma cusparada umida e, com o dedo, melecou bastante minhas pregas. A dor era forte, mas fiquei num estado de tesão incontrolável e fiz uma coisa completamente inesperada até por mim mesmo. Suspirei alto e empurrei a bunda pra trás com tanta força que até meu amigo se assustou quando percebeu que seu pau estava atolado até o talo de uma hora pra outra e que meu cu estava engolindo aquela mastro de 18cm com toda gula possível. “Gostou né viadão?” foi a única coisa que ele conseguiu falar enquanto eu começava a rebolar os quadris pra acomodar melhor a vara e, ao mesmo tempo, poder sentir toda extensão dela cavocando dentro de mim. “Isso, Edival. Não pára…” comecei a repetir. E ele: “Eita cuzão dez que você tem, mano véio!”. Aí foi só putaria até na segunda-feira. O cara me comeu sentado, de quatro, de ladinho, em pé e até andando (hehehehehe… sério!). No domingo a noite meu cu tava arreganhado que nem uma flor.
Passamos então a guardar o seguinte segredo: que durante a semana não ia rolar nada, mas que ele ia começar a ficar comigo na república em outros finais de semana. Prá repetir a dose. Porra. Eu sempre ficava sabia que ia ter festa quando chegava já na quinta-feira, e falava baixinho prá mim “te prepara que amanhã o couro vai queimar…” ou então ele me dava um tapa no traseiro e perguntava “e aí? amanhã vou comer seu rabão, hein mano?”. No resto da semana, porém, a gente continuou mantendo as aparências para os outros companheiros não perceberem nada. Isso durou quase um ano, até o dia em que ele casou, mudou de cidade e a gente se separou. Nunca mais vi o Edival. Sortuda é a mulher dele.


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